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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18122</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variabilidade espacial da erodibilidade no estado de Mato Grosso, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Spatial variability of erodibility in Mato Grosso State, Brazil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Erodibility (K) is the soil susceptibility for erosive processes. Knowing the K values of a region is extremely important for the planning of soil conservation activities, especially in regions where agricultural activity is predominant, as in Mato Grosso State. In this way, the objective of this work was estimate and map the spatial variability of K in Mato Grosso State, in order to define susceptible areas for erosion process and, orders and characteristics that determine these variations. K values were estimated for 427 soil profiles in Mato Grosso State, later these estimates were spatialized by geostatistics and kriging. The Mato Grosso State has in most of its territory (98%) soils of low and medium erodibility. The most critical areas, with high erodibility, occupied 1.95% of the total area. K values in the low and middle classes were predominant in the studied profiles, however, with the exception of the Gleysols, in all the orders of soil occurred at least one profile of high erodibility. Plinthosols and Nitosols presented the highest proportions of high erodibility profiles, with 20% and 33.3%, respectively, and Latosols the lowest, with 2.4%.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[erosão]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[soil conservation]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Variabilidade espacial da erodibilidade no estado de Mato Grosso, Brasil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Spatial variability of erodibility in Mato Grosso State, Brazil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Luis Augusto Di Loreto Di Raimo</b><sup>1,*</sup>, <b>Ricardo Santos Silva Amorim</b><sup>2</sup>,
<b>Gilmar Nunes Torres</b><sup>1</sup>, <b>Edwaldo Dias Bocuti</b><sup>1</sup> e <b>Eduardo Guimarães
Couto</b><sup>2</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Programa de Pós-Graduação em Agricultura
Tropical, Faculdade de Agronomia e Zootecnia, Universidade Federal de Mato Grosso,
Cuiabá, Mato Grosso, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Departamento de Solos e Engenharia Rural, Faculdade de Agronomia e Zootecnia, Universidade Federal
de Mato Grosso, Cuiabá, Mato Grosso, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:luis.diloreto@hotmail.co">luis.diloreto@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Erodibilidade (K) é a susceptibilidade do solo
aos processos erosivos. Conhecer os valores de K de uma região é importante para
o planejamento de atividades de conservação do solo que considerem a sua capacidade
de uso, nomeadamente em regiões onde a atividade agropecuária é predominante, como
no estado de Mato Grosso. Dessa forma, objetivou-se com
o presente trabalho estimar e mapear a variabilidade espacial do K no estado de
Mato Grosso, com o intuito de definir áreas susceptíveis à erosão e, ordens e características
de solo que regem suas variações. Foram estimados valores de K para 427 perfis
de solo no Mato Grosso e, posteriormente, estes foram espacializados a partir de
geoestatística e krigagem. O Mato Grosso possui na maioria do seu território (98%),
solos de baixa e média erodibilidade. As áreas mais críticas, de erodibilidade alta,
ocupam 1,95% do Estado. Os valores de K nas classes baixa
e média foram predominantes nos perfis estudados, no entanto, com exceção dos Gleissolos,
em todas as ordens de solo ocorreram ao menos um perfil de alta erodibilidade. Plintossolos
e Nitossolos apresentaram as maiores proporções de perfis de alta erodibilidade,
com 20% e 33,3%, respectivamente, e os Latossolos a menor, com 2,4%.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: erosão, USLE, SIG, escoamento superficial, estabilidade de agregados,
conservação do solo.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Erodibility (K) is the soil susceptibility for erosive processes.
Knowing the K values of a region is extremely important for the planning of soil
conservation activities, especially in regions where agricultural activity is predominant,
as in Mato Grosso State. In this way, the objective of this work was estimate and
map the spatial variability of K in Mato Grosso State, in order to define susceptible
areas for erosion process and, orders and characteristics that determine these variations.
