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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18164</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produção de mudas de maracujazeiros amarelo e roxo irrigadas com águas salinas e uso de urina de vaca]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Production of yellow and purple passion fruit seedlings irrigated with salt water and use of cow urine]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the semi-arid region of Northeast of Brazil, the salinity of irrigation water is one of the factors that most interferes in the production of fruit tree seedlings, being necessary the search of alternatives to mitigate the effects of the salts in the plants. The objective of this work was to evaluate the growth and quality of seedlings of two cultivars of passion fruit (yellow and purple) under conditions of irrigation with saline waters, in substrate with and without the use of cow urine diluted in water. The experiment was conducted in a completely randomized experimental design, with treatments distributed in the 2 x 2 x 2 factorial arrangement, corresponding to two cultivars of passion fruit (yellow and purple), two levels of electrical conductivity of irrigation water (0.5 and 3.5 dS m-1) and in the presence or absence of cow's urine diluted in water (0.0% and 5.0%) and ten replicates. Seedling emergence rate index, height and shoot diameter of passion fruit seedlings, regardless of the yellow or purple species, were negatively affected by irrigation with high salinity water (3.5 dS m-1). Cow urine attenuated the negative effects of salts on purple passion fruit plants. The use of cow urine, applied via soil, increased the leaf area of yellow and purple passion fruit seedlings, regardless of water salinity. Yellow passion fruit seedlings presented better quality standards when produced with low salinity water, regardless of the use of cow urine. The quality indexes of purple passion fruit seedlings were adequate when using low salinity water and without cow urine and in treatments with more saline water and cow urine.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Passiflora spp.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[produção de mudas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[salinidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[adubação orgânica]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[seedling production]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[salinity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[organic fertilization]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Produção de mudas de maracujazeiros amarelo e roxo irrigadas com águas
salinas e uso de urina de vaca</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Production of yellow and purple passion fruit seedlings irrigated with salt water and use of cow
urine</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>José L. de O. Freire</b><sup>*</sup> e <b>Gislaine dos S. Nascimento</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba/ Campus Picuí.
Picuí, PB, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:prof.lucinio@gmail.com">prof.lucinio@gmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No semiárido do Nordeste do Brasil, a salinidade
da água de rega é um dos fatores que mais interfere na produção de mudas de frutíferas,
sendo necessária a busca de alternativas para mitigar os efeitos dos sais nas plantas.
Este trabalho teve como objetivo avaliar o crescimento e a qualidade de mudas de
duas cultivares de maracujazeiros (amarelo e roxo) sob condições de irrigação com
águas salinas, em substrato com e sem a utilização de urina de vaca diluída em água.
O experimento foi conduzido em delineamento experimental inteiramente casualizado,
com os tratamentos distribuídos no arranjo fatorial 2 x 2 x 2, correspondente a
duas cultivares de maracujazeiro (amarelo e roxo), dois níveis de condutividade
elétrica da água de irrigação (0,5 e 3,5 dS m<sup>-1</sup>) e na presença ou ausência
de urina de vaca diluída em água (0,0% e 5,0%) e dez repetições. O índice de velocidade
de emergência das plântulas, a altura e o diâmetro caulinar de mudas de maracujazeiro,
