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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18092</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Definições de zona de manejo para soja de alta produtividade]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management zone settings for high productivity soybean]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Knowledge of spatial patterns of soil chemical parameters is critical information for precision agriculture. The objective of this work was to define management zones by means of classes of chemical attributes and average yield of soybean in a field of high production. Soybean yields were quantified by means of plants collected in 1 m 2 and the chemical attributes by means of five single samples per point in the layer of 0.00-0.20 m in a grid of 88 points of 60mX60m in two consecutive years, mass of heavy grains and extrapolated for t ha-1 considering 10% humidity. The class maps were generated by GS + version 7.0 software in average intervals +/- 1.5 times the standard deviation. The area of each productivity class was calculated with the help of the Google Earth program through overlapping maps. The class considered high for productivity was predominant in the northwest region of the map presenting 8,217 ha, 6,508 ha of high K content, 4,769 ha of high CTC content and 3,708 ha of high M.O. Although no significant correlation was found, productivity and chemical attributes presented higher values in the northwest region of the map.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[classes de produtividade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[dependência espacial]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[geoestatística]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[productivity classes]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[spatial dependency]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[geostatistics]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Definições de zona de manejo para soja de alta produtividade</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Management zone settings for high productivity
soybean</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Anderson Da Silva Umbelino</b><sup>1*</sup>, <b>Danilo
Gomes De Oliveira</b><sup>2</sup>, <b>Marcos Paulo De Oliveira Martins</b><sup>1</sup> e <b>Elton
Fialho Dos Reis</b><sup>1</sup></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Universidade Estadual de Goiás
- UEG, Br 153, Nº3105 Fazenda Barreiro do Meio-Campus Henrique Santillo-Anápolis,
Anápolis, GO, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Instituto
Federal de Goiás - IFG, Rua Correntina, 824 - St. Dom Prudencio, Posse - GO, CEP
- 73900-000, Posse, GO, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:anderson-umbelino@hotmail.com">anderson-umbelino@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O conhecimento dos padrões espaciais de parâmetros químicos dos solos são
informações de suma importância para agricultura de precisão. Objetivou-se com este
trabalho definir zonas de manejo por meio de classes de atributos químicos e produtividade
média de soja em um campo de alta produção. As produtividades da soja foram quantificadas
por meio de plantas coletadas em 1m², e os atributos químicos por meio de cinco
coletas simples por ponto na camada de 0,00-0,20m num grid de
88 pontos de 60mX60m em dois anos consecutivos, sendo a massa de grãos pesadas
e extrapoladas para t ha<sup>-1</sup> considerando umidade de 10 %. Os mapas de
classes foram gerados pelo software GS+ versão 7.0 em intervalos da média +/- 1,5
vezes o desvio padrão. A área de cada classe de produtividade foi calculada com
o auxílio do software Google Earth por meio de sobreposição dos mapas. A classe
considerada alta para produtividade foi predominante na região noroeste do mapa
apresentando 8,217 ha, 6,508 ha de alto teor de K, 4,769 ha de alto teor de CTC
e 3,708 ha de alto teor de M.O. Mesmo não apresentado correlação significativa a
produtividade e atributos químicos apresentaram maiores valores na região noroeste
do mapa.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras–chave:</b> classes
de produtividade, dependência espacial, geoestatística</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Knowledge of spatial patterns
of soil chemical parameters is critical information for precision agriculture. The
objective of this work was to define management zones by means of classes of chemical
attributes and average yield of soybean in a field of high production. Soybean yields
were quantified by means of plants collected in 1 m 2 and the chemical attributes
by means of five single samples per point in the layer of 0.00-0.20 m in a grid
of 88 points of 60mX60m in two consecutive years, mass of heavy grains and extrapolated
for t ha-1 considering 10% humidity. The class maps were generated by GS + version
7.0 software in average intervals +/- 1.5 times the standard deviation. The area
of each productivity class was calculated with the help of the Google Earth program
through overlapping maps. The class considered high for productivity was predominant
in the northwest region of the map presenting 8,217 ha, 6,508 ha of high K content,
4,769 ha of high CTC content and 3,708 ha of high M.O. Although no significant correlation
was found, productivity and chemical attributes presented higher values in the northwest
region of the map.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>productivity classes, spatial dependency, geostatistics</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">Caracterizada pela elevada quantidade de informações
