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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso de reguladores vegetais na propagação via estaquia de umbu-cajazeira]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The umbu-cajazeira is one of the most exploited native fruits in the Brazilian semi-arid region, since its fruits are highly sought after. In this sense, the objective was to evaluate the treatment of stock plants with zinc and rooting of umbu-cajazeira cuttings. The experimental design was completely randomized, with four replications. The experiment was conducted in a completely randomized design, with nine treatments, with levels determined by the matrix "Central Box Compound" for the doses of zinc (0; 5.8; 30; 34.2 and 40 mg L-1) and combinations with AIB doses (0; 872,35; 3.000; 5.127,65 and 6000 mg L-1), and four replicates. Treatment of stock plants with zinc did not affect the percentage of cuttings sprouts, number, length and diameter of shoots, rooting and dry mass production of umbu-cajazeira cuttings; Indolbutyric acid directly influences the rooting of umbu-cajazeira cuttings, and the maximum concentration of 6000 mg L-1 of IBA provides the highest percentages of adventitious rooting, with 43.75% of rooted cuttings.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Spondias spp.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[enraizamento]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[fitohormônio]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[phytohormone]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Uso de reguladores vegetais na propagação via estaquia de umbu-cajazeira</b></font></p>



 
    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Use of plant regulators in the propagation via
cutting of umbu-cajazeira</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Mário L. M. Véras</b><sup>1,*</sup>, <b>Raimundo Andrade</b><sup>2</sup>,
<b>Lucimara F. de Figueredo</b><sup>3</sup>, <b>Vandeilson L. Araujo</b><sup>3</sup>, <b>José S.
de Melo Filho</b><sup>3</sup>, <b>Rejane M. N. Mendonça</b><sup>3</sup> e <b>Walter Esfrain Pereira</b><sup>3</sup></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Universidade Federal de Viçosa
– Campus Viçosa, Doutorado em Fitotecnia, Campus Universitário, CEP: 36570 900,
Viçosa-MG, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Universidade
Estadual da Paraíba – Campus IV, Centro de Ciências Humanas e Agrárias, Sítio Cajueiro,
Catolé do Rocha-PB, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>
Universidade Federal da Paraíba - Centro de Ciências Agrárias - Campus II Doutorado
em Agronomia, Rodovia PB 079 - Km 12, Caixa Postal 66, CEP 58397-000, Areia-PB,
Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:mario.deus1992@bol.com.br">mario.deus1992@bol.com.br</a>)</i></font></p>



<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A umbu-cajazeira é uma das frutíferas nativas
mais exploradas na região semiárida brasileira, já que seus frutos são bastante
procurados. Neste sentido, objetivou-se avaliar o tratamento de planta matriz com
zinco e enraizamento de estacas de umbu-cajazeira. O experimento foi conduzido sob
delineamento inteiramente casualizado, com nove tratamentos, com níveis pré-determinados
pela matriz “Composto Central de Box” referente às doses de zinco (0; 5,8; 30; 34,2
e 40 mg L<sup>-1</sup>) e combinações com as doses de AIB (0; 872,35; 3000; 5127,65
e 6000 mg L<sup>-1</sup>), e quatro repetições. O tratamento de plantas matrizes
com zinco não afetou o percentual de estacas brotadas, número, comprimento e diâmetro
de brotações, o enraizamento e a produção de massa seca de estacas de umbu-cajazeira;
O ácido indolbutírico promove o enraizamento de estacas de umbu-cajazeira, sendo
que, a concentração máxima de 6000 mg L<sup>-1</sup> de AIB proporciona os maiores
percentuais de enraizamento adventício, com 43,75% de estacas enraizadas.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b><i>Spondias</i> spp., enraizamento, zinco, fitohormônio.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The umbu-cajazeira
is one of the most exploited native fruits in the Brazilian semi-arid region, since
its fruits are highly sought after. In this sense, the objective was to evaluate
the treatment of stock plants with zinc and rooting of umbu-cajazeira cuttings.
