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<article-id>S0871-018X2019000100022</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17294</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Crescimento de algodoeiro colorido cv. BRS Topázio em solos com distintas salinidades e adubação orgânica]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Colored cotton growth cv. BRS Topaz on soils with different salinities and organic fertilization]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciência e Tecnologia Agroalimentar ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Naturally colored fiber cotton has been attracting interest from producers and consumers in Brazil and around the world, with a view to being a growing market with great socioeconomic potential for labor, employment and a source of raw material for industry textile. Regarding the above, the objective was to evaluate the growth and phytomass production of cotton cv. BRS Topaz cultivated in soils of different PSTS and doses of bovine manure under protected environment conditions in CCTA/UFCG. The experimental design was a randomized complete block design in a 5 x 4 factorial scheme with three replicates, and the treatments were composed of five percent exchangeable sodium (PST) (8.84, 12.55, 18.80, 28.80 and 38.80%) associated to the goat manure factor, being 0, 5, 10 and 15% of the volume of the pot. The PST from 24% affects the leaf area and the fresh and dry leaf has its production reduced from the PST of 38.14 and 32.60% respectively.Fertilization with bovine manure promotes an increase in growth and phytomass production of cotton cv. BRS Topaz. There was no interaction between the percentage of exchangeable sodium and doses of bovine manure on the variables under study.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Algodão colorido]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[esterco caprino]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Gossypium hirsutum L.]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Gossypium hirsutum L.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Crescimento de algodoeiro colorido cv.
BRS Topázio em solos com distintas salinidades e adubação orgânica</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Colored cotton growth cv. BRS Topaz on soils with different salinities and
organic fertilization</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Joicy L. Barbosa</b><sup>*</sup>, <b>Reginaldo G. Nobre</b>, <b>Leandro de P. Souza</b>,
<b>Luana Lucas de S. A. Veloso</b>, <b>Elcimar Lopes da Silva</b> e <b>Maria Amanda Guedes</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Centro de Ciência e Tecnologia Agroalimentar, Universidade
Federal de Campina Grande, Pombal, Paraíba, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:joicy.barbosa@gmail.com">joicy.barbosa@gmail.com</a>)</i></font></p>

 
<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O algodão de fibra naturalmente colorida vem despertando interesse dos
produtores e consumidores no Brasil e no mundo, tendo em vista ser um mercado crescente,
com grande potencial socioeconômico para fixação de mão de obra, geração de empregos
e fonte de matéria-prima para a indústria têxtil. Diante do exposto, objetivou-se
avaliar o crescimento do algodoeiro cv. BRS Topázio cultivado em solos de distintas
sodicidades e adubação orgânica em condições de ambiente protegido no CCTA/UFCG.
Usou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, em esquema fatorial 5 x
4, com três repetições, sendo os tratamentos compostos de cinco percentagens de
sódio trocável (PST) (8,84; 12,55; 18,80; 28,80 e 38,80%) associado ao fator níveis
de esterco caprino, sendo 0; 5; 10 e 15% em base de volume do vaso. A PST a partir
de 24% afeta a área foliar e a produção de matéria fresca tem sua produção reduzida
a partir da PST de 38,14% e seca de folha tem sua produção reduzida a partir da
PST de 32,60%. A adubação com esterco caprino até 15% promove incremento nas variáveis
de crescimento e produção de fitomassa do algodoeiro cv. BRS Topázio. Não houve
interação entre os fatores percentagem de sódio trocável e doses de esterco caprino
sobre as variáveis em estudo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras–chave:</b>Algodão colorido, esterco caprino <i>Gossypium hirsutum</i> L.,</font></p>

<hr noshade size = 1>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Naturally colored fiber cotton has been attracting interest
from producers and consumers in Brazil and around the world, with a view to being
a growing market with great socioeconomic potential for labor, employment and a
source of raw material for industry textile. Regarding the above, the objective
was to evaluate the growth and phytomass production of cotton cv. BRS Topaz cultivated
in soils of different PSTS and doses of bovine manure under protected environment
conditions in CCTA/UFCG. The experimental design was a randomized complete block
design in a 5 x 4 factorial scheme with three replicates, and the treatments were
composed of five percent exchangeable sodium (PST) (8.84, 12.55, 18.80, 28.80 and
38.80%) associated to the goat manure factor, being 0, 5, 10 and 15% of the volume
of the pot. The PST from 24% affects the leaf area and the fresh and dry leaf has
its production reduced from the PST of 38.14 and 32.60% respectively.Fertilization
with bovine manure promotes an increase in growth and phytomass production of cotton
cv. BRS Topaz. There was no interaction between the percentage of exchangeable sodium
and doses of bovine manure on the variables under study.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: Colored cotton, manure goat, <i>Gossypium hirsutum</i> L., </font></p>

 
