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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tratamentos sanitários na qualidade fisiológica e sanitária de sementes de tomate produzidas sob manejo orgânico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The use of high quality physiological and sanitary seeds represents an important strategy in the implantation of organic tomato crops. This work was carried out to evaluate the effect of sanitary treatments on physiological and sanitary quality of seeds of tomato grown under organic management. We used six seed lots of cherry tomatoes coming from Rio Grande do Sul and Espírito Santo. The seeds were subjected to alternative sanitary treatments that consisted of soaking seeds in plant extracts and in distilled water, seeds microbiolization, thermotherapy, in addition to standard treatment with commercial fungicide and a control without any treatment. Then the seeds were evaluated for physiological and sanitary quality. Timbó extract reduced the physiological quality of tomato seeds. The treatment of seeds with alfavaca-clove extract and timbó extract inhibited the incidence of Penicillium sp. in cherry tomato seeds, produced under organic management. The alfavaca-cravo extract is efficient in maintaining the physiological and sanitary quality of cherry tomato seeds under organic management]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Lycopersicon esculentumMill.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[agricultura orgânica]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Tratamentos sanitários na qualidade fisiológica
e sanitária de sementes de tomate produzidas sob manejo orgânico</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Sanitary treatments in the physiological and sanitary
quality of tomato seeds produced under organic management</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Aldo Luiz Mauri</b><sup>1</sup>, <b>Eduardo Fontes
Araujo</b><sup>2</sup>, <b>Hugo Tiago Ribeiro Amaro</b><sup>3,</sup>*, <b>Roberto Fontes Araujo</b><sup>4</sup>
e <b>Sheila Cristina Prucoli Posse</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Instituto
Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – INCAPER, Vitória, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Departamento de Fitotecnia,
Universidade Federal de Viçosa – UFV, Viçosa, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>Departamento de Ciências Agrárias, Universidade
Estadual de Montes Claros – Unimontes, Janaúba, Brasil.</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>4</sup>Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas
Gerais – EPAMIG, Viçosa, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:hugo.amaro@unimontes.br" target = "_blank">hugo.amaro@unimontes.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso de
sementes de alta qualidade fisiológica e sanitária representa importante estratégia
na implantação de lavouras de tomate orgânico. Este trabalho foi realizado com o
objetivo de avaliar o efeito de tratamentos sanitários na qualidade fisiológica
e sanitária de sementes de tomate cereja produzidas sob manejo orgânico. Foram utilizados
seis lotes de sementes de tomate cereja oriundos do Rio Grande do Sul e do Espírito
Santo. As sementes foram submetidas a tratamentos sanitários alternativos que constaram
de imersão das sementes em extratos vegetais (alfavaca-cravo e timbó) e em água
destilada, microbiolização das sementes, termoterapia, além de um tratamento padrão
com fungicida comercial e uma testemunha sem tratamento. Em seguida, as sementes
foram avaliadas quanto à qualidade fisiológica e sanitária. O extrato de timbó reduziu
a qualidade fisiológica das sementes de tomate. O tratamento de sementes com extrato
de alfavaca-cravo e extrato de timbó inibiu a incidência de <i>Penicillium</i>sp.
em sementes de tomate cereja, produzidas sob manejo orgânico. O extrato de alfavaca-cravo
é eficiente na manutenção da qualidade fisiológica e sanitária das sementes de tomate
cereja sob manejo orgânico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: <i>Lycopersicon esculentum</i>Mill., agricultura orgânica, produção de sementes, germinação.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The use of high quality physiological and sanitary seeds
represents an important strategy in the implantation of organic tomato crops. This
work was carried out to evaluate the effect of sanitary treatments on physiological
and sanitary quality of seeds of tomato grown under organic management. We used
six seed lots of cherry tomatoes coming from Rio Grande do Sul and Espírito Santo.
The seeds were subjected to alternative sanitary treatments that consisted of soaking
seeds in plant extracts and in distilled water, seeds microbiolization, thermotherapy,
in addition to standard treatment with commercial fungicide and a control without
any treatment. Then the seeds were evaluated for physiological and sanitary quality.
