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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Crescimento de plantas e vigor de sementes de feijão em resposta à aplicação exógena de ácido giberélico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to evaluate the growth and vigor expression of bean seeds from plants submitted to the application of gibberellic acid. The treatments consisted of the application of gibberellic acid in concentrations of zero; 50; 100 and 200 mg.L-1 in the V2 stage. The samples for growth analysis were performed at regular intervals of seven days after sowing, until the plants reached the R9 stage. At each collection, the plants were separated into organs for determination of growth and dry matter partition. In addition, the harvest index, mass of one thousand seeds, number of seeds per plant, insertion of the first pod, length and total dry matter of seedlings were determined. Total dry matter, dry matter production rates and solar energy conversion efficiency are higher in plants submitted to the exogenous application of gibberellic acid. The harvest index as well as the number of seeds per plant present a tendency of reduction with the increase of the gibberellic acid concentration. However, the mass of one thousand seeds tends to be higher in the dose of 50 mg.L-1. The vigor of bean seeds, evaluated by the test of seedling length, is altered with application of gibberellic acid.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Phaseolus vulgaris L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[matéria seca]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[área foliar]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[growth regulator]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Crescimento de plantas e vigor de sementes de feijão
em resposta à aplicação exógena de ácido giberélico</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Plant
growth and vigor of bean seeds in response to the exogenous application of gibberellic
acid</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Tiago Pedó</b><sup>1</sup>, <b>Emanuela Garbin Martinazzo</b><sup>2</sup>,
<b>Marcos Antonio Bacarin</b><sup>1</sup>, <b>Irajá Ferreira Antunes</b><sup>3</sup>, <b>Felipe Koch</b><sup>4</sup>,
<b>Manoela Andrade Monteiro</b><sup>4</sup>, <b>João Roberto Pimentel</b><sup>4</sup>, <b>Cristian
Troyjack</b><sup>4</sup>*, <b>Francisco Amaral Villela</b><sup>1</sup> e <b>Tiago Zanatta Aumonde</b><sup>1</sup></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Prof. Dr. Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel,
Departamento de Fitotecnia, Programa de Pós-Graduação em C&amp;T de Sementes, UFPel,
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - PQ2</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Prof. Dra. Instituto de Biologia – Universidade
Federal do Rio Grande – FURG</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Dr.
Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>4</sup> Doutorando (a) em C&amp;T de Sementes, Bolsista
CNPq, UFPel, Pelotas, RS, Brasil</i></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:cristiantroyjack@hotmail.com">cristiantroyjack@hotmail.com</a>)</i></font></p>



<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O trabalho objetivou avaliar comparativamente
o crescimento e a expressão do vigor de sementes de feijão provenientes de plantas
submetidas à aplicação de ácido giberélico. Os tratamentos consistiram na aplicação
de ácido giberélico nas concentrações de zero; 50; 100 e 200 mg.L<sup>-1</sup> no
estádio V2. As coletas para análise de crescimento foram realizadas em intervalos
regulares de sete dias após a semeadura, até as plantas atingirem o estádio R9.
Em cada coleta, as plantas foram separadas em órgãos, para a determinação do crescimento
e da partição de matéria seca. Além disso, determinou-se o índice de colheita, massa
de mil sementes, número de sementes por planta, inserção da primeira vagem, comprimento
e matéria seca total de plântulas. A matéria seca total, as taxas de produção de
matéria seca e a eficiência de conversão de energia solar são superiores em plantas
submetidas à aplicação exógena de ácido giberélico. O índice de colheita bem como
o número de sementes por planta apresentam uma tendência de redução com a elevação
da concentração de ácido giberélico. Contudo, a massa de mil sementes tende a ser
superior na dose de 50 mg.L<sup>-1</sup>. O vigor de sementes de feijão, avaliado
pelo teste de comprimento de plântulas, é alterado com aplicação de ácido giberélico.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> <i>Phaseolus vulgaris </i>L., matéria seca, área foliar,
regulador crescimento.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to evaluate the growth and vigor
expression of bean seeds from plants submitted to the application of gibberellic
acid. The treatments consisted of the application of gibberellic acid in concentrations
of zero; 50; 100 and 200 mg.L<sup>-1</sup> in the V2 stage. The samples for growth
analysis were performed at regular intervals of seven days after sowing, until the
plants reached the R9 stage. At each collection, the plants were separated into
organs for determination of growth and dry matter partition. In addition, the harvest
index, mass of one thousand seeds, number of seeds per plant, insertion of the first
pod, length and total dry matter of seedlings were determined. Total dry matter,
dry matter production rates and solar energy conversion efficiency are higher in
plants submitted to the exogenous application of gibberellic acid. The harvest index
as well as the number of seeds per plant present a tendency of reduction with the
increase of the gibberellic acid concentration. However, the mass of one thousand
seeds tends to be higher in the dose of 50 mg.L<sup>-1</sup>. The vigor of bean
seeds, evaluated by the test of seedling length, is altered with application of
gibberellic acid.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: <i>Phaseolus vulgaris L</i>., dry matter, leaf area, growth regulator.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O feijão (<i>Phaseolus
vulgaris</i> L.) é produzido em todo o território do Brasil e seus grãos apresentam
elevados conteúdos de proteína e lisina. A dificuldade de colhê-lo mecanicamente
é um dos principais entraves na produção do feijão (Baldissera <i>et al</i>., 2012),
devido principalmente à baixa inserção das vagens em relação à superfície do solo
(Furlani <i>et al</i>., 2008; Silva <i>et al</i>., 2008, 2013). Peske <i>et al</i>.
