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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18170</article-id>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This research aimed to evaluate the production of Potiguar maize fertirrigated with human urine and, cassava wastewater associated with mineral fertilization with NPK. A completely randomized design was used, consisting of eight treatments (1 - control without fertigation, 2 - fertigations with NPK, 3 - only human urine, 4 - only cassava wastewater, 5 - cassava wastewater plus human urine, 6 - human urine plus PK; - cassava wastewater plus NP, and 8 - human urine, cassava wastewater and P) and five replicates. At 110 days after emergence were evaluated the length and diameter of the spike, number of grain per spike, rows of grain per spike, grain per row, dry mass of the aerial part, dry mass of the spike with and without straw, dry mass of the grains and mass dry of 100 grains. Except for the dry matter of 100 grains, there was a statistically significant difference between treatments and between analyzed means. Human urine can substitute the nitrogen fertilization and the cassava wastewater applied via fertirrigation substitute the potassium in the maize crop. The association of these effluents has the potential to replace the mineral fertilization required by the maize crop. With the exception of treatments 1 and 4, the others can be indicated as the best treatments.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Zea mays L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[ecossaneamento]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[recycling nutrients]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Produção de milho ‘Potiguar’ fertirrigado com água amarela
e manipueira</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Production of maize 'Potiguar' fertigated with
yellow water and cassava wastewater</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Narcísio Cabral de Araújo</b><sup>1,*</sup>, <b>Vera Lucia Antunes de Lima</b><sup>2</sup>,
<b>Leandro Fabrício Sena</b><sup>2</sup>, <b>Geovani Soares de Lima</b><sup>2</sup>, <b>Elysson Marcks
Gonçalves Andrade</b><sup>2</sup>, <b>José Alberto Ferreira Cardoso</b><sup>3</sup> e <b>Suenildo
Jósemo Costa Oliveira</b><sup>4</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Centro de Formação em Tecno-ciências
e Inovações da Universidade Federal do Sul da Bahia, Itabuna – BA, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Departamento de Engenharia Agrícola,
Universidade Federal de Campina Grande, Programa de Pós-Graduação em Engenharia
Agrícola, Campina Grande – PB, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins,
Dianópolis – TO, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>4</sup>Centro
de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Estadual da Paraíba, Lagoa Seca
– PB, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:narcisioufsb@gmail.com">narcisioufsb@gmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Esta pesquisa objetivou avaliar a produção de milho Potiguar fertirrigado
com urina humana e manipueira associadas à adubação mineral com NPK. Adotou-se delineamento
inteiramente casualizados, composto por oito tratamentos (1 - testemunha sem fertirrigação;
2 - fertirrigações com NPK; 3 - apenas urina humana; 4 - apenas manipueira; 5 -
urina humana mais manipueira; 6 - urina humana mais PK; 7 - manipueira mais NP;
e 8 - urina humana, manipueira e P) e cinco repetições. Aos 110 dias após emergência
foram avaliados comprimento e diâmetro da espiga, número de grão por espiga, fileiras
de grãos por espigas, grãos por fileira, massa seca da parte aérea, massa seca da
espiga com e sem palha, massa seca dos grãos e massa seca de 100 grãos. Com exceção
da massa seca de 100 grãos, houve diferença estatística significativa entre tratamentos
e entre médias analisadas. Urina humana pode substituir a adubação nitrogenada e
a manipueira a potássica aplicada via fertirrigação na cultura do milho. A associação
destes efluentes tem potencial para substituir a adubação mineral requerida pela
cultura do milho. Com exceção dos tratamentos 1 e 4, os demais podem ser indicados
como os melhores tratamentos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> <i>Zea mays </i>L., ecossaneamento,
urina humana, reciclagem de nutrientes.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">This research aimed to evaluate the production
of Potiguar maize fertirrigated with human urine and, cassava wastewater associated
with mineral fertilization with NPK. A completely randomized design was used, consisting
of eight treatments (1 - control without fertigation, 2 - fertigations with NPK,
3 - only human urine, 4 - only cassava wastewater, 5 - cassava wastewater plus human
urine, 6 - human urine plus PK; - cassava wastewater plus NP, and 8 - human urine,
cassava wastewater and P) and five replicates. At 110 days after emergence were
evaluated the length and diameter of the spike, number of grain per spike, rows
of grain per spike, grain per row, dry mass of the aerial part, dry mass of the
spike with and without straw, dry mass of the grains and mass dry of 100 grains.
