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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18160</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Distinção de espécies e estádios de maturação de sementes de Comanthera spp. por análise de imagem e citometria de fluxo]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Genética Centro de Ciências Biológicas]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Comanthera spp. are perennial and commonly used for ornamentation, of high economic and social value, this fact has compromised the conservation of populations because they are harvested before the maturation of the seeds. The first experiment was carried to verify the efficiency of the image analysis system in the distinction of two Comanthera species at different development stages of inflorescence, as well as the germination potential of the seeds. The second assay was carried out to estimate the nuclear DNA content in the species distinction, establish the appropriate buffer for the isolation of interphase nuclei and investigate the feasibility of using different parts of the plant for analysis by flow cytometry. It was verified that the image analysis system has the potential to differentiate species and development stages of inflorescence of sempre-vivas. The C. elegans species has higher germination values &#8203;&#8203;in stages 4 and 5, presenting a head with opening higher than 60%. Leaves, roots and seeds of C. bisulcata, C. elegans and C. nitida can be used for quantification of nuclear DNA by cytometry. The Marie buffer is indicated for the extraction of DNA from leaf and root tissues and the LB01 buffer for seeds.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[germinação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[GroundEye®]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Syngonanthus spp]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Syngonanthus spp.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Distinção de espécies e estádios de maturação de sementes de <i>Comanthera </i>spp. por análise
de imagem e citometria de fluxo</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Distinction of species and maturation stages of <i>Comanthera</i> spp. by image analysis and
flow cytometry</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Elizabeth R. Marques</b><sup>1,*</sup>, <b>Janaína G. R. de Assis</b><sup>1</sup>,
<b>Fernanda O. Bustamante</b><sup>2</sup>, <b>Dayliane B. de Andrade</b><sup>1</sup>, <b>Maria L. M. de Carvalho</b><sup>1</sup> e <b>Camila Aparecida Lopes</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><sup>1</sup><i>Departamento de Agricultura, produção e
tecnologia de sementes, Universidade Federal de Lavras, Lavras MG, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Departamento de Genética, Centro
de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Pernambuco, Recife PE, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:bethagro@yahoo.com.br">bethagro@yahoo.com.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Comanthera </i>spp. são perenes e comumente utilizadas para ornamentação,
de alto valor económico e social, esse fato tem comprometido a conservação de populações
pelo fato de serem colhidas antes da maturação das sementes. O primeiro ensaio foi
realizado para verificar a eficiência do sistema de análise de imagens na distinção
de espécies de <i>Comanthera</i> em diferentes estádios de desenvolvimento das inflorescências,
bem como o potencial germinativo das sementes. O segundo ensaio foi realizado com
o objetivo de estimar o conteúdo de DNA nuclear na distinção de espécies, estabelecer
o tampão adequado para isolamento de núcleos interfásicos e investigar a viabilidade
de utilização de diferentes partes da planta para análises em citometria de fluxo.
Constatou-se que o sistema de análise de imagens tem potencial para diferenciar
espécies e estádios de desenvolvimento de inflorescências de sempre-viva. A espécie
<i>C. elegans</i> possui valores de germinação superiores nos estádios 4 e 5, que
apresentam capítulo com mais de 60% de abertura. Folhas, raízes e sementes de <i>C.
bisulcata, C. elegans </i>e <i>C. nitida</i> podem ser utilizadas para quantificação
de DNA nuclear em citometria. O tampão Marie é indicado para extração de DNA de
tecidos foliares e radiculares e o tampão LB01 das sementes.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: germinação; GroundEye<sup>®</sup>; <i>Syngonanthus </i>spp.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Comanthera</i> spp. are perennial and commonly used
for ornamentation, of high economic and social value, this fact has compromised
the conservation of populations because they are harvested before the maturation
of the seeds. The first experiment was carried to verify the efficiency of the image
analysis system in the distinction of two <i>Comanthera</i> species at different
development stages of inflorescence, as well as the germination potential of the
seeds. The second assay was carried out to estimate the nuclear DNA content in the
species distinction, establish the appropriate buffer for the isolation of interphase
nuclei and investigate the feasibility of using different parts of the plant for
analysis by flow cytometry. It was verified that the image analysis system has the
potential to differentiate species and development stages of inflorescence of sempre-vivas.
