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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18126</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfologia de sementes e plântulas de Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Norte Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Morphological studies with seeds and seedlings of forest species are fundamental for the understanding of forest dynamics and interpretation of results of germination tests. Thus, the objective of this work was to describe the morphology of seeds and seedlings of Handroanthus impetiginosus (Bignoniaceae). For this, the biometry and morphological description of seeds with and without wings were made, as well as the morphometry and morphological description of seedlings during the germination process. Seeds of H. impetiginosus differ little from some species of the genus Handroanthus Mattos, but they do differ in the biometric aspects. The morphological characteristics of the seedling of H. impetiginosus allow its distinction of other species of the genus. Seed germination of H. impetiginosus is phytogean foliar epidermis, with the beginning of normal seedling formation on the thirteenth day after sowing.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Biometria de sementes]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[germinação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[morfometria de plântulas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Morfologia
de sementes e plântulas de <i>Handroanthus impetiginosus </i>(Mart. ex DC.) Mattos</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Morphology of seeds and seedlings of <i>Handroanthus impetiginosus </i>(Mart.
ex DC.) Mattos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Francival C. Felix</b>, <b>Josenilda A. D. de Medeiros</b>
e <b>Mauro V. Pacheco</b><sup>*</sup></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i> Unidade Acadêmica Especializada
em Ciências Agrárias, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, RN 160 - Km 03,
Distrito de Jundiaí, CEP 59280-000, Macaíba, Rio Grande do Norte, Brasil</i></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:pachecomv@hotmail.com">pachecomv@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Estudos morfológicos com sementes e plântulas de espécies florestais são
fundamentais para a compreensão da dinâmica florestal e interpretação de resultados
dos testes de germinação. Assim, o objetivo deste trabalho consistiu em descrever
a morfologia de sementes e plântulas de <i>Handroanthus impetiginosus</i> (Bignoniaceae).
Para isso, fez-se a biometria e descrição morfológica de sementes com e sem asas,
bem como a morfometria e descrição morfológica de plântulas durante o processo germinativo.
As sementes de <i>H. impetiginosus</i> pouco se diferenciam de outras espécies do
género <i>Handroanthus</i> Mattos, mas apresentam diferenças quanto aos atributos
biométricos. Os aspectos morfológicos da plântula de <i>H. impetiginosus</i> permitem
distingui-la de outras espécies do género. A germinação de semente de <i>H. impetiginosus</i>
é epígea foliáceo fanerocotiledonar, com o início da formação de plântulas normais
ao décimo terceiro dia após a semeadura.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b>Biometria
de sementes, germinação, morfometria de plântulas, ipê-roxo, plântula.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Morphological
studies with seeds and seedlings of forest species are fundamental for the understanding
of forest dynamics and interpretation of results of germination tests. Thus, the
objective of this work was to describe the morphology of seeds and seedlings of
<i>Handroanthus impetiginosus</i> (Bignoniaceae). For this, the biometry and morphological
description of seeds with and without wings were made, as well as the morphometry
and morphological description of seedlings during the germination process. Seeds
of <i>H. impetiginosus</i> differ little from some species of the genus <i>Handroanthus</i>
Mattos, but they do differ in the biometric aspects. The morphological characteristics
of the seedling of <i>H. impetiginosus</i> allow its distinction of other species
of the genus. Seed germination of <i>H. impetiginosus</i> is phytogean foliar epidermis,
with the beginning of normal seedling formation on the thirteenth day after sowing.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>Seed biometry, germination, seedling morphometry, ipê-roxo,
seedling.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Handroanthus impetiginosus</i> (Mart. ex DC.) Mattos (Bignoniaceae)
