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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características agronómicas da mucuna-preta em diferentes épocas de sementeira]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The velvet bean (Stizolobium aterrimum L.) is an annual legume, used as a green manure because of its high potential for nitrogen fixation. In cane fields, with mechanized harvesting of sugarcane, this species has been transformed into an infesting plant, as it presents a pattern of seed germination stepped which makes difficult its management. In this research was to evaluate the influence five sowing seasons (November, December, January, February and March) on the life cycle and productive potential of the velvet bean. The trial was installed in 2013/2014. The experimental design was a randomized block design with four replicates. The plant velvet bean trellises were used in the study to support velvet bean growth, simulating infestation in sugarcane. The number of days for flowering, number of pods per raceme, number of seeds per pod, number of days to dehiscence of the fruit, seed yield, seed weight and lifecycle length , were evaluated times of sowing. It was concluded that the velvet bean responds to the sowing season, presenting a reduction in the life cycle and a decrease in seed production.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Stizolobium aterrimum L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Estádio fenológico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Manejo de plantas daninhas]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Weed management]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Características agronómicas da mucuna-preta
em diferentes épocas de sementeira</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agronomic characteristics
of velvet bean in different sowing time</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Andréia R. Ramos</b><sup>1,</sup>*, <b>Patrícia A. de C. Felisberto</b><sup>2</sup>, <b>Paulo C. Timossi</b><sup>3</sup> e <b>Antônio
P. da Costa Netto</b><sup>3</sup></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Universidade Estadual Paulista,
Campus de Botucatu, CEP 18610-307, Botucatu - SP, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Universidade Estadual Paulista, Campus de
Jaboticabal, CEP 14884-900, Jaboticabal - SP, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí,
CEP 75801-615, Jataí - GO, Brasil</i></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:andreia-agro@hotmail.com">andreia-agro@hotmail.com</a>)</i></font></p>




<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A mucuna-preta (<i>Stizolobium aterrimum</i> L.) é uma leguminosa anual,
utilizada como adubo verde devido ao seu alto potencial de fixação de nitrogénio.
Em canaviais, com a colheita mecanizada da cana-de-açúcar, esta espécie tem-se transformado
em planta infestante, pois apresenta um padrão de germinação de sementes escalonado
o que dificulta o seu manejo. Com este trabalho pretendeu-se avaliar a influência
de cinco épocas de sementeira (novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março) no
ciclo de vida e potencial produtivo da mucuna-preta. O ensaio foi instalado em 2013/2014.
O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizado com quatro repetições.
As plantas de mucuna-preta foram conduzidas em espaldeira, simulando infestação
em canaviais. Foi avaliado o número de dias à floração, número de vagens por racemo,
número de sementes por vagem, número de dias para a deiscência dos frutos, produtividade
de sementes, peso de mil sementes e duração do ciclo de vida da planta, em todas
as épocas de sementeira. Concluiu-se que a mucuna-preta responde à época de sementeira,
apresentando uma redução do ciclo de vida e diminuição na produção de sementes.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> <i>Stizolobium aterrimum </i>L., Estádio fenológico,
Manejo de plantas daninhas.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">The velvet
bean (<i>Stizolobium aterrimum</i> L.) is an annual legume, used as a green manure
because of its high potential for nitrogen fixation. In cane fields, with mechanized
harvesting of sugarcane, this species has been transformed into an infesting plant,
as it presents a pattern of seed germination stepped which makes difficult its management.
In this research was to evaluate the influence five sowing seasons (November, December,
January, February and March) on the life cycle and productive potential of the velvet
bean. The trial was installed in 2013/2014. The experimental design was a randomized
block design with four replicates. The plant velvet bean trellises were used in
the study to support velvet bean growth, simulating infestation in sugarcane. The
number of days for flowering, number of pods per raceme, number of seeds per pod,
number of days to dehiscence of the fruit, seed yield, seed weight and lifecycle
length , were evaluated times of sowing. It was concluded that the velvet bean responds
to the sowing season, presenting a reduction in the life cycle and a decrease in
seed production.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: <i>Stizolobium aterrimum </i>L., Growth stage, Weed management.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">A mucuna-preta (<i>Stizolobium aterrimum</i> L.) pertence à família <i>Fabaceae</i>.
