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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Potencial alelopático do extrato foliar de Poincianella pyramidalis (Tul.) L. P. Queiroz e de Mimosa tenuiflora Willd. sobre a germinação de sementes de Mimosa caesalpiniifolia Benth.]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Allelopathic potential of leaf extract of Poincianella pyramidalis (Tul.) L. P. Queiroz and Mimosa tenuiflora Willd. on germination of Mimosa caesalpiniifolia Benth. seeds]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Norte Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade da Paraíba Centro de Ciências Agrárias ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to evaluate the allelopathic potential of Poincianella pyramidalis and Mimosa tenuiflora on the physiological quality of Mimosa caesalpiniifolia seeds and seedlings. The sowing was carried out in sterilized soil and moistened with the aqueous leaf extract 0, 25, 50, 75 and 100 g L-1 and conditioned in germinator at 25 ºC and photoperiod of 12 hours. Germination, first count and germination speed, length and dry mass of shoots and roots were evaluated. When the concentration of the extracts of P. pyramidalis was increased, it was observed a negative allelopathic effect for first counting, GSI, shoot length. The germination and length of the aerial part showed reduction from 75 g L-1 extract of M. tenuiflora. The dry mass of the shoot was observed to decline as the concentrations were elevated. The extract of P. pyramidalis does not affect the germination of M. caesalpiniifolia seeds, however it exerts a negative effect on the physiological quality of the seedlings of this species. The extract of M. tenuiflora negatively affects germination and initial seedling growth of M. caesalpiniifolia from 75 g L-1.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Fabaceae]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sementes florestais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[fitotoxidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[alelopatia]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Fabaceae]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[phytotoxicity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[allelopathy]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Potencial alelopático do extrato foliar de <i>Poincianella pyramidalis</i> (Tul.) L. P. Queiroz
e de <i>Mimosa tenuiflora</i> Willd. sobre a germinação de sementes de <i>Mimosa
caesalpiniifolia</i> Benth.</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Allelopathic potential of leaf extract of <i>Poincianella
pyramidalis</i> (Tul.) L. P. Queiroz and <i>Mimosa tenuiflora</i> Willd. on germination
of <i>Mimosa caesalpiniifolia</i> Benth. seeds</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Josenilda A. D. de Medeiros</b><sup>1</sup>, <b>Luiz A. S. Correia</b><sup>1</sup>, <b>Fernando
A. Santos</b><sup>2</sup>, <b>Cibele S. Ferrari</b><sup>1</sup> e <b>Mauro V. Pacheco</b><sup>1,*</sup></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias/Universidade Federal
do Rio Grande do Norte. (UAECIA/UFRN). Rodovia RN-160, Km 3, Distrito de Jundiaí,
CEP 59280-000, Cx. Postal 07, Macaíba/RN, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Centro de Ciências Agrárias/Universidade da Paraíba (CCA/UFPB).
Rodovia BR 079, Km 12, CEP 58397-000, Areia/ Paraíba, Brasil</i></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:pachecomv@hotmail.com">pachecomv@hotmail.com</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo deste trabalho consistiu em avaliar o potencial alelopático de <i>Poincianella
pyramidalis </i>e <i>Mimosa tenuiflora </i>sobre a qualidade fisiológica de sementes
e plântulas de <i>Mimosa caesalpiniifolia</i>. A sementeira foi realizada em solo
esterilizado, umedecido com extrato foliar aquoso 0, 25, 50, 75 e 100 g L<sup>-1</sup>
e acondicionados em germinador a 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas. Foram avaliadas
a germinação, primeira contagem e velocidade de germinação, comprimento e massa
seca da parte aérea e da raiz. Com o aumento da concentração dos extratos de <i>P.
pyramidalis</i>, observou-se efeito alelopático negativo para primeira contagem,
IVG, comprimento da parte aérea. A germinação e comprimento da parte aérea apresentaram
redução a partir de 75 g L<sup>-1</sup> do extrato de <i>M. tenuiflora</i>. Observou-se
declínio da massa seca da parte aérea com o aumento da concentração do extrato.
