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<journal-id>0871-018X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista de Ciências Agrárias]]></journal-title>
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<issn>0871-018X</issn>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal]]></publisher-name>
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<article-id>S0871-018X2019000100007</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18238</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Quebra de dormência em sementes de Chloroleucon acacioides e Senna macranthera]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Overcoming dormancy in Chloroleucon acacioides and Senna macranthera seeds]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Manaus AM]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Estado de Mato Grosso Departamento de Engenharia Florestal campus de Alta Floresta]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Alta Floresta MT]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
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<month>03</month>
<year>2019</year>
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<pub-date pub-type="epub">
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<year>2019</year>
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<volume>42</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>51</fpage>
<lpage>60</lpage>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0871-018X2019000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0871-018X2019000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0871-018X2019000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[A dormência física é um dos principais problemas para a germinação de sementes de grande parte das espécies pertencentes a família Fabaceae. Desta forma o objetivo do presente trabalho consistiu em avaliar a eficiência de diferentes métodos de quebra de dormência de sementes de Chloroleucon acacioides e Senna macranthera As sementes foram submetidas a sete pré tratamentos: Testemunha sem quebra (T1), imersão em ácido sulfúrico 98% por 15 e 30 minutos (T2 e T3, respectivamente), imersão em soda caustica 70% por 20 e 40 minutos (T4 e T5, respectivamente), imersão em água quente por 30 min (T6) e imersão em água quente até esfriar (T7), em seguida foram colocadas para germinar em rolos de papel Germitest® em câmaras de germinação à 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas, com delineamento inteiramente casualizado. Os tratamentos com ácido sulfúrico destacaram-se na quebra de dormência física das sementes de ambas as espécies estudadas. Para todas as variáveis analisadas o tratamento com imersão em ácido sulfúrico 98% por 30 minutos foi o mais indicado para as sementes de C. acacioides e os tratamentos T2 e T3 para S. macranthera.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Physical dormancy is one of the main problems for seed germination of most species belonging to the Fabaceae family. The objective of the present work is to evaluate the efficiency of different methods of overcoming dormancy in seeds of Chloroleucon acacioides and Senna macranthera. The seeds were submitted to seven treatments: Control without overcoming (T1), immersion in sulfuric acid 98 % for 15 and 30 minutes (T2 and T3, respectively), immersion in 70% caustic soda by 20 and 40 minutes (T4 and T5, respectively), immersion in hot water for 30 min (T6) and immersion in hot water until cool (T7), then placed to germinate on rolls of Germitest® paper, in germination chambers at 25 ºC and 12-hour photoperiod, with a completely randomized design. The treatments using sulfuric acid stand out in overcoming physical dormancy of the seeds of both species studied. For all variables analyzed, treatment with immersion in sulfuric acid 98% was the most appropriate for C. acacioides seeds and treatments T2 and T3 for S. macranthera.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Fabaceae]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sementes florestais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[dormência tegumentar]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Fabaceae]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[forest seeds]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[tegument dormancy]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Quebra de dormência em sementes de <i>Chloroleucon acacioides</i>
e <i>Senna macranthera</i></b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Overcoming dormancy in <i>Chloroleucon acacioides</i> and <i>Senna macranthera</i>
seeds</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Vânia Beatriz Cipriani</b>¹<sup>,</sup>*, <b>Juliana
