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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18084</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Nutrição e crescimento do tomateiro em função da interação ácido húmico-boro]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to evaluate the effect of carbon-humic acid rates (C-HA) and their interaction with soil available B contents on the nutrition and growth of tomato. The experimental design adopted was a completely randomized blocks in a 2x5 factorial scheme, with two rates of B, a treatment without B to maintain the current level of available B in soil, and a treatment with the addition of B aiming to raise its level in soil to 2 mg kg-1. Boron rates in soil were combined with five concentrations of C-HA (0, 5, 10, 50 and 100 mg kg-1 of soil), with three replicates. Shoot (S) and root (R), and total (S+R) dry matter (DM) were analyzed as well as the ratio R/S, besides the availability of B in soil and plant tissue. Soil texture and OM content are factors that modulate the dry matter production and the effect of C-HA concentrations on the tomato growth. Regardless of the evaluated soil, in the treatment without B the tomato growth was lower than other treatments and the tomato DM decreased when increased the C-HA concentration. The B treatments increased DM (especially on the roots) when the C-HA concentration was increased.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[acúmulo de nutrientes]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[adsorção]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[matéria orgânica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sistema radicular]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[nutrient accumulation]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[root system]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Nutrição
e crescimento do tomateiro em função da interação ácido húmico-boro</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Tomato nutrition and growth as related to the humic acid-boron interaction
in contrasting soils</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Bruno Paulo Moschini</b><sup>1,*</sup> e <b>Carlos Alberto
Silva</b><sup>2</sup></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Departamento de Solos/ Universidade
de São Paulo, USP, Piracicaba-SP, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Departamento de Ciência do Solo/ Universidade Federal de
Lavras, UFLA, Lavras-MG, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:bruno_moschini@hotmail.com">bruno_moschini@hotmail.com</a>)</i></font></p>




<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo desse estudo foi avaliar o efeito de concentrações de carbono-ácido
húmico (C-AH) e de suas interações com o boro (B) sobre a nutrição e o crescimento
do tomateiro. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado,
em esquema fatorial duplo 2x5, compreendendo duas doses de B, sem adição, para manter
o teor atual de B, e a que visou elevar o teor de B disponível no solo a 2 mg kg<sup>-1</sup>,
combinadas com cinco concentrações de C-AH (0, 5, 10, 50 e 100 mg kg<sup>-1</sup>
de solo), em três repetições. Foram avaliadas a matéria seca (MS) da parte aérea
(PA), raízes (R) e total (PA+R), bem como a relação R/PA, além da disponibilidade
de B no solo e no tecido vegetal. A textura e o teor de MO são fatores que modulam
a produção de MS e o efeito das concentrações de C-AH sobre o tomateiro. Independentemente
do solo avaliado, na ausência da adição de B, há menor crescimento e o acréscimo
na concentração de C-AH reduz a produção de MS da cultura. Com a adição do B no
solo, há acréscimo na MS, principalmente de raízes, à medida que aumentam as concentrações
de C-AH.</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> acúmulo de nutrientes,
adsorção, matéria orgânica, sistema radicular.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this study was to evaluate the effect of carbon-humic acid
rates (C-HA) and their interaction with soil available B contents on the nutrition
and growth of tomato. The experimental design adopted was a completely randomized
blocks in a 2x5 factorial scheme, with two rates of B, a treatment without B to
maintain the current level of available B in soil, and a treatment with the addition
of B aiming to raise its level in soil to 2 mg kg<sup>-1</sup>. Boron rates in soil
were combined with five concentrations of C-HA (0, 5, 10, 50 and 100 mg kg<sup>-1</sup>
of soil), with three replicates. Shoot (S) and root (R), and total (S+R) dry matter
(DM) were analyzed as well as the ratio R/S, besides the availability of B in soil
and plant tissue. Soil texture and OM content are factors that modulate the dry
matter production and the effect of C-HA concentrations on the tomato growth. Regardless
of the evaluated soil, in the treatment without B the tomato growth was lower than
other treatments and the tomato DM decreased when increased the C-HA concentration.
