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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17302</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Quebra de dormência de sementes de Delonix regia (Fabaceae)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Overcome dormancy in seeds of Delonix regia (Fabaceae)]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal Rural do Semi-Árido Centro de Ciências Vegetais ]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0871-018X2018000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0871-018X2018000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0871-018X2018000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Objetivou-se avaliar métodos de quebra de dormência tegumentar em sementes de flamboyant. Conduzido em delineamento inteiramente casualizado com doze tratamentos e quatro repetições de 25 sementes, sendo: Testemunha (T1); Imersão em água, durante cinco minutos, a 100 °C (T2), 80 °C (T3) e 65 °C (T4); Imersão em ácido sulfúrico concentrado (97%) durante cinco (T5) e dez minutos (T6); Escarificação mecânica (T7); Desponte na região oposta do embrião (T8); Corte do tegumento (T9); Imersão, durante quinze minutos, em vinagres de álcool (T10), vinho tinto (T11) e vinho branco (T12). Foram avaliados: porcentagens de germinação e de sementes duras e mortas, índice de velocidade de germinação, comprimento radicular, altura de plântula, número de folhas e massa seca das plântulas. Os maiores índices de velocidades de germinação foram proporcionados, respectivamente, pelo corte do tegumento, imersão em água a 100 °C, escarificação mecânica e o desponte. Nenhum dos métodos de quebra de dormência utilizados apresentou efeito sobre a altura de plântulas, número de folhas e comprimento de raiz. Os tratamentos mais eficientes na quebra de dormência das sementes de flamboyant foram a imersão em água a 100 °C, escarificação mecânica, desponte e o corte do tegumento.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study objective was to evaluate methods to overcome coat dormancy in flamboyant seeds. Conducted in a completely randomized design with twelve treatments and four replicates of 25 seeds, being: Witness (T1); Immersion in water for five minutes at 100 °C (T2), 80 °C (T3) and 65 °C (T4); Immersion in concentrated sulfuric acid (97%) for five (T5) and ten minutes (T6); Mechanical scarification (T7); Stand in the opposite region of the embryo (T8); Cut of the integument (T9); Immersion for fifteen minutes in alcohol vinegars (T10), red wine (T11) and white wine (T12). The percentages of germination and hard and dead seeds, germination speed index, root length, seedling height, number of leaves and dry mass of the seedlings were evaluated. The highest rates of germination were provided, respectively, by tegument cutting, immersion in water at 100 °C, mechanical scarification and peeling. None of the methods of breaking dormancy employed had any effect on seedling height, number of leaves and root length. The most efficient treatments in the dormancy breaking of flamboyant seeds were immersion in water at 100 °C, mechanical scarification, peeling and tegument cutting.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[flamboyant]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[dormência tegumentar]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[escarificação mecânica]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[flamboyant]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[coat dormancy]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[mechanical scarification]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Quebra de dormência de sementes de <i>Delonix regia</i>
(Fabaceae)</b></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Overcome dormancy in seeds of<i> Delonix
regia</i> (Fabaceae)</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Kássya Jemima
Borges de Oliveira</b><sup>1</sup>, <b>Jailma Suerda Silva de Lima</b><sup>1</sup>, <b>Lissa Izabel
Ferreira de Andrade</b><sup>2</sup>, <b>Jacquelinne Alves de Medeiros Araújo</b><sup>1*</sup>
e <b>Joabe Freitas Crispim</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Centro de Ciências Vegetais/Universidade Federal Rural do Semi-Árido,