Garlet</b>² e <b>Bruna Martins de Lima</b>³</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>¹Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, CEP: 69.067-375, Manaus-AM-Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>² Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Alta Floresta, Departamento de Engenharia Florestal, CEP 78.580-000, Alta Floresta-MT-Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>³Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Alta Floresta, CEP 78.580-000, Alta Floresta-MT-Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:cipriani.bia@hotmail.com">cipriani.bia@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A dormência física é um dos principais problemas
para a germinação de sementes de grande parte das espécies pertencentes a família
Fabaceae. Desta forma o objetivo do presente trabalho consistiu em avaliar a eficiência
de diferentes métodos de quebra de dormência de sementes de <i>Chloroleucon acacioides
</i>e <i>Senna macranthera</i> As sementes foram submetidas a sete pré tratamentos:
Testemunha sem quebra (T1), imersão em ácido sulfúrico 98% por 15 e 30 minutos (T2
e T3, respectivamente), imersão em soda caustica 70% por 20 e 40 minutos (T4 e T5,
respectivamente), imersão em água quente por 30 min (T6) e imersão em água quente
até esfriar (T7), em seguida foram colocadas para germinar em rolos de papel Germitest®
em câmaras de germinação à 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas, com delineamento inteiramente
casualizado. Os tratamentos com ácido sulfúrico destacaram-se na quebra de dormência
física das sementes de ambas as espécies estudadas. Para todas as variáveis analisadas
o tratamento com imersão em ácido sulfúrico 98% por 30 minutos foi o mais indicado
para as sementes de <i>C. acacioides</i> e os tratamentos T2 e T3 para <i>S. macranthera</i>.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> Fabaceae, sementes florestais, dormência tegumentar.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Physical
dormancy is one of the main problems for seed germination of most species belonging
to the Fabaceae family. The objective of the present work is to evaluate the efficiency
of different methods of overcoming dormancy in seeds of <i>Chloroleucon acacioides</i>
and <i>Senna macranthera</i>. The seeds were submitted to seven treatments: Control
without overcoming (T1), immersion in sulfuric acid 98 % for 15 and 30 minutes (T2
and T3, respectively), immersion in 70% caustic soda by 20 and 40 minutes (T4 and
T5, respectively), immersion in hot water for 30 min (T6) and immersion in hot water
until cool (T7), then placed to germinate on rolls of Germitest® paper, in germination
chambers at 25 ºC and 12-hour photoperiod, with a completely randomized design.
The treatments using sulfuric acid stand out in overcoming physical dormancy of
the seeds of both species studied. For all variables analyzed, treatment with immersion
in sulfuric acid 98% was the most appropriate for <i>C. acacioides</i> seeds and
treatments T2 and T3 for <i>S. macranthera</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>Fabaceae, forest seeds, tegument dormancy</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dormência é a incapacidade de germinação das sementes
mesmo quando expostas a características ambientais favoráveis (Carvalho e Nakagawa,
2000; Oliveira, 2012). Pode ser considerada como um mecanismo de sobrevivência das
espécies distribuindo a germinação no tempo e espaço ampliando a possibilidade de
estabelecimento de indivíduos ou colonização de novas áreas (Zaidan e Barbedo, 2004).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Entre os tipos de dormência, destaca-se a dormência
física ou tegumentar que caracterizada pela impermeabilidade do tegumento à absorção
de água ou do oxigéneo, e que pode ser atribuída à presença de uma camada de células
esclerenquimatosas com paredes secundárias grossas lignificadas, sendo o tipo mais
comum os macroscleritos ou células de Malpighi (Baskin e Baskin, 2014).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A dormência física está presente em pelo menos
18 famílias de angiospérmicas (Popinigis, 1985). De acordo com Bewley e Black (1982)
este tipo de dormência é a principal causa de problemas na germinação de vários
táxones da família das Fabaceae, nalguns táxones a viabilidade das sementes pode
prolongar-se por muitos anos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diversos
métodos podem ser utilizados para a quebra de dormência física em sementes florestais,
sendo eles a escarificação química com ácidos, mecânica com lixas, imersão em água
quente, entre outros, tendo como objetivo romper as camadas de células impermeáveis
do tegumento e permitir a entrada de água e/ou oxigénio até ao endosperma e embrião
da semente (Popinigis, 1985; Fowler e Martins, 2001; Bewley <i>et al</i>., 2013).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Estudos desenvolvidos por Mantoan <i>et al</i>.
