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<article-id>S0871-018X2019000400015</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/rca.17552</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Acacia mangiumWilld. durante o armazenamento]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physiological and biochemical changes on Acacia mangium Willd. seeds during storage]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Norte Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias ]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0871-018X2019000400015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0871-018X2019000400015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0871-018X2019000400015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[As sementes estão continuamente expostas ao processo de deterioração, o qual envolve alterações fisiológicas, bioquímicas, físicas e citológicas. Assim, este estudo teve por objetivo avaliar alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de Acacia mangium durante o armazenamento em três ambientes. Para este fim, as sementes foram armazenadas em sacos de polietileno semipermeáveis durante os períodos de 0, 3, 6, 9, 12 e 15 meses em três condições de armazenamento: congelador (T = -20 ± 3 ºC; U.R. = 49 ± 15%), frigorífico doméstico (T = 6 ± 3 ºC; U.R. = 55 ± 14%) e sala climatizada (T = 27 ± 4 ºC; U.R. = 56 ± 13%). Foram realizadas as seguintes determinações e testes: teor de água, germinação, primeira contagem de germinação, índice de velocidade de germinação, massa seca de plântulas, emergência, índice de velocidade de emergência, açúcares solúveis totais, açúcares não redutores, aminoácidos livres totais, amido e proteínas solúveis. As sementes de A. mangium conservam a qualidade fisiológica durante 12 meses quando armazenadas quer em congelador, frigorífico doméstico ou sala climatizada. Não foi possível verificar um padrão de alteração no conteúdo de amido, açúcares solúveis totais e açúcares não redutores.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Seeds are continually exposed to the deterioration process, which involves physiological, biochemical, physical and cytological changes. Thus, the objective of this study was to evaluate physiological and biochemical changes in Acacia mangium seeds during storage in three environments. For this purpose, the seeds were stored in semi-permeable polyethylene bags during periods of 0, 3, 6, 9, 12 and 15 months under three conditions: frezer (T = -20 ± 3 ºC, RH = 49 ± 15%), refrigerator (T = 6 ± 3 °C, RH = 55 ± 14%) and air-conditioned room (T = 27 ± 4 °C, RH = 56 ± 13%). The following determinations and tests were performed: water content, germination, first germination count, germination speed index, seedling dry mass, emergence rate, emergence speed index, total soluble sugars, non-reducing sugars, total free amino acids, starch and soluble proteins. The seeds of A. mangium retain the physiological quality for 12 months when stored in a frezer, domestic refrigerator and heated room. It was not possible to verify a pattern of change in the content of starch, total soluble sugars and non-reducing sugars.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[composição química]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[deterioração]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sementes florestais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[longevidade]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[chemical composition]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[deterioration]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[longevity]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Alterações fisiológicas
e bioquímicas de sementes de <i>Acacia mangium</i>Willd. durante o armazenamento</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Physiological and biochemical changes on <i>Acacia mangium</i>
Willd. seeds during storage</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Guilherme V. G. de Pádua</b>, <b>Danilo F. A. de Oliveira</b>, <b>Francival
Cardoso Félix</b>, <b>Cristiane E. C. de Macedo</b>, <b>Eduardo L. Voigt</b>, <b>Cibele S. Ferrari</b> e
<b>Mauro V. Pacheco</b>*</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i> Unidade Acadêmica Especializada em Ciências
Agrárias/Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UAECIA/UFRN); Rodovia RN 160,
Km 03, Distrito de Jundiaí, CEP 59280-000, Cx. Postal 07, Macaíba, Rio Grande do
Norte, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:pachecomv@hotmail.com" target = "_blank">pachecomv@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes estão continuamente expostas ao
processo de deterioração, o qual envolve alterações fisiológicas, bioquímicas, físicas
e citológicas. Assim, este estudo teve por objetivo avaliar alterações fisiológicas
e bioquímicas em sementes de <i>Acacia mangium</i> durante o armazenamento em três
ambientes. Para este fim, as sementes foram armazenadas em sacos de polietileno
semipermeáveis durante os períodos de 0, 3, 6, 9, 12 e 15 meses em três condições
de armazenamento: congelador (T = -20 ± 3 ºC; U.R. = 49 ± 15%), frigorífico doméstico
(T = 6 ± 3 ºC; U.R. = 55 ± 14%) e sala climatizada (T = 27 ± 4 ºC; U.R. = 56 ± 13%).
Foram realizadas as seguintes determinações e testes: teor de água, germinação,
primeira contagem de germinação, índice de velocidade de germinação, massa seca
de plântulas, emergência, índice de velocidade de emergência, açúcares solúveis
totais, açúcares não redutores, aminoácidos livres totais, amido e proteínas solúveis.
