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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18130</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Erodibilidade entressulcos e sua relação com atributos de solos do Cerrado]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interrill erodibility and its relationship with attributes of Cerrado soils]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to determine in field the interrill erodibility (Ki) in soils of the Cerrado Mato-Grossense and find physical characteristics that better correlate and are predictors of Ki. The work was developed in six areas contemplating soil textures sandy, medium and clayey and the following uses: pasture (Pp1 and Pp2), agricultural (Ap1, Ap2 and Ap3) and Cerrado (C1). The study consisted in the physical characterization of the soils; determination of the interrill erodibility (Ki) using field rain simulator and evaluation of the correlation between Ki and soil characteristics. Statistical treatment of the data consisted in the application of the Kruskal-Wallis test and Pearson's correlation between variables. The mean values Ki ranged from 8,56x10(4) to 1,32x10(6) Kg.s.m-4. The Ki was higher in Ap2 than in C1. Larger correlations between Ki and soil physical characteristics were obtained by grouping soils by textural classes. The attributes coarse sand, very fine sand, medium sand, weighted average diameter and stability index of the aggregates present a higher prediction potential of Ki.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Erosão hídrica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[chuva simulada]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Cerrado Mato-Grossense]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Water serosion]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[simulated rain]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Cerrado Mato-Grossense]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Erodibilidade entressulcos e sua relação com atributos de solos do Cerrado</b></a></font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Interrill erodibility and its relationship
with attributes of Cerrado soils </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Edwaldo Dias Bocuti</b><sup>1,*</sup>, <b>Ricardo Santos Silva Amorim</b><sup>2</sup>,
<b>Tulio Gonçalves dos Santos</b><sup>1</sup>, <b>Luis Augusto Di Loreto Di Raimo</b><sup>1</sup>
e <b>Henrique Gomes Pereira</b><sup>3</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><sup>1</sup>Programa de Pós-Graduação em Agricultura Tropical, Universidade
Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><sup>2</sup>Departamento de Solos e Engenharia Rural, Faculdade de Agronomia
e Zootecnia, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><sup>3</sup>Faculdade de Agronomia e Zootecnia,
Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasi.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:ed.bocuti@hotmail.com">ed.bocuti@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Objetivou-se com
o trabalho determinar a erodibilidade entressulcos (K<sub>i</sub>) do solo de seis
áreas localizadas no Cerrado mato-grossense e estabelecer atributos do solo com
potencial para serem variáveis preditoras da K<sub>i</sub>. O trabalho foi desenvolvido
em áreas que contemplam solos de texturas arenosa, média e argilosa e os usos: pasto
(ponto 1 e 2 - Pp1 e Pp2), agrícola (ponto 1, 2 e 3 - Ap1, Ap2 e Ap3) e Cerrado
1 (C1). O estudo foi subdividido em caracterização dos atributos físicos dos solos,
determinação da K<sub>i</sub> utilizando simulador de chuva a campo e na avaliação
da correlação entre K<sub>i</sub> e as características dos solos. O tratamento estatístico
dos dados consistiu na aplicação de teste de Kruskal-Wallis e correlação de Pearson
entre variáveis. Os valores médios obtidos de K<sub>i</sub> variaram de 8,56 x 10<sup>4</sup>
a 1,32 x 10<sup>6</sup> Kg.s.m<sup>-4</sup>. A K<sub>i</sub> foi maior na área Ap2
em relação a C1. Maiores correlações entre K<sub>i</sub> e os atributos foram obtidas
agrupando inicialmente os solos por classe textural. A areia (grossa, média e fina),
diâmetro médio ponderado e índice de estabilidade dos agregados apresentam maior
potencial de predição da K<sub>i</sub>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>:
Erosão hídrica, chuva simulada, Cerrado Mato-Grossense.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to determine in field the interrill erodibility (K<sub>i</sub>)
in soils of the Cerrado Mato-Grossense and find physical characteristics that better
correlate and are predictors of K<sub>i</sub>. The work was developed in six areas
contemplating soil textures sandy, medium and clayey and the following uses: pasture
(Pp1 and Pp2), agricultural (Ap1, Ap2 and Ap3) and Cerrado (C1). The study consisted
in the physical characterization of the soils; determination of the interrill erodibility
(K<sub>i</sub>) using field rain simulator and evaluation of the correlation between
K<sub>i</sub> and soil characteristics. Statistical treatment of the data consisted
in the application of the Kruskal-Wallis test and Pearson's correlation between
variables. The mean values K<sub>i</sub> ranged from 8,56x10<sup>4</sup> to 1,32x10<sup>6</sup>
Kg.s.m<sup>-4</sup>. The K<sub>i</sub> was higher in Ap2 than in C1. Larger correlations
between K<sub>i</sub> and soil physical characteristics were obtained by grouping
soils by textural classes. The attributes coarse sand, very fine sand, medium sand,
weighted average diameter and stability index of the aggregates present a higher
prediction potential of K<sub>i</sub>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> Water serosion, simulated rain, Cerrado Mato-Grossense.</font></p>

<hr noshade size = 1>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A erosão hídrica causa elevadas perdas de solos
em áreas de produção agrícola, pois a ação conjunta dos impactos das gotas de chuva
seguidas de escoamento superficial, arrastam as partículas de solo em suspensão
e transportam nutrientes, matéria orgânica e defensivos agrícolas. Sendo assim,
a erosão hídrica contribui diretamente para a redução da capacidade produtiva dos
solos (Nunes e Cassol, 2008), principalmente quando é adotado um manejo inadequado
em áreas susceptíveis a erosão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
susceptibilidade de um solo à erosão hídrica é representada pela erodibilidade,
característica intrínseca do solo que varia de acordo com as suas propriedades físicas,
químicas, mineralógicas e biológicas (Wischmeier e Mannering, 1969; Gonçalves, 2008).
A erodibilidade é dividida em entressulcos e no sulco, sendo a erodibilidade entressulcos
(K<sub>i</sub>) entendida como a susceptibilidade do solo à desagregação das partículas
causada pelos impactos das gotas de chuva e pelo escoamento laminar (Foster <i>et
al</i>., 1985).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A erodibilidade entressulcos
tende a diminuir em solos tropicais que apresentam aumento dos teores de argila
total, carbono orgânico e óxidos de ferro (Franco, 2012; Reichert e Norton, 2013).
Isso porquê o carbono orgânico e os óxidos de ferro são atributos do solo que atuam
como agentes cimentantes no processo de formação de agregados, conferindo ao solo
maior resistência aos impactos das gotas de chuva, tornando-o mais estável e dificultando
o seu carreamento pelo escoamento superficial.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Gonçalves (2008) obteve em campo, por meio de chuva simulada, valor médio
para a erodibilidade em entressulcos igual a 3,062 x 10<sup>6</sup> kg s m<sup>-4</sup>
para um Argissolo Vermelho – Amarelo de textura argilosa, enquanto, Bezerra e Cantalice
(2006), para um Argissolo Vermelho-Amarelo de textura média argilosa, verificaram
valor médio de erodibilidade de 1,870 x 10<sup>6</sup> kg s m<sup>-4</sup>. Esses
valores mostram que solos de taxonomia semelhante apresentam valores médios de erodibilidade
entressulcos distintos, evidenciando que a magnitude da erodibilidade entressulcos
de um solo é dependente de sua textura.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A quantificação da K<sub>i</sub> em campo possibilita a determinação de valores
confiáveis mas, por outro lado, é bastante demorada e muito dispendiosa (Dantas
<i>et al</i>., 2014), motivo pelo qual têm sido propostos modelos matemáticos que
permitam a obtenção do K<sub>i</sub> de forma indireta. Contudo, para a elaboração
de modelos matemáticos precisos e acurados é necessário o desenvolvimento de trabalhos
que objetivam definir os atributos do solo com maior potencial de predição do K<sub>i</sub>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nesse contexto, poucos estudos têm sido desenvolvidos