Except for the dry matter of 100 grains, there was a statistically significant difference
between treatments and between analyzed means. Human urine can substitute the nitrogen
fertilization and the cassava wastewater applied via fertirrigation substitute the
potassium in the maize crop. The association of these effluents has the potential
to replace the mineral fertilization required by the maize crop. With the exception
of treatments 1 and 4, the others can be indicated as the best treatments.<b></b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b><i> Zea mays </i>L., eco sanitation,
human urine, recycling nutrients.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso agrícola de resíduos orgânicos é uma alternativa sustentável
para reciclar nutrientes e minimizar os impactos ambientais negativos resultantes
da destinação final inadequada de resíduos. A utilização de resíduos como fertilizantes
na atividade agrícola pode trazer benefícios ao desenvolvimento da cultura (Magalhães
<i>et al.,</i> 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Um resíduo
que apresenta rica fonte de nutrientes é a urina humana, pois segundo Karak e Bhattacharyya
(2011), vem sendo utilizada na agricultura desde tempos antigos; porém, em termos
de pesquisa científica, poucos estudos foram desenvolvidos; os mais recentes foram
os realizados por Araújo <i>et al. </i>(2015), Santos Júnior <i>et al</i>. (2015),
Santos <i>et al</i>. (2016) e Botto <i>et al</i>. (2017) que avaliaram o uso agrícola
do efluente no cultivo de forragem verde hidropônica de milho, no cultivo do sorgo,
gramas e mamona, respectivamente. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Outro resíduo que apresenta grande potencialidade para a reciclagem dos nutrientes,
através do uso agrícola, é a manipueira que é um efluente líquido de aspecto leitoso
que apresenta cor amarela e odor fétido, gerado no processamento das raízes de mandioca
ralada. Segundo Conceição <i>et al</i>. (2013) a manipueira é bastante rica  em
macro e micronutrientes. Nos últimos cinco anos diversas pesquisas analisando o
potencial fertilizante na manipueira em culturas agrícolas foram publicadas: Barreto
<i>et al</i>. (2014) estudaram o desenvolvimento e acúmulo de macronutrientes em
plantas de milho; Araújo <i>et al.</i> (2015) avaliaram o crescimento e a produtividade
de milho fertilizado via foliar; Dantas <i>et al.</i> (2015) analisaram o crescimento
do girassol; Leal <i>et al</i>. (2015) avaliaram os efeitos das adubações via foliar
e substrato na produção do coentro; Pessuti <i>et al</i>. (2015) estudaram o cultivo
da soja e Dantas <i>et al</i>. (2017) que, estudaram o uso do efluente como fonte
de nutrientes nos componentes morfológicos e de produção do girassol. Todas essas
pesquisas indicaram que o efluente apresenta potencial fertilizante para ser reciclado
em cultivos agrícolas. </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar existirem
estudos realizados com a manipueira e alguns com a urina humana em cultivo agrícola,
ainda são escassos estudos com associação dos dois efluentes. Neste contexto, o
uso de urina humana associada à manipueira pode, portanto, ser uma alternativa viável
para a fertirrigação de milho (<i>Zea mays </i>L.), pois esses efluentes contêm
concentrações consideráveis de nutrientes, sobretudo nitrogênio e potássio que juntamente
com o fósforo são os principais macronutrientes requeridos pela cultura. Portanto,
este trabalho objetivou avaliar a produção de milho “Potiguar” fertirrigado com
urina humana associada à manipueira e essas associadas a fertilizantes minerais.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A pesquisa foi desenvolvida entre os meses de novembro de 2015 a fevereiro de
2016, em condições de casa de vegetação, no Centro de Tecnologia e Recursos Naturais
da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na cidade de Campina Grande (7°
13’ 50” S, 35° 52’ 52” W, 551 m de altitude), estado da Paraíba. A cidade de Campina
Grande tem clima do tipo Aw’i, segundo a classificação climática de Koppen e é considerado
