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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17285</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desempenho de genótipos de feijão carioca no Cerrado Central do Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Performance of carioca bean genotypes in Central Savannah's Brazil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Mato Grosso  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The common bean is cultivated by small, medium and large producers in different regions of the world and times of cultivation, being the time of the drought (2nd harvest) more appreciated by the farmers. The objective of this study was to evaluate the performance and productivity of carioca beans in Cerrado of Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, Brazil. The study was conducted in two years, between February and May 2016 and 2017, in the experimental area of &#8203;&#8203;the Federal Institute of Education, Science and Technology of Mato Grosso - IFMT. The experimental design was in randomized blocks, with twenty treatments (genotypes) and three replications. Data were submitted to analysis of variance and the Scott-Knott mean test at 5% probability. For the vegetative characteristics plant height and stem diameter, when observed to the adaptation to the mechanical harvest (height > 40 cm) and absence of lodging, standard genotypes and the lines stand out. In terms of precocity, all genotypes are suitable for cultivation in the Central’s Brazil. The genotypes CNFC 15805, CNFC 15820, CNFC 15743, CNFC 15801 and CNFC 15853 showed higher yield potentials (above 460 kg ha-1) to the others (including the standard genotypes), whose yields were below 443 kg ha-1, which are statistically the same.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[leguminosa]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[melhoramento genético vegetal]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Phaseolus vulgaris]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[valor de cultivo e uso]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[genetic plant breeding]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Phaseolus vulgaris]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[cultivation value and use]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Desempenho de genótipos de feijão carioca no Cerrado Central do Brasil</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Performance of carioca bean genotypes in Central Savannah's Brazil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Rosivaldo Hiolanda</b><sup>1</sup>, <b>Diego Hahn Machado</b><sup>1</sup>,
<b>Wellington Junior Candido</b><sup>1</sup>, <b>Luís Cláudio de Faria</b><sup>2</sup> e <b>Flávio
Carlos Dalchiavon</b><sup>1,</sup>*</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Instituto Federal de Educação Ciência
e Tecnologia de Mato Grosso - Campus Campo Novo do Parecis, curso de Bacharelado
em Agronomia, MT 235, km 12, Zona Rural, CEP 78360-000 Campo Novo do Parecis, MT,
Brasil. </i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2 </sup>Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Embrapa Arroz e Feijão, Pesquisador
de Melhoramento do Feijoeiro-comum, Santo Antônio de Goiás, GO, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:flavio.dalchiavon@cnp.ifmt.edu.br">flavio.dalchiavon@cnp.ifmt.edu.br</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O feijão comum é cultivado por pequenos, médios
e grandes produtores em diferentes regiões do mundo e épocas de cultivo, sendo a
época da seca (2ª safra) a apreciada pelos agricultores. O objetivo do estudo foi
avaliar o desempenho e produtividade de feijão carioca nas condições de Cerrado
de Campo Novo do Parecis, Mato Grosso (Brasil). Foi realizado em dois anos, entre
os meses de fevereiro a maio de 2016 e 2017, na área experimental do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – IFMT. O delineamento experimental
foi em blocos casualizados, com vinte tratamentos (genótipos) e três repetições.
Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de média Scott-Knott
a 5% de probabilidade. Para as características vegetativas altura da planta e diâmetro
do caule, quando observada à adaptação à colheita mecânica (altura &gt; 40 cm) e
ausência de acamamento, tanto os genótipos padrão quanto as linhagens se destacam.
Em termos de precocidade, todos os genótipos são aptos ao cultivo na região Central
do Brasil. Os genótipos CNFC 15805, CNFC 15820, CNFC 15743, CNFC 15801 e CNFC 15853
apresentaram potenciais produtivos superiores (acima de 460 kg ha-1) aos demais
(inclusive aos genótipos padrão), cujas produtividades ficaram abaixo de 443 kg
ha<sup>-1</sup>, ainda que estatisticamente iguais.</font></p>



    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> leguminosa, melhoramento genético vegetal, <i>Phaseolus vulgaris</i>, valor de cultivo
e uso.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The common bean is cultivated by small, medium and large
producers in different regions of the world and times of cultivation, being the
time of the drought (2nd harvest) more appreciated by the farmers. The objective
of this study was to evaluate the performance and productivity of carioca beans
in Cerrado of Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, Brazil. The study was conducted
in two years, between February and May 2016 and 2017, in the experimental area of
&#8203;&#8203;the Federal Institute of Education, Science and Technology of Mato
Grosso - IFMT. The experimental design was in randomized blocks, with twenty treatments
(genotypes) and three replications. Data were submitted to analysis of variance
and the Scott-Knott mean test at 5% probability. For the vegetative characteristics
plant height and stem diameter, when observed to the adaptation to the mechanical
harvest (height &gt; 40 cm) and absence of lodging, standard genotypes and the lines
stand out. In terms of precocity, all genotypes are suitable for cultivation in
the Central’s Brazil. The genotypes CNFC 15805, CNFC 15820, CNFC 15743, CNFC 15801
and CNFC 15853 showed higher yield potentials (above 460 kg ha<sup>-1</sup>) to
the others (including the standard genotypes), whose yields were below 443 kg ha<sup>-1</sup>,
which are statistically the same.</font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> leguminous, genetic plant breeding,
<i>Phaseolus vulgaris</i>, cultivation value and use.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O feijão comum (<i>Phaseolus vulgaris </i>L.)