The experimental design was completely randomized, with four replications. The experiment
was conducted in a completely randomized design, with nine treatments, with levels
determined by the matrix &quot;Central Box Compound&quot; for the doses of zinc
(0; 5.8; 30; 34.2 and 40 mg L<sup>-1</sup>) and combinations with AIB doses (0;
872,35; 3.000; 5.127,65 and 6000 mg L<sup>-1</sup>), and four replicates. Treatment
of stock plants with zinc did not affect the percentage of cuttings sprouts, number,
length and diameter of shoots, rooting and dry mass production of umbu-cajazeira
cuttings; Indolbutyric acid directly influences the rooting of umbu-cajazeira cuttings,
and the maximum concentration of 6000 mg L<sup>-1</sup> of IBA provides the highest
percentages of adventitious rooting, with 43.75% of rooted cuttings.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b><i>Spondias</i> spp., rooting, zinc, phytohormone.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO </b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">A umbu-cajazeira (<i>Spondias</i> sp.) é uma planta
nativa brasileira da família das Anacardiáceas e possui características muito semelhantes
as outras plantas do gênero <i>Spondias</i>. É de grande relevância socioeconômica,
pois a madeira é utilizada para produção de celulose e os frutos apresentam grande
potencial de utilização para fabricação de polpa, sorvetes, doces ou serem consumidos
<i>in natura</i>. Contudo, devido à falta de informações relacionadas à propagação,
adubação e cultivo, a espécie é explorada de forma extrativista, no qual os agricultores
coletam os frutos de plantas oriundas de áreas naturais e quintais e os vende em
feiras livres (Santos <i>et al</i>., 2013; Viana <i>et al</i>., 2015).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Uma das etapas mais importantes no cultivo comercial
de frutíferas é a fase de mudas, uma vez que mudas de boa qualidade originam pomares
bem formados. Sendo assim, a escolha de um método de propagação de uma planta é
essencial. Dentre os métodos de propagação adotados para a umbu-cajazeira a estaquia
é um dos mais adequados; contudo, a estaquia depende principalmente da capacidade
de formação de raízes de cada espécie e/ou cultivar, além disso, a qualidade do
sistema radicular formado e o desenvolvimento posterior da área de produção é um
fator relevante na propagação via estaquia (Emer <i>et al</i>., 2016).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Como forma de estimular o enraizamento adventício,
tem-se utilizado reguladores vegetais sintéticos pertencentes ao grupo auxinas,
dentre eles o ácido indolbutírico. Os indutores vegetais induzem o processo de enraizamento
em espécies de difícil enraizamento, como é o caso das <i>Spondias</i>; além disso,
atuam reduzindo o tempo da formação de raízes e de permanência de estacas no leito
de enraizamento (Zem <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na literatura poucos trabalhos têm evidenciado um bom percentual de enraizamento
de umbu-cajazeira e de outras <i>Spondias</i>. Tosta <i>et al</i>. (2012) em estacas
de umbu-cajazeira observaram 95% de estacas enraizadas sob aplicação de 3000 mg
L<sup>-1</sup> de AIB. Rios <i>et al</i>. (2012), verificaram que a maior percentagem
de enraizamento em estacas de umbuzeiro ocorreu na concentração de 6000 mg L<sup>-1</sup>
de AIB, observando um percentual de 9,34%. No entanto,Paula <i>et al</i>. (2007)
em estacas de umbuzeiro,  constataram percentual de 33,3% de estacas enraizadas,
com a aplicação de 500 mg L<sup>-1</sup> de AIB.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Outros fatores influenciam o enraizamento, dentre eles o estado nutricional
da planta matriz, uma vez que no processo de rizogênese adventícia alguns elementos
minerais são essenciais para a síntese de auxina, contudo, a nutrição mineral e
o enraizamento adventício apresentam uma complexidade já que a formação de raízes
em estacas inclui múltiplas fases. Outrossim, há poucos estudos envolvendo a nutrição
mineral e a rizogênese. Dentre os elementos minerais importantes para o enraizamento,
o zinco é essencial, visto que participa da rota do triptofano, aminoácido precursor
da auxina. Apesar disso há poucos estudos com o uso de zinco como cofator importante
no enraizamento, podendo até mesmo substituir a utilização de auxinas sintéticas
(Nicoloso <i>et al</i>., 1999).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Alguns
trabalhos apontam que a aplicação de zinco nas plantas matrizes antes da coleta
das estacas pode aumentar o percentual de enraizamento; no entanto, em <i>Spondias</i>
não há trabalhos evidenciando o efeito do tratamento de planta matriz. Em outras
espécies como florestais (<i>Platanus acerifolia</i> Ait.), Nicoloso <i>et al</i>.