O extrato de <i>P. pyramidalis</i> não afeta a porcentagem de germinação das sementes
de <i>M. caesalpiniifolia</i>, mas exerce efeito negativo sobre a qualidade fisiológica
das plântulas desta espécie. O extrato de <i>M. tenuiflora</i> afeta negativamente
a germinação e o crescimento inicial de plântulas de <i>M. caesalpiniifolia</i>
a partir de 75 g L<sup>-1</sup>.</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> Fabaceae, sementes florestais,
fitotoxidade, alelopatia.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to evaluate the
allelopathic potential of <i>Poincianella pyramidalis</i> and <i>Mimosa tenuiflora</i>
on the physiological quality of <i>Mimosa caesalpiniifolia</i> seeds and seedlings.
The sowing was carried out in sterilized soil and moistened with the aqueous leaf
extract 0, 25, 50, 75 and 100 g L<sup>-1</sup> and conditioned in germinator at
25 ºC and photoperiod of 12 hours. Germination, first count and germination speed,
length and dry mass of shoots and roots were evaluated. When the concentration of
the extracts of <i>P. pyramidalis</i> was increased, it was observed a negative
allelopathic effect for first counting, GSI, shoot length. The germination and length
of the aerial part showed reduction from 75 g L<sup>-1</sup> extract of <i>M. tenuiflora</i>.
The dry mass of the shoot was observed to decline as the concentrations were elevated.
The extract of <i>P. pyramidalis</i> does not affect the germination of <i>M. caesalpiniifolia</i>
seeds, however it exerts a negative effect on the physiological quality of the seedlings
of this species. The extract of <i>M. tenuiflora</i> negatively affects germination
and initial seedling growth of <i>M. caesalpiniifolia</i> from 75 g L<sup>-1</sup>.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: Fabaceae, forest seeds, phytotoxicity, allelopathy.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A Sociedade
Internacional de Alelopatia define a alelopatia como a influência de metabolitos
secundários produzidos não apenas por plantas, mas também por algas, bactérias e
fungos, que assim influenciando o desenvolvimento e o crescimento de outros organismos
(Reigosa <i>et al</i>., 2013). A alelopatia pode ser considerada um mecanismo ecológico
que influencia na sucessão vegetal primária e secundária, na formação de comunidades,
na dominância vegetal, na gestão e produtividade de culturas (Chou, 1999).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A interação alelopática ocorre pela libertação
de aleloquímicos por processos de lixiviação de partes das plantas, volatilização
e exsudação das raízes, atividade microbiana e decomposição de resíduos secos (Cheema
&amp; Wahid, 2013). Estes processos possibilitam ao indivíduo interferir no metabolismo
de outras plantas próximas e obter maior chance de acesso à luz, água e nutrientes
e, consequentemente, há maior adaptabilidade evolutiva e estabelecimento nas comunidades
vegetais (Taiz &amp; Zeiger, 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As espécies vegetais que coexistem em ecossistemas com flora diversificada, como
nas florestas secas, possuem mecanismos de defesa que auxiliam na competição por
fatores abióticos limitantes, conferindo às espécies maior adaptação (Gariglio <i>et
al</i>., 2010). A vegetação de uma determinada área pode ter um modelo de sucessão
condicionado às plantas pré-existentes e às substâncias químicas que elas libertaram
no meio (Ferreira &amp; Áquila, 2000), sendo importante a estimativa do potencial
alelopático das espécies que compõem as florestas secas, visto que destas pouco
se conhece com relação ao equilíbrio e dinâmica dos ecossistemas.</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nesse sentido, o desenvolvimento de estudos sobre
o potencial alelopático dessas espécies pode fornecer informações valiosas sobre
a sua ecologia. As espécies da família das Fabaceae <i>Poincianella pyramidalis
</i>(Tul.) L.P. Queiroz, <i>Mimosa tenuiflora </i>(Wiild) e a <i>Mimosa caesalpiniifolia
</i>Benth. apresentam ampla ocorrência nas florestas secas brasileiras com elevada
abundância.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O táxone<i> P. pyramidalis</i>
apresenta ampla dispersão no semiárido nordestino, sendo encontrada em diversas
associações vegetais (Maia, 2004; Coelho <i>et al</i>., 2013) e em diversos tipos
de solos, inclusive os mais pobres (Maia, 2004), característica esta considerada
importante para fins de recuperação de áreas degradadas (Santana <i>et al</i>.,
2011).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>M. tenuiflora</i> é uma
espécie com ampla ocorrência entre o México, a Venezuela e o Brasil (Anton <i>et
al</i>., 1993; Martel-Estrada <i>et al</i>., 2014). Esta espécie é típica do semiárido
brasileiro e tem sido explorada pelo seu potencial energético, forrageiro e medicinal
(Maia, 2004; Bezerra <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A espécie <i>M. caesalpiniifolia</i> é muito explorada pela sua madeira,
e como mourões, estacas, postes, lenha e carvão; a folhagem constitui importante
fonte de alimento para o gado (bovino e caprino) durante a época de escassez de
chuvas no semiárido nordestino, enquanto que na região sudeste do Brasil, é amplamente
utilizada como cerca viva (Lorenzi, 2000). Além disso, é indicada para povoamentos
florestais mistos, dado que beneficia o desenvolvimento de outras espécies nesse
sistema de gestão (Maia, 2004). Devido aos seus diversos usos, tem sido explorada
indiscriminadamente nas regiões de ocorrência natural (Freitas <i>et al</i>., 2011;
Nogueira <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As
espécies anteriormente referidas necessitam de estudos quanto ao ambiente ideal
para se desenvolverem e quanto às suas interações com o meio e entre elas, já que
coexistem. Com isso, torna-se necessário o conhecimento alelopático para auxiliar
na escolha de espécies florestais que irão compor um sistema misto de florestação.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi
avaliar o potencial alelopático da <i>P. pyramidalis </i>(Tul.) L.P. Queiroz e <i>M.