Mossoró-RN, Brasil, 59.625-9002</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Departamento de Biologia/Universidade Federal de Lavras, Lavras-MG,
Brasil, 37.200-000</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:jacquelinne87@hotmail.com">jacquelinne87@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Objetivou-se avaliar métodos de quebra de dormência
tegumentar em sementes de flamboyant. Conduzido em delineamento inteiramente casualizado
com doze tratamentos e quatro repetições de 25 sementes, sendo: Testemunha (T1);
Imersão em água, durante cinco minutos, a 100 °C (T2), 80 °C (T3) e 65 °C (T4);
Imersão em ácido sulfúrico concentrado (97%) durante cinco (T5) e dez minutos (T6);
Escarificação mecânica (T7); Desponte na região oposta do embrião (T8); Corte do
tegumento (T9); Imersão, durante quinze minutos, em vinagres de álcool (T10), vinho
tinto (T11) e vinho branco (T12). Foram avaliados: porcentagens de germinação e
de sementes duras e mortas, índice de velocidade de germinação, comprimento radicular,
altura de plântula, número de folhas e massa seca das plântulas. Os maiores índices
de velocidades de germinação foram proporcionados, respectivamente, pelo corte do
tegumento, imersão em água a 100 °C, escarificação mecânica e o desponte. Nenhum
dos métodos de quebra de dormência utilizados apresentou efeito sobre a altura de
plântulas, número de folhas e comprimento de raiz. Os tratamentos mais eficientes
na quebra de dormência das sementes de flamboyant foram a imersão em água a 100
°C, escarificação mecânica, desponte e o corte do tegumento.</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: flamboyant; dormência tegumentar; escarificação
mecânica.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The study objective was to evaluate methods to overcome coat dormancy
in flamboyant seeds. Conducted in a completely randomized design with twelve treatments
and four replicates of 25 seeds, being: Witness (T1); Immersion in water for five
minutes at 100 °C (T2), 80 °C (T3) and 65 °C (T4); Immersion in concentrated sulfuric
acid (97%) for five (T5) and ten minutes (T6); Mechanical scarification (T7); Stand
in the opposite region of the embryo (T8); Cut of the integument (T9); Immersion
for fifteen minutes in alcohol vinegars (T10), red wine (T11) and white wine (T12).
The percentages of germination and hard and dead seeds, germination speed index,
root length, seedling height, number of leaves and dry mass of the seedlings were
evaluated. The highest rates of germination were provided, respectively, by tegument
cutting, immersion in water at 100 °C, mechanical scarification and peeling. None
of the methods of breaking dormancy employed had any effect on seedling height,
number of leaves and root length. The most efficient treatments in the dormancy
breaking of flamboyant seeds were immersion in water at 100 °C, mechanical scarification,
peeling and tegument cutting.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: flamboyant; coat dormancy; mechanical
scarification.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A maioria das espécies florestais apresentam dormência de sementes,
fenómeno que apesar de ser fundamental na sobrevivência de muitas espécies, por
permitir a distribuição da germinação ao longo do tempo, acaba limitando a produção
de mudas (Fowler e Bianchetti, 2000; Brancalion <i>et al</i>., 2011; Melo <i>et
al</i>., 2011; Rodrigues <i>et al</i>., 2012; Lima <i>et al.,</i> 2013).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes de flamboyant ou acácia-rubra (<i>Delonix
regia</i> Bojer ex Hook.) Raf. (Fabaceae) apresentam dormência tegumentar, que compreende
a impermeabilidade do tegumento à água e gases, como o oxigénio, promovendo uma
resistência física ao crescimento do embrião, limitando, assim, a germinação (Zwirtes
<i>et al</i>., 2013; Bertolini e Brun, 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diversos métodos podem ser utilizados para a quebra desse tipo de dormência
como é o caso da escarificação mecânica, imersão da semente em água quente ou em
água fria e a escarificação ácida, através da imersão em ácido sulfúrico (Fowler