(1999) apontam que não houve efeito do zinco no enraizamento de estacas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As condições das plantas matrizes influenciam
diretamente sobre o enraizamento de estacas. Em <i>Spondias</i>, e especificamente
para a umbu-cajazeira a falta de conhecimento sobre o efeito de tratamentos de plantas
matrizes tem acarretado a obtenção de baixos percentuais de enraizamento. Neste
sentido, objetivou-se avaliar o efeito do tratamento na planta matriz com zinco
sobre o enraizamento de estacas de umbu-cajazeira tratadas com ácido indolbutírico.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi conduzido no período de maio
a agosto de 2016 no viveiro de Fruticultura, pertencente à Universidade Federal
da Paraíba no município de Areia-PB, Brasil, situada nas coordenadas geográficas
6º51’47&quot; e 7º02’04&quot; latitude Sul e longitude Oeste 35º34’13&quot; e 35º48’28&quot;
do meridiano de Greenwich. Foram selecionados ramos lenhosos de plantas de umbu-cajazeira
(<i>Spondias</i> sp.), provenientes do município de Catolé do Rocha – PB, Brasil.
As plantas matrizes de umbu-cajazeira foram obtidas por estaquia com idade variando
entre 10 a 20 anos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento
experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro repetições; os tratamentos
consistiram de cinco doses de AIB e de cinco doses de Zn, totalizando nove combinações
geradas através da matriz Composto Central de Box (Mateus <i>et al</i>., 2001),
em que a parcela experimental consistiu de doze estacas de umbu-cajazeira. Por se
tratar de um experimento que envolve uma grande quantidade de unidades experimentais,
o Composto Central de Box foi a melhor alternativa para o presente experimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As combinações de AIB e Zn, respectivamente,
em mg L<sup>-1</sup>: T1 - 872,35 e 5,8; T2 - 872,35 e 20; T3 - 5127,65 e 5,8; T4
- 5127,65 e 20; T5 - 3000 e 40; T6 - 3000 e 0; T7 - 6000 e 34,2; T8 - 0 e 34,2;
e T9 - 3000 e 34,2. As doses máximas de AIB (6000 mg L<sup>-1</sup>) e Zn (40 mg
L<sup>-1</sup>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento com
zinco foi feito com o produto comercial maxizinco<sup>®</sup>, aplicado via pulverização
nas plantas matrizes 7 dias antes da retirada dos ramos. As doses de zinco correspondentes
aos tratamentos foram diluídas conforme a indicação comercial do produto de 1000
g de zinco L<sup>-1</sup>, encontrando-se a partir da mesma a dose específica para
cada tratamento. O zinco foi diluído dentro de um pulverizador costal e aplicado
na copa das plantas de umbuzeiro com volume aproximado de 4 L/planta.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sete dias após a aplicação do zinco, foram coletados
ramos de umbu-cajazeira com 3 a 4 mm de diâmetro e aproximadamente 30 cm de comprimento,
sendo acondicionados em papel umedecido, colocados em sacos plásticos e transportados
para o Viveiro de Fruticultura na Universidade Federal da Paraíba, município de
Areia-PB. Estes foram levadas para a câmara de nebulização onde foi realizado o
corte das estacas, sendo a parte superior cortada reta e a basal cortada em bisel,
ficando com 20 cm de comprimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A solução hidroalcoólica do AIB foi preparada pela pesagem de 872,35 mg L<sup>-1</sup>
de AIB e dissolvidos em 50 mL de álcool 96<sup>o</sup>, em um copo de precipitação.