Timbó extract reduced the physiological quality of tomato seeds. The treatment of
seeds with alfavaca-clove extract and timbó extract inhibited the incidence of <i>Penicillium
</i>sp. in cherry tomato seeds, produced under organic management. The alfavaca-cravo
extract is efficient in maintaining the physiological and sanitary quality of cherry
tomato seeds under organic management</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> <i>Lycopersicon esculentum</i> Mill., organic farming, seed
production, germination.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo,
sendo fonte devitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. A produção
anual brasileira de tomate é estimada em 4,4 milhões de toneladas, e destes, 2 milhões
de toneladas são destinados ao mercado innatura e o restante ao processamentoindustrial
da polpa (FAO, 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A produção
de hortaliças em sistema orgânico é uma atividade em crescimento no mundo, em decorrência
da necessidade de se proteger a saúde dos produtores e consumidores e de preservar
o ambiente (Sediyama <i>et al.,</i> 2014). Nesse sentido, diante da impossibilidade
do uso de práticas de manejo convencionais e do tratamento químico de sementes,
o uso de sementes de alta qualidade fisiológica e sanitária torna-se ainda mais
importante na implantação de lavouras de tomate orgânicas. Assim, o uso de sementes
de elevada qualidade e o conhecimento dos fatores que afetam a qualidade são essenciais
para a implantação de qualquer sistema de cultivo, permitindo a expressão do potencial
máximo da cultivar em questão (Barbosa <i>et al.,</i> 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento de sementes é, provavelmente, a medida
mais antiga, barata e, às vezes, a mais segura e a que propicia os melhores êxitos
no controle das doenças de plantas disseminadas pelas sementes (Parisi e Medina,
2017). O tratamento de sementes, além de controlar os agentes patogênicos associados
às sementes, controla os habitantes/invasores do solo, fungos de armazenamento e
patógenos foliares iniciais, podendo assegurar plantas vigorosas e atrasar o início
de epidemias. A falta dessa proteção inicial pode ter impacto direto na produtividade
(Buzzerio, 2010).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento
químico com fungicidas e inseticidas aumenta o desempenho das sementes, principalmente
daquelas espécies de alto valor comercial e é utilizado como ferramenta de proteção
da semente, tanto no campo como durante o armazenamento (Juliatti, 2010). No entanto,
sabendo-se dos problemas ocasionados, e da impossibilidade de uso dessa prática
na agricultura orgânica, a necessidade da busca de alternativas de controle destes
agentes fitopatogênicos, é necessária. Dentre as alternativas estudadas, atualmente,
destacam-se o uso de extratos vegetais para o controle de fitopatógenos (Moraes
<i>et al.</i>, 2011; Marini <i>et al</i>., 2012; Pereira <i>et al</i>., 2013; Ferreira
<i>et al</i>., 2015; Souza <i>et al</i>., 2017), o controle biológico por meio de
antagonistas (Fantinel <i>et al.,</i> 2015) e o uso da termoterapia (Schneider <i>et
al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vários autores
verificaram que a maioria dos extratos e óleos de plantas apresenta propriedades
antifúngicas. Slusarenko <i>et al.</i> (2008) verificaram que <i>Alternaria</i>
spp. em sementes de cenoura foi controlada eficientemente com a utilização de extratos
de alho. Trabalhando com sementes de pinheiro (<i>Pinus elliotti</i>), Camargo (2007)
constatou a eficiência do macerado de timbó (<i>Ateleia glazioviana</i> Baill) no
controle de <i>Penicillium</i>sp., <i>Fusarium</i> sp., <i>Cladosporium</i>sp.,
<i>Alternaria</i> sp. e <i>Rhizopus</i> sp. presentes nas sementes. Extrato bruto
aquoso de alfavaca-cravo (<i>Ocimum gratissimum</i>) inibiu o desenvolvimento micelial
de <i>Bipolaris sorokiniana</i> em sementes de trigo (Rodrigues <i>et al.,</i> 2006).
