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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características físico-químicas e sensoriais de sumo de cana-de-açúcar]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this work was to evaluate the physic-chemical and sensorial characteristics of sugarcane juice of RB (Republic of Brazil) varieties. In was evaluated the pH, acidity, ºBrix, Pol, purity, color, turbidity and reducing sugars. The sensorial analysis was evaluated by the color, characteristic aroma, sweet taste, robustness and preference. The results of the physic-chemical analyses showed differences between the varieties, regarding pH, acidity, Brix, purity, color, turbidity and reducing sugars. The varieties did not present difference for the attribute polarimetry. It was verified that the color of varieties RB855156, RB867515 and RB965917 was the lightest, for the attribute characteristic aroma, varieties RB855453 and RB935744 showed the highest intensity. For attributes robustness, sweet taste and preference, there was no significant difference among the varieties. The physic-chemical and sensory characteristics did not influence the preference of juices elaborated with different sugarcane varieties. Since all varieties presented good phytosanitary conditions, in this region, it is possible to promote a combined planting among the varieties, in order to obtain a greater genetic diversity, as well as better raw material availability throughout the year.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[físico-química]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Características físico-químicas e sensoriais de sumo de cana-de-açúcar</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Physico-chemical and sensory characteristics of sugarcane juice</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Eduardo A. Soares</b><sup>*</sup>, <b>Marta R. Verruma-Bernardi</b> e <b>Maria T. M. R. Borges</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Centro de Ciências Agrárias /UFSCar. Via Anhanguera
km 174 – C.P: 153 – CEP: 13600-970 – Araras – SP – Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:ea.agro@gmail.com">ea.agro@gmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo do trabalho foi avaliar as características
físico-químicas e sensoriais de sumo de cana-de-açúcar de variedades RB (República
do Brasil). Foram analisados o pH, acidez, <sup>o</sup>Brix, Pol pureza, cor, turvação
e açúcares redutores. Quanto à analise sensorial foram avaliados a cor, aroma característico,
gosto doce, corpo e preferência. Os resultados das análises físico-químicas mostraram
existir diferenças entre as variedades, quanto ao pH, acidez, ºBrix, pureza, cor,
turbidez e açúcares redutores. As variedades não apresentaram diferença para ao
Pol. Verificou-se que a cor das variedades RB855156, RB867515 e RB965917 foi a mais
clara, para o atributo aroma característico as variedades RB855453 e RB935744 apresentaram
maior intensidade. Para ao corpo, gosto doce e preferência dos sumos não houve diferença
significativa entre as variedades. As diferenças físico-químicas e sensoriais não
influenciam a preferência dos sumos elaborados com diferentes variedades de cana-de-açúcar.
Pelo facto de todas as variedades apresentarem boas condições fitossanitárias nesta
região, pode-se promover a plantação combinando as variedades de forma a obter uma
maior diversidade genética, bem como uma maior disponibilidade de matéria-prima
no decorrer do ano.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> físico-química, sensorial, garapa, cana-de-açúcar.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The aim of this work was to evaluate the physic-chemical and sensorial
characteristics of sugarcane juice of RB (Republic of Brazil) varieties. In was
evaluated the pH, acidity, ºBrix, Pol, purity, color, turbidity and reducing sugars.
The sensorial analysis was evaluated by the color, characteristic aroma, sweet taste,
robustness and preference. The results of the physic-chemical analyses showed differences
between the varieties, regarding pH, acidity, Brix, purity, color, turbidity and
reducing sugars. The varieties did not present difference for the attribute polarimetry.