Após totalmente dissolvido, completou-se o volume para 1000 mL, com água destilada,
obtendo-se então a concentração de 872,35 mg L<sup>-1</sup> de AIB; sendo repetido
esse mesmo procedimento para as demais doses utilizadas.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Após o término do preparo, as estacas foram agrupadas, por
repetição e tiveram 1,0 cm da base colocada na solução hormonal por 5 segundos,
conforme o tratamento. Posteriormente, realizou-se o plantio em tubetes com diâmetro
interno de 26 mm e diâmetro externo de 33 mm e volume de 55 cm³, preenchidos com
substrato formado de areia e composto orgânico, na proporção 1:1 (v/v); sendo colocados
sob sombrite a 50% de luz e em estufa sob nebulização, com abertura de 10 segundos
e intervalos de 15 minutos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aos 90
dias após a instalação do experimento foram avaliados: o percentual de estacas brotadas,
o comprimento das brotações, o diâmetro das brotações, o percentual de estacas enraizadas,
o percentual de estacas vivas com e sem calo, o percentual de estacas mortas, o
número de raízes por estaca, o comprimento da raiz, a massa seca das raízes, folha
e a massa seca total.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados foram
submetidos à análise de variância pelo teste F. Para as variáveis com efeito da
interação significativa foram ajustadas a superfície de resposta, e caso contrário
foi feito a análise de regressão polinomial para os fatores isolados (AIB e Zn).
Quando não houve efeito significativo dos fatores isolados utilizou-se o teste de
Dunnett a 5% de significância para comparar as doses máximas de cada fator com as
demais doses. As análises foram realizadas com o software estatístico SAS<sup>®</sup>
(Cody, 2015).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">O resumo da análise de variância com os respectivos valores de F para as variáveis
avaliadas consta do <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>. A interação AIB x zinco bem como o fator isolado zinco
não influenciaram as variáveis analisadas. O percentual de estacas brotadas (EB),
o comprimento das brotações (CB), o diâmetro das brotações (DB), percentual de estacas
enraizadas (EE), percentual de estacas mortas (EM) e número de raízes por estaca
(NR) foram influenciadas pelas doses de AIB a nível de 1% de significância.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento das doses de AIB influenciou o percentual
de estacas brotadas, o número, no comprimento e diâmetro de brotações de estacas
de umbu-cajazeira, sendo que as doses estimadas de 3250 e 2500 mg L<sup>-1</sup>
proporcionaram menor comprimento e diâmetro de brotações, que foi de 2,50 cm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f1.jpg" target = "_blank">Figura
1A</a>) e 1,39 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>), respectivamente. Os maiores valores para o percentual
de estacas brotadas, número, comprimento e diâmetro de brotações ocorreram nas doses
de 0 mg L<sup>-1</sup> de AIB, apresentando os valores de 72,91% (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>), 1,5
brotações (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>), 4,09 cm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1C</a>) e 2,48 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1D</a>), respectivamente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores supracitados estão menores
que os observados Tosta <i>et al</i>. (2012) em estacas de umbu-cajazeira, que constataram
um aumento no número de brotações à medida que se aumentou a concentração de AIB,
(em média, até 3500 mg L<sup>-1</sup>), e a partir desta concentração houve um decréscimo,
obtendo valor máximo de 2,9 brotações por estaca. Semelhantemente, Gomes <i>et al</i>.
