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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Compostos voláteis da acerola (Malpighia emarginata) obtidos por HS-SPME em dois estágios de maturação]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Volatile compounds of acerola (Malpighia emarginata) obtained by HS-SPME at two ripening stages]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Flavor is one of the main characteristics of food identified as a combination of volatile molecules present in the matrix and is one of its most attractive attributes to the consumer. In this research have been identified volatile compounds present in two stages of acerola maturation. For the analysis, have been used the following techniques and equipment: Headspace (HS-SPME) Solid Phase Microextraction Technique associated with High-Resolution Gas Chromatography coupled to mass spectrometer (GC-MS). The influence of SPME fibers (CAR / PDMS and DVB / CAR / PDMS) was evaluated on the volatiles extraction. The effects of extraction temperature, extraction medium concentration (NaCl) and amount of sample were studied using the Composite Central Delineation (CCD) to achieve the highest extraction efficiency. In mature (red) and semi-yellow (yellow) acerola the dominant compounds were esters; among them, ethylhexanoate and 4-pentenyl butanoate were the ones with the highest relative concentration. This identification is essential information for the flavors industry which use different aromatic compounds for the formulation of fragrances and aromas to be used in food, cosmetics, and perfumes.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Malpighia emarginata]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Compostos voláteis da
acerola <i>(Malpighia emarginata</i>) obtidos por HS-SPME em dois estágios de maturação</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Volatile compounds of acerola (<i>Malpighia emarginata</i>) obtained
by HS-SPME at two ripening stages</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Gerby Giovanna Rondan-Sanabria</b><sup>1,2,</sup>*, <b>Ausberta Jesus Cabezas
Garcia</b><sup>2</sup>, <b>Holger Saul Perez Montaño</b><sup>3</sup>, <b>Erika Catherine Salas
Arias</b><sup>1</sup> e <b>Narendra Narain</b><sup>2</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Dirección de Investigación, Universidad Tecnológica del Perú (UTP),
Arequipa – Perú</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Laboratório
de Análise de Flavor e Análises Cromatográficas, Universidade Federal de Sergipe
49100-000 São Cristóvão-SE, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>Departamento de Ciencias Naturales. Universidad Católica San
Pablo, Arequipa – Perú</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:C16238@utp.edu.pe">C16238@utp.edu.pe</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O aroma é uma das principais características dos alimentos e é determinado
por uma combinação de moléculas voláteis presentes na matriz, sendo um dos seus
atributos mais atraentes para o consumidor.  Neste trabalho foram identificados
compostos voláteis presentes em dois estágios de maturação da acerola. Para a análise,
utilizou-se a técnica da microextração em fase sólida por <i>headspace </i>(HS-SPME
– <i>HeadSpace Solid Phase MicroExtraction</i>) associada com a cromatografia gasosa
de alta resolução acoplada a espectrômetro de massa (GC-MS – <i>Gas Chromatography
- Mass Spectrometry</i>). A influência das fibras na extração dos voláteis via <i>SPME
(CAR/PDMS e DVB/CAR/PDMS)</i> foi avaliada. Os efeitos da temperatura de extração,
concentração do meio de extração (cloreto de sódio - NaCl) e quantidade de amostra
foram estudados usando-se o Delineamento Central Composto (DCC) para avaliar a maior
eficiência de extração. Observou-se que, na acerola madura (vermelha) e semimadura
(amarela) os compostos predominantes foram os ésteres, dentre eles o etil hexanoato
o 4-pentenil-butanoato foram os que apresentaram maior concentração relativa. Esta
identificação é uma informação importante para a indústria de aromas, que utilizam
diferentes compostos aromáticos para a formulação de fragrâncias e aromas para serem
usados em alimentos, cosméticos e perfumes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b><i> Malpighia emarginata</i>, compostos voláteis, HS-SPME, GC-MS.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Flavor is one
of the main characteristics of food identified as a combination of volatile molecules
present in the matrix and is one of its most attractive attributes to the consumer.
In this research have been identified volatile compounds present in two stages of
acerola maturation. For the analysis, have been used the following techniques and
equipment: Headspace (HS-SPME) Solid Phase Microextraction Technique associated
with High-Resolution Gas Chromatography coupled to mass spectrometer (GC-MS). The
influence of SPME fibers (CAR / PDMS and DVB / CAR / PDMS) was evaluated on the
volatiles extraction. The effects of extraction temperature, extraction medium concentration
(NaCl) and amount of sample were studied using the Composite Central Delineation
(CCD) to achieve the highest extraction efficiency. In mature (red) and semi-yellow
(yellow) acerola the dominant compounds were esters; among them, ethylhexanoate
and 4-pentenyl butanoate were the ones with the highest relative concentration.
