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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18166</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Períodos de interferência de plantas infestantes na cultura da mandioca, submetida ou não à adubação NPK, em Vitória da Conquista-Ba]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interference periods of weeds in cassava crop, submitted or not to NPK fertilization, in Vitória da Conquista-Ba]]></article-title>
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<fpage>231</fpage>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0871-018X2019000100025&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0871-018X2019000100025&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0871-018X2019000100025&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Neste trabalho avaliou-se o levantamento fitossociológico e determinaram-se os períodos críticos de competição com a cultura da mandioca, submetida ou não à adubação NPK. Para tanto, as plantas infestantes foram colhidas a cada 35 dias, até os 525 dias após a plantação da mandioca, por meio do lançamento aleatório de um quadrado de ferro vazado de 0,5 x 0,5 m (0,25 m²) na área útil das parcelas com e sem adubação. As plantas no interior do quadrado foram cortadas rente ao solo, contadas e identificadas por espécie. Sida rhombifolia, Brachiaria plantaginea e Cynodon dactylon apresentaram os maiores índices de frequência relativa (FR), densidade relativa (DR), abundância relativa (AR) e índice de valor de importância (IVI). Posteriormente, os dados de produtividade de raízes tuberosas foram ajustados ao modelo de regressão não linear sigmoidal de Boltzmann, para determinação dos períodos críticos de competição: período anterior à interferência (PAI), período total de prevenção à interferência PTPI e período crítico de prevenção à interferência (PCPI). A adubação fornecida à cultura da mandioca influenciou a determinação de diferentes índices fitossociológicos e períodos críticos de competição.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to evaluate the phytosociological survey and determine the critical periods of weeds competition with the cassava crop, submitted or not to NPK fertilization. Therefore, the weeds were collected every 35 days, until 525 days after cassava planting, through the random release of a cast iron square 0.5 m x 0.5 m (0.25 m²) in &#8203;&#8203;plots with and without fertilization. The plants inside the square were cut close to the ground, counted and identified by species. Sida rhombifolia, Brachiaria plantaginea and Cynodon dactylon showed the highest FR, DR, AR and IVI. Subsequently, the yield data of storage roots were adjusted to non-linear regression model sigmoidal Boltzmann to determine the critical periods of competition: PAI, TPIC and PCPI. The fertilizer supplied to cassava crop contributed to the determination of different phytosociological indices and critical periods of competition.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Manihot esculenta]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[comunidade infestante]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[competição]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[fertilizantes]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[competition]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[fertilizer]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Períodos
de interferência de plantas infestantes na cultura da mandioca, submetida ou não
à adubação NPK, em Vitória da Conquista-Ba </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Interference
periods of weeds in cassava crop, submitted or not to NPK fertilization, in Vitória
da Conquista-Ba</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Maurício Robério Silva Soares</b><sup>1</sup>, <b>Alcebíades
Rebouças São José</b><sup>2</sup>, <b>Renan Thiago Carneiro Nunes</b><sup>1,*</sup>, <b>Ricardo
de Andrade Silva</b><sup>1</sup>, <b>Ana Paula Oliveira Caetano</b><sup>1</sup>, <b>Denise Soares
de Oliveira</b><sup>1</sup>, <b>Cláudio de Azevedo Nolasco</b><sup>1</sup> e <b>Mariana Costa
Rampazzo</b><sup>1</sup></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Universidade Estadual do Sudoeste
da Bahia, Programa de Pós-Graduação em Agronomia, área de concentração em Fitotecnia,
Vitória da Conquista, Bahia, Brasil  </i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Departamento de Fitotecnia e Zootecnia, Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia, Estrada do Bem Querer, Km 4, 45083&#8209;900, Vitória da Conquista,
BA, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:renanthiago_tn@hotmail.com">renanthiago_tn@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste trabalho avaliou-se o levantamento fitossociológico e determinaram-se
os períodos críticos de competição com a cultura da mandioca, submetida ou não à
adubação NPK. Para tanto, as plantas infestantes foram colhidas a cada 35 dias,
até os 525 dias após a plantação da mandioca, por meio do lançamento aleatório de
um quadrado de ferro vazado de 0,5 x 0,5 m (0,25 m<sup>2</sup>) na área útil das
parcelas com e sem adubação. As plantas no interior do quadrado foram cortadas rente
ao solo, contadas e identificadas por espécie. <i>Sida rhombifolia, Brachiaria plantaginea
</i>e<i> Cynodon dactylon </i>apresentaram os maiores índices de frequência relativa
(FR), densidade relativa (DR), abundância relativa (AR) e índice de valor de importância
(IVI). Posteriormente, os dados de produtividade de raízes tuberosas foram ajustados
ao modelo de regressão não linear sigmoidal de Boltzmann, para determinação dos
períodos críticos de competição: período anterior à interferência (PAI), período
total de prevenção à interferência PTPI e período crítico de prevenção à interferência
(PCPI). A adubação fornecida à cultura da mandioca influenciou a determinação de
diferentes índices fitossociológicos e períodos críticos de competição.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b><i>Manihot esculenta</i>;
comunidade infestante; competição; fertilizantes.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"> The objective of this
study was to evaluate the phytosociological survey and determine the critical periods
of weeds competition with the cassava crop, submitted or not to NPK fertilization.