(2005) estudando a influência do AIB sobre o número de brotações de estacas e o
diâmetro das brotações de umbu-cajazeira (<i>Spondias</i> spp.) verificaram que
o uso do AIB proporcionou aumento significativo quanto a estas variáveis.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao comprimento de brotações, os resultados
supracitados corroboram com os apresentados por Tosta <i>et al</i>. (2012) que constataram
um aumento no comprimento das brotações de cajaraneira, à medida que se aumentou
a concentração de AIB; no entanto obtiveram maior comprimento que o apresentado
no presente ensaio, com valor máximo de 5,6 cm na concentração de 3.045 mg L<sup>-1</sup>
de AIB. Gomes <i>et al.</i> (2005) também verificaram que a utilização de AIB aumentou
o comprimento das brotações em estacas de umbu-cajazeira.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Um dos aspectos negativos da formação de brotações é a redução
que pode ocasionar no enraizamento, quando as reservas da estaca são utilizadas
para este fim, em detrimento do enraizamento. Porém, quando há tempo suficiente
para que estas possam produzir auxinas e enviar para a base da estaca, num movimento
basípeto, podem favorecer o enraizamento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As doses de AIB, aumentaram o percentual de estacas enraizadas e estacas mortas,
tendo como ponto mínimo sob as doses de 1000 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f2.jpg" target = "_blank">Figura 2A</a>) e 3575 mg L<sup>-1 </sup>(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f2.jpg" target = "_blank">Figura
2B</a>), correspondendo aos percentuais de 10,41 e 18,31%, respectivamente. Verifica-se
ainda que os maiores percentuais de estacas enraizadas foram obtidos na concentração
máxima de AIB (6000 mg L<sup>-1</sup>), apresentando 43,75% de enraizamento (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f2.jpg" target = "_blank">Figura
2A</a>). Para o percentual de estacas mortas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>), observou-se que o incremento
nas doses de AIB diminuiu a sobrevivência das estacas de umbu-cajazeira, em que
os maiores percentuais de estacas vivas foram observados nas estacas sem tratamento
com AIB (0 mg L<sup>-1</sup>).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os
reguladores vegetais são usados para induzir o enraizamento de forma quantitativa
e qualitativa. Os fatores que influenciam o enraizamento são divididos em endógenos,
como juvenilidade, reservas nutricionais e hormonais e exógenos, tais como umidade
do ar, temperatura, luminosidade e a disponibilidade hídrica (Botin e Carvalho,
2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na propagação vegetativa,
o teor de auxina endógena deve ser levado em consideração, já que as plantas apresentam
um conteúdo endógeno de auxina, sendo assim, no intuito de estimular o enraizamento
são utilizados reguladores vegetais, como o ácido indolbutírico (Peña <i>et al</i>.,
2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Alguns trabalhos têm mostrado
que para que o enraizamento e a formação de calos ocorram, outros fatores devem
ser considerados, tais como: tamanho das estacas, tipo de luz, substrato e condições
de umidade do ar na casa de vegetação. Em contrapartida, a presença de calos nas
estacas pode ser um indicativo de que o material vegetativo tem baixa juvenilidade
(Wendling <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em
estacas de cajazeira, Véras <i>et al</i>. (2017) constataram que os maiores percentuais
de enraizamento de estacas foram observadas sem a aplicação de ethephon na planta
mãe e com o uso de 3.000 mg L<sup>-1</sup> de AIB, obtendo-se 31,94% de estacas
enraizadas. No presente trabalho os resultados obtidos foram superiores.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em outras frutíferas, Yamamoto <i>et al</i>. (2013)
não verificaram diferença significativa para o percentual de estacas enraizadas
quando as estacas de amoreira preta Xavante foram tratadas com AIB. Nacata <i>et
al</i>. (2014), em estacas de caramboleira, constataram que a porcentagem enraizamento,
de calejamento e de sobrevivência, apresentaram diferença significativa, na qual
a concentração de 100 mg L<sup>-1</sup> de AIB apresentou os melhores resultados