The B treatments increased DM (especially on the roots) when the C-HA concentration
was increased.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> adsorption, nutrient accumulation,
organic matter, root system.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
disponibilidade de B para as plantas depende de sua concentração na solução do solo
e dos processos associados à precipitação, lixiviação e a interação do nutriente
com os colóides orgânicos e minerais do solo (Goldberg, 1997). No solo, há adsorção
de B aos óxidos de ferro e de alumínio, matéria orgânica (MO) e às frações húmicas,
de modo que a adsorção do nutriente aumenta com o acréscimo do pH e com a quantidade
e tipo de MO presente no solo (Goldberg e Glaubig, 1985). A maior parte do B disponível
no solo está ligada à fração orgânica, que retém o nutriente em ligações de alta
energia (Rosolem e Bíscaro, 2007). Com o aumento do teor de MO, há maior capacidade
do solo em adsorver B, demostrando que as frações orgânicas constituem-se em matrizes
de adsorção/retenção do elemento químico (Azevedo <i>et al</i>., 2001). No entanto,
o papel do AH na retenção de B nos solos parece ser altamente dependente do tipo
de solo envolvido.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação a interação
do ácido húmico-boro, Mezuman e Keren (1981) constataram que, em solos com pH na
faixa de 7,0 e com baixos teores de MO (menores que 5%), a contribuição do AH para
a adsorção de B é menor, especialmente quando significativas quantidades de argila
e sesquióxidos estão presentes na amostra de solo. Reforça-se a hipótese levantada
com o trabalho de Gu e Lowe (1990) que aferiram que a contribuição do AH para a
adsorção de B, possivelmentre, seja menor quando solos ácidos estão envolvidos.
Somente em solos com altos teores de MO e pH elevado (faixa alcalina), o papel do
AH pode ser dominante, com maior adsorção de B pelos óxidos e pela MO (Evans, 1987).
Assim, o pH do solo que pode ser alterado pelas concentrações de C-AH (devido à
natureza alcalina dos AH),  pode ter um efeito positivo ou antagônico sobre a disponibilidade
e dinâmica do B no sistema solo-planta. Com o aumento do pH do solo pode haver mais
B adorvido nos coloides dos solos, reduzindo o B prontamente disponível às plantas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além de atuar sobre as formas e
dinâmica do B em solo, as substâncias húmicas podem regular o crescimento e desenvolvimento
das plantas (Chen e Aviad, 1990; Nardi <i>et al</i>., 2002). Os AHs podem interferir
no metabolismo vegetal, indiretamente, por afetar as características do solo (aumento
da capacidade de troca catiônica, formação de complexos organo-metálicos, aumento
da absorção de nutrientes e melhoria da estrutura do solo), ou diretamente, por
aumentar a produtividade e qualidade dos produtos colhidos e estimular vários processos
fisiológicos e bioquímicos que promovem maior absorção de nutrientes e crescimento
vegetal (Canellas <i>et al</i>., 2008). Os efeitos mais relatados dos AHs nas plantas
estão relacionados com o maior crescimento do sistema radicular, envolvendo a formação
de raízes laterais, raízes adventícias, alongamento celular e a formação de pelos
radiculares, sendo esses efeitos dependentes da concentração de AH aplicada (Mora
<i>et al</i>., 2012; Rose <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As ações da aplicação de AH e outras frações orgânicas sobre o crescimento
e a nutrição vegetal já foi objeto de ampla revisão (Rose <i>et al</i>., 2014).
A textura do solo, o teor de MO e a disponibilidade de B, são importantes atributos
que regulam o crescimento do tomateiro. Nesse contexto, a título de hipótese, é
possível antever que a aplicação de C-AH exerça efeito mais pronunciado nas raízes
do que na parte aérea, por esse órgão da planta estar mais exposto ao efeito do
C-AH aplicado no solo. Já as respostas para a parte aérea dependem de diversas variáveis
(espécie vegetal, variedade da planta, origem e grupos funcionais presentes no AH
e sua reatividade e interação com o B). No Brasil, há escassez de trabalhos que
investiguem a interação ácido húmico-boro e seus efeitos na nutrição e crescimento
do tomateiro, sendo a maioria dos estudos realizados em solução nutritiva e para
outras culturas. Nesse sentido, objetivou-se avaliar a nutrição e crescimento do
tomateiro em função das concentrações de C-AH e de suas interações com o B em solos
contrastantes quanto à textura e teor de MO.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O trabalho foi conduzido no ano de 2015 em casa de vegetação (estufa) no
município de Lavras, Estado de Minas Gerais, Brasil (21°13’34’’S, 44°58’45’’W, 943
m de altitude). O clima do local é classificado como mesotérmico com estação seca
de inverno e verão chuvoso (Cwb), segundo Köppen (1948). Os solos elencados para
o estudo foi o Latossolo Vermelho Amarelo de textura média (LVA) e Latossolo Vermelho
de textura argilosa (LV) (EMBRAPA, 2013), referentes aos Ferralsols, segundo a base
de referência mundial para recursos de solos (IUSS Working Group WRB, 2015), amostrados
nos municípios de Itumirim e Lavras, Estado de Minas Gerais, Brasil, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Antes do plantio do tomate foi realizada
a amostragem de solo para caracterizar as propriedades químicas e físicas do solo
sob condições naturais, a partir da coleta de três amostras simples da camada 0-20
cm (<a href = "#q1">Quadro 1</a>). Após homogeneização das amostras simples, as amostras compostas de
solo foram analisadas, segundo metodologia descrita por Raij <i>et al</i>. (2001).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a09q1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As adubações para cultivo do tomateiro em vaso
foram realizadas de acordo com Novais <i>et al</i>. (1991), a partir da caracterização
química inicial dos solos. Dessa forma, foram aplicados 4,90 e 0,63 g vaso<sup>-1
</sup>de carbonato de cálcio e 1,02 e 0,13 g vaso<sup>-1</sup> de magnésio (proporção
3:1) no LV e LVA, respectivamente, visando elevar a saturação de bases (V%) a 65%.
