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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18159</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A mensuração do Produto Interno Bruto do agronegócio de Mato Grosso do Sul]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The measurement of the Gross Domestic Product of the agribusiness of Mato Grosso do Sul]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article seeks to measure the GDP of the state of Mato Grosso do Sul and characterize the agribusiness in the state's economy and their aggregates in the regional economy, for the year 2012. This calculation considered should be the contribution of each link in the economy within the productive chain of the state of agribusiness and its purchasing and sales relationships with other sectors. The input-output model constitutes an important tool to scale, with a higher degree of detail, the production chains and the aggregate of the constituent activities of agribusiness. The methodology and the data used based on various secondary sources where a regional input-output matrix where the value added to the consumer prices compiled and estimated, in addition to the aggregate structure as inputs, agriculture, agribusiness and distribution. It was found agribusiness participates with about 37% of the GDP of the state's economy in 2012, where the sectors with the highest relative share would be the distribution and agricultural households.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Desenvolvimento regional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Insumo-produto]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Decisão política]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Regional development]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Input output]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Policy Making]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>A mensuração do Produto Interno Bruto do agronegócio de Mato Grosso do Sul</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>The measurement of the Gross Domestic Product of the agribusiness of Mato Grosso
do Sul</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Daniel Massen Frainer</b><sup>1</sup>, <b>Celso Correia de Souza</b><sup>2</sup>, <b>José
Francisco dos Reis Neto</b><sup>2</sup>, <b>Raul Asseff Castelão</b><sup>2*</sup> e <b>Michelle
da Rosa</b><sup>2</sup></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Universidade Estadual do Mato
Grosso do Sul, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Universidade Anhanguera Uniderp, Campo Grande (MS), Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:raulassefcastelao@gmail.com">raulassefcastelao@gmail.com</a>)</i></font></p>





<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este artigo procura mensurar o PIB do estado de Mato Grosso do Sul e caracterizar
o agronegócio na economia do estado e de seus agregados na economia regional, para
o ano de 2012. Neste cálculo deve ser considerada a contribuição de cada elo da
economia dentro da cadeia produtiva do agronegócio do estado e suas relações de
compras e vendas com outros setores. O modelo de insumo-produto constitui-se como
ferramenta importante para dimensionar, com maior grau de detalhamento, as cadeias
produtivas e o agregado das atividades constituintes do agronegócio. A metodologia
e os dados utilizados baseiam-se em diversas fontes secundárias onde foi estimada
uma matriz de insumo-produto regional onde foram compilados os valores adicionados
a preços de consumidor, além da estrutura dos agregados como: insumos, agropecuária,
agroindústria e distribuição. Constatou-se o agronegócio participa com cerca de
37% do PIB da economia do estado em 2012, onde os setores com maior participação
relativa seriam os agregados de distribuição e de agropecuária.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> Desenvolvimento regional, Insumo-produto,
Decisão política.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">This article seeks to measure the GDP of the state of Mato Grosso do Sul
and characterize the agribusiness in the state's economy and their aggregates in
the regional economy, for the year 2012. This calculation considered should be the
contribution of each link in the economy within the productive chain of the state
of agribusiness and its purchasing and sales relationships with other sectors. The
input-output model constitutes an important tool to scale, with a higher degree
of detail, the production chains and the aggregate of the constituent activities
of agribusiness. The methodology and the data used based on various secondary sources
where a regional input-output matrix where the value added to the consumer prices
compiled and estimated, in addition to the aggregate structure as inputs, agriculture,
agribusiness and distribution. It was found agribusiness participates with about
37% of the GDP of the state's economy in 2012, where the sectors with the highest
relative share would be the distribution and agricultural households.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: Regional development, Input
output, Policy Making.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O agronegócio