Therefore, the weeds were collected every 35 days, until 525 days after cassava
planting, through the random release of a cast iron square 0.5 m x 0.5 m (0.25 m<sup>2</sup>)
in &#8203;&#8203;plots with and without fertilization. The plants inside the square
were cut close to the ground, counted and identified by species. <i>Sida rhombifolia,
Brachiaria plantaginea </i>and <i>Cynodon dactylon</i> showed the highest FR, DR,
AR and IVI. Subsequently, the yield data of storage roots were adjusted to non-linear
regression model sigmoidal Boltzmann to determine the critical periods of competition:
PAI, TPIC and PCPI. The fertilizer supplied to cassava crop contributed to the determination
of different phytosociological indices and critical periods of competition.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b><i>Manihot esculenta</i>;
weed community; competition; fertilizer.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dentre as culturas agrícolas, a mandioca (<i>Manihot esculenta
</i>Crantz) assume papel de destaque pela sua rusticidade e adaptação às mais diferentes
condições de clima e solos. Tais características conferem grande importância social
e económica a essa cultura, onde a exploração de suas raízes constitui a principal
fonte de carboidratos para a alimentação de populações de baixa renda em países
da África, Ásia e América Latina (Alves <i>et al.,</i> 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O Brasil, com produção de 20.606 milhões de toneladas de
raízes e produtividade média de 14.641 t ha<sup>-1</sup> é o quarto maior produtor
mundial de mandioca, atrás de Nigéria, Tailândia e Indonésia (IBGE, 2017). A cultura
é produzida em todos os estados brasileiros, sob os mais diferentes níveis tecnológicos,
sendo o estado da Bahia responsável por 10,1 % da produção nacional (IBGE, 2017).
O município de Vitória da Conquista é sede de uma microrregião de destaque na mandiocultura,
apresentando em média 1300 hectares plantados e um rendimento médio de 12 toneladas
por hectare (IBGE, 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Devido
à rusticidade, a mandioca é cultivada na maioria das áreas, por agricultores familiares,
sob manejos rudimentares, caracterizados pelo baixo uso de insumos, o que acarreta
baixos rendimentos (Alves <i>et al.,</i> 2012). Cardoso <i>et al.</i> (2013) acrescentaram
ainda que, entre os principais fatores limitantes na produção na mandioca estão
a fraca tecnologia agronómica no sistema de cultivo, variedades pouco produtivas
e/ou adaptadas à região e principalmente a competição com as espécies infestantes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Silva <i>et al.</i> (2012),
a competição da cultura da mandioca com plantas infestantes pode ocasionar perdas
de produtividade até 90%, uma vez que a planta de mandioca possui crescimento inicial
lento, deixando o solo descoberto e facilitando, dessa forma, o desenvolvimento
das infestantes, as quais competem com a cultura para a água, luz, nutrientes, e
espaço físico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A interferência das
plantas daninhas em culturas agrícolas é influenciada por fatores relacionados com
a comunidade infestante (composição específica, densidade e distribuição), a própria
cultura (género, espécie, e densidade de  sementeira) e ainda pelo período de convivência
mútua, sendo modificado pelas condições edafo-climáticas e práticas culturais (Pitelli,
1985).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em estudos sobre a interferência
de plantas infestantes em culturas agrícolas, Pitelli e Durigan (1984) definiram
os períodos críticos de interação entre as culturas e as comunidades infestantes.