It was verified that the color of varieties RB855156, RB867515 and RB965917 was
the lightest, for the attribute characteristic aroma, varieties RB855453 and RB935744
showed the highest intensity. For attributes robustness, sweet taste and preference,
there was no significant difference among the varieties. The physic-chemical and
sensory characteristics did not influence the preference of juices elaborated with
different sugarcane varieties. Since all varieties presented good phytosanitary
conditions, in this region, it is possible to promote a combined planting among
the varieties, in order to obtain a greater genetic diversity, as well as better
raw material availability throughout the year.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> physic-chemical, sensory, sugarcane juice, sugarcane.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB)
estima para a safra 2016-2017 uma produção de aproximadamente 700 milhões de toneladas
de cana-de-açúcar, o que representa um terço da produção mundial. Os maiores estados
produtores estão localizados na região centro-sul. O estado de São Paulo é o maior
produtor seguido por Goiás, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
(CONAB, 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A RIDESA (Rede Interinstitucional
de Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro), grupo composto por 10 universidades
federais, é responsável pelas pesquisas em melhoramento genético das variedades
de cana RB (República do Brasil). De acordo com o Senso Varietal 2014, as variedades
RBs ocuparam mais de 60% de toda área plantada na região centro-sul (PMGCA, 2014).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A plantação de cana-de-açúcar destinada à produção
de sumo para consumo <i>in natura</i> normalmente é realizado por pequenos agricultores,
no entanto não há na literatura informações substanciais sobre estes agricultores.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sumo de cana ou garapa é um produto derivado
da cana-de-açúcar obtido pelo processo de moagem. É uma bebida altamente energética,
e em 100g de parte comestível estima-se um valor energético de 273kJ. Possui ferro
(0,8mg), magnésio (12mg), cálcio (9mg), potássio (18mg), manganês (0,21mg), fósforo
(5mg), vitamina B6 (0,03mg) e ácido ascórbico (2,8mg) (NEPA, 2006). Habitualmente
é servido gelado e como opção pode ser acrescentado com sumos de frutas ácidas (Fava,
2004). Devido a sua frescura e gosto doce é consumido nos períodos mais quentes
do ano (Lubatti, 1999). Normalmente é comercializado nas vias públicas, praças,
parques e feiras por vendedores ambulantes chamados de garapeiros (Soccol <i>et
al</i>., 1990).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Uma variedade de
cana ideal para a produção de sumo deve apresentar baixos a médios teores de fibras,
de modo a facilitar a moagem e menor quantidade de resíduos, não ser suscetível
às doenças, possuir boa produtividade agrícola e maturação, com teores de açúcares
satisfatórios nas épocas de maior consumo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Desta maneira, dada a importância económica da cultura da cana-de-açúcar
e a escassez de trabalhos relativos à seleção de variedades, este estudo teve como
objetivo avaliar variedades que apresentem características físico-químicas e sensoriais
adequadas para a obtenção de sumo.</font></p>



    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Elaboração do sumo de cana-de-açúcar</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a obtenção de sumo de cana-de-açúcar (<i>Saccharum officinarum</i>)
foram utilizadas sete variedades da sigla RB (Republica do Brasil): RB965917, RB835054,
RB867515, RB855453, RB937570, RB935744 e RB855156. As canas foram cedidas pelo Programa
de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar (PMGCA) oriundas do viveiro de mudas
localizado no Centro de Ciências Agrárias na Universidade Federal de São Carlos
<i>campus</i> Araras-SP, colhidas no mês de outubro de 2015.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As variedades de cana utilizadas foram selecionadas devido
a disponibilidade para colheita, apresentarem teores de fibra variando entre baixo
e médio, média e alta produtividade agrícola, não ser suscetível às principais doenças
da cultura tais como mosaico, escaldadura, ferrugem marrom (<i>Puccinia melanocephala</i>)
e carvão (PMGCA, 2014). As características agronómicas das variedades estão apresentadas
no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a27q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No tocante aos aspectos
agronómicos, disponíveis no catálogo nacional das variedades RB, as variedades estudadas
apresentam características satisfatórias em relação ao teor de fibra, produtividade
agrícola, época de colheita e na sua maioria apresentam resistência às principais
doenças.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os colmos de cana-de-açúcar foram colhidos, cortados,
despontados e em seguida despalhados e limpos. Para a extração da casca foi utilizado
descascador manual.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Seguidamente
foram triturados em picador tipo forrageiro e prensados em prensa hidráulica em
porções de aproximadamente 500g até ser obtido um volume de 2 L de sumo por variedade.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No processamento foram seguidas as recomendações
da Resolução RDC nº218, de 29 de julho de 2005 (Brasil, 2005), a qual dispõe do
regulamento técnico de procedimentos higieno-sanitários para manipulação de alimentos