(2012) observaram que a oscilação de umidade e de temperatura ambiental conduziu
a redução da qualidade fisiológica de sementes de soja. Sendo assim, é de prever
que, por essa oscilação ambiental, o contato ou a proximidade das vagens com o solo
pode resultar na diminuição do vigor das sementes de feijão acarretando perdas na
pré-colheita.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A arquitetura da planta
constitui-se em fator inerente ao genótipo e pode ser relacionada com a produtividade
vegetal (Matos Filho <i>et al</i>., 2009) e com a eficiência na colheita mecanizada
(Cato e Castro, 2006; Silva <i>et al</i>., 2008), podendo ser modificada pelo emprego
de substâncias sintéticas (Rademacher, 2000; Souza <i>et al</i>., 2010a; Taiz e
Zeiger, 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Existem cinco tipos
de hormônios que regulam o desenvolvimento vegetal, sendo eles as auxinas, giberelinas,
citocininas, etileno e ácido abscísico. Também existem evidências da existência
de hormônios vegetais esteróides que constitui uma variada gama de efeitos morfológicos
no desenvolvimento da planta (Taiz e Zeiger, 2013).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Alguns reguladores de crescimento como auxinas, citocininas e
giberelinas estimulam o crescimento inicial da parte aérea das plantas (Pavlista
<i>et al</i>., 2006; Lana <i>et al</i>., 2009) e outros como cloreto de clorocolina,
cloreto de clormequat, cloreto de mepiquat, etiltrinexapac reduzem o alongamento
do caule e influenciam o desenvolvimento reprodutivo pela indução da floração e
modificam o desenvolvimento de sementes (Correia e Leite, 2012; Rademacher, 2000).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As giberelinas compõem grupo de
hormônios vegetais com ação no alongamento e na divisão celular (Buchanan <i>et
al</i>., 2015), sendo obtidas de forma sintética na forma de ácido giberélico (Carraher
Jr. <i>et al</i>., 2010). A concentração deste regulador e a sensibilidade do tecido
vegetal a este composto determina a resposta de crescimento e de desenvolvimento
da planta (Mir <i>et al</i>., 2010). Sendo assim, pelo fato de as giberelinas promoverem
o crescimento inicial da parte aérea, a aplicação exógena de ácido giberélico em
plantas de feijão pode influenciar o crescimento das plantas e, consequentemente,
a inserção da primeira vagem o que facilita a colheita mecanizada, conduzindo a
obtenção de sementes de qualidade fisiológica superior (Leite <i>et al</i>., 2003;
Swarnkar <i>et al</i>., 2004; Vichiato <i>et al</i>., 2007; Weiss e Ori, 2007).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os reguladores de crescimento são transportados
tanto via xilema quanto pelo floema, sendo o ambiente, um dos fatores responsáveis
pela modificação na distribuição entre as diferentes estruturas da planta. A concentração
do produto aplicado e a sensibilidade do tecido são preponderantes na obtenção da
resposta de desempenho vegetal (Taiz e Zeiger, 2013). Os reguladores de crescimento,
podem atuar de forma similar aos hormônios, regulando a máxima expressão do potencial
genético, elevando a produção e a alocação de matéria seca, assim, modificando a
produtividade dos cultivos (Mir <i>et al</i>., 2010). Segundo Pereira <i>et al</i>.
(2001), Khan <i>et al</i>. (2002) e Mir <i>et al</i>. (2010), o aumento da matéria
seca em resposta à aplicação de ácido giberélico, resulta da maior absorção de minerais
e da superior produção de assimilados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O crescimento das plantas consiste na produção e distribuição de carbono entre
os diferentes órgãos da planta como resultado da interação entre o genótipo e o
meio ambiente onde são cultivadas. Então, uma análise de crescimento é um método
bastante barato e preciso para avaliar o crescimento da planta sob diferentes condições
de manejo e meio ambiente (Aumonde <i>et al</i>., 2013). Esta análise permite a
inferência da contribuição por diferentes processos fisiológicos de crescimento
sobre sistemas de produção e práticas de manejo para o desempenho da planta, bem
como, a descrição de condições morfofisiológicas das plantas, sendo o primeiro passo
na interpretação e análise da produção primária (Pedó <i>et al</i>., 2013; Lopes
e Lima, 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A qualidade das sementes
produzidas possui relação aos fatores bióticos e abióticos que atuam de forma direta
ou indiretamente sobre a planta sendo expressa pela interação dos componentes genéticos,
físicos, fisiológicos e sanitários (Carvalho e Nakagawa, 2012). Fatores diretos
atuam sobre a semente, enquanto, os indiretos afetam processos fisiológicos e bioquímicos
que ocorrem na planta matriz, alterando a partição de assimilados entre os diferentes
órgãos, a biossíntese de compostos e o vigor de sementes (Peske <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Perante o exposto, o objetivo deste
trabalho foi avaliar a influência da aplicação exógena de acido giberélico no crescimento
de plantas de feijão e na expressão do vigor das sementes produzidas.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento
foi realizado no período da “safrinha”, que corresponde a semeadura a partir de
janeiro, nas coordenadas geográficas de latitude 31<sup>o</sup>52’ S, longitude
52<sup>o</sup>21’ W e altitude 13  m, no Estado do Rio Grande do Sul. O clima dessa
região é temperado com chuvas bem distribuídas e verão quente, sendo do tipo Cfa
pela classificação de Köppen. Os dados de temperatura e radiação solar (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1a