<hr noshade size = 1>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cotonicultura
tem se destacado como uma das atividades agrícolas de maior importância para o agronegócio
brasileiro, tal fato deve-se ao crescente desenvolvimento de pesquisas objetivando
o aumento da eficiência produtiva nas regiões semiáridas, associado a obtenção de
novos materiais vegetais, a exemplo de cultivares de algodoeiros de fibra naturalmente
colorida (Oliveira <i>et al.,</i> 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A região semiárida do nordeste brasileiro é caracterizada por reduzidos volumes
de precipitações pluviométricas e altas taxas de evaporação ocasionando naturalmente,
um déficit hídrico que limita o crescimento, o desenvolvimento e a produção das
culturas sob condições naturais, ou seja, a exploração agrícola racional só se torna
possível a partir do uso da irrigação (Medeiros <i>et al.,</i> 2012), entretanto,
o manejo inadequado da irrigação associados a drenagem deficiente nestas regiões,
pode favorecer ao acumulo de sais no solo, de forma a comprometer a exploração agrícola.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A salinização e/ou sodificação são processos decorrentes
do acúmulo de sais no solo, que tem gerado preocupações aos agricultores de todo
o mundo principalmente nas regiões áridas e semiáridas onde esses problemas tem
sido incrementado devido as condições geológica predominante, a má distribuição
das chuvas, a drenagem deficiente e a exploração agrícola inadequada (Pedrotti <i>et
al.,</i> 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além da importância
da irrigação para exploração agrícola racional, a adubação mineral e/ou orgânica
favorecem os cultivos, neste sentido o uso de esterco surge como uma alternativa
importante pois, auxilia melhoria das propriedades químicas e físicas do solo, atuando
no fornecimento de nutrientes às culturas, na agregação do solo, infiltração, retenção
de água e arejamento do solo (Dias <i>et al.,</i> 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Desta forma, a adubação orgânica pode desempenhar papel
imprescindível na mitigação dos efeitos depressivos dos sais, principalmente o sódio,
às plantas devido à ação positiva nas características físicas e químicas do solo
(Abreu <i>et al., </i>2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante
o exposto, objetivou-se com esta pesquisa avaliar o crescimento e produção de fitomassa
do algodoeiro de fibra naturalmente colorida cultivado em solos salino-sódico, tratado
com gesso agrícola e esterco caprino.</font></p>
 


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi conduzido no ano de 2015 em condição de
ambiente protegido (estufa) pertencente ao Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar
da Universidade Federal de Campina Grande (CCTA/UFCG), cidade de Pombal, PB nas
coordenadas geográficas 6º47’20’’ S e 37º48’01’’ W, e altitude média de 144 m.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos foram compostos a partir da combinação
de dois fatores: solo com distintas percentagens de sódio trocável (PST<sub>1 </sub>–
8,84; PST<sub>2 </sub>– 12,55; PST<sub>3 </sub>–18,80; PST<sub>4</sub> – 28,80 e
PST<sub>5</sub> – 38,80%), associado ao fator esterco caprino, sendo 0; 5; 10 e
15% em base de volume do vaso. Os tratamentos foram distribuídos em delineamento
em blocos casualizados, em esquema fatorial 5 x 4, com três repetições, perfazendo
um total de sessenta unidades experimentais distribuídas em espaçamento de 0,8 m
entre filas duplas, 0,6 m entre linhas e 0,3 m entre plantas dentro da mesma linha.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O material
de solo utilizado no experimento foi coletado na profundidade de 0-30 cm, de uma
área localizada no perímetro irrigado de São Gonçalo, Sousa-PB, no Vale do Rio Piranhas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os solos
com distintas PST foram obtidas a partir de um solo salino-sódico com PST inicial
de 88,67% e CEa de 4,7 dS m<sup>-1</sup>,cujas características físicas e químicas
(<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>) foram determinadas no Laboratório de Solos e Nutrição de Plantas do CCTA/UFCG,
segundo metodologia proposta por Claessen (1997).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No
processo de obtenção das distintas PST, misturaram-se quantidades pré-definidas
de gesso agrícola ao material solo de acordo com a PST desejada. Essas quantidades
foram determinadas conforme Pizzarro (1978), sendo expressa na equação 1.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dg = [(PST<sub>i</sub> - PST<sub>f</sub>) x CTC
x PE x h x Ds] / 100                            Eq. 1.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sendo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dg: Dose
teórica de corretivo, kgha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">PST<sub>i</sub> e PST<sub>f</sub>: percentagem de sódio trocável inicial
e desejada, respectivamente, %.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">CTC:
capacidade de troca de cátions do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">PE: peso equivalente do elemento ou composto usado como corretivo;</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">h: profundidade do solo a ser recuperado (cm).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ds: densidade global do solo, gcm<sup>-3</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O material de solo foi misturado
com as distintas doses de gesso visando a obtençãode solos com cinco PST diferentes
e, na sequência, a mistura foi acondicionada em tambores de 200 L de capacidade.