Após a mistura com o corretivo de acidez, os solos foram incubados por 20 dias,
mantendo-se, durante esse período, a umidade próxima a 70% da capacidade de retenção
máxima de água.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adubação com P
foi realizada utilizando-se duas fontes do nutriente, sendo 13% do P suprido com
fosfato de potássio (K<sub>3</sub>PO<sub>4</sub>) e 87% com fosfato de amônio (NH<sub>4</sub>H<sub>2</sub>PO<sub>4</sub>),
visando adicionar 200 mg kg<sup>-1</sup> de P no LVA e 400 mg kg<sup>-1</sup> de
P no LV. A adubação com K foi realizada em ambos os solos, visando adicionar 300
mg kg<sup>-1</sup> de K, sendo 100 mg kg<sup>-1</sup> de K aplicadas no plantio,
com a adição de 0,21 g vaso<sup>-1 </sup>de K<sub>3</sub>PO<sub>4</sub>, seguido
de duas adubações de cobertura com cloreto de potássio (KCl), respectivamente, aos
10 e 20 dias após o plantio. O S foi adicionado ao solo por meio da aplicação de
0,24 g vaso<sup>-1 </sup>de sulfato de amônio [(NH<sub>4</sub>)<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>],
visando adicionar 50 mg kg<sup>-1</sup> de S. A adubação com N visou a adição de
300 mg kg<sup>-1 </sup>de N que foi adicionada de forma distinta devido ao balanceamento
necessário para cada adubação, sendo adicionado no plantio 164,92 mg kg<sup>-1</sup>
de N no LVA e 246,2 mg kg<sup>-1</sup> de N no LV, com a adição de 0,99 g vaso<sup>-1</sup>
e 1,61 g vaso<sup>-1</sup> de NH<sub>4</sub>H<sub>2</sub>PO<sub>4</sub>, respectivamente,
e 0,24 g vaso<sup>-1</sup> de (NH<sub>4</sub>)<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, seguido
de duas adubações de cobertura com nitrato de amônio (NH<sub>4</sub>NO<sub>3</sub>),
aos 10 e 20 dias após o plantio. As adubações com micronutrientes visaram a adição
de 6 mg kg<sup>-1</sup> de Zn, 5 mg kg<sup>-1</sup> de Mn, 4 mg kg<sup>-1</sup>
de Fe, 2 mg kg<sup>-1</sup> de Cu, utilizando-se as seguintes fontes: sulfato de
zinco (ZnSO<sub>4</sub>.7H<sub>2</sub>O), cloreto de manganês (MnCl<sub>2</sub>.4H<sub>2</sub>O),
sulfato de ferro (FeSO<sub>4</sub>.7H<sub>2</sub>O) e sulfato de cobre (CuSO<sub>4</sub>.5H<sub>2</sub>O),
respectivamente.<sub></sub></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sementes
de tomate (<i>Solanum lycopersicum </i>L.) da cultivar Santa Clara foram propagadas
em substrato comercial em bandeja de poliestireno com duzentas células. Após o período
de germinação e tendo atingido tamanho de aproximadamente 10 cm, as mudas foram
transferidas para vasos plásticos, mantendo-se duas plantas por vaso, que foram
preenchidos com 1,2 kg de solo cada. O delineamento experimental utilizado foi o
inteiramente casualizado, em esquema fatorial duplo 2x5, compreendendo duas concentrações
de B: sem adição do nutriente, para manter o teor natural de B disponível nos solos,
e a adubação com o nutriente que visou elevar o teor de B a 2 mg kg<sup>-1</sup>
no solo, combinadas com quatro concentrações de AH (5, 10, 50 e 100 mg C-AH kg<sup>-1</sup>
de solo), além de um controle (solo cultivado sem adição de material húmico), em
três repetições.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Como fonte de B,
foi utilizado o ácido bórico (p.a.) (H<sub>3</sub>BO<sub>3</sub>), sendo adicionado
em cada vaso 0,013 g de H<sub>3</sub>BO<sub>3</sub>, nos tratamentos com adição
de B. O AH utilizado foi extraído de Leonardita com solução de hidróxido de potássio
(KOH). O AH apresentava as seguintes características: pH<sub>água</sub>: 9,7; CE:
10,2 mS cm<sup>-1</sup>; C: 37%; N<sub>total</sub>: 6 g kg<sup>-1</sup>; P: 0,1
g kg<sup>-1</sup>; K: 42,8 g kg<sup>-1</sup>; Ca: 0,7 g kg<sup>-1</sup>; Mg: 2,3
g kg<sup>-1</sup>; S: 4,1 g kg<sup>-1</sup>; B: 84,7 mg kg<sup>-1</sup>; Cu: 5,9
mg kg<sup>-1</sup>; Fe: 2560 mg kg<sup>-1</sup>; Mn: 20,6 mg kg<sup>-1</sup> e Zn:
75,3 mg kg<sup>-1</sup>. As concentrações de AH testadas foram definidas em relação
ao teor de C presente no AH-Leonardita.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após 30 dias de cultivo, foi amostrado o solo das unidades experimentais para
realização da análise química para avaliar a disponibilidade de B. Posteriormente,
as plantas foram colhidas, lavadas em água deionizada e subdivididas em parte aérea
(PA) e raízes (R). Todo o material foi acondicionado em saco de papel tipo kraft
e seco em estufa com ventilação forçada de ar a 65 °C até massa constante, conforme
descrito por Mills e Jones Junior (1996). Em seguida, foi mensurada a produção de
MS da PA, R e total (PA+R) com o auxílio de uma balança de precisão e os resultados
expressos em g vaso<sup>-1</sup>. O material vegetal seco foi triturado em moinho
tipo Wiley, homogeneizado, subamostrado e submetido à determinação das concentrações
de macro e micronutrientes (Malavolta <i>et al</i>., 1997).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados foram submetidos à análise de variância (ANOVA),
utilizando-se o teste F, enquanto que as médias foram comparadas pelo teste de Tukey,
ambos a 5% de probabilidade e, quando significativos, foi realizada a análise de
regressão polinomial de primeiro e segundo grau. Para a realização das análises
estatísticas, foi utilizado o programa computacional SISVAR (Ferreira, 2011).</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As concentrações de C-AH podem regular os teores
de B disponíveis no solo em função da adição ou não de B (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a09f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). Em ambos os
solos utilizados neste estudo, o aumento da concentração de C-AH diminuiu a disponibilidade
de B, quando houve a adição do nutriente. Com o acréscimo da concentração de C-AH,
houve redução nos teores de 0,39 e 0,76 mg dm<sup>-3 </sup>de B, representando uma
redução de 22 e 39%  no LV e LVA, respectivamente. Na ausência de adição de B, em
ambos os solos, as concentrações de C-AH não interferiram na disponibilidade de
B para as plantas. Entre as hipóteses que podem ser levantadas em relação a redução
da disponibilidade do B no solo, destacam-se: (a) a extração de B do solo é feita
com água quente e pode ter ocorrido a formação de um complexo ácido húmico-boro,
sendo questionável a sua natureza e solubilidade em água; (b) o aumento da concentração
de C-AH pode ter acrescido o pH do solo e, com isso, mais B é adsorvido aos coloides
do solo, reduzindo a sua disponibilidade no meio de cultivo e (c) o B presente no
solo pode ter interagido fortemente com a matriz do ácido húmico, a ponto de não
ficar disponível para o tomateiro. De qualquer forma, é preciso investigar se a
redução de B no solo, pela provável complexação ao ácido húmico adicionado, implica
em menor absorção do nutriente pelo tomateiro, e se a magnitude desse possível efeito
negativo é maior em solos mais arenosos, onde a interação negativa do ácido húmico-boro
foi mais pronunciada.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A produção de MS
do tomateiro bem como a relação da MS da R/PA diferiram entre as concentrações de
C-AH, com a adição ou não de B no LV (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a09f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>). Com o aumento das concentrações
de C-AH e da disponibilidade de B no solo, houve maior produção de MS total e da
PA do tomateiro, sendo que o teor natural disponível no solo (sem adição de B),
em função das concentrações de C-AH, não foi capaz de promover incrementos de produção
de MS. A MS de R respondeu de modo diferenciado, ou seja, reduziu com o aumento
da concentração de C-AH e com a adição de B, sendo que a máxima produção de MS (2,42
g vaso<sup>-1</sup>) ocorreu com a concentração de 42,16 mg kg<sup>-1</sup> e houve