é uma leguminosa de grande importância agrícola e alimentar, sendo amplamente distribuído
em todo o território brasileiro, cultivado por pequenos, médios e grandes produtores
(Santos <i>et al</i>., 2015; Dalchiavon <i>et al</i>., 2016), destacando-se como
um produto agrícola de grande importância sócio-económica, devido principalmente
à mão-de-obra utilizada durante o ciclo da cultura e o número de cultivos anual
possíveis nas diversas regiões (Dalchiavon <i>et al</i>., 2011).</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">A produção varia de acordo com as condições edafoclimáticas
de cada região, sendo cultivado em diferentes épocas do ano (Bertoldo <i>et al</i>.,
2009; Dalchiavon <i>et al</i>., 2016). Na safra 2015/16, o estado de Mato Grosso
obteve as produtividades de 1.630 (1ª época; safra das águas), 1.589 (2ª época;
safra da seca) e 2.352 kg ha<sup>-1</sup> (3ª época; safra de inver­no), sendo esta
última com a aplicação de irrigação (CONAB, 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A sementeira da 2ª época em Mato Grosso ocorreu entre os
meses de janeiro a março, e a colheita é realizada entre março a julho, época de
baixos índices pluviométricos, o que contribuiu para a qualidade do produto. Porém,
o seu cultivo nem sempre trouxe resultados satisfatórios, principalmente quando
as condições pluviométricas não terem ocorrido de forma homogénea durante os estádios
de desenvolvimento da cultura, provocando abortamento de flores e vagens (Silva
<i>et al</i>., 2006), o que se refletiu na queda na produtividade de grãos. Logo,
torna-se necessária a adoção de sistema de irrigação para amenizar tais impactos
e além disso esta tecnologia apresenta outra grande vantagem devido a redução do
uso de produtos fitossanitários, pois a incidência de pragas e doenças foi menor,
quando comparada com a safra das águas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Existem diversos fatores que ocasionam perdas na produtividade do feijão,
principalmente as doenças, a adaptabilidade ao ambiente, excesso e falta de água
etc. Assim, todos os genótipos devem passar por testes em campos de produção em
diferentes regiões, procurando-se genótipos mais adaptados e que proporcionem melhor
desempenho produtivo para cada local. Desta forma os testes de Valor de Cultivo
e Uso (VCU) tornam-se de suma importância paraobter informações concretas sobre
cada genótipo, quanto ao seu desempenho vegetativo e reprodutivo, para que possam
ser seguramente recomendados para as regiões produtoras (Carneiro, 2006). </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adaptabilidade de genótipos de feijão comum,
específicos para cada região, traz uma série de benefícios ao agricultor, uma vez
que nem todas as cultivares respondem bem, em todas as regiões, em virtude das condições
ambientais locais, tais como a temperatura, humidade e principalmente o fotoperíodo,
que interferem no desenvolvimento da cultura, reduzindo de forma significativa a
sua produtividade. Assim, têm sido realizados estudos com o objetivo de auxiliar
na indi­cação de cultivares com alta capacidade produtiva, estabi­lidade e adaptabilidade
para diversas regiões do país (Melo <i>et al</i>., 2007; Pereira <i>et al</i>.,
2009).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Todas as culturas com o passar
dos anos tendem a diminuir a sua capacidade produtiva devido à presença de doenças,
pragas e práticas de manipulação inadequadas, tornando-se fundamental para tal estudos
de novos genótipos que, através do melhoramento genético possam substituir aqueles
que já não são tão viáveis ao cultivo em larga escala.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Atualmente, estão em desenvolvimento novos genótipos com características
de interesse. A região de Campo Novo do Parecis - MT tem apresentado diminuição
nas áreas de cultivo de feijão, de forma que pesquisas locais para obtenção de informações
técnicas referentes ao desempenho agronómico destes genótipos, dando suporte técnico
aos agricultores da região na escolha da melhor opção. Para tal, foi avaliado o
desempenho agronómico e a produtividade de grãos de genótipos de feijão carioca
na região de Campo Novo do Parecis – Mato Grosso (Brasil).</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo foi efetuado em dois anos, entre os meses