disponibilizadas, A aplicação da geoestatística na agricultura de precisão tem por
finalidade caracterizar a variabilidade espacial dos atributos do solo e da cultura,
estimando as inter-relações desses atributos no espaço e no tempo (Nascimento <i>et
al.,</i> 2014). Vários estudos têm buscado elucidar a variabilidade espacial de
características químicas do solo e seu possível efeito sobre a produtividade das
culturas (Mattioni <i>et al.,</i> 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo da variabilidade espacial dos atributos do solo similarmente assume
importância, nos indicativos de alternativas de manejo, onde o crescimento e desenvolvimento
das plantas podem ser influenciados por alterações nos atributos químicos do solo
(Montanari <i>et al.,</i> 2015), e a produtividade das culturas pode ser variável
em uma mesma área por menor que seja o grau de variação espacial de determinados
atributos (Matias <i>et al.,</i> 2015).  </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar de representar o potencial produtivo de uma determinada área, a
produtividade não é homogênea, sendo notado em um mesmo campo de produção regiões
com maior e menor desempenho produtivo (Bottega <i>et al.,</i> 2013a).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Zonas de manejo são os resultados de um planejamento
adequado de uso e ocupação do solo, sendo áreas passíveis de receber as mesmas práticas
agronômicas, vindo a reduzir os impactos do homem sobre o meio ambiente (Miqueloni
<i>et al.,</i> 2015). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A geoestatística
constitui a base para a aplicação dos conceitos de agricultura de precisão, com
análise da variabilidade espacial e temporal dos fatores inerentes à produtividade
agrícola (Nascimento <i>et al.,</i> 2014). O estudo da variabilidade espacial por
meio da geoestatística possibilita a interpretação dos resultados com base na estrutura
da variabilidade natural dos atributos avaliados, considerando a dependência espacial
dentro do intervalo de amostragem (Souza <i>et al.,</i> 2009). Essa ferramenta permite
identificar zonas com restrições químicas que possam estar limitando o rendimento
e, posteriormente, realizar a correção de maneira adequada (Matias <i>et al.,</i>
2015).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">No âmbito da geoestatística,
o estudo da variabilidade espacial dos atributos físicos do solo utilizando a geoestatística,
permite por meio desta análise, detectar a variabilidade e distribuição espacial
dos atributos estudados e, portanto, constitui importante ferramenta na análise
e descrição detalhada da variabilidade dos atributos do solo (Alves <i>et al.,</i>
2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Objetivou-se com este trabalho
definir zonas de manejo por meio de classes de atributos químicos e produtividade
média de soja em um campo de alta produção.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo foi conduzido em área comercial na Fazenda
Madeira localizada no município de Gameleira de Goiás, GO, com altitude de 940 m,
e coordenadas geográficas 16° 22’ 17.3’’ de latitude sul e 48° 35’ 20.5’’ de longitude
oeste.  Foi utilizada uma área de pivô central com 36 hectares, que apresenta Latossolo
Vermelho (EMBRAPA, 2013) com textura argilosa e topografia com pouca declividade,
georreferenciado por meio de uma malha amostral sistemática, utilizando um receptor
de GPS Garmim Etrex trabalhando no sistema WGS 84, ajustado com intervalo de 60
m entre pontos de amostragem, totalizando 88 pontos (<a href = "#f1">Figura 1</a>). Foram coletadas
em torno de cada ponto do grid amostral, amostras deformadas do solo na camada de
0,00-0,20 m, composta de cinco amostras simples, coletadas num raio de 5 metros,
posteriormente foram embaladas, vedadas encaminhadas para um laboratório de solos
comercial para determinação dos atributos químicos do solo, segundo metodologias
propostas por Donagema <i>et al.</i> (2011) onde foram determinados, Potencial Hidrogeniônico
– (pH), potássio – (K<sup>+</sup>), fósforo disponíveis (P, Mehlich<sup>-1</sup>)
e teor em matéria orgânica (M.O.). Posteriormente foi calculada a capacidade de
troca catiônica – (CTC). Os dados de produtividade foram obtidos por meio de plantas
coletadas em um metro quadrado, sendo a massa de grãos pesada e extrapolada para
t ha<sup>-1</sup> considerando umidade de 13 % b.u. (Weber, 2001) nos diferentes
pontos amostrados. A área possui histórico de mapeamento de dois anos representativos
das safras de 2014/2015 e 2015/2016 propiciando subsídio para a produtividade média
dos dois anos consecutivos. Após esta análise, confeccionou-se o mapa da média das
duas safras por meio da Eq. 1:</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10f1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10eq1.jpg" target = "_blank">                                                                                                        (1)</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pi = Produtividade média de soja no ponto i, do mapa interpolado, nas duas safras estudadas;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pij = Produtividade no ponto i na safra j;</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">r = número de safras estudadas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi utilizada
a estatística descritiva para verificar a existência de tendência central e caracterizar
a dispersão dos dados. A filtragem dos dados foi realizada com auxílio dos gráficos
box-plot, que foram construídos a fim de identificar valores discrepantes (<i>outliers</i>).