maior produção de MS a partir da concentração de 50 mg kg<sup>-1</sup>, quando não
houve adição de B no solo. A relação R/PA é um atributo muito plástico e responsivo
aos tratamentos que afetam a raiz, portanto, é possível observar que o tomateiro
respondeu de modo diferenciado em relação à concentração de C-AH, bem como em função
da disponibilidade de B no solo. Quando as condições de crescimento de raíz são
ótimas, é comum que a relação R/PA seja minima, pois as plantas consomem menos fotoassimilados
para absorver água e nutrientes, havendo mais reservas de produtos da fotossíntese
para o crescimento da PA, como pode ser observado quando há o fornecimento adequado
de B no solo. Assim, a maior proliferação de R pode não determinar maior crescimento
ou produtividade da planta e, em situações onde há deficiências de nutrientes no
solo, é comum que a planta direcione os fotoassimilados para as R, para assegurar
as quantidades de nutrientes necessárias, a fim de que processos  fisiológicos e
bioquímicos das plantas não sejam comprometidos (Paiva &amp; Oliveira, 2014).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento das concentrações de C-AH com a adição
de B diminuiu a produção de MS da R, sendo esses resultados reforçados pelos trabalhos
desenvolvidos por Baldotto e Baldotto (2014), afirmando que, independentemente da
fonte de MO utilizada, concentrações mais baixas de AH apresentam atividade estimulante
na fisiologia vegetal. Por outro lado, concentrações elevadas podem resultar na
diminuição do crescimento e do desenvolvimento das plantas. De acordo com Chen <i>et
al</i>. (2004) as maiores respostas de crescimento das plantas são observadas com
concentrações de 5-40 mg kg<sup>-1</sup>, com crescimento máximo a cerca de 20 mg
kg<sup>-1 </sup>de AH, seguido por um aumento mais gradual de crescimento, quando
são utilizadas concentrações entre 40-200 mg kg<sup>-1</sup>. Neste estudo, foi
possível observar que a máxima produção de MS de R foi atingida com a utilização
de 42,16 mg kg<sup>-1</sup> de C-AH, o que está de acordo com o estudo realizado
por Chen <i>et al</i>. (2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
interação do C-AH com o solo, com a adição do B, na produção de MS de R mostra a
capacidade dos AH em estimular vários processos fisiológicos que promovem o crescimento
vegetal, especialmente do sistema radicular. As substâncias húmicas (SH) ao regularem
o crescimento das plantas atuam diretamente no meio de crescimento, como demonstrado
em trabalhos desenvolvidos por Nardi <i>et al</i>. (2002) e Mora <i>et al</i>. (2012).
Quando analisado as R do tomateiro com a adição de B, verificou-se que as concentrações
de 10 e 50 mg kg<sup>-1</sup> promoveram sistema radicular mais ramificado, em relação
aos tratamentos que não receberam o B e ao controle. O maior desenvolvimento radicular
para as concentrações de C-AH anteriormente citadas podem promover uma área de superfície
radicular maior, o que pode ajudar a planta a explorar maior volume de solo, facilitando
a adaptação em ambientes de baixa fertilidade e com restrições hidrícas (Canellas
<i>et al</i>., 2002, 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com o
objetivo de avaliar o desenvolvimento radicular com a aplicação de AH de lodo de
esgoto e aplicação de vermicomposto em plantas de café e milho, Façanha <i>et al</i>.
(2002) relataram um possível mecanismo de ação para o estímulo e desenvolvimento
do sistema radicular, sinalizando a hipótese de que a H<sup>+</sup>-ATPases das
membranas plasmáticas é um dos principais alvos moleculares envolvidos na ação dos
AH sobre o crescimento das plantas. Essa enzima se caracteriza por fazer parte do
principal sistema de transporte ativo de H<sup>+</sup> da membrana plasmática e
exerce forte efeito sobre a regulação do pH do apoplasto (Rayle e Cleland, 1992).