Sendo eles o período anterior à interferência (PAI), período total de prevenção
à interferência (PTPI), e período crítico de prevenção à interferência (PCPI).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O conhecimento dos períodos críticos indica a
época mais conveniente para a aplicação das práticas de controle, sejam elas mecânicas
ou químicas. No entanto, variações entre resultados nas diferentes regiões devem-se
às diferenças ambientais, às variedades, aos espaçamentos entre as plantas de mandioca
e às composições específicas das comunidades (Biffe <i>et al., </i>2010).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o maneio adequado das plantas infestantes
é necessária a identificação das espécies presentes na área de cultivo, assim como
o conhecimento daquelas que têm maior importância (Oliveira e Freitas, 2008). Através
do levantamento fitossociológico, é possível avaliar a composição da vegetação,
obtendo dados de frequência, densidade, abundância e índice de importância relativa
das espécies. Tais informações, juntamente com os dados de produtividade das raízes
permitem determinar os períodos críticos de competição entre plantas daninhas e
a cultura da mandioca e apontar o momento ideal para aplicação dos métodos de controle,
deste modo racionalizando os custos de produção e reduzindo o impacto ambiental
na cultura de mandioca (Isaac e Guimarães, 2008; Guglieri <i>et al.,</i> 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Do exposto, neste trabalho identificaram-se,
quantificaram-se e determinaram-se os índices fitossociológicos das principais espécies
de plantas infestantes presentes no cultivo de mandioca, submetida ou não à adubação
NPK, e avaliou-se o efeito da adubação na determinação dos períodos de convivência
das infestantes na cultura da mandioca no município de Vitória da Conquista, Bahia
– Brasil.</font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O trabalho foi desenvolvido no período de janeiro de 2013
a julho de 2014, na área experimental da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia,
<i>Campus </i>de Vitória da Conquista – BA, localizado a 14º51’ de Latitude Sul
e 40º50’ de Longitude Oeste, numa altitude de 941 m. O clima, conforme a classificação
de Köppen é do tipo Tropical de Altitude (Cwa), com precipitação média anual de
741 mm. O solo da área experimental foi identificado como Latossolo Amarelo Distrófico
típico, com textura franco argilo-arenosa e relevo plano (EMBRAPA, 2013).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "#f1">Figura 1</a> estão apresentados os dados climáticos
obtidos durante o período experimental referentes à precipitação, humidade relativa
do ar, temperaturas máxima e mínima do ar.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A experiência foi dividida em dois tipos de tratamentos: no primeiro foi efetuado
o preparo convencional do solo, com aração, gradagem e sulcamento; no segundo, além
do preparo anterior, a área foi adubada de acordo com análise do solo (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>)
e recomendação para a cultura da mandioca segundo Nogueira e Gomes (1999). Foram
utilizados no primeiro ano, 40 kg ha<sup>-1</sup> de P<sub>2</sub>O<sub>5 </sub>(na
forma de superfosfato simples), colocados diretamente no sulco de plantio, 70 kg
ha<sup>-1</sup> de N (ureia) e 30 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O (cloreto
de potássio), em adubação de cobertura, sessenta dias após a plantação. No segundo
ano da cultura foram utilizados 60 kg de N (ureia) e 60 kg de K<sub>2</sub>O (cloreto
de potássio), em cobertura, antecedendo o período das chuvas.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A plantação foi efetuada manualmente em janeiro de 2013,
utilizando manivas da variedade de uso industrial (<i>Manihot esculenta </i>Crantz)
variedade Caitité, com aproximadamente 2 a 3 cm de diâmetro, 20 cm de comprimento
e sete gemas. O espaçamento utilizado foi 1,0 m entre linhas e 0,6 m entre plantas,
com parcelas de 8,4 m de comprimento por 4,0 m de largura, compondo quatro linhas
de 30 plantas e totalizando 16666 plantas ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As duas experiências foram instaladas em delineamento de
blocos ao acaso, com 14 tratamentos (datas de amostragem) e 3 repetições. Os tratamentos
foram compostos por diferentes períodos de convivência das plantas infestantes com
a cultura da mandioca, ou seja, mandioca em competição com plantas daninhas até
35, 70, 105, 140, 175, 210 e 540 dias após a plantação, para a determinação do PAI.
Do mesmo modo testou-se a ausência das plantas daninhas até 35, 70, 105, 140, 175,
210 e 540 dias após o plantio, para a determinação do período total de prevenção
à interferência (PTPI).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cultura
foi conduzida durante 18 meses, com avaliações a cada 35 dias após a plantação da
mandioca, totalizando 14 avaliações ao longo do ciclo cultural. As plantas daninhas
foram identificadas e quantificadas pelo método do quadrado inventário (Braun-Blanquet,
1979), onde foi utilizado um quadrado de ferro com dimensões de 0,5 x 0,5 m (0,25
m<sup>2</sup>), lançado aleatoriamente no interior da área da parcela, representada
por 26 plantas úteis. A colheita das plantas de mandioca foi manual, com um auxílio
de uma enxada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As plantas infestantes
situadas nas áreas amostradas foram cortadas rente ao solo, acondicionadas em sacos
de papel e levadas para o Laboratório de Biotecnologia, onde foram identificadas.
