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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18119</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos da adubação potássica e irrigação com águas salinas no crescimento de porta-enxerto de goiabeira]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of potassic fertilization and irrigated with saline water in growth of rootstock of guava]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to evaluate the effects of different irrigation water salinities on the growth of guava rootstock cv. Paluma fertilized with increasing doses of potassium, in an experiment conducted under greenhouse conditions of the CCTA / UFCG municipality of Pombal - PB. The experimental design was a randomized complete block design in a 5 x 4 factorial scheme, whose treatments resulted from the combination of five levels of electrical conductivity of the irrigation water (ECw = 0.3, 1.1, 1.9, 2.7 and 3.5 dS m-1) and four doses of potassium (70, 100, 130 and 160% K), the dose corresponding to 100% K corresponding to 726 mg K dm-3 substrate, with four replicates and two plants per plot, no border. The increase of salinity of the irrigation water reduces the growth of guava rootstock cv. Paluma, the most deleterious effects being at levels above 1.9 dS m-1; increasing doses of K up to 1161.6 mg K dm-3 substrate did not attenuate the harmful effects of the salts, nor did they exert any difference on the growth of most of the variables of guava rootstock cv. Paluma at 120 and 225 days after the emergency.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Psidium guajava L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[estresse salino]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[potássio]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[potassium]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Efeitos
da adubação potássica e irrigação com águas salinas no crescimento de porta-enxerto
de goiabeira</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Effects of potassic fertilization and irrigated
with saline water in growth of rootstock of guava</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Benedito F. Bonifácio</b><sup>1,*</sup>, <b>Reginaldo G. Nobre</b><sup>2</sup>, <b>Anielson
dos S. Sousa</b><sup>3</sup>, <b>Everaldo M. Gomes</b><sup>4</sup>, <b>Evandro M. da Silva</b><sup>5</sup>
e <b>Leandro de P. Sousa</b><sup>5</sup></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Empresa de Assistência Técnica
e Extensão Rural da Paraíba, Aparecida, Paraíba, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Universidade Federal Rural do Semiárido,
Caraúbas, Rio Grande do Norte, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Universidade Federal de Campina Grande, Pombal, Paraíba,
Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>4</sup> Instituto Federal da Paraíba, Sousa, Paraíba, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>5</sup> Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Campina Grande, Paraíba, Brasil</i></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:benedito_agronomo@hotmail.com">benedito_agronomo@hotmail.com</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Objetivou-se com este trabalho avaliar
os efeitos de distintas salinidades da água de irrigação sobre o crescimento de
porta-enxertos de goiabeira cv. Paluma adubada com doses crescentes de potássio,
em experimento conduzido sob condições de estufa do CCTA/UFCG município de Pombal
– PB. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema
fatorial 5 x 4, cujos tratamentos resultaram da combinação de cinco níveis de condutividade
elétrica da água de irrigação (CEa = 0,3; 1,1; 1,9; 2,7 e 3,5 dS m<sup>-1</sup>)
e quatro doses de potássio (70, 100, 130 e 160% de K) sendo a dose referente a 100%
de K correspondente a 726 mg de K dm<sup>-3</sup> de substrato, com quatro repetições
e duas plantas por parcela, sem bordadura. O aumento da salinidade da água de irrigação
reduz o crescimento de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma, sendo os efeitos mais
deletérios em níveis superiores a 1,9 dS m<sup>-1</sup>; doses crescentes de K até
1.161,6 mg de K dm<sup>-3</sup> de substrato não atenuaram os efeitos nocivos dos
sais, bem como, não exerceram diferença sobre o crescimento da maioria das variáveis
de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma aos 120 e 225 dias após a emergência.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b><i>Psidium guajava </i>L.;