de fevereiro a maio de 2016 e 2017, na área experimental do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – IFMT, Campus Campo Novo dos Parecis
– MT, cujas coordenadas geográficas são latitude S 13°40’31’’, longitude O 57°53’31’’
e altitude média de 574 m.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
clima da região, segundo a classificação de Köppen, é do tipo A<sub>w</sub>, clima
tropical com seca no inverno e chuva no verão. A estação seca da região é bem definida
e ocorre entre os meses de maio a setembro e a chuvosa de outubro a abril (Dallacort
<i>et al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As médias
ocorridas durante o período experimental foram: 24,1; 31,6 e 19,5 ºC (2016) e de
24,0; 31,1 e 19,9 ºC (2017) para as temperaturas média, máxima e mínima, respectivamente,
assim como precipitações acumuladas de 447,6 (2016) e 603,4 mm para 2017 (<a href = "#f1">Figuras
1a,b</a>), o que atende perfeitamente à necessidade hídrica da cultura, que está entre
300 e 600 mm para o estado de Mato Grosso, regularmente distribuídos ao longo do
seu ciclo (Santos <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25f1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
solo da área experimental, segundo o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos
(Embrapa, 2013) e referido em Dalchiavon <i>et al</i>. (2015), é Latossolo Vermelho
distróférrico típico, com relevo suave ondulado e com boa drenagem.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental
utilizado foi em blocos casualizados (DBC), com 20 tratamentos (17 linhagens e três
genótipos de feijão carioca, tidos como padrão) com três repetições, totalizando
60 parcelas. Cada repetição teve como parcela, quatro linhas espaçadas de 0,45 m,
com 5 m de comprimento, totalizando 9,0 m².</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A área utilizada para a sementeira do feijão estava em repouso
na safra 2015/16 e com milheto na safra 2016/17 como planta de cobertura, que foi
dessecado 20 dias antes da sementeira do feijão. Na dessecação, utilizou-se glifosato
792,5 g kg<sup>-1</sup> (2,5 L p.c. ha<sup>-1</sup>) e posteriormente, visando o
controle de pragas (<i>Spodoptera frugiperda</i>,<i> Rhopalosiphum maidis </i>e<i>
Diabrotica speciosa</i>) presentes na cultura do milheto, foram aplicados os inseticidas
Metomil 215 g L<sup>-1</sup> (1,0 L p.c. ha<sup>-1</sup>), Acefato 750 g kg<sup>-1</sup>
(1,0 kg p.c. ha<sup>-1</sup>) e Teflubenzurom 150 g L<sup>-1</sup> (200 mL p.c.
ha<sup>-1</sup>), deixando a área apta à semeadura. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A demarcação das linhas de sementeira, bem como a adubação, foi
realizada com auxílio de um trator e uma semeadora-adubadora. Visando a prevenção
contra a larva alfinete (<i>Diabrotica speciosa</i>) e doença do solo (<i>Fusarium
oxysporum</i><i>),</i> foi realizado o tratamento de semente com Piraclostrobina
25 g L<sup>-1</sup>, Tiofanato Metílico 225 g L<sup>-1</sup> e Fipronil 250 g L<sup>-1</sup>
(200 mL p.c./100 kg de sementes), procedendo-se à sementeira manual, à profundidade
de 0,05 m, com uma população de 300.000 plantas ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na adubação de sementeira, realizada em 27 de fevereiro
de ambos os anos, baseada na análise química do solo e nas necessidades da cultura
(Souza e Lobato, 2004) foram utilizados 200 kg ha<sup>-1</sup> do formulado N-P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>-K<sub>2</sub>O
(10-30-20) + 30 kg ha<sup>-1</sup> de fosfato monoamónico ou MAP (10% de N e 46
a 50% de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>). Foram realizadas duas adubações de cobertura,
aos 30 e aos 45 dias após emergência (DAE), com 45 e 20 kg ha<sup>-1</sup> de azoto
(ureia), respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O controle
das plantas invasoras foi realizado mediante três aplicações, nomedamente aos 15,
30 e 45 DAE através da utilização dos herbicidas Fomesafem 250 g L<sup>-1</sup>
(1,0 L ha<sup>-1</sup>), Haloxifope-P-Metílico 240 g L<sup>-1</sup> (0,4 L ha<sup>-1</sup>). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o controlo de pragas (<i>Bemisia
