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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17279</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Potencial fisiológico de sementes de duas cultivares de arroz em resposta ao stresse salino]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective was to evaluate the physiological quality of rice seeds of BRS AG and BRS Pampa under different saline levels. The seeds were subjected in four concentrations of sodium chloride (NaCl), zero, 50, 100, and 150 mM and the seed response to these variations were evaluated by germination, first count, seedling shoot and root length, dry weight, and respiratory activity. The experiment design was a completely randomized in factorial design, with two rice cultivars and four concentrations of NaCl. The experimental data were subjected to variance analysis and when significant, qualitative variables were compared by Tukey test at 5% probability and quantitative variables submitted to polynomial regression analysis. The germination of BRS AG seeds was less sensitive to salinity than BRS Pampa seeds. The growth of shoot and root and dry matter accumulation of seedlings of both rice cultivars is affected negatively for salt stress conditions. The respiratory activity of seeds of both cultivars is affected by excess salts in the hydration process.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Oryza sativa L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[salinidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[germinação]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[vigor]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Potencial fisiológico de sementes de duas cultivares de arroz em resposta ao stresse salino
</b></font></p>

 

 
    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Physiological potential of two rice seeds in response to salt stress</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Jerffeson Araujo Cavalcante</b>*, <b>Fernanda Reolon</b>,
<b>Caroline Leivas de Moraes</b>, <b>Ricardo Miotto Ternus</b>, <b>Raimunda Nonada Oliveira daSilva</b>,
<b>Andréa Bica Noguez Martins</b> e <b>Dario Munt de Moraes</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Departamento
de Fitotecnia/Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes/Faculdade
de Agronomia Eliseu Maciel/Universidade Federal de Pelotas. Capão do Leão/RS. Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:jerffeson_agronomo@hotmail.com">jerffeson_agronomo@hotmail.com</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade
fisiológica das sementes de arroz das cultivares BRS AG e BRS Pampa submetidas a
diferentes concentrações salinas. Foram utilizadas quatro concentrações de cloreto
de sódio (NaCl), zero, 50, 100 e 150mM e as respostas das sementes a essas variações
foram avaliadas pelos testes de germinação, primeira contagem de germinação, além
do comprimento e massa seca da parte aérea e da raiz e atividade respiratória. Utilizou-se
delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 4, sendo duas cultivares
de arroz e quatro concentrações de NaCl, respectivamente. Os dados foram submetidos
à análise de variância e quando significativos, as variáveis qualitativas foram
comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e as variáveis quantitativas
submetidas à análise de regressão polinomial. A germinação das sementes da cultivar
BRS AG mostrou-se menos sensível à salinidade do que as sementes da cultivar BRS
Pampa. O crescimento da parte aérea e da raiz e o acúmulo de massa seca das plântulas
de ambas as cultivares de arroz foram afetados negativamente em condições de stresse
salino. A atividade respiratória das sementes de ambas as cultivares foi afetada
pelo excesso de sais no processo de hidratação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b><i>Oryza sativa</i> L., salinidade, germinação, vigor.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective
was to evaluate the physiological quality of rice seeds of BRS AG and BRS Pampa
under different saline levels. The seeds were subjected in four concentrations of
sodium chloride (NaCl), zero, 50, 100, and 150 mM and the seed response to these
variations were evaluated by germination, first count, seedling shoot and root length,
dry weight, and respiratory activity. The experiment design was a completely randomized
in factorial design, with two rice cultivars and four concentrations of NaCl. The
experimental data were subjected to variance analysis and when significant, qualitative
variables were compared by Tukey test at 5% probability and quantitative variables
submitted to polynomial regression analysis. The germination of BRS AG seeds was
less sensitive to salinity than BRS Pampa seeds. The growth of shoot and root and
dry matter accumulation of seedlings of both rice cultivars is affected negatively
for salt stress conditions. The respiratory activity of seeds of both cultivars
is affected by excess salts in the hydration process.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b><i>Oryza sativa</i> L., salinity, germination,
vigor.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A procura por uma matriz energética correta tem sido um dos principais
desafios afrontados pelos países interessados em diminuir a dependência de combustíveis
fósseis, a fim de cumprir diversas exigências estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto,
de diminuir a emissão de gases que aceleram o efeito estufa (Carvalho, 2002; Salvi,
2016). Nessa busca, destaca-se a produção de biodiesel, a qual tem atraído considerável
atenção nas últimas décadas como uma alternativa renovável, tornando-se cada vez
mais importante por causar menor impacto ambiental, quando comparado aos derivados
do petróleo (Moncaleano-Escandon <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Uma das alternativas mais viáveis e aplicadas no mundo até o
momento é o uso do etanol, sendo o Brasil um destaque a nível mundial no desenvolvimento
dessa tecnologia. Contudo, esta tecnologia é baseada predominantemente na extração
da sacarose a partir da cana-de-açúcar, cultura de grande competitividade económica.