Posteriormente aplicou-se o volume de água pré-determinado, para favorecer a solubilidade
do gesso e reação do corretivo no solo, deixando-se incubada por um período de 40
dias. Após o período de incubação, o material de solo contido em cada tambor foi
posto para secar ao ar e na sequência, o material foi peneirado e coletado uma amostra
de cada material de solo para verificar a eficácia do processo de recuperação e/ou
redução da PST inicial do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Utilizou-se
para a sementeira e condução das plantas, lisímetros de drenagem de 12 L de capacidade,
preenchidos com 1 kg de brita (nº zero) seguido de 1 kg de areia a qual cobria a
base do lisímetro, visando favorecer a drenagem; na sequência foram colocados 10
L do material de solo (distintas PST conforme tratamentos). Cada lisímetro possuía2
furos em&nbsp;sua base permitindo a drenagem e, abaixo deles, um microtubo (1 cm
de diâmetro) conectando sua base uma garrafa plástica (2 L de capacidade) onde era
feito o&nbsp;acompanhamento do volume drenado, a estimativa do consumo de água pela
cultura e a determinação da CE e pH da água de drenagem.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os distintos níveis de esterco foram misturados ao material
solo no momento do preenchimento dos vasos, sendo incorporados 0, 5, 10 e 15% de
esterco caprino curtido e peneirado, com base de volume do vaso, na camada superior
do solo (5 cm).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As vésperas do semeio
o solo foi colocado em capacidade de campo e, após a semeadura, fez-se irrigações
diárias às 7:00 e 17:00 horas, aplicando-se em cada vaso água proveniente de sistema
de abastecimento local (0,3 dS m<sup>-1</sup>). As irrigações eram realizadas com
base no balanço hídrico, estimado pela diferença entre volume aplicado e volume
drenado, acrescido de 10% de fração de lixiviação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Utilizou-se como material vegetal o algodoeiro de fibra naturalmente
colorida, cv. BRS Topázio, onde segundo EMBRAPA (2011) são plantas com altura média
de 116 cm, fibra de coloração marrom claro, com alto rendimento de fibra (43,5%
em média), alta uniformidade (85,2%) e elevada resistência (31,9 gf/tex), conferindo
excelentes características, comparável às cultivares de fibras branca e superior
às demais de fibras coloridas. Outrossim, a produtividade média sob condição de
irrigação é de 2.825 kg ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semeadura foi realizada em 01 de dezembro de 2015, colocando-se cinco sementes
por vaso a uma profundidade de 2 cm e distribuídas de forma equidistantes. Após
a emergência das plântulas foram realizados desbastes a fim de deixar apenas uma
planta por vaso, a mais vigorosa, evitando a competição entre as mesmas.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A adubação com K (150 mg kg<sup>-1</sup>) foi
realizada conforme recomendações de Novais <i>et al.</i> (1991), sendo aplicado
em fundo apenas 1/3 e dois terços restantes aplicados em cobertura via água de irrigação,
respectivamente, na forma cloreto de potássio, em intervalos de oito dias, a partir
de 25 dias após o semeio (DAS). A adubação com P (300 mg kg<sup>-1</sup>) foi realizada
apenas em fundo, utilizando-se o superfosfato simples (Novais <i>et al.</i> 1991).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Semanalmente eram realizadas mondas
manuais com o intuito de eliminar as plantas daninhas e, assim, evitar possíveis
problemas nutricionais, em consequênciada concorrência entre as plantas daninhas
e a cultura instalada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o controle
fitossanitário foram realizadas pulverizações utilizandoinseticida Dimetoato na
concentração de 1,5 mlL<sup>-1</sup> para controle de mosca branca de acordo com
recomendação do fabricante. As pulverizações eram realizadas às 17 horas, como forma
de amenizar a ocorrência de morte de insetos polinizadores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Avaliou-se os efeitos dos distintos tratamentos sobre o
algodoeiro cv. BRS Topázio após o ciclo de produção aos 200 DAS a partir das variáveis,altura
de planta (AP) (cm), diâmetro do caulinar (DC) (mm), número de folhas (NF), área
foliar (AF), fitomassa fresca (FFC) e seca de caule (FSC), fitomassa fresca (FFF)
e seca de folha (FSF).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A AP foi mensurada
medindo-se a distância entre o colo e o ponto de inserção da folha mais nova; o