e bebidas preparados com vegetais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a extração, os sumos foram armazenados em garrafas de polietileno com a capacidade
de 1 L de coloração branca, codificadas e mantidos à temperatura de 10ºC, conforme
recomendação citada no Instituto Adolfo Lutz (1985) para refrigerantes.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análises físico-químicas</i></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As amostras
foram analisadas, em triplicado, quanto aos seguintes atributos físico-químicos:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- pH:  por potenciometria direta
(Instituto Adolfo Lutz, 1985).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Sólidos solúveis totais (ºBrix): por refratometria (COSECANA, 2006).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Pol (percentagem em massa de sacarose aparente):
por polarimetria de acordo com o descrito em CTC (2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Acidez acética: obtida após titulação ácido-base com NaOH
(0,01N) como titulante (Instituto Adolfo Lutz, 1985).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Açúcares redutores (AR): pelo método espectrofotométrico de
Somogyi-Nelson (Amorim, 1996).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Pureza do sumo: obtida pela relação Pol/Brix (CTC, 2011).</font></p>

- Cor e turvação: utilizando fórmulas descritas a seguir,
e o resultado expresso em Unidades de Absorbância (AU) (CTC, 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a27eq1.jpg" target = "_blank">                                                    (1)</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Abs<sub>f</sub> = Leitura de absorbância do sumo
diluído e filtrado.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">b = comprimento
interno da cubeta (cm)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a27eq2.jpg" target = "_blank">                                                    (2)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Abs <sub>sf</sub> = Leitura de absorbância do
sumo diluído antes de ser filtrado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Abs <sub>f</sub> = Leitura de absorbância do sumo diluído e filtrado.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">b = comprimento interno da cubeta (cm)</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise sensorial</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da
UFSCar conforme Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) nº 51993815.8.0000.5504.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a análise sensorial foram utilizados 30 avaliadores,
sendo 10 homens e 20 mulheres entre 19 e 42 anos. As amostras foram servidas em
copos de plástico descartáveis contendo 30 mL de sumo, à temperatura de &#8776;
7 ºC, codificados, acompanhados de água mineral para limpar o palato entre amostras.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os avaliadores realizaram o teste de ordenação
(ABNT, 1994) de diferença em ordem crescente de cor (1 - clara a 7 - escura), aroma
característico (1 - fraco a 7 - forte), gosto doce (1 - menos doce a 7 - mais doce),
corpo (1 - menos encorpado a 7 - mais encorpado) e teste de ordenação de preferência
(1 - menos preferida a 7 - mais preferida).</font></p>



    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise estatística</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados obtidos nas análises físico-químicas foram analisados
utilizando análise de variância seguida da comparação das médias pelo teste de Tukey
(p &#8804; 0,05). Para a análise dos dados do teste de ordenação aplicou-se o teste
de Friedman utilizando a tabela de Newell e MacFarlane (1987) para verificar se
houve ou não diferenças significativas a 5% de probabilidade entre amostras. Se
a diferença entre as somas das ordens for maior ou igual ao valor tabelado, conclui-se
que existe diferença significativa entre as amostras ao nível de significância correspondente.
Neste estudo a diferença crítica entre os somatórios (7 amostras e 30 avaliadores)
deve ser &#8805; 50.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análises físico-químicas</i></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados das análises físico-químicas estão
apresentados no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a27q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>. Os valores de pH variaram de 5,49 a 5,60, classificadas
como pouco ácidas, sendo os valores considerados característicos de sumo fresco
(Martucci, 1983). Houve diferença entre as amostras, onde as variedades RB937570
e RB855156 apresentaram menor valor de pH em relação às demais.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores de acidez mostraram diferença entre as variedades,
em que as RB835054 e RB935744 apresentaram menor valor. Verificou-se que todas as
variedades apresentaram resultados abaixo de 0,49gHAc L<sup>-1</sup> sendo consideradas
sadias de acordo com os estudos de Ripoli e Ripoli (2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tasso Júnior <i>et al.</i> (2009) relataram que o tempo
de armazenamento ocasionou um aumento nos níveis de acidez e dextrana devido à contaminação
por bactérias e microrganismos, porém, de acordo com os mesmos autores, os valores
de acidez também podem estar relacionados com os fatores intrínsecos de cada variedade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao teor de sólidos solúveis
totais (<sup>º</sup>Brix) as variedades apresentaram diferenças entre elas, no entanto
a RB835054 apresentou um maior teor de sólidos solúveis em comparação com as demais.