como seco sub-úmido (Sousa Júnior, 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizados, com
quatro repetições e oito tratamentos, totalizando 32 parcelas experimentais. Os
tratamentos consistiram de uma testemunha sem fertirrigação (tratamento 1 – SF);
fertirrigações com NPK (tratamento 2 - NPK); apenas urina humana (tratamento 3 -
U); apenas manipueira (tratamento 4 - M); urina humana mais manipueira (tratamento
5 – U+M); urina humana mais PK (tratamento 6 – U+PK); manipueira mais NP (tratamento
7 – M+NP) e urina humana, manipueira e P (tratamento 8 – U+M+P). Os fertilizantes
minerais eram compostos por ureia (45,9 % de N), superfosfato simples (18,9 % de
P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>) e cloreto de potássio (60 % de K<sub>2</sub>O). </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No ambiente de pesquisa foram montadas unidades
experimentais compostas por vasos plásticos adaptados como lisímetros de 30 L de
capacidade, instalados em espaçamento de 1,0 m entre fileira e 0,50 m dentro da
fileira, visando determinar o volume de água consumido pela planta, a partir do
volume de água aplicado e do volume drenado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cada vaso foi perfurado na base para introdução de um dreno, ou seja, uma
mangueira com 15 cm de comprimento e 6 mm de diâmetro nominal, a qual foi acoplada
a uma garrafa plástica com 2,0 L de capacidade para coleta do efluente de drenagem,
permitindo sua recirculação no vaso de origem que, tinha por finalidade evitar possíveis
perdas de nutrientes lixiviados por excesso de volumes de águas drenado da irrigação.
No preenchimento, os vasos receberam uma camada de 1,0  kg de brita (número zero)
a qual cobriu a base e outra de 34,0 kg de um Neossolo Regolítico Eutrófico de textura
franco-arenosa, devidamente destorroado e peneirado, proveniente da zona rural do
município de Esperança, PB, com as seguintes características: pH (H<sub>2</sub>O)
= 5,58; CE <sub>(extrato de saturação)</sub> = 0,56 mmhos cm<sup>-1</sup>; Al =
0,00 cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; Mg = 2,78 cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>;
Ca = 9,07 cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; K = 0,33 cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>;
Na = 1,64 cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; P = 3,98 mg dm<sup>-3</sup>; S = 13,72
cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; CO = 1,70%; MO = 2,93% e Ds = 1,28  g cm<sup>-3</sup>.
Deixou-se um espaço de 4,0 cm do nível do solo até a bordadura do lisímetro.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após o preenchimento dos vasos com o solo elevou-se
o teor de umidade do solo até atingir a capacidade de campo; posteriormente realizou-se
a semeadura depositando cinco sementes por vaso de milho, cultivar Potiguar; aos
15 dias após a semeadura (DAS) realizou-se o desbaste deixando-se duas plantas por
vaso, sendo que aos 50 DAS uma dessas foi coletada permanecendo a outra para avaliação
da produção.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cultivar de milho
Potiguar é resultante do programa de melhoramento genético da Empresa de Pesquisa
Agropecuária do Rio Grande do Norte SA (EMPARN SA); apresenta ciclo precoce, porte
médio, bom empalhamento de espiga e espigas com padrão comercial para o consumo
<i>in natura</i> e foi adaptada para a Região Nordeste do Brasil (EMPARN, 2018).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os volumes de água para as irrigações foram estimados
individualmente para cada parcela experimental com turno de rega de dois dias com
base no balanço de água (diferença entre o volume médio aplicado e o drenado suficiente
para manter o solo à capacidade de campo acrescido de 20%, com o propósito de suprir
as perdas de água por evapotranspiração). A água utilizada na irrigação foi coletada
na rede de abastecimento pública da cidade de Campina Grande, PB.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As fertirrigações foram iniciadas aos 15 DAS.