K values were estimated for 427 soil profiles in Mato Grosso State, later these
estimates were spatialized by geostatistics and kriging. The Mato Grosso State has
in most of its territory (98%) soils of low and medium erodibility. The most critical
areas, with high erodibility, occupied 1.95% of the total area. K values in the
low and middle classes were predominant in the studied profiles, however, with the
exception of the Gleysols, in all the orders of soil occurred at least one profile
of high erodibility. Plinthosols and Nitosols presented the highest proportions
of high erodibility profiles, with 20% and 33.3%, respectively, and Latosols the
lowest, with 2.4%.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: erosion, USLE, SIG, surface runoff,
stability of aggregates, soil conservation.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A erosão hídrica é o processo de desprendimento
e arrastamento acelerado de partículas de solo causado pela água. Nesse processo
interatuam forças ativas, como a chuva, declividade e comprimento do declive, e
passivas, como cobertura do solo e a resistência que o solo exerce contra a ação
erosiva da água (Bertoni e Lombardi Neto, 1985). A maior ou menor resistência do
solo à erosão depende de suas características intrínsecas e é definida, na Equação
Universal de Perda de Solo (USLE), como erodibilidade (K) (Wischmeier e Smith, 1978).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O método padrão para a obtenção do K é realizado
no campo, em parcelas experimentais submetidas a chuvas naturais ou simuladas. Nessas
condições, os valores de K podem ser obtidos pela razão entre a quantidade de solo
removido da parcela experimental e o respectivo valor de erosividade, ou a partir
do coeficiente angular de uma função linear contendo essas duas variáveis (Bertol
<i>et al.</i>, 2007; Martins <i>et al.</i>, 2011; Eduardo <i>et al.</i>, 2013; Schick
<i>et al.</i>, 2014). A erodibilidade é expressa em quantidade de solo desprendido
(Mg ha<sup>-1</sup>) por unidade de energia cinética acumulada da chuva (MJ mm ha<sup>-1</sup>
h<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Utilizando
o método padrão, Schick <i>et al.</i> (2014), em um Cambissolo, obtiveram valor
de K igual a 0,175 Mg ha h ha<sup>-1</sup> MJ<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>. Marques
<i>et al.</i> (1997b) obtiveram valores de K iguais a 0,002 e 0,033 Mg ha h ha<sup>-1</sup>
MJ<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>, respectivamente para um Latossolo e um Argissolo.
Bertol <i>et al.</i> (2007) em um Nitossolo, encontraram valor de K equivalente
a 0,012 Mg ha h ha<sup>-1</sup> MJ<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>. Mesmo que exequível,
o uso do método padrão para obtenção do fator K é laborioso, de alto custo e moroso,
por exigir vários e sucessivos anos de estudos de campo. Por esse motivo, a sua
determinação é muitas vezes impossibilitada ou evitada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Visando facilitar a obtenção do fator K, importante para o planejamento
de práticas de conservação do solo, diversos autores desenvolveram e vêm desenvolvendo
equações para sua obtenção a partir de atributos do solo. Wischmeier e Smith (1978)
foram pioneiros nessa atividade, desenvolvendo uma equação capaz de estimar o fator
K para solos do território dos Estados Unidos da América (EUA), a partir de informações
de conteúdo de matéria orgânica, areia fina, silte, argila, características de permeabilidade
e agregação do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No entanto,
a equação de Wischmeier e Smith (1978), desenvolvida para os EUA, se mostrou incompatível
em alguns solos brasileiros. Diante desta incompatibilidade, Denardin (1990) desenvolveu
uma equação adequada aos solos brasileiros. Porém, em alguns casos o desempenho
desses métodos ainda é variável e pouco acurado, o que fez e ainda faz com que novos
estudos sejam desenvolvidos, visando melhorar tais estimativas (Silva <i>et al.</i>,
1999; De Sá <i>et al.</i>, 2004).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A
facilidade proporcionada pelos métodos de estimativa do fator K, gerados pelas diferentes
equações desenvolvidas, fez com que aumentasse a quantidade de dados dessa natureza
no Brasil. Esse aumento na disponibilidade e facilitação na geração de valores de
K para diversas regiões, unidos aos princípios de geoestatística, possibilitam a
geração de mapas que representem a variabilidade espacial do K e identificação de
áreas susceptíveis, ao nível de bacias hidrográficas, municípios e até Estados (Arraes
<i>et al.</i>, 2010; Demarchi e Zimback, 2014). Objetivando conhecer o potencial
erosivo da bacia hidrográfica do Rio Sapucaia, Durães e Mello (2016) determinaram
a variabilidade espacial do fator K a partir de mapas pedológicos e valores obtidos
na literatura. Contudo, tal procedimento pode não ser eficiente para representar
a variabilidade espacial do K, considerando as possíveis variações de erodibilidade
em uma mesma ordem de solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Conhecer
a variabilidade espacial do K é importante para o planejamento e desenvolvimento
de atividades agropecuárias, principalmente em regiões com grandes extensões cultivadas.