tenuiflora </i>(Wiild) Poir sobre a qualidade fisiológica de sementes e plântulas
de <i>M. caesalpiniifolia </i>Benth.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Obtenção dos extratos</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo foi conduzido no Laboratório de Sementes Florestais (LSF) da Unidade
Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias (UAECIA), Universidade Federal do Rio
Grande do Norte (UFRN), município de Macaíba-RN, Brasil. A avaliação do potencial
alelopático de <i>P. pyramidalis </i>e <i>M. tenuiflora</i> foi realizada por meio
de um bioensaio de germinação utilizando sementes de <i>M. caesalpiniifolia</i>,
as quais foram colocadas para germinar em substrato umedecido com extratos foliares
das espécies-alvo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram utilizadas
as concentrações de 25, 50, 75 e 100 g L<sup>-1</sup> obtidas respectivamente por
meio da imersão de 25, 50, 75 e 100 g de folhas desidratadas de cada espécie (<i>P.
pyramidalis </i>e <i>M. tenuiflora</i>) em 1000 mL de água destilada por 24 h. No
tratamento controle (0 g L<sup>-1</sup>), utilizou-se apenas água destilada para
o umedecimento do substrato.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi
determinada a condutividade elétrica (CE) dos extratos cujos valores foram utilizados
para determinar o potencial osmótico por meio da fórmula proposta por Ayers &amp;
Westcot (1994), em que o potencial osmótico em atmosfera (ATM) = - 0,36 * CE, com
posterior transformação dos dados em ATM para MPa.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O substrato utilizado no teste de germinação foi solo arenoso (Latossolo
vermelho), colhido em quatro pontos aleatórios em uma camada de 0-40 cm de profundidade,
na Área de Experimentação Florestal da UAECIA/UFRN (5°53’57.1’’S 35°21’34.7’’W).
O solo foi peneirado e esterilizado em estufa a 200 °C durante 4-h. O substrato
foi pesado (1000 g) e distribuído em caixas plásticas transparentes (Cristal Pack<sup>®</sup>
CP20) com dimensões de 217 x 147 x 100 mm. O umedecimento foi realizado com as concentrações
dos extratos foliares na quantidade equivalente a 60% da capacidade de retenção
de água do substrato.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A quebra da
dormência física foi realizada antes da sementeira das sementes de <i>M. caesalpiniifolia</i>,
em que as mesmas foram escarificadas mecanicamente por meio de desponte na região
oposta ao micrópilo (Bruno <i>et al</i>., 2001), seguido de desinfestação em solução
aquosa de detergente neutro (100 mL de água destilada com cinco gotas de detergente
neutro) por cinco minutos e em solução de hipoclorito de sódio a 2% por dois minutos,
sendo posteriormente lavadas em água destilada (Brasil, 2013). As caixas plásticas
foram mantidas em germinador tipo B.O.D. (<i>Biochemical Oxygen Demand</i>) a 25
°C e fotoperíodo de 12 h durante sete dias.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Variáveis avaliadas</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O teste
de germinação foi realizado contabilizando as sementes que originaram plântulas
normais (Brasil, 2013), cujos resultados foram expressos em porcentagem. A partir
da germinação foi realizada a primeira contagem da germinação considerando a porcentagem
acumulada de plântulas normais emersas até o 2° dia após a sementeira; e índice
de velocidade de germinação (IVG) utilizando-se a equação proposta por Maguire (1962).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O comprimento da parte aérea e da raiz primária
(cm por plântula) foi realizada no final do ensaio, em que foram medidas a parte
aérea e a raiz primária das plântulas normais, com auxílio de régua graduada em