Em cada parcela foi aplicado o equivalente a 100 mg de N kg<sup>-1 </sup>de solo,
300 mg de P kg<sup>-1 </sup>de solo e 150 mg de K kg<sup>-1 </sup>de solo, conforme
recomendações de Novais <i>et al.</i> (1991) que se baseia no volume de solo utilizado.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As quantidades de urina humana e manipueira aplicadas
em cada parcela, foram estimadas com base na dose recomendada por Novais <i>et al.</i>
(1991) (100 mgN kg<sup>-1 </sup>de solo e 150 mg K kg<sup>-1 </sup>de solo) considerando-se
as concentrações de nitrogênio e potássio presentes nos efluentes (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A urina humana passou por tratamento que consistiu
no armazenamento em balde de plástico com capacidade para 20,0 L e mantido hermeticamente
fechado durante 60 dias antes de ser utilizada. A manipueira também passou por um
tratamento, que consistiu em uma digestão anaeróbia pelo período de 90 dias, em
um recipiente de plástico com capacidade para 85 litros, deixando-se porém, um espaço
vazio de 10 cm no seu interior e fechada. Na tampa do balde foi instalada uma mangueira
com a outra extremidade mergulhada num recipiente com água na altura de 10 cm, para
a saída dos gases gerados durante a biodigestão do efluente. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após o tratamento os efluentes foram analisados segundo
metodologia preconizada no Standard Methods for Wastewater (APHA, 2005), cujos atributos
estão apresentados no <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As
fertirrigações com os fertilizantes minerais foram parceladas em quatro vezes e
aplicadas aos 15, 22, 29 e 37 DAS; já nos tratamentos que continham urina humana
e/ ou manipueira (tratamentos 2, 3, 4, 5, 6 e 7) as fertirrigações foram parceladas
em 12 vezes e aplicadas aos 15, 17, 19, 21, 23, 25, 27, 29, 31, 33, 35 e 37 DAS.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para avaliação das componentes de
produção, aos 110 dias após a emergência (DAE), todas as espigas e parte aérea das
plantas foram coletadas e acondicionadas, separadamente, em sacos de papel previamente
identificados para secagem em estufa com temperatura controlada em 65 °C durante
72 horas. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a secagem foram realizadas
as seguintes determinações: Massa seca da parte aérea (MSPA), determinada através
da pesagem de todas as folhas mais colmo com panícula coletadas em parcela (g por
planta); massa seca de espiga com palha (MSE<sub>p</sub>), estimada através da pesagem
da espiga com palha coletada em cada parcela (g por planta); massa seca de espiga
despalhada (MSE<sub>d</sub>), mensurada através da pesagem das espigas sem palha
coletada em cada parcela (g por planta); comprimento da espiga despalhada (CE<sub>d</sub>):
com as espigas já desempalhadas foi medida a distância entre o primeiro e o último
grão da linha mais longa obtendo-se, assim, o valor médio do comprimento da espiga
em centímetros; diâmetro da espiga despalhada (DE<sub>d</sub>), obtido na região
mediana da espiga sem palha e com auxílio de um paquímetro digital (mm); número
de filas de grãos por espiga (NFGE), determinados mediante simples contagem das
fileiras nas espigas amostradas; número de grãos por espiga (NGE), determinados
mediante simples contagem dos grãos em cada espigas amostradas; número de grãos
por fileira (NGF), determinado mediante simples contagem dos grãos presentes em
cada fileira das espiga amostrada. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a debulha das espigas foi determinada a massa seca dos grãos (MSG), obtida
através da pesagem de todos os grãos coletados em cada parcela e massa seca de 100
grãos (M100 g), obtida através da pesagem de 100 grãos. Todas as pesagens foram
realizadas em balança digital com precisão de 0,001 g.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados das variáveis estudadas foram submetidos à análise
de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 1 e 5% de probabilidade,
pelo software ASSISTAT v. 7.7 Beta (Silva e Azevedo, 2016). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com o <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro
2</a>, houve diferença dos tratamentos sob todas as variáveis avaliadas, pois a análise
de variância indicou diferença estatística significativa (p &lt; 0,01) entre os
tratamentos. Estes resultados diferem dos obtidos por Goes <i>et al</i>. (2012)
que ao estudarem os efeitos de fontes e doses de nitrogênio em cobertura, no milho
safrinha, em sistema de plantio direto não obtiveram respostas significativas para
comprimento da espiga (CE), diâmetro da espiga (DE), número de grão por espiga (NGE),
número de fileiras de grãos por espigas (NFGE) e número de grãos por fileira (NGF).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O comprimento de espigas (CE<sub>d</sub>) apresentou
diferença significativa com fertirrigações de apenas manipueira (4 – M) que proporcionou
o menor valor (10,25 cm). A máxima média do CE<sub>d</sub> foi de 17,00 cm foi obtida
quando as fertirrigações foram com urina humana associada aos fertilizantes fosfatados
e potássicos (6 – U+PK) e manipueira associada a fertilizantes nitrogenados e fosfatados
(7 – M+NP). Neste contexto, pode-se inferir que as plantas conseguiram assimilar
o nitrogênio presente na urina humana e do potássio presente na manipueira, pois
na urina humana o nitrogênio foi constatado em maior concentração e na manipueira
foi o potássio. Por outro lado, as médias dos demais tratamentos não se diferenciaram
estatisticamente entre si (p &gt; 0,05). Comprimentos médio de espigas de milho
semelhantes aos da presente pesquisa, foram obtidos por Moraes <i>et al</i>. (2014)
ao avaliarem a utilização de dejetos líquidos de suínos em substituição à adubação
mineral da cultura de milho em cultivado em Latossolo Vermelho de textura muito
argilosa.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Kappes <i>et al</i>.