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante disto, o presente trabalho
teve como objetivo avaliar o efeito de tratamentos sanitários alternativos em sementes
de tomate cereja produzidas sob manejo orgânico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O Estudo foi conduzido  no Laboratório de Pesquisa em Sementes e Laboratório
de Fitopatologia do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão
Rural (INCAPER), em Linhares, Espírito Santo, e na Clínica de Doenças de Plantas
do Departamento de Fitopatologia da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa, Minas
Gerais. Utilizaram-se seis lotes de sementes de tomate cereja (<i>Lycopersicon esculentum
</i>Mill) produzidas sob manejo orgânico. Os lotes 1, 2 e 3 foram adquiridos em
embalagens impermeáveis, à COOPERAL (Cooperativa Regional dos Agricultores Assentados
Ltda.), que atua no município de Hulha Negra, estado do Rio Grande do Sul como produtora
de sementes agroecológicas. Os lotes 4, 5 e 6 foram obtidos no município de Domingos
Martins, estado do Espírito Santo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a obtenção destes três últimos lotes, as sementes foram removidas dos
frutos, sendo submetidas à fermentação natural, durante dois dias, com temperatura
em torno de 24°C. Ao final deste processo, a mucilagem foi totalmente removida por
meio de lavagem em água corrente. Na sequência, as sementes foram colocadas a secar
sobre papel toalha, em laboratório, sob temperatura em torno de 20°C, durante aproximadamente
quatro dias, até a realização das análises.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Avaliou-se o efeito de tratamentos sanitários alternativos na qualidade
das sementes e a descrição dos tratamentos está apresentada no <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>. Após os
tratamentos, as sementes foram submetidas aos seguintes testes:</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>-</b>Determinação do teor de água: determinado conforme
metodologia prescrita nas Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009), pelo método
da secagem em estufa a 105±3°C, durante 24 h, utilizando-se três repetições, sendo
os resultados expressos em percentagem;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>-</b>Teste de germinação: conduzido com oito repetições de 50 sementes
distribuídas sobre duas folhas de papel “germitest” umedecidas com água destilada
(volume equivalente a 2,5 vezes o peso do papel seco), em caixas plásticas tipo
gerbox. As caixas foram colocadas em germinador tipo BOD, marca FANEM, sob temperatura
alternada de 20-30°C e com oito horas de luz. As avaliações foram feitas no 7º e
14º dias após a semeadura e os resultados expressos em percentagem de plântulas
normais (Brasil, 2009);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>-</b>Primeira contagem de germinação: realizado em conjunto com o teste de germinação.
Consistiu no registro da percentagem de plântulas normais obtidas no 7.º dia após
o início do teste (Brasil, 2009);</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>-</b>Emergência de plântulas: realizado em estufa, semeando-se oito repetições
de 25 sementes em bandejas de isopor de 200 células, a 0,5 cm de profundidade, em
substrato comercial Plantmax®, umedecido duas vezes ao dia, realizando-se aos 15
dias a contagem de plântulas normais emergidas. Os resultados foram expressos em
percentagem;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>-</b>Índice
de velocidade de emergência: realizado em conjunto com o teste de emergência. Foram
feitas contagens diárias do número de plântulas emergidas até o 15º dia, calculando-se
o índice de velocidade de emergência.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>-</b>Sanidade: para a análise sanitária das sementes foi utilizado o método
do papel de filtro, conforme Brasil (2009), a 27°C, em regime alternado de 12 h
de luz durante 7 dias, com quatro repetições, cada uma composta de quatro caixas
gerbox. Em câmara de fluxo laminar e com o auxílio de pinças esterilizadas distribuíram-se
25 sementes de forma equidistante sob uma dupla camada de papel de filtro, totalizando
100 sementes por repetição e 400 por tratamento. A avaliação foi realizada com utilização
de microscópio estereoscópico, com ampliação de 50 a 60x, examinando-se as sementes
individualmente para a verificação de ocorrência e identificação de possíveis microrganismos.
Os resultados foram expressos em percentagem de sementes portadoras de fungos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental utilizado foi
o inteiramente casualizado em esquema fatorial (seis lotes x sete tratamentos) com
oito repetições. Os dados obtidos em cada teste foram analisados separadamente por
meio da análise de variância. Para comparação de médias obtidas nos testes foi utilizado
o teste de Tukey a 5% de probabilidade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados referentes ao teor de água inicial das sementes foram praticamente
semelhantes para os seis lotes estudados, variando de 7,5 a 8,6% de teor de água
(dados não apresentados), valores estes considerados baixos e homogêneos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As médias de germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>) indicam
que, em geral, independentemente do tratamento utilizado, o lote 1 apresentou melhor
desempenho em relação aos restantes, exceto para o tratamento com extrato de timbó
(<i>Ateleia glazioviana</i> Baill.), no qual os maiores valores de germinação foram
observados nos lotes 2 e 3, que não diferiram estatisticamente do lote 1. O tratamento