em solos do Cerrado Mato-Grossense com o objetivo de determinar atributos preditores
da erodibilidade entressulcos. Desta forma, objetivou-se com o presente trabalho
determinar a erodibilidade em entressulcos do solo de quatro microbacias localizadas
no Cerrado Mato-Grossense e estabelecer alguns atributos físicos do solo com potencial
para serem variáveis preditoras da K<sub>i</sub>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
trabalho foi desenvolvido no estado de Mato Grosso em solos de quatro microbacias
localizadas nos municípios de Campo Verde e Santo Antônio de Leverger. Os ensaios
para determinação da erodibilidade entressulcos foram realizados em seis pontos
delimitados em quatro microbacias (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), contemplando solos de texturas arenosa,
média e argilosa e os seguintes usos: pasto (Ponto 1 e 2 – Pp1 e Pp2), agrícola
(Pontos 1,2 e 3 - Ap1, Ap2 e Ap3) e Cerrado 1 (C1).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo foi desenvolvido em três etapas distintas: caracterização dos atributos
físicos dos solos das áreas que foram realizados os ensaios de campo; realização
dos ensaios para determinação da erodibilidade entressulcos (K<sub>i</sub>); e avaliação
da correlação entre K<sub>i</sub> e as características dos solos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a etapa de caracterização foram colhidas,
em cada ponto, amostras deformadas, preservadas e semi-preservadas de solo, em quatro
mini trincheiras na profundidade de 0 a 20 cm, para a determinação em quadruplicata
da granulometria, fracionamento da areia, teor de carbono total, grau de floculação,
e a determinação em quatro repetições de porosidade total, macroporosidade, microporosidade,
densidade do solo, diâmetro médio ponderado, diâmetro médio geométrico e índice
de estabilidade de agregados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A análise
granulométrica e o grau de floculação foram realizados por meio do método da pipeta
(EMBRAPA, 2011), o fracionamento da areia foi efetuado por tamisação a seco, seguindo
a escala do Soil Survey Staff (1993). O teor de carbono total foi obtido utilizando
o analisador de Carbono Orgânico Total -COT, modelo N/C 3100 acoplado ao equipamento
HT 1300 Solids Module.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A porosidade
total, macroporosidade, microporosidade e da densidade do solo foram determinadas
com base no manual de métodos de análise de solos (EMBRAPA, 2011).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A avaliação de estabilidade de agregados foi realizada
utilizando as amostras semi-preservadas passadas em peneira com abertura de malha
de 4 mm e retidas na de 2 mm, para obtenção dos agregados, e posteriormente por
tamisamento via úmido pelo método de Yoder (1936).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O diâmetro médio ponderado (DMP) foi obtido por meio da Eq. 1,
proposta por Van Bavel (1949), enquanto o índice de estabilidade dos agregados (IEA)
foi determinado utilizando a Eq. 2, proposta por Castro Filho <i>et al</i>. (1998),
e o diâmetro médio geométrico (DMP) usando a Eq. 3, propostas por Schaller e Stockinger
(1953).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08eq1.jpg">                                                 
(1)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que, DMP é o diâmetro médio
ponderado, C<sub>mm</sub> representa o centro das classes (mm); P é a proporção
do peso de cada fração de agregados em relação ao total da amostra.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08eq2.jpg">                                         
(2)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que, IEA é o índice de estabilidade
de agregados; MS representa a massa da amostra seca (g); Wp<sub>0,25</sub> é a massa
de agregados da classe &lt; 0,25 mm.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08eq3.jpg">                                                
       (3)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08eq4.jpg">                                       
            (4)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que DMG é o diâmetro
médio geométrico e n representa a percentagem de agregados nas diversas classes
das peneiras.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a determinação