Foi calculada uma matriz de correlação de Pearson a nível de 5% de probabilidade,
entre as características químicas do solo e a produtividade, permitindo uma análise
de relação entre os mesmos. Todavia Montgomery e Runger (2009) enfatizam que o número
de pontos utilizados na análise de correlação influência de forma tendenciosa o
teste de hipótese, quanto maior o número de pontos, maior a chance de rejeição da
hipótese de nulidade. Os autores recomendam a utilização de 30 pontos para análise
de correlação. Com isso foram retiradas 30 amostras aleatórias do conjunto de dados
para realização da análise. A normalidade dos dados foi avaliada aplicando o teste
de Shapiro e Wilk (1965) a nível de 5% de probabilidade. Estas análises foram realizadas
em planilha eletrônica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para identificar
e quantificar a dependência espacial, utilizou-se modelagem e análise variográfica,
ajustando aos valores de semivariância empírica, modelos teóricos de semivariância.
Após este procedimento, construiu-se os semivariogramas experimentais utilizando
o software computacional GS+, versão 7.0 (Gamma Design Software®). Os modelos testados
foram o Gaussiano, Esférico, Exponencial e Linear com patamar. Selecionou-se aquele
que apresentou maior coeficiente de determinação (R<sup>2</sup>) e menor soma de
quadrados de resíduos (RSS) (Matias <i>et al.,</i> 2015). A classificação e a determinação
do Índice de Dependência Espacial (IDE) foi de acordo com Zimback (2001) utilizando
a equação 2 e assumindo os seguintes intervalos: dependência espacial baixa para
IDE &lt; 25%, moderada para 25% &lt; IDE &lt; 75% e forte para IDE &gt; 75%.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10eq2.jpg" target = "_blank">                                                   (2)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">IDE = índice de dependência espacial;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">C = contribuição da semivariância (C<sub>0</sub>+C - C<sub>0</sub>);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">C<sub>0</sub>+C = patamar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A elaboração dos mapas temáticos de distribuição espacial,
incluindo o mapa da média de produtividade e atributos químicos foram gerados com
o auxílio do software geoestatístico. Foram confeccionados mapas de classes de produtividade
(alta, média e baixa) para cada safra, utilizando os parâmetros de produtividade
do ponto com valor acima da média do talhão mais 0,5 vezes o desvio padrão (produtividade
alta); produtividade do ponto com valor compreendido no intervalo entre a média
do talhão mais 0,5 vezes o desvio padrão e a média do talhão menos 0,5 vezes o desvio
padrão (produtividade média); produtividade do ponto com valor abaixo da média do
talhão menos 0,5 vezes o desvio padrão (produtividade baixa), adaptado de Bottega
<i>et al.,</i> (2013b). Também foram confeccionados mapas de classes (alto, médio
e baixo) dos atributos químicos utilizando o mesmo procedimento. Os mapas de classes
foram gerados pelo software GS+ versão 7.0 e as áreas de cada classe foram calculadas
com o auxílio do software Google Earth por meio de sobreposição dos mapas.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A fim de verificar os parâmetros de tendência central e dispersão, foi realizada
uma análise descritiva, utilizadas como ferramenta auxiliar, para complementar o
comportamento das variáveis estudadas. O teste de normalidade de Shapiro &amp; Wilk
(1965) evidenciou normalidade para P, pH e M.O., mas não para os dados de produtividade,
K e CTC, ao nível de 5% de probabilidade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores dos coeficientes de variação apresentaram-se como altos (20%&lt;CV&lt;30%)
para a produtividade, médios (10%&lt;CV&lt;20%) para K, CTC, M.O. e baixo (CV&lt;10%)
para o PH, conforme Pimentel Gomes e Garcia (2002). O pH do solo apresentou média
de 5,47 e desvio padrão de 0,20, mostrando uma satisfatória repartição dos pontos
com relação ao pH, já que o CV apresentou baixo (3,57), expressando o desvio padrão
em relação à média e a significância do teste de normalidade para o pH. A média
apresenta valor de pH considerado dentro da faixa de acidez, faixa esta onde a maioria
dos nutrientes está disponível para absorção pelas plantas, sendo o ideal por volta
de 5,5 a 6 (Artur <i>et al.,</i> 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observou-se também tendência de concentração dos valores de pH pouco abaixo
da média apresentando uma assimetria negativa. No entanto as condições do solo em
estudo exibiram fracas correlações negativas não significativas a 5% de probabilidade
entre o pH e P do mesmo modo para pH e M.O., consistindo em -0,02 para fósforo e
-0,12 para matéria orgânica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A M.O.