Após identificação, as espécies foram quantificadas e secas em estufa com circulação
forçada de ar, à temperatura de 65 °C por 72 h para obtenção do peso seco.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com a identificação das espécies, foi determinado
o Índice de Valor de Importância (IVI), através dos parâmetros fitossociológicos
de frequência relativa (FR), densidade relativa (DR) e abundância relativa (AR),
onde: IVI = FR + DR + AR (Curtis e Mcintosh, 1950; Mueller-Dombois e Ellemberg,
1974).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a determinação dos períodos
críticos de competição entre as plantas daninhas e cultura da mandioca, utilizou-se
a produtividade de raízes tuberosas. As determinações foram feitas aos 540 dias
após a plantação, onde o rendimento de raízes por parcela foi convertido para rendimento
de raízes por ha<sup>-1</sup>. Admitiu-se uma tolerância de 5% na redução de produtividade
da mandioca, em relação ao tratamento mantido na ausência de plantas daninhas, uma
vez que esse percentual é suficiente para a realização do controle das espécies
daninhas nessa cultura.  .</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados
de produtividade foram ajustados ao modelo de regressão não linear sigmoidal de
Boltzmann, adaptado por Kuva <i>et al.</i> (2000), descrito pela fórmula: Y=A<sub>2</sub>+{(A<sub>1</sub>-A<sub>2</sub>)
/ [1+exp((X-X<sub>0</sub>) / dx)]}, onde, Y é o rendimento da cultura (t ha<sup>-1</sup>);
A<sub>1</sub>, o rendimento máximo obtido no tratamento livre de plantas daninhas
durante todo o ciclo da cultura; A<sub>2</sub>, o rendimento mínimo obtido nas parcelas
mantidas com plantas daninhas durante todo o ciclo; X, dias após a plantação (DAP);
X<sub>0</sub>, o limite superior do período de convivência que corresponde ao valor
intermédio entre o rendimento máximo e o mínimo; e Dx é tg&#945; no ponto X<sub>0</sub>
(ponto de inflexão da curva).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No levantamento da comunidade infestante das duas experiências,
e nas 14 datas de avaliação, foram encontradas 11.671 espécies de plantas infestantes,
sendo 5.674 indivíduos na área adubada e 5.997 na área sem adubação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).
As plantas pertencem a 51 espécies, distribuídas em 36 géneros e 15 famílias. As
principais famílias em número de espécies foram Malvaceae (catorze), Asteraceae
e Poaceae (ambas com oito). As espécies que apresentaram os maiores índices de valor
de importância nos dois experimentos foram <i>Sida rhombifolia</i>, <i>Cynodon dactylon
</i>e <i>Brachiaria plantaginea </i>(<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Quee <i>et al. </i>(2016) encontraram em estudo
de diversidade de plantas daninhas na cultura da mandioca no Gana, 25 espécies de
plantas daninhas pertencentes a 12 famílias diferentes, compreendendo 52% de plantas
anuais e 24% plantas perenes. A família Asteraceae foi a dominante (25%), seguida
pelas famílias Euphorbiaceae (17%), Poaceae (13%), Commelinaceae (9%), Cyperaceae
(8%), Fabaceae (8%), Portulacaceae, Logainaceae, Malvaceae, Molluginaceae, Convolvulaceae
e Rubiaceae (4%).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Algumas das famílias
observadas no presente estudo são comuns em cultivos de mandioca, tendo sido também
encontradas em levantamentos realizados por Otsubo <i>et al.</i> (2002), Albuquerque
<i>et al.</i> (2008) e Guglieri <i>et al.</i> (2009) que as consideram como sendo
as mais abundantes em mandiocais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
comunidade de plantas infestantes foi considerada heterogénia quando se compara
com os resultados de Albuquerque <i>et al.</i> (2014), que avaliando a ocorrência
de plantas daninhas em plantações de mandioca no cerrado de Roraima (Boa Vista/RR)
relataram uma comunidade com 27 espécies infestantes distribuídas por 21 géneros
e 8 famílias. No levantamento fitossociológico realizado por Huziwara <i>et al.
</i>(2009), no município de Campos de Goytacazes/RJ, foram identificadas apenas
10 espécies pertencentes a 9 géneros e 9 famílias na cultura da mandioca.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No tratamento com adubação foram identificadas
45 espécies de plantas daninhas, das quais foram destacadas 10 espécies que somam
90,6% do número de indivíduos e representam 69,2% do índice de valor de importância
do trabalho (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). A espécie <i>Sida rhombifolia </i>esteve presente em todas
as épocas de avaliação e apresentou os maiores índices fitossociológicos, seguida
pelas poáceas <i>Brachiaria plantaginea </i>e <i>Cynodon dactylon.</i></font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo
Bianco <i>et al.</i> (2014), <i>Sida Rhombifolia</i> conhecida como guanxuma, é
uma planta nativa no continente americano, com ampla abrangência na América do Sul,
sendo que no Brasil, essa espécie é encontrada em todas as regiões e é de difícil
controlo. Num estudo do controle de diferentes espécies de guanxuma com aplicações
de flumiclorac-pentil, Constantin <i>et al.</i> (2007) concluíram que a espécie
é de difícil controlo e de elevada disseminação, requerendo doses mais elevadas
de herbicida para se obterem níveis regulares de controlo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No tratamento sem adubação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>) foram identificadas
46 espécies de plantas daninhas, sendo que as 10 principais somam 89,7% do número
de indivíduos e representam 68,2% do índice de valor de importância do trabalho.