tabaci</i>,<i> Diabrotica speciosa</i>,<i> Nezara viridula </i>e<i> Spodoptera frugiperda</i>)
foram realizadas cinco aplicações dos inseticidas, mediante o nível de dano económico:
Tiametoxam 250 g kg<sup>-1</sup> (250 mL p.c. ha<sup>-1</sup>), Beta-Ciflutrina
50 g L<sup>-1</sup> (100 mL p.c. ha<sup>-1</sup>), Acefato 750 g kg<sup>-1</sup>
(1 kg p.c. ha<sup>-1</sup>), Lambda-Cialotrina 50 g L<sup>-1</sup> (250
mL p.c. ha<sup>-1</sup>) e Clorpirifós 480 g L<sup>-1</sup> (1,5 L p.c. ha<sup>-1</sup>).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O controle de doenças (<i>Phaeoisariopsis griseola</i>
e<i> Uromyces appendiculatus</i>) foi realizado utilizando-se o fungicida Difeconazol
250 g L<sup>-1</sup> (300 mL p.c. ha-<sup>1</sup>), com aplicações aos 30, 45 e
60 dias após a semeadura (DAS).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As
características agronómicas avaliadas, em 10 plantas por parcela, foram: altura
da planta (<b>APL;</b> cm), medindo-se da base da planta até o final da guia, com
auxílio de uma trena milimétrica; diâmetro do caule (<b>DCA</b>; mm), medido com
paquímetro digital a 5 cm do nível do solo; dias para o florescimento inicial (<b>DFI</b>),
contado da sementeira até 50% das plantas se apresentarem floridas; dias para a
maturação fisiológica (<b>DMF</b>), contado da sementeira até a colheita; número
de vagens por planta (<b>NVP</b>), contagem em campo no momento da colheita; número
de grãos por vagem (<b>NGV</b>), determinado por meio da contagem dos grãos e de
vagens; e número de grãos por planta (<b>NGP</b>), obtido pelo produto entre o NVP
e NGV.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Avaliou-se ainda a massa de
cem grãos (<b>MCG</b>; g), pela contagem e pesagem (0,01 g) de uma amostra de 100
grãos em cada parcela da amostra e a produtividade de grãos (<b>PRG</b>; kg ha<sup>-1</sup>),
determinada nas duas linhas centrais de 4,0 m, eliminando-se 0,5 m das extremidades.
A colheita foi realizada manualmente, em 26 e 27 de maio de 2016 e 2017, respectivamente,
quando as plantas atingiram R<sub>9</sub> (maturidade fisiológica), seguida de secagem
natural e trilha mecânica (modelo Vencedora B-350), com posterior pesagem e correção
da humidade dos grãos (13% b.u.). Os dados foram submetidos à análise de variância
e teste de média Scott-Knott, ambos a 5% de probabilidade (Ferreira, 2011).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "#q1">Quadro
1</a> apresentam-se os dados referentes à análise de variância para as características
agronómicas de feijão carioca da segunda safra (médias de 2016 e 2017) em Campo
Novo do Parecis – MT, onde se verifica que apenas as variáveis número de grãos por
vagens (NGV), número de grãos por planta (NGP), massa de cem grãos (MCG) e produtividade
de grãos (PRG) não apresentaram significância estatística pelo teste F (p&gt;0,05).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A média geral (MG) e o coeficiente de variação (CV) para
a altura da planta (APL) foram de 53,2 cm e 15,4% (<a href = "#q1">Quadro 1</a>), respectivamente, assim
como os demais parâmetros estatísticos foram, respectivamente, de: 5,0 mm e 8,8%
para o diâmetro do caule (DCA), 38,8 e 0,2% para o florescimento inicial (DFI),
82,5 e 0,2% para a maturação fisiológica (DMF), 7,6 e 14,7% para o número de vagens
por planta (NVP), 3,3 e 12,4% para o número de grãos por vagens (NGV), 24,8 e 20,4%
para o número de grãos por planta (NGP), 23,5 g e 6,3% para a massa de cem grãos
(MCG) e 404,5 kg ha<sup>-1</sup> e 13,8% para a produtividade de grãos (PRG). Tais
CVs ficaram entre baixo (até 10%) e médio (entre 10 e 20%), segundo a magnitude
definida por Pimentel-Gomes e Garcia (2002). A variação deste parâmetro estatístico
ocorre em função das condições ambientais e das características agronómicas específicas
avaliadas para cada genótipo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
genótipos com os maiores valores (entre 52,2 e 64,9 cm) para a APL foram CNFC 15805,
Pérola, CNFC 16876, CNFC 15820, CNFC 16902, CNFC 16709, CNFC 15859, CNFC 15854,
ANFC9, BRS Estilo, CNFC 15743, CNFC 15801 e BRS FC402, diferindo estatisticamente
dos demais genótipos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Plantas com comprimento
