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<article-id>S0871-018X2018000400022</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Modelo fotossintético para simulação da produtividade do milho em condições de temperatura e CO2 elevados]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Photosynthetic model for simulation of maize productivity under high temperature and CO2 conditions]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Viçosa Instituto de Ciências Biologicas e da Saúde ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to build a simulation model in order to study the effects of weather conditions on photosynthesis and grain yield. The model compiled was based on biochemical reaction processes, being using experimental data for the calibration model. The results of the photosynthetic rates simulated for CO2 concentrations of 380 ppm and 700 ppm were similar. Regarding the dry matter yield, there was a 5% increase when the simulation was made with 700 ppm. In terms of increasing air temperature, it was observed that the photosynthetic rate increased substantially, reaching a limit at which no further significant gains were detected. For productivity, the results were positive in the simulations with increases of up to 2 °C. However, when the simulation made to the scenario with higher temperatures, the plant responded negatively due to increased respiratory rates and reduced crop cycle, which consequently resulted in less time for growth and development.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[dióxido de carbono]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[photosynthesis rate]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Modelo fotossintético para simulação da produtividade do milho
em condições de temperatura e CO<sub>2</sub> elevados</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Photosynthetic
model for simulation of maize productivity under high temperature and CO<sub>2</sub> conditions</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Natalia S. Renato</b><sup>1*</sup>,
<b>Gilberto C. Sediyama</b><sup>1</sup>, <b>João B. L. da Silva</b><sup>2</sup> e <b>Eduardo G. Pereira</b><sup>3</sup></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Departamento de Engenharia Agrícola/
Universidade Federal de Viçosa/Viçosa-MG Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Instituto de Humanidades Artes e Ciências/ Universidade
Federal do Sul da Bahia /Teixeira de Freitas-BA Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Instituto de Ciências Biologicas e da Saúde/
Universidade Federal de Viçosa/Florestal-MG Brasil</i></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:natalia.renato@ufv.br">natalia.renato@ufv.br</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p> 

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Objetivou-se neste trabalho construir
um modelo de simulação para se estudar os efeitos da temperatura e do CO<sub>2</sub>
elevados na fotossíntese e na produtividade do milho. O modelo foi baseado em processos
de reações bioquímicas, sendo utilizado dados experimentais para calibração do mesmo.
Os resultados das taxas fotossintéticas simuladas, para concentrações de CO<sub>2</sub>
de 380 e 700 ppm foram semelhantes. Em relação à produtividade de matéria seca,
observou-se um acréscimo de 5% quando a simulação foi feita com 700 ppm. Em condições
de aumento da temperatura do ar, observou-se que as taxas fotossintéticas aumentaram
consideravelmente, chegando a um limite no qual não se detectaram mais ganhos. Para
a produtividade, os resultados foram positivos nas simulações com acréscimos de
até 2 °C. Entretanto, quando foi feita a simulação para o cenário com temperaturas
mais elevadas, a planta respondeu negativamente devido ao aumento das taxas respiratórias
e à diminuição do ciclo, o que, consequentemente, resultou em menor tempo de crescimento
e desenvolvimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> dióxido de carbono, milho, modelagem, taxa fotossintética.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to build
a simulation model in order to study the effects of weather conditions on photosynthesis
and grain yield. The model compiled was based on biochemical reaction processes,
being using experimental data for the calibration model. The results of the photosynthetic
rates simulated for CO<sub>2</sub> concentrations of 380 ppm and 700 ppm were similar.
Regarding the dry matter yield, there was a 5% increase when the simulation was
made with 700 ppm. In terms of increasing air temperature, it was observed that
the photosynthetic rate increased substantially, reaching a limit at which no further
significant gains were detected. For productivity, the results were positive in
the simulations with increases of up to 2 °C. However, when the simulation made
to the scenario with higher temperatures, the plant responded negatively due to
increased respiratory rates and reduced crop cycle, which consequently resulted
in less time for growth and development.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> carbon dioxide, modelling, maize, photosynthesis rate.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudanças nas temperaturas e na concentração
de dióxido de carbono [CO<sub>2</sub>] da atmosfera tem sido motivo de preocupação
mundial. A agricultura, sem dúvida, pode sofrer alterações, por ser altamente dependente
destes fatores climáticos (Detomini <i>et al</i>., 2012; Marin <i>et al</i>., 2013).