(2009) e Goes <i>et al</i>. (2012), o comprimento de espiga é uma característica
que afeta a produtividade do milho, visto que quanto maior for o comprimento da
espiga maior também será o número potencial de grãos a ser formado por fileira.
Lopes <i>et al</i>. (2007) também afirmam que o comprimento da espiga está correlacionado
ao peso de grãos das espigas devido ao efeito indireto do peso dos grãos e ao número
de grãos por espiga indicando, assim, que o incremento do comprimento das espigas
proporcionado pelo número e tamanho dos grãos, poderá incrementar o rendimento de
grãos da cultura do milho (Moraes <i>et al</i>., 2014). Portanto, na presente pesquisa,
com exceção das fertirrigação com apenas manipueira (4 – M) e da testemunha (1 –
SF), os demais tratamentos (NPK, U, U+M, U+PK, M+NP e U+M+P) proporcionaram os maiores
comprimentos da espiga, indicando uma potencialidade para o uso dessas fontes de
fertilizantes no cultivo do milho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme o teste de comparação de médias para diâmetro da espiga (DE) <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>,
nota-se que as fertirrigações utilizando fertilizantes minerais compostos por NPK
(2 - NPK) e urina humana combinada com manipueira e fósforo (8 - U+M+P) não se diferenciaram
entre si, contudo, apresentaram as máximas médias, 46,57 e 45,91 mm, respectivamente.
Os mesmos efeitos, dos tratamentos 2 e 8, foram observados para as fertirrigações
com apenas urina (3 – U), urina associada à manipueira (5 - U+M), urina associada
a PK (6 – U+PK) e manipueira associada a NP (7 – M+NP), ou seja, as médias desses
tratamentos também não se diferenciaram estatisticamente entre si; para esta variável
observa-se que as menores médias foram obtidas para os tratamentos sem fertirrigação
(1 – SF) (36,89 mm) e fertirrigação com apenas manipueira (4 – M) (39,40 mm).</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Lopes <i>et al</i>. (2007), o comprimento
e o diâmetro das espigas atuam diretamente para o aumento do peso de grãos. Em conformidade
com os dados do <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, pode-se observar que a utilização de urina associada à
manipueira, urina associada a PK, manipueira associada a NP e urina mais manipueira
e fertilizante fosfatado, favoreceram os principais componentes de rendimento que
atuarão no aumento da produtividade de grãos da cultura do milho indicando grande
potencialidade do uso agrícola dessas águas residuárias como fontes de nutrientes
em substituição ou complementar à adubação mineral da cultura do milho.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação às médias do número de grãos por espiga
(NGE) (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>), verificou-se diferença estatística entre si quando as plantas
não foram fertirrigadas (1–SF) e quando utilizaram apenas manipueira (4–M), apresentaram
médias de 110,75 e 244,00 grãos de milho por espiga, respectivamente. As plantas
submetidas aos demais tratamentos não diferiram estatisticamente entre si; contudo,
o valor máximo obtido foi de 581,50 grãos por espiga, quando cultivadas sob fertirrigação
com urina humana associada à manipueira e fertilizante fosfatado (8–U+M+P). Segundo
Mundstock e Silva (2005) o aumento do número de grãos por espiga pode ser um dos
principais fatores responsáveis pelo incremento do potencial de rendimento de grãos
de milho possível de ser comprovada na presente pesquisa de vez que todos os tratamentos
com fertirrigação foram superiores a testemunha (sem fertirrigação).</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As médias do número de fileiras de grãos por espigas
(NFGE) apresentou diferença estatística entre si quando as plantas não foram fertirrigadas
(1–SF) e quando receberam urina (3–U) e urina mais fertilizantes minerais compostos
por fósforo e potássio (6–U+PK), que apresentaram as menores médias, cujos os valores
foram de 10,50, 14,00 e 14,50 grãos por espiga, respectivamente; para os demais
tratamentos não houve diferença significativa entre si, sendo máxima de 16,50 grãos
por espiga obtidas através da aplicação de fertilizantes minerais (2 – NPK) ou com
urina mais manipueira mais fósforo (8 - U+M+P). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As médias do número de grãos por fileira (NGF), também apresentaram diferença
estatística entre si para os tratamentos testemunha (1-SF) e fertirrigações com
manipueira (4 – M), em relação aos demais tratamentos que não se diferenciaram estatisticamente