da guia muito elevado podem interferir nas práticas de manipulação, pois estas têm
o hábito de enrolar-se nas plantas ao seu redor, fazendo com que ocorra o fechamento
dos corredores mais rapidamente, ao mesmo tempo em que essa é uma característica
desejável ao controle de plantas invasoras, pois reduz a incidência de luz e minimiza
o número de aplicações de herbicidas. Porém, devido às guias serem produtivas, ocorre
maior amassamento de vagens, o que não é desejável para o agricultor.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste sentido, genótipos que apresentam APL média
entre 40,0 e 55,0 cm são ideais para a colheita mecânica e tratos culturais, desde
que não acamem. Assim, percebe-se que 55% dos genótipos testados são ideais à colheita
mecânica. Entre os genótipos, o BRS Estilo e Pérola apresentaram a maior APL (55,6
e 54,5 cm), semelhante à de Morais <i>et al</i>. (2001), que avaliaram cultivares
de feijão sob diferentes espaçamentos em 2ª safra em Goiânia – GO (Brasil) e relataram
para o Pérola valor de 49,2 cm, assim como aos 51,2 cm (Pérola) observado no estudo
de Santos <i>et al</i>. (2013), no município de Alta Floresta – MT, para o cultivo
no período das águas. Por outro lado, Valério <i>et al</i>. (1999), avaliaram o
comportamento da cultivar Pérola, sob diferentes populações e espaçamentos de plantas
em Lavras - MG (2ª safra), e obtiveram APL de 37,0 cm.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o DCA, os genótipos CNFC 15713, IPR Bem-te-vi, BRS Estilo,
CNFC 15743, CNFC 15839 e CNFC 15854 apresentaram os maiores resultados (entre 5,2
e 5,7 mm), diferindo dos demais genótipos cujos valores ficaram entre 4,5 e 5,1
mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). O Pérola apresentou média de 4,6 mm, semelhante à obtida por Bertoldo
<i>et al</i>. (2015), que foi de 4,5 mm, mas superior à média (3,4 mm) de Vale <i>et
al</i>. (2012), o que denota a necessidade de testes dos materiais em diferentes
condições edafoclimáticas, tendo em vista a interação genótipo x ambiente.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O DCA é de grande importância para a arquitetura
da planta, de forma que caules mais espessos e rígidos proporcionam maior sustentação
e resistência à planta ao acamamento e menos vagens estarão em contato com o solo,
consequentemente, ocorrerão menos doenças via solo-planta, maior qualidade do produto
e menor perda na colheita (Vale <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os genótipos que levaram mais dias (40) para o florescimento
inicial (DFI) foram o BRS Estilo, CNFC 15743, CNFC 15859 e CNFC 15820 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>),
em contrapartida, o Pérola, CNFC 15805, CNFC 16876, CNFC 16902, CNFC 15826 e CNFC
15850 necessitaram menos dias (38) para florescerem. Por outro lado, para a maturação
fisiológica (DMF), verificou-se que os genótipos mais tardios foram o CNFC 15713,
CNFC 15801, BRS Estilo, CNFC 15839 e ANFC9, com total de 83,0 dias, enquanto que
os mais precoces foram CNFC 15850, CNFC 15854, CNFC 15820, CNFC 16876, Pérola e
CNFC 15805, com 82,0 dias. Apesar da pouca diferença entre os materiais, foi detectada
diferença estatística pelo teste Scott-Knott (p&lt;0,05). </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os genótipos IPR Bem-te-vi, CNFC 16876, CNFC 15820, CNFC
16902, CNFC 16709, CNFC 15854, CNFC 15826, CNFC 15839, CNFC 15743, CNFC 15801, CNFC
15713 e CNFC 15853 apresentaram o maior NVP, valores entre 7,5 e 10,0 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).
Estes valores diferiram da variação observada (entre 5,8 e 7,3) para os genótipos
Pérola, CNFC 15805, CNFC 15860, CNFC 15859, ANFC9, BRS Estilo, CNFC 15850 e BRS
FC402. Através de pesquisas realizadas por Correa <i>et al</i>. (2012) em Aquidauana
– MS (Brasil), ao avaliarem 13 genótipos de feijão comum de 2ª época, observaram
que o Pérola apresentou NVP de 26,6, valor superior ao obtido pelo mesmo genótipo
na presente pesquisa (5,8).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os genótipos
(<a href = "#q1">Quadros 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">2</a>) não apresentaram diferença estatística para NGV, em contrapartida
o Pérola obteve valor 3,1, valor inferior ao mencionado por Correa <i>et al</i>.