O milho, por ser uma planta C4, deve apresentar pouco ou nenhum crescimento adicional
em reposta às elevadas [CO<sub>2</sub>]. Leakey <i>et al</i>. (2004) afirmaram que
efeitos de [CO<sub>2</sub>] elevados nas plantas de milho não estão suficientemente
compreendidos para permitir predições futuras às mudanças climáticas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os modelos de simulações para estudar o comportamento
de culturas em diferentes condições climáticas é uma ferramenta atualmente bastante
utilizada (Ergamaschi <i>et al</i>., 2013; Bezerra e Levinen, 2014). Apesar de já
existirem modelos de simulação do crescimento das culturas em possiveis cenários
climáticos futuros (Cai <i>et al</i>., 2016; Streck e Alberto, 2006), essas ferramentas
geralmentes não exploram detalhes importantes do sistema fotossintético das plantas
numa situação de variação da [CO<sub>2</sub>] ambiental. Dessa forma, existe a necessidade
de adaptação dos modelos às variações que ocorrem nos processos fotossintéticos.
Yin e Schapendonk (2004) mostraram a importância de quantificar essas mudanças na
assimilação de CO<sub>2</sub> e seus efeitos no crescimento das culturas utilizando
modelos em condições ambientais futuras.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os modelos mecanicistas apresentados no trabalho de Yin e van Laar (2005) derivam
do conhecimento das relações entre vários tipos de moléculas envolvidas nos processos
bioquímicos da fotossíntese. Esses modelos destacam-se por detalharem as reações
bioquímicas dos processos, como a carboxilação e o transporte de elétrons, e também
por terem como variável de entrada a temperatura média (Tm), considerada uma grande
preocupação em cenários futuros. Neste trabalho, pretendeu-se construir e testar,
um modelo, para analisar a influência das mudanças climáticas, como o aumento de
temperatura e [CO<sub>2</sub>], nos processos fotossintéticos e na produtividade
da cultura do milho.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Foi construído um modelo baseado nas esquações de Yin e van Laar (2005),
para melhor descrever as influencias das variáveis temperatura e [CO<sub>2</sub>]
na fotossíntese e na produvividade do milho. Para calibração do modelo foram usados
dados experimentais em condições de aumento das variaveis.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Dados experimentais</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados experimentais, utilizados no desenvolvimento do
presente trabalho, foram obtidos por Silva <i>et al</i>. (2012), que verificaram
experimentalmente, em câmaras de topo aberto, alguns efeitos de altas concentrações
(380 e 700 ppm) de dióxido de carbono na cultura do milho. Foram utilizados para
a calibração deste modelo os dados meteorológicos (radiação solar e temperatura)
e fenológicos (altura máxima da planta), fisiológicos (temperatura foliar e fotossíntese)
e agronómicos (matéria seca e produtividade) conforme descritos por Silva <i>et
al</i>. (2012).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Desenvolvimento do modelo</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a construção
do modelo foi utilizado o aplicativo Model Maker (ModelKinetix). O modelo de fotossíntese
foi desenvolvido baseado nas equações de Farquhar apresentadas no trabalho de Yin
e van Laar (2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O cálculo da fotossíntese
bruta foi feito em função da energia absorvida, temperatura foliar, capacidade da
enzima ribulose-1,5 bifosfato carboxilase/oxigenase (Rubisco) e a concentração de
CO<sub>2</sub> (Eq. 1).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22eq1.jpg" target = "_blank">                                                                (1)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>P<sub>p</sub></i> - fotossíntese
bruta (g CO<sub>2</sub> m<sup>-2</sup> folha s<sup>-1</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>V<sub>c</sub></i> - taxa de carboxilação limitada pela
enzima Rubisco (µmol CO<sub>2</sub> m<sup>-2</sup> folha s<sup>-1</sup>);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>V<sub>j</sub></i> - taxa de carboxiliação limitada
pelo transporte de elétron (µmol CO<sub>2</sub> m<sup>-2</sup> folha s<sup>-1</sup>);</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>t</i> - ponto de compensação
da radiação fotossinteticamente ativa (µmol mol<sup>-1</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>C<sub>c</sub></i> - concentração de CO<sub>2</sub> no
sítio da Rubisco (µmol mol<sup>-1</sup>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Estas variáveis foram obtidas via um conjunto de equações apresentadas
por Yin e van Laar (2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A respiração
de manutenção (<i>Rm</i>) representa a quantidade de energia necessária para a manutenção
dos processos fisiológicos da cultura. Para o cálculo da <i>Rm</i> foi utilizada
a equação de McCree (1974) como função do peso seco acumulado da cultura (<i>W_acum</i>)