A acidificação do apoplasto é uma pré-condição para o aumento da plasticidade da
parede celular e, por conseguinte, para a elongação da célula vegetal, sendo esse
fenômeno associado à ação de auxinas (Hager <i>et al</i>., 1991; Rayle e Cleland,
1992; Frias <i>et al</i>., 1996), que estimulam o crescimento de raízes e a absorção
de nutrientes. Estes trabalhos são clássicos no que diz respeito ao entendimento
do desenvolvimento radicular utilizando SH, contudo, mais informações sobre o papel
das SHs em estimular as raízes e aperfeiçoar a absorção de nutrientes estão relatados
na ampla revisão realizado por Rose <i>et al</i>. (2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A interação das concentrações de C-AH com a adição ou não
de B diferiu em termos de efeito sobre a produção de MS no LVA (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a09f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>). Com o
aumento nas concentrações de C-AH sem adição de B no solo, houve menor produção
de MS Total e da PA, sendo que quando o B foi adicionado no solo, há uma queda na
produção de MS total até a conencetração de 50 mg kg<sup>-1</sup>, voltando a crescer
com o aumento da concentração do C-AH. De modo similar ao verificado para o LV,
a produção de MS de R também se comportou de modo diferenciado no LVA, dado que
o aumento da concentração de C-AH sem adição de B propiciou máxima produção de MS
(0,88 g vaso<sup>-1</sup>) com a concentração de 44 mg kg<sup>-1</sup> e, quando
adicionado o B, houve decréscimo de produção de MS até a concentração de 50 mg kg<sup>-1</sup>.
No que se refere à relação R/PA, não houve diferenças estatísticas entre as médias
dos tratamentos testados.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">É possível observar
que, no LV, a produção de MS foi maior, especialmente quando adicionou-se B no solo.
A maior produção de MS pode estar associada à textura mais argilosa desse solo,
bem como pelo seu maior teor de MO, o que aumenta a capacidade do solo em reter
nutrientes. A maior presença de MO nesse solo pode implicar em maior disponibilidade
de AH, de modo que o material húmico natural do solo pode ser suficiente para proporcionar
maior crescimento às plantas. Assim, é provavel que a natureza química, a concentração
de frações  húmicas e disponibilidade de C na solução do solo, devido a maior disponibilidade
de MO no LV, regulem os efeitos do C-AH adicionado, como já anteciparam Halpern
<i>et al</i>. (2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após o período
de incubação do solo com os corretivos de acidez, houve aumento de pH em ambos os
solos, que atingiu valores de 6,2 e 7,1 no LV e LVA, respectivamente. Essas diferenças
nos valores de pH podem ter determinado os efeitos das concentrações de C-AH sobre
o tomateiro. É bastante provável que o pH mais elevado no LVA tenha diminuido a
disponibilidade de B, devido a maior adsorção do nutriente aos coloides do solo
em ambiente alcalino. Com base nessas premissas, a adição de C-AH pode ter restringido
ainda mais a oferta de B às plantas cultivadas no solo sem adição de H<sub>3</sub>BO<sub>3</sub>,
possivelmente, devido as formas complexadas e menos solúveis do B presente nos solos
e menos disponibilizadas às plantas. Do ponto de vista agronômico, o uso de C-AH
só deve ocorrer em locais onde não há restrição na disponibilidade de B. Assim,
em condições de escassez do nutriente no solo e em condições de pH com valores próximos
da faixa alcalina, portanto maiores que os níveis recomendados para o cultivo do
tomate, o uso de C-AH se mostra proibitivo, por restringir fortemente o crescimento
do tomateiro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Como comentado anteriormente,
a disponibilidade de B no solo parece ser dependente do tipo de solo e das condições
de fertilidade. Seguindo essa hipótese, Huettl (1976) verificou que a adsorção de
B aumentou lentamente até pH 6,0 e com aumento sucessivo do pH houve maior adsorção
de B pelo solo. Além do pH do solo influenciar a disponibilidade de B, o estudo
desenvolvido por Goldberg e Glaubig (1985) mostrou que solos com maior quantidade
de minerais de argila e sexquióxidos, também, adsorvem maior quantidade de B. Em
relação ao papel do C-AH sobre a disponibilidade de B, Gu e Lowe (1990) verificaram
a adsorção de B em AH, utilizando três tipos diferentes de solos, dos quais foram
isolados e extraídos amostras distintas de AH. Os autores observaram que a adsorção
de B pelo AH foi altamente dependente do pH, ocorrendo maior adsorção de B em pH
8,8 do que em pH 6,7, sendo que o aumento gradativo do pH aumentou a adsorção de
B até pH 9,5.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Lemarchand <i>et al</i>.