da K<sub>i</sub> utilizou-se a metodologia proposta pelo Serviço de Pesquisas Agrícolas
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - ARS/USDA (Elliot <i>et al</i>.,
1989). Em cada um dos pontos de estudo foi utilizado um espaço com dimensões 10x10
m, onde foram demarcadas com chapas galvanizadas três parcelas experimentais, de
dimensões 0,70x1,00 m, com a maior dimensão no sentido do declive da área de estudo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cada parcela experimental foi preparada
para formar um sulco central com dois pequenos taludes de cada lado, ambos com inclinação
lateral de 30%, onde foi aplicado um único evento de chuva simulada, por parcela,
com intensidade de aproximadamente 64 mm h<sup>-1</sup>. O tempo de duração de cada
evento foi até ao momento em que o escoamento superficial se tornasse constante,
o que variou de 120 a 190 min.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
quantidade de sedimento transportado pelo escoamento superficial foi determinada
pelo método direto, coletando o volume de escoamento e sedimentos carreados, por
um período de 30 segundos, a cada intervalo de cinco minutos.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O volume de escoamento nas parcelas das áreas, Pasto ponto
1 e Pasto ponto 2, foi insuficiente para transportar os sedimentos que chegavam
até o canal coletor. Nessas parcelas ao fim de cada cinco minutos foi feita a lavagem
do canal para coleta de sedimentos acumulados, usando aproximadamente 200 mL de
água, obtendo assim o total de sedimentos acumulados a cada cinco minutos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O material coletado foi levado ao laboratório
e passado por filtro de papel poroso. Após a filtragem completa de todo líquido
coletado, o filtro com solo foi levado à estufa a 60°C, por 48 horas, para posterior
determinação da massa seca a 60°C.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A massa total de solo liberado foi obtida pela soma dos sedimentos retido no filtro
e dos sedimentos em suspensão do filtrado. A taxa de perda de solo nas áreas foi
utilizada para calcular a erodibilidade entressulcos a partir da Eq. 5, proposta
por Foster (1982).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08eq5.jpg">                                                            
(5)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que, K<sub>i</sub> é a erodibilidade
entressulcos (kg s<sup>-1</sup> m<sup>-4</sup>), D<sub>i</sub> é a taxa de perda
de solo nas áreas entressulcos (kg s<sup>-1</sup> m<sup>-2</sup>), I<sub>p</sub>
é intensidade de precipitação (m s<sup>-1</sup>), S<sub>f</sub> é o fator de ajuste
relativo à declividade (Eq. 6) e C<sub>i</sub> é o parâmetro que considera a cobertura
do solo. Neste trabalho o C<sub>i</sub> assumiu o valor 1, dado que se manteve o
solo totalmente descoberto.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08eq6.jpg">                                                (6)</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que, &#952; é o declive em graus. Para as condições
do presente estudo, em que a declive lateral do talude foi igual a 30%, o valor
de S<sub>f</sub> utilizado foi de 0,78.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento estatístico das informações consistiu na aplicação do teste de
Kruskal-Wallis com a finalidade de comparar as áreas a partir dos atributos físicos
do solo, visto que o estudo não apresentou delineamento experimental pré-definido.
Posteriormente, foi avaliada a correlação entre erodibilidade entressulcos e os
demais atributos físicos dos solos, para tal, foi utilizado o coeficiente de correlação
de Pearson entre variáveis. Nesta etapa fez-se análise de correlação global e correlação
subdividindo os pontos estudados em dois grupos, A e B, utilizando a textura como
indicador do agrupamento. O grupo A foi composto por Pasto ponto 1 - Pp1, Pasto
ponto 2 - Pp2 e Cerrado - C1, e o Grupo B composto por Agrícola ponto 1 - Ap1, Agrícola
ponto 2 - Ap2 e Agrícola ponto 3 - Ap3.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> estão mostrados
os valores médios dos atributos físicos dos solos dos pontos de estudos, onde se
pode verificar que os solos de Pasto ponto 1 (Pp1) e Pasto ponto 2 (Pp2) não diferem
estatisticamente (Kruskal Wallis – p &#8804; 0,05) entre si em todos os atributos.