estresse salino; potássio.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to evaluate
the effects of different irrigation water salinities on the growth of guava rootstock
cv. Paluma fertilized with increasing doses of potassium, in an experiment conducted
under greenhouse conditions of the CCTA / UFCG municipality of Pombal - PB. The
experimental design was a randomized complete block design in a 5 x 4 factorial
scheme, whose treatments resulted from the combination of five levels of electrical
conductivity of the irrigation water (ECw = 0.3, 1.1, 1.9, 2.7 and 3.5 dS m<sup>-1</sup>)
and four doses of potassium (70, 100, 130 and 160% K), the dose corresponding to
100% K corresponding to 726 mg K dm<sup>-3</sup> substrate, with four replicates
and two plants per plot, no border. The increase of salinity of the irrigation water
reduces the growth of guava rootstock cv. Paluma, the most deleterious effects being
at levels above 1.9 dS m<sup>-1</sup>; increasing doses of K up to 1161.6 mg K dm<sup>-3</sup>
substrate did not attenuate the harmful effects of the salts, nor did they exert
any difference on the growth of most of the variables of guava rootstock cv. Paluma
at 120 and 225 days after the emergency.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b><i>Psidium
guajava </i>L., salt stress, potassium.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A região semiárida do Brasil é caracterizada por apresentar
instabilidade climática e insuficiência hídrica, devido à alta taxa de evaporação
da região e irregularidades de precipitações, desta forma o sistema de produção
depende da irrigação. Segundo a classificação de Köppen, o clima da região de estudo
é classificado como BSh, semiárido quente, temperatura média de 28°C, precipitações
pluviométricas em torno de 750 mm ano<sup>-1</sup> e evaporação média anual de 2000
mm (Coelho e Soncin, 1982).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cerca
de 46,80% das fontes de águas (açudes, barragens e poços) existentes na região apresentam
salinidade entre 0,7 a 3,0 dS m<sup>-1</sup>, com grau de restrição para irrigação
de ligeiro a moderado (Morais <i>et al</i>., 1998). Assim, o uso destas águas está
condicionado à tolerância das culturas à salinidade e às práticas de manejo da irrigação
e adubação, que devem evitar impactos ambientais e prejuízos às culturas (Lima <i>et
al.,</i> 2015).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O excesso de sais
no solo reduz a disponibilidade de água para as plantas, devido a redução do potencial
osmótico na solução do solo, além de promover toxicidade específica e desequilíbrio
nutricional, induzindo modificações morfológicas, estruturais e metabólicas nas
plantas (Medeiros <i>et al.,</i> 2010), a ponto de afetar negativamente a qualidade
de mudas, crescimento e produção das culturas (Bezerra <i>et al., </i>2016). A goiabeira
é classificada como sensível à salinidade, sofrendo redução na produção quando a
condutividade elétrica da água de irrigação e do extrato de saturação do solo ultrapassam
0,8 e 1,2 dS m<sup>-</sup>¹, respectivamente (Távora <i>et al.,</i> 2001).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cultura da goiabeira apresenta viabilidade socioeconômica
no agronegócio brasileiro, contribuindo para a fixação do homem no campo e melhorando
a distribuição de renda regional, sendo amplamente cultivada em áreas irrigadas
no semiárido, situando-se entre as fruteiras de maior valor econômico para o Nordeste
do Brasil (Cavalcante <i>et al.,</i> 2010), especificamente, a cv. Paluma que é
a mais explorada pelos agricultores devido as características organolépticas dos
frutos garantirem a preferência dos variados consumidores nos mercados interno e
externo (Oliveira <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar de sua expressão socioeconômica e alimentar os estudos são incipientes
sobre o manejo de águas salinas associado a adubação com potássio na cultura da
goiabeira nas condições de cultivo do semiárido do Nordeste Brasileiro. Essa técnica
poderá se constituir em importante estratégia capaz de reduzir os efeitos do estresse
ocasionado pelas elevadas concentrações de sais, vez que o fornecimento de K em
concentração adequada, pode reduzir a relação Na/K nas folhas, promovendo o restabelecimento
do equilíbrio nutricional e mitigação dos efeitos tóxicos do íon Na<sup>+</sup>,
impondo maior tolerância das plantas à salinidade (Blanco <i>et al</i>., 2008).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além disso, o potássio promove o controle da turgidez