Segundo Pupo (1979) esta espécie é originária das Índias Ocidentais e adapta-se
bem a climas tropicais e subtropicais. É uma planta anual de ciclo longo (240 dias),
com caules finos, longos, flexíveis e volúveis com hábito de crescimento trepador.
De acordo com este autor, apresenta ainda vagens grossas e largas, com poucas sementes
e flores de coloração arroxeada. As sementes quando maduras são grandes com coloração
preta bem nítida e hilo branco. Também apresentam dormência ocasionada pela impermeabilidade
do tegumento à água e, dentre os fatores que podem interferir no grau de dormência,
destaca-se o tamanho das sementes (Nakagawa e Cavariani, 2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A prática da adubação verde com leguminosas na cultura da
cana-de-açúcar é recomendada durante a reforma do canavial, por proporcionar as
seguintes vantagens: não implica na perda de um ano agrícola, não interfere na brotação
da cana-de-açúcar, apresenta custos relativamente baixos, promove aumentos significativos
nas produções de cana-de-açúcar em pelo menos dois cortes, protege o solo contra
a erosão e evita a multiplicação de plantas daninhas, além de poder substituir completamente
a adubação nitrogenada da cana planta (Cardoso, 1956; Ambrosano <i>et al</i>., 2005).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com a adoção da colheita mecanizada da cana-de-açúcar
(<i>Saccharum officinarum</i> L.), deixou-se de realizar a queima prévia dos canaviais,
o que propiciou um aumento da infestação de mucuna-preta favorecendo a formação
do banco de sementes no solo e de plantas estabelecidas. A ausência de limpeza frequente
do equipamento de colheita também contribui para esse incremento (Timossi <i>et
al</i>., 2012). Isso tem ocorrido devido às sementes desta espécie apresentarem
germinação escalonada e dormência (Wutke <i>et al</i>., 1995; Souza <i>et al</i>.,
2015). Assim, se a cobertura vegetal não for manejada em tempo útil, a mucuna-preta
depositará sementes no solo, perpetuando-se.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sistema de colheita mecanizada da cana-de-açúcar sem queima prévia da
palha tem sido cada vez mais utilizado no Brasil e tende a abranger quase a totalidade
das áreas ocupadas pela cultura, pois proporciona benefícios agronómicos e ambientais
(Velini e Negrisoli, 2000). Estes mesmos autores relatam que, a adoção desse sistema
de colheita tem modificado as técnicas de cultivo, adotando o uso de maiores espaçamentos
e a deposição da palha sobre o solo, o que influi na ocorrência e no manejo de plantas
daninhas.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Pitelli (1985),
a interferência das plantas daninhas é influenciada por fatores ligados à própria
cultura (espécie ou cultivar, espaçamento e densidade de sementeira, época e extensão
do período de convivência e fatores característicos das plantas daninhas (composição
específica, densidade e distribuição). No caso da cana-de-açúcar, as características
próprias da cultura favorecem o prolongamento do período de convivência, e a competição,
quando comparados com as culturas de cereais, tais como milho ou soja. Para Tedesco
(2009), a característica fisiológica (hábito de crescimento trepador) da mucuna-preta
faz com que ela se sobreponha rapidamente ao resto da vegetação, competindo e dominando
todas as outras espécies vegetais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para Kuva <i>et al</i>. (2007), esta espécie comporta-se como uma infestante que
cria dificuldades de manejo em várias áreas produtoras de cana-de-açúcar no Brasil.