A espécie <i>S. rhombifolia, </i>também presente em todas as épocas de avaliação,
apresentou os maiores índices fitossociológicos, seguida pelas poáceas <i>Cynodon
dactylon</i> e <i>Brachiaria plantaginea.</i></font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em ambos os tratamentos, a ocorrência generalizada de <i>S. rhombifolia</i>
na área experimental pode ser atribuída ao seu elevado potencial de infestação,
uma vez que apresenta elevada produção de sementes, com facilidade de dispersão,
sendo também altamente competitiva devido ao seu sistema radicular, que pode atingir
50 cm de profundidade (Lorenzi, 2000; Kissmann e Groth, 2000). Estudos com a cultura
da soja referem que esta infestante pode produzir até 28,2 mil sementes m<sup>-2
</sup>num único ciclo de verão (Fleck <i>et al.,</i> 2003). Além disso, o largo
espaçamento e o crescimento lento da planta de mandioca deixa a cultura mais suscetível
à competição com as plantas infestantes (Almendra, 2005). A espécie <i>S. rhombifolia
</i>foi também referida como planta infestante em mandiocais por Azevêdo <i>et al.</i>
(2000) e Albuquerque <i>et al.</i> (2008), em milho por Macedo <i>et al. </i>(2003),
em cana-de-açúcar por Oliveira e Freitas (2008) e na soja por Voll <i>et al. </i>(2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto ao efeito da adubação em
<i>S. rhombifolia</i>, observou-se  uma redução nos índices fitossociológicos (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q3.jpg" target = "_blank">Quadro
3</a>) em relação ao tratamento sem adubação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Verificou-se uma redução de
10,2% no número de quadrados com esta espécie infestante, uma redução de 27,8% no
número de indivíduos, uma redução de 12,2% na frequência relativa, uma redução de
23,3% na densidade relativa, uma redução de 11,9% na abundância relativa e de 18,9%
no índice de valor de importância. Na ausência de adubação, destacam-se a <i>Portulaca
oleracea, </i>a<i> Brachiaria plataginea e </i>a<i> Cynodon dactylon </i>com aumentos
do índice de valor de importância de 41,1%, 32,7% e 21,6%, respectivamente.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Esse desempenho pode ser explicado pela maior
eficiência de outras espécies daninhas em assimilar os macronutrientes fornecidos
na adubação, como verificado por Procópio <i>et al.</i> (2005), que avaliaram a
absorção e utilização do fósforo (P) pelas culturas da soja e do feijão e por plantas
daninhas, verificando que a espécie infestante <i>D. tortuosum</i> mostrou-se, dentre
as espécies de plantas daninhas avaliadas, a maior competidora pelo P, principalmente
pela sua capacidade em extrair e armazenar esse nutriente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As espécies <i>C. dactylon </i>e <i>B. plantaginea</i> apresentaram
alternância entre os maiores índices fitossociológicos, sendo que a <i>B. plantaginea</i>
apresentou os maiores valores de frequência relativa, enquanto que a <i>C. dactylon
</i>os maiores valores de densidade e abundância relativa, refletindo bem o observado
visualmente no cultivo de mandioca. A espécie <i>C. dactylon </i>é considerada uma
das mais importantes gramíneas daninhas, principalmente na cultura da cana-de-açúcar,
no Brasil, devido à elevada produção de rizomas e estolões, sendo assim difícil
a sua erradicação (Carbonari <i>et al.,</i> 2005; Ferreira <i>et al.,</i> 2011),
mas também na cultura da mandioca (Cardoso <i>et al.,</i> 2013).</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">A espécie <i>B. plantaginea</i>, presente em todas
as avaliações com elevados índices fitossociológicos, demonstrou boa adaptação e
agressividade. Essa poácea de origem africana tem como principal meio de propagação
as sementes que se caracterizam por dormência primária, durante o processo de maturação
(Lorenzi, 2000), sendo a germinação distribuída ao longo do tempo (Kissmann, 1997)
tornando-se uma infestante de difícil controlo. Num estudo comparativo  sobre a
acumulação de biomassa seca e macronutrientes em plantas de milho e <i>B. plantaginea</i>,
Carvalho <i>et al.</i> (2007), concluíram que a competição máxima para os macronutrientes
ocorrera aos 100 dias após a emergência, período em que o milho começa a entrar
na maturação fisiológica, deste modo ficando comprometida a produtividade da cultura.