(2012), que foi de 5,2. Contudo, foi semelhante ao observado por Oliveira <i>et
al</i>. (2015) quando avaliaram feijoeiro de inverno irrigado em Cassilândia – MS
(Brasil) e relataram valor de 3,2. Mesmo com a utilização de irrigação, o valor
obtido pelos mencionados autores não foi satisfatório, sendo o baixo rendimento
atribuído a cultivares pouco produtivas, incidência de pragas e doenças.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A variável NGP não apresentou significância estatística
para os genótipos (<a href = "#q1">Quadros 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">2</a>). Contudo, o Pérola (padrão) apresentou valor de
20,2 para a característica em questão, diferindo do obtido por Oliveira <i>et al</i>.
(2015), que foi de 34,7 e de Bertoldo <i>et al</i>. (2015), com 32,7. O baixo NGP
pode ter sido ocasionado pelo estresse hídrico, o que proporciona menor viabilidade
das flores e ocorrência de abortamento de vagens durante o ciclo da cultura (Oliveira
<i>et al</i>., 2005; Guimarães <i>et al</i>., 2006; Ramalho <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a MCG, que não houve diferença
estatística entre os genótipos testados (<a href = "#q1">Quadros 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">2</a>), seus valores oscilaram
entre 21,7 (CNFC 16709) e 24,9 g (ANFC9). De qualquer forma, foram inferiores aos
mencionados (para o Pérola) por Correa <i>et al</i>. (2012), com 30,1 g, e por Oliveira
<i>et al</i>. (2015), com 30,3 g. Contudo, o baixo valor obtido neste estudo deve-se
ao stresse hídrico ocorrido na fase reprodutiva (R5 e R8), momento em que a planta
não tolera tal condição, assim como a temperaturas elevadas, que permaneceu acima
de 30 °C neste período (<a href = "#f1">Figura 1a, b</a>), haja vista que Dickson <i>et al</i>. (1989)
afirmaram que os maiores prejuízos ocorreram no subperíodo relacionado à reprodução
das plantas, uma vez que temperaturas variando entre 30 e 40 °C acarretam abortamento
de flores e botões florais, reduzindo o rendimento das lavouras.</font></p>

 
    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à PRG também não houve diferença estatística
entre os genótipos (<a href = "#q1">Quadros 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a25q2.jpg" target = "_blank">2</a>), porém os valores ficaram entre 330,7 (CNFC 15713)
e 588,5 kg ha<sup>-1</sup> (CNFC 15805), sendo valores considerados baixos, como
se percebe nos trabalhos de Correa <i>et al</i>. (2012), que descreveram PRG de
2084,2 kg ha<sup>-1</sup>, e de Santos <i>et al</i>. (2013), para o cultivo das
águas (ou seja, com total suprimento hídrico), com PRG de 1621,0 kg ha<sup>-1</sup>,
ambos para o Pérola, assim como inferior à média nacional de feijão 2ª safra (2015/16),
que foi de 964,0 kg ha<sup>-1</sup> (CONAB, 2015). Contudo, além das condições climáticas
desfavoráveis, a baixa produtividade ocorreu em função das altas infestações de
pragas (<i>Bemisia tabaci</i> e <i>Diabrotica speciosa</i>), o que acarretou em
morte de plantas, abortamento de flores e vagens. De acordo com Aguiar <i>et al</i>.