é o principal contribuinte para o aumento da CTC do solo, sobretudo, em solos de
regiões tropicais altamente intemperizados como os Latossolos (MATIAS <i>et al.,
</i>2015). No entanto esses dois atributos apresentaram baixo valor de correlação
não significativo a 5 % de probabilidade (0,14).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O nível de P no solo apresentou valores expressivos com média de 99,75
mg dm<sup>-3</sup> indicando sua suficiência para a produtividade da soja, visto
que, o P é considerado um nutriente importante na nutrição das plantas, sendo recomendada
a fosfatagem em casos em que há deficiência de P (P&lt;8.0 mg/dm<sup>3</sup>). Quanto
à dispersão relativa dos dados, fornecida pelo CV (97,51), constatou-se que os teores
de P apresentaram CV classificado como muito alto, desigualmente dos resultados
de Cherubin <i>et al.</i> (2015) em que encontraram CV moderados e altos para caracterização
da variabilidade espacial de fósforo em Latossolo Vermelho em diferentes malhas
amostrais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A área apresentou elevada
produtividade, com uma média de 5,07 t ha<sup>-1</sup>, tendo uma variação de 3,27
t ha<sup>-1</sup> a 6,69 t ha<sup>-1 </sup>(<a href = "#q1">Quadro 1</a>), apresentando um CV classificado
como alto (24,80%), sendo a distribuição espacial ilustrada na <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>. Mattioni
<i>et al.</i> (2013), estudaram a variabilidade espacial e efeito de atributos químicos
de um Latossolo na produtividade de grãos de soja, depararam com produtividade média
de 3.54 t ha<sup>-1</sup> e variabilidade média expressa por um coeficiente de variação
de 9,66%, contudo, Bottega et al. (2013), encontraram uma produtividade da média
de 3 anos consecutivos de 4,17 t ha<sup>-1 </sup>expressa por CV de 9,7%.</font></p>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10q1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O modelo matemático que melhor se ajustou aos
semivariogramas foi o exponencial para produtividade média, potássio, fósforo e
Capacidade de Troca Catiônica e modelo, já para o pH ajustou-se o modelo gaussiano.