das sementes com extrato de timbó reduziu a germinação das sementes de todos os
lotes tratados, enquanto o tratamento com calor seco apenas reduziu a germinação
das sementes do lote 2.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A Portaria
n.º 457, de 18 de dezembro de 1986, estabelece os padrões para a distribuição, transporte
e comércio de sementes fiscalizadas de tomate, indicando que as sementes devem apresentar
germinação mínima de 75% (Brasil, 2017). Assim, as sementes dos lotes 4,5 e 6 tratadas
com extrato de timbó não atingiram a exigência da legislação quanto à percentagem
mínima de germinação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os baixos
valores de germinação observados após o tratamento das sementes com extrato de timbó
certamente estão relacionados com o efeito alelopático do timbó. Substâncias químicas
com potencial alelopático estão presentes em muitas plantas e em diferentes órgãos,
como folhas, flores, frutos, caules, raízes e em sementes de várias espécies de
plantas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observações em formações
vegetais onde ocorre essa espécie, permitiram levantar a hipótese de que o timbó
pode apresentar efeito alelopático sobre outras espécies vegetais; tal espécie apresenta
comportamento em conformidade com a atividade alelopática, uma vez que forma populações
densas e apresenta sinais de inibição ao desenvolvimento de outras espécies vegetais
em condições de campo (Anese <i>et al.,</i> 2007), com efeitos também sobre a germinação
de sementes.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar da eficiência
do teste de germinação para avaliação do potencial fisiológico de sementes, deve-se
considerar que esses resultados informam a respeito do desempenho dessas sementes
quando submetidas a condições ótimas de temperatura e umidade, o que não ocorre
no campo. Em campo, as sementes estão expostas a condições sub-ótimas de temperatura,
umidade, presença de  patógenos entre outros fatores, que podem interferir diretamente
na obtenção de resultados correlacionados aos apresentados no teste de germinação
(Barros <i>et al.,</i> 2002).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
primeira contagem dos resultados obtidos com o teste de germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>) foi
pouco eficiente na distinção do efeito dos tratamentos no vigor das sementes. Verifica-se
ainda, que as sementes tratadas através do calor seco apresentaram uma redução de
vigor na maioria dos lotes avaliados, exceto nos lotes 2 e 4.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Estes resultados corroboram com os encontrados
por Lopes e Rosseto (2004) que também constataram redução do vigor avaliado pela
primeira contagem de germinação de sementes de tomate submetidas ao calor seco (70ºC;
72,5ºC e 75°C/48 h).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q4.jpg" target = "_blank">Quadro
4</a> são apresentados os resultados da percentagem das plântulas emergidas em substrato
comercial. Ressalta-se, mais uma vez, que as sementes tratadas com extrato de timbó
foram as que apresentaram os menores valores e diferiram estatisticamente da testemunha
sem tratamento, possivelmente devido ao efeito alelopático do timbó, como já relatado.
Dentre os lotes que foram tratados com extrato de alfavaca-cravo, verifica-se melhor
desempenho para as sementes oriundas dos lotes 1, 2 e 3, em relação aos demais lotes.
Verifica-se ainda, no lote 6, que o extrato de alfavaca-cravo reduziu a emergência
de plântulas, sendo superior somente ao tratamento com extrato de timbó.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Do mesmo modo, Rocha <i>et al.</i> (2002)
trabalhando com óleo essencial de alfavaca-cravo, verificaram que o mesmo inibiu
a germinação de sementes de alface. Por outro lado, Rodrigues <i>et al.</i> (2006)
trabalhando com sementes de trigo tratadas com extrato de alfavaca-cravo, constataram
que a qualidade fisiológica das sementes não foi alterada em função do tratamento.
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de velocidade de emergência
(<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a>) também indicou o tratamento com extrato de timbó como de pior desempenho.
Nas sementes tratadas via calor seco não se encontraram diferenças estatísticas
entre os lotes. Estes resultados corroboram com Carmo <i>et al.</i> (2004), que
também constataram redução na velocidade de germinação de sementes submetidas ao
calor seco (70°C/96 h). Este efeito deve-se provavelmente ao reduzido teor de água
das sementes submetidas a este tratamento.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados obtidos no teste de germinação e nos restantes testes de
avaliação do vigor mostraram que de um modo geral o pior desempenho foi obtido nas
sementes que foram submetidas ao tratamento com extrato de timbó. Por outro lado,
a avaliação da incidência de fungos (%) nos diferentes lotes, mostrou que o extrato
de timbó foi eficiente na redução da incidência de <i>Rhizopus</i> sp. e <i>Penicillium</i>
sp. na maioria dos lotes avaliados (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q6.jpg" target = "_blank">Quadro 6</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Anese <i>et al.</i> (2007) avaliando sementes de alface tratadas com
extrato de timbó, observaram significativas reduções de germinação e vigor. Por
outro lado, Camargo (2007) não constatou qualquer redução na qualidade fisiológica
em sementes de pinheiro (<i>Pinus elliottii</i>Engelm) e grápia [<i>Apuleia leiocarpa
</i>(Vogel) J.F.Macbr.]<i>,</i>quando estas foram tratadas com extrato de timbó.