This identification is essential information for the flavors industry which use
different aromatic compounds for the formulation of fragrances and aromas to be
used in food, cosmetics, and perfumes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b><i>Keywords</i></b>:
<i>Malpighia emarginata</i>, volatile compounds, HS-SPME, GC-MS.</font></p>

 
<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A diversidade de climas e microclimas fizeram do Brasil um país perfeito para
a produção de frutas. Atualmente, é um dos três maiores produtores mundiais com
uma produção que supera os 41 milhões de toneladas ao ano. Entre os muitos atributos
atraentes que criam demanda por frutas de regiões tropicais e subtropicais é devido
ao aroma perceptível característico. Alem disso, estas frutas são muitas vezes de
baixo custo e extremamente ricas em vitaminas, podendo ser utilizadas em uma ampla
gama de produtos alimentícios. A popularidade dessas frutas tem aumentado, especialmente
na Europa e Estados Unidos. No Brasil, as frutas tropicais são consumidas frescas
no local durante todo o ano e são exportadas para outros países, normalmente sob
a forma de polpa congelada. Grande atenção tem sido dada para os compostos voláteis
de uma grande variedade de frutas ao longo das últimas décadas (Carasek e Pawliszyn,
2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em algumas frutas, os compostos
de impacto individuais foram identificados como sendo responsáveis por um aroma
característico, mas a maioria de aromas parece ser a contribuição de um grande número
de compostos voláteis (Marostica e Pastore, 2007). Segundo a literatura, a identificação
dos compostos voláteis de frutas tropicais exóticas estão ainda sendo estudados.
Além disso, observa-se que os ésteres e os terpenos são os voláteis mais prolíficos
nas frutas os quais predominariam no aroma. Além do mais segundo a literatura uma
das técnicas mais empregadas para extrair os voláteis é HS-SPME (Souza-Silva <i>et
al</i>., 2015). Portanto, existe um crescente interesse neste campo para elucidar
se os perfis de aroma de frutas e vegetais frescos são afetados pelo sistema de
cultivo o armazenamento (Vallverdú-Queralt e Lamuela-Raventós, 2016).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pode-se citar, por exemplo, a polpa da acerola
que é muito suculenta e possui um aroma frutado e doce, mas a fruta é principalmente
conhecida por ser rica em vitamina C, sendo uma das principais fontes naturais dessa
vitamina. A cor vermelha atrativa da fruta é devido às antocianinas presentes na
casca. Também é fonte de carotenóides e compostos fenólicos (Vendramini e Trugo,
2004) que participam como antioxidantes no sistema biológico. Schippa <i>et al</i>.
(1993) relataram o primeiro trabalho sobre a composição de compostos voláteis da
acerola, utilizando extração com o solvente diclorometano, e os compostos mais dominantes
foram o 3-metil-3-buteno-1-ol, seguido por ésteres (acetato, propionato, butanoato,
hexanoato e octanoato). Segundo os autores, estes compostos eram em sua maioria
responsáveis pelo aroma da fruta.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste trabalho, foi realizada a otimização de extração de compostos voláteis da
acerola por HS-SPME – técnica caracterizada por sua rapidez, variabilidade, linearidade,
boa cinética de saturação e minimização dos efeitos de matriz – em combinação com
GC-MS, em que foram utilizadas colunas capilares com altas taxas de fluxo linear,
com o objetivo de isolar e identificar os compostos orgânicos voláteis da acerola
em dois estágios de maturidade.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAIS E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Materiais</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Acerolas nos estágios maduro (vermelha) e semimaduro (amarelo)
foram compradas em um supermercado de Aracaju, Brasil, e transportadas ao laboratório.