milímetros. A parte aérea e o sistema radicular de plântulas normais foram acondicionados,
separadamente, em sacos de papel e levados à estufa de secagem, regulada a 80 ºC,
durante 24-h para obtenção da massa seca da parte aérea e sistema radicular. Após
este período, foram pesadas em balança analítica com precisão de 0,001 g.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Delineamento experimental</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado,
constando de cinco tratamentos com extratos foliares de <i>P. pyramidalis </i>e
<i>M. tenuiflora</i> (0, 25, 50, 75 e 100 g L<sup>-1</sup>), com quatro repetições
de 25 sementes cada de <i>M. caesalpiniifolia</i>. Os resultados foram submetidos
ao teste de normalidade Shapiro-Wilk, e em seguida à análise de variância e regressão
polinomial e linear para os dados paramétricos, optando-se pela equação que melhor
se ajustou aos dados; e Kruskal-Wallis para os dados não paramétricos. Foi utilizado
o programa estatístico Assistat 7.7 Beta (Silva, 2014).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Alelopatia de Poincianella pyramidalis</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>, observa-se que o potencial osmótico
aumentou com a elevação da concentração do extrato, apresentando variação de -0,0001
a -0,0872. Estes resultados estão de acordo com o limite de tolerância recomendado,
o qual deve estar abaixo de -0,2 para ser considerado ideal e não interferir nas
variáveis avaliadas (Gatti <i>et al</i>., 2004; Oliveira <i>et al</i>., 2012). A
avaliação do potencial osmótico é fundamental em avaliações de efeito alelopático,
visto que pode ocorrer interferência nos resultados da alelopatia, pois atua diretamente
na fase de ativação do metabolismo durante a embebição da semente (Ferreira &amp;
Borghetti, 2004).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados da variável
germinação, massa seca do sistema radicular e da parte aérea da <i>M. caesalpiniifolia
</i>apresentaram distribuição não paramétrica, sendo então analisados pelo teste
de Kruskal-Wallis. Não houve diferenças significativas entre as concentrações estudadas
para aquelas variáveis. A germinação possui pouca sensibilidade aos efeitos alelopáticos,
pois estes ocorrem inicialmente ao nível molecular, apresentando sintomas após o
processo germinativo (Ferreira &amp; Borghetti, 2004).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar do efeito alelopático nem sempre se manifestar sobre a
viabilidade, o mesmo pode ser observado em outros parâmetros baseados no vigor,
como por exemplo o efeito dos extratos de folhas e de cascas de <i>Ziziphus joazeiro
</i>Mart., os quais reduziram a velocidade de germinação das sementes de <i>Lactuca
sativa</i> L. (Oliveira <i>et al</i>., 2012). Para a variável primeira contagem
da germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>), o modelo de regressão que melhor se ajustou foi o linear,
sendo observada redução da porcentagem à medida que aumentou a concentração do extrato
aquoso foliar de <i>P. pyramidalis</i>. Nota-se que o efeito alelopático sobre o
vigor das plântulas avaliado pelo teste de primeira contagem da germinação apresenta-se
com maior redução após a concentração de 25 g L<sup>-1</sup>, evidenciando o efeito
alelopático negativo. De acordo com Ferreira &amp; Borghetti (2004), isso pode ser
explicado pelo fato de ocorrerem reações entre as substâncias secundárias do extrato
e do conteúdo celular das sementes, sendo uma interação alelopática de ação direta
(que retarda as reações bioquímicas necessárias para iniciar o processo de germinação
das sementes).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes de <i>M.