Recentemente constatou-se que, como consequência do seu hábito de crescimento, a
mucuna-preta pode prejudicar a videira (<i>Vitis vinífera</i>), sendo hospedeira
da pérola-da-terra (<i>Eurhizococcus brasiliensis</i>) e competindo por luz, água
e nutrientes (Botton <i>et al</i>., 2010). Já Bressanin <i>et al</i>. (2016), constatou
que a mucuna-preta apresentou acumulação de matéria seca durante todo o período
de avaliação e reduziu em até 50% a produtividade de colmos da cana-de-açúcar.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O manejo inadequado de mucuna-preta, como adubo
verde nas áreas de reforma de canavial pode facilitar o seu estabelecimento e consequentemente
causar perdas e interrupções na colheita mecanizada da cana-de-açúcar. Assim, com
esta pesquisa pretendeu-se avaliar a influência de épocas de sementeira no ciclo
de vida e potencial produtivo de mucuna-preta.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>


 

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ensaio foi instalado em 2013/2014, nos campos experimentais da Universidade
Federal de Goiás (UFG), Regional Jataí (17º56’57’’S e 51º43’18’’W). O solo foi classificado
como Latossolo Vermelho distroférrico típico (EMBRAPA, 2013) de textura argilosa
e relevo levemente ondulado, localizado a 800 m de altitude. O clima é tropical
chuvoso do tipo Aw, de acordo com a classificação de Köppen, com duas estações bem
definidas, sendo uma chuvosa (outubro a abril) e outra seca (maio a setembro). A
composição química do solo do local do ensaio experimental é apresentada no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro
1</a>. A temperatura média foi de 22 ºC e a precipitação média anual de 1.600 mm. Os
dados meteorológicos do período de condução da pesquisa (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>) foram obtidos
na estação agrometeorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com cinco
épocas de sementeira (novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março) e quatro repetições.
A sementeira foi realizada no início de cada mês, seguindo o mesmo padrão para as
demais épocas, sendo a primeira data em novembro, e posteriormente em dezembro,
janeiro, fevereiro e março. Adotou-se o sistema de condução em espaldeira (é um
dos sistemas mais utilizados para plantas trepadeiras, são plantadas em sentido
vertical, em fileiras paralelas), simulando situação de infestação, pois a mucuna-preta
possui hábito de crescimento trepador.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a condução das plantas de mucuna-preta em espaldeira foi adotado barbante
entre os fios da cerca, de forma que, estas conseguissem espalhar-se por toda a
área. A sementeira foi realizada em linhas a 5 cm de profundidade, espaçamento de
0,50 m, mantendo seis plantas por unidade experimental (<i>net plot</i>). Cabe ressaltar
que a bordadura foi designada com o espaço entre as épocas de sementeira com distância
de 2 m e cada parcela correspondendo a 20 m de comprimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em cada época de sementeira foram realizadas as seguintes
avaliações:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Número de dias à floração</i>,
onde foram registrados os dias desde a emergência até que 50% das plantas da parcela
apresentassem tanto flores quanto botões florais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Deiscência dos frutos</i>, registrou-se o número de dias necessário
para iniciar a dispersão de sementes. Esta característica foi utilizada para determinar
o ponto de início de colheita dos racemos. Os frutos sofrem abscisão, e as sementes
são arremessadas ao solo antes mesmo da colheita, sendo assim, foram contados os
dias que os frutos da mucuna-preta iniciaram o processo de deiscência.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As colheitas foram realizadas quinzenalmente,
a partir do ponto de colheita (início da deiscência das vagens).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Avaliação do ciclo de vida</i> da planta foram contabilizados
o número de dias decorridos entre a sementeira e a maturação dos últimos racemos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Avaliação do número de vagens por racemo</i>
e <i>de sementes por vagens</i>. Para o número de vagens por racemo, registrou-se
a quantidade de vagens por racemos ao longo da colheita. Já o número de sementes