Em estudos sobre a competitividade relativa entre a soja e a <i>B. plantaginea,
</i>Agostinetto <i>et al.</i> (2009), observaram um efeito antagónico entre a soja
e a brachiaria, não havendo dominância competitiva de uma espécie sobre a outra.
Verificaram, ainda que em ambas as espécies, a competição intraespecífica foi mais
importante que a competição interespecífica. Aspiazu <i>et al.</i> (2010) estudaram
a eficiência de uso da água em plantas de mandioca em condições de competição e
verificaram que a <i>B. plantaginea</i> é muito eficiente na utilização da água,
principalmente por apresentar o metabolismo C-4, mantendo-se competitiva com a mandioca
mesmo sob condição de <i>déficit</i> hídrico temporário.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Ao avaliar a produtividade de raízes tuberosas em área sem
adubação, constatou-se um PAI de 36 DAP, PTPI de 173 DAP e PCPI de 36 a 173 DAP
(<a href = "#f2">Figura 2</a>). Os resultados são próximos aos encontrados por Peressin (2011), que
ao estudar a interferência de plantas infestantes na cultura da mandioca verificou
um PTPI de 70 a 160 DAE (dias após a emergência), em plantação antecipada ou do
período frio e seco (maio a agosto). No entanto, para o período quente e chuvoso,
o mesmo autor encontrou um PTPI de 15 a 110 DAE.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O PAI encontrado no presente estudo pode ser considerado
intermédio quando comparado com os valores de 60 e 18 DAP encontrados por Johanns
e Contiero (2006) e Biffe <i>et al. </i>(2010), respectivamente para a variedade
de mandioca Fécula Branca no estado do Paraná. Na Bahia e em Minas Gerais os valores
de PAI determinados por Carvalho <i>et al.</i> (2004), citados por Silva <i>et al</i>.
(2012) e Albuquerque <i>et al.</i> (2008), variaram entre 20 - 30 DAP e 25 DAP,
respectivamente. Para o PTPI, o valor de 173 DAP pode ser considerado elevado quando
comparado com os valores 90 e 100 DAP obtidos por Johanns e Contiero (2006) e Biffe
<i>et al.</i> (2010), mas próximo do valor 135 DAP determinado por Carvalho <i>et
al.</i> (2004) num estudo com a variedade de mandioca Cigana Preta, no município
de Cruz das Almas – Bahia.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na área
adubada os valores obtidos foram: PAI - 17 DAP; PTPI - 305 DAP, resultados bem diferentes
dos encontrados na área não adubada (<a href = "#f3">Figura 3</a>). Neste caso, a utilização da adubação
influenciou o aumento da produtividade das raízes tuberosas de 10,5% (nas parcelas
mantidas livres de plantas infestantes) e contribuiu para uma melhor colonização
das espécies infestantes. Apesar da diversidade de espécies e dos seus diferentes
comportamentos em relação à adubação, verificou-se maior biomassa fresca de espécies
infestantes nas parcelas adubadas, uma vez que essas plantas apresentaram maior
eficiência na utilização dos recursos do meio. Como consequência, houve um maior
período de permanência das infestantes em competição com a cultura da mandioca,
o que contribuiu para a determinação dos períodos críticos citados.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a24f3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De um modo geral espera-se que a adubação da mandioca
promova um acréscimo da parte aérea das plantas, fechamento rápido da copa e, consequentemente,
sombreamento das espécies infestantes. Segundo Pereira <i>et al.</i> (2012), a cultura
da mandioca apresentou maior crescimento da parte aérea por aumento da disponibilidade
do adubo fosfatado, enquanto as plantas infestantes responderam melhor às menores
doses de P. Tal conclusão é confirmada por Fidalski (1999) que verificou ainda que
a produção de mandioca não respondeu à adubação azotada e potássica. No entanto,
Alves <i>et al.</i> (2012), avaliando doses de NPK (formulação 10:28:20) em mandioca,
no município de Moju-PA, concluíram que em solos arenosos e de baixa fertilidade
a variedade de mandioca Paulozinho respondeu linearmente às doses crescentes de
NPK.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dentre os fatores responsáveis
pelos períodos críticos encontrados, podem-se destacar a diversidade da vegetação
infestante local e as condições climáticas, principalmente a precipitação (828 mm)
ao longo de 540 DAP, com distribuição irregular e concentração de 233 mm de chuva
no mês de dezembro de 2013 (início do segundo ano da cultura). Os baixos índices
pluviométricos durante o ciclo da cultura limitaram o crescimento inicial das plantas
de mandioca, dificultando o sombreamento e inibição do crescimento das espécies
infestantes, que aparentemente se revelaram mais eficientes na competição pela luz,
água e nutrientes que a mandioca.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As principais espécies infestantes identificadas
no estudo apresentaram comportamentos diferenciados em relação à adubação NPK e
às condições climáticas. As espécies<i> Sida rhombifolia, Brachiaria plantaginea
</i>e<i> Cynodon dactylon </i>apresentaram os maiores índices de frequência relativa,
densidade relativa, abundância relativa e índice de valor de importância.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adubação na mandioca alterou as relações de
competição entre as principais espécies infestantes, influenciando os índices fitossociológicos
e os períodos críticos de competição.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Agostinetto, D.; Rigoli, R.P.; Galon, L.; Moraes,
P.V.D. &amp; Fontana, L.C. (2009) - Competitividade relativa da soja em convivência
com Papuã (<i>Brachiaria plantaginea</i>). <i>Scientia Agraria</i>, vol. 10, n.