entre si, sendo a máxima média obtida através da fertirrigação com urina mais manipueira
mais fósforo (8 - U+M+P) (40,32 grãos por fileira), indicando efeito positivo do
uso dos efluentes e esses associados aos fertilizantes minerais. Esses resultados
corroboram com os obtidos por Gazola <i>et al.</i> (2014) que, ao estudar os efeitos
da aplicação foliar de aminoácidos e adubação nitrogenada de cobertura na cultura
do milho safrinha, obtiveram respostas significativas para o número de fileiras
de grãos por espiga.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em conformidade
com o resumo do quadrado média (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>), a análise de variância indicou diferença
estatística significativa entre tratamentos para as variáveis massa seca da parte
aérea (MSPA) (p &lt; 0,05) e massa seca da espiga com e sem palha (MSE<sub>p</sub>
e MSE<sub>d</sub>) (p &lt; 0,01) e massa seca de grãos (MSG) (p &lt; 0,01).  O mesmo
foi constatado para as médias, ou seja, houve diferença estatística entre si para
as variáveis MSPA, MSE<sub>p</sub>, MSE<sub>d</sub> e MSG.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a variável massa seca da parte aérea (MSPA) as maiores médias
foram obtidas através das fertirrigações com urina humana mais manipueira e manipueira
mais NP, que não se diferenciaram estatisticamente entre si. Estudando os efeitos
da adubação mineral, orgânica e organomineral na massa seca da parte aérea do milho,
Castoldi <i>et al</i>. (2011) não constataram efeito significativo de médias entre
tratamentos. Araújo <i>el al</i>. (2012) ao analisar o crescimento de milho fertilizado
via foliar com diferentes concentrações de manipueira, também obtiveram resposta
significativa e superior à testemunha para a variável massa seca da parte aérea.
Na presente pesquisa apenas as fertirrigações com manipueira (4 – M), manipueira
mais urina (5 – U+M) e manipueira mais fertilizantes minerais nitrogenado e fosfato
(7 – M+NP) apresentaram diferença significativa entre os demais tratamentos para
as médias da MSPA. De acordo com o <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a> o tratamento 4 – M foi o que apresentou
o menor valor de MSPA, uma provável explicação para esse valor pode está relacionada
utilização dos nutrientes absorvidos pela planta para suprir a demanda nutricional
necessária para a produção que foi superior a produção do tratamento testemunha
(1 – SF). </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As médias da variável
massa seca da espiga com palha (MSE<sub>p</sub>) apresentararam diferença estatística
significativa entre si para os tratamento 1 – SF, 2 – NPK, 4 – M e 8 – U + M + P,
sendo a maior média de 222,32 g espiga<sup>-1</sup> referente a este ultimo tratamento.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para as variáveis massa seca da espiga sem palha
(MSE<sub>d</sub>) e massa seca dos grãos (MSG), foram as médias referentes aos tratamento
1 – SF e 4 - M que apresentaram diferença estatística significativa entre si, em
relação aos demais tratamento. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Uma
provável explicação para que os tratamentos 1 – SF e  4 – M tenham proporcionados
as menores médias das variáveis massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca da
espiga com e sem palha (MSE<sub>p</sub> e MSE<sub>d</sub>) e  massa seca dos grão
(MSG) pode está relaciona a baixa disponibilidade de nutrientes disponíveis (nutrientes
presentes no solo) para as plantas e a acidez da manipueira que provavelmente tenha
interferido na absorção dos seus nutrientes pela planta, respectivamente.   </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando os efeitos de esgoto doméstico tratado
na produção de milho cultivado em condições de campo, Costa <i>et al</i>. (2014)
constataram incremento significativo na massa verde de espiga com e sem palha que
foram fertirrigadas com as doses de água residuária sendo a maior média de 306,24
e 275,6 g, respectivamente, quando fertirrigado com 50% de esgoto e Araújo <i>el
al</i>. (2015) analisando o crescimento e a produtividade de milho fertilizado via
foliar com calda de manipueira, também obtiveram resposta significativa e superior
à testemunha para a variável massa seca da espiga.  </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A massa seca de 100 grãos (M100g) não apresentou diferença estatística
significativa entre os tratamentos, indicando que nenhuma das fertirrigações influenciaram
esta variável.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Gazola <i>et al</i>.