é o setor que mais impulsiona a economia do Brasil diante do quadro de recessão
que a economia vem passando desde o ano de 2014. Embora no Brasil o agronegócio
represente 23% do PIB nacional, em algumas regiões do país essa representatividade
aponta ainda uma maior participação como, por exemplo, o Estado do Mato Grosso.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os níveis tecnológicos alcançados
pelos produtores rurais brasileiros atingiram patamares expressivos que podem ser
mensurados pelo aumento da produtividade no campo e, consequentemente, da produção
de grãos no país que estima-se em, aproximadamente, 200 milhões de toneladas para
a safra 2015/2016 (CNA, 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O agronegócio do Mato Grosso do Sul, no cenário nacional e internacional, tem posição
estratégica com grande extensão de solos férteis e a constante diversificação das
atividades desenvolvidas na agropecuária. Ainda, com forte participação do binômio
soja-boi nos últimos 10 anos, há uma diversificação pela implantação de agroindústrias
ligadas aos setores já consagrados na economia do Estado mas, incluindo também,
os setores da florestas e da bioenergia.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), o
Estado registrou uma elevação de 113% em sua área agrícola cultivada e um aumento
médio de produtividade por hectare, que nos últimos 30 anos atingiu cerca de 236%
(CONAB, 2010). Entretanto, com a diversificação e implantação da agroindústria,
o setor agropecuário teve queda de 31% na participação do PIB estadual de 2002 a
2012, participando atualmente com 15% do total do PIB. Mesmo com essa queda, os
setores ligados à indústria e serviços, que tiveram aumentos de participação, têm
parte deste crescimento ligado aos setores agropecuários, participando em 22% e
63% a indústria e os serviços, respectivamente, no total das atividades do PIB em
2012 (IBGE, 2014a).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
forte ligação da agropecuária com os demais setores da economia tem sido reconhecida
como um componente importante no processo de desenvolvimento econômico do Estado,
contribuindo para a criação de renda e emprego, ao mesmo tempo que reduz a pobreza
e a insegurança alimentar. Em 2012, foi o setor de desdobramentos das atividades
agropecuárias que ditaram o ritmo do setor industrial principalmente: Abate de bovinos,
suínos e aves, importantes na indústria de transformação; florestas englobando a
expansão da silvicultura ligada a produção de papel e celulose e; produção de álcool
por parte das usinas.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Além disso, a produção de álcool e de papel e celulose tem tido grande importância
na geração de energia de biomassa.  O objetivo deste artigo foi o de desagregar
os setores ligados ao agronegócio em I) insumos para a agricultura e pecuária; II)
agropecuária; III) processamento (agroindústria); IV) distribuição e serviços (agroserviços
e comércio) e verificar a importância do setor para a geração de renda, emprego,
tributos, comércio interestadual e internacional dentro da economia de Mato Grosso
do Sul. Neste sentido, a desagregação parte dos resultados macroeconômicos da produção
do setor específico para uma visão aplicada e específica do agronegócio estadual.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Esta desagregação do PIB setorizado
do agronegócio se apresenta necessária com pois a correta identificação e dimensionamento
do peso do setor na geração e produção de renda e riqueza permitira uma análise
mais concisa, contribuindo para que os tomadores de decisão seja do setor público
quanto privado, possam canalizar esforços no sentido de dar condição de que o setor
possa se expandir e contribuir ainda mais na geração de renda e riqueza no Estado.     </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para tanto, a desagregação dos setores
com fortes ligações com o agronegócio seria realizada pela utilização da Matriz
de Insumo-Produto Regional do Estado em 2012. O uso desta ferramenta para análises
torna-se correta pois a matriz insumo-produto consegue descrever a relação de interdependência
entre os setores e com o próprio setor sendo, portando, a mais indicada para este
tipo de estudo (Guilhoto, 2011). Nesse sentido, o artigo está dividido da seguinte
maneira: a seção 2 apresenta, de forma sucinta, a base de dados utilizados e a metodologia
de mensuração do agronegócio; a seção 3 avalia a estrutura do agronegócio e estima
os agregados do PIB do agronegócio separadamente e como um todo; finalmente, as
principais conclusões obtidas no decorrer das análises são apresentadas na última
seção.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ponto de partida das considerações teóricas refere-se à Teoria
de Insumo-Produto. Em uma visão geral, Leontief (1936) conseguiu realizar a construção
de uma “fotografia” econômica da economia dos Estados Unidos. Nessa fotografia os
setores estão relacionados entre si, proporcionando uma visão única e compreensível
de como a economia funciona e de como cada setor se torna mais ou menos dependente
dos outros.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a> mostra um