The <i>C.</i> <i>elegans</i> species has higher germination values &#8203;&#8203;in
stages 4 and 5, presenting a head with opening higher than 60%. Leaves, roots and
seeds of <i>C. bisulcata</i>, <i>C. elegans</i> and <i>C. nitida</i> can be used
for quantification of nuclear DNA by cytometry. The Marie buffer is indicated for
the extraction of DNA from leaf and root tissues and the LB01 buffer for seeds.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: germination; GroundEye<sup>®</sup>;<i> Syngonanthus</i>
spp.</font></p>

 
<hr noshade size = 1>
 
    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i> Comanthera </i>spp. são conhecidas como sempre-vivas por seus
escapos e inflorescências conservarem um aspeto vivo mesmo depois de colhidas e
secas. A coleta de sempre-vivas, principalmente as pertencentes ao género <i>Comanthera</i>
é intensiva pelo alto valor de mercado, sendo de grande importância para a população
da sua área (Giulietti <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Esse fato tem comprometido a conservação de populações naturais com a remoção
de inflorescências que pode ocorrer antes mesmo da produção de sementes ou da maturação
completa e consequentemente havendo uma redução no tamanho da população natural
(Oliveira <i>et al</i>., 2015). Algumas espécies desse género estão incluídas na
lista de espécies ameaçadas de extinção, tornando-se necessárias medidas que garantam
a sua conservação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O aspeto da inflorescência
poderia ser um indicativo do ponto ideal de colheita, no entanto as diferenças morfológicas
subtis entre as inflorescências nem sempre podem ser detectadas pela análise visual.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso de análises de imagens obtidas
por câmeras de alta precisão tem-se tornado uma ferramenta promissora por ser um
método rápido e não destrutivo e que possibilita a análise individual de sementes
durante as fases de coleta, classificação, distribuição ou até reconhecimento inicial
da espécie (Dias <i>et al</i>., 2010; Andrade <i>et al</i>., 2016).  </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A criação de parâmetros visuais fixos para classificação
de flores através da análise de imagens pode ser uma maneira de minimizar a subjetividade,
garantindo lotes mais uniformes (Dias <i>et al</i>., 2010). Além disso, a informação
sobre o comportamento germinativo das sementes em diferentes estádios de desenvolvimento
das inflorescências pode fornecer informações para práticas de exploração sustentável.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Estudos que caracterizem as espécies de <i>Comanthera</i>
são escassos na literatura e dizem respeito apenas ao estabelecimento da espécie
<i>in vitro</i> (Albuquerque <i>et al</i>., 2016; Lima-Brito <i>et al</i>., 2016),
germinação de sementes (Oliveira <i>et al</i>., 2016), taxonomia, sistemática (Echternacht
<i>et al</i>., 2015), aspetos da morfologia (Giulietti <i>et al</i>., 2012), anatomia
(Oliveira <i>et al</i>., 2015) e marcadores microssatélites (Leal <i>et al</i>.,
2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A citometria de fluxo é uma
técnica que permite a estimativa da quantidade de DNA nuclear e tem sido reconhecida
como um relevante parâmetro para caracterização genômica, com aplicabilidade em
estudos evolutivos, biodiversidade (Knight e Beaulieu, 2008), biologia celular,
ecologia, filogenia, melhoramento, sistemática e taxonomia vegetal (Kolar <i>et
al</i>., 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso de uma solução
tampão adequada é importante para a estimativa correta da quantidade de DNA, no
isolamento e manutenção da integridade dos núcleos da amostra a ser analisada em
citometria. A utilização de folhas jovens é a mais comum em análises de citometria
de fluxo, entretanto, em alguns casos pode ser mais conveniente utilizar sementes,
pela facilidade de serem transportadas e sem precisar esperar o tempo da emergência
de raízes ou mesmo o crescimento foliar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A pesquisa foi realizada com objetivo de verificar a eficiência do sistema
de análise de imagens na distinção de espécies de <i>Comanthera</i> em diferentes
estádios de desenvolvimento das inflorescências, bem como o potencial germinativo
das sementes. Além disso, objetivou-se o conteúdo de DNA nuclear na distinção de
três espécies, estabelecer o tampão adequado para isolamento de núcleos interfásicos
e investigar a viabilidade de utilização de diferentes partes da planta para análises
em citometria de fluxo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAIS E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A coleta das inflorescências das sempre-vivas (<i>Comanthera
elegans, Comanthera nitida </i>e<i> Comanthera bisulcata</i>) foi realizada na Cadeia