Estudos relacionados com a variabilidade espacial de atributos do solo têm mostrado
no geral que o modelo esférico e exponencial tem sido como os de maior ocorrência
(Alves <i>et al., </i>2014; Aquino <i>et al.,</i> 2014; Matias <i>et al., </i>2015;
Cherubin <i>et al., </i>2015), corroborando assim com os modelos ajustados no presente
estudo (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Alcances expostos
pelos semivariogramas ajustados para os atributos químicos do solo mostraram valores
entre 63 e 481m, contudo a análise dos semivariogramas permite deduzir que a malha
sistemática utilizada para a amostragem foi eficiente para obter dados representativos
da área, pois nenhum dos alcances foi menor do que a menor distância entre os pontos
amostrados, exceto para M.O. que apresentou efeito pepita puro, que é um importante
parâmetro do semivariograma, e indica variabilidade não explicada, considerando
a distância de amostragem utilizada na área e se sua variabilidade é  aleatória
(Ferraz <i>et al</i>., 2017). O semivariograma avalia a dependência espacial, como
não ocorreu a dependência espacial, destaca-se que neste caso não se deve empregar
o método geoestatística para variável (Reis <i>et al</i>., 2012), deve ser utilizado
o valor médio. Nesse estudo, a relação C0/C0+C1 (equação 2) mostrou dependência
espacial moderada para todos os atributos com exceção para CTC e pH, que obtiveram
forte dependência, segundo a classificação de Zimback (2001).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O maior coeficiente de determinação observado foi 0,979
para potássio. Bottega <i>et al.</i> (2013a) ressaltaram que somente este valor
não é indicativo de que o ajuste obtido é o que melhor representa a variabilidade
espacial do atributo em estudo, e que este coeficiente pode ser utilizado como parâmetro
na decisão de qual modelo melhor se ajustou a semivariância experimental.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A análise da variabilidade espacial dos atributos
químicos e produtividade apresentaram dependência espacial, o que possibilita a
estimativa dos valores nos locais não amostrados por meio do interpolador geoestatístico
da krigagem (Cherubin <i>et al.,</i> 2015), depois de detectada variabilidade espacial,
utilizou-se o método de interpolação para confecção dos mapas temáticos de distribuição
espacial. A construção dos mapas de krigagem, obtidos por meio dos ajustes do semivariogramas,
permitiu identificar e delimitar área com maior e menor variabilidade do solo, possibilitando
aplicações de insumos (corretivos e fertilizantes) com taxa variável, visando à
sua implementação em quantidades adequadas, de acordo com a necessidade da planta,
conforme Matias <i>et al.</i> (2015). Portanto, a krigagem configura-se como uma
ferramenta essencial para se estabelecer o manejo de maior proximidade para cada
nutriente (Matias <i>et al.,</i> 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os mapas de variabilidade espacial da produtividade e atributos químicos do
solo são apresentados na <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Todos
os atributos químicos obtiveram correlações baixas e não significativas em relação
à produtividade média. A correlação negativa entre a produtividade média e o pH
que apresenta correlação quase nula evidencia uma leve posição inversamente proporcional
à produtividade da cultura, o que pode estar ocorrendo na área uma neutralização
excessiva de algumas regiões dentro da área, restringindo a absorção de nutrientes
pelas plantas, comprometendo a produtividade (Mattioni <i>et al.</i>, 2013). Os
autores ainda ressaltam que a cultura da soja é afetada por inúmeros fatores durante
o ciclo vegetativo e que afetam diretamente a produtividade da cultura dificultando
o isolamento de alguns fatores na realização deste tipo de trabalho.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar de não apresentar correlações significativas,
os mapas de produtividade e atributos químicos expõem similaridade na localização
dos maiores e menores valores, com proporções de área com maiores valores na região
noroeste dos mapas. No entanto a geoespacialização da produtividade apresenta-se
com distribuição contrária à distribuição dos valores de pH, ou seja, onde se observam
maiores produtividade, menores as os valores de pH na área, e vice-versa.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando a distribuição espacial da produtividade
e os atributos químicos P, K, e CTC destaca-se similaridade, onde se apresentam
maiores valores de produtividade (5,61 a 6,14 T ha<sup>-1</sup>) encontram-se valores
considerados muito alto de P ( &gt; 80 mg dm<sup>-3</sup>) e K ( &gt; 234,6 mg dm<sup>-3</sup>)
(Raij <i>et al.,</i> 1997).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a10f3.jpg" target = "_blank">Figura
3</a> são apresentados os mapas de classificação categórica da produtividade e atributos
químicos do solo utilizando 3 classes de divisão, a fim de buscar uma melhor representação
da distribuição dos valores na área de estudo. Pode-se observar que para produtividade
a classe considerada alta foi predominante na região noroeste do mapa apresentando
8,217 ha.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os atributos químicos também exibiram concentrações
de classes altas na região noroeste dos mapas, exibindo 6,036 ha de alto teor de
P, 6,508 ha de alto teor de K, e 4,769 ha de alto teor de CTC, entretanto, a região
noroeste do mapa de pH a classe predominante foi baixa, 7,47 ha. Por meio dos mapas
de classes e distribuição espacial é possível aprimorar as zonas de manejo aos atributos
químicos (exceto pH), a fim de resultar no aumento de locais da produtividade que
apresentaram classe baixa.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As definições de zonas de manejo por meio de mapas de classe
foram satisfatórias para a produtividade média e os atributos químicos avaliados;</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As áreas de baixa e média produtividade
correspondem a 27,78 ha, predomina-se nas regiões central, sudeste e nordeste do
mapa.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Mesmo
não apresentado correlação significativa <a href = "#refer1" name = "ref1">[A1]</a>&nbsp;a
produtividade e atributos químicos apresentaram maiores valores na região noroeste
do mapa.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, S.M.F.; Queiroz, D.M.; Alcântara, G.R. &amp; Reis, E.F.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aquino, R.E.;
Campos, M.C.C.; Júnior, J.M.; Oliveira, I.A.; Mantovaneli, B.C. &amp; Soares, M.D.R.