celular, ativação de enzimas envolvidas na respiração e fotossíntese, regulagem
dos processos de abertura e fechamento de estômatos, transporte de carboidratos
e transpiração (Davis <i>et al</i>., 1997), sob tudo sobre a cultura da goiabeira,
que tem o potássio como um dos macronutrientes mais exigidos (Franco <i>et al.,</i>
2007).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nesse contexto, objetivou-se
com o trabalho avaliar o crescimento de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma em
função da condutividade elétrica da água de irrigação e doses de potássio.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAIS E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi realizado em estufa do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar
da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Pombal - PB, no período de
março a dezembro de 2015, localizada pelas coordenadas geográficas de 6º47’03” S,
37º49’15” W e altitude de 193 m.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, com os tratamentos dispostos
em esquema fatorial 5 x 4, referente a cinco níveis de salinidade da água de irrigação
CEa de 0,3 (controle); 1,1; 1,9; 2,7 e 3,5 dS m<sup>-1</sup> e quatro doses de potássio
(70, 100, 130 e 160% de K, correspondente a 508,2; 726; 943,8 e 1.161,6 mg de K
dm<sup>-3</sup> de substrato, sendo cada parcela constituída por duas plantas, sem
bordadura, totalizando 80 parcelas experimentais. As doses de K utilizadas foram
baseadas na marcha de absorção deste macronutriente na fase de formação de mudas
de goiabeiras determinadas em hidroponia por Franco <i>et al</i>. (2007), sendo,
726 mg de K dm<sup>-3</sup> de substrato a dose correspondente a 100% da dose recomendada,
considerada como tratamento controle, para possibilitar avaliação da influência
de doses maiores ou menores de K em relação à dose recomendada na mitigação dos
efeitos da salinidade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Utilizou-se
o nível de salinidade da água de 0,3 dS m<sup>-1</sup> como tratamento controle
para o fator salinidade, devido água com este nível de condutividade elétrica ser
considerada sem restrições para irrigação da maioria das culturas (Ayers e Wescot,
1999) e, estar abaixo da salinidade limiar da água de irrigação para mudas de goiabeira,
que é de 0,8 dS m<sup>-1</sup> (Távora <i>et al</i>., 2001).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As águas de irrigação foram preparadas a partir da adição
de NaCl, CaCl<sub>2</sub>.2H<sub>2</sub>O e MgCl<sub>2</sub>.6H<sub>2</sub>O equivalente
a proporção 7:2:1, respectivamente, à água do tratamento controle (0,3 dS m<sup>-1</sup>),
proveniente do sistema de reservatório Coremas-Mãe d’Água que disponibiliza água
para irrigação de culturas na região do local de estudo. A quantidade de sais (Q)
foi determinada, baseando-se em Richards (1954), conforme Eq. 1.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Q (mg L<sup>-1</sup>) = 640 x CEa x %Sal          Eq. 1.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"> Em que: Q = quantidade de sais a ser aplicado;
CEa = Diferença entre condutividade elétrica da água que se deseja obter no tratamento
e condutividade elétrica da água de abastecimento (dS m<sup>-1</sup>); %Sal = percentagem
equivalente de cada sal (decimal).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os porta-enxertos foram produzidos utilizando-se como recipientes sacos plásticos
de polietileno, com capacidade de 1,23 dm<sup>-3</sup>. O substrato foi composto
de Neossolo Flúvico Eutrófico, areia fina e esterco bovino curtido na proporção
de 82, 15 e 3% respectivamente (Silva <i>et al</i>., 2015), cujas características
físico-químicas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), foram determinadas segundo metodologia de Claessen (1997).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Foi incorporado
100 mg de P dm<sup>-3</sup> de substrato, utilizando-se como fonte o superfosfato
simples triturado, conforme recomendações de Corrêa <i>et al</i>. (2003), para a
produção de mudas de goiabeira cv. Paluma.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Usou-se a cultivar Paluma por se tratar de um material genético adaptado
as condições edafoclimáticas do Nordeste brasileiro, ser uma das mais cultivadas
no Brasil, facilidade na obtenção das sementes, produtividade elevada, vigor, aptidão
para o consumo <i>in natura </i>e industrial (Dias <i>et al</i>., 2012), tolerância
a pragas e doenças, principalmente à ferrugem (<i>Austropuccinia psidii </i>Wint.)