Além da sacarose, outra fonte de hidratos de carbono pouco difundida no Brasil,
mas utilizada em maior escala em países como Estados Unidos e França na produção
de etanol é o amido (Montesinos e Navarro, 2000).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante desse cenário, existe a busca constante por tecnologias
agrícolas para produção de grãos com maior percentagem de amido e que este seja
compatível com a extração de etanol de forma rentável. Nesse contexto, o arroz vem
assumindo papel de destaque, com grande potencial para a produção de etanol a partir
do amido, além de ser uma das espécies cultivadas de maior relevância agronómica
no Brasil.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Visando atender a essa
expectativa, após oito anos de pesquisa, a Embrapa Clima Temperado (Pelotas-RS)
desenvolveu a cultivar BRS AG, conhecida pelos pesquisadores como “gigante”, resultante
de um cruzamento envolvendo genes do genótipo introduzido SLG1 (superlargegrain)
(Takita, 1983), cujas características do grão como dimensões, textura farinácea,
conteúdo de amido e ausência de arista, além da alta capacidade produtiva, a diferenciam
das cultivares convencionais, surgindo assim como uma excelente fonte, seja para
alimentação animal diretamente, ou como matéria-prima para produção de biocombustível
no sul do Brasil.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Todavia como se
trata de uma nova cultivar, tem-se a necessidade de realizar diversos estudos relacionados
com a tolerância dessa cultivar aos stresses abióticos, com o propósito de avaliar
o seu comportamento em condições adversas, sendo tais estudos de suma importância
para o estabelecimento da cultivar BRS AG no mercado orizícola. Porém, o Sul do
Brasil enfrenta um problema eminente com o excesso de sais tóxicos na água de irrigação,
à qual as plantas são submetidas durante o seu desenvolvimento, especialmente no
Rio Grande do Sul, onde o sistema de irrigação ocorre principalmente por inundação
e a água utilizada para irrigação provém de rios abastecidos por lagoas costeiras,
podendo conduzir à saliniza­ção dos solos que possuem drenagem inadequada, impedindo
a remoção do sal por lixiviação (Harter <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em geral, as plantas são mais sensíveis à salinidade durante
a germinação e nos primeiros estágios de crescimento, afetando a percentagem de
germinação e o índice de velocidade de germinação das sementes (Barreto <i>et al</i>.,
2010). É de fundamental importância o conhecimento dos efeitos dos sais na planta
e no solo, quando se pretende adotar práticas de manejos adequados da água e de
cultivo (Gheyi <i>et al</i>., 2010).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Assim, por se tratarem de novas cultivares, que carecem de novos estudos, objetivou-se
avaliar a qualidade fisiológica das sementes de arroz das cultivares BRS AG e BRS
Pampa submetidas a diferentes concentrações salinas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAIS E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A pesquisa foi desenvolvida
no Laboratório de Fisiologia de Sementes do Departamento de Botânica da Universidade
Federal de Pelotas (UFPel). Foram utilizadas sementes das cultivares BRS Pampa e
BRS AG desenvolvidas pela Embrapa Clima Temperado, Pelotas, Rio Grande do Sul.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente
casualizado, em esquema bifatorial 2 x 4 (2 cultivares x 4 concentrações de NaCl),
com três repetições para cada tratamento,sendo as sementes submetidas às concentrações
de zero (controle), 50, 100 e 150 mM de cloreto de sódio (NaCl).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Teste de germinação (G)</b> foi conduzido com três repetições,
sedo cada repetição composta por quatro subamostras de 50 sementes, utilizando-se
como substrato rolo de papel para germinação (germitest<sup>®</sup>), humedecido
com 2,5 vezes o seu peso seco com água destilada (controle) e com solução de NaCl
nas concentrações de 50, 100 e 150 mM. Asavaliações das plântulas normais foram
realizadas aos 14 dias após a sementeira (DAS) e os resultados expressos em percentagem
de germinação (Brasil, 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Primeira contagem da germinação (PCG)</b> foi realizada aos cinco dias a
partir da sementeira, sendo conduzido juntamente com o teste de germinação e os
resultados foram expressos em percentagem de plântulas normais (Brasil, 2009).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Índice de velocidade de germinação (IVG)</b>
foi conduzido conjuntamente com o teste de germinação, realizando-se contagens diárias