para estas variáveis.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sabião <i>et
al</i>. (2011), em maracujazeiro-doce (<i>Passiflora nítida</i>) observaram que
a porcentagem de sobrevivência de estacas não diferiram quando foi aplicado o AIB,
contudo, a concentração máxima (5000 mg L<sup>-1</sup>) apresentou valores superiores
(87,69% de sobrevivência). Enquanto que para a porcentagem de enraizamento constataram
que houve diferença significativa, obtendo 87,69% de enraizamento na concentração
de 5000 mg L<sup>-1</sup>. Para o percentual de estacas sobreviventes, Paula et
al. (2007), observaram que estacas lenhosas de umbuzeiro sem tratamento com AIB
apresentaram o maior percentual de sobrevivência (69,44%).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o comprimento da raiz, observou-se que as doses de AIB influenciaram,
atingindo o ponto de mínimo (0,99 cm) com a dose de 2333 mg L<sup>-1</sup>. Com
o aumento posterior o maior comprimento de raiz foi obtido nas estacas tratadas
com a concentração de 6000 mg L<sup>-1</sup> de AIB (<a href = "#f3">Figura 3</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17f3.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tais resultados positivos são indicativos da eficiência
do AIB para o incremento no volume e comprimento de raízes, sendo assim, o tratamento
com AIB proporciona às estacas condições de enraizarem e formar estacas de alta
qualidade, uma vez que, para o estabelecimento das mudas em campo bem como o desenvolvimento
adequado das plantas é preciso que o sistema radicular seja de boa qualidade (Silva
<i>et al</i>., 2012). Além disso, embora não aumente o percentual de enraizamento,
o AIB induz a formação de primórdios radiculares em virtude de acelerar o metabolismo
da planta.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Uma das vantagens do
efeito da auxina é a promoção de enraizamento, consequentemente, um bom sistema
radicular proporciona maior capacidade de absorção de água e nutrientes pela planta,
contribuindo para a rápida alocação de substâncias para a planta (Dourado Neto <i>et
al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Rios <i>et al</i>.
(2012), constataram que o maior número de raízes por estacas de umbuzeiro ocorreu
na concentração de 6000 mg L<sup>-1</sup>. Tosta <i>et al</i>. (2012), também observaram
que o maior número de raízes por estacas teve um incremento com o aumento das doses
de AIB, observando-se que o maior número de raízes estimado por estacas de umbu-cajazeira
(3,8 unidades estaca) ocorreu na concentração máxima de 8545 mg L<sup>-1</sup> de
AIB.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar de não ter apresentado diferença significativa,
ao aplicar o teste de Dunnet a 5%, observa-se no <a href = "#q2">Quadro 2</a> que houve diferenças significativas
entre os tratamentos de 6000 mg L<sup>-1</sup> de AIB e de 40 mg L<sup>-1</sup>
de zinco e as demais doses de AIB e Zn.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17q2.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento com zinco em plantas matrizes de umbu-cajazeira não influenciou
o percentual de estacas brotadas, o número, o comprimento e diâmetro de brotações,
apresentando os valores médios de 50, 23%, 1,18, 3,33 cm e 2,17 mm, respectivamente
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Embora não tenha apresentado diferença significativa, ao aplicar o teste
de Dunnet para o percentual de estacas brotadas, número de brotações, comprimento
e diâmetro de brotações, observou-se a dose máxima de Zn diferiu das demais doses
apresentando os valores de 66,67%; 4,2 brotações; 4 cm e 3,33 mm, respectivamente
(<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Igualmente às brotações,
o percentual de estacas enraizadas, estacas vivas com calo, estacas vivas sem calo
e estacas mortas não apresentaram diferença significativa para a interação zinco
x AIB nem para o tratamento isolado com zinco, apresentando os valores médios 19,21%,
31,71%, 10,18% e 22,22%, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Enquanto que para as doses
de AIB, o percentual de estacas vivas com calo e sem calo não foram influenciadas
estatisticamente, apresentando os percentuais médios de 31,71% e 10,18%, respectivamente.