bem como da variação de temperatura (<i>Tm-tb</i>) (Eq. 2).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22eq2.jpg" target = "_blank">                                                                           (2)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Rm</i> - respiração de manutenção
(gCO<sub>2</sub> m<sup>-2</sup> d<sup>-1</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>rm</i> - coeficiente da respiração de manutenção (gCO<sub>2</sub>
gMS<sup>-1</sup> d<sup>-1</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Q<sub>10</sub></i> - fator de incremento da manutenção.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O modelo calcula as taxas respiratórias de cada órgão da
planta separadamente com coeficientes de manutenção diferentes, de acordo com Costa
<i>et al</i>. (2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o estudo
do desenvolvimento da cultura, foi utilizado o método do cálculo dos graus-dia,
de acordo com a equação de Ometto, citada por Renato <i>et al</i>. (2013).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de área foliar (<i>IAF</i>), que varia
ao longo do estádio de desenvolvimento da planta, foi calculado de acordo com a
Eq. 3.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>IAF = AFE x PF</i>                                                                                              (3)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>AFE</i> -  área foliar específica (m² g<sup>-1</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>PF</i> - partição da matéria seca para as folhas (g m<sup>-2</sup>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para simulações foram utilizados dados meteorológicos diários.
As variáveis utilizadas foram temperatura do ar e [CO<sub>2</sub>]. As primeiras
simulações para calibração do modelo foram feitas com os dados de temperatura observados
para a cidade de Viçosa, MG, Brasil (20º45'14&quot;S, 42º52'55&quot;W) durante o
período do ensaio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após os testes,
foram feitas as simulações do desenvolvimento da cultura sob temperatura elevada.
As simulações supracitadas foram feitas após o desenvolvimento de uma sub-rotina,
que partiu dos dados de temperatura máxima e mínima observados durante o ensaio,
sendo que em cada valor diário foram somados números aleatórios entre 0 e 2 °C (1ª.
série), 0 e 4 °C (2ª. série), 0 e 6 °C (3ª. série) e 0 e 10°C (4ª. série). A geração
aleatória ficou de maneira que os aumentos médios para as séries foram de 1, 2,
3 e 5 °C, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram,
também, feitas simulações com variação de [CO<sub>2</sub>]. O modelo foi testado
mantendo-se as temperaturas observadas em Viçosa-MG durante o trabalho, testando-se
as concentrações de CO<sub>2</sub> ambiente de 380 e 700 ppm. Por fim, foram feitas
simulações com variações na temperatura do ar e [CO<sub>2</sub>] ambiente, simultaneamente.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Calibração do modelo</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a calibração do modelo foram usados dados
do trabalho citado anteriormente (Silva <i>et al</i>., 2012). A <i>AFE</i> foi estimada,
sendo equivalente ao quociente da área foliar total pela massa das folhas. Foram
realizados testes para verificar se existiram variações ao longo do ciclo da cultura.
O valor usado de <i>AFE</i> para calcular no modelo índice de área foliar foi de
0,027 m<sup>2</sup> g<sup>-1</sup>. O teor de nitrogênio na folha foi medido durante
o trabalho citado e houve uma variação entre 1,16 e 1,52 g m<sup>-2</sup> por folha.
Por ser um parâmetro extremamente sensível, o modelo teve com entrada dados diários
de nitrogênio na folha. Nos dias em que não ocorreram medições, o último valor medido
foi usado no preenchimento da série.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi utilizando um medidor portátil de fotossíntese (IRGA - Infra Red Gas Analyser),
modelo LCi Photosynthesis System da ADC BioScientific, equipado com sistema de fonte
de radiação externa, 1200 &#956;mol m<sup>-2</sup> s<sup>-1</sup>, para realizar
medições da taxa fotossintética.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A
partir da regressão dos dados colhidos pelo IRGA, foi obtida uma relação entre a
concentração de CO<sub>2</sub> no ambiente (<i>Ca</i>) e a concentração de CO<sub>2</sub>
interna (<i>Ci</i>) no mesofilo. Assim, determinou-se o coeficiente para o cálculo
da concentração de CO<sub>2</sub> no sitio de carboxilação da rubisco (<i>Cc</i>),
que foi equivalente a 79% de <i>Ca</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante o trabalho, foram feitas quatro medições das taxas fotossintéticas para
serem compraradas com os valores simulados. O trabalho foi desenvolvido buscando
condições ideais de crescimento do milho sem sem penalidades por falta de água ou
algum nutriente, buscando observar a influencia apeas da temperatura e do CO<sub>2</sub>.