Pelo contrário, esses solos têm relevante semelhança entre suas propriedades físicas,
pelo fato de pertencerem a mesma microbacia, possuírem igual uso e manejo e serem
da classe textural arenosa (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os solos
das áreas Agrícola ponto 1, 2 e 3 (Ap1, Ap2 e Ap3), também não diferem estatisticamente
(Kruskal Wallis – p &#8804; 0,05) em todos os atributos (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>), no entanto verifica-se
por meio do <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a> que  Ap1 e Ap2 estão localizadas na Microbacia II e Ap3 na
Microbacia IV, contudo a semelhança entre os atributos é devida as áreas Ap1, Ap2
e Ap3 terem solo de textura argilosa e com o mesmo tipo de uso.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> é verificado que
o solo de Pp1 apresenta maiores teores de areia muito grossa (AMG), soma de areia
muito grossa com areia grossa (AMG + AG) e de macroporosidade (Macro), quando comparada
Ap1 (Kruskal Wallis – p &#8804; 0,05), o que confere a Pp1 melhor potencial de infiltração
e percolação de água no solo. O mesmo ocorre ao comparar Pp1 e Ap3, exceto para
a macroporosidade.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O solo de Pp2
apresentou valores superiores de areia, areia grossa (AG), areia média (AM) e areia
fina (AF), quando comparado aos solos de Ap1 e Ap3 (Kruskal Wallis – p &#8804; 0,05).
Esse fato é atribuído ao teor de areia em Pp2, que é de aproximadamente 946 g kg<sup>-1
</sup>de solo (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>), equivalente ao triplo contida nas áreas Ap1 ou Ap3.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Essas diferenças no teor de areia e suas frações,
verificadas pela comparação de Pp1, Pp2, Ap1 e Ap3, de modo geral, ocorreram pelo
fato da Microbacia I ser composta por Neossolo arenoso (Arenosol), enquanto as Microbacias
II e IV por Latossolos argilosos (Ferralsol), ou seja, os solos das microbacias
são de diferentes classes e texturas (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O teor de silte e a microporosidade do solo em Ap1 foram maiores
em relação às áreas Pp1 e Pp2 (Kruskal Wallis – p &#8804; 0,05). A área Ap1, tendeu
a apresentar valores mais elevados de conteúdos de partículas finas do solo (argila
e silte), o mesmo ocorre com Ap2 e Ap3, logo o arranjo das partículas permitiu que
essas áreas tendessem a apresentar maiores valores de microporosidade e, consequentemente,
maior potencial de retenção de água no solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> é verificado que o solo de Ap3 apresenta maior teor de carbono
total (C. total) que Pp1 e Pp2. Essa diferença pode ser explicada devido os diferentes
tipos de usos e manejos dos solos, uma vez que em Ap3 tem cultivo de soja/milho
em sucessão em sistema de cultivo mínimo, o que promove a adição de matéria orgânica
no solo. Segundo Carvalho <i>et al</i>. (2010), os diferentes tipos de usos e manejos
dos solos interfere no aporte de matéria orgânica, assim como no armazenamento de
carbono no solo.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Outro fator que
auxiliou indiretamente no acúmulo de carbono total em Ap3 quando comparado a Pp1
e Pp2, possivelmente, foi o maior teor de argila de Ap3, pois  possibilitou que
os agregados do solo de Ap3 tendessem a apresentar maior diâmetro médio geométrico
(DMG) e um maior índice de estabilidade (IEA), favorecendo a proteção física da
matéria orgânica no solo. Segundo Santos <i>et al</i>. (2011), a formação e a estabilidade
de agregados são mais difíceis de ocorrer em solos arenosos. Sendo assim, a proteção
física da matéria orgânica em Pp1 e Pp2 pelos agregados do solo foi diminuída.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Por outro lado, em Pp1 e Pp2, usados para pastagem
permanente, o aporte de matéria orgânica foi prejudicado, devido ao grande número
de invasoras e grandes falhas na pastagem, o que demonstrava aparentemente um elevado
grau de degradação da forrageira. Salton <i>et al</i>. (2011) verificaram que maiores
estoques de carbono no solo ocorreram em sistemas de pastagens permanente em solos
de textura argilosa e muito argilosa, quando comparados a área de produção agrícola,
porém não encontraram indícios de degradação do pasto.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O diâmetro médio ponderado (DMP), DMG e o IEA em C1 mostrou-se
superior ao das áreas Pp1 e Pp2 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). A área C1 além de ter apresentado teor