e 1b</a>) verificados durante o período de condução do experimento foram obtidos por
meio do boletim da Estação Agroclimatológica de Pelotas localizada a 100 metros
do local de realização do experimento. A temperatura mostrou tendência à ascensão
até os 28 dias após a emergência com posterior declínio, enquanto, a radiação solar
foi decrescente ao longo do ciclo das plantas de feijão dentro dos padrões normais
para a época do ano (Sartori, 2003).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Foram utilizadas sementes de feijão, cultivar BRS Embaixador (Feijão comum com
classificação comercial Vermelho escuro) com ciclo aproximado de 75-85 dias da semeadura
até a maturação completa, sendo semeadas em 22/01/2013 em vasos de polietileno de
20 litros, para que se conseguisse obter três plantas em cada, perfazendo 80 vasos
no total, com 20 vasos para cada concentração ácido giberélico. Os mesmos foram
preenchidos com solo do horizonte A1 de um Planossolo Háplico Eutrófico Solódico,
pertencente à unidade de mapeamento Pelotas (Streck <i>et al</i>., 2008), previamente
corrigido, de acordo com análise prévia do solo e baseado no Manual de Adubação
(CQFS RS/SC, 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quando as plantas
estavam no estádio V2, cerca de 7 dias após a semeadura, correspondente ao de folhas
primárias totalmente abertas de acordo com a escala fenológica descrita por CIAT
(1983), foi realizada a aplicação do ácido giberélico (GA<sub>3</sub>) nas concentrações
de zero, 50, 100 e 200 mg.L<sup>-1</sup>. A aplicação foi realizada via foliar e
por meio de pulverizador de barras pressurizado com CO<sub>2</sub> com pressão de
200 kPa e pontas tipo leque (110-020), com volume de calda de 50 L.ha<sup>-1</sup>.
Preparou-se a calda de pulverização para 20 vasos, correspondente a cada concentração,
baseado na área de cada vaso. A colheita das sementes para os teste de qualidade
física e fisiológica foi realizada aos 80 dias após a semeadura daquelas plantas
que não foram utilizadas para análise de crescimento.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi realizado em duas etapas:</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise de crescimento</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As avaliações
foram efetuadas por meio de coletas sucessivas, em intervalos regulares de tempo.
As coletas iniciaram aos sete dias após a semeadura (DAS), sendo efetuados a cada
sete dias, durante um período de 63 dias quando as plantas atingiram o estádio R9
de acordo com a escala fenológica de CIAT (1983). Em cada coleta, as plantas foram
retiradas do solo e separadas em órgãos (folhas, caule, raízes e vagens) e acondicionadas,
separadamente, em envelopes de papel pardo. Para a obtenção da matéria seca, o material
foi transferido para estufa de ventilação forçada à temperatura de 70 ± 2°C, por
72 horas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A área foliar (A<sub>f</sub>)
foi determinada com o medidor de área marca Licor, modelo LI-3100 e índice de área
foliar (L) calculado pela fórmula L= A<sub>f</sub>/S<sub>t</sub>, sendo S<sub>t</sub>
a superfície do solo. Os dados primários de matéria seca total (W<sub>t</sub>) foram
ajustados pela equação logística simples que é expressa por W<sub>t</sub> = W<sub>m</sub>/(1+A
e<sup>–Bt</sup>), sendo W<sub>m</sub> a estimativa assintótica do crescimento máximo,
A e B constantes de ajustamento, “e” a base do logaritmo neperiano e t o tempo em
dias após a semeadura (Richards, 1969). Os dados primários de A<sub>f</sub> foram
ajustados por meio de polinômios ortogonais (Richards, 1969). Os valores instantâneos
da taxa de produção de matéria seca (C<sub>t</sub>) e taxa de crescimento de área
foliar (C<sub>a</sub>) foram obtidos por meio de derivadas das equações ajustadas
de W<sub>t</sub> e A<sub>f</sub> em relação ao tempo (Radford, 1967).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para determinação do valor instantâneo da taxa
de crescimento relativo (R<sub>w</sub>) foi empregada à equação: R<sub>w</sub>=1/W<sub>t
</sub>. dW/dt. Os valores instantâneos da taxa assimilatória líquida (E<sub>a</sub>),
razão de área foliar (F<sub>a</sub>), razão de massa foliar (F<sub>w</sub>) e área
foliar específica (S<sub>a</sub>) foram estimados por meio das equacões: E<sub>a</sub>=1/A<sub>f
</sub>. dW/dt; F<sub>a</sub>=A<sub>f</sub>/W<sub>t</sub>; F<sub>w</sub>=W<sub>f</sub>/W<sub>t</sub>
e S<sub>a</sub>=A<sub>f</sub>/W<sub>f</sub>, conforme Radford (1967).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A eficiência de conversão da energia solar (&#958;)
foi determinada pela equação &#958; (%) = (100.C<sub>t</sub>.&#948;)/R<sub>a</sub>,
sendo o R<sub>a</sub> o valor médio da radiação solar incidente (cal m<sup>-</sup>²
dia<sup>-1</sup>) registrada nos quatorze dias anteriores ao C<sub>t</sub> correspondente
e o valor calorífico (&#948;) de 3800 cal g<sup>-1</sup> citado por Cuesta <i>et
al</i>. (1995). O índice de colheita (H<sub>i</sub>) foi determinado pela equação
H<sub>i</sub> =W<sub>vg</sub>/W<sub>t</sub>, sendo W<sub>vg</sub> a massa seca de
vagens e W<sub>t</sub> a matéria seca total da planta. A partição de matéria seca
entre as diferentes estruturas da planta (raízes, caule, folhas e vagens) ao longo
do desenvolvimento das plantas foram determinados, separadamente, a partir da aferição
da massa alocada em cada estrutura vegetal seguida pela transformação dos dados