3, p. 185-190. <a href = "http://dx.doi.org/10.5380/rsa.v10i3.1447" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5380/rsa.v10i3.1447</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712899&pid=S0871-018X201900010002500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Albuquerque, J.A.A.; Evangelista, M.O.; Mates, A.P.K.; Alves,
J.M.A.; Oliveira, N.T.; Sediyama, T. &amp; Silva, A.A. (2014) - Occurrence of weeds
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p. 91-98. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582014000100010" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582014000100010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712901&pid=S0871-018X201900010002500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Albuquerque, J.A.A.; Sediyama, T.; Silva, A.A.; Carneiro,
J.E.S.; Cecon, P.R. &amp; Alves, J.M.A. (2008) - Interferência de plantas daninhas
sobre a produtividade da mandioca (<i>Manihot esculenta</i>). <i>Planta Daninha,
</i>vol. 26, n. 2, p. 279-289.
<a href = "https:/://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582008000200004.">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582008000200004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712902&pid=S0871-018X201900010002500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Almendra, A.A. (2005) - <i>Avaliação de três cultivares
de mandioca de mesa (Manihot Esculenta Crantz) submetidas ao controle de plantas
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Teresina, Piauí. 29f.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712903&pid=S0871-018X201900010002500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, J.M.A.;
Costa, F.A. da; Uchoa, S.C.P.; Santos, C.S.V. dos; Albuquerque, J.A.A. de &amp;
Rodrigues, G.S. (2008) - Avaliação de dois clones de mandioca em duas épocas de
colheita. <i>Revista Agro@mbienteOnline</i>, vol. 2, n. 2, p. 15-24.
<a href = "http://dx.doi.org/10.18227/1982-8470ragro.v2i2.244" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.18227/1982-8470ragro.v2i2.244</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712905&pid=S0871-018X201900010002500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, R.N.B.; Modesto Júnior, M.S. &amp; Ferreira,
E.R. (2012) - Doses de NPK na adubação de mandioca variedade Paulozinho Moju-Pará.
<i>Raízes e Amidos Tropicais</i>, vol. 8, p. 65-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712906&pid=S0871-018X201900010002500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aspiazu, I.; Sediama, T.; Ribeiro Júnior, J.L.; Silva, A.A.;
Concenco, G.; Ferreira, E.A.; Galon, L.; Silva, A.F.; Borges, E.T.; Araújo, W.F.
(2010) - Eficiência de uso da água de plantas de mandioca em condições de competição.
<i>Planta Daninha</i>, vol. 28, n. 4, p. 699-703.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712908&pid=S0871-018X201900010002500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Azevêdo, C.L.L.; Carvalho, J.E.B; Lopes, L.C. &amp; Araújo, A.M.A.
(2000). Levantamento de plantas daninhas na cultura da mandioca, em um ecossistema
semi-árido do Estado da Bahia. <i>Magistra,</i> vol.12, n. 1, p. 41-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712910&pid=S0871-018X201900010002500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bianco, S.; Carvalho, L.B. &amp; Bianco, M.S.
(2014) - Crescimento e nutrição mineral de <i>Sida rhombifolia</i>. <i>Planta Daninha</i>,
vol. 32, n. 2, p. 311-317. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582014000200008" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582014000200008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712912&pid=S0871-018X201900010002500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Biffe, D.F.; Constantin, J.; Oliveira Júnior,
R.S., Franchini, L.H.N.; Rios, F.A.;  Blainski, E.; Arantes, J.G.Z.; Alonso, D.G.