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R.E.; Silva, M.V.C. &amp; Ferreira, T.O. (2014) - Variabilidade espacial dos atributos
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Agrícola e Ambiental</i>, vol. 18, n. 2, p. 141–149. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662014000200003" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662014000200003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690084&pid=S0871-018X201800030001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bottega, E.L.; Pinto, F.A.C.; Queiroz, D.M.; Santos,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bottega, E.L.; Queiroz, D.M.; Pinto,
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em sistema de semeadura direta com rotação de culturas no cerrado brasileiro. <i>Revista
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cherubin, M.R.; Santi, A.L.; Eitelwein, M.T.; Amado, T.J.C.; Simon, D.H.
&amp; Damian, J.M. (2015) - Dimensão da malha amostral para caracterização da variabilidade
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Teixeira, W.G. &amp; Viana, J.H. (2011) - <i>Manual de métodos de análise de solos</i>.
Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 230 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690090&pid=S0871-018X201800030001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2013) - <i>Sistema brasileiro de classificação de solos.</i> 3.ed.
Rio de Janeiro: Embrapa Solos. 353p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690092&pid=S0871-018X201800030001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Matias, S.S.R.; Baptistel, A.C.; Nóbrega, J.C.A.; Andrade, F.R. &amp; Silva,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Miqueloni, D.P.; Gianello, E.M.; Bueno, C.R.P.;
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A.R.; Oliveira, I.S.; Queiroz, H.A. &amp; Tomaz, P.K. (2015) - Variabilidade espacial
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/01000683rbcs20140215" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/01000683rbcs20140215</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690098&pid=S0871-018X201800030001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Montgomery, D.C. &amp; Runger, G.C. (2009) - <i>Estatística
aplicada e probabilidade para engenheiros</i>. ed. 4, 493 p. Rio de Janeiro, editora
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nascimento, P.S.; Silva, J.A.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Raij, B.V.; Cantarella, H.; Quaggio, J.A. &amp;
Furlani, A.M.C. (1997) - <i>Recomendações de adubação e calagem para o estado de
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Shapiro,
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samples. <i>Biometrika</i>, vol. 52, n. 3-4, p. 591-611. <a href = "https://doi.org/10.2307/2333709" target = "_blank">https://doi.org/10.2307/2333709</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690106&pid=S0871-018X201800030001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, Z.M.; Marques Júnior, J. &amp; Pereira,
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<i>Ciência Rural</i>, vol. 40, n. 1, p. 48-56. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782009005000243" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782009005000243</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690107&pid=S0871-018X201800030001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Weber, E.A. (2001) - <i>Armazenagem agrícola</i>.
2 ed. Guaíba: Agropecuária. 396 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690108&pid=S0871-018X201800030001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Zimback, C.R.L. (2001) - <i>Análise espacial de atributos químicos de solos para
fins de mapeamento da fertilidade do solo. </i>2001. 114 f. Tese (Livre-Docência)
– Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista, Botucatu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690110&pid=S0871-018X201800030001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.04.04</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.06.10</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.06.11</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><a href="#ref1" name = "refer1">[A1]</a>Por fim foi esclarecido que não houve correlação
significativa no estudo</font></p>

     ]]></body><back>
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<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
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<surname><![CDATA[Alves]]></surname>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variabilidade espacial de atributos físico-químicos do solo usando técnicas de análise de componentes principais e geoestatistica]]></article-title>
<source><![CDATA[Bioscience Journal]]></source>
<year>2014</year>
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<supplement>1</supplement>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Geoestatística na avaliação dos atributos físicos em Latossolo sob floresta nativa e pastagem na região de Manicoré, amazonas]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Ciências do Solo]]></source>
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