do Espinhaço município de Diamantina-MG entre os meses de maio a agosto de 2015
em locais representativos da área de produção.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As inflorescências foram selecionadas de acordo com avanço da maturação
em diferentes estádios de desenvolvimento. Foram utilizadas quatro repetições de
50 inflorescências em cada estádio de maturação pertencentes às espécies <i>C. elegans</i>
e <i>C. nitida</i> popularmente conhecidas como pé-de-ouro e sapatinha. (<a href = "#q1">Quadro
1</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a02q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise de imagens</i> – As inflorescências
nos diferentes estádios de desenvolvimento foram colocadas separadamente sobre a
bandeja de acrílico transparente do Sistema de Análise de Imagens Groundeye<sup>®</sup>
S800, versão 1.3.5. As imagens foram capturadas por câmeras de alta resolução contidas
dentro da câmara de captação do equipamento. O modelo de cor utilizado para análise
foi o HSV (Hue, Saturation and Value) com índice de Matiz de 191,90 a 261,20, Saturação
de 0,00 a 1,00 e Brilho de 0,00 a 1,00.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para extração das sementes, as inflorescências das sempre-vivas foram trituradas
em liquidificador durante 30 segundos. Sementes e impurezas foram separadas com
o auxílio de peneiras para obtenção das sementes puras as quais foram utilizadas
para o teste de germinação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Determinação do teor de água</i> - A determinação do teor de água foi obtida
pelo método de estufa a 130 ºC durante 1 hora, utilizando-se duas subamostras de
0,1g para cada espécie. Os resultados foram expressos em porcentagem média em base
úmida (Brasil, 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Germinação</i> - O teste de germinação foi conduzido com quatro repetições de 50 sementes
por tratamento, com a semeadura em papel de germinação tipo mata-borrão umedecido
com água destilada na proporção de 2,5 vezes o peso do papel. As sementes permaneceram
em BOD durante 35 dias em temperatura alternada de 25-15 °C e fotoperíodo de 12
horas (Pereira <i>et al</i>., 2014). Os resultados foram expressos em porcentagem
média de plântulas normais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para as sementes remanescentes do teste de germinação, realizou-se o teste de tetrazólio
para a determinação de sua viabilidade, e os dados foram somados aos do teste de
germinação. As sementes foram colocadas em solução 0,5% de cloreto 2,3,5 trifenil
tetrazólio por 3 horas, no escuro, na temperatura de 30 °C até coloração para análise.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise estatística</i> – Para o primeiro ensaio
adotou-se o delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial (6x2) sendo
seis estádios de desenvolvimento da inflorescência e duas espécies de sempre-vivas.
As médias obtidas nos dois ensaios foram comparadas pelo teste de Scott Knott a
5% de probabilidade com o auxílio do programa estatístico Sisvar (Ferreira, 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Quantificação do DNA nuclear</i>
<b>-</b> A quantificação de DNA nuclear foi realizada para as espécies <i>C. bisulcata,
C. elegans </i>e <i>C. nitida. </i>As estimativas de DNA foram obtidas a partir
de três tecidos das espécies avaliadas: sementes, folhas e raízes. As folhas e radículas
foram obtidas de plântulas contendo 2 a 3 folhas, com 1 cm de comprimento, oriundas
de sementes germinadas <i>in vitro </i>em meio MS, acrescidas de 15 g L<sup>-1 </sup>de
sacarose e solidificadas com 8 g L<sup>-1</sup> de ágar (Pêgo <i>et al</i>., 2013).
O pH do meio foi ajustado para 5,8 antes da autoclavagem à pressão de 1,5 atm e
à temperatura de 120°C por 20 minutos. As plantas foram inoculadas em tubos de ensaio
contendo 10 mL de meio de cultura e mantidas por 30 dias em sala de crescimento
sob luz constante à temperatura de 25 ± 2°C. Para cada amostra foram utilizados,
aproximadamente, 15 mg de cada parte específica das espécies avaliadas e três repetições
por parte da planta. O tecido foliar da espécie <i>Glycine max </i>(quantidade de
DNA de 2,5 pg/2C; Doležel <i>et al</i>., 1994) foi utilizado como padrão interno
de referência nas análises foliares e como padrão externo de referência nas demais
análises. As amostras foram trituradas em placa de Petri (mantidas em gelo) contendo
1 mL de tampão gelado. A suspensão nuclear foi então filtrada em um filtro de 30
nm (PARTEC, Muster-Alemanha). Com a finalidade de definir o melhor tampão a ser
empregado para a espécie, foram utilizados os tampões LB01 (Doležel <i>et al</i>.,
1989) e Marie (Marie e Brown, 1993). Foram adicionados a suspensão 2,5&#956;L de
RNase e a coloração foi efetuada com 25 µL de iodeto de propídeo (1 mg mL<sup>-1</sup>).