primários de alocação de massa seca de cada órgão para porcentagem.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Determinação da qualidade física e fisiológica das sementes produzidas</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A massa de mil sementes (M1000) foi avaliada pelo
emprego de oito repetições de 100 sementes, com umidade de 10% (Brasil, 2009). O
número de sementes por planta foi determinado por contagem direta e a altura da
inserção da primeira vagem, obtida pelo comprimento desde a base do solo até a inserção
da vagem no caule e os resultados expressos em centímetros.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O vigor das sementes produzidas foi avaliado pelo teste
de comprimento de plântulas, realizado com quatro subamostras de 20 sementes, para
cada tratamento. A semeadura foi efetuada sobre uma linha horizontal traçada no
terço superior do papel de germinação do tipo “germitest”, umedecidas com água destilada
em quantidade de 2,5 vezes a massa seca do papel. Os rolos contendo as sementes
permaneceram em câmara de germinação do tipo B.O.D (<i>Biochemical O<i>xygen Demand)
</i></i>por quatro dias a 25°C, quando então se procedeu a avaliação, conforme
descrito por Nakagawa (1999). A partir de quatro amostras de 10 plântulas para cada
tratamento, determinou-se o comprimento de parte aérea e da raiz primária das plântulas,
bem como a massa seca. O comprimento de parte aérea (C<sub>PA</sub>) foi obtido
pela medida da distância entre a inserção da porção basal da raiz primária ao ápice
da parte aérea, enquanto, o comprimento de radícula (C<sub>R</sub>) foi determinado
pela medida da distância entre a parte apical e basal da raiz primária. Os resultados
foram expressos em milímetros. Para a determinação da massa seca de parte aérea
(W<sub>PA</sub>) e das raízes das plântulas (W<sub>R</sub>), as mesmas foram acondicionadas
em envelopes de papel pardo e submetidas à secagem em estufa de ventilação forçada
sob temperatura de 70 ± 2°C, por 72 horas. Os resultados foram expressos em gramas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a análise de crescimento, o delineamento
experimental utilizado foi inteiramente casualisado, sendo realizadas nove coletas
de três plantas para cada concentração de GA<sub>3</sub> e dia de coleta (DAS).
Cada planta do vaso constituiu uma repetição, totalizando três repetições para cada
concentração. Para os testes de qualidade física e fisiológica de sementes o delineamento
utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repetições.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Na primeira etapa, os dados primários de crescimento de
área foliar e matéria seca foram submetidos à análise de variância a 5% de probabilidade,
sendo a matéria seca total analisada pela equação logística simples (Lopes e Lima,
2015), pelo fato da técnica de análise de crescimento não atender as pressuposições
básicas da análise de variância, sendo modelo não aditivo e não linear. Além disso,
na análise logística, os erros são correlacionados ao longo do tempo e assim não
independentes (Dias e Barros, 2009). Neste sentido, por constituir-se em dados quantitativos,
os dados de crescimento ao longo do desenvolvimento vegetal foram avaliados por
meio de análise da tendência das curvas de crescimento (Radford, 1967; Barreiro
<i>et al</i>., 2006) utilizando o ajuste do grau do polinômio para cada tendência.
 Dados de partição de assimilados foram convertidos em porcentagem de matéria seca
alocada em cada estrutura vegetal. Na segunda etapa, os dados referentes a índice
de colheita, massa de mil sementes, número de sementes por planta, inserção da primeira
vagem, comprimento da parte aérea e raiz e massa seca da parte aérea e raiz foram
submetidos à análise de variância, e no caso em que os valores de F foram significativos,
aplicou-se o teste de Tukey a 5% de probabilidade.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise de crescimento</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O crescimento em termos de matéria seca total
(W<sub>t</sub>) das plantas de feijão foi lento no início do ciclo de desenvolvimento
até aproximadamente 21 DAS e seguido por período de intensa alocação de matéria
seca até a última coleta, 63 DAS (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2a</a>). A partir dos 42 DAS, nota-se, uma
superioridade de W<sub>t</sub> nas plantas de feijão que foram submetidas à aplicação
exógena de GA<sub>3 </sub>em comparação com aquelas que não receberam, sendo que
aos 63 DAS apresentaram superioridade mínima de 18, 23 e 26% para as concentrações
de 200, 100 e 50 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>, respectivamente, em comparação
àquelas que não foram submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As taxas de produção de matéria seca (C<sub>t</sub>) atingiram
valores máximos aproximadamente aos 35 DAS para plantas não submetidas à aplicação
exógena de GA<sub>3 </sub>e à aplicação de 200 mg.L<sup>-1</sup> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2b</a>)<sub>,
</sub>valores que corroboram com os valores de Wt que foram alta em tal período
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2a</a>). Houve indicativo de atraso de aproximadamente sete dias para a obtenção
das máximas C<sub>t </sub>ao avaliar de forma comparativa plantas submetidas a 50
e 100 mg.L<sup>-1</sup> do produto comparativamente àquelas onde não houve aplicação
de GA<sub>3</sub>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento na taxa
de produção de matéria seca refere-se ao incremento da área de folhas disponíveis
à captação de energia radiante, bem como, ao aumento na absorção de água e minerais.