As sementes de <i>A. mangium</i> conservam a qualidade fisiológica durante 12 meses
quando armazenadas quer em congelador, frigorífico doméstico ou sala climatizada.
Não foi possível verificar um padrão de alteração no conteúdo de amido, açúcares
solúveis totais e açúcares não redutores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b>composição química, deterioração, sementes florestais, longevidade.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Seeds
are continually exposed to the deterioration process, which involves physiological,
biochemical, physical and cytological changes. Thus, the objective of this study
was to evaluate physiological and biochemical changes in <i>Acacia mangium</i> seeds
during storage in three environments. For this purpose, the seeds were stored in
semi-permeable polyethylene bags during periods of 0, 3, 6, 9, 12 and 15 months
under three conditions: frezer (T = -20 ± 3 ºC, RH = 49 ± 15%), refrigerator (T
= 6 ± 3 °C, RH = 55 ± 14%) and air-conditioned room (T = 27 ± 4 °C, RH = 56 ± 13%).
The following determinations and tests were performed: water content, germination,
first germination count, germination speed index, seedling dry mass, emergence rate,
emergence speed index, total soluble sugars, non-reducing sugars, total free amino
acids, starch and soluble proteins. The seeds of <i>A. mangium</i> retain the physiological
quality for 12 months when stored in a frezer, domestic refrigerator and heated
room. It was not possible to verify a pattern of change in the content of starch,
total soluble sugars and non-reducing sugars.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b>chemical composition<b>,</b>deterioration, forest seeds, longevity.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
táxone <i>Acacia mangium</i> Willd. (Fabaceae), conhecida popularmente por acácia-australiana,
é uma espécie arbórea que ocorre naturalmente no Nordeste da Austrália, na Papua
Nova Guiné, na Papua Ocidental e nas Ilhas Molucas e foi introduzida na América
do Sul, na América Central, na África e na Ásia (Krisnawati <i>et al.</i>, 2011;
Richardson <i>et al</i>., 2011). Esta espécie possui grande potencial silvícola
(Gonçalves & Lelis, 2012), apresentando propriedades tecnológicas favoráveis
à indústria de celulose e papel (Segura <i>et al</i>., 2010), como também para produção
de energia e na fabricação de painéis (Krisnawati <i>et al.</i>, 2011; Guimarães
Júnior <i>et al</i>., 2014). Com o propósito da produção de sementes para atender
à procura de sementes para o seu cultivo, tornam-se também necessários estudos voltados
para a compreensão do processo de deterioração em sementes desta espécie durante
o armazenamento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O processo
de deterioração em sementes é caracterizado por uma série de mudanças em nível citológico,
físico, bioquímico e fisiológico, com início a partir da maturidade fisiológica
e que culminam com a morte da semente (Marcos Filho, 2015). Esse processo é influenciado
principalmente por temperatura, umidade relativa do ar e teor de água das sementes
(Bewley <i>et al</i>., 2013). Consequentemente, alterações ao nível fisiológico
e bioquímico resultantes das condições de armazenamento podem ocorrer e precisam
ser estudadas (Silva <i>et al</i>., 2011). Desta forma, pode-se tentar aumentar
a longevidade das sementes por meio do conhecimento da sua capacidade germinativa
durante o armazenamento, retardando as perdas da qualidade fisiológica (Pereira
<i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sementes
ortodoxas armazenadas inadequadamente com elevados graus de umidade reduzem mais
rapidamente a viabilidade e o vigor em função do período de exposição (Marcos Filho,
2015). Isto resulta no agravamento do processo de deterioração, o qual pode envolver
a degradação de reservas, alterações na composição bioquímica, desnaturação de proteínas
e inativação de enzimas, associados ao aumento da permeabilidade das membranas e
outros danos celulares (Jyoti, 2013). Neste sentido, objetivou-se com o presente
estudo avaliar alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de <i>A. mangium</i>
sob diferentes ambientes de armazenamento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo foi conduzido