e Bianchetti, 2000; Azeredo <i>et al</i>., 2003). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diversos trabalhos têm sido realizados sobre métodos de quebra
da dormência tegumentar em sementes de espécies florestais, designadamente em <i>Parkia</i>
<i>platycephala</i> Benth. (Nascimento <i>et al</i>., 2009), <i>Piptadenia stipulacea
</i>(Benth.) Ducke (Farias<i> et al</i>., 2013), <i>Piptadenia moniliformis</i>
Benth (Azeredo <i>et al</i>., 2010), além de flamboyant (Rodrigues <i>et al</i>.,
2012; Lima <i>et al</i>., 2013; Bolognez <i>et al</i>., 2015; Câmara <i>et al</i>.,
2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso da escarificação mecânica
assim como a imersão de sementes de flamboyant em água aquecida a 100 °C proporcionaram
maior percentagem de germinação de sementes de flamboyant em pesquisa realizada
por Bolognez <i>et al</i>. (2015) evidenciando, assim, a eficiência da aplicação
desses métodos de quebra em sementes de flamboyant já que quando não aplicados apenas
um por cento das sementes germinaram.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar das contribuições supracitadas, há a necessidade da realização de mais
investigação visando avaliar o maior número possível de métodos de quebra de dormência
para sementes de flamboyant e, dessa maneira, ampliar as informações referentes
ao tema, facilitando a propagação da espécie. Perante o exposto, este trabalho teve
como objetivo avaliar métodos de quebra de dormência tegumentar de sementes de flamboyant.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ensaio
foi realizado em estufa do Departamento de Ciências Vegetais (DCV) da Universidade
Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Mossoró, RN (5<sup>º</sup>11’ de latitude
sul e 37<sup>º</sup>20’ de longitude W. Gr.), no período de maio a junho de 2013.
Para isso, utilizaram-se sementes de flamboyant, colhidas manualmente de árvores
localizadas no campus central da UFERSA.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com doze
tratamentos e quatro repetições de 25 sementes. As sementes foram submetidas aos
seguintes tratamentos: Testemunha - sementes intactas (T1); Imersão durante cinco
minutos em água a 100 °C (T2), a 80 °C (T3) e a 65 °C (T4); Imersão em ácido sulfúrico
concentrado (97%) durante cinco minutos (T5), e durante dez minutos (T6); Escarificação
em lixa número 120 (T7); Desponte na região oposta do embrião (T8); Corte do tegumento
na extremidade do ponto de inserção da vagem (T9); Imersão em vinagre de álcool
durante quinze minutos (T10); Imersão em vinagre de vinho tinto durante quinze minutos
(T11); Imersão em vinagre de vinho branco durante quinze minutos (T12). Após serem
submetidas aos tratamentos, as sementes foram semeadas em bandejas plásticas, com
dimensões 33x23x45cm (comprimento, largura e altura), previamente lavadas e esterilizadas
com lexívia a 10% durante cinco minutos. O substrato utilizado foi a areia lavada
e esterilizada em autoclave a 121 ºC durante 60 minutos. O ensaio foi conduzido
em estufa sob sombra e temperatura ambiente média de 35 °C. Durante a condução do
ensaio foram realizadas regas diárias para manter a umidade adequada à germinação
das sementes e as bandejas foram remanejadas para evitar o efeito local.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As avaliações consistiram das seguintes variáveis:
porcentagem de germinação; porcentagem de sementes duras e mortas; índice de velocidade
de germinação (IVG); comprimento radicular; altura de plântula; número de folhas;
e massa seca das plântulas. O índice de velocidade de germinação (IVG) foi obtido
através de contagens diárias, conforme proposto por Maguire (1962). No final do
teste de germinação, foi retirada uma amostragem de 10 plântulas normais das plântulas
centrais de cada repetição para obtenção das características altura de plântulas
e comprimento de raiz - as quais foram medidas com o auxilio de uma régua graduada
em centímetros, sendo os resultados expressos em centímetros. O número de folhas
foi obtido pela contagem direta e a massa seca das plântulas, a partir da secagem
das mesmas em estufa à 60 ºC até obter peso constante, e em seguida, pesadas em
balança analítica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados obtidos
foram submetidos à análise de variância utilizando o programa estatístico SISVAR