De acordo com Brieger (1968) valores de ºBrix acima de 18 indicam uma maturação
uniforme e adequada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A turvação
está relacionada com a presença de substâncias coloidais (proteínas, amido e outras
macromoléculas do sumo), e também com a aparência, que sensorialmente pode remeter
à ideia de mais ou menos viscosa. A variedade RB935744 mostrou-se menos turva, todavia
não diferindo da variedade RB935744 e a RB965917 mostrou-se mais turva.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à cor as variedades RB965917 e RB867515
apresentaram-se mais claras em relação às demais. Segundo Araújo (1995) o escurecimento
enzimático em tecido vegetal é causado principalmente pela oxidação de fenóis endógenos,
através de ação das polifenol-oxidases (PPOs) e a subsequente polimerização não-enzimática
da quinoma, formando pigmentos escuros denominados melaninas, o que pode provocar
a rejeição do sumo por parte do consumidor. O teor de enzimas e compostos fenólicos
são característicos de cada variedade. Aristides <i>et al.</i> (2009) estudando
a variedade RB867515 obtiveram sumo de coloração mais clara quando comparada com
a variedade RB92579, sendo que os autores relacionaram o resultado obtido ao baixo
teor de compostos fenólicos, em cerca de 790 mg L<sup>-1</sup>.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Brieger (1968) e Leme Junior e Borges (1970) citados
por Serra <i>et al.</i> (1972), para uma boa qualidade e maturação adequada, a cana-de-açúcar
deve apresentar valores mínimos para Pol de 16%. No nosso caso todas as variedades
apresentaram valores superiores a 16%,  não se tendo verificado diferenças significativas
entre as variedades. Para o atributo pureza os mesmos autores definem como sendo
a percentagem ideal indicadora para maturação de 80% no mínimo. Todas as variedades
em estudo apresentaram valores superiores ao mínimo estabelecido.  </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sumo fresco está naturalmente sujeito a modificações
como a hidrólise da sacarose, que ocorre em presença de enzimas como a invertase
que hidrolisa a sacarose produzindo glicose e frutose.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Marafante (1993) a sacarose tem uma doçura relativa
de 100, sendo utilizada como padrão; já o açúcar hidrolisado que é uma mistura equimolecular
de glicose (doçura relativa 73) e frutose (doçura relativa 173), os chamados açúcares
redutores (AR), podem provocar uma sensação de sabor adocicado muito mais intenso,
o que pode modificar a aceitação do produto pelos consumidores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao teor de açúcares redutores a variedade RB867515
apresentou uma maior concentração, em relação as variedades RB935744 e RB855453
que apresentaram os menores teores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise sensorial</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pelos
resultados da análise sensorial, apresentados no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a27q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>, pode verificar-se que
quanto ao atributo cor, as variedades RB855156, RB867515 e RB965917 foram as mais
claras, o que está de acordo com os resultados obtidos pelas análises físico-químicas,
uma vez que as variedades RB867515 e RB965917 obtiveram menores valores na cor.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A importância da coloração mais clara do sumo
está relacionada com o facto de que logo após a extração ocorre naturalmente um
escurecimento devido ao processo de oxidação de seus componentes como polifenóis
e clorofila, o que pode influenciar negativamente na preferência do consumidor (Prati
<i>et al</i>., 2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em termos
agronómicos as variedades RB855156 e RB867515 possuem baixo teor de fibra, média
produtividade agrícola, colheita entre os meses de abril e maio, época em que o
consumo de garapa ainda é representativo, e são resistentes às principais doenças
da cultura. A variedade RB965917 possui médio teor de fibra, alta produtividade
agrícola e a colheita ocorre entre os meses de junho a agosto, época de temperatura
mais baixa na região centro-sul onde o consumo de garapa é mais limitado, mostrando
também resistência às principais doenças (Ridesa, 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao atributo aroma as variedades RB855453 e RB935744
apresentaram os maiores valores, não diferindo entre si, o que demonstra apresentarem
um aroma mais acentuado em relação às demais, o que demonstra apresentarem uma maior
concentração de substâncias voláteis (Thomazini e Franco, 2000).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Agronomicamente as variedades RB855453 e RB935744 possuem
médio teor de fibra e alta produtividade agrícola, a variedade RB855453 mostra-se
resistente às principais doenças da cultura, no entanto a RB935744 é resistente
ao carvão, ferrugem marrom e escaldadura, mas todavia tolerante à virose do mosaico.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao período de colheita, a variedade
