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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Absorção de água e tolerância à dessecação em sementes de Bromelia reversacantha Mez]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Water absorption and desiccation tolerance in Bromelia reversacantha Mez seeds]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Bromelia reversacantha is an endemic species of some areas of Cerrado rupestre, Brazil, threatened with extinction and that presents ornamental characteristics quite interesting. This species is still poorly studied and the physiological behavior of its seeds during and after drying and storage is practically unknown. Thus, in this study we aimed to analyze the imbibition pattern of seeds stored over a year (first experiment) and the effects of dehydration on seed germination capacity (second experiment) of B. reversacantha. Ripe fruits were collected and after the seeds were extracted, washed and then dried in the shade. In the first experiment, the treatments were distributed in a completely randomized design in a triple factorial scheme (2 x 7 x 11), with two storage conditions (laboratory and cold room); seven storage periods (time zero, two, four, six, eight, ten and twelve months); and eleven periods of imbibition (time zero, 1, 2, 4, 8, 16, 24, 36, 48, 60 and 72 hours from the beginning of imbibition); in eight replicates of 25 seeds per treatment. In the second experiment seeds were used two months after harvest in a completely randomized design, with four treatments (water contents), 12.8%, 11.1%, 8.7% and 6.8%, in four replications of 50 seeds. It is concluded that the seeds of B. reversacantha absorb water in an average period of time of 29.8 hours for the change from phase I to phase II of the imbibition to occur, evidencing no integumentary dormancy. In addition, it was verified that the seeds of B. reversacantha have orthodox behavior, being able to be dewatered at 40 ° C up to 6.8% moisture without prejudice to their germination capacity.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Bromeliaceae]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[embebição]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[moisture content]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Absorção de água e tolerância à dessecação em sementes
de <i>Bromelia reversacantha </i>Mez</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Water absorption
and desiccation tolerance in <i>Bromelia reversacantha </i>Mez seeds</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Marcelo R. Zucchi</b><sup>1*</sup>, <b>Fernanda R. dos Santos</b><sup>2</sup>, <b>Ednaldo
C. Rocha</b><sup>1</sup>, <b>Itamar R. Teixeira</b><sup>3</sup> e <b>Larissa L. Pires</b><sup>2</sup></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Universidade Estadual de Goiás,
Campus de Ipameri, Departamento de Ciências Agrárias, Ipameri, Goiás, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Universidade Federal de Goiás,
Campus Samambaia, Escola de Agronomia, Goiânia, Goiás, Brasil</i></font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Universidade Estadual de Goiás,
Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas, Departamento de Engenharia
Agrícola, Anápolis, Goiás, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:marcelo.zucchi@ueg.br">marcelo.zucchi@ueg.br</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A <i>Bromelia reversacantha </i>é uma espécie
endémica de algumas áreas de Cerrado rupestre, Brasil, ameaçada de extinção e que
apresenta características ornamentais bastante interessantes. É uma espécie ainda
pouco estudada e o comportamento fisiológico das suas sementes durante e após a
secagem e armazenamento é praticamente desconhecido. Deste modo, neste estudo objetivou-se
analisar o padrão de embebição de sementes armazenadas ao longo de um ano e os efeitos
da dessecação sobre a capacidade germinativa das suas sementes. Os frutos maduros
foram colhidos e, após extracão, as sementes foram lavadas e secas à sombra. No
ensaio de embebição os tratamentos foram distribuídos em delineamento inteiramente
casualizado em esquema fatorial triplo (2 x 7 x 11), com duas condições de armazenamento
(laboratório e câmara fria); sete períodos de armazenamento (tempo zero, dois, quatro,
seis, oito, dez e doze meses); e onze períodos de embebição (tempo zero, 1, 2, 4,
8, 16, 24, 36, 48, 60 e 72 horas do início da embebição); em oito repetições de
25 sementes por tratamento. No estudo sobre os efeitos da dessecação na germinação
foram usadas sementes com dois meses após a colheita, num delineamento inteiramente
casualizado, com quatro tratamentos (teores de água), 12,8%, 11,1%, 8,7% e 6,8%,
em quatro repetições de 50 sementes. Conclui-se que as sementes de <i>B. reversacantha</i>
absorvem água num período de tempo, em média, de 29,8 horas para que ocorra a mudança
da fase I para a fase II da embebição, evidenciando não haver dormência tegumentar.