(2008), o stresse hídrico é a segunda causa para redução da produtividade de grãos,
superada apenas pela ocorrência de doenças.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No que se refere à distribuição irregular das chuvas, entre os meses de
abril e maio de 2016 e 2017 (<a href = "#f1">Figura 1a, b</a>), estas afetaram o enchimento dos grãos,
que ficaram, em grande parte, engelhados devido ao stresse hídrico, que reduziu
a fotossíntese, tornando escassa a disponibilidade de fotossintatos para o enchimento
das vagens, acarretando a queda das mesmas, o que também foi verificado por O`Toole
<i>et al</i>. (1977).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Salienta-se
ainda que as necessidades hídricas para o bom desenvolvimento da cultura é de 100
mm mensal, distribuídas de forma homogénea no decorrer do seu desenvolvimento, aliada
a temperaturas médias (18 a 30 °C), uma vez que a cultura apresenta sistema radicular
pouco desenvolvido, sendo sensível ao stresse hídrico e quando passa por determinadas
situações, em função do estádio fenológico em que a mesma se encontra, a sua capacidade
de recuperação torna-se muito lenta, acarretando a rendimentos produtivos muito
baixos (Back, 2001), facto que foi observado no presente estudo, uma vez que a precipitação
foi muito desuniforme (<a href = "#f1">Figuras 1a,b</a>), não atendendo às necessidades da cultura em
R5 (início do florescimento) e R8 (fase de enchimento de grãos), fases em que a
necessidade hídrica é maior, e quando não atendida, provoca o abortamento de flores
e vagens, refletindo-se no baixo desempenho produtivo das plantas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Adicionalmente, de acordo com Back (2001), trabalhos
demonstram que os défices hídricos por períodos de 14, 17 e 20 dias, durante as
fases da emergência e da floração, reduzem a produtividade de grãos em 20, 38 e
52%, respectivamente. Dado o exposto, verifica-se que as condições edafoclimáticas
nas quais o feijão é cultivado refletem-se diretamente no desempenho reprodutivo
do mesmo, de forma que a seca é o fator que mais contribui para o seu insucesso
(Guimarães <i>et al</i>., 2006; Ramalho <i>et al</i>., 2009), levando a uma baixa
produtividade de grãos (Oliveira <i>et al</i>., 2005), como foi observado no presente
estudo, sobretudo em 2016, quando abril foi praticamente seco, exceto no dia 14,
em que precipitaram 44 mm, após 15 dias sem chuvas em pleno período reprodutivo
da cultura, o que refletiu no baixo desempenho produtivo, tanto do mencionado ano
como na composição das médias dos dois anos. Da mesma forma, o mês de maio foi bem
seco, em ambos os anos (<a href = "#f1">Figuras 1a,b</a>), momento final do enchimento de grãos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para as
características vegetativas altura da planta e diâmetro do caule, quando observada
à adaptação à colheita mecânica (altura &gt; 40 cm) e ausência de acamamento, tanto
os genótipos padrão quanto as linhagens se destacam.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em termos de precocidade, todos os genótipos são aptos ao cultivo
no Cerrado Central do Brasil.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os
genótipos CNFC 15805, CNFC 15820, CNFC 15743, CNFC 15801 e CNFC 15853 apresentaram
potenciais produtivos superiores (acima de 460 kg ha<sup>-1</sup>) aos demais (inclusive
aos genótipos padrão), cujas produtividades ficaram abaixo de 443 kg ha<sup>-1</sup>,
ainda que estatisticamente iguais.</font></p>


    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aguiar, R.S.; Cirino, V.M.; Faria, R.T. e Vidal,
L.H.I. (2008) - Avaliação de linhagens promissoras de feijoeiro (<i>Phaseolus vulgaris</i>
L.) tolerantes ao déficit hídrico. <i>Ciências Agrárias</i>, vol. 29, n. 1, p. 1-14.
<a href = "http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688291&pid=S0871-018X201800030002500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Back, A.J. (2001) - Necessidade de irrigação da cultura de feijão no sul do estado
de Santa Catarina. <i>Revista de Tecnologia e Ambiente</i>, vol. 7, n. 1, p. 35-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688292&pid=S0871-018X201800030002500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertoldo, G.J.; Coimbra, M.M.L.J.; Gilcimar Vogt,
A.; Hemp, S.; Rocha, da F.; Stahelin, D. e Tavares, E. H. (2009) - Adaptabilidade
e estabilidade fenotípica para o caráter tempo de cocção do feijão preto. <i>Revista
Ceres</i>, vol. 56, n. 3, p. 315-321.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688294&pid=S0871-018X201800030002500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertoldo, G.J.; Pelisser, A.; Silva da P.R.; Favreto, R. e Oliveira de D.A.L.
(2015) - Alternativas na fertilização de feijão visando a reduzir a aplicação de
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de Novas Cultivares para o Agronegócio do Feijão</i>. Embrapa Soja. Documentos,
308.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688297&pid=S0871-018X201800030002500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CONAB (2015) - <i>Feijão</i>.