(Ferreira, 2003) e, quando os valores de “F” foram significativos, as médias foram
contrastadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.</font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
imersão em água a 100 °C durante cinco minutos (T2), a escarificação mecânica (T3),
o desponte da região oposta ao embrião (T8) e o corte do tegumento próximo à região
de inserção na vagem (T9), foram os tratamentos que proporcionaram maior percentagem
de germinação das sementes de flamboyant, bem como maiores IVG e menores percentuais
de sementes duras, sendo, portanto, os mais eficientes na quebra da dormência dessas
sementes. Os tratamentos imersão em água a 65 °C durante cinco minutos (T4), em
ácido sulfúrico concentrado durante cinco (T5) e dez minutos (T6), em vinagre de
álcool (T10), em vinagre de vinho tinto (T11) e em vinagre de vinho branco (T12),
durante quinze minutos, não tiveram efeito sobre a germinação das sementes, uma
vez que não diferiram estatisticamente da testemunha quanto a percentagem de germinação
e de sementes duras (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a14f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A
imersão em água a 100 °C durante cinco minutos mostrou-se eficiente na quebra da
dormência em sementes de flamboyant, proporcionando um IVG de 37, todavia provocou
uma percentagem de mortalidade das sementes de 29%. Resultado semelhante ao obtido
por Ataíde <i>et al</i>. (2013) que concluíram que a imersão das sementes de flamboyant
em água quente (90 ºC) durante um minuto apesar de ter proporcionado maior IVG causou
uma percentagem de sementes mortas de 16%. Bolognez <i>et al</i>. (2015) também
verificaram que apesar da imersão das sementes de flamboyant em água quente (90
ºC) promover maior percentagem de germinação (77%) proporcionou maior percentagem
de sementes mortas (7%).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A percentagem
de sementes mortas obtida com a aplicação desse tratamento pode estar associado
ao fato da temperatura elevada da água em que as sementes foram submetidas, ter
ocasionado danos no embrião e, consequentemente, a morte das sementes (Bruno <i>et
al</i>., 2001; Silva <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A imersão em água quente consiste num método barato, segundo Piroli <i>et
al</i>. (2005), e que pode ser usada em larga escala, podendo ser utilizada como
técnica de quebra de dormência em sementes, pois promove o amolecimento dos tecidos,
favorecendo a absorção de água, além de trocas gasosas e, consequente germinação
das sementes (Martins <i>et al</i>., 1997).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A escarificação mecânica, através do uso da lixa n° 120, proporcionou elevada
percentagem de germinação (72%) e elevado IVG (39) das sementes de flamboyant. Lima
<i>et al</i>. (2013) e Zwirtes <i>et al</i>. (2013) constataram que a escarificação
mecânica em sementes de flamboyant foi o método que proporcionou maior IVG. A eficiência
da escarificação mecânica pode estar associada ao fato da mesma promover fissuras
no tegumento, aumentando a permeabilidade das sementes e permitir, assim, a embebição
e consequente germinação (Franke e Baseggio, 1998; Medeiros Filho <i>et al</i>.,
2002; Zwirtes <i>et al</i>., 2013). A escarificação mecânica, segundo Santos <i>et
al</i>. (2004), compreende uma técnica simples e de baixo custo, que apresenta alta
eficiência na quebra de dormência tegumentar, promovendo uma rápida e uniforme germinação
das sementes. A eficiência dessa técnica também tem sido relatada noutras espécies
florestais, como <i>Bauhinia divaricata</i> L. (Alves <i>et al</i>., 2004), <i>Parkia</i>
spp. (Melo <i>et al</i>., 2011), <i>Sesbania virgata</i> (Cav.) Pers. (Silva <i>et
al</i>., 2011), <i>Sterculia foetida</i> L. (Santos <i>et al</i>., 2004). A escarificação
mecânica, apesar de ser eficiente na quebra de dormência, pode acarretar altas taxas
de sementes mortas, fato constatado no presente trabalho, em que houve uma percentagem
de 24,75% quando aplicado esse tratamento. Resultado semelhante ao obtido por Medeiros
Filho <i>et al</i>. (2002) com sementes de <i>Operculina macrocarpa</i> (L.) Farwel
com a realização da escarificação mecânica, o que pode estar associada a danos causados