Estes resultados contraditórios podem ser devido ao fato de Camargo (2007) ter trabalhado
com aplicação de extrato seco sobre as sementes, o que difere  do que ocorreu neste
trabalho e no trabalho de Anese <i>et al</i>. (2007) onde se trabalhou com extratos
aquosos, conforme metodologia descrita por Rodrigues <i>et al.</i> (2006). Os resultados
da aplicação de extratos vegetais são assim dependentes, entre outros fatores, dos
processos tecnológicos utilizados na obtenção e manipulação do extrato.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De uma maneira geral, o extrato de alfavaca-cravo
não foi prejudicial à qualidade fisiológica das sementes, apresentando resultados
inferiores apenas nos lotes de menor vigor.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Verifica-se também que o tratamento com o fungicida captana e com água
destilada apresentou resultados similares aos da testemunha sem tratamento. Este
fungicida químico de síntese é comumente utilizado no tratamento de sementes de
hortaliças, não apresentando efeitos negativos. Os resultados similares à testemunha
sem tratamento, apresentados pela água destilada, validaram os resultados obtidos
nos tratamentos com os extratos aquosos, comprovando-se que tais efeitos se devem
aos ingredientes ativos presentes nestes extratos e não ao período de embebição
das sementes. Em relação ao uso do calor seco e da microbiolização, de uma maneira
geral, os resultados indicaram efeitos prejudiciais à qualidade das sementes, mas
não tão intensos quando comparados com o uso do extrato de timbó. </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a14q6.jpg" target = "_blank">Quadro 6</a> são apresentados os resultados
da ocorrência de microrganismos em sementes de tomate cereja produzidas sob manejo
orgânico após aplicação dos tratamentos alternativos. Em todos os lotes avaliados
verificou-se a incidência de <i>Rhizopus</i> sp. e <i>Penicillium</i> sp.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento das sementes com <i>Trichoderma</i>
sp. não controlou os fungos existentes. Pelo contrário, aumentou a incidência ou
favoreceu a manifestação de patógenos nas amostras analisadas, quando anteriormente
estas se apresentavam sadias. A utilização de captana foi eficaz no controle dos
patógenos, contudo, este fungicida não pode ser utilizado no tratamento de sementes
orgânicas (Brasil, 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As
propriedades antifúngicas e sua eficácia no controle de agentes patogênicos, sem
causar danos às sementes tratadas dependem  de uma série de fatores inerentes às
plantas, como o órgão utilizado, a idade e a fase  vegetativa. A eficiência do produto
utilizado também depende da espécie vegetal utilizada, do tipo de doença a ser controlada
e dos processos tecnológicos utilizados na obtenção e manipulação dos extratos (Silva
<i>et al.,</i> 2005). Fatores ambientais, como o pH, temperatura, umidade relativa
e diferentes tipos de stress também podem influenciar a eficácia dos produtos utilizados.
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar da grande eficiência
do extrato de timbó para eliminação dos patógenos de sementes de tomate cereja,
demonstrada neste trabalho, o mesmo causou danos na qualidade fisiológica das sementes
tratadas. Desta forma, destaca-se o efeito do extrato de alfavaca-cravo, que se
mostrou tão eficiente quanto o de timbó no controle dos fungos das sementes, mas
não apresenta, a priori, grandes problemas para a qualidade fisiológica das sementes
tratadas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante destas considerações,
ressalta-se a necessidade da realização de novas pesquisas avaliando outras combinações
e extratos, verificando o efeito sobre demais agentes patogênicos associados às
sementes, bem como o efeito destes produtos na qualidade das sementes armazenadas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
extrato de timbó reduz a qualidade fisiológica das sementes de tomate cereja.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento de sementes com extrato de alfavaca-cravo
e extrato de timbó inibiu a incidência de <i>Penicillium</i>sp. em sementes de
tomate cereja, produzidas sob manejo orgânico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O extrato de alfavaca-cravo é eficiente na manutenção da qualidade fisiológica
e sanitária das sementes de tomate cereja sob manejo orgânico.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2019.02.15</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2019.08.20</font></p>

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