a partir da protrusão de 3 mm da radícula pelo tegumento da semente, até que o número
de plântulas germinadas permanecesse constante. O último dia de contagem para este
teste foi o mesmo prescrito pelas Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009),
para o teste de germinação. O cálculo da velocidade de germinação (IVG) foi efetuado
de acordo com Maguire (1962).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Comprimento
da parte aérea (CPA) e das raízes (CR)</b>foi determinado em 20 sementes distribuídas
em duas linhas (10 sementes linha<sup>-1</sup>) traçadas no terço superior de duas
folhas de papel germitest<sup>®</sup>, previamente humedecidas em água e soluções
salinas com quantidade equivalente a 2,5 seu peso seco (Nakagawa, 1999). Posteriormente
foram confecionados rolos que foram acondicionados em germinadores a 25 °C. Após
cinco dias, foram selecionadas ao acaso 10 plântulas de cada subamostra das três
repetições nos quatro níveis de salinidade. A medição do comprimento da parte aérea
e das raízes foi obtida com auxílio de um paquímetro de precisão e os resultados
expressos em mm plântula<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Massa seca da parte aérea (MSPA) e da raiz (MSR)</b> foi obtida na primeira
contagem de germinação, pela média de 10plântulas selecionadas por repetição para
as medidas de comprimento apóssecagem em estufa a 70 ± 1°C até massa constante,
sendo os resultados expressos em mg plântula<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Atividade Respiratória (AR) </b>foi determinada a partir
de metodologia adaptada de Moraes <i>et al</i>. (2012), utilizando três repetições
com 4 g de sementes, devidamente embebidas durante 24, 36, 48 e 96 h em água destilada
e nas diferentes concentrações de NaCl (50, 100 e 150 mM). A medida da liberação
de CO<sub>2</sub> das sementes foi realizada em aparelho de <i>Pettenkofer</i>,
constituído por dois frascos lavadores de gases contendo hidróxido de sódio (NaOH),
cuja finalidade foi reter o CO<sub>2</sub> do ar do ambiente, um frasco para armazenamento
das sementes isento de CO<sub>2</sub> do ar ambiente e um frasco contendo hidróxido
de bário (BaOH), cuja função é reagir com o CO<sub>2</sub> proveniente da atividade
respiratória das sementes resultando na formação de um precipitado branco de carbonato
de bário (BaCO<sub>3</sub>), posteriormente quantificado por titulação. Os frascos
foram interligados por mangueira de silicone e está acoplada a uma trompa aspiradora
de ar. O fluxo de ar foi regulado por meio de uma torneira, de modo que permitiu
regular a velocidade do ar por meio da contagem de bolhas formadas nos frascos.Após
os referidos períodos de permanência no aparelho, foram coletadas três alíquotas
de BaCO<sub>3</sub> em cada repetição, adicionadas duas gotas de fenolftaleína e
submetidas a titulação com ácido clorídrico (HCl) 0,1N. No ponto de viragem, foi
registrado o volume de HCl gasto em cada uma das repetições, que foi diretamente
relacionado com a quantidade de CO<sub>2</sub> fixado pela solução de BaOH,uma vez
que o dióxido de carbono fixado é proveniente do seu processo de respiração.O cálculo
final da atividade respiratória foi realizado com base na média de quatro repetições,
cujo resultado foi expresso em quantidade de CO<sub>2</sub> liberado por grama de
semente por hora (&#956;g CO<sub>2</sub> liberado g<sup>-1</sup> semente h<sup>-1</sup>),
utilizando-se a equação AR: N x D x 22, sendo N correspondente à normalidade do
ácido usado (HCl 0,1N); D é adiferença entre os volumes de HCl gastos na titulação
da Prova em Branco e da Amostra e 22 é o peso molecular equivalente a meia molécula
de CO2 para a atividade respiratória (AR) determinada no aparelho de <i>Pettenkofe</i>r.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Índice de Tolerância ao stresse salino</b>
foi determinado de acordo com metodologia proposta por Argentel <i>et al</i>. (2010)
e González <i>et al</i>. (1999). Decorridos cinco dias após a germinação, o comprimento
da parte aérea (CPA), comprimento de raiz (CR) e a acumulação de massa seca total
(MST) foram utilizadas para determinar o índice de tolerância ao stresse (ITE),
calculado seguindo a fórmula:ITE = (Yc x Ys)/(Yc)<sup>2</sup>, onde Yc representa
o valor avaliado em substrato não-salino e Ys é o valor avaliado em substrato salino.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados foram submetidos à análise
de variância (p&lt;0,05) e, quando significativos, as variáveis qualitativas foram
comparadas pelo teste F a 5% de probabilidade de erro e as variáveis quantitativas
submetidas à análise de regressão polinomial. Para a atividade respiratória foram