(2012), Pereira <i>et al</i>. (2015), Fernandes de Campus <i>et al</i>. (2015),
entre outros, comprovam que para cada espécie há um tratamento ideal de quebra de
dormência, pois o nível de dormência e a eficiência do tratamento para a quebra
de dormência dependem diretamente da espessura da camada impermeável, dos constituintes
desta camada, da presença de substâncias inibidoras, entre outros (Oliveira <i>et
al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As Fabaceae <i>Chloroleucon
acacioides</i> (Ducke) Barneby &amp; J. W. Grimes e
<i>Senna macranthera </i>(DC. ex Collad.) H.S.Irwin &amp;
Barneby são espécies arbóreas nativas dos biomas da Amazônia, Cerrado e Mata
Atlântica e conhecidas popularmente como jurema e fedegoso (Iganci, 2016; Souza
e Bortoluzzi, 2016). Ambas possuem potencial para utilização em áreas degradadas,
por apresentarem crescimento rápido, adaptação a áreas de matas secundárias, assim
como valor ornamental e arborização urbana (Lorenzi, 1998, 2002).</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Estudo conduzido por Teketay (1996) comprovou a
ocorrência de dormência tegumentar em cinco espécies pertencentes ao género <i>Senna</i>
Mill. de ocorrência na Etiópia, assim como trabalhos conduzidos nos últimos anos
comprovam a ocorrência de dormência em diversas espécies do género <i>Chloroleucon
</i>(Benth.) Britton &amp; Rose (Zapater <i>et al</i>., 2016a,b).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tegumento das sementes de <i>S. macranthera</i>, descrito em detalhe
por Paula <i>et al</i>. (2012) é composto por uma camada cuticular, camada de macroescleritos
compactos e lenhificados, células parenquimatosas e osteoscleritos não lenhificados,
que impossibilitam a embebição. Esta impermeabilidade do tegumento à água e aos
gases,  pode restringir fisicamente o crescimento do embrião (Rolston, 1978).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tratamentos com escarificação química e mecânica
mostraram ser eficientes na quebra dessa dormência de espécies pertencentes aos
géneros <i>Senna</i> Teketay (1996) e <i>Chloroleucon </i>(Zapater <i>et al</i>.,
2016a,b). Desta forma acredita-se que tratamentos baseados na utilização de ácidos
corrosivos sejam eficientes em <i>S. macranthera</i> e <i>C. acacioides</i>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Face ao pressuposto, o objetivo do presente trabalho
consistiu em avaliar a eficiência de diferentes métodos químicos de quebra de dormência
em sementes de <i>Chloroleucon acacioides </i>(jurema) e <i>Senna macranthera </i>(fedegoso).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As
sementes utilizadas nos testes durante este estudo foram fornecidas pelo Instituto
Ouro Verde localizado em Alta Floresta –MT. Estas foram coletadas por produtores
cadastrados no instituto, nos municípios de: Apiacás, Alta Floresta, Carlinda, Colíder,
Nova Guarita, Nova Canãa do Norte, Terra Nova do Norte e Nova Santa Helena. Os testes
de quebra de dormência foram realizados no laboratório de Sementes e Citologia Vegetal,
da Universidade do Mato Grosso, no campus II da instituição localizada em Alta Floresta
MT.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes utilizadas nos ensaios
encontravam-se acondicionadas em sacos de papel semipermeável a temperatura de 23
ºC.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes de jurema e fedegoso
foram submetidas à sete tratamentos, sendo estes: Testemunha sem quebra (T1), imersão
em ácido sulfúrico 98% por 15 e 30 minutos (T2 e T3, respectivamente), imersão em
soda cáustica 70% por 20 e 40 minutos (T4 e T5, respectivamente), imersão em água
quente por 30 min (T6) e imersão em água quente até esfriar (T7).</font></p>

 
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a condução dos testes foram necessárias 1400
sementes, sendo 700 sementes de cada espécie, para cada tratamento foram utilizadas
100 sementes divididas em 4 repetições de 25 sementes. O delineamento foi inteiramente
casualizado, com esquema fatorial 7 x 2, sendo sete tipos de tratamentos de quebra
de dormência (T1, T2, T3, T4, T5, T6 e T7) e duas espécies (<i>C. acacioides </i>e
<i>S. macranthera</i>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Inicialmente
as sementes foram esterelizadas utilizando hipoclorito de sódio concentração de
1% segundo recomendação do Mapa (Brasil, 2013), após a esterilização foram aplicados
os tratamentos de quebra de dormência. As sementes foram dispostas sobre rolo de
papel Germitest® (umedecidos 2,5 vezes o seu peso), mantidos em sacos plásticos
para evitar a perda excessiva de água, conforme recomendação da RAS (Brasil, 2009)
e acomodadas em câmaras de germinação do tipo B.O.D. (Biological Oxygen Demand)
com temperatura de 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas durante quinze dias.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A contagem do número de sementes germinadas foi