Além disso, foi verificado que as sementes de <i>B. reversacantha</i> possuem comportamento
ortodoxo, podendo ser desidratadas a 40°C até 6,8% de umidade sem prejuízo da sua
capacidade germinativa.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b>Bromeliaceae, Cerrado,
embebição, semente ortodoxa, teor de umidade</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Bromelia reversacantha </i>is an endemic species
of some areas of Cerrado rupestre, Brazil, threatened with extinction and that presents
ornamental characteristics quite interesting. This species is still poorly studied
and the physiological behavior of its seeds during and after drying and storage
is practically unknown. Thus, in this study we aimed to analyze the imbibition pattern
of seeds stored over a year (first experiment) and the effects of dehydration on
seed germination capacity (second experiment) of <i>B. reversacantha</i>. Ripe fruits
were collected and after the seeds were extracted, washed and then dried in the
shade. In the first experiment, the treatments were distributed in a completely
randomized design in a triple factorial scheme (2 x 7 x 11), with two storage conditions
(laboratory and cold room); seven storage periods (time zero, two, four, six, eight,
ten and twelve months); and eleven periods of imbibition (time zero, 1, 2, 4, 8,
16, 24, 36, 48, 60 and 72 hours from the beginning of imbibition); in eight replicates
of 25 seeds per treatment. In the second experiment seeds were used two months after
harvest in a completely randomized design, with four treatments (water contents),
12.8%, 11.1%, 8.7% and 6.8%, in four replications of 50 seeds. It is concluded that
the seeds of <i>B. reversacantha</i> absorb water in an average period of time of
29.8 hours for the change from phase I to phase II of the imbibition to occur, evidencing
no integumentary dormancy. In addition, it was verified that the seeds of <i>B.
reversacantha</i> have orthodox behavior, being able to be dewatered at 40 ° C up
to 6.8% moisture without prejudice to their germination capacity.</font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>Bromeliaceae, Cerrado, imbibition, orthodox seed, moisture
content</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A espécie <i>Bromelia reversacantha</i> Mez (Bromeliaceae) apresenta características
importantes como planta ornamental, designadamente folhas persistentes, inflorescência
vistosa e duradoura, e arquitetura interessante para utilização em paisagismo, tanto
em maciços como em vasos (Afiune-Costa, 2009). Contudo, ainda é uma espécie pouco
estudada, sendo descrita pela primeira vez na Flora Brasiliensis em 1891 por Mez
e, segundo os dados disponíveis até o momento, é endémica apenas em algumas áreas
de Cerrado Rupestre Brasileiro (Mez, 1891; Carneiro, 2002; Afiune-Costa, 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">É uma bromélia terrícola, perene,
herbácea, comumente encontrada em solos arenosos, em ambientes secos e, a pleno
sol ou à meia-sombra. A planta apresenta altura de 0,26-0,79 m, folhas dispostas
em roseta e diâmetro variando de 0,32-1,49 m; com período de floração que no hemisfério
sul se inicia em maio, com pico entre os meses de junho e julho e, término no mês
de agosto. O seu sistema reprodutivo é tipicamente alogâmico, com grande quantidade
de frutos produzidos e número elevado de sementes viáveis.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Entretanto, existe a ameaça de extinção para esta e várias
outras espécies endêmicas do Cerrado. Desde há muito tempo, o património natural
vem sendo exaurido pela contínua expansão das fronteiras agrícolas e a implantação
de pastagens, bem como pelo extrativismo predatório. Segundo Machado <i>et al.</i>
(2004), a taxa de desmatamento no Cerrado era estimada em 1,1% ao ano, o que ocasionava
a perda anual de 2,2 milhões de hectares de áreas nativas desse bioma.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme Klink e Machado (2005) e Silva <i>et
al.</i> (2006), a cobertura vegetal primitiva de Cerrado foi reduzida a pequenas
áreas remanescentes em vários estados brasileiros devido aos processos de ocupação
e exploração desse bioma, comprometendo a integridade da fauna e flora presentes
nele. Tudo isso coloca em risco de extinção as espécies endémicas ainda desconhecidas