construídos gráficos do tipo curvas de superfície resposta utilizando-se o programa
R<sup>®</sup>, versão 3.1.1. e o pacote de dados “ExpDes.pt” (R Core Team, 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Considerando
o estudo dos fatores isolados, houve efeito significativo para todas as variáveis,
independente do fator analisado (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Relativamente à interação entre os fatores
principais, cultivar (BRS Pampa e BRS AG) e concentrações de cloreto de sódio (NaCl),
apenas apresentaram efeito significativo as variáveis germinação, primeira contagem
de germinação e comprimento da parte aérea.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando os dados de germinação por meio da
análise de regressão linear, foi observado efeito significativo para ambas as cultivares
de arroz (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>). Na ausência de salinidade (controle), as sementes das cultivares
BRS AG e BRS Pampa apresentaram média de germinação de 91 e 85%, respectivamente
(<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>). No entanto, estes valores não se mantiveram quando foi adicionado NaCl,
caracterizando o efeito significativo como comportamento linear dos tratamentos
salinos, afetando negativamente a germinação das sementes com o aumento graduadas
concentrações. Por outro lado, mesmo reduzindo a percentagem de germinação, as sementes
da cultivar BRS AG mantiveram valores de germinação de 85% até concentrações de
100 mM NaCl (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>), permanecendo dentro dos padrões legais estabelecidos pela
lei de comercialização de sementes (Brasil, 2005), mesmo em condições adversas.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Ainda na <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>, observou-se no tratamento
com150 mM NaCluma redução na germinação de 23% para a cultivar BRS AG e 35%para
a cultivar BRS Pampa, quando comparado à qualidade fisiológica inicial das sementes.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A redução na percentagem de germinação das sementes
pode estar relacionada com a seca fisiológica produzida, pois quando existe aumento
da concentração de sais no meio germinativo, há uma diminuição do potencial osmótico
e, consequentemente, uma redução do potencial hídrico. Esta redução pode afetar
o processo de absorção de água pelas sementes, elevando a níveis tóxicos a concentração
de iõesno embrião. Esse efeito pode ainda ser atribuído à restrição imposta à divisão
e ao alongamento celular, bem como, a mobilização das reservas indispensáveis à
ocorrência do processo germinativo (Betoni <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A primeira contagem da germinação, avaliada cinco dias após
a sementeira (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>), caracterizou o efeito do stresse salino no retardo da
germinação, onde, a partir das concentrações maiores que 50mM de NaCl foi observada
tendência de redução para esta variável.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Desta forma, assim como na avaliação final realizada para o teste de germinação
(<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>), as sementes de ambas as cultivares apresentaram o mesmo comportamento
linear, porém, as sementes da cultivar BRS Pampa apresentaram uma redução mais acentuada
em relação às sementes da cultivar BRS AG, para esta variável. O tempo de exposição
e permanência das sementes sob condições adversas são fatores de grande importância
que afetam a germinação. Assim, em condições desfavoráveis, o tempo de germinação
tende a aumentar até que as sementes possam desenvolver mecanismos de adaptação
(Barroso, 2010).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Resultados semelhantes
foram observados por Larré <i>et al</i>. (2011) ao avaliar o efeito do tratamento
na qualidade fisiológica de sementes de arroz submetidas a solução salina de 100
mM, no qual foi verificado uma redução significativa da germinação devido ao efeito
deletério do excesso de sal. Já Lima <i>et al</i>. (2005), trabalhando com sementes
de diferentes cultivares de arroz, verificaram decréscimo na germinação em todas
as cultivares, em função do aumento na concentração salina, atribuindo à salinidade
o efeito negativo sobre o crescimento de plântulas normais e a diminuição do vigor
das sementes de arroz.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Ao contrário
do que foi observado para a germinação e primeira contagem de germinação, não houve
interação entre os fatores principais para o índice de velocidade de germinação.