As frutas frescas, com ausência de lesões ou deterioração microbiana aparente nas
cascas, foram selecionadas de acordo ao estado de maturidade e lavadas com solução
de hipoclorito de sódio a 1%.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Um
amostrador de SPME e fibras revestidas com carboxen/polidimetilsiloxano (CAR/PDMS)
85 &#956;m e divinilbenzeno/carboxen/polidimetilsiloxano (DVB/CAR-PDMS) 50/30 &#956;m
foram adquiridas da Supelco (Bellefonte, PA, USA). O cloreto de sódio foi adquirido
da Sigma Chemical Co. (Aldrich Chemical Co.) e a água destilada empregada foi do
sistema de purificação Milli-Q da Millipore.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Seleção da fibra de SPME na extração dos compostos voláteis</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O despolpamento da acerola foi realizado manualmente. Após a extração da semente,
a polpa e a casca foram homogeneizadas em liquidificador comum sem adição de água
e peneiradas. O homogenato resultante foi acondicionado em sacos de polietileno
de baixa densidade e armazenado em freezer a -20 °C até a realização das análises.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a seleção da fibra, foram realizados
testes com fibras CAR/PDMS e DVB/CAR-PDMS com o intuito de verificar a capacidade
de coletar e concentrar os voláteis da polpa no HS (<i>headspace</i>). Essas fibras
foram dispostas no HS em frascos de 40 mL hermeticamente fechados com uma rolha
de polipropileno, contendo uma mistura com 3,5 g de amostra e 10 mL de água deionizada,
durante 30 min a 25 °C, sob agitação magnética constante. Após extração, as fibras
de SPME foram retiradas dos frascos e inseridas no sistema de injeção do GC-MS para
a separação e identificação de voláteis.  O tempo de dessorção térmica foi de 8
min a 250 °C no modo <i>split</i>. O número de picos detectados foi uma variável
de resposta tanto para a seleção da fibra e como para a otimização das condições
de extração.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Planejamento experimental</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A otimização do procedimento experimental foi realizada através
do delineamento central composto (DCC), com três variáveis e cinco níveis (-1,68,
-1, 0, +1, 1,68) e 3 triplicatas no ponto central, totalizando 17 experimentos.
As condições experimentais no ponto central foram: força iônica de 15% de NaCl,
temperatura de 40 ºC e o peso da amostra de 2,5g. Os valores experimentais foram:
concentração de NaCl - x<sub>1</sub> = 0, 6, 15, 24 e 30%; temperatura
-  x<sub>2</sub> = 30, 34, 40, 46 e 50 ºC e amostra - x<sub>3</sub> = 0,8, 1,5,
2,5, 4, 2,5 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O número
de picos detectados, em cada corrida, foi usado como uma variável de resposta do
DCC e um modelo quadrático foi construído para descrever os dados observados. As
condições de cada extração foram realizadas seguindo o planejamento experimental
(<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>) e foi empregada a fibra que apresentou o melhor resultado em relação
ao número de picos absorvidos. O tempo de equilíbrio e o tempo da extração para
cada análise foram de 15 e 30 min., respectivamente. Todas as análises foram realizadas
em duplicata.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Análise cromatográfica</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nas análises
cromatográficas usou-se um sistema de GC (Agillent CG-7820A) - MS (Agilent MS-5975)
equipado com uma coluna capilar DB-5 (30 m x 0,25 mm de diâmetro interno, 0,25 µm
de espessura do filme). Após injeção, a programação de temperatura para a coluna
foi: início a 40 °C durante 4 min, aumentando-se 7&nbsp;°C/min até atingir 160 °C
onde permaneceu por 8 min, seguido por um aumento de 15&nbsp;°C/min até 250 °C onde
foi mantido por 3 minutos, totalizando 38 min de corrida cromatográfica. O hélio
foi usado como gás de arraste em uma proporção constante de 1,0&nbsp;mL/min. O detector
de massa foi operado por impacto de elétrons (EI)-<i>mode</i> de 70&nbsp;eV em uma
faixa de 29 – 550 m/z. A identificação dos componentes voláteis foi realizada por
meio do cálculo do índice de retenção linear (RI) de cada composto, usando uma série
de padrões de n-alcanos (C<sub>8</sub>-C<sub>24</sub>) (Sigma Chemical Co., St.
Louis) nas mesmas condições das amostras e por comparação do espectro de massa de
um composto desconhecido com a biblioteca espectral de massa NIST/EPA/NIH, versão
2.0. Os valores dos índices de retenção (RI) de cada composto também foram comparados
com os descritos na literatura referentes a outras frutas e vegetais os quais foram
determinados nos mesmos equipamentos e condições anteriores. As concentrações relativas
dos componentes individuais foram expressas como porcentagem das áreas de pico relativas
à área total do pico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Análise estatística</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A significância estatística do modelo foi avaliada
por análise de variância (ANOVA), a um nível de significância de 5% (p &lt; 0,05).