independentemente da espécie amarela ou roxa, foram afetados, negativamente, pela
irrigação com água de alta salinidade (3,5 dS m<sup>-1</sup>). A urina de vaca atenuou
os efeitos negativos dos sais sobre as plantas de maracujazeiro-roxo. O uso da urina
de vaca, aplicada via solo, aumentou a área foliar de mudas de maracujazeiro-amarelo
e roxo, independentemente da salinidade hídrica. As mudas de maracujazeiro-amarelo
apresentaram melhores padrões de qualidade quando produzidas com uso de água de
baixa salinidade, independentemente do uso de urina de vaca. Os índices de qualidade
das mudas de maracujazeiro-roxo foram adequados quando se utilizou água de baixa
salinidade e sem urina de vaca e nos tratamentos com água mais salina e urina de
vaca.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b><i>Passiflora
</i>spp., produção de mudas, salinidade, adubação orgânica.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">In the semi-arid region of Northeast
of Brazil, the salinity of irrigation water is one of the factors that most interferes
in the production of fruit tree seedlings, being necessary the search of alternatives
to mitigate the effects of the salts in the plants. The objective of this work was
to evaluate the growth and quality of seedlings of two cultivars of passion fruit
(yellow and purple) under conditions of irrigation with saline waters, in substrate
with and without the use of cow urine diluted in water. The experiment was conducted
in a completely randomized experimental design, with treatments distributed in the
2 x 2 x 2 factorial arrangement, corresponding to two cultivars of passion fruit
(yellow and purple), two levels of electrical conductivity of irrigation water (0.5
and 3.5 dS m<sup>-1</sup>) and in the presence or absence of cow's urine diluted
in water (0.0% and 5.0%) and ten replicates. Seedling emergence rate index, height
and shoot diameter of passion fruit seedlings, regardless of the yellow or purple
species, were negatively affected by irrigation with high salinity water (3.5 dS
m<sup>-1</sup>). Cow urine attenuated the negative effects of salts on purple passion
fruit plants. The use of cow urine, applied via soil, increased the leaf area of
yellow and purple passion fruit seedlings, regardless of water salinity. Yellow
passion fruit seedlings presented better quality standards when produced with low
salinity water, regardless of the use of cow urine. The quality indexes of purple
passion fruit seedlings were adequate when using low salinity water and without
cow urine and in treatments with more saline water and cow urine.</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b><i>Passiflora </i>spp.<i>, </i>seedling production, salinity, organic fertilization.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No Brasil,
o maracujazeiro (<i>Passiflora</i> spp.) é cultivado em quase todo o território,
principalmente na agricultura familiar, e possui grande expressão socioeconômica
(Meletti, 2011). Dentre as mais de 500 espécies existentes desta planta, o maracujazeiro-amarelo
(<i>Passiflora edulis </i>f. flavicarpa Degener) é o mais cultivado no país, seguido
do maracujazeiro-roxo (<i>P</i>.<i>edulis </i>Sims) (Crochemore <i>et al</i>.,
2003).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Por ser considerada uma planta
de ciclo curto, com início de produção entre os 6 e 9 meses após o plantio (Silva,
2012), com ciclo cultural em torno de dois anos, nas regiões produtoras do Estado
da Paraíba, esta cultura exige do produtor a renovação constante das áreas plantadas,
obrigando-o à produção ou aquisição de mudas de alta qualidade, no entanto, no semiárido
nordestino do Brasil, a escassez de água em quantidade e qualidade vem forçando
o uso, nos sistemas produtivos, de águas com excesso de sais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na produção de mudas de maracujazeiro, como em outras glicófitas,
o excesso de sais na água de irrigação traz severas consequências à germinação,
emergência e crescimento inicial, resultantes da ação depressiva dos sais sobre
os mecanismos fisiológicos e bioquímicos das plantas (Dias <i>et al</i>., 2013).