é uma espécie arbórea nativa do Brasil que pode atingir de 20 a 35 m de altura,
a qual é conhecida principalmente como ipê-roxo, pau-d’arco-roxo e ipê-roxo-da-mata
(Martins <i>et al</i>., 2011; Silva <i>et al</i>., 2015). A sua madeira é utilizada
na indústria de móveis (marcenaria) de luxo e a casca apresenta propriedades farmacológicas
(Lima <i>et al</i>., 2014), no entanto o aspecto visual da copa proporciona efeito
de rara beleza durante a abundante floração, destacando-se em projetos paisagísticos
(Gemaque <i>et al</i>., 2002).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
aspectos morfológicos da germinação das sementes são importantes para a compreensão
dos mecanismos de propagação da espécie, interpretação e padronização de testes
de germinação, e também na identificação de plântulas em campo (Abud <i>et al</i>.,
2010), uma vez que o reconhecimento de espécies no estádio juvenil é completamente
diferente da planta adulta devido às diferenças morfológicas existentes entre as
mesmas (Amorim <i>et al</i>., 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Estudos morfológicos de plântulas pouco descrevem seus órgãos estruturais e
adaptações que se relacionam com o ambiente de ocorrência da espécie (Oliveira e
Paoli, 2016), e por isso, ainda faltam estudos direcionados para a morfologia de
sementes (Freitas <i>et al</i>., 2013; Silva <i>et al</i>., 2014) e plântulas de
espécies florestais (Silva <i>et al</i>., 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Atualmente, ainda há dificuldade na identificação e distinção de espécies
do género <i>Handroanthus</i> Mattos (anteriormente classificado como <i>Tabebuia
</i>Gomes ex A.P. de Candolle) da família Bignoniaceae, o qual apresenta grande similaridade morfológica
entre sementes e plântulas (Oliveira <i>et al</i>., 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Assim, trabalhos focados na descrição interna e externa
de sementes e morfologia de plântulas visando a identificação de espécies e grupos
taxinómicos possuem importância especial (Barretto e Ferreira, 2011; Pinto <i>et
al</i>., 2016; Rios <i>et al</i>., 2016), de modo a que seja possível distinguir
espécies de géneros e famílias botanicamente próximas (Silva <i>et al</i>., 2008),
além de ser possível fazer o reconhecimento de espécies em banco de sementes ou
em banco de plântulas, bem como reconhecer as estruturas morfológicas de espécies
florestais em trabalhos de silvicultura (Duarte <i>et al</i>., 2016). Além disso,
é possível também inferir sobre a estratégia de propagação das sementes e desenvolvimento
de plântulas em condições naturais de floresta (Guerra <i>et al.</i>, 2006), as
quais muitas vezes estão em situação de elevada pressão antrópica, principalmente
relacionados as espécies nativas (Oliveira <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Face ao exposto, o objetivo deste trabalho consistiu em
descrever a morfologia de sementes e plântulas de <i>H. impetiginosus</i>.</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O lote
de sementes de <i>H. impetiginosus </i>utilizado foi coletado em 2015, em árvores
localizadas no campus central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e
mantidos em Banco de Sementes (17 ± 2 °C e 40 ± 10% de umidade relativa do ar) da
Floresta Nacional de Nísia Floresta, Nísia Floresta/RN, Brasil.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Inicialmente, realizou-se a avaliação biométrica (comprimento,
largura e espessura) de 100 sementes com e sem asas, bem como o peso de mil sementes
(PMS) e grau de umidade das sementes (Brasil, 2009). Para dimensões e PMS, utilizou-se
respectivamente, paquímetro digital (0,01 cm) e balança analítica de precisão (0,001
g), sendo os resultados da biometria de sementes expressos em centímetros (cm) para
média, desvio padrão, mínimo, máximo, mediana e moda para cada dimensão de semente,
além de assimetria e curtose.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em
seguida, fez-se a análise da morfologia interna (hidratação em água destilada por
24-h) e externa (sem intumescimento) da semente (Barroso <i>et al</i>., 1999), avaliando-se
os aspectos de coloração do tegumento, forma e características do tegumento e do
embrião.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a avaliação do processo
germinativo, procedeu-se à instalação de testes de germinação em substrato de areia
e papel, com sementes desprovidas de asas e desinfestadas em solução de hipoclorito
de sódio a 2,5% durante 5-min, e semeadas com a posição do hilo voltada para baixo.