(Manica <i>et al</i>., 2001).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As
sementes de goiabeira cv. Paluma utilizadas na formação dos porta-enxertos foram
obtidas em um pomar comercial no município de Aparecida/PB. Foram coletadas de frutos
que apresentavam maturação fisiológica, sanidade e tamanho homogêneo, em seguida,
realizou-se a despolpa, lavagem em água corrente e colocadas para secar a sombra
sob papel toalha durante 3 dias. As sementes foram semeadas de forma equidistantes,
na razão de quatro sementes por saco, a uma profundidade de 1,0 cm e, quando as
plantas apresentavam em média dois pares de folhas verdadeiras, foi realizado o
desbaste deixando-se a planta mais vigorosa por sacola.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O solo foi mantido com umidade próxima a capacidade de campo,
mediante balanço hídrico no substrato pela irrigação com água de baixo nível de
CEa (0,3 dS m<sup>-1</sup>), até o início da aplicação dos tratamentos (40 dias
após a emergência das plântulas – DAE). Os eventos de irrigação foram realizados
de forma manual e aconteceram no início da manhã (8h) e ao final da tarde (17h),
sendo o volume de água aplicada determinado pelo método da lisimetria de drenagem,
obtido pela diferença entre o volume aplicado e o volume drenado da irrigação anterior,
acrescido de uma fração de lixiviação de 0,15 (Bernardo <i>et al</i>., 2006), com
o intuito de reduzir a salinidade do extrato de saturação do substrato.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os sacos possuíam dois furos na base para permitir
a drenagem e, abaixo destes instalou-se garrafas plásticas para acompanhamento do
volume de água drenado e estimativa do consumo de água pela planta.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adubação potássica teve início aos 40 DAE, sendo
dividida em 24 aplicações em partes iguais, realizadas semanalmente. O fertilizante
utilizado como fonte de potássio foi o nitrato de potássio KNO<sub>3</sub> (14%
de N e 48% de K), com aplicações realizadas manualmente com auxílio de um copo graduado,
simulando fertirrigação com água de condutividade elétrica de 0,3 dS m<sup>-1</sup>,
individualmente em cada sacola.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Outrossim,
foram realizadas 24 adubações nitrogenadas, em intervalo semanal tendo como fonte
a uréia (45% de N), conforme recomendações de Dias <i>et al</i>. (2012) para porta-enxerto
de goiabeira propagados por estacas herbáceas, cuja dose foi de 773 mg de N dm<sup>-3</sup>
de substrato considerando o percentual de N (14%) fornecido pelo KNO<sub>3.</sub></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratos culturais consistiram de capinas manuais,
escarificação superficial do substrato para remoção de camadas compactadas e podas
de ramos laterais, vez que, não foram constatadas incidências de pragas e/ou doenças.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O crescimento de porta-enxerto de goiabeira cv.
‘Paluma’ foi avaliado aos 120 e 225 DAE, a partir do diâmetro caulinar, obtido a
uma altura de 3 cm do colo da planta; altura de planta, medindo-se a distância entre
o solo e o ponto de inserção do meristema apical; o  número de folhas, por contagem
de folhas que estavam com o limbo foliar totalmente aberto; área foliar,  determinada
medindo-se a nervura principal das folhas que apresentavam o limbo foliar totalmente
aberto, conforme recomendação de Lima <i>et al.</i>(2012), considerando a Eq. 2.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">AF = 0,3205&#8727;C<sup>2,0412</sup>       Eq. 2.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em que: AF = área foliar (cm<sup>2</sup>);
C = comprimento da nervura principal da folha (cm).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A taxa de crescimento absoluto (TCAAP) e taxa de crescimento
relativo (TCRAP) da altura de plantas foram determinadas no período de 60 – 225
DAE e a área foliar específica (AFE) mensurada aos 225 DAE, seguindo a metodologia
de Benincasa (2003), conforme as Eq. 3, Eq. 4 e Eq. 5.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">TCAap = (AP<sub>2</sub> &#8722; AP<sub>1</sub>) / (t<sub>2</sub>
&#8722; t<sub>1</sub>)               Eq. 3.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">TCRap = (lnAP<sub>2</sub> &#8722; lnAP<sub>1</sub>) / (t<sub>2</sub> &#8722;
t<sub>1</sub>)         Eq. 4.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">AFE
= AF/FSF                              Eq. 5.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em que: TCAap = taxa de crescimento absoluto da altura de planta (cm dia<sup>-1</sup>);