As sementes e as raízes das plantas absorvem menos água por terem menor capacidade
de ajustamento osmótico (Hasegawa &amp; Bressan, 2000), e sofrem os efeitos de toxicidade
iônica, desequilíbrio nutricional, ou ambos, pelo acúmulo de íons em excesso nos
tecidos vegetais (Flowers, 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Muitas pesquisas já demonstraram que substâncias provenientes de produtos orgânicos,
como substâncias húmicas e fenóis, podem reduzir os efeitos deletérios dos sais
às plantas (Liang <i>et al</i>., 2005; Aidyn <i>et al</i>., 2012; Nunes <i>et al</i>.,
2018), elevando a capacidade das plantas a se ajustarem às elevadas concentrações
de sais contidos no solo. Dentre os elementos minerais presentes nessas sustâncias,
o potássio é tido como contribuinte para que estes efeitos fisiológicos ocorram,
já que, entre as funções do potássio na planta está a ativação enzimática nos processos
de respiração e fotossíntese e a regulação osmótica, assim como na manutenção de
água na planta por meio do controle de fechamento e abertura dos estômatos, essenciais
às plantas para realizar funções vitais sob estresse salino (Marschner, 2012; Taiz
&amp; Zeiger, 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ante a inexistência
de pesquisas do uso de urina de vaca como provável redutora das ações dos sais em
plantas, em razão da mesma conter potássio em sua composição, e sabendo-se que nos
sistemas produtivos de mudas de maracujazeiro no semiárido nordestino brasileiro
a utilização de águas com teores salinos elevados é inevitável, é que se propôs
esse trabalho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com isto, este trabalho
objetivou avaliar componentes do crescimento e a qualidade de mudas de duas cultivares
de maracujazeiros (amarelo e roxo) sob condições de salinidade hídrica, em substrato
com e sem a utilização de urina de vaca diluída em água.</font></p>



    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A pesquisa foi conduzida,
entre os meses de outubro e dezembro de 2017, em viveiro com cobertura plástica
com polietileno de alta densidade e cortinas laterais de tela branca com 50% sombreamento,
no Setor de Produção Vegetal da Coordenação de Agroecologia do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, Campus Picuí (6<sup>o</sup> 33’ 18”
de latitude Sul e 36<sup>o</sup> 20’ 56” de longitude Oeste).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi conduzido em delineamento experimental
inteiramente casualizado, com os tratamentos distribuídos no arranjo fatorial 2
x 2 x 2, correspondente a duas cultivares de maracujazeiro (amarelo e roxo), dois
níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (0,5 e 3,5 dS m<sup>-1</sup>)
e duas concentrações de urina de vaca diluída em água (0,0% e 5,0%) e dez repetições.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O substrato constou de uma mistura
de três partes dos primeiros 20 cm de um Neossolo Regolítico (EMBRAPA, 2013) e uma
parte de esterco bovino curtido, ambos, coletados no sítio Minador, município de
Picuí. O substrato foi submetido à análise para determinação de seus atributos químicos
quanto à fertilidade, obedecendo aos critérios estabelecidos por Teixeira <i>et
al.</i> (2017), cujos resultados analíticos encontram-se expressos no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A urina utilizada foi coletada de
vacas em lactação, de rebanho leiteiro, sendo armazenada em galões plásticos devidamente
desinfetados e mantidos lacrados por um período de quatro dias, antes da primeira
aplicação, para degradação dos microrganismos (Freire <i>et al</i>., 2017), com
análises químicas determinadas conforme procedimentos metodológicos compilados pela
Embrapa (2009), conforme expressos no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os níveis
de condutividade elétrica das águas de irrigação (CEa) foram obtidos com auxílio
de condutivímetro digital, através da diluição de água de poço artesiano, fortemente
salina (CEai = 11,9 dS m<sup>-1</sup>) e água de baixa salinidade (CEai = 0,05 dS
m<sup>-1</sup>), conforme procedimentos metodológicos sugerido por Freire <i>et
al</i>. (2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas de maracujazeiros
(amarelo e roxo) foram produzidas em tubetes (280 cm<sup>3</sup>), com utilização
de duas sementes por recipiente e desbaste realizado cerca de oito dias após a emergência.
As irrigações foram efetuadas com frequência média de dois dias, A adubação em cobertura
com urina de vaca foi realizada a cada sete dias e na dosagem de 70 mL por aplicação.
Para equalizar o fornecimento hídrico com os tratamentos sem a urina de vaca, concomitantemente,
foram adicionados nestes, 70 mL de água da mesma condutividade elétrica do tratamento.