Se tratando de grandes extensões cultivadas, o Mato Grosso, por exemplo, destaca-se
no cenário nacional de produção de grãos, com aproximadamente 16 milhões de hectares
cultivados, o que resulta em 17% de sua área total e 25% da área destinada à produção
de grãos do território brasileiro (CONAB, 2018). Diante do exposto, objetivou-se
com o presente trabalho estimar e mapear a variabilidade espacial do K no estado
de Mato Grosso, com o intuito de definir áreas susceptíveis à erosão e, ordens e
características de solo que regem suas variações.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o desenvolvimento
do estudo foi utilizado o banco de dados produzido no Zoneamento Socioeconômico
Ecológico de Mato Grosso (SEPLAN, 2008), que contém informações de 427 perfis de
solo (ordem dos solos, teores de areia grossa, areia fina, silte, argila, carbono
orgânico, características de drenagem, descrição dos horizontes e coordenadas geográficas),
situados em diferentes localidades do Estado (<a href = "#f1">Figura 1</a>). Esses 427 perfis contemplam,
de acordo com o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, as ordens dos Argissolos,
Cambissolos, Gleissolos, Latossolos, Neossolos, Nitossolos e Plintossolos ou, de
acordo com o “World Reference Base for Soil Resources” (WRB), os Acrisols, Cambisols,
Gleysols, Ferralsols, Arenosols, Nitisols e Plinthosols, respetivamente (Santos
<i>et al.</i>, 2013).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com as informações disponíveis para cada um dos
427 perfis, foram calculados valores de erodibilidade utilizando as equações 1 e
2, propostas, respectivamente, por Wischmeier e Smith (1978) e Denardin (1990).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07eq1.jpg">
                                                   (1)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">K = Erodibilidade, Mg ha h ha<sup>-1</sup> MJ<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>;
MO = Teor de matéria orgânica, dag kg<sup>-1</sup>; M = (% areia fina + % silte)
x [(100 - % argila)]; s = Classe de estrutura do solo, adimensional; e p = Permeabilidade
do perfil, adimensional.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">K = 7,48*10<sup>-6</sup> M + 4,48059 * 10 <sup>-3</sup> p - 6,31175<sup>-2</sup> DMP + 1,039567*10<sup>-2</sup> R
                                                   (1)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">K = Erodibilidade, Mg ha h ha<sup>-1</sup> MJ<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>;
M (%) = (% areia fina + % silte) x [(% areia fina + % silte) + % areia grossa];
p = Permeabilidade do perfil, adimensional; R = [% areia grossa x teor de matéria
orgânica / 100)]; e DPM = diâmetro médio ponderado das partículas de solo (mm),
calculado pela equação 3:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07eq3.jpg">
                                                   (3)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">AG = areia grossa; AF = areia fina; S = Silte;
e A = argila.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O teor de matéria orgânica foi obtido a partir
do produto entre carbono orgânico do solo e o coeficiente 1,72, seguindo a metodologia
descrita em Vasconcellos e Pereira (1998). Os fatores permeabilidade (p) e classe
de estrutura do solo (s) foram definidos conforme valores descritos nos <a href = "#q1">Quadros
1</a> e <a href = "#q2">2</a>, e a partir da interpretação de informações referentes à drenagem e estruturação
dos perfis, respectivamente.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Considerando que os dois métodos de estimativa
de K (Wischmeier e Smith, 1978; Denardin, 1990) podem ser pouco precisos em condições
diferentes das quais foram desenvolvidos (Silva <i>et al.</i>, 1994; Marques <i>et
al.</i>, 1997a; Silva <i>et al.</i>, 2000; Martins <i>et al.</i>, 2011), ambos foram
aplicados para todos os perfis do presente estudo. Posteriormente, em cada um dos
perfis definiu-se qual o valor mais coerente e que deveria ser utilizado no processo
de espacialização da erodibilidade. Para isso, os valores de erodibilidade estimados
por cada um dos métodos foram comparados a faixas de valores geradas a partir de
um levantamento bibliográfico. Esse levantamento bibliográfico reuniu apenas valores
de erodibilidade obtidos pelo método padrão, em parcelas montadas em campo e submetidas
a chuva natural ou simulada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os perfis
classificados nas ordens dos Neossolos, Cambissolos, Gleissolos, Plintossolos e
Nitossolos foram diferenciadas apenas até o primeiro nível categórico (Santos <i>et
al.</i>, 2013), em função do menor volume de informações disponíveis na literatura.