DC foi determinado com um paquímetro digital, verificando-se, o colo da planta,
a 3 cm acima do nível do solo;na contagem das folhas, foram consideradas apenas
folhas com comprimento superior a 2 cm, e que tinham mais de 50% de sua área fotossinteticamente
ativa.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na estimativa da área foliar
da planta (AF), foram tomadas medidas do comprimento da nervura principal de cada
folha (cm), considerando apenas as folhas com comprimento mínimo de 2 cm e com no
mínimo 50% de sua área fotossinteticamente ativa. A área foliar foi obtida de acordo
com a metodologia de Grimes &amp; Carter (1969), a partir da equação 2:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Y= 0,4322x<sup>2,3002</sup>                                                          
Eq. 2.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">onde.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Y= área foliar por folha cm<sup>2</sup>); x= comprimento
da nervura principal do algodoeiro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para determinação do acúmulo de fitomassa, a haste de cada planta foi cortada
rente ao solo e, em seguida, foram separadas as distintas partes (caule, folha),
sendo pesadas imediatamente em balança de precisão (0,001 g), para determinação
da FFC e FFF. Após a pesagem das massas fresca, as distintas partes da planta (folhas
e caule) foram acondicionadas separadamente em sacos de papel devidamente identificados
e postos para secar em estufa de circulação forçada de ar, mantida na temperatura
de 65ºC até obtenção de massa constante, quando então foi determinada a FSF e FSC.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As variáveis de crescimento e fitomassa, foram
submetidas à análise de variância, com Teste F (1 e 5% de probabilidade) e nos casos
significativos, realizou-se estudos de regressão polinomial utilizando o <i>software</i>
estatístico SISVAR.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De
acordo com resumo da análise de variância (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>), houve efeito significativo
do fator percentagem de sódio trocável (PST) e esterco caprino sobre área foliar
aos 200 dias após o semeio (DAS). Ademais, o fator esterco caprino influenciou de
forma isolada as variáveis altura de planta e diâmetro caulinar. Não foi constatada
interação significativa entre percentagem de sódio trocável e doses de esterco caprino
sobre as variáveis estudadas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se para altura de planta
e o diâmetro do caule (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f1.jpg" target = "_blank">Figura 1 A e B</a>), respectivamente, que AP e DC do algodoeiro
cv. BRS Topázio foram afetados positivamente pelo aumento das doses de esterco caprino,
e segundo estudos de regressão (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f1.jpg" target = "_blank">Figura 1 A e B</a>) houve acrescimento linear na AP
e DC, com ganhos de 4,39 e 4,38% respectivamente, por aumento unitário do EC, resultando
em acréscimos de 65,09% (40,53 cm) altura de planta e 65,88% (4,23 mm) no  diâmetro
do caule das plantas submetidas à maior dose de esterco caprino.Isso é explicado
pelo benefício que a matéria orgânica (esterco caprino) adicionada ao solo traz
pela melhoria no que diz respeito às características químicas, físicas e microbiológicas
do solo, fato que promove maior capacidade de armazenamento de água e aeração do
solo, fornecendo condições adequadas para o desenvolvimento de microrganismos benéficos
ao solo e as plantas refletindo em condições favoráveis ao desenvolvimento dos vegetais
(Araújo <i>et al.,</i> 2010; Mesquita <i>et al.,</i> 2012).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento da PST proporcionou na variável AF do algodoeiro cv. BRS Topázio
comportamento quadrático e de acordo com a equação de regressão (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>), verifica-se
que o maior valor de AF de 1209,96 cm<sup>2</sup>foi obtido quando as plantas foram
submetidas às PST de 24%, a partir observa-se redução nesta variável. Nesse sentido
a área foliar é um importante parâmetro indicativo do vigor da plantas, pois o processo
fotossintético depende da interceptação da energia luminosa e sua conversão em energia
química, sendo este um processo que ocorre diretamente na folha, ou seja, quando
menor a área foliar menor será a atividade fotossintética (Silva <i>et al</i>.,