(2005) verificou que há menor adsorção de B pelos AH em uma faixa de pH abaixo de
6,5, o que poderia estar associado à presença da grande quantidade de cálcio disponível
que pode ser utilizado para precipitar o AH ao invés do B. Segundo o autor, a maior
parte dos grupos carboxílicos dos AH estariam ocupados por cálcio, por conseguinte,
haveria menos sítios de adsorção no AH para a complexação do B. A suposição é que
o cálcio tenha maior afinidade do que o H<sub>3</sub>BO<sub>3</sub> para se ligar
aos grupos carboxílicos dos AHs. Embora haja falta de informação para permitir uma
comparação direta sobre a estabilidade do complexo ácido húmico-boro e ácido húmico-cálcio,
o íon H<sup>+</sup> presente no húmus pode reter muito mais B do que cálcio.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A concentração e acúmulo de B pelo tomateiro foi
maior no LV do que nas plantas  cultivadas no LVA (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a09f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>). A concentração de
B não diferiu entre os tratamentos, quando adicionado B no meio de cultivo, havendo
apenas uma diminução discreta com o aumento das concentrações de C-AH sem adição
de B no solo, no LV, sustentando a hipótese de que o uso de C-AH não deve ser recomendado
quando a disponibilidade de B no solo é baixa. No LVA, o aumento da concentração
de C-AH até 33,9 mg kg<sup>-1</sup> resultou em máxima concentração de B (0,51 mg
planta<sup>-1</sup>), quando o B foi adicionado ao solo. Em relação ao acúmulo de
B pela PA do tomateiro, houve aumento de acúmulo no LV em função do aumento das
concentrações de C-AH, e o inverso foi observado no LVA. Em ambos os solos cultivados,
as concentrações de C-AH, sem a adição de B, não resultaram em diferenças no acúmulo
de B pela planta. Formulou-se a hipótese que a falta de evidências mais claras pode
estar associada ao método de extração, uma vez que o B é extraído com o auxílio
de ácido clorídrico e azometina-H e pode acontecer de não extrair todo o B do complexo
ácido humico-boro formado. Por isso, é importante testar outros métodos de extração
de B, quando há maior presença de B complexado com ligantes orgânicos do ácido húmico.
A combinação das concentrações de C-AH com a adição ou não de B não interferiu nas
quantidades acumuladas de macro e micronutrientes no tomateiro, à exceção do B.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A aplicação de C-AH pode resultar, indiretamente,
em incrementos nas concentrações e acúmulos de macro e micronutrientes pelas plantas,
o que não ficou muito evidenciado neste estudo. Dessa forma, Lima <i>et al</i>.
(2011) verificaram que a adição de AH no meio de cultivo aumentou a concentração
de B em folhas de tomate, sendo que o aumento excessivo das concentrações de AH
diminuiu o acúmulo do nutriente. As diferenças em relação ao acúmulo de nutrientes,
referido por diversos autores, dependem da época de plantio, idade da planta, cultivar,
órgão amostrado e da interação com outros nutrientes (Carvalho <i>et al</i>., 2004).