exemplo de uma tabela de insumo-produto para uma economia com dois setores:</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde: Z<sub>ij</sub> é o fluxo monetário entre os setores i e j; C<sub>i</sub>
é o consumo das famílias dos produtos do setor i; G<sub>i</sub> é o gasto do governo
junto ao setor i; I<sub>i</sub> é demanda por bens de investimento produzidos no
setor i; E<sub>i</sub> é o total exportado pelo setor i; X<sub>i</sub> é o total
de produção do setor i; T<sub>i</sub> é o total de impostos indiretos líquidos pagos
por i; M<sub>i </sub>é a importação realizada pelo setor i e; W<sub>i</sub> é o
valor adicionado gerado pelo setor i.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q1.jpg" target = "_blank">quadro 1</a> é estabelecida uma igualdade entre o que está sendo vendido e comprado
dentro de uma economia. Isso é possível por causa das propriedades do sistema de
insumo-produto que pode ser generalizado para alguns argumentos no contexto de uma
economia, seja ela nacional, regional ou local.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A definição de uma tabela de insumo-produto como um simples
sistema de dupla entrada contábil, onde as transações são computadas entre os produtores,
implica teórica e empiricamente, relações estabelecidas entre eles. Três percepções
da tabela de insumo-produto podem ser distinguidas claramente na literatura. A primeira
mostra uma visão da tabela de insumo-produto em uma análise da economia regional,
projetando e analisando, o impacto de mudanças na estrutura e na dinâmica dessa
economia. Essa é a visão encontrada em Isard (1951) onde a investigação desenvolve
uma tabela com multiplicadores definidos, integrando os produtores de forma a mostrar
as relações entre eles.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A segunda visão de tabela de insumo-produto seria um modelo mais complexo incluindo
relações interindustriais, onde a produção tem muitas outras relações como: economia,
demografia, ambiente influenciados dentro do modelo. Essa visão tem o foco de interesse
no sistema socioeconômico e menor interesse nos fatores que determinam a integração
da tabela de insumo-produto. A aplicação dessa visão foi realizada por Isard e Anselin
(1982), que proporcionam uma análise mais sofisticada dos sistemas econômicos regionais.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A terceira visão de tabelas de insumo-produto
está na integração da parte social como um subconjunto da economia regional e da
nacional. Nessa visão, um contexto nacional no qual o Sistema Nacional de Contas
(SNC) e, posteriormente, a matriz de contabilidade social (SAM), seriam inseridos
na análise. Esse modelo desenvolvido por Pyatt e Roe (1977), como também, outras
aplicações para a SAM, tem fornecido uma base estatística de análise da geração
da renda dos grupos econômicos e sociais e seus efeitos em diferentes políticas
de intervenção na distribuição de renda.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste artigo utiliza-se a visão de Pyatt e Roe (1977) de construção
de uma matriz regional a partir da estrutura da matriz nacional, estabelecendo relações
e integrações entre os setores e os produtos principais da economia regional. A
estrutura do modelo de matriz regional tem diferentes características do modelo
proposto por Leontief (1951, 1953) e tem sido implementado em aplicações específicas,
incluindo análises dos efeitos das economias regional sobre a economia nacional.
Nessa análise, é possível extrair pelas relações de insumo-produto regional do agronegócio
e quantificar suas relações, privilegiando os resultados na forma de PIB do agronegócio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Davis e Goldberg
(1957), o agronegócio é a soma total das operações de produção e distribuição de
suprimentos agrícolas envolvendo: insumos, produção, armazenamento, processamento
e distribuição.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Araújo
Neto e Costa (2005) e Cruz <i>et al</i>. (2009) essa interpretação consiste numa
perspectiva sistêmica, pela qual a agropecuária é visualizada como o núcleo de um
sistema econômico que se denominou Complexo Agroindustrial (CAI). Tal núcleo é integrado
com setores a montante e a jusante, o que caracteriza um encadeamento intersetorial
subjacente ao CAI, conforme a representação na <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Nos estudos mais recentes sobre o
CAI na economia brasileira, tem-se mostrado uma sinergia em termo de critério de
classificação setorial dos segmentos fornecedores de insumos agropecuários a montante.
Os estudos de Furtuoso (1998), Nunes e Contini (2001), Furtuoso e Guilhoto (2003),
Guilhotto et <i>al</i>. (2006) e Montoya e Finamore (2001) para a análise brasileira
do agronegócio definindo uma classificação quase uniforme dos setores que compõe.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com o uso da matriz insumo-produto
para análises setoriais, o mesmo pode revelar o grau de desenvolvimento e complementariedade
entre setores e de forma regional, podendo deixar em evidência o setor escolhido
(Montoya, 2002).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o dimensionamento
do agronegócio deve-se considerar a contribuição de cada segmento da sua cadeia
produtiva e as inter-relações sobre aquisições e vendas para outros setores da economia.