RB855453 apresenta maturação ideal entre os meses de maio e julho, ou seja, durante
as estações de outono e inverno, período este em que o consumo de garapa é bastante
restrito; todavia a variedade RB935744 pode ser colhida entre os meses de setembro
e novembro, época em que normalmente começa a ocorrer um aumento da temperatura
na região centro-sul e o consumo da bebida é bem representativo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não houve diferença para atributo corpo, atributo este associado
à turbidez (presença de substâncias coloidais) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a27q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>), houve diferença entre
as amostras em relação à turbidez, no entanto sensorialmente não pode ser observada.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto ao atributo gosto doce não houve diferença
entre as amostras, o que demonstra coerência com os resultados obtidos na análise
físico-química do atributo Pol na qual também não houve diferença significativa,
o que indica uma uniformidade do gosto doce das variedades testadas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Mesmo obtendo a maior pontuação no atributo gosto
doce, a variedade RB835054 não se diferenciou das demais variedades. Como pode ser
observado na análise físico-química esta variedade apresentou o maior valor de ºBrix,
apresentando diferença em relação às demais e grandes porcentagens de Pol e Pureza,
que são indicativos de alto teor de sacarose.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em questões agronômicas esta variedade possui um teor de fibra classificado
como médio; alta produtividade agrícola; sua colheita pode ser realizada em duas
épocas distintas, entre os meses de maio e julho e de setembro a novembro, e em
relação às principais doenças da cultura se mostra resistente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação aos parâmetros agronómicos esta variedade apresentou
médio teor de fibra, produtividade agrícola mediana, colheita entre os meses de
maio e agosto, período de baixo consumo de garapa e em relação às doenças mostrou-se
resistente apenas à ferrugem marrom, tolerante ao carvão e à escaldadura e moderadamente
suscetível à virose do mosaico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não
houve diferença entre as amostras para preferência, o que demonstra uma uniformidade
qualitativa das variedades. Diferentemente do que foi apresentado por Prati <i>et
al</i>. (2005), a cor não interferiu na preferência.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Verificou-se que as variedades com baixos teores de fibra, RB867515
e RB855156, apresentam maturação entre os meses de abril e maio, ambas resistentes
às principais doenças, no entanto em relação à produtividade agrícola são classificadas
como médias. Por se tratar de uma maturação numa época de consumo restrito de garapa
tais variedades demonstram ser satisfatórias, uma vez que foram resistentes às doenças.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As variedades RB835054 e RB935744
apresentam alta produtividade agrícola e um período de colheita interessante ao
produtor de garapa, pois a maturação ocorre durante os meses de consumo significativo
da bebida, no entanto apenas a variedade RB835054 foi resistente às principais doenças
da cultura, ambas possuem médio teor de fibra, o que poderá ocasionar uma maior
dificuldade na moagem, além de gerar volume significativo de resíduos (bagaço).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As variedades apresentaram diferença para pH, acidez, ºBrix, pureza,
cor, turbidez e açúcares redutores e não apresentaram diferença Pol.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cor das variedades RB855156, RB867515 e RB965917
foi a mais clara e o aroma característico das variedades RB855453 e RB935744 foram
mais intensos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As diferenças físico-químicas
e sensoriais não influenciam a preferência dos sumos elaborados com diferentes variedades
de cana-de-açúcar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pode-se promover
a plantação combinada entre as variedades estudadas de forma a promover uma maior
diversidade genética, bem como uma melhor disponibilidade de matéria-prima no decorrer
do ano.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Torna-se necessária a continuidade
de estudos quanto à seleção de variedades RB para produção de sumo para consumo
<i>in natura</i>, levando em consideração variedades com maturação entre os meses
mais quentes do ano.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">ABNT (1994) - <i>Teste de ordenação em análise
sensorial. NBR 13170</i>. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de Janeiro,
8 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692927&pid=S0871-018X201800040002700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amorim, H.V. (1996) - <i>Manual
de métodos analíticos para o controle de produção de álcool e açúcar</i>. 2. Ed.