No entanto, quando as sementes de ambas as cultivares foram submetidas ao stresse
salino apresentaram comportamento linear, diminuindo gradativamente a velocidade
de germinação com o aumento da concentração de NaCl (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1 C</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Esse facto pode estar relacionado com a velocidade de absorção
de água pelas sementes, que decresce com a redução do potencial hídrico, aumentando
no período necessário para atingir o teor mínimo de água exigido para o início do
processo germinativo (Wu <i>et al.</i>, 2015). Considerando que as soluções salinas
retêm água e reduzem o potencial hídrico, consequentemente a água torna-se cada
vez menos acessível (Nasri <i>et al.</i>, 2016). Contudo, as cultivares mais tolerantes
têm o seu vigor menos afetado, proporcionando maior velocidade de germinação e número
de plântulas normais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Trabalhando
com sementes de cevada, Silva <i>et al</i>. (2007), constataram que concentrações
de NaCl acima de 15 mM provocam efeito negativo sobre o índice de velocidade de
germinação. Esses mesmos autores verificaram que diferentes genótipos podem apresentar
o mesmo comportamento, com perda de vigor quando submetidos a diferentes salinidades,
todavia, os genótipos podem apresentar diferentes níveis de tolerância ao stresse.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando o comprimento da parte aérea (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f2.jpg" target = "_blank">Figura
2A</a>), através do ajuste das retas de regressão para as duas cultivares, foi observado
que as mesmas apresentaram tendência semelhante nos tratamentos estabelecidos. Nas
plântulas do tratamento controle os valores observados entre as duas cultivares
apresentaram diferença, porém, com a aplicação do NaCl e o aumento das suas concentrações,
houve redução constante do comprimento da parte aérea. Já para o comprimento da
raiz (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>), observou-se que as cultivares apresentaram o mesmo comportamento,
no entanto, o crescimento radicular foi afetado negativamente pelas concentrações
de NaCl, principalmente nas concentrações mais elevadas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em trabalho realizado por Lemes <i>et al</i>. (2016), avaliando
a qualidade fisiológica de sementes de arroz da cultivar IRGA 424 submetidas a diferentes
concentrações de NaCl, constataram que concentrações de apenas 4 e 8 mM foram capazes
de reduzir significativamente o desenvolvimento da parte aérea e da raiz nessa cultivar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste trabalho, em resposta à redução do crescimento das plântulas,
a salinidade também afetou a produção de massa seca de ambas as partes das plântulas
nas duas cultivares de arroz (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>). Com o acréscimo das concentrações salinas
houve redução linear constante na produção de massa seca, tanto na parte aérea (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f3.jpg" target = "_blank">Figura
3A</a>) como nas raízes (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3B</a>) para ambas as cultivares. Estes resultados demonstram
que elevadas concentrações de sal afetam significativamente o desenvolvimento normal
das plântulas de arroz,embora, através do ajuste das retas de regressão, as duas
cultivares tenham apresentado a mesma tendência, porém com valores diferentes, tendo
a cultivar BRS AG apresentado maiores valores, em todas as concentrações, em relação
à cultivar BRS Pampa.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Quando algum
tecido vegetal, principalmente da semente ou da raiz é submetido a concentrações
salinas mais elevadas, o stresse salino provoca redução no crescimento das plântulas,
como observado para as duas cultivares de arroz. Este facto pode ser atribuído à
redução na absorção de água, limitando a hidrólise das macromoléculas (reservas
nutritivas) a partir de tecidos de armazenamento, bem como devido à translocação
ininterrupta das reservas das sementes para o eixo embrionário em desenvolvimento
(Khan e Panda, 2008). Em trabalho realizado por Lima <i>et al.</i> (2005) com sementes
de arroz, verificaram que a presença de cloreto de sódio não interferiu na massa
seca das plântulas nos estágios iniciais de desenvolvimento, sendo que, normalmente,
em plantas sensíveis à salinidade ocorre diminuição da taxa de emergência e redução
nas matérias fresca e seca da parte aérea e do sistema radicular.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Fatores como temperatura, potencial hídrico e qualidade fisiológica
das sementes interferem diretamente na taxa respiratória. Em relação à atividade
respiratória das sementes de arroz da cultivar BRS AG (<a href = "#f4">Figura 4A</a>) observou-se, na
fase inicial da hidratação das sementes (30 horas), redução na atividade respiratória
para todas as concentrações em que as mesmas foram submetidas. Todavia, após 50
horas de hidratação, ocorreu um aumento gradual na respiração das sementes até às
90 horas, independente da concentração de NaCl. É importante relatar que a respiração