Portanto, é fundamental a construção da matriz insumo-produto, com um detalhamento
das cadeias produtivas e o agregado de atividades que participam dos sistemas que
constituem o agronegócio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com a construção
da matriz insumo-produto do agronegócio em Mato Grosso do Sul pretende-se mensurar
o PIB do Estado e caracterizar o agronegócio na economia regional conforme os grandes
agregados que compõe o CAI para o ano de 2012. Especificamente, tem-se como objetivo
estimar o PIB do agronegócio, desagregando as atividades mais importantes para a
geração do montante do PIB.</font></p>








    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para adequar a metodologia de estimativa do Produto
Interno Bruto do Complexo Agroindustrial sul-matogrossense, os procedimentos usuais
de contabilidade nacional praticados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) foram utilizados sobre a base de dados regional. Assim, o produto do CAI
representa a produção de todas as unidades produtivas de bens e serviços inter-relacionadas
com a agropecuária em ligações a montante e a jusante, no ano de 2012, avaliados
a preços de consumidor.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O procedimento de cálculo do PIB estadual é o mesmo praticado pelo IBGE em relação
ao PIB nacional, isto é, a metodologia para o cálculo do PIB do agronegócio fundamentando-se
na intensidade da interligação para trás (antes da porteira) e para frente (depois
da porteira) da agropecuária. O PIB do agronegócio resulta da soma de quatro agregados
principais: I) insumos para a agricultura e pecuária; II) agropecuária; III) processamento
(agroindústria) e; IV) distribuição e serviços (agroserviços e comércio).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A definição de setores e produtos
a serem considerados dentro do CAI do MS recai sobre as particularidades do Estado.
O cálculo de valor adicionado a preços de consumidor (VA<sub>PC</sub>) é obtido
pela soma do valor adicionado a preços básicos (VA<sub>PB</sub>) aos impostos indiretos
líquidos de subsídios (IIL), resultando na equação (1).</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>VA<sub>PC</sub></i> = <i>VA<sub>PB</sub></i> + <i>IIL</i>  (1)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o cálculo do PIB do agregado I (insumos para
agricultura e pecuária), são utilizadas as informações disponíveis na tabela de
transações da matriz de insumo-produto referentes aos valores dos insumos adquiridos
pela agricultura e pecuária. As colunas com os valores dos insumos são multiplicadas
pelos respectivos coeficientes de valor adicionado por setor i (CVA<sub>i</sub>)
(i=1,...,n). Para se obter
os Coeficientes do Valor Adicionado por setor (CVA<sub>i</sub>) divide-se o Valor
Adicionado a Preços de Consumidor (VA<sub>PCi</sub>) pela Produção do Setor (X<sub>i</sub>),
equação (2).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src="/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30eq2.jpg" target = "_blank">		       (2)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Dessa forma,
o problema de dupla contagem, comumente apresentado nas mensurações do PIB do agronegócio,
quando se leva em consideração os valores dos insumos e não o valor adicionado efetivamente
gerado na produção foi eliminado, segundo Furtuoso e Guilhotto (2003). Tem-se, na
equação (3), a formulação da agregação dos valores de produção do PIB do agregado
I.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src="/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30eq3.jpg" target = "_blank">		       (3)</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde <i>PIB<sub>k</sub></i>= PIB do agregado I (insumos) para agricultura (k = 1) e
pecuária (k = 2); z<sub>ik</sub> = valor total do insumo do setor <i>i</i> para a agricultura
ou pecuária; e CVA<sub>i</sub> = coeficiente de valor adicionado do setor i.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o agregado I total tem-se na equação (4).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>PIB<sub>I</sub></i> = <i>PIB<sub>I<sub>1</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>I<sub>2</sub></sub></i>  						(4)</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde <i>PIB<sub>I</sub></i> = PIB do agregado I; <i>PIB<sub>I<sub>1</sub></sub></i>= PIB da agricultura
e; <i>PIB<sub>I<sub>2</sub></sub></i>= PIB da pecuária.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o agregado II (agricultura e
pecuária) consideram-se no cálculo os valores adicionados gerados pelos respectivos
setores e, subtraem-se dos valores adicionados destes setores os valores que foram
utilizados como insumos, mas eliminando o problema da dupla contagem, conforme a
equação (5).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src="/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30eq5.jpg" target = "_blank"> 												(5)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">= PIB do agregado
II para agricultura (k = 1) e pecuária (k = 2); e demais variáveis descritas nas
equações anteriores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A equação (6)
descreve a agregação total do agregado II.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>PIB<sub>II</sub></i> = <i>PIB<sub>II<sub>1</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>II<sub>2</sub></sub></i>  						(6)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Onde <i>PIB<sub>II</sub></i> = PIB do agregado
II; <i>PIB<sub>II<sub>1</sub></sub></i> = PIB da agricultura
e; <i>PIB<sub>II<sub>2</sub></sub></i>= PIB da pecuária.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a definição da composição das indústrias de base agrícola (agregado
III) adotam-se vários indicadores, como: a) os principais setores demandantes de
produtos agrícolas, obtido através da matriz de insumo-produto regional; b) as participações
dos insumos agrícolas no consumo intermediário dos setores agroindustriais; e c)
as atividades econômicas que efetuam a primeira, a segunda e a terceira transformação
das matérias-primas agrícolas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"> 
Dessa forma, os ramos industriais de base agrícola (agroindústrias) são selecionados
pelas seguintes atividades no Estado: i) alimentos e bebidas; ii) produtos de madeira
– exclusive móveis; iii) celulose e fabricação de papel; e iv) álcool. A equação
(7), que é o somatório dos valores adicionados pelos setores agroindustriais, subtraídos
dos valores adicionados dos setores que foram utilizados como insumos do agregado
II, produz o PIB do agregado III.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src="/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30eq7.jpg" target = "_blank"> 												(7)</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde <i>PIB<sub>IIIk</sub></i> = PIB do agregado
III para agricultura (k = 1) e pecuária (k = 2) e; z<sub>qk</sub>= valor dos insumos
da agroindústria adquirido pela agropecuária.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o agregado III total tem-se na equação (8) a descrição
da somatória.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>PIB<sub>III</sub></i> = <i>PIB<sub>III<sub>1</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>III<sub>2</sub></sub></i>  						(8)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No caso do agregado IV, a distribuição final considera-se para fins de cálculo o
valor agregado dos setores relativos ao Transporte e Armazenagem e Comércio e Serviços.