(2014) obtiveram, estudando os efeitos da aplicação foliar de aminoácidos e adubação
nitrogenada de cobertura na cultura do milho safrinha, respostas significativas
para a massa de 100 grãos. Os resultados da massa de 100 grãos de milho alcançados
na presente pesquisa foram semelhantes aos obtidos por Goes <i>et al</i>. (2012)
que, ao estudar fontes e doses de nitrogênio em cobertura no milho safrinha em sistema
de plantio direto, também não obtiveram respostas significativas.</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em conformidade com os dados apresentados nos <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q2.jpg" target = "_blank">Quadros
2</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q3.jpg" target = "_blank">3</a>, com exceção do tratamento 1 (SF – Sem Fertirrigação) as menores médias foram
obtidas quando se realizaram fertirrigações com apenas manipueira indicando que
fertirrigações com apenas este efluente podem afetar a produção do milho. Dentre
os fatores possíveis de aumentar o rendimento do milho, se destacam o manejo da
fertilidade do solo e, em especial, o da adubação nitrogenada (Fontoura e Bayer,
2009). Portanto, uma provável explicação para as reduções das variáveis analisadas
é a baixa concentração de nitrogênio presente no efluente (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a17q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>) pois, segundo
Oliveira Neto <i>et al.</i> (2016) o nitrogênio é o macronutriente de que o milho
tem maior exigência. </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso de urina humana aplicada via fertirrigação, pode substituir
a adubação mineral nitrogenada requerida pela cultura do milho. A manipueira pode
substituir a adubação mineral potássica aplicada via fertirrigação na cultura do
milho. A urina humana, associada à manipueira aplicada via fertirrigação, apresenta
potencialidade para substituir a adubação mineral nitrogenada e potássica requerida
pela cultura do milho. A fertirrigação com apenas manipueira promove redução acentuada
na produção do milho. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com exceção
dos tratamentos 1 – SF e 4 – M, os demais tratamentos podem ser indicados como os
melhores e nas condições em que foi conduzido o experimento poderão suprir a demanda
nutricional do milho. </font></p>

    <p>&nbsp;</p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">APHA (2005) - <i>Standard Methods for the examination
of water and wastewater</i>. 21<sup>st</sup> ed. Washington, DC: APHA - American
Public Health Association; AWWA - American Water Works Association; WEF - Water
Environment Federation.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711846&pid=S0871-018X201900010001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo, N.C.;
Coura, M.A.; Oliveira, R.; Sabino, C.M.B. &amp; Oliveira, S.J.C. (2015) - Cultivo
hidropônico de milho fertirrigado com urina humana como fonte alternativa de nutrientes.