médio de carbono orgânico de 14,4 g kg<sup>-1</sup> de solo é, dentre as áreas de
estudo, a única que não é utilizada para fins de exploração agropecuária e tem como
cobertura a mata nativa, sendo assim, possivelmente, a combinação entre teor de
argila, teor de carbono orgânico e o não revolvimento do solo condicionaram a formação
de agregados mais estáveis.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na Microbacia
II, para os pontos Ap1 e Ap2 respectivamente, foram determinados valores médios
de C total de 33,80 e 29,40 g kg<sup>-1</sup> de solo; 93,45 e 86,93% para IEA;
2,56 e 2,48 mm para DMP e 2,21 e 1,85 mm para DMG. Verifica-se uma tendência de
maiores valores para os índices de avaliação de estabilidade e carbono total para
Ap1 quando comparado a Ap2, podendo contribuir para tal o facto de Ap1 estar em
pousio há 5 anos.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a> estão
dispostas as taxas instantâneas de escoamento superficial e as taxas de liberação
de sedimentos em função do tempo de aplicação da chuva simulada. No final de cada
teste, quando as taxas instantâneas de escoamento superficial se estabilizaram,
foram observadas as taxas médias de escoamento superficial de 3,28; 3,45; 42,26;
35,75; 31,66 e 11,49 mm h<sup>-1</sup> para Pp1, Pp2, Ap1, Ap2, Ap3 e C1, respectivamente.
As taxas médias de escoamento superficial foram menores para as áreas com teores
de areia total mais elevadas, devido à maior capacidade de infiltração e de percolação
da água nesses solos.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A taxa média de escoamento estabilizada em Ap1
(<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>, Agrícola ponto 1) foi aproximadamente 12,8 vezes maior que a verificada
em Pp1 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>, Pasto ponto 1), isso porque a microporosidade e a macroporosidade
determinada em Ap1 foram de 46,34 e 10,56 %, enquanto em Pp1 foram de 12,87 e 27,36
%, o que conferiu a Ap1 maior microporosidade e menor macroporosidade, e consequentemente
menor permeabilidade/movimentação da água no solo. Segundo Ramos <i>et al</i>. (2013),
a microporosidade proporciona a retenção e armazenamento de água, enquanto, para
Kunz <i>et al</i>. (2014), a diminuição da macroporosidade reduz a passagem rápida
da água pelo solo. Dessa forma, pode-se inferir que a porosidade de Ap1 promoveu
a redução expressiva da percolação da água no solo, aumentando a taxa média de escoamento
superficial.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O grau de floculação
da argila (Gf) de 71,80 e 45,49% para Ap1 e Pp1 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>) é outro atributo que
pode ter contribuído para que a taxa média de escoamento superficial em Ap1 fosse
maior do que em Pp1, uma vez que  146,30 e 16,79 g de argila por kg<sup>-1
</sup>de solo, respectivamente, em Ap1 e Pp1 correspondem a argila naturalmente
dispersa em água, o que comprometeu a continuidade dos poros em Ap1, dificultando
respectivamente a infiltração e a percolação da água no solo, beneficiando a ocorrência
de escoamento superficial.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em Pasto
ponto 1, Pasto ponto 2 e Cerrado 1 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>) as taxas médias de liberações de sedimentos
praticamente se mantiveram constantes do início ao final do teste. Isso porque em
Pp1 e Pp2 os sedimentos que chegavam ao canal coletor foram exclusivamente pelo
salpico das partículas de solo, causado pelas gotas de chuva. Entretanto, em Cerrado
1 isso ocorreu devido ao elevado índice de estabilidade de agregados do solo (96,06
%), evitando a liberação de partículas primárias e dificultando o carreamento pelo
escoamento superficial. Franco <i>et al</i>. (2012) estudando erodibilidade entressulcos
em Argissolo, também verificou que a taxa média de desagregação de sedimentos é
dependente de características das unidades estruturais do solo.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na Microbacia II, o área Ap1 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>, Agrícola ponto 1)
apresentou taxa média de liberação de sedimentos quatro vezes menor que Ap2 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08f1.jpg" target = "_blank">Figura
1</a>, Agrícola ponto 2), influenciada pelo não revolvimento de solo nos últimos cinco
anos (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), possibilitando a Ap1 71,85 de Gf, 33,80 g kg<sup>-1</sup> de C.