Do valor total obtido destina-se ao agronegócio apenas a parcela que corresponde
à participação dos produtos agropecuários e agroindustriais na demanda final de
produtos. A sistemática adotada no cálculo do valor de distribuição final do agronegócio
industrial pode ser representada pelas equações (9), (10) e (11).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>DFG</i> - <i>IIL<sub>DF</sub></i> - <i>PI<sub>DF</sub></i> = <i>DFD</i>  						(9)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>VAT<sub>PC</sub></i> - <i>VAC<sub>PC</sub></i> - <i>VAS<sub>PC</sub></i> = <i>MC</i>  						(10)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src="/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30eq11.jpg" target = "_blank"> 												(11)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde DFG = Demanda Final Global; IIL<sub>DF</sub>
= Impostos Indiretos Líquidos pagos pela Demanda Final; PI<sub>DF</sub> = Produtos
Importados pela Demanda Final (do Brasil e Exterior); DFD = Demanda Final Doméstica;
VAT<sub>PC  </sub>= Valor Adicionado do Setor de Transporte a preços de consumidor;
VAC<sub>PC  </sub>= Valor Adicionado do Setor de Comércio a preços de consumidor;
VAS<sub>PC  </sub>= Valor Adicionado do Setor de Serviços a preços de consumidor;
MC<sub>  </sub>= Margens de Comercialização; DF<sub>k  </sub>= Demanda Final da
agricultura (k = 1) e da pecuária (k = 2); DF<sub>q  </sub>= Demanda Final dos Setores
Agroindustriais; e PIB<sub>IVk </sub>= PIB do agregado IV para a agricultura (k
= 1) e da pecuária (k = 2).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O PIB total do agronegócio é dado pela soma dos seus agregados, definido na equação
(12),</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>PIB<sub>Agronegóciok</sub></i> = <i>PIB<sub>I<sub>K</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>II<sub>K</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>III<sub>K</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>IV<sub>K</sub></sub></i>  						(12)</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Onde <i>PIB<sub>Agronegóciok</sub></i>= PIB do agronegócio para a agricultura (k = 1) e da pecuária
(k = 2).</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">O PIB do total do agronegócio, representado
pela soma dos PIBs da agricultura e da pecuária, é dado pela equação (13).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>PIB<sub>Agronegócio</sub></i> = <i>PIB<sub>Agronegócio<sub>1</sub></sub></i> + <i>PIB<sub>Agronegócio<sub>2</sub></sub></i>  						(8)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A metodologia
descrita anteriormente pode ser vista de uma forma esquemática na <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a> que apresenta
o processo de obtenção do PIB do agronegócio. Observa-se então que o PIB do agronegócio
pode ser obtido tanto pela soma ponderada do PIB dos agregados como pela soma ponderada
dos PIBs da agricultura e da pecuária.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As bases de dados utilizadas no cálculo do PIB do agronegócio estão contidas
nas pesquisas de contas nacionais (IBGE, 2014a) e regionais (IBGE, 2014a) para realizar
a desagregação dos setores do agronegócio que não são contempladas nas pesquisas
do PIB. Seria possível pela metodologia descrita anteriormente do CAI e com a utilização
da matriz de insumo-produto regional (MIP), elaborada com uma abertura de 36 setores
de atividade econômica e de 45 produtos. Esse grau de abertura setorial e de produtos
possui uma compatibilização com a estrutura setorial e de produtos da MIP nacional,
calculada pelo IBGE para 56 setores da economia nacional (IBGE, 2010). O modelo
base para a desagregação segue o exposto simplificado no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q1.jpg" target = "_blank">quadro 1</a> da seção fundamentação
teórica.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na versão 2012, a MIP-MS
tem as relações setoriais da atividade agropecuária desmembradas em dois setores:
(a) agricultura, silvicultura e extração vegetal; e (b) pecuária e pesca. Do mesmo
modo, sua elaboração seguiu a metodologia nacional a partir das tabelas de recursos