Os resultados obtidos neste estudo sugerem que o acúmulo de B nas plantas possa
estar associado com a absorção desse nutriente na forma de complexos organo-metálicos
do tipo ácido húmico-boro de baixa massa molar e que podem, portanto, ser absorvidos
pelas células das R e direcionados para as folhas e PA do tomateiro.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2">1. A textura do solo, matéria orgânica e a disponibilidade
de B são fatores que modulam a produção de MS e o efeito das concentrações de C-AH
sobre o crescimento do  tomateiro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">2. O pH é outro fator que regula a ação do C-AH sobre as plantas, de modo que
o pH na faixa neutra no LVA diminuiu a disponibilidade de B no solo, e isso faz
com que o C-AH reduza a MS da PA do tomateiro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">3. Independentemente do solo avaliado, na ausência de B, houve menor crescimento
do tomateiro e, por conseguinte, menores concentrações e acúmulo de B na PA das
plantas, e o uso de concentrações crescentes de C-AH não atenua a deficiência de
B no solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">4. Em ambos os solos,
com maior disponibilidade de B, foi possível obter maiores produções de MS do tomateiro
à  medida que se aumentavam as  concentrações de C-AH.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Biblográficas</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Azevedo, W.R.;
Faquin, V. &amp; Fernandes, L.A. (2001) – Adsorção de boro em solos de várzea do
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Baldotto, M.A.; Velloso, A.C.X. &amp; Amaral Sobrinho, N.M.B. (2008) – Reações 
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Canellas, L.P.; Olivares, F.L.; Façanha, A.L.O. &amp; Façanha, F.L. (2002) –
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Macia, F.A.C.; Kuppinger, O.; Stransky, H.; Pages, M.; Hager, A. &amp; Serrano,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gu, B. &amp; Lowe, L.E. (1990) – Studies on Adsorption of boron
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127 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685939&pid=S0871-018X201800030000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IUSS Working Group WRB – (2015)
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Organization of the United Nations (FAO), 203 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685941&pid=S0871-018X201800030000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Köppen, W. (1948) – <i>Climatology: a study of the climates of the earth</i>.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lemarchand, E.; Schott, J. &amp; Gaillardt, J.  (2005) – Boron isotopic
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<a href = "https://doi.org/10.1016/j.gca.2005.02.024" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.gca.2005.02.024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685945&pid=S0871-018X201800030000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, A.A.; Alvarenga, M.A.R.; Rodrigues, L. &amp; Carvalho, J.G. (2011)
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(1997) – <i>Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações</i>.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mezuman,
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<a href = "https://doi.org/10.2136/sssaj1981.03615995004500040009x" target = "_blank">https://doi.org/10.2136/sssaj1981.03615995004500040009x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685949&pid=S0871-018X201800030000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mills, H.A. &amp; Jones Junior, B. (1996) – <i>Plant analysis
handbook II: A practical sampling, preparation, analysis and interpretation guide</i>.
2ª ed. Athens, Micro Macro Publishing, 422 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685950&pid=S0871-018X201800030000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mora, V.; Baigorri, R.; Bacaicoa, E.; Zamarreño, A.M. &amp; García-Mina,
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<a href = "https://doi.org/10.1016/j.envexpbot.2011.10.001" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.envexpbot.2011.10.001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685952&pid=S0871-018X201800030000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nardi, S.; Pizzeguello, D.; Muscolo, A. &amp; Vianello, A. (2002) – Physiological
effects of humic substances oh higher plants. <i>Soil Biology &amp; Biochemistry</i>,
vol. 34, n. 11, p. 1527-1536. <a href = "https://doi.org/10.1016/S0038-0717(02)00174-8" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/S0038-0717(02)00174-8</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685953&pid=S0871-018X201800030000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Novais, R.F.; Neves, J.C.L. &amp; Barros, N.F.
(1991) – Ensaio em ambiente controlado. <i>In</i>: Oliveira, A.J.; Garrido, W.E.;
Araújo, J.D. &amp; Lourenço, S. (Eds.) – <i>Método de pesquisa em fertilidade de
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Paiva, R. &amp; Oliveira, L.M. (2014) – Bases do crescimento e desenvolvimento
vegetal. <i>In</i>: Paiva, R. &amp; Oliveira, L.M. (Eds.) – <i>Fisiologia e Produção
Vegetal</i>. Lavras-MG, Editora UFLA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685956&pid=S0871-018X201800030000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Raij, B. van; Andrade, J.C.; Cantarella, H. &amp; Quaggio, J.A. (2001) – <i>Análise
química para avaliação da fertilidade do solos tropicais</i>. Campinas-SP, Instituto
Agronômico, 285 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685958&pid=S0871-018X201800030000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Rayle, D.L. &amp;
Cleland, R.E. (1992) – The acid growth theory of auxin-induced cell elongation is
alive and well. <i>Plant Physiology</i>, vol. 99, n. 4, p. 1271-1274.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685960&pid=S0871-018X201800030000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Rose, T.; Patti, A.F.; Little, K.R.; Brown, A.L.;
Jackson, W.R. &amp; Cavagnaro, T.R. (2014) – A meta-analysis and review of plant
growth response to humic substances: practical implications for agriculture. <i>Advances
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e lixiviação de boro em Latossolo Vermelho-Amarelo<i>. Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>,
vol. 42, n. 10, p. 1473-1478. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2007001000015" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2007001000015</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=685963&pid=S0871-018X201800030000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq, processos
303899/2015-8 e 461935/2014-7), à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (CAPES, PROEX-AXUPE 590/2014), por custearem as ações de pesquisa deste
estudo e financiarem bolsas de pesquisa aos autores e a Fundação de Amparo a Pesquisa
do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.03.27</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.05.03</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.05.07</font></p>

     ]]></body><back>
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