total, e consequentemente a tendência de maiores valores de IEA, DMG e DMP. O carbono
influencia de forma relevante no processo de formação e estabilização dos agregados
(Vezzani e Mielniczuk, 2011), o que diminuiu a taxa média de liberação de sedimentos
em Ap1.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A liberação de sedimentos
em Ap2 aumentou rapidamente no início do teste, até um valor médio estável de 2,80
x 10<sup>-4</sup> kg s<sup>-1</sup> m<sup>-2</sup>. Sendo assim, dentre as áreas
de solo de textura argilosa a Ap2 apresentou maior susceptibilidade a liberação
de sedimentos. Isso pode ter ocorrido devido Ap2 também ter tendido a apresentar
menores valores de carbono total, grau de floculação da argila e índice de estabilidade
de agregados, conferindo tal susceptibilidade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Utilizando os valores da taxa máxima de desprendimento de partículas para
os solos em estudo foram obtidos valores médios de erodibilidade entressulcos iguais
a 1,56x10<sup>5</sup>, 2,47x10<sup>5</sup>, 2,44x10<sup>5</sup>, 1,32x10<sup>6</sup>,
5,93x10<sup>5</sup> e 8,56x10<sup>4</sup> kg s m<sup>-4</sup> para as áreas Pp1,
Pp2, Ap1, Ap2, Ap3 e C1 respectivamente. Por meio do teste de Kruskal-Wallis (p&#8804;0,05)
foi verificado que houve diferença significativa entre os valores médios de erodibilidade
entressulcos (<a href = "#q3">Quadro 3</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A área Ap2 se diferencia de
C1, sendo a erodibilidade entressulcos maior para Ap2. Esse resultado é aceitável,
visto que, dentre os solos argilosos Ap2 teve maior tendência a liberação de sedimentos
e, quando comparada com a C1 tendeu a menores valores de DMP, DMG e IEA. Além disso,
a capacidade de transporte de sedimentos pelo escoamento superficial em Ap2 foi
aproximadamente três vezes maior que o de C1.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Estão mostrados no <a href = "#q4">Quadro 4</a> a correlação entre os valores da erodibilidade
entressulcos e os atributos físicos dos solos. Obtiveram-se maiores valores de correlação
após separação dos solos das áreas em dois grupos, o denominado de grupo A, contemplados
pelas áreas Pp1, Pp2 e C1, e o grupo B, representados pelas áreas Ap1, Ap2 e Ap3..</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a08q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nos solos do grupo A a erodibilidade entressulcos correlacionou-se
de forma significativa com teor de areia muito fina, no entanto, ao contrário do
que se esperava, a correlação foi negativa. Para tal pode ter contribuído o fato
de C1, quando comparada a Pp1 e Pp2, apresentar o teor de areia muito fina relevante
e também apresenta teor mais alto de argila e, ainda, 28 vezes mais conteúdo de
matéria orgânica. Esses fatores permitiram que a área C1 apresentasse maiores valores
de IEA, DMG e DMP, evitando assim o maior desprendimento das partículas finas que
compunham os agregados, promovendo assim a diminuição de K<sub>i</sub>. Logo, em
estudos referentes a K<sub>i</sub>, os teores de areia devem ser avaliados paralelamente
a outros atributos do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A erodibilidade
entressulcos dos solos do grupo B correlacionou-se, positiva e significativamente
a 1%, com areia, AMG, AMG + AG, AM, AF e AMF.  Dessa forma, as áreas de solos argilosos
tiveram acréscimo na sua erodibilidade entressulcos quando o percentual de areia
e suas frações aumentaram. As partículas de areia que formam um complexo ou agregado
do solo, após rompida a força que as une, são transportadas com facilidade. Nunes
e Cassol (2008), verificaram maior K<sub>i</sub> para um Latossolo Vermelho Distrófico
(Ferralsol) e atribuíram esse fato ao alto teor de areia fina combinado a outras
características do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O teor de
matéria orgânica manteve correlação negativa com a erodibilidade entressulcos, para
o grupo A e B de solos. O maior conteúdo de carbono orgânico resultou no aumento
da estabilidade e das classes de diâmetro dos agregados, dificultando o carreamento
destes pelo escoamento superficial, resultando na diminuição dos valores de erodibilidade
entressulcos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dessa forma, o aporte
de matéria orgânica no solo atuou na formação (Braida <i>et al</i>., 2010) e, também
na estabilização dos agregados (Stefanoski <i>et al</i>., 2013). Geralmente, com