no Laboratório de Sementes Florestais da Unidade Acadêmica Especializada em Ciências
Agrárias/Universidade Federal do Rio Grande do Norte, município de Macaíba, RN,
Brasil, no período de julho de 2015 a outubro de 2016. As sementes foram colhidas
no último ciclo de produção (setembro a novembro, 2014) e fornecidas pela BioSementes
do Brasil LTDA. O processo de limpeza das mesmas foi realizado por meio da seleção
daquelas visualmente bem formadas. De seguida, as sementes foram homogeneizadas,
contabilizadas e colocadas em sacos de polietileno semipermeáveis, com alta densidade
(20 micrómetros) e acondicionadas sob três condições térmicas contrastantes: congelador
(T = -20 ± 3 ºC; UR = 49 ± 15%), frigorífico doméstico (T = 6 ± 3 ºC; UR = 55 ±
14%) e sala climatizada (T = 27 ± 4 ºC; UR = 56 ± 13%), com avaliações realizadas
a cada três meses ao longo de 15 meses, considerando os períodos de 0 (controle
– qualidade inicial antes do armazenamento), 3, 6, 9, 12 e 15 meses. Os dados de
temperatura e umidade relativa do ar foram registados diariamente, nos ambientes
de armazenamento das sementes, durante o período do estudo, com auxílio do termohigrómetro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para cada período de
avaliação, foram realizadas as seguintes determinações e testes: teor de água (%)<b>
-</b>realizado por meio do método da estufa com circulação forçada de ar, com duas
repetições de 4,5 ± 0,5 g de sementes acondicionadas a 105 ± 3 °C durante 24-h (Brasil,
2009); germinação (%)<b> -</b>em razão da impermeabilidade do tegumento foi realizada
a quebra da dormência por meio da imersão das sementes em água quente (100 ºC) por
60 segundos (Rodrigues <i>et al</i>., 2008). A assepsia das sementes foi realizada
com hipoclorito de sódio 2,5% (m/v) durante 5-min, sendo lavadas posteriormente
com água destilada (Brasil, 2013). De seguida, realizou-se a sementeira em três
folhas de papel toalha (tipo Germitest®) previamente umedecidas com água destilada
na quantidade equivalente a 2,5 vezes a massa do papel seco, organizados no sistema
de rolos, colocados em sacos de polietileno transparentes (Brasil, 2013) e incubados
em germinador do tipo Biochemical Oxigen Demand (B.O.D.) regulado à temperatura
de 35 ºC e fotoperíodo de 8-h, com quatro repetições de 100 sementes para cada tratamento.
Durante 14 dias foram realizadas contagens diárias, contando-se o número de sementes
que originaram plântulas normais (Brasil, 2013); primeira contagem da germinação
(%)<b> -</b>realizada conjuntamente ao teste de germinação, sendo contabilizado
o número de plântulas normais aos sete dias após a sementeira (Brasil, 2013); índice
de velocidade de germinação (IVG)<b> -</b>feito por meio da contabilidade do número
de sementes germinadas do 7º ao 14º dia, conforme fórmula proposta por Maguire (1962);
massa seca de plântulas (mg) - as plântulas normais foram acondicionadas em sacos
de papel, desprezando-se os cotilédones, e submetidas à secagem em estufa de circulação
forçada de ar regulada a 60 °C, com pesagem em balança analítica de precisão (0,001
 g) até peso constante, cujos resultados foram obtidos por meio da soma da massa
seca de todas as plântulas, dividindo-se pelo número de sementes postas para germinar;
emergência (%)<b> -</b> foram utilizadas quatro repetições de 100 sementes, semeadas
a 1,0 cm de profundidade em areia lavada e esterilizada contida em bandejas plásticas
de 44 x 30 x 8 cm, as quais foram mantidas em ambiente protegido e sem controle
de temperatura e de umidade relativa do ar. Aos 21 dias após a sementeira, considerou-se
a porcentagem de plântulas normais (Brasil, 2013) emersas; índice de velocidade
de emergência (IVE) – contabilizou-se o número de plântulas normais emersas do 1º
ao 21º dia, conforme fórmula proposta por Maguire (1962); açúcares solúveis totais
(AST), açúcares não redutores (ANR) e aminoácidos livres totais (AALT) – a extração
foi feita com cinco repetições a partir de amostras com aproximadamente 200 mg de
massa fresca. As amostras foram extraídas com 5 mL de etanol 80% (v/v) a 60 ºC por
um período de 30 min em tubos hermeticamente fechados. Após a colheita dos sobrenadantes,
os resíduos foram reextraídos com mais 5 mL de etanol 80% (v/v) sob as mesmas condições.