Assim o modelo foi construído para o estudo da produtividade potencial, desconsiderando
qualquer penalidade por falta de água.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Resposta da cultura do milho ao incremento na concentração de CO<sub>2</sub> atmosférico</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Consideradas as temperaturas observadas durante
o trabalho e variando-se as concentrações de CO<sub>2</sub> ambiente de 380 para
700 ppm, os valores das taxas fotossintéticas simuladas pelo modelo ficaram próximos
das duas concentrações e na faixa dos valores medidos durante o ensaio, variando
de 20 à 40 µmol CO<sub>2</sub> m<sup>2</sup> s<sup>-1</sup> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Ursula <i>et al</i>. (2015) em experimento com
milho em condições de [CO<sub>2</sub>] elevados, não encontraram aumentos na fotossíntese,
nem na biomassano final do ciclo. Devido ao mecanismo de concentração de CO<sub>2</sub>
existente nas plantas do tipo C4, os valores atuais de [CO<sub>2</sub>] na atmosfera,
já são suficientes para a saturação da fotossíntese, não apresentando acréscimos
na carboxilação com o aumento da concentração de CO<sub>2</sub> ambiente (Leakey
<i>et al</i>., 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As plantas C4 possuem um mecanismo diferenciado, pois apresentam
a enzima fosfoenolpiruvato-carboxilase (PEPCase), responsável pela fixação primária
de CO<sub>2</sub> nas folhas. A enzima Rubisco tem sempre à disposição CO<sub>2</sub>
para a realização da carboxilação. O aumento de CO<sub>2</sub> no ambiente não interfere
em grandes proporções na concentração de CO<sub>2</sub> interna disponível para
a Rubisco. Em razão do exposto, não foi observado um aumento expressivo da taxa
fotossintética nas simulações realizadas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na simulação da matéria seca total, foi testado o modelo completo, no qual
foram considerados o resultado total da fotossíntese e o gasto energético com a
respiração da planta. Observa-se que os resultados gerados pelo modelo foram próximos
aos valores encontrados no ensaio, mostrando resposta satisfatória em relação à
simulação do milho em condições de CO<sub>2</sub> elevado (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Ao longo do ciclo da cultura do milho observou-se um pequeno
aumento na matéria seca total com o aumento da concentração de CO<sub>2</sub> de
380 para 700 ppm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). Isso ocorreu próximo ao estádio de panícula (cerca
de 70 dias após o plantio), correspondendo a um incremento de aproximadamente 5%
na matéria seca final. Em alguns estudos experimentais, observaram-se resultados
semelhantes. Porter e Navas (2003) relatam que plantas com mecanismo fotossintético
C3 cultivadas em ambientes com altas concentrações de CO<sub>2</sub> apresentaram
em média 48% de acréscimo na biomassa, enquanto que nas C4 os valores ficaram em
torno de 12%. De acordo com os autores, o aumento na biomassa das culturas C4 com
o aumento da concentração de CO<sub>2</sub> ambiental é um fenômeno intrigante,
uma vez que as taxas fotossintéticas destas já se encontram saturadas na concentração
atual de CO<sub>2</sub> (Sage, 2001).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Por outro lado por Leakey <i>et al</i>. (2004), em trabalhos com a cultura
do milho não obtiveram resposta ao aumento da concentração de CO<sub>2</sub> (ensaios
realizados com concentração de CO<sub>2</sub> variando de 354 a 549 ppm).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O pequeno
aumento da matéria seca ao longo do ciclo do milho (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>) pode ter algumas explicações.
Em primeiro lugar, mesmo o milho sendo uma planta C4, algumas variedades podem não
estar completamente saturadas nas concentrações de CO<sub>2</sub> atuais. Em segundo
lugar, o aumento da concentração de CO<sub>2</sub> pode induzir uma diminuição da
condutância estomática, reduzindo consequentemente a transpiração e aumentando a
eficiência no uso da água. Em terceiro lugar, a diminuição da transpiração pode
aumentar a temperatura da folha, o que pode aumentar a fotossíntese nas plantas
C4 (Poorter e Navas, 2003).</font></p>




    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>A resposta da cultura do milho ao incremento de temperatura do ar</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quando a simulação foi feita em condições de [CO<sub>2</sub>]
de 380 ppm e aumentado a temperatura média em 1 °C, observou-se que o valor da taxa
fotossintética aumentou (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>). Já quando a temperatura média simulada é majorada
em 5 °C, a fotossíntese atinge seu limite, não havendo mais ganhos consideráveis.