ou pouco estudadas, como é o caso de <i>B. reversacantha</i>, além da diminuição
da diversidade genética das espécies generalistas (Afiune-Costa, 2009).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Devido à necessidade de conservação de sementes
viáveis de espécies nativas para utilização em programas de recuperação de áreas
degradadas, e também para a conservação de germoplasma, as pesquisas com ênfase
no comportamento fisiológico das sementes durante e após a secagem e armazenamento,
assumem grande importância para o estabelecimento de métodos eficazes de acondicionamento
(Carvalho <i>et al.</i>, 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além
disso, para as espécies tropicais nativas, o conhecimento do menor grau de umidade
suportável pelas sementes, sem que ocorra diminuição da qualidade fisiológica, é
imprescindível para definir a melhor tecnologia de armazenamento das sementes, podendo,
assim, viabilizar sua conservação (Nascimento <i>et al</i>., 2007).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a definição de condições adequadas à manutenção
da viabilidade pelo maior tempo possível durante o período de armazenamento das
sementes, o conhecimento da tolerância das sementes à dessecação é uma informação
fundamental no processo de estabelecimento de métodos para conservação e armazenamento
(Andrade <i>et al</i>., 2005). A desidratação ou dessecação é um dos processos utilizados
para manter as características fisiológicas das sementes durante o período de armazenamento
<i>ex situ</i>. Nas condições <i>in situ</i>, a tolerância à dessecação beneficia
a dispersão das sementes e permite que uma espécie sobreviva nos períodos adversos
ao seu desenvolvimento no campo (Castro <i>et al</i>., 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste contexto, os objetivos deste estudo foram analisar
o padrão de embebição das sementes armazenadas ao longo de um ano e os efeitos da
dessecação sobre a germinação e o vigor de sementes da <i>B. reversacantha</i>,
espécie nativa do Cerrado, visando subsidiar futuros trabalhos sobre a conservação
de sementes dessa espécie e, também, a produção de mudas para as finalidades ornamentais.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Ensaio de embebição das sementes</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
frutos maduros foram colhidos em outubro de 2013, em trinta plantas de <i>B. reversacantha</i>,
de ocorrência natural na Reserva Biológica Prof. José Ângelo Rizzo (144 ha), a qual
é circundada pelo Parque Estadual da Serra Dourada (30.000 ha), município de Mossâmedes,
GO, Brasil, cujas coordenadas geográficas são 16º 04’ de latitude sul e 50º 11’
de longitude oeste, e aproximadamente 1000 m de altitude.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a colheita, os frutos foram levados para o Laboratório
de Horticultura da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás (EA/UFG)
para extração das sementes, as quais foram lavadas em água corrente e postas a secar
até um teor de água de 14%. Metade das sementes foram armazenadas em laboratório
- temperatura ambiente entre 16 e 30°C e umidade relativa entre 52 e 78%, enquanto
a outra metade foi armazenada em câmara fria com temperatura 12 ±1°C e umidade relativa
entre 55 e 76%, em sacos de papel monolúcidos brancos, sem qualquer tratamento fitossanitário
prévio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para determinação das curvas
de embebição das sementes, os tratamentos foram distribuídos em delineamento inteiramente
casualizado em esquema fatorial triplo 2 x 7 x 11, com oito repetições por tratamento.
Os tratamentos foram constituídos por duas condições de armazenamento: laboratório
e câmara fria; sete períodos de armazenamento (tempo zero, dois, quatro, seis, oito,
dez e doze meses); e onze períodos de embebição (tempo zero, 1, 2, 4, 8, 16, 24,
36, 48, 60 e 72 horas do início da embebição).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a determinação de cada curva de embebição foram utilizadas oito repetições
de 25 sementes, colocando-as em 50 mL de água destilada em copo plástico transparente
(capacidade de 200 mL), à temperatura de acondicionamento de 25°C em câmara incubadora
BOD. As sementes foram pesadas obedecendo os períodos de embebição citados acima.