Em areia, realizou-se a semeadura de 100 sementes a 1,0 cm de profundidade em bandejas
plásticas preenchidas com areia esterilizada e umedecida com 60% da capacidade de
retenção de água; outras 100 sementes foram distribuídas em papel toalha (Germitest<sup>®</sup>)
umedecido com 2,5 vezes o seu peso seco, organizados na forma de rolos e colocados
em sacos plásticos transparentes. Os rolos de papel e as bandejas plásticas foram
mantidos em câmara de germinação regulada à temperatura de 25 °C (Brasil, 2013),
com fotoperíodo de 8-h, durante 33 dias.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Procedeu-se diariamente a avaliação do processo germinativo e dos aspectos morfológicos
de plântulas até à formação do segundo par de eófilos (o primeiro par de folhas
com limbo) (Gonçalves e Lorenzi, 2007), descrevendo o tipo de germinação (Miquel,
1987), formação de plântulas normais por meio do substrato areia (Brasil, 2013)
e emissão de raiz primária por meio o substrato papel.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No final do período de germinação, realizou-se a morfometria
da raiz principal, hipocótilo, epicótilo, cotilédones, eófilos de primeira e segunda
ordem das plântulas normais (Brasil, 2013), cuja medição foi feita com paquímetro
digital (0,01 cm) e os resultados foram expressos em centímetros (cm) para média,
desvio padrão, mínimo, máximo, mediana e moda para cada morfometria da plântula.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
formação de sementes em espermatófitas envolve uma série de eventos citológicos,
bioquímicos e fisiológicos a partir da fecundação do óvulo que culmina com a formação
do embrião e do endosperma, o primeiro é composto por eixo hipocótilo-radícula e
um ou mais cotilédones, enquanto que o segundo pode ser degradado durante a embriogênese
ou permanecer até o momento da maturidade fisiológica da semente (Bewley <i>et al</i>.,
2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sementes de <i>H. impetiginosus</i>
são ortodoxas (Martins <i>et al</i>., 2011) e apresentam formato comprimido (ou
estreito) com ligeira curvatura no seu núcleo seminífero, expandidas em asas duplas
laterais assimétricas e hialinas do tipo membranáceo (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>), concordando com
a morfologia externa de sementes de espécies circunscritas na tribo Tecomeae (Barroso
<i>et al</i>., 1999). O tegumento possui coloração creme sem brilho e o pleurograma
fechado é visível em ambos os lados da semente, não sendo possível diferenciar testa
de tegma (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). As asas presentes na semente favorecem a dispersão pelo vento
(anemocoria) a longas distâncias (Oliveira <i>et al</i>., 2006) e o peso relativamente
leve facilita o transporte, embora o estabelecimento em campo seja prejudicado por
possuir menos reservas (Oliveira <i>et al</i>., 2008).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A rafe enegrecida é longitudinal à semente, o hilo é visível, linear na base da
semente e de coloração castanho escuro, o micrópilo possui formato puntiforme (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f2.jpg" target = "_blank">Figuras
2A e B</a>). O endosperma é escasso e rodeia completamente o embrião maduro, o qual
possui dois cotilédones delgados e foliáceos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f2.jpg" target = "_blank">Figura 2C</a>). O embrião é classificado
em axial do tipo espatulado de acordo com a forma, tamanho e posição que o mesmo
ocupa na semente. O eixo hipocótilo-radícula é pouco visível a olho nu, possui forma
reta, a plúmula é conspícua e a radícula, glabra (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f2.jpg" target = "_blank">Figura 2D</a>). Características morfológicas
do embrião da semente desta espécie não permitiram verificar diferenças marcantes
dentro do género <i>Handroanthus</i> Mattos (Oliveira <i>et al</i>., 2006).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O peso de mil sementes para <i>H. impetiginosus</i> com asas e
teor de água de 7,5% foi de 104,3 g, equivalente a aproximadamente 9600 sementes
por quilograma, ou seja, dentro do esperado para a espécie que é de 8 a 35 mil sementes
por quilograma (Brasil, 2013). Nas espécies florestais há grande diversidade quanto
aos caracteres biométricos das sementes o que explica essa ampla variação, como
verificado em estudo anterior com esta espécie, em que se obteve um PMS equivalente
a 68,4 g em teor de água de 8,6% (Maeda e Matthes, 1984). E também, a não padronização
do grau de umidade das sementes no momento da realização do PMS é outro fator que
causa variações ainda mais expressivas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para os resultados biométricos, constatou-se que as sementes com asas apresentaram
3,9 ± 0,7 cm de comprimento, 1,2 ± 0,2 cm de largura e 0,2 ± 0,1 cm de espessura,
enquanto que sementes sem asas possuíam 1,6 ± 0,3 cm de comprimento, 1,1 ± 0,2 cm