Os perfis contidos nas ordens dos Latossolos e dos Argissolos, que apresentam maior
volume de informações na literatura, foram diferenciados até o segundo nível categórico,
apresentando as subordens Vermelho e Vermelho-Amarelo. Tal diferenciação entre ordens
de solos gerou um total de nove grupos (Argissolos Vermelhos, Argissolos Vermelho-Amarelos,
Cambissolos, Gleissolos, Latossolos Vermelhos, Latossolos Vermelho-Amarelos, Neossolos,
Nitossolos e Plintossolos), para os quais foram definidas faixas de variação de
valores de K.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados de erodibilidade
obtidos na literatura, para cada um dos grupos de solos, foram submetidos a estatística
descritiva, com exceção dos grupos dos Gleissolos, Neossolos, Nitossolos e Plintossolos,
nos quais essa etapa foi inviabilizada devido ao número reduzido de dados. A partir
desse procedimento foram definidos os valores máximos, mínimos, médios e coeficientes
de variação. Os grupos que não foram submetidos a estatística descritiva, apenas
apresentaram valores máximos, mínimos e suas respectivas médias aritméticas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A definição do método mais adequado para a estimativa
do K, em cada um dos perfis de solo, foi realizada com base nas amplitudes de valores
obtidas na literatura para cada um dos nove grupos. Deste modo foram estipulados
os seguintes critérios: (1) quando os valores de K estimados por ambos os métodos
(Wischmeier e Smith, 1978;e Denardin, 1990) se encontravam dentro da faixa de amplitude
de K obtida para aquele grupo de solo, optou-se pelo valor de K estimado pelo método
proposto por Denardin; (2) quando os valores de K estimados por ambos os métodos
se encontravam fora da faixa de amplitude obtida para o grupo, optou-se pelo valor
de K estimado pelo método proposto por Denardin; (3) nos casos em que apenas uma
das estimativas de K se encontrava dentro da faixa de amplitude obtida para o grupo,
optou-se por esse valor. A preferência pelo método de Denardin, observada nos critérios
1 e 2, leva em consideração a maior confiabilidade deste método, justamente por
ter sido desenvolvido com base nas condições edáficas brasileiras (Silva <i>et al.</i>,
1994).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após definir o valor de erodibilidade,
para cada um dos pontos amostrados, foram realizadas as análises geoestatísticas,
com o objetivo de caracterizar a variabilidade espacial dos valores de K no estado
de Mato Grosso. A escolha do melhor modelo de semivariograma foi baseada nos seguintes
parâmetros: Alcance; Efeito pepita (C<sub>0</sub>); variância estrutural ou patamar
(C<sub>0</sub> + C<sub>1</sub>); coeficiente de determinação do semivariograma (R<sup>2</sup>sv);
coeficiente de determinação da validação cruzada (R<sup>2</sup>vc); e grau de dependência
espacial (GDE). Para obtenção do GDE utilizou-se a equação 4 e sua classificação
foi realizada de acordo com Cambardella <i>et al.</i> (1994): &#8804; 25%, forte
dependência espacial; 25% &#8804; GDE &#8804; 75%, moderada dependência espacial;
e &#8805; 75%, fraca dependência espacial.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07eq4.jpg">
                                                   (4)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Após o ajuste do modelo
de semivariância, utilizou-se a técnica de krigagem ordinária para gerar o mapa
de erodibilidade para o estado de Mato Grosso. Os valores de erodibilidade contidos
no mapa foram divididos em cinco classes, conforme apresentado na <a href = "#q3">Quadro 3</a>. Com
o intuito de discutir de maneira mais clara as peculiaridades, situações críticas
e eventos isolados regionalmente, o estado de Mato Grosso foi subdividido em 7 macrorregiões
(noroeste, norte, nordeste, médio norte, oeste, centro sul e sudeste) conforme proposto
em IMEA (2010).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Dos
427 perfis estudados, a maioria corresponde as ordens dos Latossolos (245), Neossolos
(67) e Argissolos (64), como se ilustrada no <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>. Esse predomínio ocorre devido
à grande proporção do território do Estado (79%) ocupada por essas ordens de solo
(Coutinho, 2005; SEPLAN, 2008) e destaca a representatividade do banco de dados
utilizado.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a> constam, para
cada um dos grupos de solos estudados, os valores máximos e mínimos de K obtidos
no levantamento bibliográfico, seus coeficientes de variação, número de referências
consultadas e respectivas fontes. Também estão apresentados no <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a> a porcentagem
de vezes que cada método foi mais preciso, de acordo com os critérios supracitados.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">86% dos perfis apresentaram valores mais coerentes ao serem estimados
pelo método de Denardin (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Silva <i>et al.</i> (1994) e Lima <i>et al.</i>
(2007), no Brasil, também concluíram que o método de Denardin é mais preciso na
estimativa de K, principalmente em Latossolos. Contudo, observa-se no <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a> que
o método de Wischmeier e Smith apresentou desempenho razoável para os Latossolos
Vermelhos e Latossolos Vermelho-Amarelos, representando os valores de K de 50 perfis,
21% do total desta ordem. Tais resultados, a princípio, discordam daqueles apresentados
por Silva <i>et al.</i> (1994). No entanto, a explicação para essa aparente incoerência
se dá em função dos teores médios de argila observados nesses perfis de Latossolos
(27% de argila). Segundo Lima <i>et al.</i> (2007), o método de Wischmeier e Smith
apresenta limitações quando aplicado em Latossolos com alto teor de argila, porém,
quando a proporção dessa fração no perfil é menor, suas estimativas são adequadas.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "#f2">Figura 2</a> está ilustrado o semivariograma utilizado
para estimar o K no estado de Mato Grosso, juntamente com seus parâmetros de avaliação.