no embrião através da realização dessa técnica (Franke e Baseggio, 1998).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A imersão em ácido sulfúrico concentrado, durante
cinco e dez minutos, não mostrou nenhum efeito sobre a germinação das sementes,
uma vez que apresentaram estatisticamente a percentagem de germinação da testemunha,
além de ter promovido uma percentagem de sementes mortas de, respectivamente 29%
e 25%, valores superiores aos observados na testemunha. Resultado semelhantes foram
obtidos por Ataíde <i>et al</i>. (2013), em que os tratamentos com ácido sulfúrico
não foram eficientes na quebra da dormência de sementes de flamboyant, uma vez que
nesses tratamentos, foi observada maior porcentagem de sementes duras no final do
teste de germinação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A baixa eficiência
da escarificação ácida através da imersão em ácido sulfúrico pode, segundo Zwirtes
<i>et al</i>. (2013), estar associada ao tempo de imersão das sementes, que pode
ter sido insuficiente para a quebra da dormência, ou ainda, à concentração do ácido
sulfúrico, que segundo Missio <i>et al</i>. (2011), é importante na quebra da dormência,
uma vez que altas concentrações desse ácido podem ocasionar danos às células embrionárias,
promovendo alto percentagem de sementes mortas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A imersão em ácido sulfúrico durante 30 minutos proporcionou elevado percentagem
de germinação (60%) em sementes de <i>Sesbania virgata </i>(Cav.) Pers., em estudos
realizados por Silva <i>et al</i>. (2011), enquanto que quando realizada a imersão
durante 5 e 10 minutos verificaram os menores valores de germinação. Em sementes
de <i>Parkia velutina</i> Benoist e <i>Parkia</i> <i>panurensis </i>H.C. Hopkins
a escarificação química com ácido sulfúrico em maior tempo de imersão (30 minutos)
foi mais eficiente tanto para a emergência de plântulas quanto para formação de
plântulas normais quando comparada com a imersão em ácido sulfúrico por 15 e 20
minutos (Melo <i>et al</i>., 2011), enquanto que a imersão de sementes de acácia
(<i>Acacia mangium</i> Willd.) em ácido sulfúrico por 90 minutos apresentou maior
valor de vigor, sendo considerado método eficiente de quebra de dormência nessa
espécie florestal  (Rodrigues <i>et al</i>., 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados indicaram ainda efeito significativo do desponte
da região oposta ao embrião e do corte do tegumento próximo à região de inserção
na vagem sobre a quebra da quebra de dormência das sementes de flamboyant. A eficiência
do método de desponte sobre a quebra de dormência de sementes, também tem sido relatada
em diversas espécies florestais, como em <i>Adenanthera pavonina</i> L. (Silva <i>et
al</i>., 2009), <i>Delonix regia</i> Rafin (Rodrigues <i>et al</i>., 2012), <i>Mimosa
caesalpiniaefolia</i> Benth. (Bruno <i>et al</i>., 2001), <i>Bauhinia divaricata</i>
L. (Alves <i>et al</i>., 2004), <i>Parkia discolor</i> Spruce ex. Benth. (Pereira
e Ferreira, 2010), <i>Piptadenia stipulacea </i>(Benth.) Ducke (Farias <i>et al</i>.,
2013). Rodrigues <i>et al</i>. (2012), observaram que o desponte com auxílio de
tesoura, por meio de pequeno corte na região oposta ao hilo, não diferiu estatisticamente
do método da imersão das sementes de flamboyant em água à temperatura de 35 °C,
com posterior repouso na mesma água (fora do aquecimento) por 24 horas e, sendo
estas as técnicas mais eficientes na quebra da dormência.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos referentes à imersão de sementes de flamboyant
em vinagre de álcool (T10), em vinagre de vinho tinto (T11) e em vinagre de vinho
branco (T12) durante quinze minutos, não apresentaram nenhum efeito sobre a germinação
das sementes, uma vez que não diferiram estatisticamente da testemunha. Nietsche
<i>et al</i>. (2005), também não verificaram nenhum efeito significativo da imersão
em vinagre, das sementes de pinheira (<i>Annona squamosa</i> L.), em relação à quebra
da dormência dessas sementes. Já Câmara <i>et al</i>. (2008), verificaram que a
imersão de sementes de jucá (<i>Caesalpinia ferrea</i> Mart. ex.Tul.) em vinagre
de vinho branco favoreceu a germinação, o índice de velocidade de germinação, e