Por outro lado, a redução das taxas de produção de matéria seca relaciona-se à elevação
do autossombreamento e, posteriormente, à quantidade de tecidos não fotossintetizantes
(Pedó <i>et al.</i>, 2015). Além disso, o incremento e a redução da taxa de produção
de matéria seca mantêm relação com a disponibilidade de temperatura e radiação solar
disponíveis (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1a e 1b</a>), pois a qualidade das mesmas estão diretamente relacionadas
com a fotossíntese e consequentemente com o acúmulo de matéria seca das plantas 
(Lopes  e Lima, 2015).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As taxas
de crescimento relativo (R<sub>w</sub>) foram inferiores até cerca de 28 DAS, em
plantas submetidas às doses de 50 e 100 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub> comparativamente
àquelas sob influência da aplicação de 200 mg.L<sup>-1</sup> e àquelas que não foram
submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2c</a>). Houve inversão nos valores
de R<sub>w</sub>, a partir dos 35 DAS, nas plantas submetidas às doses de 50 e 100
mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub> que apresentaram valores de R<sub>w</sub> de
0,0708 e 0,0657 g g<sup>-1</sup> d<sup>-1</sup>, respectivamente. Neste sentido,
as plantas que receberam as concentrações de 50 mg.L<sup>-1 </sup>e 100 mg.L<sup>-1</sup>
de GA<sub>3</sub> apresentaram maior quantidade de matéria seca alocada em relação
àquela pré-existente comparativamente às plantas sob influência de 200 mg.L<sup>-1</sup>
ou àquelas não submetidas ao produto. Cabe destacar que o ácido giberélico possui
efeito positivo no desempenho de plantas, contudo, apresenta ação negativa quando
são empregadas altas concentrações (Dhakal e Erdei, 1986). A taxa de produção de
matéria seca, que se equivale à taxa de crescimento da cultura, é aumentada pela
aplicação de ácido giberélico quando a adubação nitrogenada está equilibrada (Khan
<i>et al.</i>, 2002).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Foram verificados
dois picos de taxa assimilatória líquida (E<sub>a</sub>), tendo o primeiro ocorrido
aos 7 DAS, em todos os tratamentos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2d</a>). O segundo pico ocorreu aos 35 DAS
em plantas submetidas a 50 e 200 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>, sendo a maior
E<sub>a</sub> observada na menor concentração do regulador de crescimento. Para
plantas sob aplicação de 100 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>, o ponto de máxima
resposta E<sub>a</sub> ocorreu aos 42 DAS, enquanto que, em plantas não submetidas
à aplicação de GA<sub>3</sub> a máxima E<sub>a</sub> foi obtida entre 35 e 42 DAS.
Neste sentido, a aplicação de 50 e 200 mg.L<sup>-1</sup> resultou em maior quantidade
de assimilados produzidos por uma menor ou similar quantidade de folhas de plantas
das demais doses.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No início do desenvolvimento
das plantas a ocorrência de um primeiro pico de E<sub>a</sub> deve-se ao elevado
número de folhas jovens com alta capacidade de síntese de assimilados, enquanto,
o segundo pico de E<sub>a</sub> se deve ao surgimento dos órgãos reprodutivos que
demandam elevada quantidade de assimilados (Lopes e Lima, 2015). Além disso, a elevação
das taxas assimilatórias líquidas mantém relação com a área de folhas disponíveis
à captação de energia luminosa, sendo os maiores valores de índice de área foliar
para as concentrações de GA<sub>3</sub> de 50 e 200 mg.L<sup>-1</sup> corroborando
com os resultados de E<sub>a</sub> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">igura 2e</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de área foliar (L) ajustou-se ao modelo quadrático com alto grau
de significância (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2e</a>). Ocorreu maior L em plantas submetidas às doses de
50, 200 e 100 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>, respectivamente, indicando maior
área de solo coberta por folhas (Pedó <i>et al</i>., 2015) nas plantas submetidas
à aplicação de GA<sub>3</sub>. Percebe-se que a aplicação do GA<sub>3</sub> influenciou
de forma positiva no incremento da área de folhas, obtendo o melhor resultado na
dose de 50 mg.L<sup>-1</sup>, fato que pode ter ocorrido, pelo aumento do número
e pela expansão das folhas. O aumento da área foliar resulta no autossombreamento,
consequentemente, na redução das taxas de crescimento (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2b e 2c</a>).</font></p>


    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A aplicação de GA<sub>3</sub> promove o alongamento
e a divisão celular, processos importantes para melhorar a altura e área foliar
da planta (Arteca, 1996). Além disso, o aumento da permeabilidade da membrana celular
pode facilitar a absorção e a utilização de nutrientes minerais e o transporte de
assimilados o que, consequentemente, pode contribuir para melhorar a produção de
biomassa (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2a</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação
à razão de massa foliar (F<sub>w</sub>) houve, no geral, declínio a partir dos 21
DAS (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2f</a>). Plantas não submetida à aplicação de GA<sub>3</sub> apresentaram
superioridade na alocação de matéria seca nos limbos foliares, havendo, aos 63 DAS,
a superioridade mínima de 22,2, 16,5 e 17,3% comparativamente às plantas que receberam
aplicação de 50, 100 e 200 mg.L<sub>-1</sub> do GA<sub>3</sub>, respectivamente.