Para cada amostra foram analisados no mínimo 10 mil núcleos e os histogramas foram
obtidos no citómetro de fluxo <i>FacsCalibur</i> (<i>Becton Dickinson</i>) com o
programa <i>Cell Quest</i> (Becton, Dickinson and Company, San Jose, CA, USA) e
analisados pelos softwares WinMDI 2.8. O tamanho do genoma foi estimado pela seguinte
equação: 2C amostra = (Média do pico G1 da amostra / Média do pico G1 do padrão
interno de referência) × 2C padrão interno de referência, onde 2C é o conteúdo de
DNA em um núcleo holoplóide não replicado e a média do pico G1 é o valor médio de
fluorescência emitida pelos núcleos na fase G1 do ciclo celular (Doležel e Bartos,
2005). Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de Scott-Knott
(P&lt;0,05) com o auxílio do programa Sisvar (Ferreira, 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O software GroundEye<sup>®</sup>
possui cerca de 300 características, entretanto foram selecionadas cor e geometria
que diferiram das demais em análise comparativa por meio de gráficos que resultaram
em faixas de variação calculadas em porcentagem para cada espécie estudada.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As características selecionadas: cor (dominância
laranja, luminosidade e dominância preta) e geometria (diâmetro mínimo e diâmetro
máximo) foram as que apresentaram maior <i>contraste entre as cultivares nos diferentes
estádios de maturação ao utilizar-se o sistema de gráficos do software GroundEye</i><sup>®</sup><i>.</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na avaliação da cor, em relação à dominância laranja
(<a href = "#q2">Quadro 2</a>), observou-se que houve distinção entre espécies nos diferentes estádios
de maturação da inflorescência, exceto nos estádios um (capítulo fechado) e seis
(capítulo aberto e já escurecido). O capítulo fechado possui o mesmo padrão de cor
dominância laranja que o capítulo totalmente aberto e já escurecido para as duas
espécies. Assim, não é possível distinguir as espécies de sempre-vivas pela dominância
laranja, nesses dois estádios. Para a espécie <i>C. elegans </i>o maior índice foi
encontrado no estádio cinco, no qual as flores estão totalmente abertas. Esse maior
índice ocorreu provavelmente devido a abertura total da inflorescência, sem ocasionar
alteração da cor devido a senescência. Para a espécie <i>C. nitida</i> os maiores
valores foram encontrados nos estádios quatro e cinco, não havendo diferença significativa
entre eles.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a02q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação à característica
luminosidade (<a href = "#q2">Quadro 2</a>), a espécie <i>C. elegans</i> não apresentou diferença significativa
entre os estádios um e seis, os quais diferiram dos demais estádios. O estádio um
não difere do estádio seis devido à coloração escura do último estádio. A espécie
<i>C.</i> <i>nitida</i> apresentou diferença significativa entre o estádio um e
seis, os quais diferiram dos demais estádios de maturação. No entanto, as médias
obtidas foram muito próximas. Não houve diferença significativa nos demais estádios
para ambas as espécies, o que evidencia a semelhança da inflorescência quando aberta
e antes da alteração de cor. Entre as espécies houve diferença significativa para
a característica luminosidade apenas no estádio seis.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação a característica cor dominância preta (<a href = "#q2">Quadro 2</a>),
a espécie <i>C. nitida</i> apresentou médias que foram diferenciadas em três grupos:
estádios dois, três e quatro, com as menores médias; estádio cinco, com valor intermediário;
e o estádio um e seis, com as maiores médias. As maiores médias foram observadas
nos estádios um e seis, provavelmente porque no estádio um o capítulo estava fechado
e apresentou brácteas com coloração escura, e no estádio seis as inflorescências
estavam escuras devido à senescência. Por outro lado, para a espécie <i>C. elegans</i>
as médias diferiram entre os estádios, com exceção dos estádios três e cinco, que
apresentaram médias iguais. Assim, observou-se um comportamento diferente entre
as espécies devido às particularidades no desenvolvimento da inflorescência. Devido
a essa variação é possível inferir que a dominância da coloração preta não é um
indicativo da variação da cor na distinção das espécies. No entanto, a variação
da cor dominância laranja, observada nas duas espécies, demonstrou ser suficiente
para a distinção das mesmas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dias
<i>et al</i>. (2010) utilizaram a análise de imagens para o desenvolvimento de uma
ferramenta para padronização de flores, e concluíram que o uso dessa técnica atendeu
às necessidades para os padrões de classificação de comercialização de flores no
Brasil. A análise computadorizada também se mostrou suficientemente rápida e eficaz
reduzindo os custos, o tempo, os danos mecânicos aos materiais estudados, elevando
assim, a eficiência do processo e a qualidade do produto oferecido ao consumidor.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os maiores valores tanto para o diâmetro mínimo
quanto para o diâmetro máximo foram observados no estádio cinco para espécie <i>C.