Do início ao final do experimento foram realizadas oito aplicações de urina de vaca.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As observações de emergência das plântulas de
maracujazeiros foram efetuadas desde o início do experimento, estendendo-se até
os 26 dias após a semeadura (DAS), quando ocorreu a estabilização, com avaliações
feitas mediante procedimentos metodológicos de Maguire (1962), através da relação
entre o número de plântulas emergidas e o número de dias que levaram para emergir,
conforme equação 1:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">IVE = N1/D1+N2/D2 +... + Nn/Dn                                                                     [1]</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">onde: IVE = índice de velocidade
de emergência (adimensional); N = número de plântulas verificadas no dia da contagem;
D = números de dias após a semeadura em que foi realizada a contagem.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Ao final do experimento (63 DAS), procederam-se
as avaliações da altura das plantas (cm) — com auxílio de régua graduada, do coleto
até à inserção da folha central — e o diâmetro do caule (mm) — mensurado com o auxílio
de um paquímetro digital, modelo Stainless Hardened<sup>®</sup>, a 1,0 cm da base
do coleto da planta.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A área foliar
foi estimada conforme Moraes <i>et al</i>. (2013), utilizando-se o método do papel
milimetrado, onde foram desenhadas 40 folhas, de cada cultivar, para a obtenção
do fator de correção médio, sendo calculada pelo produto do comprimento do limbo
foliar (C), a maior largura (L) e o fator de correção (FC), conforme evidenciado
na equação 2:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">AF = C x L x FC                                                                                                  [2]</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a obtenção de todos esses
dados, foi feito a partição das partes vegetativas das plantas, as quais, após a
assepsia em água destilada, foram postas a secar em estufa de ventilação forçada
(65 <sup>o</sup>C), por um período de 72 horas, para a obtenção da fitomassa seca
total, quantificada através do somatório de todas as partes da planta (raiz, caule
e folhas) a serem usados na estimação do índice de qualidade de Dickson.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para avaliar a qualidade de mudas, utilizou-se
a metodologia sugerida por Dickson <i>et al</i>. (1960), calculada através da equação
3.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">IQD = FMST/(RAD + PAR)                                                                              [3]</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">sendo: IQD = índice de qualidade
de Dickson; FMST = fitomassa seca total, expressa em g planta<sup>-1</sup>; RAD
= relação altura/diâmetro caulinar; PAR = relação da fitomassa seca da parte aérea
e fitomassa seca da raiz, expressas em g planta<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados foram interpretados por meio da análise de variância,
processados utilizando o software estatístico SISVAR 5.6<sup>®</sup>, com comparações
de médias feitas pelo teste F aos níveis de 1% e 5% de probabilidade (Ferreira,
2014).</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A velocidade de emergência das plântulas do maracujazeiro-amarelo
foi superior em 22,2% à da cultivar roxa, com valores respectivos de 0,11 e 0,09
plântulas dia<sup>-1</sup> (<a href = "#f1">Figura 1A</a>), o que indica uma maior dormência das sementes
do maracujazeiro-roxo.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12f1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"> O aumento da condutividade
elétrica da água de irrigação reduziu em 10,0% o índice de velocidade de emergência
(IVE) das plântulas, quando comparado com uso de água menor teor salino. Os valores
médios de IVE verificados foram de 0,09 (alta salinidade) e 0,10 plântulas dia<sup>-1</sup>
(baixa salinidade), conforme a <a href = "#f1">Figura 1B</a>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para Tester e Davenport (2003), Marcos Filho (2005) e Taiz e Zeiger (2013),
a maior quantidade de sais interfere no potencial hídrico do substrato, reduzindo
o gradiente de potencial entre este e a superfície das sementes, restringindo a
sua captação de água. Com isso, o potencial osmótico da solução pode ficar inferior
ao das células embrionárias da semente, inviabilizando os eventos bioquímicos relacionados
à sua germinação, e consequentemente da emergência das plântulas, o que reduz o
índice de velocidade de emergência de plântulas do maracujazeiro. Ademais, para
que a germinação ocorra, ela depende da presença de um nível ideal de hidratação
dos tecidos, que possibilite a ativação dos processos metabólicos que culminam no
desenvolvimento do eixo embrionário, o que é reduzida sob condições de maior salinidade.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nos tratamentos com urina de vaca, conforme se
percebe na <a href = "#f1">Figura 1C</a>, o IVE das plântulas foi superior ao observado no tratamento
sem efluente orgânico, com valores respectivos de 0,10 e 0,09 plântulas dia<sup>-1</sup>.