por vagem foi determinando a média da quantidade de sementes por vagem durante toda
a condução da espécie.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Produção
de sementes</i> com o somatório da quantidade produzida de sementes durante as colheitas
e os resultados sendo expresso em kg planta<sup>-1</sup>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Avaliação da massa de mil sementes</i>, a massa
foi estimada pela pesagem de 100 sementes em oito repetições cada, e ajustado para
1000 sementes, conforme as Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados foram submetidos à análise de variância
e ao teste F por meio do programa estatístico Sisvar (Ferreira, 2000), que quando
significativos ao nível de 5% de probabilidade aplicou-se o
teste Tukey a 5% de probabilidade, exceto para as avaliações de deiscência dos frutos
e o ciclo de vida da planta.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Número de dias à floração</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A época de
sementeira influenciou a data de floração, verificamdo-se a seguinte <i>decalage</i>
entre data de sementeira e data de floração:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pode-se inferir por estes resultados que a sementeira do mês
de novembro iniciou o número de dias para a floração com 118 dias após a semeadura
(março) e a semeadura do mês de dezembro com 111 dias (meados de abril) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f2.jpg" target = "_blank">Figura
2</a>). Dados semelhantes foram encontrados por Vieira <i>et al</i>. (1988), nas condições
de Jaboticabal, SP, semeando a mucuna-preta no final de novembro o qual observaram
o início do florescimento em meados de abril e 78 dias após, a maturidade fisiológica
das sementes, o que culmina aproximadamente com o início da colheita de cultivares
de cana-de-açúcar de ciclo intermediário.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Deiscência dos frutos e ciclo de vida da planta</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à deiscência dos frutos da mucuna-preta percebeu-se
que a sementeira realizada no mês de novembro obteve maior número de dias para início
da colheita dos racemos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>). Com relação ao ciclo de vida da planta, a sementeira
do mês de novembro obteve um maior número de dias em relação aos demais (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f4.jpg" target = "_blank">Figura
4</a>). Todavia a sementeira do mês de fevereiro apresentou um ciclo menor (196 dias)
e durante este período foi notada uma grande acumulação de biomassa com morte dos
botões florais, o que culminou numa redução da produção de sementes. Dessa forma
torna-se possível afirmar que a mucuna-preta responde à época de sementeira, pois
verificou-se uma redução do seu ciclo vegetativo. Tal fenômeno já foi constatado
por Trani <i>et al</i>. (1991) e Calegari (1995) os quais também afirmaram que ocorreu
uma heterogeneidade na floração e maturação das vagens em função das condições ambientais
e de cultivo.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Comparando as informações descritas por Trani <i>et al</i>. (1991) e Calegari
(1995) com os resultados desta pesquisa, o início da colheita para a sementeira
realizada em novembro foi aos 201 dias após a sementeira (DAS), dezembro aos 192
DAS, janeiro aos 185 DAS, fevereiro aos 167 DAS e março aos 166 DAS (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>).
Estes resultados vêm confirmar as informações disponíveis na literatura, pois para
Wutke (1993), Calegari (1995), Braga <i>et al</i>. (2006) e Oliveira (2013) a colheita
de mucuna-preta é realizada aos 180 a 240 DAS. Porém, tais autores só levaram em
consideração o cultivo da espécie no início da estação chuvosa.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Amabile <i>et al</i>. (2000) a mucuna-preta
apresenta desenvolvimento vegetativo eficiente e acentuada rusticidade para o Cerrado,
adaptando-se bem às condições de deficiência hídrica e de temperaturas altas. Resultados
opostos foram obtidos por Silva <i>et al</i>. (2009). Estes autores verificaram
que a mucuna-preta apresentou desenvolvimento inicial lento em comparação com crotalária
(<i>Crotalaria juncea</i>) e com milheto (<i>Pennisetum glaucum </i>(L) R. BR).