A cada pesagem, as sementes foram removidas do recipiente, retirando-se o excesso
de água por meio de secagem rápida em tecido de algodão, e pesadas em balança de
precisão. Após pesagem, as sementes retornavam ao recipiente com água.</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Ensaio de tolerância à dessecação das sementes</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Frutos maduros da <i>B. reversacantha</i> foram colhidos
em 16 de novembro de 2015, em vinte espécimes de ocorrência natural na área da Reserva
Biológica citada no tópico anterior. Em seguida, os frutos foram levados para o
laboratório. Foram usadas sementes com dois meses após colheita, ao que foi ministrado
o mesmo procedimento referido no ensaio anterior, ou seja, após extração foram lavadas
em água corrente e secas à sombra até 12,8% de umidade, a qual foi considerada o
teor de água inicial.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O referido
teor de água inicial foi determinado pelo método de estufa a 105±3 ºC por 24-h
(Brasil, 2009). As sementes restantes foram mantidas em estufa de circulação forçada
de ar, à temperatura de 40 ºC, espalhadas em camada única. Por meio da equação de
Cromarty <i>et al</i>. (1985), foram determinados os teores de água das sementes
após 1, 4 e 28-h de desidratação, os quais foram de 11,1; 8,7 e 6,8%, respectivamente.
Esses teores de água consistiram nos tratamentos avaliados. Como após mais de 240-h
(10 dias) de desidratação em estufa, o teor de água (6,5%) manteve-se praticamente
inalterado, valor muito próximo ao obtido anteriormente (6,8%) com 28-h de desidratação,
esse processo foi interrompido, e considerou-se 6,8% como o último tratamento.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes de cada tratamento foram colocadas
a germinar logo após a obtenção da massa para determinação do teor de água. Essas
foram dispostas em caixas transparentes gerbox, sobre dupla camada de papel germitest
umedecido com água destilada equivalente a 2,5 vezes a sua massa seca (Brasil, 2009).
As sementes foram incubadas em câmara de germinação, com temperatura constante de
30 ± 2ºC, com luz do ambiente de laboratório, com fotoperíodo de aproximadamente
12-h. A contagem do número de sementes germinadas foi realizada diariamente durante
28-d, o que possibilitou a estabilização da germinação por um período de cinco dias
consecutivos, em pelo menos metade das repetições (adaptado a partir de Maguire,
1962). A semente foi considerada germinada quando houve a protrusão do eixo hipocótilo-radícula
com cerca de 2 mm de comprimento. Determinou-se a porcentagem de germinação e vigor,
avaliado por meio do índice de velocidade de germinação, IVG (Maguire, 1962).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente
casualizado, com quatro tratamentos (12,8, 11,1; 8,7 e 6,8% de teores de água das
sementes), com quatro repetições de 50 sementes.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise dos dados</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados de embebição
foram submetidos à análise de regressão linear segmentada (Coneglian <i>et al</i>.,
2016, 2017) para determinar o tempo necessário para a mudança da fase de hidratação
das sementes. Utilizou-se a análise de regressão linear simples para testar se o
tempo de armazenamento influenciou o período necessário para a mudança da fase de
hidratação das sementes em ambos os ambientes (laboratório e câmara fria). O tempo
médio necessário para essa mudança da fase nos dois ambientes foi comparado pelo
teste t de Student.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para testar
se o teor de água das sementes influenciou a porcentagem de germinação e o índice
de velocidade de germinação, os dados de tolerância à dessecação foram analisados
por regressão linear simples. As análises estatísticas foram realizadas utilizando
o Programa R versão 3.4 (R Core Team, 2017).</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em todas as situações,
nas sementes recém-colhidas e armazenadas, independentemente do ambiente e do período
de armazenamento, os resultados indicaram que a massa das sementes aumentou, em
média, 31,5% com a embebição (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f1.jpg" target = "_blank">Figuras 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f2.jpg" target = "_blank">2</a>). O acréscimo do teor de água foi em
média de 23,8% com 72-h de embebição, evidenciando que as sementes de <i>Bromelia
reversacantha</i> não possuem dormência tegumentar, assim como constatado também
em outras espécies de bromeliáceas (Anastácio e Santana, 2010; Duarte <i>et al</i>.,
2010). As sementes recém-colhidas e armazenadas em qualquer condição absorveram
água rapidamente durante as primeiras horas de embebição, com menores incrementos
posteriores, mas sempre tendendo à estabilização (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f1.jpg" target = "_blank">Figuras 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f2.jpg" target = "_blank">2</a>).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O fato das sementes de <i>B. reversacantha</i> não terem dormência tegumentar
poderia ter um significado ecológico importante, pois o período de maturação dos
frutos da espécie coincide com o início da época das chuvas no seu ambiente de ocorrência
e, assim, quando as sementes dispersas entram em contato com o substrato úmido,
poderiam teoricamente rapidamente germinar, garantindo a perpetuação da espécie
com possível variabilidade genética. Isso também poderia propiciar uma rápida produção
de mudas em viveiros de plantas ornamentais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Bewley e Black (1994) propuseram um padrão trifásico de hidratação de sementes,
no qual a fase I é puramente física, geralmente rápida e resulta no relativo equilíbrio
do conteúdo de água, quando inicia-se a fase II da embebição. Sabe-se que a velocidade
de ocorrência desse processo depende das características das sementes de cada espécie,
como composição química e permeabilidade do tegumento (Albuquerque <i>et al</i>.,
2009). De acordo com Bewley e Black (1994), esse processo é influenciado por três
fatores principais: 1) natureza do material de reserva da semente, 2) diferença
do potencial hídrico entre a semente e o meio, e 3) temperatura do ambiente, os
quais influenciam, principalmente, a velocidade de embebição e, consequentemente,
a velocidade de germinação das sementes. Neste estudo, a duração da fase I variou
de 19 a 37,1-h nos diversos tratamentos, durante a qual houve maior absorção de
água (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f1.jpg" target = "_blank">Figuras 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f2.jpg" target = "_blank">2</a>) e as sementes alcançaram, em média, teor de água de 23,3%.