e usos 2012 do MS construídas por estimativas através das informações do Valor Adicionado
por setor de atividade, obtido pelas pesquisas: Contas Regionais do Brasil 2012
(IBGE, 2014a), Pesquisa Agrícola Municipal 2012 (IBGE 2014b), Pesquisa da Pecuária
Municipal 2012 (IBGE, 2014c), Pesquisa Anual da Extrativa Vegetal 2014 (IBGE, 2014d),
Pesquisa Anual da Indústria da Construção 2012 (IBGE, 2014e), Pesquisa Anual de
Serviços 2012 (IBGE, 2014f), Pesquisa Anual do Comércio 2012 (IBGE, 2014g) e Pesquisa
Industrial Anual 2012 (IBGE, 2014h).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados relativos ao comércio com o resto do Brasil e impostos
estaduais, foram obtidos junto a Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ – MS). Já
em relação a comércio internacional e impostos federais junto a Secretaria de Comércio
Exterior (SECEX) e Receita Federal (RF).</font></p>





    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os setores da economia do Estado possuem fortes relações com os setores da Agropecuária
tanto em termos de participação direta no PIB, como a montante os insumos e, a jusante,
com a indústria de transformação, comércio e serviços. Para mensurar esses efeitos
primeiramente tem-se em consideração os valores adicionados dos grandes setores
do Estado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O agronegócio
de MS, medido a preços básicos, chegou a responder por cerca de 37% do PIB estadual
em 2012. A estrutura para elaboração do PIB do agronegócio a preços de consumidor
está apresentada no <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Observe, do <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, com relação ao agregado
IV, que correspondente à distribuição, os valores são mais expressivos, sendo o
principal componente do PIB do agronegócio, com 36,79% de participação.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Embora grande parte dos insumos seja
comprada fora do Estado e outra no exterior, a parcela comprada no MS representa
parte significativa dessa compra. O <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a> apresenta a estrutura dos insumos do
MS em 2012, a preços de consumidor.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Dos <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q1.jpg" target = "_blank">Quadros 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q2.jpg" target = "_blank">2</a> conclui-se
que o agregado I, que corresponde aos insumos a montante, relacionados com o agronegócio,
os resultados apontam para uma participação de cerca 6,99% no PIB do agronegócio,
sendo que a participação dos insumos da pecuária é de 3,79% e, o da agricultura,
de 3,20%. Ainda, com relação aos valores referentes aos insumos, a sua participação
na pecuária, que são comprados no Estado, é maior do que o da agricultura, com 54,19%
contra 45,81%, respectivamente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O agregado II, ou produtos da agropecuária, está fortemente vinculada aos setores
urbanos e, portanto, interconectada ao resto da economia, uma vez que, do produto
total da agropecuária, cerca de 42% são gerados no campo e 58% são gerados nos setores
urbanos da economia do Estado (agregados III e IV). o <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a> apresenta a estrutura
da agropecuária no MS em 2012 a preços de consumidor.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No agregado II foi possível verificar a participação da agricultura e da pecuária
separadamente. A agricultura tem uma participação maior na geração de valor agregado
no Estado do que a pecuária, 53,20% contra 46,80%, respectivamente. Com relação
a participação relativa no agregado II no total do PIB do agronegócio chega a 35%,
sendo o segundo maior agregado ficando atrás apenas da distribuição, que participava
com 36,79%. O <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a> apresenta a estrutura da agroindústria no MS em 2012 a preços
de consumidor.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Do <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a> observa-se
que o agregado III, a agroindústria, corresponde a 21,09% do PIB do agronegócio.