de largura e 0,2 ± 0,1 de espessura (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Resultados que evidenciam a existência
de diferenças biométricas dentro do género quando comparado à espécie <i>Handroanthus
aureus </i>Mattos, que apresenta sementes relativamente maiores com (5,8 x 2,1 x
0,3 cm) e sem (1,7 x 1,3 x 0,2 cm) asas e PMS equivalente a 263,6 g (Oliveira <i>et
al</i>., 2006). Na espécie <i>Handroanthus chrysotrichus</i> (Mart. ex A. DC.) Mattos
foram observadas dimensões relativamente menores, uma vez que as sementes com e
sem asas apresentaram, respectivamente, 2,8 x 0,7 x 0,1 cm e 0,6 x 0,5 x 0,1 cm,
com PMS equivalente a 4,0 g (Oliveira <i>et al</i>., 2008).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A média e a mediana das sementes com e sem asa são iguais e com baixo desvio
padrão, demostrando homogeneidade da amostra. À exceção da largura, a assimetria
e a curtose das demais variáveis apresentam valores predominantemente próximos a
zero, indicando proximidade à distribuição normal (Zuffo <i>et al</i>., 2014). Em
sementes aladas a assimetria é negativa enquanto que sementes sem asas apresentam
assimetria positiva. A largura das sementes com asas bem como largura e espessura
das sementes sem asas apresentam curtose leptocúrtica e demais variáveis são platicúrticas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O processo germinativo inicia-se com a retomada
do desenvolvimento do embrião após a absorção de água, culminando com emissão da
raiz primária rompendo o tegumento da semente (Bewley <i>et al</i>., 2013). No entanto,
considera-se semente germinada em termos tecnológicos, a que produz uma plântula
com todas as estruturas básicas para a formação de uma planta autossuficiente estruturalmente
em campo, com a presença de raiz, hipocótilo, epicótilo, cotilédones e gema apical
(Brasil, 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O intumescimento
das sementes caracterizado pela mudança de coloração do tegumento e aumento do tamanho
ocorreu entre o primeiro e segundo dia após a semeadura (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f3.jpg" target = "_blank">Figura 3A</a>), com emissão
da raiz primária através da região hilar a partir do terceiro dia (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f3.jpg" target = "_blank">Figura 3B</a>), alongamento
do hipocótilo no quinto dia (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f3.jpg" target = "_blank">Figura 3C</a>), e início da formação de plântulas normais
contendo gemas apicais e eófilos em expansão no décimo terceiro dia após a semeadura
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f3.jpg" target = "_blank">Figura 3D</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A germinação é considerada epígea foliáceo fanerocotiledonar
(Miquel, 1987), em que o hipocótilo ressurge acima no nível do substrato e o tegumento
se desprende dos cotilédones, também foi observado que a areia auxilia na remoção
do tegumento nos cotilédone da plântula em desenvolvimento. Os resultados condizem
com o fato de que a germinação epígea fanerocotiledonar é comumente mais frequente
entre as espécies arbóreas do Brasil (Lobo <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tipo de germinação também se assemelha ao das espécies
<i>H. avellanedae</i> Lor. ex Griseb, <i>H. chrysotrichus </i>(Souza e Oliveira,
2004), <i>H. aureus</i> e <i>H. roseo-albus</i> (Ridl.) Mattos (Lobo <i>et al</i>.,
2014), mas diferencia-se da espécie <i>H. serratifolius </i>(Vahl) S.O. Grose, a
qual possui plântula epígea criptocotiledonar (Machado <i>et al</i>., 2002). Entretanto,
para essas espécies não foi observado desenvolvimento de eófilos de segunda ordem
em 30 dias após a semeadura, enquanto que para a espécie em estudo foi possível
visualizar o início de desenvolvimento dessas estruturas aos 28 dias após a semeadura
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f3.jpg" target = "_blank">Figura 3E</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Plântulas normais de
<i>H. impetiginosus</i> apresentam raiz principal medindo 5,0 ± 1,7 cm, hipocótilo
com 2,8 ± 0,7 cm, epicótilo com 4,2 ± 1,7 cm, e cotilédones com 1,3 ± 0,2 cm de
comprimento e 1,0 ± 0,1 cm de largura. Os eófilos de primeira ordem possuem 3,0
± 1,1 cm de comprimento e 2,1 ± 0,9 cm de largura, enquanto que os eófilos de segunda
ordem apresentam 1,1 ± 0,6 cm de comprimento e 0,6 ± 0,4 cm de largura (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17q2.jpg" target = "_blank"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A raiz principal é axial pivotante (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f3.jpg" target = "_blank">Figura 3E</a>) de coloração castanho
escuro e apresenta pêlos absorventes de coloração esbranquiçada na zona pilífera
(<a href = "#f4">Figura 4D</a>), a coifa é pontiaguda de coloração amarelo-marrom escura (Gonçalves
e Lorenzi, 2007), visualizada somente com o auxílio de microscópio estereoscópio.