O principal motivo das plantas C4 serem favorecidas com o aumento de temperatura
relaciona-se ao fato dessas plantas suprimirem a fotorrespiração. Com o aumento
da temperatura, observa-se aumento na taxa fotossintética. Segundo Sage e Kubien
(2007), plantas C4 requerem temperaturas maiores do que plantas C3. Em geral, as
maiores taxas fotossintéticas em plantas C4 são obtidas em temperaturas entre 30
e 40 °C. Observa-se que o aumento da temperatura diária favorece diretamente a fotossíntese
para a cultura do milho (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a fotossíntese bruta da cultura do milho, o aumento da temperatura é favorável.
Porém esse aumento implica em outros fatores para a cultura, como, por exemplo,
aumento nas taxas de respiração e diminuição do ciclo. O desenvolvimento vegetativo
para simulações com a temperatura observada se estendeu até 120 dias; porém, com
a temperatura acrescida de 5 °C o ciclo é reduzido para 97 dias. Quanto maior a
temperatura mais rápido é o desenvolvimento, mesmo considerando-se a temperatura
basal superior.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observou-se aumento
das taxas respiratórias à medida que se elevou a temperatura. No final da soma total,
isto resultou num maior gasto energético que a planta tem com a respiração. À medida
em que a temperatura se eleva, aumentaram-se também as taxas respiratórias; tal
fato foi observado com o acréscimo de 3 e 5 °C na temperatura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à matéria seca, os testes foram feitos nas mesmas
condições anteriores de variação temperatura. Na primeira etapa do processo, compreendendo
os estádios vegetativos e de reprodução, ocorreu um maior ganho de matéria seca,
com uma inclinação na linha de incremento de matéria seca total mais acentuada.
Já na etapa final, compreendendo os estádios de enchimento e maturação dos grãos
ocorreu uma diminuição da matéria seca total, uma vez que o modelo a considera como
de senescência da planta (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No início do ciclo, a energia disponível da fotossíntese foi utilizada para
o crescimento vegetativo da planta; depois de certo tempo, teve início o desenvolvimento
dos grãos que, por fim, completam o ciclo com sua maturação (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a> observou-se um incremento de aproximadamente
11% na produtividade do milho (matéria seca dos grãos) com o aumento de 1°C na temperatura
média, quando a elevação foi de 2°C na temperatura. A planta continuou a responder
de forma positiva com um aumento de 13% na produtividade final, comparando com os
valores simulados a partir os dados observados do ensaio. Uma das justificativas
do aumento de produtividade com um pequeno aumento na temperatura (1 e 2 °C) pode
estar relacionado com o fato da cidade de Viçosa, MG, Brasil, ter uma temperatura
média baixa (normal climatológica de 19,4 °C), quando comparada à Sete Lagoas, MG,
Brasil, onde a cultivar foi desenvolvida (20,9 °C). Assim, com o aumento da temperatura
para a cidade de Viçosa, observou-se uma redução, ainda que pequena, no ciclo da
cultura, não ocasionando, porém, diminuição de produtividade nos primeiros casos.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados com incremento de matéria seca dos
grãos encontrados aqui nas primeiras simulações com acréscimos de 1 e 2 °C (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>), estão de acordo Pinto <i>et al</i>. (2004) num estudo feito sobre o aquecimento
global e a agricultura, previa um aumento na produtividade potencial das plantas
C4 como o milho e o sorgo, caso o aumento na concentração de CO<sub>2</sub> viesse
associado à elevação da temperatura ambiente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Quando a simulação foi feita com acréscimo de 3°C, observou-se uma queda
de 11% na matéria seca dos grãos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>). Observa-se que com o aumento de 5 °C
essa queda é agravada em 75% da matéria seca dos grãos. Siqueira <i>et al</i>. (2001)
em suas simulações em condições de aumento de temperatura, projetaram para a cultura
do milho reduções na produtividade entre 14  a 33%, com encurtamento de ciclos entre
21% a 33% devido, principalmente, ao aumento de temperatura e também à redução da
precipitação. Streck e Alberto (2006) também observaram em simulações, uma redução
no rendimento do milho quando se consideraram incrementos na temperatura. Já Campos
<i>et al</i>. (2010) observaram com o plantio do milho safrinha em 5 regiões diferentes
do estado de Goiás, Brasil, uma grande diferença na produtividade obtida. Esse resultado
foi associado às diferentes condições climáticas de cada região do estado. Silva