Apesar de não ter apresentado diferença significativa, ao aplicar o teste de Dunnet
para o percentual de estacas enraizadas, percentual de estacas vivas com calo, estacas
vivas sem calo e percentual de estacas mortas, comparando a maior dose com as demais,
observou-se as doses máximas de AIB e Zn diferiram dos tratamentos controles apresentando
os percentuais de 43,75%; 30%; 9,72% e 41,66% para AIB e 27,08%; 31,22%; 11,02%
e 20,83% para Zn, respectivamente (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O número e comprimento de raiz também não apresentaram diferença em função
das doses de zinco, com valores médios de 1,58 g e 3,41 cm, respectivamente. Ao
aplicar o teste de Dunnet para o comprimento e número de raiz comparando a dose
máxima com as demais doses, observou-se as doses máximas de AIB e Zn não diferiram
das demais (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Alguns trabalhos
apontam que a aplicação de zinco nas plantas matrizes antes da coleta das estacas
pode aumentar o percentual de enraizamento, no entanto, em <i>Spondias</i> não há
trabalhos evidenciando o efeito do tratamento de planta matriz. Em outras espécies
como florestais (<i>Platanus acerifolia</i> Ait.), Nicoloso <i>et al</i>. (1999)
apontam que não houve efeito do zinco no enraizamento de estacas, o que assemelha-se
ao observado no presente trabalho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A massa seca da raiz, folha e total também não apresentaram diferença significativa,
quando relacionada às doses de Zn e AIB, apresentando valores médios de 3,96 g para
a massa seca da raiz, 4,78 g para a massa seca da folha e 8,76 g para a massa seca
total. Apesar de não apresentar diferença significativa, ao aplicar o teste de Dunnett
para a massa seca da raiz, folha e total, observou-se que apenas a dose máximas
de Zn (40 mg L<sup>-1</sup>) diferiram do tratamento controle, apresentando os valores
de 4,46; 5,97 g e 9,86 g, respectivamente (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O maior acúmulo de massa seca nas estacas pode ter ocorrido em
virtude da rápida formação e desenvolvimento das raízes, em consequência disso,
aumentando a absorção e translocação de fotoassimilados para parte aérea (Souza
<i>et al</i>., 2015). Em estacas de umbu-cajazeira, Tosta <i>et al</i>. (2012) verificaram
que o uso de AIB na concentração de 7775,9 mg L<sup>-1</sup> proporcionou o maior
acúmulo da massa seca do sistema radicular das estacas de umbu-cajazeira (45,9 mg
planta<sup>-1</sup>). Resultados semelhantes foram obtidos por Peña <i>et al</i>.
(2012), em que a dose de 8000 mg L<sup>-1</sup> de AIB promoveu maior acúmulo de
massa seca de raízes em estacas de mirtilo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento de plantas matrizes com zinco não
afetou o percentual de estacas brotadas, número de brotações, comprimento e diâmetro
de brotações, o enraizamento e a produção de massa seca de estacas de umbu-cajazeira;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ácido indolbutírico promove o
enraizamento de estacas de umbu-cajazeira, sendo que, a concentração máxima de 6000
mg L<sup>-1</sup> de AIB proporciona os maiores percentuais de enraizamento adventício,
com 43,75% de estacas enraizadas.</font></p>

 
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Botin, A.A. &amp; Carvalho, A. (2015) - Reguladores de crescimento na produção
de mudas florestais. <i>Revista de Ciências Agroambientais</i>, vol. 13, n. 1, p.
83-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687072&pid=S0871-018X201800030001700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cody, R. (2015) - <i>An Introduction
to SAS University Edition</i>. Cary, NC. SAS Institute, 366 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687074&pid=S0871-018X201800030001700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dourado Neto, D.; Dario, G.J.A.; Barbieri, A.P.P. &amp;
Martin, T.N. (2014) - Ação de bioestimulante no desempenho agronômico de milho e
feijão. <i>Bioscience Journal</i>, vol. 30, n. 3, p. 371-379.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687076&pid=S0871-018X201800030001700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Emer, A.A.; Schafer, G.; Avrella, E.D.; Delazeri, M.; Veit,
P.A. &amp; Fior, C.S. (2016) - Influence of indolebutyric acid in the rooting of
<i>Campomanesia aurea</i> semihardwood cuttings. <i>Ornamental Horticulture</i>,
vol. 22, n. 1, p. 94-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687078&pid=S0871-018X201800030001700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gomes,
W.A.; Estrela, M.A.; Mendonça, R.M.N.; Silva, S.M.; Souza, A.P. &amp; Alves, R.E.