a redução no teor de carbono dos solos minerais ocorre a diminuição na estabilidade
estrutural dos agregados e consequentemente aumento na erodibilidade do solo (Liu
<i>et al</i>. 2010; Paul <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As correlações da erodibilidade entressulcos com os atributos macroporosidade
e microporosidade foram significativas a 1%, para os solos do grupo B, enquanto
para os solos do grupo A, apenas a macroporosidade teve associação significativa
a 1%. O solo sofreu inicialmente um preparo convencional, logo, neste estudo a porosidade
não constitui uma variável preditora da K<sub>i</sub> , devido à sua dinâmica ao
longo do teste.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O DMG e o IEA apresentaram
correlação significativa e inversa com a erodibilidade entressulcos, para os dois
grupos de solos. Sendo assim, solos bem estruturados apresentam menores valores
de K<sub>i</sub>, o que indica que a maior ocorrência de agregados de diâmetro maior
e mais estáveis exige maior capacidade de transporte do escoamento superficial e
favorece a macroporosidade e a percolação da água no solo. Oliveira <i>et al</i>.
(2012) também verificaram que a maior estabilidade de agregados possibilitou redução
da erodibilidade entressulcos, e atribuíram esse fato a maior energia necessária
para desagregar e transportar o solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A erodibilidade entressulcos para as áreas de
estudo é igual a 2,44x10<sup>5</sup>, 1,32x10<sup>6</sup>, 1,56x10<sup>5</sup>,
2,47x10<sup>5</sup>, 8,56x10<sup>4</sup> e 5,93x10<sup>5</sup> kg s m<sup>-4</sup>
para Ap1, Ap2, Pp1, Pp2, C1 e Ap3, respectivamente. A erodibilidade entressulcos
é diferente (p&#8804;0.05) entre as áreas Ap2 e C1, sendo maiores em Ap2.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O grau de correlação do
K<sub>i</sub> com os atributos físicos aumenta expressivamente quando os solos são
agrupados pela classe textural.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para solos do grupo A (textura arenosa e média) os atributos: areia grossa,
areia muito fina e índice de estabilidade de agregados apresentam maior potencial
de predição da erodibilidade entressulcos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para os solos do grupo B (argilosos) os atributos: areia, areia muito grossa,
areia fina, diâmetro médio geométrico e índice de estabilidade de agregados apresentam
maior potencial de predição da erodibilidade entressulcos.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832006000300016" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832006000300016</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710298&pid=S0871-018X201900010000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Braida, J.A.; Reichert, J.M.; Reinert, D.J. &amp;
Veiga, M. (2010) - Teor de carbono orgânico e a susceptibilidade à compactação de
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662010000200003" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662010000200003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710299&pid=S0871-018X201900010000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, J.L.N.; Avanzi, J.C.; Silva, M.L.N.;
Mello, C.R. &amp; Cerri, C.E.P. (2010) - Potencial de sequestro de carbono em diferentes
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-0683201000020000" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-0683201000020000</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710300&pid=S0871-018X201900010000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Castro Filho, C.; Muzilli, O. &amp; Podanoschi, A.L. (1998)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dantas,
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Barbosa, R.S. &amp; Siqueira, D.S. (2014) - Coeficiente de erodibilidade em sulcos
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X201400090000" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X201400090000</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=710303&pid=S0871-018X201900010000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Elliot, W.J.; Liebenow, A.M.; Laflen,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2011) – <i>Manual
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.04.28</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.09.24</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted; 2018.10.08</font></p>

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