Para Taylor (1997), quando as sementes endospérmicas atingem teores de água de 25
a 30%, e as cotiledonares de 35 a 40%, a absorção de água estabiliza ou aumenta
muito pouco, começando a fase estacionária (fase II). Desta forma, pelos teores
de água obtidos neste estudo, as sementes desta bromélia podem ser consideradas
endospérmicas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A duração da fase
I, de 29,8-h em média (variando de 19 a 37,1-h), foi cerca de metade da observada
em sementes de <i>Ananas ananassoides </i>(Baker) L. B. Sm. (Anastácio e Santana,
2010), mas, foi próxima aos valores encontrados para <i>Dyckia goehringii</i> E.Gross
&amp; Rauh (Duarte <i>et al</i>., 2010). Ou seja, após a hidratação inicial da semente
com a embebição, o tempo necessário para a hidratação total da semente varia grandemente
entre espécies da mesma família (Villela, 1998).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante a fase II (estacionária) ocorrerá a digestão e o transporte ativo
das substâncias de reserva. Nesta fase, os potenciais hídricos do meio e da semente
ficam muito próximos e, com isso, a absorção de água pela semente estabiliza-se
(Taylor, 1997). Para Bewley e Black (1994) e Castro e Hilhorst (2004), nesta fase,
as atividades metabólicas necessárias para o crescimento do embrião e o fim do processo
germinativo são realizadas. A temperatura e o potencial hídrico da semente são os
principais fatores condicionantes da duração desta fase. Desta maneira, foi possível
constatar que a mudança para a fase II em ambiente laboratório (média = 27,9-h)
não apresentou diferença significativa (t = 0,596; p = 0,562) em relação à câmara
fria (média = 30,1-h). Para o ambiente laboratório, não houve influência do período
de armazenamento no tempo necessário para a mudança de fase (F<sub>(1,5)</sub> =
4,029; R<sup>2</sup> = 0,44; p = 0,101), assim como também não houve para a câmara
fria (F<sub>(1,5)</sub> = 0,533; R<sup>2</sup> = 0,10; p = 0,498). Esta fase prolongou-se
até o final do ensaio, após 72-h de embebição.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não foi possível verificar o caráter trifásico do processo de embebição,
já que no decorrer do tempo de avaliação não se constatou o início da fase III,
na qual ocorre a protrusão do eixo hipocótilo-radícula. Isto deve-se, provavelmente,
ao período de apenas 72-h utilizado nos testes de embebição, o qual é insuficiente
para a protrusão do referido eixo hipocótilo-radícula. Em trabalho de Zucchi (2016)
verificou-se que nas sementes desta mesma espécie, armazenadas nas mesmas condições
e independente do tratamento utilizado, a protrusão do eixo hipocótilo-radícula
(fase III) iniciou-se sempre entre 144 a 192-h em testes de germinação realizados
sobre papel germitest em caixas plásticas transparentes (gerbox).</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à tolerância à dessecação, as sementes
da bromélia com teor de água inicial de 12,8% apresentaram, em média, 93% de germinação
e IVG de 3,5. Observou-se ausência de efeitos imediatos da desidratação sobre as
sementes. Estas puderam ser desidratadas até 6,8% de teor de água, sem diminuição
da porcentagem de germinação ou do IVG, que permaneceram elevados (89,5% e 3,2,
respectivamente), não havendo diferenças significativas entre os tratamentos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a16f3.jpg" target = "_blank">Figura
3</a>). Constatação semelhante foi verificada também para algumas espécies de <i>Encholirium
</i>Mart. ex Schult. &amp; Schult. f. e de <i>Dyckia </i>Schult. &amp; Schult. f.,
e outras bromeliáceas (Tarré <i>et al.</i>, 2007). Diferentemente, Duarte <i>et
al</i>. (2011), trabalhando com <i>Billbergia porteana </i>Brongn. ex Beer, observaram
que a dessecação reduziu a germinação das sementes.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para as sementes atingirem o menor teor de água obtido, 6,8%,
foram necessárias apenas 28-h de secagem em estufa a 40°C. As sementes da <i>B.