O aumento de F<sub>w</sub> no início do ciclo de desenvolvimento reflete a maior
alocação de assimilados para as folhas em desenvolvimento, indicando este como o
dreno metabólico preferencial. Por outro lado, a redução de F<sub>w</sub> ao longo
do ciclo vegetal está relacionada à modificação do depósito metabólico preferencial
para o colmo. Posteriormente, com o início da formação das vagens, ocorre novamente
mudança no investimento preferencial de assimilados, passando para esta parte de
modo acentuado e definitivo (Lopes e Lima, 2015).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A razão de área foliar (F<sub>a</sub>) atingiu
maiores valores no início do desenvolvimento das plantas de feijão, sendo que o
pico de F<sub>a</sub> para plantas submetidas a 50 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>
foi aos 7 DAS e para as demais concentrações o mesmo aconteceu aos 14 DAS com posterior
tendência ao decréscimo até os 63 DAS (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3a</a>). Plantas submetidas à aplicação
de 50 mg.L<sup>-1</sup> de ácido giberélico apresentaram maior F<sub>a</sub>, sendo
que, aos 28 DAS, houve superioridade de 21% em relação às plantas sem aplicação
de GA<sub>3</sub>. Plantas sob influência da aplicação exógena de ácido giberélico
demonstraram superioridade em relação à área de folhas úteis ao processo fotossintético,
especialmente quando foi aplicado a concentração de 100 mg.L<sup>-1</sup>.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os maiores valores de F<sub>a</sub> no início
do ciclo de desenvolvimento corresponde à maior parte dos assimilados originados
da fotossíntese serem direcionados para a formação de folhas (Aumonde <i>et al</i>.,
2011a), sendo estes, os drenos metabólicos preferenciais neste período (Silva <i>et
al</i>., 2007). No entanto, o decréscimo de F<sub>a</sub> no decorrer do ciclo das
plantas pode ser explicado pelo aumento gradual de tecidos não assimilatórios e
pela formação de estruturas reprodutivas que passam a constituir o dreno metabólico
preferencial (Pedó <i>et al</i>., 2013). Nesta lógica, a menor F<sub>a</sub> indica
a redução da área útil de folhas disponíveis ao processo fotossintético, fato que
colaborou de forma mais pronunciada para as menores W<sub>t</sub> e C<sub>t</sub>
obtidas por plantas que não receberam aplicação exógena de GA<sub>3</sub> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura
2a e 2b</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A área foliar específica
(S<sub>a</sub>) foi superior em plantas submetidas às doses de 50, 200 e 100 mg.L<sup>-1</sup>
de GA<sub>3</sub> respectivamente, comparativamente àquelas não submetidas à aplicação
do referido regulador de crescimento (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3b</a>). Ocorreu diferença mais expressiva
a partir dos 42 DAS para as plantas submetidas à aplicação de 50 e de 200 mg.L<sup>-1</sup>
de GA<sub>3</sub>, apresentando superioridade de 39 e 34%, respectivamente, comparativamente
àquelas em que não houve aplicação do produto. Sendo assim, verificou-se que plantas
sob a ação do GA<sub>3</sub> apresentaram folhas com menor espessura relativamente
àquelas não submetidas à aplicação.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As taxas de crescimento relativo de área foliar (C<sub>a</sub>) elevaram-se até
os 35 DAS em plantas sob aplicação de 50 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub> e até
42 DAS para plantas das demais concentrações, com posterior tendência ao decréscimo
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3c</a>). Ocorreu atraso temporal de sete dias no valor de C<sub>a</sub> ao submeter
às plantas de feijão à concentração de 50 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>. É
possível inferir que plantas sob influência do produto, especialmente na concentração
de 50 mg.L<sup>-1</sup> atingiram superior capacidade de aumentar a matéria seca
de folha em relação à matéria que as folhas possuíam inicialmente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2b</a>), colaborando
para a obtenção da superior área foliar em plantas deste tratamento (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2e</a>). </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A eficiência de conversão de energia
solar (&#958;) foi máxima aos 35 DAS para plantas de todas as doses, com posterior
tendência de redução em plantas não submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub> ou
sob aplicação de 200 mg.L<sup>-1 </sup>(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3d</a>). Plantas submetidas às doses
de 50 e 100 mg.L<sup>-1</sup> apresentaram um segundo pico de &#958; aos 56 DAS,
demonstrando superioridade de 51 e 45%, respectivamente, em relação às plantas que
não foram submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub>. O aumento constatado para &#958;
corrobora com a tendência observada para C<sub>t</sub> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2b</a>) e para a radiação
solar (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1b</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A eficiência
de captação e de utilização da radiação solar é dependente do número de folhas do
dossel, o tamanho e da velocidade de crescimento das folhas, assim como, como da
arquitetura da planta. A &#958; mantém relação ao índice de área foliar e ao ângulo
de inserção das folhas e com o acúmulo de biomassa sendo observado na dose de 50
mg.L<sup>-1</sup> que obteve a maior &#958; assim como maior L. Desse modo, a adequada
arquitetura da planta contribui substancialmente para o aumento no índice de colheita,
ao maximizar a área de captação e absorção de energia solar (Zhu <i>et al</i>.,