Os subsetores que apresentam maior participação seria o: Alimentos e Bebidas, com
cerca de 51%, seguida pela Produção de Álcool, com 22,45% e Celulose e Papel, 14,31%.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Do <a href = "/img/revistas/rca/v41n4/v41n4a30q6.jpg" target = "_blank">Quadro 6</a> observa-se que o comércio foi o principal
componente, respondendo com 34,16% do agregado IV, além de representar 12,57% dentro
do PIB do agronegócio. Historicamente, os setores ligados ao comércio representam
grande parte do PIB estadual, sendo que em 2012 foi cerca de 14% do PIB estadual.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Entretanto, a participação do comércio do agronegócio
na economia de MS representa 34% do PIB do comércio, ou seja, caso haja uma queda
no PIB do agronegócio, cerca de 34% do comércio seria afetado por essa queda.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Comportamento semelhante apresenta os serviços
que, em 2012, participa com cerca de 26% do PIB estadual. Com relação à parcela
relativa dos serviços do agronegócio, essa representa 9% no PIB estadual, ou seja,
caso haja uma queda no PIB do agronegócio, em cerca de 9%, os serviços da economia
estadual seriam afetados por essa queda.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O transporte e armazenagem, embora sejam o terceiro em termos de participação
no agregado IV, possui grande importância dentro dos custos do agronegócio e tem
a característica de ser praticamente a sua totalidade fornecida pela própria economia
estadual, diferente dos insumos, indústria e demais subsetores da distribuição.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados da desagregação do PIB
do agronegócio do MS demonstram que este setor possui relativo poder de encadeamento
na economia sul mato-grossense sendo que, este encadeamento causa externalidades
positivas e negativas. Positivas no sentido de que o agronegócio pode contribuir
para o aumento da geração de renda e riqueza e negativo pois quando o setor está
em ritmo menor de produção, os demais setores recebem uma redução do efeito indutor
do agronegócio.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">Levando em consideração a importância do estado de MS pelo seu setor agropecuário,
com fortes influências para a explicação dos desempenhos dos setores urbanos, foi
possível verificar o grau de associação entre estes pela aplicação da metodologia
do PIB do agronegócio. A mensuração do PIB do agronegócio do MS permitiu a realização
de comparações entre os setores da economia do MS e de seus agregados na economia
regional, para o ano de 2012, verificando quais são mais ou menos dependentes das
atividades do agronegócio e a relação do peso de cada componente na sua estrutura
econômica do Estado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A natureza dessas
relações mostra a importância dos setores ligados à agropecuária, tanto a jusante
como a montante, e a sua importância para a geração do PIB do agronegócio e do PIB
da economia do MS em 2012.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sendo
assim, torna-se evidente que o setor possui capacidade de afetar os níveis de crescimento
e desenvolvimento regional, contudo, quando de uma desaceleração no ritmo de produção,
este causa prejuízos em sobremaneira a outros setores. Neste caso, o setor de agronegócios
pode ser considerado como uma espécie de articulador entre os demais setores, atuando
ainda de maneira complementar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
avanços de produtiva podem ser interpretados no sentido de terem contribuído para
o avanço do setor, contudo destaca-se a necessária continuidade de investimentos
para que o setor possa conseguir crescer e gerar externalidades positivas sobre
os demais setores.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo Neto, D.L.
&amp; Costa, E.F. (2005) - Dimensionamento do PIB do agronegócio em Pernambuco.
<i>Revista de Economia e Sociologia Rural,</i> vol. 43, n. 4, p. 725-757. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032005000400006" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032005000400006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693375&pid=S0871-018X201800040003000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CNA (2014) –<i>Balanço 2014 e Perspectivas
2015 para o Agronegócio brasileiro.</i> Brasília: Confederação de Agricultura e
Pecuária do Brasil. 141 p. [cit. 2015.03.19]. &lt;<a href = "http://canaldoprodutor.com.br/revista/balanco_2014/index.html" target = "_blank">http://canaldoprodutor.com.br/revista/balanco_2014/index.html</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693376&pid=S0871-018X201800040003000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CONAB (2010) - <i>Acompanhamento
de safra brasileira: grãos, quarto levantamento, janeiro 2010</i>. Companhia Nacional
de Abastecimento. Brasília: Conab.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693378&pid=S0871-018X201800040003000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cruz, A.C.; Teixeira, E.C. &amp; Gomes, M.F.M. (2009) - O PIB do agronegócio no
estado de Minas Gerais: uma análise insumo-produto.<i>Revista Brasileira de Economia
e Sociologia Rural</i>, vol. 47, n. 4, p. 805-830. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032009000400001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032009000400001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693380&pid=S0871-018X201800040003000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Davis, J. &amp; Goldberg, R. (1957) - <i>A concept
of agribusiness.</i> Boston: Harvard University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693381&pid=S0871-018X201800040003000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Furtuoso, M.C.O. (1998) - <i>O produto interno bruto do complexo
agroindustrial brasileiro</i>. 221 p. Tese (Doutorado) - Universidade de São Paulo,
São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693383&pid=S0871-018X201800040003000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Furtuoso, M.C.O. &amp;
Guilhoto, J.J.M. (2003) - Estimativa e mensuração do produto interno bruto do agronegócio
da economia brasileira - 1994 a 2000.<i>Revista Brasileira de Economia e Sociologia
Rural</i>, vol. 41, n. 4, p. 803-827. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032003000400005" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032003000400005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693385&pid=S0871-018X201800040003000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Guilhoto, J.J.M.; Silveira, F.G.; Ichihara, S.M.