reversacantha </i>não apresentam dormência tegumentar, o que foi constatado pelo
teste de embebição realizado. A ausência de um tegumento rígido, somada à temperatura
de secagem utilizada, podem explicar o curto tempo necessário para a redução do
teor de água.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme constatado
neste trabalho, as sementes de <i>B. reversacantha</i> podem ser consideradas tolerantes
à dessecação até 6,8% do teor de água, sem diminuição da germinação e vigor, o que
pode facilitar o armazenamento por longo prazo e ampliar o potencial de conservação,
tanto para fins de reposição das populações naturais se necessário, quanto para
a produção de mudas de plantas ornamentais. Tarré <i>et al</i>. (2007), em estudo
com as sementes de outras bromeliáceas, também verificaram tratar-se de sementes
ortodoxas, com o potencial germinativo sendo mantido até 2,5% de teor de água, em
algumas espécies.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Nascimento
<i>et al</i>. (2007), a tolerância à dessecação é influenciada pelas condições do
ambiente em que as sementes se desenvolvem. De acordo com Afiune-Costa (2009), no
hemisfério sul, a floração da <i>B. reversacantha</i> pode ocorrer de maio a agosto,
com pico de junho a julho; havendo posteriormente grande quantidade de frutos e
elevado número de sementes viáveis. Nota-se assim, que a formação das sementes ocorre
do final do período de inverno para o período da primavera, momento em que a umidade
relativa do ar ainda está baixa, favorecendo diversas reações metabólicas que conferem
às sementes maior tolerância à dessecação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Hoekstra <i>et al</i>. (2001) e Kermode e Finch-Savage (2002),
essas reações metabólicas contemplam a manutenção das características físicas dos
constituintes intracelulares, a acumulação de reservas insolúveis, a desdiferenciação
intracelular, a redução da atividade metabólica, a presença de um eficiente sistema
antioxidativo, a síntese e acumulação de moléculas protetoras, a manutenção do citoesqueleto
e da integridade do DNA, e a presença e operação de um mecanismo de reparo de danos
celulares causados durante a reidratação.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A aquisição de tolerância à dessecação ocorre durante o processo de formação
das sementes ortodoxas, próximo da metade final da maturação, quando o teor de água
das sementes se vai reduzindo durante a acumulação de reservas, diminuindo o metabolismo
celular (Alpert e Oliver, 2002). Ocorrem, então, mudanças na expressão génica e
nos eventos metabólicos (Buitink <i>et al</i>., 2006; Angelovici <i>et al</i>.,
2010), possibilitando às sementes dispersas, tolerância aos períodos de seca prolongada.