o acúmulo de matéria fresca e seca de plântulas de jucá, embora a imersão das sementes
de jucá em vinagre de álcool e em vinagre de vinho tinto não terem sido eficientes
na quebra da dormência dessas sementes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à ação dos métodos de quebra de dormência empregados sobre a altura
de plântulas, número de folhas e comprimento de raiz, os resultados não indicaram
nenhum efeito significativo sobre os mesmos. A imersão em água a 100 °C durante
cinco minutos (T2), a imersão em água a 80 °C por cinco minutos (T3), o desponte
na região oposta do embrião (T8) e o corte do tegumento na extremidade do ponto
de inserção da vagem (T9), foram os métodos que proporcionaram maiores teores de
matéria seca, não diferindo estatisticamente entre si (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a14f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>).</font></p>

 
    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados não indicaram efeito significativo
de nenhum dos métodos de quebra de dormência empregados em relação à altura de plântulas,
número de folhas e comprimento de raiz, resultados divergentes ao obtidos por Lima
<i>et al</i>. (2013), que verificaram que a imersão das sementes de flamboyant em
água a 80 ºC durante cinco minutos promoveu maior altura de plântulas (8,55cm),
e a escarificação mecânica em lixa durante cinco minutos, maior crescimento da raiz
(4,96cm). Roversi <i>et al</i>. (2002), verificaram que, sob condições de viveiro
aos dois meses após a sementeira, não houve diferenças estatísticas significativas
entre os tratamentos, exceto para a testemunha, sobre o crescimento radicular e
o comprimento da parte aérea de <i>Acacia mearnsii</i> Willd..</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação aos teores de matéria seca (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a14f2.jpg" target = "_blank">Figura 2D</a>) pode-se
observar que os maiores teores foram obtidos através da imersão das sementes de
flamboyant em água a 100 °C durante cinco minutos (T2), imersão em água a 80 °C
durante cinco minutos (T3), o desponte na região oposta do embrião (T8) e o corte
do tegumento na extremidade do ponto de inserção da vagem (T9), os quais proporcionaram
respectivamente, 1,22 g, 1,28 g, 1,18 g, 1,19 g, não diferindo estatisticamente
entre si. Resultados semelhantes foram obtidos por Alves <i>et al</i>. (2004), em
que os maiores valores da matéria seca de plântulas de <i>Bauhinia divaricata</i>
L. foram obtidos através do desponte na região oposta ao micrópilo, da imersão em
água a temperatura de 70 °C, e imersão em água a 60 °C, os quais não diferiram estatisticamente
entre si.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A ação de métodos de quebra
de dormência de sementes sobre a matéria seca de plântulas, também tem sido relatada
sobre outras espécies florestais, como por exemplo, <i>Mimosa caesalpiniaefolia
</i>Benth. (sabiá), em que a escarificação ácida e o desponte foram os métodos que
proporcionaram melhores resultados de matéria seca, enquanto que a imersão em água
quente proporcionou menor conteúdo de matéria seca das plântulas (Bruno <i>et al</i>.,
2001). Santos <i>et al</i>. (2004) verificaram que a escarificação em um lado com
embebição por 24 h, proporcionou  maior teor de matéria seca da parte aérea de plântulas
de <i>Sterculia foetida </i>L., enquanto que a matéria seca do sistema radicular
não foi afetada pelos tratamentos aplicados, já que não diferiram estatisticamente
entre si, inclusive entre a testemunha. Rebouças <i>et al</i>. (2012), concluíram
que os maiores teores de matéria seca da raiz e matéria seca da parte aérea foram
obtidos quando as sementes de quixabeira (<i>S. obtusifolium</i>) foram submetidas
a escarificação química com ácido sulfúrico durante 20 e 30 minutos.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A imersão em
água a 100 °C durante cinco minutos, a escarificação mecânica com lixa número 120,
o desponte da região oposta ao embrião e o corte do tegumento próximo à região de
inserção da vagem foram os tratamentos mais eficientes na quebra de dormência em