Segundo Cambardella <i>et al.</i> (1994), os pontos distribuídos no Estado apresentam
entre si uma dependência espacial classificada como moderada (25% &#8804; GDE &#8804;
75%), sendo 37,5% da variância estrutural atribuída ao acaso. Arraes <i>et al.</i>
(2010) e Weill e Sparovek (2008) utilizaram semivariogramas com grau moderado de
dependência espacial para espacialização do K em microbacias de São Paulo, indicando
que mesmo em áreas menores que o estado de Mato Grosso, com menor tendência a variabilidade
espacial, semivariogramas com moderada dependência espacial são aplicáveis.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O modelo de semivariograma que melhor representou a variação dos
valores de K no Estado foi o exponencial. O alcance do semivariograma foi de 161
km, ou seja, dentro de um círculo com este raio, os pontos apresentam-se correlacionados
espacialmente. Com este alcance, conclui-se que a densidade de perfis utilizada
para o mapeamento do K é satisfatória, uma vez que as distâncias entre pontos são
sempre inferiores a 161 km. Conclusão similar foi obtida por Branco <i>et al.</i>
(2013) no estado do Piauí. Esses autores mencionaram ainda que a densidade de perfis
para estimativa do K poderia ser reduzida, sem comprometer a confiabilidade das
informações geradas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Teoricamente,
se tratando da variabilidade espacial de solos, esperava-se um alcance menor, uma
vez que a variação de tipos de solo comumente se dá em distâncias menores que 161
km. Porém, dois fatores podem explicar o (grande) alcance observado no presente
estudo: (1) A homogeneidade na distribuição das ordens de solos no estado de Mato
Grosso, evidenciada pelo predomínio de Latossolos (41%), Argissolos (25%) e Neossolos
Quartzarênicos (13%) (Coutinho, 2005; SEPLAN, 2008); e (2) a quantidade e densidade
de amostras utilizadas para caracterização da variabilidade espacial no presente
estudo que, apesar de grande e representativa para o cumprimento dos objetivos aqui
propostos, não é capaz de representar as variações das características de solos
em pequenas escalas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No gráfico
de validação cruzada (<a href = "#f3">Figura 3</a>), observa-se o valor de R<sup>2</sup>vc igual a 0,3.