realizada diariamente iniciando-se aos sete dias até a estabilização do número de
sementes germinadas aos quinze dias. Foram consideradas germinadas as sementes que
originaram plântulas normais (conforme Regra Brasileira para Análise de Sementes)
(Brasil, 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram avaliadas a
porcentagem de plântulas na primeira contagem (aos sete dias), germinação final
do teste (aos quinze dias) (Labouriau, 1983). O Índice de Velocidade de Germinação
(IVG), foi calculado pela fórmula proposta por Maguire (1962).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias
comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Utilizou-se o programa estatístico
Assistat 7.6 Beta (Silva e Azevedo, 2009), para realização de todas as análises
estatísticas efetuadas no presente estudo. Sendo que os dados que não atenderam
as pressuposições de normalidade (Shapiro–wilk) foram transformados em arco seno &radic;(x/100), no entanto para análise dos dados
nas Quadros foram mantidos os dados originais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados referentes as avalições de primeira
contagem, germinação final e índice de velocidade de germinação estão apresentados
nos <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a06q1.jpg" target = "_blank">Quadros 1</a> e 
<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a06q2.jpg" target = "_blank">2</a>, destaca-se que houve interação significativa para todos os parâmetros
avaliados.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação à germinação
da primeira contagem e germinação final, o tratamento com imersão em ácido sulfúrico
98% por 30 minutos (T3) foi estatisticamente superior aos demais para a espécie
<i>C. acacioides</i>. Para <i>S. macranthera</i> os tratamentos com imersão em ácido
sulfúrico 98% por 15 e 30 minutos (T2 e T3) não apresentaram diferenças estatísticas
entre si, apresentando maiores percentuais de germinação para a espécie (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a06q1.jpg" target = "_blank">Quadro
1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento químico com utilização de ácido sulfúrico
promove o desgaste do tegumento, aumentando a porosidade e possibilitando a absorção
de água e trocas gasosas, dessa forma a germinação ocorre mais rapidamente (Oliveira,
2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Testes realizados por Oliveira
<i>et al</i>. (2012) em sementes de <i>Parkia gigantocarpa </i>com utilização de
ácido sulfúrico a 30 e 40 min de imersão são capazes de iniciar a germinação das
sementes desta espécie em quatro dias. Em sementes de <i>Senna alata</i> a utilização
de ácido por 15 e 30 min promoveu germinação de 50 e 93% em sete dias de experimento
(Braga <i>et al</i>., 2010).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes
de <i>C. acacioides </i>e <i>S. macranthera</i> apresentam claramente um tegumento
duro tal como referido para outras Fabaceae (Baskin and Baskin, 1998). Os resultados corroboram com os encontrados por Lopes <i>et
al</i>. (2012) que constatam a eficiência do ácido sulfúrico em sementes de <i>S.
macranthera</i> com 96% de germinação em 15 min de imersão, assim como os encontrados
por Silva <i>et al</i>. (2014) que constataram a superioridade da utilização de
ácido sulfúrico por 30 minutos em sementes de <i>Chloroleucon foliolosum </i>com
79% de germinação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Relativamente
aos outros tratamentos, os menores valores de germinação foram encontrados nos tratamentos
com utilização de água quente (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a06q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), a eficiência deste método foi comprovada
para muitas espécies, como por exemplo <i>Peltophorum dubium </i>(Oliveira <i>et
al</i>., 2003), <i>Mimosa scabrella</i> (Menegatti <i>et al</i>., 2017) ou <i>Guazuma
ulmifolia </i>(Nunes <i>et al</i>., 2006).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Neste estudo  e em  sementes de <i>S. bicapsularis</i>, <i>S. multiglandulosa</i>,
<i>S. septemtrionalis </i>(Teketay, 1996), os tratamentos com imersão em água quente
não foram eficazes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme mencionado
anteriormente os tratamentos com imersão em ácido sulfúrico promoveram elevada percentagem
de germinação, assim como o aumento da velocidade de germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a06q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Observa-se
que o T3 foi estatisticamente superior aos outros para a espécie <i>C. acacioides</i>,
e os tratamentos T2 e T3 foram superiores aos restantes para <i>S. macranthera</i>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Bons resultados foram observados no IVG com os tratamentos com
imersão em ácido sulfúrico tal como referido por Lima <i>et al</i>. (2013) em sementes
de <i>Delonix regia. </i>Para sementes de <i>Chloroleucon foliolosum </i>a imersão