(2005) - Enraizamento de estacas de umbu-cajazeira (<i>Spondias</i> spp.). <i>Procedings
of the Interamerican Society for Tropical Horticulture</i>, vol. 47, n. 1, p. 231-
233.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687080&pid=S0871-018X201800030001700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mateus, N.B.; Barbin, D. &amp;
Conagin, A. (2001) - Viabilidade de uso do delineamento composto central. <i>Acta
Scientiarum</i>, vol. 23, n. 6, p. 1537-1546.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687082&pid=S0871-018X201800030001700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nacata, G.; Andrade, R.A.D.; Jasper, S.P. &amp; Prata, R.S. (2014) - Propagação
de variedades de caramboleira por estaquia herbácea. <i>Revista Brasileira de Fruticultura</i>,
vol. 36, n. 1, p. 248-253. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0100-2945-237/13" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0100-2945-237/13</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687084&pid=S0871-018X201800030001700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nicoloso, F.T.; Lazzari, M. &amp; Fortunato, R.P.
(1999) - Propagação vegetativa de <i>Platanus acerifolia</i> Ait: (II) Efeito da
aplicação de zinco, boro e ácido indolbutírico no enraizamento de estacas. <i>Ciência
Rural</i>, vol. 29, n. 3, p. 487-492. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84781999000300018" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84781999000300018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687085&pid=S0871-018X201800030001700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Paula, L.A.; Boliani, A.C.; Souza Corrêa, L. &amp;
Celoto, M.I.B. (2007) - Efeito do ácido indolbutírico e raizon no enraizamento de
estacas herbáceas e lenhosas de umbuzeiro. <i>Acta Scientiarum Agronomy</i>, vol.
29, n. 3, p. 411-414. <a href = "http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v29i3.468" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v29i3.468</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687086&pid=S0871-018X201800030001700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Peña, M.L.; Gubert, C.; Tagliani, M.C.; Bueno,
P.M.C. &amp; Biasi, L.A. (2012) - Doses e formas de aplicação do ácido indolbutírico
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Souza, V.G.R. (2012) - Doses de acido indol butírico comprimento e época de coleta
de estacas na propagação de umbuzeiro. <i>Revista Caatinga</i>, vol. 25, n. 1, p.
52-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687088&pid=S0871-018X201800030001700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sabião, R.R.; Silva, A.D.C.C.D.;
Martins, A.B.G. &amp; Cardoso, E.R. (2011) - Enraizamento de estacas de <i>Passiflora
nitida</i> submetidas a diferentes doses de ácido indolbutírico (AIB). <i>Revista
Brasileira de Fruticultura</i>, vol. 33, n. sp., p. 654-657. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011000500091" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011000500091</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687090&pid=S0871-018X201800030001700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Santos, M.B.; Cardoso, R.L.; Fonseca, A.A.D.O.;
Nascimento Conceição, M. &amp; Neto, A.D.A. (2013) - Avaliação físico-química e
microbiológica de polpa de frutos de umbu-cajazeira, por métodos combinados. <i>Magistra</i>,
vol. 25, n. 1, p. 7-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687091&pid=S0871-018X201800030001700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, F.V.G.;
Silva, S.M.; Silva, G.C.; Mendonça, R.M.N.; Alves, R.E. &amp; Dantas, A.L. (2012)
- Bioactive compounds and antioxidant activity in fruits of clone and ungrafted
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vol. 32, n. 4, p. 685-691. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612012005000101" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612012005000101</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=687093&pid=S0871-018X201800030001700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, R.R.; Cavalcante, M.Z.B.; Lima, M.P.D.;
Alixandre, T.F. &amp; Nascimento, R.T. (2015) - Propagação vegetativa de hibisco
com diferentes tipos de estacas e concentrações de ácido indolbutírico. <i>Comunicata
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Viana,
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