Ainda que apresente valor reduzido de R<sup>2</sup>cv, analisando o padrão mantido
entre os valores subestimados e superestimados, representados pela linha de tendência,
a capacidade de generalização do modelo pode ser considerada aceitável.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f3.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Das cinco classes de K propostas por Freire e Pessotti (1974),
foram identificadas no Estado as classes muito baixa, baixa, média e alta (<a href = "#f4">Figura
4</a>). Dos 93,1 milhões de hectares ocupados pelo estado de Mato Grosso, 202.997 (0,22%)
correspondem à classe muito baixa de erodibilidade, 51.470.990 (55,28%) à classe
baixa, 39.612.510 (42,55%) à classe média e 1.813.503 (1,95%) à classe alta. De
acordo com a <a href = "#f4">Figura 4</a>, as áreas mais críticas (alta erodibilidade) se concentraram
predominantemente nas macrorregiões nordeste, noroeste e oeste (municípios de Juína,
Sapezal, Brasnorte, Cocalinho e Nova Nazaré).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f5.jpg" target = "_blank">Figura
5</a> estão ilustradas as proporções de perfis contidas em cada uma das diferentes classes
de K, para cada grupo de solo estudado. Assim como observado no mapa de K (<a href = "#f4">Figura
4</a>), as classes baixa e média foram predominantes e representam as maiores proporções
dos valores de K dos perfis de Argissolos, Plintossolos, Latossolos, Neossolos e
Cambissolos (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f5.jpg" target = "_blank">Figuras 5a, 5b, 5c, 5d e 5e</a>, respectivamente). Valores de K na classe
muito baixa foram observados apenas para Argissolos e Neossolos, representando,
respectivamente, 4,7% e 1,6% destes (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f5.jpg" target = "_blank">Figuras 5a e 5d</a>). Com exceção dos Gleissolos,
com valores de K na classe baixa em todos os perfis (5g), em todas as demais ordens
de solo ocorreram ao menos um valor classificado como alto. Destaque para os Plintossolos
e Nitossolos, com 20% e 33,3% dos perfis na classe alta, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f5.jpg" target = "_blank">Figuras
5b e 5f</a>). A menor quantidade de perfis na classe alta foi observada para os Latossolos
(2,4%) (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f5.jpg" target = "_blank">Figura 5c</a>), provavelmente devido suas características de drenagem e profundidade
(Valladares <i>et al.</i>, 2012).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para melhor compreensão das
variações nos valores de K, esses foram relacionados com características contidas
no banco de dados, referentes aos perfis de cada ordem de solo. As características
escolhidas para explicar tais variações foram aquelas que proporcionaram as maiores
amplitudes de K, quando seus valores máximos e mínimos foram aplicados nas fórmulas
de estimativa desse fator.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A variação
dos valores de erodibilidade na ordem dos Argissolos foi mais influenciada pelas
porcentagens de areia fina e argila, apresentando relação positiva e negativa, respectivamente
(<a href = "#f6">Figura 6</a>). Devido à pouca reatividade e massa reduzida, partículas de areia fina
dificilmente formam agregados e exercem pouca resistência ao processo de arraste
pelo escoamento superficial, fazendo com que os valores de K tenham relação positiva
com a proporção desta fração no solo (Silva <i>et al.</i>, 1999; Corrêa <i>et al</i>.,
2015; Parwada e Van Tol, 2016). Em relação à argila, devido a sua influência na
formação de agregados estáveis, a susceptibilidade do solo à erosão tende a diminuir
conforme sua quantidade aumenta (Singh e Khera, 2009; Corrêa <i>et al</i>., 2015;
Parwada e Van Tol, 2016).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f6"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f6.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Outro fator
de influência na variação de valores de K em Argissolos é a presença do horizonte
B textural, responsável pela restrição subsuperficial à percolação de água. Solos
com tal característica apresentam o horizonte A mais vulnerável aos processos erosivos,
devido à maior probabilidade de saturação e acúmulo de água na superfície, condições
estas que facilitam a ocorrência de escoamento superficial (Arraes <i>et al.</i>,
2010; Santos <i>et al.</i>, 2013; Corrêa <i>et al.</i>, 2015). Argissolos que apresentam
horizonte A com elevadas quantidades de areia fina e agregados de pouca estabilidade
são mais susceptíveis à erosão.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Nos Plintossolos, assim como
nos Argissolos, as variações nos valores de K foram mais influenciadas pela argila
e areia fina (<a href = "#f7">Figura 7</a>). Outra semelhança é que os Plintossolos apresentam horizonte
subsuperficial que dificulta a percolação de água (horizonte plíntico ou petroplíntico),
tornando mais susceptíveis a erosão os solos que apresentem horizonte A mais frágil
(Arraes <i>et al.</i>, 2010; Santos <i>et al.</i>, 2013; Corrêa <i>et al.</i>, 2015).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f7"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f7.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A variação nos valores de K dos Latossolos
foi mais influenciada pela porcentagem de argila e areia grossa dos perfis, apresentando
relação negativa com ambas (<a href = "#f8">Figura 8</a>). Quanto à argila, essas variações se dão devido
sua ação agregante e aos óxidos. Os óxidos de ferro e alumínio, que compõem parte
da fração argila dos Latossolos, influenciam na formação de agregação granular,
características pelo seu “desarranjo” (ausência de ajuste face a face entre partículas).