Piracicaba. Esalq – USP, 165 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692929&pid=S0871-018X201800040002700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo,
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e controle)</i>. UFV. Viçosa – MG: Impr. Universitária, 14p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692931&pid=S0871-018X201800040002700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aristides, E.V.; Ferro, J.H.A.; Oliveira, M.W.; Oliveira,
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de cobre e manganês.<i>In</i>: <i>IV Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte
e Nordeste de Educação Tecnológica</i>, Belém, PA, CD Rom.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692933&pid=S0871-018X201800040002700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2005) - <i>Resolução RDC nº 218, de 29 de julho
de 2005. Dispõe sobre o regulamento técnico de procedimentos higiênico-sanitários
para manipulação de alimentos e bebidas preparados com vegetais.</i> Diário Oficial
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CONAB (2016)<b> - </b><i>Acompanhamento da safra
brasileira da cana-de-açúcar. Safra 2016/2017</i>. vol. 3, n. 1, Primeiro levantamento
– Brasília: CONAB, 78p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692938&pid=S0871-018X201800040002700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">COSECANA
(2006) - <i>Conselho dos produtores de cana-açúcar e álcool do estado de São Paulo</i>
- <i>Manual de Instruções</i>. CONSECANA-SP. 5ª Ed. Piracicaba, 54 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692940&pid=S0871-018X201800040002700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CTC (2011) - <i>Manual de controle químico da
falsificação de açúcar</i>. Centro de Tecnologia Canavieira, Piracicaba, 46 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692942&pid=S0871-018X201800040002700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fava, A.R. (2004) - Atletas ingerem garapa para
repor energia.<i>Jornal da Unicamp,</i> p. 8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692944&pid=S0871-018X201800040002700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Instituto Adolfo Lutz (1985) - <i>Métodos físico-químicos para análise
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marafante, L.J. (1993) -
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">NEPA (2006) - <i>Tabela Brasileira de Composição de Alimentos</i>
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&lt; <a href = "http://pmgca.dbv.cca.ufscar.br/" target = "_blank">http://pmgca.dbv.cca.ufscar.br/</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692957&pid=S0871-018X201800040002700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Prati, P.; Moretti, R.H. &amp; Cardello, H.M.A.B. (2005) - Elaboração de
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612005000100024" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612005000100024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692959&pid=S0871-018X201800040002700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ridesa (2010) - <i>Catálogo nacional de variedades “RB” de cana-de-açúcar</i>.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ripoli, T.C.C. &amp; Ripoli,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Serra, G.E.; Cesar, M.A.A.; Oliveira, A.J. &amp; Godoy, D. (1972)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Soccol, C.R.; Schwab, A. &amp; Katsoka, C.E. (1990) - Avaliação
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Tasso Júnior, L.C.; Silva Neto, H.F.; Marques,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Thomazini, M. &amp; Franco,
M.R.B. (2000) - Metodologia para análise dos constituintes voláteis do sabor.<i>Ciência
e Tecnologia de Alimentos</i>, vol. 34, p. 52-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=692970&pid=S0871-018X201800040002700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.11.08</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.05.22</font></p>

     ]]></body><back>
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