Acompanhamento de safra. Conjuntura Mensal, janeiro de 2015. 154 p. Brasília. Companhia
Nacional de Abastecimento [cit. 2016.08.24]. &lt;<a href = "http://www.conab.gov.br" target = "_blank">http://www.conab.gov.br</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688299&pid=S0871-018X201800030002500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Correa, M.A. e Gonçálves, C.M. (2012) - Divergência
genética em genótipos de feijão comum cultivados em Mato Grosso do Sul. <i>Revista
Ceres</i>, vol. 59, n. 2, p. 206-212. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000200009" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000200009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688301&pid=S0871-018X201800030002500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dalchiavon, F.C.; Carvalho, M.P.; Freddi, O.S.;
Andreotti, M. e Montanari, R. (2011) – Variabilidade espacial da produtividade do
feijoeiro correlacionada com atributos químicos de um Latossolo Vermelho Distroférrico
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Dallacort, R. e Souza, M.F.P. (2015) - Relationship between sunflower productivity
and soil´s chemical properties by geo-statistical techniques. <i>African Journal
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- Efeito de estresse salino em sementes de <i>Phaseolus vulgaris</i>. <i>Revista
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2013) - <i>Sistema brasileiro de classificação de solos</i>. Empresa
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Embrapa Produção de informação. 353 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688308&pid=S0871-018X201800030002500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, D.F. (2011) - Sisvar: a computer statistical analysis system. <i>Ciência
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e Ambiental</i>, vol. 10, n. 1, p. 70-75. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662006000100011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662006000100011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688311&pid=S0871-018X201800030002500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Melo, L.C.; Melo, P.G.S.; Faria, L.C.; Diaz, J.L.C.;
Del Peloso, M.J.; Rava, C.A. e Costa, J.G.C. (2007) - Interação com ambientes e
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J.B.; Fonseca Jr, N. da S. e Brasil, E.M. (2001) - Avaliação de cultivares de feijoeiro,
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(2005) - Condutância estomática como indicador de estresse hídrico em feijão. <i>Engenharia
Agrícola</i>, vol. 25, n. 1, p. 86-95. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162005000100010" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162005000100010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688315&pid=S0871-018X201800030002500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, I.B.; Mendonça, G.W.; Binotti, F.F.S.;
Ascoli, A.A. e Costa, E. (2015) - Fertilizante foliar em feijoeiro de inverno e
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pereira, H.S.; Melo, L.C.; Faria, L.C.; Del Peloso, M.J.; Costa,
J.G.C.; Rava, C.A. e Wendland, A. (2009) - Adaptabilidade e estabilidade de genótipos
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<i>Estatística aplicada a experimentos agronômicos e florestais</i>. Piracicaba:
FEALQ, 309 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688319&pid=S0871-018X201800030002500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ramalho, M.A.P.; Silva,
G.S. e Dias, L.A.S. (2009) - Genetic plant improvement and climate changes. <i>Crop
Breeding and Applied Biotechnology</i>, vol. 9, n. 2, p. 189-195.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688321&pid=S0871-018X201800030002500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

 
    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Santos, C.M. dos; Carvalho, M.A.C. de; Rodrigues,
M.; Noujain Filho, N. e Mendes, E.D.R. (2013) - Comportamento de genótipos de feijão
na época “das águas” no Norte de Mato Grosso. <i>Revista de Ciências Agro-Ambientais</i>,
vol. 11, n. 1, p. 17-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688323&pid=S0871-018X201800030002500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Santos,
F.A.S. e Lima de A.R. (2015) - Características produtivas de diferentes cultivares
de feijão no Município de Cáceres-MT. <i>Centro Científico Conhecer</i>, vol.11,
n. 21, p. 408-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688325&pid=S0871-018X201800030002500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, V.R.; Reichert,
J.M. e Reinert, D.J. (2006) - Variação na temperatura do solo em três sistemas de
manejo na cultura do feijão. <i>Revista Brasileira de Ciências do Solo</i>, vol.
30, n. 3, p. 391-399. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832006000300001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832006000300001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688327&pid=S0871-018X201800030002500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, D.M.G. e Lobato, E. (2004) - <i>Cerrado</i>:
correção do solo e adubação. 2 ed. Brasília: Embrapa Cerrados. 295 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688328&pid=S0871-018X201800030002500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Vale, M.N.; Barili, D.L.; Rozzeto, S.D.; Stinghin,
C.J.; Coimbra, M.L.J.; Guidolin, F.A. e Köop, M.M. (2012) - Avaliação para tolerância
ao estresse hídrico em feijão. <i>Revista Biotemas</i>, vol. 25, n. 3, p. 135-144.
<a href = "http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n3p135" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n3p135</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688330&pid=S0871-018X201800030002500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Valério, C.R.; Andrade, M.J.B. e Ferreira, D.F. (1999) - Comportamento
das cultivares de feijão aporé, carioca e pérola em diferentes populações de plantas
e espaçamentos entre linhas. <i>Ciência e Agrotecnologia</i>, vol. 23, n. 3, p.
515-528.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=688331&pid=S0871-018X201800030002500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ao Grupo de Pesquisa em Fitotecnia (GPF), do Instituto
Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - Campus Campo Novo do Parecis,
pelo suporte e auxílio na condução do trabalho e à Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa Arroz e Feijão - CNPAF), pelo apoio ao estudo.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.11.08</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.04.22</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.04.25</font></p>

     ]]></body><back>
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