TCRap = Taxa de crescimento relativo da altura de planta (cm cm<sup>-1</sup> dia<sup>-1</sup>);
AP<sub>1</sub> = altura de planta (cm) no tempo t<sub>1</sub>; AP<sub>2</sub> =
altura de planta (cm) no tempo t<sub>2</sub>; ln = logaritmo natural.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">AFE = área foliar específica (cm<sup>2</sup> g<sup>-1</sup>);
AF = área foliar (cm<sup>2</sup>); FSF = fitomassa seca das folhas (g).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados obtidos foram submetidos a análise de
variância pelo teste ‘F’ e, nos casos de efeito significativo, realizou-se análise
de regressão polinomial linear e quadrática, utilizando-se do software estatístico
SISVAR (Ferreira, 2011).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pelos resultados das análises das variâncias (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11q2.jpg" target = "_blank">Quadro
2</a>), verifica-se que houve efeito significativo isolado (p &#8804; 0,05) dos níveis
de salinidade da água de irrigação sobre todas as variáveis de crescimento estudadas
aos 225 DAE, enquanto que no período de 120 DAE, a salinidade da água de irrigação
não afetou de maneira significativa (p &gt; 0,05) o crescimento dos porta-enxertos
de goiabeira. Em relação às doses de potássio, observa-se que ocorreu diferença
significativa (p &#8804; 0,05) para altura de plantas aos 120 e 225 DAE. Não houve
interação significativa (p &gt; 0,05) entre os fatores níveis salinos e doses de
potássio (S x DK) para nenhuma variável de crescimento.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A ausência de resposta
significativa à salinidade aos 120 DAE pode ser indicativo que até essa época as
plantas tiveram capacidade de se ajustarem osmoticamente, acumulando os íons Cl<sup>-</sup>
e Na<sup>+</sup> no vacúolo ou sintetizando solutos orgânicos, procurando manter
o equilíbrio osmótico (Munns <i>et al</i>., 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Também, vê-se no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, que as doses de K não exerceram diferença
significativa para maioria das variáveis de crescimento estudadas. A adubação potássica
nem sempre resulta em efeitos benéficos para o crescimento de mudas de goiabeira
Paluma, podendo proporcionar efeito não significativo com aumento das doses de K
conforme verificado por Dias <i>et al</i>. (2012), onde observaram que aumento na
dose de K até 1.452 mg dm<sup>-3</sup> de substrato não exerceu diferença significativa
sobre o crescimento, acúmulo de fitomassa, índice SPAD e índice de qualidade de
Dickson, aos 120 dias após a semeadura; apesar de se ter diagnosticado acúmulo de
potássio em raiz, caule e folhas, bem como eficiências de absorção e utilização
deste nutriente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A ausência de interação
significativa entre os fatores salinidades x doses de K (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>) pode estar relacionada
com o efeito não significativo do potássio sobre as variáveis de crescimento de
mudas de goiabeira cv. Paluma.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O
aumento da salinidade da água de irrigação exerceu efeito quadrático sobre a altura
das plantas do porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma aos 225 DAE e, conforme equação
de regressão verifica-se (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>) que o maior valor (86,01 cm) foi obtido quando
as plantas de goiabeira foram irrigadas com CEa até 1,8 dS m<sup>-1</sup> ocorrendo
em seguida, decréscimo desta variável, cujo o menor valor de 81,95 cm foi obtido
quando se utilizou água de salinidade 3,5 dSm<sup>-1</sup>. O aumento na AP até
a CEa de 1,8 dS m<sup>-1</sup> pode ter ocorrido devido a aclimatação das plantas
até este nível de salinidade, através do ajustamento osmótico, a seletividade na
absorção de íons pelas células, compartimentalização de Na<sup>+</sup> no vacúolo
ou a exportação de Na<sup>+</sup> para o espaço apoplástico (Munns <i>et al</i>.,
2006).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A redução na altura de planta
a partir da CEa de 1,8 dS m<sup>-1</sup> pode está relacionada à incapacidade das
plantas em realizar o ajuste osmótico, resultando em deficiência hídrica, em função
do efeito osmótico, que pode provocar alterações morfológicas e anatômicas nas plantas,
devido a diminuição da absorção de água (Oliveira <i>et al</i>., 2013). Sá <i>et
al.</i>(2016) estudando a tolerância de porta-enxertos de goiabeira a salinidade
verificaram que o aumento da salinidade restringe a germinação da goiabeira, o crescimento
e a acumulação de fitomassa e os efeitos são mais drásticos em níveis superiores