Possivelmente, o melhor desempenho na emergência das plântulas nos tratamentos com
urina de vaca sejam consequência da ação dos nutrientes existentes em sua composição
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Independentemente do
teor salino da água de irrigação e do uso da urina de vaca, as mudas de maracujazeiro-amarelo
apresentaram alturas médias superiores às do maracujazeiro-roxo, mais expressivamente
nos tratamentos com água de baixa salinidade e com urina de vaca (62,8%), conforme
<a href = "#f2">Figura 2</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12f2.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em ambas as cultivares, nos tratamentos sem urina
de vaca, aumento da salinidade da água de irrigação não exerceu efeitos deletérios
nas alturas das plantas, com valores de 18,9 cm e 19,3 cm (maracujazeiro-amarelo)
e 13,5 cm 11,2 cm (maracujazeiro-roxo). Esses resultados discordam da avaliação
de dois genótipos de maracujazeiro-amarelo feita por Bezerra <i>et al</i>. (2016)
que atestaram que o aumento do teor de sais na água de irrigação reduziu a altura
das mudas à razão de 0,14 cm a cada aumento unitário da condutividade elétrica hídrica.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diferentemente, com a aplicação semanal de urina
de vaca diluída em água somente as alturas médias das mudas de maracujazeiro-amarelo
foram afetadas com a irrigação com água de maior teor salino, com redução de 18,5%
dessa variável. Possivelmente, o teor salino da urina de vaca (5,6 dS m<sup>-1</sup>)
contribuiu para elevar a salinidade do substrato, reduzindo o crescimento das mudas
nessas condições. Para Freire <i>et al</i>. (2017), de uma forma geral, as glicófitas,
apresentam redução de crescimento quando submetidas às condições de estresse salino,
sendo as frutíferas, uma das culturas mais afetadas.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os diâmetros caulinares das mudas de ambas as cultivares de maracujazeiro
sofreram os efeitos deletérios dos sais, apresentando valores médios reduzidos de
3,3 a 3,1 mm (maracujazeiro-amarelo) e de 3,3 a 2,9 mm (maracujazeiro-roxo), conforme
<a href = "#f3">Figura 3</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12f3.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Essa redução no diâmetro caulinar corrobora as
afirmações de Taiz e Zeiger (2013) que os efeitos tóxicos da quantidade excessiva
de Na<sup>+</sup> e Cl<sup>-</sup> que é absorvida pelas plantas, em condições de
ambiente com sais, inibindo os processos fotossintéticos da plantas, pois esses
elementos se acumulam no protoplasma, afetando o metabolismo do carbono, como a
fosforilação e reduzindo, consequentemente, atributos de crescimento das plantas,
principalmente nas mais jovens.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com
exceção do observado nas mudas de maracujazeiro-amarelo irrigadas com água de alta
salinidade, a adubação com urina de vaca favoreceu o incremento da área foliar,
de forma mais expressiva nas plantas de maracujazeiro-amarelo irrigadas com água
de baixa salinidade, com a variável sendo elevada de 256,2 a 326,9 cm<sup>2</sup>
(27,6%) (<a href = "#f4">Figura 4</a>). A resposta positiva do uso da urina de vaca, pautando-se em
Gadelha<i> et al</i>. (2003) e Freire <i>et al</i>. (2017), possivelmente sejam
decorrentes da ação da auxina (ácido indolacético) e do nitrogênio nela contido.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12f4.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em comparação com plantas irrigadas com água de 0,5 dS m<sup>-1</sup>,
a elevação da salinidade da água a 3,5 dS m<sup>-1</sup> reduziu a área foliar do
maracujazeiro-amarelo de 326,9 a 281,6 cm<sup>2</sup> (com urina de vaca) e, nas
mudas de maracujazeiro-roxo, de 254,7 a 226,8 cm<sup>2</sup> (sem urina de vaca). 