Segundo Oliveira <i>et al</i>. (2003), o que interferiu no desenvolvimento da mucuna-preta
foi a incidência de formigas cortadeiras. Fato também constatado no início deste
estudo. Porém, não houve interferência no crescimento da planta, visto que foi realizado
o controle de imediato.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Número de vagens por racemo e de sementes por vagens</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A média de sementes por vagens foi estatisticamente igual para
a sementeira dos meses de novembro e dezembro, diferindo dos demais, sendo a menor
média (2,38) obtida no mês de março (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>). Se compararmos as médias de sementes
por vagem dos meses de novembro e março, estas apresentam 52,5% de sementes a menos
quando comparada à sementeira de novembro.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação à média de vagens por racemo (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>) verifica-se que não há diferenças
estatística entre os meses de novembro a fevereiro. Porém, a sementeira realizada
em março apresentou um número baixo (média de cinco vagens) quando comparado às
demais épocas de sementeira. Esta condição diferenciada foi notada durante as avaliações,
pois era possível encontrar racemos com maior número de vagens nas épocas de sementeira
de novembro e dezembro do que para a sementeira do mês de março, além de apresentar
poucas sementes por vagem. A diferença entre a média do número de vagens colhidas
em plantas semeadas no mês de novembro e março corresponde a 48,1%, indicando a
influência do fotoperíodo nesse parâmetro avaliado. Estes resultados contradizem
os de Amabile <i>et al</i>. (2000), que não observaram influência do fotoperíodo
sobre a floração, em função das épocas de sementeira na mucuna-preta. Isto pode
ser atribuído ao fato da mucuna-preta não possuir reação à variação do comprimento
do dia (Pereira e Kage, 1980; Sabadin, 1984).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Produção de sementes</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Avaliando-se
a produção de sementes de mucuna-preta durante o ciclo de vida da planta pode-se
constatar média de 1,33 kg planta<sup>-1</sup> para a época de sementeira em novembro
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f7.jpg" target = "_blank">Figura 7</a>). Essa produção foi diferente significativamente em relação às demais
épocas de sementeiras. Dessa forma, confirma-se que quanto mais tardia for a sementeira
mais acentuada é a queda na produtividade. No intuito de evitar o aumento do banco
de sementes no solo, é importante salientar que a menor produtividade de sementes
das plantas corrobore com o manejo desta espécie. Segundo Christoffoleti <i>et al.</i>
(2005) o manejo do banco de sementes de plantas daninhas é fundamentado pela diminuição
do número de sementes disponível no solo, as quais podem permanecerem viáveis por
muitos anos devido à dormência que as caracteriza.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Uma das desvantagens obtidas nestes resultados em relação ao sistema de cultivo
da cana-de-açúcar é que a emergência da mucuna-preta nos meses de novembro e dezembro
apresentam um crescimento e desenvolvimento mais prolongado, com maior produtividade
de sementes, o que torna difícil o controle desta infestante nos canaviais. Silva
<i>et al</i>. (2012) avaliaram a sensibilidade de diferentes espécies de <i>Mucuna
</i>(<i>M. aterrima, M. cinerea </i>e<i> M. deeringiana</i>) aos herbicidas e verificaram
que, em aplicação de pré-emergência as espécies estudadas foram sensíveis à amicarbazona,
e à sulfentrazona, e tolerantes ao imazapic; em aplicações de pós-emergência, foram
sensíveis aos herbicidas ametrina+trifloxisulfurão-sódio e 2,4-D, mas tolerantes
à clomazona.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Correia (2011),
quando o manejo das plantas de <i>Mucuna</i> spp. é inadequado ocorre o aumento
da quantidade de sementes no solo, as quais apresentam dormência e germinação escalonada,
e passam a ser infestantes, constituindo-se em um grande problema. Isso pode ser
atribuído ao tamanho e a grande acumulação de reserva das sementes. Christoffoleti
<i>et al</i>. (2005), afirmam que dentre as medidas culturais empregadas no manejo
de infestantes, destacam-se o uso estratégico de cultivares de alto afilhamento
com o consequente sombreamento precoce do solo, aumento da densidade de plantação,
condução em camalhão para o rápido afilhamento nas fases iniciais de desenvolvimento
da cultura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Peso de mil sementes</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto ao peso de mil sementes não há diferenças
estatísticas entre as épocas de sementeira (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a20f8.jpg" target = "_blank">Figura 8</a>). Todavia, o ciclo de vida
da planta de mucuna-preta vai encurtando e consequentemente diminuindo a capacidade
reprodutiva, ocorrendo o desiquilíbrio da relação fonte e dreno (<i>sink</i> e <i>source</i>)
nos tecidos vegetais. Segundo Zhang <i>et al</i>. (2005) durante a fase vegetativa,
os maiores drenos são raízes e ápices caulinares e, na fase reprodutiva os frutos
tornam-se drenos preferenciais, sendo que as fontes translocam assimilados preferencialmente
para drenos com os quais elas têm conexão vascular direta.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Após analise dos resultados obtidos neste estudo é possível concluir
que a mucuna-preta responde à época de sementeira, apresentando uma redução no ciclo
da planta à medida em que se atrasa a sementeira, interferindo diretamente na produção
de sementes. Diante das informações obtidas para a gestão da mucuna-preta no sistema
cultural de cana-de-açúcar vem a contribuir com a redução do banco de sementes no
solo. Assim, novos estudos poderão ser conduzidos visando investigar a relação entre
as técnicas culturais adotadas em cana-de-açúcar com as épocas de emergência da
mucuna-preta, pois há carência de informações sobre herbicidas que possuem efeito
residual para auxiliar no controle dessa espécie.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A mucuna-preta responde ao fotoperíodo, apresentando
encurtamento no ciclo em relação ao tempo para atingir a floração. Conclui-se também
que a época de sementeira influência o potencial produtivo de sementes da mucuna-preta.