2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A partição de matéria seca entre as diferentes estruturas das
plantas de feijão comportou-se de forma similar para todas as concentrações de GA<sub>3</sub>
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f4.jpg" target = "_blank">Figura 4a, 4b, 4c e 4d</a>). Analisando a distribuição de assimilados o acúmulo de
matéria seca nas folhas foi crescente até os 28 DAS para plantas de feijão submetidas
a todas as concentrações, sendo a quantidade máxima acumulada em relação à matéria
seca total de 54,9, 49,7, 48,0 e 46,2% para as concentrações de zero 50, 100 e 200
mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3,</sub> respectivamente. A matéria seca
do caule de maneira similar a matéria seca de folhas foi crescente para todas as
concentrações até os 28 DAS, sendo a maior matéria seca do caule em relação à matéria
seca total para a concentração de 200 mg.L<sup>-1</sup>. Portanto, a partir de 42
DAS houve alteração do dreno metabólico com a formação de vagens, passando a importar
mais assimilados para as sementes, ocasionando redução na partição de matéria seca
nas demais estruturas (Aumonde <i>et al</i>., 2011b). Aos 63 DAS à matéria seca
de vagens em relação à matéria seca total foi maior nas concentrações de zero 100,
200 e 50 mg.L<sup>-1</sup>, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f4.jpg" target = "_blank">Figura 4a, 4b, 4c e 4d</a>).</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O reduzido crescimento na fase inicial do desenvolvimento,
é comum em diversas espécies vegetais e pode ser explicado pelo reduzido volume
de raízes e pela baixa absorção de água e de minerais, pela pequena área foliar
e pela reduzida taxa de respiração e taxa assimilatória líquida (Aumonde <i>et al</i>.,
2011a). No início do ciclo, as folhas se comportaram como fonte-dreno, uma vez que
é responsável pela produção de fotoassimilados e também o órgão com maior armazenamento
de compostos (Lopes <i>et al</i>., 2011). Em estádio mais avançado, com o surgimento
das sementes cedem lugar para estas unidades de perpetuação da espécie que representam
o dreno metabólico preferencial e definitivo enquanto raízes, caules e folhas utilizam
assimilados provenientes do processo fotossintético em menor intensidade com vistas
a manutenção estrutural da planta (Lopes e Lima, 2015).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Qualidade física e fisiológica das sementes produzidas</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de colheita (H<sub>i</sub>) apresentou
diferenças significativas nas diferentes concentrações de GA<sub>3 </sub>(<a href = "#q1">Quadro
1</a>). Houve uma superioridade para H<sub>i </sub>quando as plantas não foram submetidas
à aplicação de GA<sub>3</sub>, porém, sem diferir estatisticamente da concentração
de 50 mg.L<sup>-1</sup>. Houve uma tendência a redução nos valores de H<sub>i</sub>
ao elevar a concentração de GA<sub>3</sub> aplicado nas plantas até a dose de 200
mg.L<sup>-1</sup> no entanto, estatisticamente esses valores não diferiram das concentrações
de 50 e 100 mg.L<sup>-1</sup>. A redução do índice de colheita com o aumento da
concentração de GA<sub>3 </sub>permite inferir que plantas submetidas às maiores
doses de GA<sub>3</sub>, apresentam menor alocação de carbono em sementes em relação
à matéria seca total alocada na planta, fato que pode estar relacionado com o potencial
fisiológico das sementes e pode prejudicar a produtividade da cultura do feijão.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19q1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A inserção da primeira vagem (IPv)
foi modificada com a aplicação das diferentes concentrações de GA<sub>3 </sub>(<a href = "#q1">Quadro
1</a>). A IPv foi superior para a concentração de 200 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>,
porém, sem diferir estatisticamente da concentração de 100 mg.L<sup>-1</sup>. Houve
um incremento na altura da IPv na concentração de 200 e 100 mg.L<sup>-1</sup> de
41 e 38%, respectivamente, em relação as plantas de feijão de que não receberam
GA<sub>3</sub>. Logo, a aplicação de 100 e 200 mg.L<sup>-1</sup> pode favorecer
a colheita mecânica e constituir fator importante frente a mecanização do seu cultivo,
contudo, rendimento produtivo de plantas de feijão pode ser afetado negativamente.
Segundo Pereira <i>et al</i>. (2004) as giberelinas, estão envolvidas na atividade
cambial, estimulando o elongamento caulinar, a divisão e elongamento celular. Resultados
similares ao presente estudo foram encontrados em soja por Leite <i>et al</i>. (2003)
com aumento da estatura dos entrenós da haste e em feijão (Souza <i>et al</i>.,
2010b) obtendo aumento da haste e detrimento do diâmetro médio do hipocótilo e epicótilo.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O número de sementes por planta (NSp) foi reduzido
conforme aumentou a concentração de GA<sub>3</sub> colaborando para a redução do
índice de colheita (<a href = "#q1">Quadro 1</a>). A superioridade no NSp foi na ordem de 33 % em plantas
que não foram submetidas a aplicação de GA<sub>3</sub> comparativamente aquelas
sob aplicação de 200 mg.L<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A massa de mil sementes (M1000) foi superior quando as plantas foram submetidas
a concentração de 50 mg.L<sup>-1</sup> sem no entanto diferir estatisticamente das
doses de 100 e 200 mg.L<sup>-1</sup>. Houve uma inferioridade na M1000 quando as
plantas não foram submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub>, porém, não houve diferenças
estatísticas entre a referida e as concentrações de 100 e 200 mg.L<sup>-1</sup>.