caesalpiniifolia </i>também apresentaram redução na velocidade de germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18f2.jpg" target = "_blank">Figura
2</a>) à medida que se aumentou a concentração do extrato aquoso foliar de <i>P. pyramidalis,</i>
o que reforça o efeito alelopático negativo sobre o IVG.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O comprimento da parte aérea se ajustou melhor
ao modelo de regressão linear, enquanto que o modelo quadrático foi o que melhor
se ajustou aos dados de comprimento da raiz principal (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>). O decréscimo acentuado
do comprimento da raiz ocorreu na concentração de 78 g L<sup>-1</sup> do extrato,
confirmando o efeito alelopático negativo <i>da P. pyramidalis</i> sobre o crescimento
inicial das plântulas de <i>M. caesalpiniifolia</i>. Para a parte aérea das plântulas
também houve redução do comprimento à medida que se aumentou a concentração do extrato.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A redução mais acentuada do crescimento da raiz
em relação ao da parte aérea pode ser explicada pelo fato de que as raízes se encontram
em contato direto e prolongado com o extrato (Chung <i>et al</i>., 2001; Borella
<i>et al</i>., 2009), sendo esta considerada uma variável mais sensível na detecção
de efeito alelopático, seja ele positivo ou negativo. Redução do comprimento de
raiz e da parte aérea também foi verificada por Maia <i>et al.</i> (2013) com o
uso de extrato de flores de<i> Ipomoea triloba</i> L. e <i>Centrosema brasilianum</i>
L. sobre plântulas de alface. O mesmo foi constatado com os extratos aquosos foliares
de <i>M. tenuiflora</i>, os quais quando em concentrações elevadas inibiram o crescimento
da raiz e do hipocótilo de plântulas de alface (Silveira <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A <i>P. pyramidalis</i> possui diversos bioflavonóides
nas suas folhas, além de outros tipos de compostos fenólicos no caule, como o siringaresinol
e galato de metila (Bahia <i>et al.,</i> 2005). Estes compostos são possivelmente
os responsáveis pela ação alelopática negativa sobre a qualidade fisiológica, evidenciada
pela velocidade de germinação e pelo comprimento das plântulas de<i> M. caesalpiniifolia</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar de não afetar a porcentagem
final de germinação, o extrato foliar de <i>P. pyramidalis</i> exerce redução do
crescimento inicial das plântulas de <i>M. caesalpiniifolia</i>. Esses resultados
podem contribuir para o delineamento de programas florestais, quer para fins comerciais,
quer para fins de restauração florestal.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Alelopatia de Mimosa tenuiflora</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, que o potencial osmótico
aumenta à medida que a concentração do extrato se eleva, variando de -0,0001 e -0,0974.
Portanto, encontra-se na faixa ideal, visto que está abaixo de -0,2 (Gatti <i>et
al</i>., 2004; Oliveira <i>et al</i>., 2012).

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Apenas os resultados
de massa seca do sistema radicular e da parte aérea apresentaram distribuição normal
e foram submetidos à análise de regressão polinomial, enquanto as outras variáveis
foram analisadas pelo teste de Kruskal-Wallis.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a germinação e o IVG (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>), observa-se que houve diferenças significativas
entre os tratamentos, sendo o controle (apenas água destilada) superior às concentrações
de 75 e 100 g L<sup>-1</sup>, revelando que há redução da germinação de sementes
de <i>M. caesalpiniifolia</i> quando expostas às concentrações de extrato foliar
aquoso.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Na primeira contagem de
germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>) observaram-se diferenças significativas e superioridade do
controle (0 g L<sup>-1</sup>) em relação à concentração de 100 g L<sup>-1</sup>.
Esses resultados devem-se provavelmente à fitotoxicidade dos compostos foliares
de <i>M. tenuiflora</i> quando utilizados em concentrações elevadas.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No que concerne ao comprimento da raiz principal
(CP-RZ, <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>), não se observaram diferenças significativas neste parâmetro com
o aumento da concentração do extrato aquoso foliar de <i>M. tenuiflora</i>.