das sementes, segundo Aghamir <i>et al</i>. (2015), é rapidamente ativada, uma vez
que a semente inicia o processo de embebição a partir do momento em que atinge 30%
a 35% de água.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O pico máximo de
respiração das sementes da cultivar BRS AG ocorreu entre as concentrações de 50
e 100 mM, no período de 80 a 90 horas (<a href = "#f4">Figura 4A</a>). O aumento na atividade respiratória
das sementes pode estar associado ao facto de que as espécies, como característica
natural, utilizam estratégias que possibilitem o estabelecimento no ambiente o mais
rápido possível, aproveitando as condições mínimas favoráveis para o seu desenvolvimento
(Pelegrini <i>et al</i>., 2013). Uma vez que a respiração é um processo bioquímico
no qual libera e conserva energia na forma de ATP, podendo ser prontamente utilizado
para a manutenção e o desenvolvimento da planta ou da semente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Contudo, mesmo com o aumento na atividade respiratória,
nas concentrações mais elevadas, tal comportamento não foi suficiente para manter
a germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>), o crescimento inicial (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>) e a acumulação de massa
seca (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>) das plântulas, semelhante aos resultados obtidos quando as sementes
da cultivar BRS AG foram semeadas na ausência de salinidade. A diminuição da qualidade
fisiológica das sementes pode estar associada ao processo oxidativo de compostos
orgânicos utilizados como substrato pela respiração para produzir energia e compostos
secundários (Taiz <i>et al.</i>, 2017). Caso a produção de ATP durante a respiração
seja insuficiente para manter o crescimento vegetal, menos reservas serão disponibilizadas
para nutrir o embrião da semente e consequentemente menor acumulação de massa seca
pelas partes da plântula..</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para
as sementes da cultivar BRS Pampa, assim como para as sementes da cultivar BRS AG,
independente da concentração de NaCl, observou-se uma leve queda na atividade respiratória
das sementes logo após os instantes iniciais da hidratação, porém, à medida que
as sementes passaram a ser submetidas a um maior tempo de hidratação a atividade
respiratória passou a aumentar gradativamente até ao período entre 80 e 90 horas,
passando novamente a diminuir após esse período.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O período e a concentração de NaCl em que as sementes da cultivar BRS Pampa
apresentam maior atividade respiratória (<a href = "#f4">Figura 4B</a>), coincidem com o que foi observado
para as sementes da cultivar BRS AG (<a href = "#f4">Figura 4A</a>). No entanto, a atividade respiratória
das sementes da cultivar BRS Pampa foi menos intensa. Mesmo apresentando o mesmo
comportamento, as sementes da cultivar BRS Pampa apresentaram menor atividade respiratória,
demonstrando que, iniciado o processo de embebição, provavelmente ocorre um prolongamento
do tempo para a síntese de novos RNAs e reparo de DNA (Dode <i>et al</i>., 2012),
originando assim menor atividade respiratória do que nas sementes da cultivar BRS
AG.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Através do índice de tolerância ao stresse (<a href = "#q2">Quadro
2</a>), avaliado pelo comprimento da parte aérea, constatou-se que a cultivar BRS AG
apresentou maior tolerância ao stresse salino em relação à cultivar BRS Pampa. Schroeder
<i>et al.</i> (2013) afirmam que as diferenças entre os valores de comprimento da
parte aérea têm sido consideradas como um indicador importante para a avaliação
da tolerância à salinidade em muitas espécies de plantas, incluindo o arroz e o
trigo. Contudo, não se verificou diferença no índice de tolerância ao stresse salino
entre as cultivares, quando se consideraram as variáveis comprimento da raiz e massa
seca total das plântulas.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a19q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes de arroz da cultivar BRS AG apresentam maior tolerância
à salinidade na germinação do que as sementes da cultivar BRS Pampa, quando submetidas
às mesmas condições.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O comprimento
da parte aérea e da raiz e a acumulação de massa seca das plântulas de ambas as
cultivares de arroz são afetados negativamente em condições de stresse salino.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A atividade respiratória das sementes de ambas
as cultivares é influenciada pelo excesso de sais no processo de hidratação, promovendo
variações ao longo do tempo de hidratação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de tolerância ao stresse forneceu informações relevantes quanto
à suscetibilidade da cultivar BRS AG ao stresse salino, sendo um indicativo de que
essa cultivar apresenta maior tolerância à salinidade do que a cultivar BRS Pampa.</font></p>


    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aghamir, F.; Bahrami, H.A.; Malakouti, M.J. &amp; Eshgh, S. (2015) -Magnetized
water effects on seed germination and seedling growth of corn (<i>Zea mays </i>L.)