sementes de flamboyant.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas </b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, A.U.; Dornelas, C.S.M.; Bruno, R.L.A. &amp;
Andrade, L.A.; Alves, E. U. (2004) - Superação da dormência em sementes de <i>Bauhinia
divaricata</i> L. <i>Acta Botânica Brasileira</i>, vol. 18, n. 4, p. 871-879. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062004000400018" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062004000400018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686551&pid=S0871-018X201800030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ataíde, G.M.; Bicalho, E.M.; Dias, D.C.F.S.; Castro,
R.V.O. &amp; Alvarenga, E.M. (2013) - Superação da dormência das sementes de <i>Delonix
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622013000600016" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622013000600016</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686552&pid=S0871-018X201800030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Azeredo, G.A.; Bruno, R.L.A.; Andrade, L. A. &amp; Cunha, A.O.
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33, n. 1, p. 11-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686553&pid=S0871-018X201800030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Azeredo, G.A.;
Paula, R.C.; Valeri, S.V. &amp; Moro, F.V. (2010) - Superação de dormência de sementes
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do método de semeadura no crescimento de mudas de flamboyant (<i>Delonix regia</i>
(Bojer ex Hook) Raf.) em viveiro florestal. <i>Revista da Sociedade Brasileira de
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bolognez, C.A.; Pohl, S.; Meneguello, G.E.; Medeiros, M.O. &amp;
Amaral, J.L. (2015) - Superação de dormência em sementes de flamboyant (<i>Delonix
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de saguaraji-vermelho (<i>Colubrina glandulosa</i> Perk. – Rhamnaceae). <i>Revista
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A.P. &amp; Paula, R.C. (2001) - Tratamentos pré-germinativos para superar a dormência
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vol. 33, n. 2, p. 136-143. <a href = "http://dx.doi.org/10.17801/0101-3122/rbs.v23n2p136-143" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.17801/0101-3122/rbs.v23n2p136-143</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686560&pid=S0871-018X201800030001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Câmara, F.A.A.; Torres, S.B.; Guimarães,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Câmara, F.M.M.; Pereira, E.C.; Carneiro, J.V.;
Oliveira, H.T.B.; Silva, R.M. &amp; Pereira, G.A. (2015) - Métodos alternativos
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Farias, R.M.; Freitas, R.M.O.; Nogueira, N.W. &amp; Dombroski, J.L.D. (2013)
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DEX/UFLA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686566&pid=S0871-018X201800030001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fowler, J.A.P. &amp; Bianchetti,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Franke, L.B.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Maguire, J.D. (1962) - Speed of germination-aid in selection and evaluation
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<a href = "http://dx.doi.org/10.2135/cropsci1962.0011183X000200020033x" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.2135/cropsci1962.0011183X000200020033x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686573&pid=S0871-018X201800030001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Martins, C.C.; Mendonça, C.G.; Martins, D. &amp; Velini,
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&amp; Innecco, R. (2002) - Germinação de sementes de <i>Operculina macrocarpa</i>
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vol. 24, n. 2, p. 102-107.  <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222002000100017" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222002000100017</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=686575&pid=S0871-018X201800030001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Melo, M.G.G.; Mendonça, M.S.; Nazário, P. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nascimento, I.L.; Alves, E.U.; Bruno,
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