Isso decorre, de acordo com Khalid e Silva (2010) e Taiz e Zeiger (2013), por causa
da redução da turgescência, diminuindo a expansão foliar, decorrente da deposição
de sais solúveis, como o Na<sup>+</sup> e o Cl<sup>-1</sup>, na zona radicular das
plantas. Ademais, Lucena (2009) assevera que a influência negativa dos sais deve-se,
principalmente, ao acúmulo de íons de cloreto nas folhas, que propiciam desordens
fisiológicas e, consequentemente, redução da área foliar e das taxas fotossintéticas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com exceção da redução observada no tratamento
com urina de vaca em mudas de maracujazeiro-roxo (<a href = "#f5">Figura 5</a>), independentemente da
cultivar e da concentração do insumo, a elevação da salinidade hídrica da água de
irrigação reduziu o índice de qualidade (IQD) das mudas, mais acentuadamente, de
0,28 a 0,09, no maracujazeiro-amarelo sem o uso da urina de vaca (67,9%). A aplicação
de urina de vaca elevou de 0,09 a 0,19 o índice de qualidade de Dickson (IQD) das
mudas de maracujazeiro-roxo irrigadas com água de alta salinidade, provavelmente,
para estas condições, em razão dos efeitos benéficos do potássio nela contido.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f5"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a12f5.jpg" target = "_blank"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nesta pesquisa, as mudas de maracujazeiro-amarelo irrigadas com
água de baixo teor salino, sem e com aplicação de urina (IQD = 0,20), e as de maracujazeiro-roxo,
nas mesmas condições de irrigação e sem a aplicação de urina de vaca (IQD = 0,28),
apresentaram melhor qualidade. De acordo com Hunt (1990), para que uma muda tenha
um padrão de qualidade aceitável o IQD mínimo é de 0,20.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maracujazeiro-amarelo apresentou índice de velocidade de emergência superior
ao maracujazeiro-roxo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de
velocidade emergência das plântulas, a altura e o diâmetro caulinar de mudas de
maracujazeiro, independentemente da espécie amarela ou roxa, foram afetados, negativamente,
pela irrigação com água de alta salinidade (3,5 dS m<sup>-1</sup>).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A urina de vaca atenuou os efeitos negativos dos
sais sobre as plantas de maracujazeiro-roxo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso da urina de vaca, aplicada via solo, aumentou a área foliar de mudas
de maracujazeiro-amarelo e roxo, independentemente da salinidade hídrica.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A irrigação com água de alta salinidade e a aplicação
de urina de vaca a 5,0% reduziu no maracujazeiro-amarelo, e elevou, no maracujazeiro-roxo,
o índice de qualidade de Dickson das mudas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas de maracujazeiro-amarelo apresentaram melhores padrões de qualidade
quando produzidas com uso de água de baixa salinidade, independentemente do uso
de urina de vaca.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os índices de qualidade
das mudas de maracujazeiro-roxo foram adequados quando se utilizou água de baixa
salinidade e sem urina de vaca e nos tratamentos com água mais salina e urina de
vaca.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aidyn, A.; Kant, C. &amp; Turan, M. (2012) - Humic
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L.) plants decreasing membrane leakage.<i>African Journal of Agricultural Research</i>,
vol. 7, n. 7, p. 1073-1086. <a href = "https://doi.org/10.5897/AJAR10.274" target = "_blank">https://doi.org/10.5897/AJAR10.274</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690741&pid=S0871-018X201800040001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bezerra, J.D.; Pereira, W.E.; Silva, J.M. &amp; Raposo,
R.W.C. (2016) - Crescimento de dois genótipos de maracujazeiro-amarelo sob condições
de salinidade.<i>Revista Ceres</i>, vol. 63 n. 4, p. 502-508. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0034-737X201663040010" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0034-737X201663040010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690742&pid=S0871-018X201800040001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Crochemore, M.L.; Molinari, H.B.