under saline conditions. <i>American Journal of Life Science Researches, </i>vol.
3, n. 2, p. 184-195.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712136&pid=S0871-018X201900010002000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Argentel, L.;
González, L.M. &amp; Fonseca, I. (2010) - Absorción de agua, germinación y crecimiento
del trigo (<i>Triticum aestivum </i>L., variedad Cuba-C-204) en condiciones de salinidad.
<i>Centro Agrícola, </i>vol. 37, n.1, p. 43-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712138&pid=S0871-018X201900010002000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barreto, H.B.F.; Freitas, R.M.O.; Oliveira, L.A.A.; Araujo,J.A.M. &amp;
Costa, E.M. (2010) - Efeito da irrigação com água salina na germinação de sementes
de sábia (<i>Mimosa caesalpiniifoli</i>a Benth). <i>Revista Verde</i>, vol. 5, n.
3, p. 125-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712140&pid=S0871-018X201900010002000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barroso, C.M.; Franke,
L.B. &amp; Barros, I.B.I. (2010) - Substrato e luz na germinação das sementes de
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Betoni, R.; Scalon, S.P.Q. &amp; Mussury, R.M.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622011000400004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622011000400004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712144&pid=S0871-018X201900010002000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2005) – <i>Brasil. Instrução Normativa nº 9, de 02 de junho de 2005</i>. Normas para Produção, Comercialização
e Utilização de Sementes. Brasília: Diário Oficial da União, 10 jun. 2005</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2009) - <i>Regras para análise de sementes</i>.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 395 p.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, E.P. (2002) - Na contramão de Kyoto. <i>Folha
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dode, J.S.; Meneghello, G.E.; Moraes, D.M. &amp;
Peske, S.T. (2012) - Teste de respiração para avaliar a qualidade fisiológica de
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222012000400021" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222012000400021</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712149&pid=S0871-018X201900010002000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">González, L.M. &amp; Ramírez, R. (1999) - La absorción de agua
por las semillas de arroz a altas concentraciones salinas, como posible indicador
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gheyi, H.R.; Dias, N.S. &amp; Lacerda,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Harter, L.S.H.;
Harter, F.S.; Deuner, C.; Meneghello, G.E. &amp; Vilella, F.A. (2014) -Salinidade
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NaCl-salinity stress. <i>Acta Physiologiae Plantarum</i>, vol. 30, p. 81-89. <a href = "https://doi.org/10.1007/s11738-007-0093-7" target = "_blank">https://doi.org/10.1007/s11738-007-0093-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712155&pid=S0871-018X201900010002000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Larré, C.F.; Moraes, D.M. de &amp; Lopes, N.F.
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de; Leitzke, I.D.; Meneghello, G.E. &amp; Barros, C.S.A. (2016) - Productivity and
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, M.G.S.; Lopes, N.F.; Moraes, D.M. de &amp;
Abreu, C.M. (2005) - Qualidade fisiológica de sementes de arroz submetidas a estresse
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in selection and evaluation for seedling emergence and vigor. <i>Crop Science</i>,
vol. 2, n. 2, p. 176-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712160&pid=S0871-018X201900010002000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moncaleano-Escandon,
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