A ANOVA e a superfície de resposta foram geradas pelo programa STATISTICA v. 7 Statsoft
Inc., Tulsa, OK, USA.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Seleção do revestimento da fibra</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste estudo foram avaliadas duas
fibras semipolares CAR/PDMS e a DVB/CAR-PDMS, e comparadas individualmente. Os resultados
mostraram que, ambas as fibras conseguiram extrair compostos similares, dos quais
os mais representativos foram o etil hexanoato, e o 3-metil-3-buten-1-ol, 4-pentenil
butanoato e etil octanoato (<a href = "#f1">Figura 1</a>). No entanto, a fibra CAR/PDMS, foi a que apresentou
uma elevada eficiência de extração dos compostos voláteis. Comparando os cromatogramas
das duas fibras testadas, foram detectados 50 picos quando empregada a fibra DVD/CAR/PDMS
e 65 picos com a PDMS/CAR. Baseado no perfil apresentado por este revestimento,
a fibra CAR/PDMS foi selecionada para a caracterização dos compostos voláteis da
polpa da acerola.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Bicchi <i>et al</i>.
(2000) observaram que a fibra mais eficaz para o HS&#8209;SPME de compostos voláteis
é aquela composta por um líquido (PDMS) para os componentes menos polares e um revestimento
sólido (DVD, CAR ou ambos) para os componentes mais polares. Similarmente, Augusto
<i>et al</i>. (2000) concluíram que os dois revestimentos DVD/CAR seriam um meio
de filtrar compostos voláteis de algumas polpas de frutas e sugeriram que a combinação
destas duas fibras seria o revestimento mais eficiente para a extração de compostos
mais leves. Contudo, o revestimento desta fibra (CAR/PDMS) foi a mais apropriada
para a extração de moléculas pequenas. A sensibilidade desta fibra em moléculas
menores, tais como ésteres, ácidos e compostos não polares, permitiria a extração
de uma ampla faixa de compostos aromáticos.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Delineamento central composto e identificação de compostos voláteis da acerola</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados dos 17 experimentos são mostrados no <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a> e
na <a href = "#f2">Figura 2</a>. As respostas baseadas no número de picos é um dos parâmetros mais empregados
na otimização das condições de extração por SPME e, portanto empregado como ponto
final nestes estudos para avaliar a significância de cada uma das variáveis estudadas.
Uma análise de variância (ANOVA) foi realizada para determinar se os fatores experimentais
estudados foram significativos (p&lt;0,05) sobre o desempenho do sistema HS-SPME.
Os principais efeitos e suas interações são apresentados no diagrama de Pareto,
mostrado na <a href = "#f2">Figura 2</a>.</font></p>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A <a href = "#f2">Figura 2A</a>
mostra os resultados obtidos para a acerola madura, e pode-se observar que a quantidade
de amostra (x<sub>2</sub>), a temperatura de extração (x<sub>3</sub>) e o termo
quadrático da for<b>ç</b>a iônica (x<sub>1</sub>x<sub>1</sub>) foram altamente significativos
(p&lt;0,05) e influenciaram positivamente na extração dos compostos voláteis. Estas
variáveis influenciaram grandemente na pressão de vapor e do equilíbrio dos compostos
voláteis no espaço livre da amostra, o que indicaria que aumentando estes valores,
também incrementaria o sinal do composto. Assim, é possível atribuir a alta eficiência
da fibra de SPME ao aumento da concentração dos compostos menos voláteis no espaço
superior (devido à temperatura de extração superior) do que a extração dos compostos
altamente voláteis à fibra.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A <a href = "#f2">Figura
2B</a> representa os resultados da acerola semimadura e, observa-se que a temperatura
de extração (x<sub>3</sub>), a quantidade de amostra (x<sub>2</sub>) e o termo quadrático
da concentração do sal foram significativos (p&lt;0,05). Dessas variáveis, influenciaram
positivamente a temperatura e a quantidade de amostra. No entanto, o valor negativo
indicaria um efeito oposto sobre a resposta analítica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O número de picos obtidos em cada experimento foi usado
para obter a superfície de resposta que estão apresentados na <a href = "#f3">Figura 3A e 3B</a>. Estes