Tal peculiaridade faz com que os valores de permeabilidade de Latossolos aumentem,
proporcionalmente ao aumento do conteúdo de argila (Silva <i>et al.</i>, 1994,
2005, 2009; Amorim <i>et al.</i>, 2010). Quanto à areia grossa, mesmo que pouco
reativa para formação de agregados, com aumento de sua proporção no solo os valores
de K tendem a diminuir, devido à sua massa elevada, que lhe confere resistência
ao processo de arraste pela água (Silva <i>et al.</i>, 1999; Corrêa <i>et al.</i>,
2015).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f8"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f8.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "#f9">Figura 9</a>, observa-se que as características
de maior influência nos Neossolos foram as frações areia fina e areia grossa. Assim
como discutido para as variações de areia fina nos Argissolos e Plintossolos, e
areia grossa nos Latossolos, observou-se que à medida que as suas proporções diminuíram
e aumentaram, respectivamente, os valores de K tenderam à redução. Isso ocorre devido
à influência da massa destas partículas, que oferecem, respectivamente, menor e
maior resistência ao arraste pelo escoamento superficial.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f9"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f9.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As características de maior influência nos Cambissolos foram a argila e o silte.
Assim como nos Argissolos, Plintossolos e Latossolos, os valores de K dos Cambissolos
reduziram-se conforme o conteúdo de argila no horizonte superficial aumentou (<a href = "#f10">Figura
10</a>). Quanto ao silte, a relação com os valores de K é positiva.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f10"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f10.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A fração silte, assim como a areia fina, possui massa reduzida
e pouca propensão a formar agregados, sendo facilmente desprendida e arrastada pela
água. Desta maneira, estas partículas quando desprendidas e arrastadas podem, tanto
serem retiradas do sistema, quanto serem responsáveis pelo entupimento de poros
de drenagem, ao percolarem. Sendo assim, ocorrerá a diminuição da capacidade de
infiltração no solo e, consequentemente, será gerado um maior volume de fluxo superficial
em função do chamado “selamento superficial” (Brandão <i>et al.</i>, 2006; Corrêa
<i>et al.</i>, 2015; Durães e Mello, 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Assim como
nos Cambissolos, os valores de K nos Nitossolos foram mais influenciados pela quantidade
de argila e silte dos perfis (<a href = "#f11">Figura 11</a>). Acompanhando as variações apresentadas
nos valores de K dos perfis de Nitossolo deste trabalho, na <a href = "#f11">Figura 11</a> apresenta-se
em destaque os valores de K, argila e silte obtidos em um Nitossolo estudado por
Bertol <i>et al.</i> (2007). Tal comparação confirma a diminuição da susceptibilidade
a erosão em função do aumento na proporção de argila e diminuição na proporção de
silte, em perfis desta ordem de solos.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f11"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a07f11.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dos perfis de
Gleissolos estudados, todos apresentaram valores na classe baixa de erodibilidade.
De acordo com as suas características, os Gleissolos encontram-se permanentemente
ou periodicamente saturados por água (Santos <i>et al.</i>, 2013), fazendo com que
na maioria das vezes apresentem baixa capacidade de drenagem e, consequentemente,
altos valores de K. Contudo, os perfis de Gleissolos deste trabalho apresentaram
características de boa drenagem, fazendo com que em eventos chuvosos o escoamento
superficial seja reduzido e, consequentemente, os valores de K também.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estado de
Mato Grosso possui na maioria do seu território (98%) solos de baixa e média erodibilidade.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As áreas mais críticas (alta erodibilidade), correspondentes
a apenas 1,95% do Estado, se localizam predominantemente nas macrorregiões nordeste,
noroeste e oeste.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para todas as ordens
de solo com perfis avaliados, à exceção dos Gleissolos, ocorreram pontos de alta
erodibilidade. No entanto, os valores de erodibilidade baixos e médios foram predominantes.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Plintossolos e Nitossolos foram as ordens de solos
que apresentaram maiores proporções de perfis de alta erodibilidade (20% e 33,3%,
respectivamente), enquanto os Latossolos apresentaram a menor proporção (2,4%).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diversos estudos, principalmente aqueles que visam
aplicar modelos matemáticos de predição de perda de solo (USLE e RUSLE), definem
a variabilidade espacial da erodibilidade (de uma região, microbacia ou Estado)
a partir do mapa de solos da região, obtendo da literatura os valores referentes
a cada ordem de solo contida no mapa. Contudo, a partir do presente estudo conclui-se
que, dentro de uma mesma ordem de solo, os valores de erodibilidade podem ser diversos,
dependendo de características como textura e drenagem.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amorim, R.S.S.;
Silva, D.D.; Pruski, F.F. &amp; Matos, A.T. (2010) - Avaliação do desempenho dos
modelos de predição da erosão hídrica USLE, RUSLE e WEPP para diferentes condições
edafoclimáticas do Brasil. <i>Engenharia Agrícola</i>, vol. 30, n. 6, p. 1046-1049.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162010000600006" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162010000600006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710093&pid=S0871-018X201900010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Andrade, A.P.; Silva, I.F.; Diniz, E.J.; Santiago, R.D. &amp; Oliveira,
P.K.B. (1999) - Perda de solo e água por erosão num Latossolo Vermelho-Amarelo submetido
a diferentes práticas agrícolas. <i>Agropecuária Técnica</i>, vol. 20, n. 1, p.