Assim, os danos causados pela dessecação podem ser prevenidos ou minimizados pela
série de mecanismos ativados pelas sementes ortodoxas (Soares, 2012).  </font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A duração da
fase I do processo de embebição de sementes de <i>Bromelia reversacantha</i> é em
média de 29,8-h (variando de 19 a 37,1 h), durante a qual ocorre maior absorção
de água e as sementes alcançam, em média, teor de água de 23,3%.</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes de <i>B. reversacantha</i> são endospérmicas
e não possuem dormência tegumentar, o que pode favorecer uma rápida produção de
mudas em viveiros para fins ornamentais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O período de 28-h em estufa de circulação forçada de ar à 40°C é suficiente
para redução do teor de água das sementes de <i>B. reversacantha</i> até 6,8%, sem
prejuízo da porcentagem de germinação e vigor.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A planta de <i>B. reversacantha</i> possui semente com comportamento
ortodoxo, o que pode propiciar o seu armazenamento a longo prazo, tanto para produção
de mudas para fins ornamentais quanto para reposição das populações naturais, se
futuramente necessário.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Afiune-Costa, L.V. (2009) - <i>Aspectos fenológicos
e cultivo in vitro de Bromelia reversacantha Mez (Bromeliaceae).</i>Dissertação
de Mestrado. Goiânia, Universidade Federal de Goiás. 80 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691386&pid=S0871-018X201800040001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Albuquerque, K.S.; Guimarães, R.M.; Almeida, I.F. &amp;
Clemente, A.C.S. (2009) -Alterações fisiológicas e bioquímicas durante a embebição
de sementes de sucupira-preta.<i>Revista Brasileira de Sementes</i>, vol. 31, n.
1, p. 12-19. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222009000100028" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222009000100028</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691388&pid=S0871-018X201800040001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alpert, P. &amp; Oliver, M.J. (2002) – Drying without dying.
<i>In:</i> Black, M. &amp; Pritchard, H.M. (Eds.) -<i>Desiccation and survival in
plants: drying without dying.</i> Wallingford, Oxon, CABI Publishing, p. 3-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691389&pid=S0871-018X201800040001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Anastácio, M.R. &amp; Santana, D.G.D. (2010) -
Germination characteristics of seeds of <i>Ananas ananassoides </i>(Baker) L. B.
Sm. (Bromeliaceae).<i>Acta Scientiarum – Biological Sciences</i>, vol. 32, n. 2,
p. 195-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691391&pid=S0871-018X201800040001600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Andrade, R.R.; Schorn,
L.A. &amp; Nogueira, A.C. (2005) - Tolerância a dessecação em sementes de <i>Archantophoenix
alexandrae </i>Wendl. and Drude (Palmeira real australiana).<i>Ambiência</i>, vol.
1, n. 2, p. 279-288.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691393&pid=S0871-018X201800040001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Angelovici,
R.; Galili, G.; Fernie, A.R. &amp; Fait, A. (2010) - Seed desiccation: a bridge
between maturation and germination.<i>Trends in Plant Science</i>, vol. 15, n.
4, p. 211-218. <a href = "https://doi.org/10.1016/j.tplants.2010.01.003" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.tplants.2010.01.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691395&pid=S0871-018X201800040001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bewley, J.D. &amp; Black, M. (1994) - <i>Seeds: physiology
of development and germination.</i>2ª ed. New York, Plenum Press, 445 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691396&pid=S0871-018X201800040001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2009) - <i>Regras para análise de sementes.
</i>Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Brasília, MAPA/DAS/ACS,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Buitink, J.; Leger, J.J.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, L.R.; Silva, E.A.A. &amp; Davide, A.C. (2006) - Classificação
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(2004) - Desenvolvimento de sementes e conteúdo de água.<i>In:</i> Borghetti, F.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Castro,
R.D. &amp; Hilhorst, H.W.M. (2004) - Embebição e reativação do metabolismo.<i>In:</i>
Ferreira, A.G. &amp; Borghetti, F. (Orgs.) - <i>Germinação - Do básico ao aplicado.
</i>Porto Alegre, Artmed, p. 149-162.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691405&pid=S0871-018X201800040001600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Coneglian, A.; Campos, N.P.; Sette Júnior, C.R.; Silva, A.R. da; Sousa Júnior,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Coneglian, A.; Campos, N.P.; Sousa Júnior, A.D de; Sette Júnior,
C.R.; Silva, A.R. da &amp; Pereira, I.M. (2017) – Delimitation of juvenile and mature
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cromarty, A.S.; Ellis, R.H. &amp; Roberts, E.H. (1985) - <i>Design
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Duarte, E.F.; Carneiro, I.F.; Silva, N.F.D. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Duarte, E.F.; Carneiro, M. de F.; Carneiro, I.F. &amp; Rezende,
M.H. (2011) - Germinação, morfologia de sementes e do desenvolvimento pós-seminal
de <i>Billbergia porteana </i>Brongn. ex Beer – Bromeliaceae.<i>Magistra,</i> vol.
23, n. 1-2, p. 32-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691415&pid=S0871-018X201800040001600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hoekstra, F.A.;
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    <p>&nbsp;</p>

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