resultados representam os valores máximos alcançados tanto para a temperatura de
extração, para a quantidade de amostra e para a concentração de NaCl. Os gráficos
mostram que a melhor resposta (número de picos) foi atingida quando a temperatura
de extração estava na faixa de 46&nbsp;<sup>o</sup>C, a quantidade de amostra era
de 4 gramas a 24% de NaCl. O delineamento experimental apresentou um valor R de
0,947 para a acerola madura e 0,93 para a acerola semimadura, ambos considerados
valores adequados para o planejamento. Neste ponto, foram separados 81 compostos
voláteis da polpa da acerola madura e 64 da acerola semimadura, os quais estão mostrados
na <a href = "#f4">Figura 4</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>.</font></p>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27f3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo nossos
resultados podemos dizer que a adição de um sal inerte à amostra produz um aumento
da força iónica o que acarreta a diminuição da solubilidade de inúmeros compostos
em água, favorecendo a extração dos analitos (efeito <i>salting-out</i>). Igualmente
o tempo de extração afeta diretamente a extensão da extração de compostos voláteis
e semi-voláteis sendo que, teoricamente, para tempos de extração maiores uma maior
parcela de compostos será extraída. Do mesmo modo a temperatura é um dos parâmetros
mais importantes na extração dos compostos por difusão gasosa visto que o transporte
de massa é baseado na volatilização dos compostos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Identificação dos compostos voláteis da polpa da acerola</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A <a href = "#f4">Figura 4</a> representa os
cromatogramas da melhor condição de extração. Os números mostram os compostos que
apresentaram maior intensidade e possíveis responsáveis pelo aroma da fruta. No
<a href = "/img/revistas/rca/v42n1/v42n1a27q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> estão listados todos os compostos que foram detectados e identificados.
Foram identificados 55 compostos na acerola madura e 51 na semimadura, de acordo
com a semelhança dos seus espectros de massa e por comparação com os valores padrão
descritos na literatura, dentre os compostos identificados, os ésteres foram os
mais predominantes nos dois estágios de maturidade. O etil hexanoato foi o pico
mais impactante em ambos os estágios representando 36,7% de concentração relativa
na fruta madura e 27,6% na semimadura, seguido do 4-pentenil butanoato com 14,8%
na madura e 20,81% na semimadura.  Apesar de apresentarem muitos compostos em comum,
foram identificados alguns compostos presentes somente na acerola madura tais como
furfural, 3-metil octanoto, etil-4-octanoato e metil-4-decanoato. Na acerola semimadura
foi identificado o (E)-hexenil acetato, (E)-2-hexen-1-ol, 3-octanol e &#946;-ionone.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na literatura, poucos artigos referentes
à composição do aroma da acerola são encontrados (Schippa <i>et al</i>., 1993; Boulanger
e Crouzet, 2001; Carasek e Pawliszyn, 2006), dentre os quais Boulanger e Crouzet
(2001) identificaram 46 compostos voláteis livres, onde os álcoois (3-metil-3-buten-1-ol,
3-metil-butan-1-ol e 2-metil-butan-1-ol) eram predominantes na fração volátil. Outros
estudos (Schippa <i>et al</i>., 1993; Carasek e Pawliszyn, 2006) também identificaram
estes alcoóis na polpa da acerola.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pino e Marbot (2001) detectaram a presença de diferentes compostos incluindo
monoterpenóides os quais não foram encontrados em outros estudos. Os autores investigaram
os compostos voláteis de acerola cultivada em Cuba e identificaram furfural, ácido
hexadecanóico, 3-metil-3-buten-1-ol e limoneno como os compostos de maior intensidade.
Outro grupo estudou os efeitos na composição química dos compostos voláteis da acerola
em três estágios de maturidade, onde foi observado que o perfil do aroma vai incrementando
com o estágio de maturidade. Foram identificados 14 compostos no fruto imaturo,
23 no intermediário tais como metil hexanoato e 3-octen-1-ol e nos frutos maduros
identificaram 31 compostos, entre eles acetil- metil-carbinol e etil hexanoato.