a 1,8 dS m<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O incremento
na dose de potássio proporcionou efeito quadrático sobre a altura de planta do porta-enxerto
de goiabeira na avaliação realizada aos 120 DAE, onde o valor máximo (45,87 cm)
foi obtido quando se utilizou a dose de 110% de K (798,6 mg K dm<sup>-3</sup>) resultado
que se aproxima ao de Franco <i>et al</i>. (2007), que determinou em hidroponia
a marcha de absorção de macronutrientes para mudas de goiabeiras, cujo maior valor
acumulado foi de 726 mg dm<sup>-3</sup>. No período de 225 DAE, a AP da goiabeira
diminuiu linearmente com o aumento das doses de potássio (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>), havendo redução
de 2,1% por aumento de 30% nas doses de K. Ao comparar a altura das plantas submetidas
à adubação com 160% de K nota-se redução de 6,42% (5,88 cm) em relação as cultivadas
com a menor dose de potássio (70% de K). Conforme Satti e Lopez (1994), o aumento
na dose de K, nem sempre resulta em efeitos benéficos para as plantas, podendo a
salinidade proveniente do fertilizante, provocada por altas concentrações de K aplicadas
ser, inclusive, mais prejudicial que a provocada por altas concentrações de sais
como o sódio e cloreto, o que pode ter ocorrido nesse estudo, principalmente, aos
225 DAE, devido o maior tempo de exposição das plantas ao estresse salino.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Verifica-se na <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>, efeito linear decrescente
sobre diâmetro do caule das plantas de porta-enxerto de goiabeira no período de
225 DAE em função do incremento na salinidade da água de irrigação, sendo a diminuição
de 2,83% por aumento unitário de CEa em relação ao tratamento controle (0,3 dS m<sup>-1</sup>).
Este declínio caracteriza o efeito negativo do potencial osmótico e hídrico sobre
o crescimento em diâmetro das plantas de goiabeira na fase de formação de porta-enxertos.
Souza <i>et al</i>. (2016),  ao estudarem a formação de porta-enxerto de goiabeira
‘Crioula’ sob irrigação com águas salinizadas (CEa: 0,3 dS m<sup>-1</sup> a 3,5
dS m<sup>-1</sup>) e adubação nitrogenada, observaram aos 190 DAE que a irrigação
com água de CEa 3,5 dS m<sup>-1</sup> provoca decréscimo de 13,28% em comparação
à salinidade da água de 0,3 dS m<sup>-1</sup>, expondo o impacto negativo da salinidade
sobre a produção de porta-enxerto, haja vista que o diâmetro do caule é uma importante
característica, pois seu maior valor proporciona vigor, robustez, resistência à
planta e maior facilidade de enxertia (Guimarães <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O número de folhas da goiabeira cv. Paluma decresceu
de forma linear com o aumento da salinidade da água de irrigação e, conforme estudo
de regressão (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11f3.jpg" target = "_blank">Figura 3A</a>) observa-se diminuição de 6,68% por aumento unitário da
CEa, a partir da salinidade da água de 0,3 dS m<sup>-1</sup>, aos 225 DAE. Em condições
de cultivos sob estresse salino é comum haver alterações morfológicas e anatômicas
nas folhas das plantas, de modo a reduzirem a transpiração como alternativa para
manter uma menor necessidade de absorção de água salina e manter maior conteúdo
de água nas plantas diante o efeito osmótico dos sais; uma dessas adaptações é a
redução do número de folhas (Oliveira <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A área foliar da goiabeira cv. Paluma foi afetada de maneira
significativa em função do aumento da condutividade elétrica da água de irrigação
aos 225 DAE, ajustando-se ao modelo de regressão quadrático (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11f3.jpg" target = "_blank">Figura 3B</a>), cujo maior
valor para a AF (456,56 cm<sup>2</sup>) foi alcançado no nível de CEa de 1,7 dS
m<sup>-1</sup>, decrescendo, em seguida, com o incremento da salinidade da água
de irrigação, onde obteve-se o menor valor nas plantas irrigadas com o maior nível
de CEa, ou seja, 3,5 dS m<sup>-1</sup> (254,35 cm<sup>2</sup>). A AF das plantas
cultivadas em ambiente salino é uma das variáveis mais afetadas, cujo aumento até
a CEa de 1,7 dS m<sup>-1</sup>, pode ter sido resultante de adaptação das plantas
à salinidade, à exemplo do ajustamento osmótico pelo acúmulo de solutos orgânicos
de baixo peso molecular no citoplasma das células, que auxiliaram na absorção de
água, resultando em maior crescimento e divisão celular, conforme já observado por
Silva <i>et al.</i> (2015) ao estudarem o aumento da salinidade na água de irrigação
em porta-enxertos de goiabeira cv. Paluma sob adubação nitrogenada aos 180 DAE.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O decréscimo na AF na CEa acima