Em contrapartida, observou-se que o comprimento da parte aérea (CP-PA) na concentração
de 25 g L<sup>-1</sup> (6,4 cm pl<sup>-1</sup>) foi superior apenas ao das plântulas
originadas de sementes submetidas à concentração de 100 g L<sup>-1</sup> (4,4 cm
pl<sup>-1</sup>), sendo esta, a maior concentração de extrato avaliada.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados das variáveis germinação, IVG e o
comprimento da raiz principal estão de acordo com Cheema &amp; Wahid (2013), os
quais relatam a alelopatia como um fenómeno químico mediado, cuja respostas são
dependentes da concentração, sendo que compostos em altas concentrações serão inibitórios,
enquanto em baixas concentrações poderá haver estímulo ou ausência de efeitos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As concentrações do extrato não afetaram a massa
seca do sistema radicular, entretanto para a variável massa seca da parte aérea
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a18f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>) é possível identificar efeito alelopático negativo, decorrente da redução
acentuada de massa à medida que se eleva a concentração do extrato foliar aquoso
de <i>M. tenuiflora</i>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento de metabolitos secundários em determinadas plantas pode sinalizar
algum tipo de estresse. Para reduzi-lo e manter o ambiente ideal para crescimento
da planta, esta precisa de libertar os aleloquímicos no meio. Portanto, em condições
ideais, os aleloquímicos permanecem inativos e seus conteúdos estáveis (An <i>et
al</i>., 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para manter esse
equilíbrio, o conhecimento alelopático pode ser eficaz na escolha de espécies florestais
que irão compor um sistema de plantação misto, além de auxiliar na especificação
do espaçamento ideal para a plantação deste, uma vez que há efeito alelopático positivo
em determinadas espécies. Este efeito pode manifestar-se como incremento no comprimento
e na massa seca de plântulas, sendo estas características importantes para o estabelecimento
das espécies em campo.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O extrato de <i>P. pyramidalis</i> não afeta a
viabilidade das sementes de <i>M. caesalpiniifolia</i>, no entanto exerce efeito
alelopático negativo sobre o vigor das plântulas desta espécie.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A qualidade fisiológica das sementes de <i>M. caesalpiniifolia</i>
foi afetada negativamente na presença do extrato de <i>M. tenuiflora</i> a partir
da concentração de 75 g L<sup>-1</sup>. </font></p>

    <p>&nbsp;</p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">An, M.; Liu, D.L.; Wu, H &amp; Liu, Y.H. (2008)
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A.U. &amp; Lou, S.M. (Eds.) - <i>Allelopathy in sustainable agriculture and forestry</i>.
Springer, 411 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691673&pid=S0871-018X201800040001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Anton, R.; Jiang,
Y.; Weniger, B.; Beck, J. &amp; Rivieri, L. (1993) - Pharmacognosy of <i>Mimosa
tenuiflora</i> (Willd.) Poiret.<i>Journal of Ethnopharmacology</i>, vol. 38, n.
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for agriculture</i>. (FAO. Irrigation and Drainage Paper, 29). Rome, FAO, 97 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691676&pid=S0871-018X201800040001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bahia, M.V.; Santos, J.B.; David,
J.P. &amp; David, J.M. (2005) - Biflavonoids and other Phenolics from <i>Caesalpinia
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Pereira, A.V.; Sousa, E.O. &amp; Rodrigues, O.G. (2011) - Abordagem fitoquímica,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Chung, I.M.; Ahn, J.K. &amp; Yun, S.J. (2001) - Assessment of allelopathic potential
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, A.G. &amp; Áquila, M.E.A. (2000) - Alelopatia:
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, A.G.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Freitas, R.M.O.;
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<a href = "https://doi.org/10.15258/sst.2011.39.3.13" target = "_blank">https://doi.org/10.15258/sst.2011.39.3.13</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691695&pid=S0871-018X201800040001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gariglio, M.A.; Sampaio, E.V.S.B.; Cestaro, L.A. &amp; Kageyama, P.Y. (2010)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gatti, A.B.; Perez, S.C.J.G. &amp; Lima, M.I.S. (2004) - Efeito alelopático
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Maguire, J.D. (1962) - Speed of germination - aid in selection and evaluation
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Maia, S.S.S.; Coelho, M.F.B.; Oliveira, A.K. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Martel-Estrada, S.A.; Olivas-Armendáriz,
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Diogenes, F.E.P. &amp; Medeiros Filho, S. (2012) - Atividade alelopática de extratos
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Borghetti, F. (2013) - Allelopathic research in Brazil.<i>Acta Botanica Brasilica</i>,
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&amp; Oliveira, P.R.S. (2011) - Padrão de distribuição e estrutura diamétrica de
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    ]]></body>
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silveira, P.F.; Maia, S.S.S. &amp; Coelho, M.F.B.
(2012) - Potencial alelopático de casca de jurema preta no desenvolvimento inicial
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Taiz, L. &amp; Zeiger, E. (2004) - <i>Fisiologia vegetal</i>.
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    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico (CNPq) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(CAPES), pelo apoio financeiro.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.07.31</font></p>

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