&amp; Cavalieri, S.D. (2010) - Período de interferência de plantas daninhas em mandioca
(<i>Manihot esculenta</i>) no Noroeste do Paraná. <i>Planta Daninha</i>, vol. 28,
n. 3, p. 471-478. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-8358201000030000" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-8358201000030000</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712913&pid=S0871-018X201900010002500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Braun-Blanquet, V. (1979) - <i>Fitosociología:
bases para el estudio de las comunidades vegetales</i>. Blume, H. (Ed.), Madrid,
820 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712914&pid=S0871-018X201900010002500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carbonari, C.A.; Martins,
D.; Marchi, S.R. &amp; Cardoso, L.R. (2005) - Efeito de surfactantes e pontas de
pulverização na deposição de calda de pulverização em plantas de grama-seda. <i>Planta
Daninha</i>, vol. 23, n. 4, p. 725-729. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582005000400022" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582005000400022</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712916&pid=S0871-018X201900010002500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, A.D.; Viana, A.E.S.; Barbosa, R.P.; Teixeira,
P.R.G.; Cardoso Júnior, N.S. &amp; Fogaça, J.J.N.L. (2013) - Levantamento fitossociológico
de plantas daninhas na cultura da mandioca em Vitória da Conquista, Bahia. <i>Bioscience
Journal, </i>vol. 29, n. 5, p. 1130-1140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712917&pid=S0871-018X201900010002500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, J.B.; Araújo, A.M.A. &amp; Azevedo, C.L.L. (2004) - Período de
controle de plantas infestantes na cultura da mandioca no Estado da Bahia. Cruz
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, L.B.; Bianco, S.;  Pitelli, R.A. &amp;
Bianco, M.S. (2007) - Estudo comparativo do acúmulo de massa seca e macronutrientes
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<a href = "https:/://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582007000200008">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582007000200008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712921&pid=S0871-018X201900010002500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Constantin, J.; Oliveira Júnior, R.S de; Kajihara, L.H.;
Arantes, J.G.Z de; Cavalieri, S.D. &amp; Alonso, D.G. (2007) - Controle de diferentes
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, R.V.; Contato, E.D.; Kuva, M.A.; Ferraudo, A.S.; Alves,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fleck, N.G.; Rizzardi, M.A.; Agostinetto, D. &amp; Vidal, R.A. (2003) -
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Huziwara,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2017) - <i>Instituto brasileiro de geografia
e estatística</i>. [cit. 2018.05.05].
&lt;<a href = "https://sidra.ibge.gov.br">https://sidra.ibge.gov.br</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712937&pid=S0871-018X201900010002500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Isaac, R.A. &amp; Guimarães, S.C. (2008) - Banco
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kissmann, K.G. (1997) - <i>Plantas infestantes
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kissmann, K.G. &amp; Groth, D. (2000) - <i>Plantas infestantes
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kuva, M.A.; Gravena, R.; Pitelli, R.A.; Christoffoleti, P.J.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lorenzi, H. (2000) - <i>Plantas daninhas do Brasil: terrestres,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Macedo, J.F.; Brandão, M. &amp; Lara, J.F.R. (2003)
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<a href = "https:/://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582003000200009">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582003000200009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712950&pid=S0871-018X201900010002500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mueller-Dombois, D. &amp; Ellenberg, H. (1974)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nogueira, F.D. &amp; Gomes, J.C.
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</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, A.R. &amp; Freitas
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(2002) <i>- Aspectos do cultivo da mandioca em mato Grosso do Sul. Dourados</i>:
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pereira, G.A.M.; Lemos,V.T.; Santos, J.B. dos; Ferreira,
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<a href = "https:/://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000500019">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000500019</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712958&pid=S0871-018X201900010002500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Peressin, V.A. (2011) - <i>Manejo integrado de plantas daninhas
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pitelli, R.A. (1985) - Interferência de plantas
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pitelli, R.A. &amp; Durigan,
J.C. (1984) - Terminologia para períodos de controle e de convivência das plantas
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Procópio, S.O; Santos, J.B; Pires, F.R.; Silva,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832005000600009" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832005000600009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712965&pid=S0871-018X201900010002500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Quee, D.D.; Kanneh, S.M.; Yila, K.M.; Nabay, O.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.18006/2016.4(5).499.504" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.18006/2016.4(5).499.504</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712966&pid=S0871-018X201900010002500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, D.V.; Santos, J.B.; Ferreira,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582012000400025" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582012000400025</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712968&pid=S0871-018X201900010002500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Voll, E.; Gazziero, D.L.P.;
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85p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=712969&pid=S0871-018X201900010002500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

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