elegans</i> (<a href = "#q3">Quadro 3</a>). Não houve diferença entre esse estádio e o estádio quatro
para a espécie<i> C. nitida.</i> O diâmetro mínimo e máximo foi crescente à medida
que o estádio aumentou e atingiu o valor máximo no estádio cinco. Ocorreu uma queda
no estádio seis, conforme esperado, devido a senescência da inflorescência. Para
o diâmetro mínimo não houve diferença entre as espécies nos estádios três e quatro
e no diâmetro máximo não houve diferença no estádio um, uma vez que o capítulo estava
totalmente fechado.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a02q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante do exposto,
o equipamento GroundEye<sup>®</sup> pode ser utilizado na distinção de espécies
de sempre-vivas dependendo dos estádios de desenvolvimento das inflorescências.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a análise das inflorescências foi feita a
extração das sementes de <i>C. elegans</i> e <i>C. nitida</i> que apresentaram teor
de água em torno de 7 e 8% respectivamente, independente do estádio de desenvolvimento
da inflorescência, e os valores de germinação e viabilidade dessas sementes encontram-se
no <a href = "#q4">Quadro 4</a>.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a02q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>C. elegans</i> apresentou maiores valores de germinação e viabilidade nos estádios
quatro (60 a 90% de abertura das inflorescências) e cinco (inflorescências totalmente
abertas) (<a href = "#q4">Quadro 4</a>). Para as sementes de <i>C. nitida</i> não houve diferença na
germinação e viabilidade entre os estádios de desenvolvimento. A análise de viabilidade
pelo teste de tetrazólio indicou dormência nas espécies <i>C. elegans</i> e <i>C.
nitida</i> com até 13 e 4%. As demais sementes estavam mortas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A identificação correta do estádio de desenvolvimento
das espécies de <i>C. elegans</i> e <i>C. nitida</i> é fundamental para obtenção
de uma maior porcentagem de germinação. Deste modo irá viabilizar tanto a sua regeneração
quanto a produção de novas sementes medidas estas fundamentais para conservação
da espécie. O equipamento GroundEye<sup>®</sup> auxilia nessa identificação, indicando
o momento ideal para a colheita das inflorescências.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira <i>et al</i>. (2015) trabalhando com sementes de <i>C.
elegans</i> observaram que a germinação variou de acordo com a época e o local de
colheita. Esses autores analisaram a época da colheita precoce, antes da produção
ou maturação completa das sementes, e verificaram que a colheita precoce pode interferir
negativamente na germinação de sementes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação as análises de citometria de fluxo das espécies <i>C. bisulcata,
C. elegans </i>e <i>C. nitida, </i>testou-se os tampões LB01 e Marie com o intuito
de estabelecer o tampão adequado para isolamento de núcleos interfásicos. Não foi
observada diferença significativa entre os tampões testados (p&lt;0.05). Desta maneira
ambos os tampões podem ser utilizados para análises de citometria de fluxo de <i>Comanthera</i>.