De maneira geral nota-se que plantas de feijão submetidas à aplicação de GA<sub>3
</sub>modificam a M1000. Isto porque, plantas submetidas as referidas concentrações
do produto atingiram conjuntamente um maior nível de matéria seca total alocada
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2a</a>), favorecendo a redução do índice de colheita (<a href = "#q1">Quadro 1</a>). A redução do
número de sementes por planta pode resultar na diminuição da massa seca da parte
comercial produzida por planta. Os menores valores desta variável podem ser relacionados
com a modificação na força do dreno, uma vez que, este atributo de crescimento estabelece
a relação entre matéria seca da parte comercial e matéria seca total da planta (Benincasa,
2003).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A superioridade da M1000
em plantas que foram submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub> em relação as que
não receberam aplicação demonstra que as sementes apresentaram superior qualidade
física, podendo apresentar, desta forma, melhor formação (Peske <i>et al</i>., 2012).
Sementes com maior M1000 evidenciam maior quantidade de assimilados e ajuste mais
elaborado do sistema de membranas celulares ao receberem quantidades adequadas de
oligossacarídeos da série rafinósica e de proteínas LEA, estando mais aptas ao processo
de secagem artificial. Estas sementes, dentro de certos limites, tendem a originar
plântulas mais vigorosas e com maior quantidade de massa seca (Bewley <i>et al</i>.,

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ao avaliar a qualidade
fisiológica e expressão do vigor das sementes produzidas pelo teste de comprimento
de plântulas verifica-se que houve diferenças significativas para comprimento da
parte aérea (C<sub>PA</sub>) raiz (C<sub>R</sub>) e massa seca de raiz (W<sub>R</sub>).
Para massa seca da parte aérea (W<sub>PA</sub>) não se constatou diferenças significativas
para as diferentes concentrações de GA<sub>3</sub> (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a19q2.jpg" target = "_blank"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O C<sub>PA</sub> foi superior quando as plantas não foram
submetidas à aplicação de GA<sub>3</sub> sem, no entanto, diferir estatisticamente
da concentração de 200 mg.L<sup>-1</sup>. Para o comprimento da raiz (C<sub>R</sub>)
o menor valor foi verificado na concentração de 50 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub>.
De maneira similar a C<sub>R </sub>, a W<sub>R </sub>foi menor na concentração de
50 mg.L<sup>-1</sup>, contudo, a maior W<sub>R</sub> foi constatada na concentração
de 100 mg.L<sup>-1</sup> de GA<sub>3</sub> (<a href = "#q2">Quadro 2</a>). O aumento da M1000 quando
se utilizou as diferentes concentrações de GA<sub>3</sub> não correspondeu à superior
alocação de matéria seca em plântulas, não colaborando para a superioridade em desempenho
de crescimento inicial.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De maneira
geral, este trabalho sugere uma opção a mais de tecnologia, que auxilie no aumento
da eficiência de colheita mecanizada, por aumentar a inserção da primeira vagem
nas doses de 100 e 200 mg.L<sup>-1</sup>. Também é um dos pioneiros na descrição
da aplicação exógena de GA<sub>3</sub> sobre as plantas e seus efeitos no crescimento
e qualidade das sementes produzidas. A aplicação exógena de ácido giberélico favoreceu
algumas das características de crescimento de plantas de feijão, entre elas, o índice
de área foliar, a área foliar específica, razão de área foliar, taxa de crescimento
de área foliar na concentração de 50 mg.L<sup>-1</sup>. O maior índice de área foliar
pode ter colaborado para a obtenção dos maiores valores de matéria seca total e
de taxa de produção de matéria seca, assim como, para a superior massa de mil sementes
na dose de 50 mg.L<sup>-1</sup>. Contudo, maiores concentração do produto, 100 e
200 mg.L<sup>-1</sup> resultou em efeitos negativos no número de sementes por planta
e no índice de colheita. Quando se trata de produção de sementes, a qualidade do
produto produzido é mais importante do que a quantidade sendo então o GA<sub>3</sub>
uma estratégica benéfica para a cultura do feijão.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O crescimento de plantas de feijão é modificado
de forma quantitativa e temporal pela aplicação exógena de GA<sub>3</sub>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A aplicação exógena de GA<sub>3</sub> pode ser
uma alternativa para produção de sementes de feijão de melhor qualidade pelo fato
de as mesma aumentarem a inserção da primeira vagem podendo facilitar a colheita
mecanizada. Neste sentido, doses entre 100 e 200 mg.L<sup>-1 </sup>de GA<sub>3 </sub>são
as mais indicadas para a cultura do feijão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de colheita é reduzido nas plantas ao elevar a concentração de
GA<sub>3</sub> até de 200 mg.L<sup>-1</sup>, contudo a massa de mil sementes é maior
em menores concentrações, o que revela que para esse caráter a melhor dose a ser
aplicado é de 50 mg.L<sup>-1 </sup>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>


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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.07.09</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.01.11</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.03.06</font></p>

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