de 1,7 dS m<sup>-1</sup>, possivelmente, decorre do acúmulo de sais nas folhas e
diminuição da pressão de turgência nas células pelo efeito osmótico, que compromete
a divisão e crescimento celular (Munns <i>et al</i>., 2006), e deve estar relacionada
com um dos mecanismos de adaptação da planta ao estresse salino, diminuindo a superfície
transpirante, mantendo um elevado potencial hídrico na planta pela diminuição da
transpiração (Oliveira <i>et al.</i>, 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme o resumo da análise de variância (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>) constata-se
o efeito significativo (p &#8804; 0,05) dos níveis salinos da água de irrigação
sobre a taxa de crescimento absoluto para a altura de plantas (TCAap) no período
de 60 a 225 DAE. Todavia, observa-se que as doses de potássio isoladas e a interação
entre os fatores (S x DK) não influenciaram de forma significativa (p &gt; 0,05)
nenhuma das variáveis estudadas; podendo estar atrelado à adaptação das plantas
à salinidade nestas épocas de avaliação, bem como, ao efeito não significativo das
doses de potássio sobre o crescimento de mudas de goiabeira Paluma, conforme evidenciado
anteriormente no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> para as demais variáveis de crescimento, exceto para altura
de plantas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com a <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a11f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>, a taxa de crescimento absoluto obteve melhor ajuste
dos dados em regressão quadrática pelo aumento da salinidade da água de irrigação
com o valor máximo da TCAap (0,37009 cm dia<sup>-1</sup>)  obtido no nível de CEa 
1,9 dS m<sup>-1</sup>, assim, a goiabeira cv. Paluma se caracteriza como moderadamente
tolerante a salinidade da água de irrigação (Sá <i>et al.</i>, 2016), podendo ter
havido seletividade no processo de absorção pelas células das raízes, carregamento
do xilema com K<sup>+</sup> em detrimento do Na<sup>+</sup> e,  minimização da translocação
dos íons Na<sup>+</sup> e Cl<sup>-</sup> para a parte aérea em crescimento (Munns
<i>et al</i>., 2006).    </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Contudo,
ressalta-se que a partir deste nível ocorreu diminuição nesta variável, alcançando
o menor valor quando se irrigou com o maior nível salino (3,5 dSm<sup>-1</sup>). 
A inibição do crescimento, observado através da TCAap, pode ter sido provocada pelo
excesso de sais do substrato, que segundo Nobre <i>et al</i>. (2014), plantas glicófitas,
como a goiabeira, quando expostas a concentrações de sais acima do nível limiar,
reduzem a absorção de água, a taxa de fotossíntese e, consequentemente, o seu crescimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"> O aumento da salinidade da água de irrigação
reduz o crescimento de porta-enxerto de goiabeira cv. Paluma, sendo os efeitos mais
deletérios em níveis superiores a 1,9 dS m<sup>-1</sup>;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Doses crescentes de K até 1.161,6 mg de K dm<sup>-3</sup>
de substrato não atenuaram os efeitos nocivos dos sais, bem como, não exerceram
diferença sobre o crescimento da maioria das variáveis de porta-enxerto de goiabeira
cv. Paluma aos 120 e 225 dias após a emergência.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ayers, R.S. &amp; Wescot,
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Estudos FAO, Irrigação e Drenagem, 29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690588&pid=S0871-018X201800040001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Benincasa, M.M.P. (2003) - <i>Análise de crescimento de plantas, noções básicas.</i>
2 ed. Jaboticabal: FUNEP, 41p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690590&pid=S0871-018X201800040001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bernardo,
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Viçosa: UFV, 625 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690592&pid=S0871-018X201800040001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bezerra, J.D.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Claessen, M.E.C. (Org.). (1997) - <i>Manual de métodos de análise de solo</i>.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690605&pid=S0871-018X201800040001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Franco, F.C.; Prado, R.M.; Brachirolli, L F. &amp; Rozane, D.E.
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.04.20</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.07.06</font></p>

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