<i>et al</i>. (2016) estudaram a influencia das condições microclimáticas no crescimento
do milho.</font></p>



    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>A resposta do milho ao incremento simultâneo de [CO<sub>2</sub>] e temperatura</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observou-se que um pequeno aumento na temperatura
é favorável para a cultura do milho, uma vez que plantas C4 são favorecidas com
esse incremento (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>). Tal ganho tem um limite aparente: acima de 2 °C esse
aumento não é mais favorável. Já com o incremento da concentração de CO<sub>2</sub>
atmosférico para a cultura C4 em questão, não se notaram grandes vantagens, embora
limitações também não tenham sido observadas. Assim, os resultados com o incremento
simultâneo de [CO<sub>2</sub>] e temperatura ficaram próximos dos resultados obtidos
quando apenas o aumento da temperatura foi simulado.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados encontrados podem ser atribuídos ao fato de que
a enzima PEPCase em plantas C4 concentra CO<sub>2</sub> que é utilizado pela enzima
Rubisco na carboxilação da ribulose 1,5-bisfosfato, suprimindo a fotorrespiração
mesmo com o incremento moderado de temperatura. Assim, o aumento da [CO<sub>2</sub>]
no ambiente não implica em um aumento nas taxas fotossintéticas. Já o aumento na
temperatura representou, um ganho nas taxas fotossintéticas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dessa maneira, com o acréscimo simultâneo da concentração
de CO<sub>2</sub> e da temperatura, observou-se que o favorecimento no desenvolvimento
do milho é semelhante nos casos do aumento somente dessa última variável. Ressalta-se
que o CO<sub>2</sub> elevado, apesar de não favorecer, também não influência negativamente
no desenvolvimento da planta do milho (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados aqui obtidos são similares aos reportados por Streck e Alberto
(2006), que simularam aumentos simultâneos na concentração de CO<sub>2</sub> e na
temperatura ambiente, estudando a cultura do milho. Cai <i>et al</i>. (2016) em
trabalho com o trigo (planta C3) observaram uma redução na produtividade quando
se consideraram incrementos na temperatura e CO<sub>2</sub> simultaneamente. Com
um acréscimo de temperatura de 3°C acima do limite da planta, o efeito da temperatura
anulou o pequeno efeito positivo do aumento de CO<sub>2</sub> na produtividade.
Já com elevações de 4 °C, houve redução na produtividade simulada.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">1- O modelo testado é uma ferramenta válida para
explicar os processos de desenvolvimento da cultura do milho, simulando as respostas
da cultura quanto ao aumento de temperatura, de CO<sub>2</sub> e das duas variáveis
simultaneamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">2- Com aumento da
[CO<sub>2</sub>] no modelo, não se verificou nem ganho e nem desfavorecimento consideráveis
nas taxas fotossintéticas e na produtividade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">3- O aumento de temperatura foi favorável até 2°C. Quando a cultura do
milho é simulada com acréscimos de 3°C e 5°C, a resposta passa a ser diferente,
a produtividade diminui devido principalmente a redução do ciclo da cultura.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">4- Simulações com aumento simultâneo de temperatura
e CO<sub>2</sub> não resultaram em respostas positivas, com temperatura acima de
3°C.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bezerra, A.H.F. &amp; Levien, S.L.A. (2014) - Simulação de um ciclo
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cai, C.; Yin,
X.; He, S.; Jiang, W.; Si, C.; Struik, P.C.; Luo, W.; Li, G.; Xie, Y. &amp; Xiong,
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Sediyama, G.C.; Ferreira, W.P.M. &amp; Lemos, C.F. (2009) - Potential forcing of 
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ergamaschi,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Poorter H. &amp; Navas, M.L. (2003) - Plant growth
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<a href = "http://doi.org/10.1016/S1573-5214(04)80005-8" target = "_blank">http://doi.org/10.1016/S1573-5214(04)80005-8</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692268&pid=S0871-018X201800040002200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Yin, X. &amp; van Laar, H.H. (2015) - <i>Crop Systems Dynamics
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Wageningen: Wageningen Academic Publishers. 153 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692269&pid=S0871-018X201800040002200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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