A formação de raízes secundárias de coloração mais esbranquiçada ocorre a partir
do décimo dia após a semeadura. A presença de pilosidade nas raízes é característica
semelhante para as espécies do género <i>Handroanthus</i>.</font></p>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a17f4.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O hipocótilo inicia a diferenciação da raiz principal a partir do oitavo dia,
o qual é esbranquiçado, tornando-se verde à medida que se aproxima dos cotilédones,
enquanto que o epicótilo é totalmente verde. Os cotilédones são opostos, isófilos,
levemente assimétricos e voltados para cima, são persistentes, foliáceos de coloração
verde e sésseis (<a href = "#f4">Figura 4C</a>), diferentemente do encontrado para outras espécies do
género (<i>H. avellanedae </i>e <i>H. chrysotrichus</i>) que possuem pecíolos evidentes
e longos (Souza e Oliveira, 2004), evidenciando uma das poucas diferenças morfológicas
entre as espécies na fase de plântula.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os eófilos de primeira e segunda ordem são simples, peciolados, de filotaxia
oposta, glabros e de tamanho semelhantes, iniciando a expansão dos eófilos de primeira
e segunda ordem, respectivamente, ao 13 e 28º dia após a semeadura. Os eófilos possuem
formato ovado, venação cladódroma, borda serreada, base arredondada e ápice agudo
(<a href = "#f4">Figura 4B</a>). A ausência de pilosidade nos eófilos nesta espécie pode ser utilizada
para a diferenciar da espécie <i>H. chrysotrichus</i> que apresenta eófilos com
pilosidade (Souza e Oliveira, 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Espécies de rápida germinação normalmente possuem plântulas epígeas fanerocotilédonares
de folhas simples (Gogosz <i>et al</i>., 2015), da mesma forma como o observado
para esta espécie na fase de plântula, indicando que <i>H. impetiginosus</i> possui
a capacidade de rápido estabelecimento assim que é dispersa da planta mãe. Sabe-se
também que a viabilidade das sementes desta espécie supera dois anos de armazenamento
a baixa temperatura e reduzida percentagem de umidade (Martins <i>et al</i>., 2011),
com boa taxa de germinação em temperaturas próximo à 30 °C sob a presença de luz
(Oliveira <i>et al</i>., 2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Portanto,
a espécie possui sementes ortodoxas que rapidamente germinam e possivelmente formam
um banco de plântulas por baixo da copa, aguardando o momento ideal para assumirem
a posição de dominantes na floresta, ou para se desenvolver prontamente sob a copa
aberta em áreas que fornecem mais luminosidade.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sementes de <i>H. impetiginosus</i> pouco se diferenciam
de algumas espécies do género <i>Handroanthus</i>, mas apresentam diferenças quanto
aos aspectos biométricos da semente. Os aspectos morfológicos da plântula de <i>H.
impetiginosus</i> permitem a diferenciação de outras espécies do género, e a germinação
de semente de <i>H. impetiginosus</i> é epígea foliáceo fanerocotiledonar, com o
início da formação de plântulas normais ao décimo terceiro dia após a semeadura.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, A. &amp; Oliveira, J.H.G. (2004) - Morfologia e anatomia
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    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
primeiro e segundo autores agradecem à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior (CAPES) pela concessão de bolsas.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.04.25</font></p>

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