2008).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com a <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>, para a área foliar,
constata-se melhor ajuste dos dados em regressão quadrática pelo aumento do EC,
cujo maior valor da AF, correspondente a 1879,93 cm<sup>2</sup> foi obtido quando
as plantas estavam sob adubação com esterco caprino de 15%. De acordo com Clemente
<i>et al.</i> (2012) a matéria orgânica influencia o aumento na capacidade de troca
catiônica, contribuindo com a melhoria da estrutura e consequentemente, ocorrendo
maior infiltração e retenção de água; aumento da aeração e a atividade e diversidade
microbiana no solo.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme o resultado
da análise de variância (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>) constata-se que houve efeito significativo da
percentagem de sódio trocável e esterco caprino sobre fitomassa fresca e seca de
folha. Já para as variáveis fitomassa fresca e seca de caule, nota-se efeito apenas
para o fator esterco caprino aos 200 DAS. Não se verificou efeito de significância
na interação entre PST e EC sobre as variáveis em estudo do algodoeiro cv. BRS Topázio.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A ação das percentagens de sódio trocável (PST)
proporcionou efeito quadrático sobre as FFF e FSF (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f3.jpg" target = "_blank">Figura 3A</a>), de acordo com as
equações de regressão, o valor máximo de 38,14 g (FFF) e 15,96 g (FSF), foi atingido
nas plantas submetidas a PST de 32,6 e 30,72% respectivamente. Nota-se que o algodoeiro
colorido destaca-se como cultura tolerante às sodicidade do solo, com o objetivo
de reduzir os danos causados pelo aumento do sódio de troca e seus efeitos deletérios
nas atividades metabólicas, as plantas tenham desenvolvido uma série de mecanismos
de tolerância como redução da atividade metabólica estruturas especiais como glândulas
secretoras que favorecem o desenvolvimento sobre condições de estresse submetidas
(Souza <i>et al., </i>2016).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Estudando o efeito das
doses de EC sob FFF e FSF de plantas do algodoeiro cv. BRS Topázio aos 200 dias
após o semeio (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f3.jpg" target = "_blank">Figura 3A</a>), verifica-se que o aumento do esterco proporcionou ganhos
linear de 15,21 e 22,68% por aumento unitário do EC, ou seja, ganho de 37,21 e 15,73
g por planta respectivamente de algodoeiro submetidas ao maior nível de EC (15%)
em relação que não receberam esterco caprino (0,0%).Para Silva <i>et al.</i> (2008),
a matéria orgânica aplicada no solo com problemas de sais, além de estabilizar a
estrutura física do solo, reduz a formação de crosta superficial, o que possibilita
melhor taxa de infiltração e respiração das raízes e assim promovendo melhor crescimento
das plantas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando os dados
de FFC e FSC, nota-se que o aumento das doses de esterco caprino proporcionam ganhos
nestas variáveis (<a href = "#f4">Figura 4</a>), havendo incremento de 17,07 e 26,04% por aumento unitário
das doses de EC aos 200 dias após o semeio (DAS), ou seja, aumento na FFC de 43,74
g e FSC de 16,35 g nas plantas de algodoeiro cv. BRS Topázio submetidas a maior
dose de EC (15%) em relação às plantas que não receberam EC. Dessa forma, a matéria
orgânica possibilita a liberação dos nutrientes às plantas de acordo com as suas
exigências (Silva <i>et al.,</i> 2011).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a21f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A PST a partir de 24% afetou a área foliar e a fresca e seca de
folha e tem sua produção reduzida a partir da PST de 38,14 e 32,60% respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adubação com esterco caprino promove
incremento nas variáveis de crescimento e produção de fitomassa do algodoeiro cv.
BRS Topázio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não houve interação
entre os fatores percentagem de sódio trocável e doses de esterco caprino sobre
as variáveis em estudo.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

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    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.11.16</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.04.24</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.09.18</font></p>

     ]]></body><back>
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