&amp; Azzoni, C.R. (2006) - A importância do agronegócio familiar no Brasil.<i>Revista
Brasileira de Economia e Sociologia Rural</i>, vol. 44, n. 3, p. 355-382. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032006000300002" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032006000300002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693386&pid=S0871-018X201800040003000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Guilhoto, J.J.M. (2011) - <i>Análise de Insumo-Produto:
Teoria e Fundamentos</i>. MPRA Paper 32566, University Library of Munich, Germany.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693387&pid=S0871-018X201800040003000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2010) - <i>Matriz de insumo-produto
do Brasil.</i> Rio de Janeiro: IBGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693389&pid=S0871-018X201800040003000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014a) - <i>Produção Agrícola Municipal - PAM</i>.<i>2002-2012</i>. Rio
de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693391&pid=S0871-018X201800040003000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014b) - <i>Pesquisa
da Pecuária Municipal – PPM</i>.<i>2002-2012</i>. Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693393&pid=S0871-018X201800040003000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014c) - <i>Pesquisa Anual da Extração Vegetal
– PEVS 2002-2012</i>. Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693395&pid=S0871-018X201800040003000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014d) - <i>Pesquisa Anual da Indústria da Construção 2012 - PAIC</i> 
Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693397&pid=S0871-018X201800040003000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014e) - <i>Pesquisa
Anual de Serviços 2012 - PAS</i>  Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693399&pid=S0871-018X201800040003000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014f) - <i>Pesquisa Anual do Comércio 2012- PAC</i>. Rio
de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693401&pid=S0871-018X201800040003000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014g) - <i>Pesquisa
Industrial Anual 2012 - PIA</i>  Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693403&pid=S0871-018X201800040003000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2014h) - <i>Sistema de Contas Nacionais do Brasil.</i> Rio de Janeiro:
IBGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693405&pid=S0871-018X201800040003000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Isard, W. (1951) - Interregional
and regional input-output analysis: a model of a space economy.<i>Review of Economics
and Statistics</i>, vol. 33, n. 4, p. 318-328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693407&pid=S0871-018X201800040003000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Isard, W. &amp; Anselin, L. (1982) - Integration of multiregional models
for policy analysis.<i>Environment and Planning</i>, vol. 14, n. 3, p. 359–376.
<a href = "https://doi.org/10.1068/a140359" target = "_blank">https://doi.org/10.1068/a140359</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693409&pid=S0871-018X201800040003000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Leontief,
W. (1936) - Quantitative Input and Output Relations in the Economic System of the
United States.<i>The Review of Economic Statistics</i>, vol. 18, n. 3, p. 105-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693410&pid=S0871-018X201800040003000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Leontief, W. (1951) - <i>The Structure of American
Economy 1919-1939: An Empirical Application of Equilibrium Analysis</i>. Cambridge:
Harvard University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693412&pid=S0871-018X201800040003000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Leontief,
W. (1953) - <i>Studies in the Structure of the American Economy.</i> New York: Oxford
University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693414&pid=S0871-018X201800040003000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Montoya, M.A. (2002)
- O agronegócio no mercosul: dimensão econômica, desenvolvimento industrial e interdependência
estrutural na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai.<i>Revista Brasileira de Economia</i>,
vol. 56, n. 4, p. 605-660. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71402002000400004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71402002000400004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693416&pid=S0871-018X201800040003000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Montoya, M.A. &amp; Finamore, E.B. (2001) - Padrões
de crescimento do agronegócio brasileiro no período de 1985 a 1995.<i>In: XXXIX
Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural</i>, Anais, Recife.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693417&pid=S0871-018X201800040003000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nunes, E.P. &amp; Contini, E. (2001) - <i>Complexo
Agroindustrial Brasileiro: Caracterização de Dimensionamento.</i>Brasília: Associação
Brasileira de Agrobusiness.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693419&pid=S0871-018X201800040003000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pyatt,
G. &amp; Roe, A. (1997) - <i>Social accounting form development planning: with special
reference to Sri Lanka.</i> Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=693421&pid=S0871-018X201800040003000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.05.27</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.07.19</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.07.28</font></p>

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