&amp; Stenzel, N.M.C. (2003) - Caracterização agromorfológica do maracujazeiro (<i>Passiflora
</i>spp.).<i>Revista Brasileira de Fruticultura</i>, vol. 25, n. 1, p. 5-10. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452003000100004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452003000100004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690743&pid=S0871-018X201800040001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dias, T.J.; Cavalcante, L.F.;
Pereira, W.E.; Freire, J.L.O. &amp; Souto, A.G.L. (2013) - Irrigação com água salina
em solo com biofertilizante bovino no crescimento do maracujazeiro amarelo.<i>Semina:
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dickson, A.; Leaf, A.L. &amp; Hosner, J.F. (1960) - Quality appraisal
of white spruce and white pine seedling stock in nurseries.<i> The Forestry Chronicle</i>,
vol. 36, n. 1, p. 10-13. <a href = "https://doi.org/10.5558/tfc36010-1" target = "_blank">https://doi.org/10.5558/tfc36010-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690746&pid=S0871-018X201800040001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2009) - <i>Manual de análises químicas de solos,
plantas e fertilizantes</i>. 2 ed. Rio de Janeiro: Embrapa, 627 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690747&pid=S0871-018X201800040001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2013) - <i>Sistema Brasileiro de Classificação
de Solos</i>. 2 ed. Rio de janeiro, Centro Nacional de Pesquisa de Solos/Embrapa
Solos, 381 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690749&pid=S0871-018X201800040001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, D.F. (2014)
- Sisvar: a guide for its bootstrap procedures in multiple comparisons.<i>Revista
Ciência e Agrotecnologia,</i> vol. 38, n. 2, p. 109-112. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542014000200001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542014000200001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690751&pid=S0871-018X201800040001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Flowers, T.J. (2004) - Improving crop salt tolerance.
<i>Journal of Experimental Botany</i>, vol. 55, n. 396, p. 307-319. <a href = "https://doi.org/10.1093/jxb/erh003" target = "_blank">https://doi.org/10.1093/jxb/erh003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690752&pid=S0871-018X201800040001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Freire, J.L.O.; Cavalcante L.F.; Dias, T.J.; Dantas,
M.M.M.; Macedo, L.P.M. &amp; Azevedo, T.A.O. (2015) - Teores de micronutrientes
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J.A. &amp; Rios, C.R. (2017) - Desempenho fitotécnico e teores clorofilianos de
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no Seridó paraibano.<i>Agropecuária Científica no Semiárido</i>, vol. 12, n. 3,
p. 258-267.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690754&pid=S0871-018X201800040001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gadelha, R.S.S.; Celestino,
R.C.A. &amp; Shimoya, A. (2003) -Efeito da urina de vaca na produção da alface.
<i>Pesquisa Agropecuária &amp; Desenvolvimento Sustentável</i>, vol. 1, p. 179-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690756&pid=S0871-018X201800040001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hasegawa, P.M. &amp; Bressan, R.A.
(2000) - Plant cellular and molecular responses to high salinity.<i>Annual Review
of Plant Physiology and Plant Molecular Biology</i>, vol. 51, p. 463-499. <a href = "https://doi.org/10.1146/annurev.arplant.51.1.463" target = "_blank">https://doi.org/10.1146/annurev.arplant.51.1.463</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690758&pid=S0871-018X201800040001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hunt, G.A. (1990) - Effect of styroblock design
and cooper treatment on morphology of conifer seedlings.<i> In: Target Seedling
Symposium, Meeting of the Western Forest Nursery Associations, General Technical
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Forest Service, p. 218-222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690759&pid=S0871-018X201800040001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Khalid,
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W. &amp; Jiang, Y. (2005) - Organic manure stimulates biological activity barley
growth in soil subject to secondary salinization.<i>Soil Biology and Biochemistry</i>,
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Dissertação de Mestrado. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa. 128 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690763&pid=S0871-018X201800040001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Maguire, J.D. (1962) - Speed germination-aid in
selection and evaluation for seedling emergence and vigor.<i>Crop Science</i>,
vol. 2, p. 176-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690765&pid=S0871-018X201800040001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marcos Filho,
J.  (2005) - <i>Fisiologia de sementes de plantas cultivadas</i>. Piracicaba, FEALQ,
495 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690767&pid=S0871-018X201800040001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marschner, P. (2012) - <i>Mineral
Nutrition of Higher Plants</i>. 3. ed. London, Elsevier, 651 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690769&pid=S0871-018X201800040001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Meletti, L.M.M. (2001) – Avanços na cultura do maracujá
no Brasil.<i>Revista Brasileira de Fruticultura</i>, vol. 33, n. 1, p. 83-91. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011000500012" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011000500012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=690771&pid=S0871-018X201800040001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moraes, L.; Santos, R.K.; Wisser, T.Z. &amp; Krupek,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nunes, J.A.S; Nunes, J.C.; Silva, J.A.; Oliveira, A. P.; Cavalcante, L.F.;
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