<i>Irriga</i>, vol. 20, n. 4, p. 718-729. <a href = "http://dx.doi.org/10.15809/irriga.2015v20n4p718" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.15809/irriga.2015v20n4p718</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711848&pid=S0871-018X201900010001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo, N.C.; Ferreira, T.C.; Oliveira, S.J.C.;
Gonçalves, C.P. &amp; Araújo, F.A.C. (2012) - Avaliação do uso de efluente de casas
de farinha como fertilizante foliar nacultura do milho (<i>Zea mays </i>L.). <i>Engenharia
na Agricultura</i>, vol. 20, n. 4, p. 340-349. <a href = "http://dx.doi.org/10.13083/1414-3984.v20n04a06" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.13083/1414-3984.v20n04a06</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711849&pid=S0871-018X201900010001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo, N.C.; Oliveira, S.J.C.; Ferreira, T.C.;
Lima, V.L.A.; Queiroz, A.J.P. &amp; Araújo, F.A.C. (2015) - Crescimento e produtividade
de milho fertilizado com manipueira como fonte alternativa de nutrientes. <i>Tecnologia
e Ciência Agropecuária</i>, vol. 9, n. 2, p. 31-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711850&pid=S0871-018X201900010001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barreto, M.T.L.; Magalhães, A.G.; Rolim, M.M.; Pedrosa, E.M.R.;
Duarte, A.S. &amp; Tavares, U.E. (2014) - Desenvolvimento e acúmulo de macronutrientes
em plantas de milho biofertilizadas com manipueira. <i>Revista Brasileira de Engenharia
Agrícola e Ambiental,</i> vol. 18, n. 5, p. 487–494.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662014000500004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662014000500004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711852&pid=S0871-018X201900010001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Botto, M.P.; Muniz, L.F.; Aquino, B. &amp; Santos,
A.B. (2017) - Produtividade da mamona Cultivar BRS nordestina fertilizada com urina
humana na agricultura de pequeno porte. <i>Revista AIDIS de Ingeniería y Ciencias
Ambientales: investigación, desarrollo y práctica</i>, vol. 10, n. 1, p. 113-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711853&pid=S0871-018X201900010001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Castoldi, G.; Costa, M.S.S.M.; Costa, L.A.M.;
Pivetta, L.A. &amp; Steiner, F. (2011) - Sistemas de cultivo e uso de diferentes
adubos na produção de silagem e grãos de milho. <i>Acta Scientiarum Agronomy</i>,
vol. 33, n. 1, p. 139-146.
<a href = "http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v33i1.766" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v33i1.766</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711855&pid=S0871-018X201900010001800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Conceição, A.A.; Rêgo, A.P.B.; Santana, H.; Teixeira,
I. &amp; Cordeiro Matias, A.G.C. (2013) - Tratamento de efluentes resultantes do
processamento da mandioca e seus principais usos. <i>Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade</i>,
vol. 4, n. 2, p. 118–130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711856&pid=S0871-018X201900010001800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Costa,
V.Z.B.; Gurgel, M.T.; Costa, L.R.; Alves, S.M.C.; Ferreira Neto, M. &amp; Batista,
R.O. (2014) - Efeito da aplicação de esgoto doméstico primário na produção de milho
no assentamento Milagres (Apodi-RN). <i>Revista Ambiente &amp; Água</i>, vol. 9,
n. 4, p. 738-751. <a href = "http://dx.doi.org/10.4136/ambi-agua.1417" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4136/ambi-agua.1417</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711858&pid=S0871-018X201900010001800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dantas, M.S.M.; Rolim, M.M.; Duarte, A.S.; Pedrosa, E.M.R.;
Tabosa, J.N. &amp; Dantas, D.C. (2015) - Crescimento do girassol adubado com resíduo
líquido do processamento de mandioca. <i>Revista Brasileira de Engenharia Agrícola
e Ambiental</i>, vol. 19, n. 4, p. 350–357.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v19n4p350-357" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v19n4p350-357</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711859&pid=S0871-018X201900010001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dantas, M.S.M.; Rolim, M.M.; Duarte, A.S.; Lima,
L.E. &amp; Silva, M.M. (2017) - Production and morphological components of sunflower
on soil fertilized with cassava wastewater. <i>Revista Ceres</i>, vol. 64, n. 1,
p. 77-82. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0034-737x201764010011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0034-737x201764010011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711860&pid=S0871-018X201900010001800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMPARN (2018) - <i>Milho Potiguar</i>. Empresa de Pesquisa
Agropecuária do Rio Grande do Norte, Caicó, RN. [cit. 2018.02.20].
&lt;<a href = "http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/EMPARN/DOC/DOC000000000017903.pdf" target = "_blank">http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/EMPARN/DOC/DOC000000000017903.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711861&pid=S0871-018X201900010001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fontoura, S.M.V. &amp; Bayer, C. (2009) - Adubação
nitrogenada para alto rendimento de milho em plantio direto na região Centro-Sul
do Paraná. <i>Revista Brasileira de Ciências do Solo</i>, vol. 33, n. 6, p. 1721-1732.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832009000600021" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832009000600021</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=711863&pid=S0871-018X201900010001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face =
Verdana size = 2>Gazola, D.; Zucareli, C.; Silva, R.R. &amp; Fonseca, I.C.B. (2014)
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    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.07.06</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.07.27</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.08.29</font></p>

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