Outro fator de suma importância é fazer o manejo preventivo antes de plantar uma
nova área, logo após colher áreas infestadas por mucuna-preta. Adotando estas premissas
é provável que será possível diminuir ou até mesmo exaurir o banco de sementes acumulado
ao longo dos anos com essa espécie.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>


     <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amabile, R.F.; Fancelli, A.L. &amp; Carvalho,
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H.; Ambrosano, G.M.B.; Schammass, E.A.; Guirado, N.; Rossi, F.; Mendes, P.C.D. &amp;
Muraoka, T. (2005) - Utilization of nitrogen from green manure and mineral fertilizer
by sugarcane.<i>Scientia Agrícola</i>, vol. 62, n. 6, p. 534-542. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90162005000600004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90162005000600004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691941&pid=S0871-018X201800040002000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Botton, M.; Melo, G.W.B.; Oliveira, O.L.P. &amp;
Onzi, I. (2010) - Efeito da cobertura vegetal sobre a pérola-da-terra (Hemiptera:
Margarodidae) na cultura da videira.<i>Acta Scientiarum Agronomy</i>, vol. 32,
n. 4, p. 681-684. <a href = "http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v32i4.4773" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v32i4.4773</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691942&pid=S0871-018X201800040002000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Braga, N.R.; Wutke, E.B.; Ambrosano, E.J. &amp;
Bulisani, E.A. (2006) - <i>Mucuna-preta.</i> Campinas: IAC, 2006. [cit. 2017.05.22]
&lt;<a href = "http://wwwiac.sp.gov.br/Tecnologias/MucunaPreta/MucunaPreta.htm" target = "_blank">http://wwwiac.sp.gov.br/Tecnologias/MucunaPreta/MucunaPreta.htm</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691943&pid=S0871-018X201800040002000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2009) - <i>Regras para análise de sementes</i>.
Brasília: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa
Agropecuária - Mapa/ACS, 395 p.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bressanin,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20150630" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20150630</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691946&pid=S0871-018X201800040002000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Calegari, A.(1995) - <i>Leguminosas para adubação verde de verão no Paraná.</i>
Londrina: IAPAR, 114 p. (Circular, 80).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691947&pid=S0871-018X201800040002000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, E.M. (1956) - <i>Contribuição para estudo da adubação verde dos canaviais</i>.
Tese Doutorado (Escola superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – USP). Piracicaba,
109 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=691949&pid=S0871-018X201800040002000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Christoffoleti, P.J.; López-Ovejero,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Correia, N.M. (2011)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2013) - <i>Sistema brasileiro de classificação
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, F.A. (2000) - <i>Manual do sistema Sisvar para análises
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">INMET (2014) - <i>Dados da rede do INMET.</i>
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kuva, M.A.; Pitelli, R.A.; Salgado, T.P.I. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, T.K.; Carvalho, G.J.; Moraes, R.N.S. &amp; Jeronimo
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pitelli, R.A. (1985) - Interferência das plantas
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pupo, N.I.H. (1979) - <i>Manual
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sabadin, H.C. (1984) - Adubação verde.<i>Lavoura Arrozeira</i>,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva,
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