em 15 e 30 min promoveu valores superiores de IVG (Silva <i>et al</i>., 2014). Em
C<i>hloroleucon dumusom</i> observou-se a germinação de todas as sementes em apenas
4 dias de ensaio, após imersão em ácido sulfúrico por apenas 5 minutos (Souza Filho
<i>et al</i>., 2007).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para Braga
<i>et al</i>. (2010) resultados significativos vêm sendo observados em estudos utilizando
escarificação ácida em sementes de diversas espécies da família Fabaceae, tanto
para a germinação final como para o IVG. Observa-se que há diferenças estatísticas
entre a percentagem de germinação e a velocidade de germinação entre as espécies
estudadas, sendo que <i>S. macrathera</i>, apresentou valores estatisticamente maiores
nos tratamentos T2 e T3, em relação a <i>C. acacioides</i>. Mesmo tratando-se de
espécies pertencentes à mesma família (Fabaceae) as espécies responderam de formas
diferentes aos tratamentos, tal como verificado por Braga <i>et al</i>. (2010).
Este fato pode ser devido as características do tegumento como por exemplo a estrutura
ou conformação da camada tegumentar inibidora, assim como o nível de dormência de
ambas as espécies (Oliveira <i>et al</i>., 2012). Dessa forma o tempo necessário
para promover o desgaste do tegumento e torná-lo permeável varia de acordo o lote
de sementes assim como a espécie (Zaidan e Barbedo, 2004). Silva <i>et al</i>. (2014)
afirmam ainda que o sucesso do tratamento de quebra de dormênciadepende do grau
de dormência, que varia de acordo com cada espécie.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos com aplicação de ácido sulfúrico
foram os mais eficientes para quebra de dormência das espécies de Fabaceae avaliadas
neste estudo, sendo a imersão em ácido sulfúrico por 30 minutos a mais eficiente
para <i>C. acacioides</i>, e a imersão em ácido sulfúrico por 15 e 30 minutos recomendadas
para <i>S. macranthera</i>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Baskin, C.C &amp; Baskin,
J.M. (2014) – <i>Seeds: ecology, biogeography, and evolution of dormancy and germination</i>.
2. ed. San Diego, Academic/Elsevier, 1602 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=709903&pid=S0871-018X201900010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bewley, J.D. &amp; Black, M. (1982) – <i>Physiology and biochemistry
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lorenzi,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Menegatti, R.;
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<a href = "http://dx.doi.org/10.19084/RCA16153" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.19084/RCA16153</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=709930&pid=S0871-018X201900010000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mantoan, P.; Souza-Leal, T.; Pessa, H.; Marteline,
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    ]]></body>
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, A.K.M.; Ribeiro, J.W.F.; Pereira, K.C.L.; Rondon, E.V.;
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<a href = "http://dx.doi.org/10.5902/198050986620" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5902/198050986620</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=709935&pid=S0871-018X201900010000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, L.M.; Davide, A.C. &amp; Carvalho, M.L.M.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622003000500001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622003000500001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=709936&pid=S0871-018X201900010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, O.S. (2012) – <i>Tecnologia de sementes
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Paula, A.S.; Delgado, M.L.; Paulilo, M.T.S. &amp; Santos,
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Rolston, M.P. (1978)
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<a href = "http://dx.doi.org/10.5039/agraria.v9i4a4586" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5039/agraria.v9i4a4586</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=709944&pid=S0871-018X201900010000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, F.A.S.E. &amp; Azevedo C.A.V. (2009) –
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza Filho, P.R.M.; Moraes, M.C. &amp; Simabukuro, E.A. (2007) – Quebra
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, V.C. &amp; Bortoluzzi, R.L.C. (2016) – <i>Senna in Lista
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&lt;<a href = "http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB28201" target = "_blank">http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB28201</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=709949&pid=S0871-018X201900010000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Teketay, D. (1996) – The effect of different pre-sowing
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