No entanto, os coeficientes de variação do tampão Marie foram menores para todas
as análises, exceto em sementes de <i>C. bisulcata </i>e<i> C. elegans </i>(<a href = "#q5">Quadro
5</a>). Assim, é aconselhável a utilização do tampão Marie para tecidos foliares e radiculares
e do tampão LB01 para sementes de <i>Comanthera </i>sp.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q5"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a02q5.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A avaliação do uso adequado do tampão a ser utilizado em
análises de citometria de fluxo é um fator importante, uma vez que em alguns casos
não é possível obter a leitura de núcleos ao utilizar-se um tampão específico.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Visando investigar a viabilidade de utilização
de diferentes partes da planta para análises em citometria de fluxo de <i>Comanthera,
</i>o DNA nuclear em folhas, raízes e sementes das referidas espécies foi quantificado
(<a href = "#f1">Figura 1</a>). A espécie <i>C. bisulcata </i>apresentou quantidade insuficiente de
raízes, não sendo possível estimar a quantidade de DNA para este tecido. Não houve
diferença significativa (p&lt;0.05) entre os tecidos vegetais avaliados dentro de
cada espécie. A única exceção foi a semente de <i>C. elegans</i> ao utilizar-se
o tampão Marie (<a href = "#q5">Quadro 5</a>), provavelmente devido ao elevado background durante a
leitura dos núcleos interfásicos. Dessa forma, folhas, raízes ou mesmo sementes
podem ser utilizadas para análises em citometria de fluxo das espécies de <i>Comanthera</i>
avaliadas.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a02f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A possibilidade
de estimativa do conteúdo de DNA nuclear a partir de diferentes partes da planta
de <i>Comanthera </i>sp. no presente trabalho representa um resultado vantajoso,
uma vez que nem sempre se tem disponível uma determinada parte da planta para análise,
além de ser um indicativo de que as espécies estudadas não possuem metabólitos secundários,
já que apresentam o mesmo tamanho do genoma em diferentes tecidos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Todas as partes das plantas avaliadas em citometria
de fluxo apresentaram médias de coeficientes de variação inferiores a 1.63%, o que
evidencia a confiabilidade dos resultados. Em citometria de fluxo, a ocorrência
de variação é normalmente expressa pelo coeficiente de variação (Doležel <i>et al</i>.,
1989), sendo valores entre 1%-2% considerados de alta qualidade e, próximos a 3%,
considerados como rotina (Marie e Brown, 1993). Entretanto, quando se trata de quantificações
que incluem estimativas do tamanho do genoma ou mesmo para espécies ricas em metabólitos
secundários, coeficientes de variação menores que 5% são aceitáveis (Doležel e Bartoš,
2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não houve diferenças significativas
entre as quantidades de DNA das três espécies avaliadas dentro de cada tecido, com
exceção do tecido foliar e de semente, ao se utilizar o tampão Marie. Os valores
médios resultantes das análises de folha, raiz e semente de <i>C. bisulcata, C.
elegans </i>e <i>C. nitida</i>, corresponderam a 1.16, 1.19 e 1.18 pg respetivamente
(<a href = "#q5">Quadro 5</a>). A estimativa do conteúdo de DNA nuclear para espécies do género <i>Comanthera</i>
é de grande importância de modo a obter a caracterização genômica, ainda inexistente,
para tais espécies constituindo informação básica para estudos posteriores.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sistema de análise de imagens (GroundEye<sup>®</sup>)
tem potencial para diferenciar espécies e estádios de desenvolvimento de inflorescências
de sempre-viva.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A espécie <i>Comanthera
elegans</i> apresentou maiores valores de germinação e viabilidade nos estádios
quatro (60 a 90% de abertura das inflorescências) e cinco (inflorescências totalmente
abertas).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Folhas, raízes e sementes
podem ser utilizadas para quantificação de DNA nuclear em citometria de fluxo para
as espécies de <i>Comanthera </i>sp.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi possível estimar o conteúdo de DNA nuclear com grande precisão para <i>C.
bisulcata, C. elegans </i>e <i>C. nitida</i>, no entanto as espécies apresentam
tamanhos de genoma muito similares não sendo possível a distinção entre essas espécies
por citometria de fluxo.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Recomenda-se a utilização do tampão Marie para tecidos foliares e radiculares, e do tampão LB01
para sementes de <i>Comanthera</i> sp.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Albuquerque, S.M.M.; Brito, A.L.; Lima, A.P.P.S.; Alvim, B.M.F. &amp; Santana,
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Pires, R.M.O.; Oliveira, A.S.O.; Silva, M.A. &amp; Carvalho, M.L.M. (2016) - Detection
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Doležel, J. &amp; Bartoš, J. (2005) - Plant DNA flow cytometry
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima-Brito,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pêgo, R.G.; Paiva, O.P.D. &amp; Paiva, R. (2013) - Micropropagação de <i>Syngonanthus
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    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior (CAPES), pelo apoio financeiro e pela concessão de bolsa. Aos revisores
que com as suas revisões contribuíram para a qualidade do manuscrito apresentado.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018/05.30</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.08.16</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.08.19</font></p>

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