14-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710094&pid=S0871-018X201900010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Arraes, C.L.; Paes Bueno,
C.R. &amp; Tarle Pissarra, T.C. (2010) - Estimativa da erodibilidade do solo para
fins conservacionistas na microbacia Córrego do Tijuco, SP. <i>Bioscience Journal</i>,
vol. 26, n. 6, p. 849-857.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710096&pid=S0871-018X201900010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertol,
I.; Schick, J.; Batistela, O.; Leite, D. &amp; Amaral, A.J. (2002) - Erodibilidade
de um Cambissolo Húmico alumínico léptico, determinada sob chuva natural entre 1989
e 1998 em Lages (SC). <i>Revista Brasileira de Ciência do Solo</i>, vol. 26, n.
2, p. 465-471. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832002000200020" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832002000200020</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710098&pid=S0871-018X201900010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertol, I.; Leite, D.; Engel, F.L.; Cogo, N.P. &amp; González,
A.P. (2007) - Erodibilidade de um nitossolo háplico alumínico determinada em condições
de campo. <i>Revista Brasileira de Ciência do Solo</i>, vol. 31, n. 3, p. 541-549.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832007000300014" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832007000300014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710099&pid=S0871-018X201900010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertoni, J. &amp; Lombardi Neto, F. (1985) - <i>Conservação do
solo</i>. Piracicaba: Livroceres, 392 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710100&pid=S0871-018X201900010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Branco, S.B.; Salviano, A.A.; Matias, S.S.; Marques JR, J. &amp; Santos, H.L.
(2013) - Influência do relevo e erodibilidade nos atributos químicos em área degradada
de Gilbués, PI. <i>Revista Brasileira de Ciências Agrárias</i>, vol 8, n. 2, p.
324-330. <a href = "http://dx.doi.org/10.5039/agraria.v8i2a2418" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5039/agraria.v8i2a2418</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710102&pid=S0871-018X201900010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Brandão, V.S.; Cecílio, R.A.; Pruski, F.F. &amp; Silva, D.D.
(2006) - <i>Infiltração de água no solo</i>. 3º ed. Atualizada e ampliada – Viçosa:
Ed. UFV.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710103&pid=S0871-018X201900010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cambardella, C.A.; Moorman,
T.B.; Parkin, T.B.; Karlen, D.L.; Novak, J.M.; Turco, R.F. &amp; Konopka, A.E. (1994)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hernani, L.C.; Salton, J.C.; Fabricio, A.C.; Dedecek,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06831997000400018" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06831997000400018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710126&pid=S0871-018X201900010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IMEA (2010) - <i>Mapa de macrorregiões do IMEA</i>.
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&lt;<a href = "http://www.imea.com.br/upload/publicacoes/arquivos/justificativamapa.pdf" target = "_blank">http://www.imea.com.br/upload/publicacoes/arquivos/justificativamapa.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710127&pid=S0871-018X201900010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, J.E.F.W.; Silva, E.D.; Eid, N.J.; Martins,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06831997000300011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06831997000300011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710132&pid=S0871-018X201900010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Martins, S.G.; Avanzi, J.C.; Silva, M.L.N.; Curi,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Parwada, C. &amp; Van Tol, J. (2016) - Soil properties influencing
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<a href = "https://doi.org/10.1080/09064710.2016.1220614" target = "_blank">https://doi.org/10.1080/09064710.2016.1220614</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710135&pid=S0871-018X201900010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Santos, H.G.; Jacomine, P.K.T.; Anjos, L.H.C.;
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">SEPLAN (2008) - <i>Zoneamento Sócio-Econômico-Ecológico do Estado
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Schick,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832014000600025" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832014000600025</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710140&pid=S0871-018X201900010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, A. M.; &amp; Alvares, C. A. (2005). Levantamento
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, M.L.N.; Oliveira, M.S.; Ferreira, M.M.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva,
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