Os autores também observaram que, quando imaturo, o odor prevaleceu durante a primeira
fase de maturação, as concentrações de ésteres eram baixas e incrementaram durante
a maturação (Vendramini e Trugo, 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A abundância de ésteres em frutas é bastante comum e relatada por vários autores
em estudos dos perfis voláteis de diversas frutas, como em germoplasma de manga
chinesa, Borojoa Sorbiles fruta da Amazônia, groselha preta, cajá, graviola, cupuaçu,
goiaba, banana e uva, normalmente, esta classe está envolvida com as notas de aromas
frutais da fruta (Augusto <i>et al</i>., 2000; Porat <i>et al</i>., 2011; Ma <i>et
al</i>., 2018; Rabelo <i>et al</i>., 2018; Marsol-Vall <i>et al</i>., 2018). Estes
autores detectaram a presença de aldeídos tais como furfural, nonanal e hexenal,
ésteres como o butanoato de etilo, butanoato de metilo, hexanoato de metilo entre
outros os quais foram também identificados na acerola.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste
estudo a combinação da técnica de HS-SPME na captura de compostos voláteis empregando
um sistema de CG-MS resultou em um método eficiente com o qual foi possível identificar
uma grande quantidade de compostos voláteis, dos quais os ésteres foram os compostos
predominantes nos dois estágios de maturidade. Entre as fibras testadas (CAR/PDMS
e DVB/CAR/PDMS), a CAR/PDMS foi a mais eficiente na extração de maior número de
compostos. Os compostos mais impactantes foram o 3- acetato de 3-metil-3-buten-1-ilo,
hexanoato de metilo, hexanoato de etilo, butanoato de 4-pentenilo, octanoato de
etilo, hexanoato de 4-pentilo e butanoato de etilo, dentre eles este último poderia
ser o principal responsável pelo aroma da fruta.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Acree, T. &amp;
Arn, H. (2004) – <i>Flavornet</i>. &lt;<a href = "http://www.flavornet.org" target = "_blank">http://www.flavornet.org</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=713374&pid=S0871-018X201900010002800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Augusto, F.; Valente, A.L.P.; Tada, E.S. &amp;
Rivellino, S.R. (2000) - Screening of Brazilian fruit aromas using solid-phase microextraction-gas
chromatography-mass spectrometry. <i>Journal of Chromatography</i>, vol. 873, n.
1, p. 117-127. <a href = "https://doi.org/10.1016/S0021-9673(99)01282-0" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/S0021-9673(99)01282-0</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=713376&pid=S0871-018X201900010002800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Beaulieu J.C. &amp; Lea, J.M. (2006) - <i>Characterization
and semiquantitative analysis of volatiles in seedless watermelon varieties using
solid-phase microextraction</i>. <i>Journal of Agricultural and Food Chemistry</i>,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bicchi, C.; Drigo, S. &amp; Rubiolo, P. (2000) - Influence
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of the aroma components of acerola (<i>Malphigia glabra</i> L.): free and bound
flavor compounds. <i>Food Chemistry</i>, vol. 74, n. 2, p. 209-216. <a href = "https://doi.org/10.1016/S0308-8146(01)00128-5" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/S0308-8146(01)00128-5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=713380&pid=S0871-018X201900010002800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carasek, E. &amp; Pawliszyn, A. (2006) - Screening
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Érica, A.; Souza, S.; Saboia, G.; Nina, C.J.;
Hoffmann, C.; Dos Santos, R.S.I.; Geraldo, L.G.; Soares, G.L. &amp; Zini, C.A. (2017)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Liu, F.-X.; Fu, S.-F.; Bi, X.-F. &amp; Chen, F. (2013) -
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marsol-Vall, A.; Kortesniemi,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marostica, M.R. &amp; Pastore, G.M. (2007) - Tropical fruit flavor. <i>In:</i>
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pino, J.A. (2012) - Odour-active compounds in
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<a href = "https://doi.org/10.1021/jf010270g" target = "_blank">https://doi.org/10.1021/jf010270g</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=713395&pid=S0871-018X201900010002800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Porat,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Rabelo, R.F.; de Souza, R.A.; Fernandes, A.A.C.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sampaio, T.S. &amp; Nogueira, P.C.L.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza-Silva,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Vallverdú, Q.A. &amp; Lamuela-Raventós,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Vendramini, A.L. &amp; Trugo, L.C.
(2004) - Chemical composition of acerola fruit (<i>Malpighia punicifolia</i> L.)
at three stages of maturity. <i>Food Chemistry</i>, vol. 71, n. 2, p. 195&#8722;198.
<a href = "https://doi.org/10.1016/S0308-8146(00)00152-7" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/S0308-8146(00)00152-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=713407&pid=S0871-018X201900010002800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os autores agradecem ao Instituto Nacional de
Ciência e Tecnologia (INCT) de Frutas Tropicais, ao CNPq e a CAPES pelo fornecimento
do apoio financeiro para o desenvolvimento do projeto.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.03.10</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.08.15</font></p>

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