Os sobrenadantes foram reunidos, atingindo 10 mL de extrato total por amostra e
os resíduos foram preservados e utilizados para extração e determinação do conteúdo
de amido. Para a dosagem de AST, foi utilizado o método do fenol-sulfúrico (Morris,
1948; Yemm e Willis, 1954). Em cada determinação, foram adicionados 100 &#956;L
da amostra, 900 &#956;L de água destilada e 2,5 mL do reagente de antrona. A leitura
foi realizada a 620 nm e o cálculo do conteúdo de AST foi baseado em uma curva padrão
de D-glicose, sendo expresso em µmol de AST g<sup>-1</sup> MS. Para a determinação
de ANR, utilizou-se 100 &#956;L da amostra, 900 &#956;L de água destilada e 100
&#956;L de KOH 30% (m/v) incubados a 100 °C durante 10 min. Logo após, adicionou-se
2,5 mL do reagente de antrona (Morris 1948; Van Handel, 1968). A leitura foi realizada
a 620 nm e o conteúdo de ANR das amostras foi calculado a partir da curva padrão
de sacarose, sendo expresso em &#956;mol de ANR g<sup>-1</sup> MS. Para estimar
o conteúdo de AALT, utilizou-se 500 &#956;L da amostra, 250 &#956;L de tampão citrato
0,2 M pH 5,0 e 250 &#956;L do reagente de ninidrina (Peoples, 1989). Os tubos foram
hermeticamente fechados e incubados a 100 ºC por 15 min. De seguida, adicionaram-se
4,0 mL de etanol 50% (v/v); as leituras foram realizadas a 570 nm e o conteúdo de
AALT foi calculado de acordo com a curva padrão de L-glutamina, sendo expresso em
µmol de AALT g<sup>-1</sup> MS; amido – extraído a partir dos resíduos obtidos após
a remoção de AST, ANR e AALT com 2,0 mL de ácido perclórico (HClO<sub>4</sub>) 30%
(v/v) pelo método de maceração em almofariz. O macerado foi centrifugado a 10.000
x g durante 20 min a 4 °C, o sobrenadante foi reservado e o precipitado foi reextraído
duas vezes com mais 0,75 mL de HClO<sub>4</sub> 30% (v/v), perfazendo 3,5 mL de
extrato.  Para a quantificação do conteúdo de amido, utilizaram-se 100 &#956;L da
amostra, 9900 &#956;L de água destilada e 2,5 mL do reagente de antrona com leitura
realizada a 620 nm, empregando uma curva padrão de D-glicose (Morris 1948; Yemm
& Willis, 1954). Os valores obtidos foram multiplicados pelo fator 0,9 para
conversão em amido (McCready <i>et al</i>., 1950) e os dados foram expressos em
mg de glicose g<sup>-1</sup> de semente; proteínas solúveis (PS) - foram extraídas
com 1,5 mL do tampão Tris-HCl 100 mM pH 7,0 contendo NaCl 500 mM e &#946;-mercaptoetanol
2 mM,  como tampão de extração, pelo método de maceração em almofariz à baixa temperatura
(Alfenas <i>et al</i>., 1991). De seguida, foi realizada a centrifugação a 10.000
x g por 20 min; os sobrenadantes foram colhidos e os precipitados foram reextraídos
duas vezes com o tampão de extração perfazendo 3,5 mL de extrato. Na quantificação
das PS, foi utilizado o método de Bradford (1976), utilizando 100 &#956;L da amostra,
1900 &#956;L de água destilada e 2,5 mL do reagente. A leitura foi realizada a 595
nm, tendo como padrão uma curva de albumina sérica bovina. O conteúdo de PS foi
expresso em mg de PS g<sup>-1</sup> MS.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, organizado
em esquema de parcelas subdivididas, sendo a parcela principal o ambiente (3 níveis:
congelador, frigorífico doméstico e sala climatizada) e as subparcelas, os períodos
de armazenamento (6 níveis: 0, 3, 6, 9, 12 e 15 meses), com quatro e cinco repetições
para as variáveis fisiológicas e bioquímicas, respectivamente. Os resultados foram
submetidos aos testes de homogeneidade e normalidade, análise de variância e aplicação
de regressão polinomial, adotando-se as equações cujos coeficientes de determinação
(R<sup>2</sup>) foram superiores. Todas as análises foram realizadas com o auxílio
do software estatístico ASSISTAT versão 7.7 beta (UFCG/ PB).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à determinação do teor de água em cada condição ao longo do tempo
de armazenamento, observa-se na <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>A que as sementes de <i>A. mangium</i> continham
teor de água inicial (período 0 – antes do armazenamento) de 7,3%. Ao longo dos
15 meses de armazenamento, observou-se pouca variação do teor de água das sementes
submetidas às diferentes condições térmicas: 7,1% em congelador, 7,2% em frigorífico
doméstico e 6,9% em sala climatizada. Isto ocorreu provavelmente devido ao tipo
de embalagem utilizada (saco de polietileno semipermeável de alta densidade), pois
a baixa permeabilidade do recipiente dificulta as trocas gasosas com o meio no qual
se encontram as sementes (Martins <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados para a variável germinação de
sementes demonstraram ajuste do modelo cúbico decrescente para todas as condições
de armazenamento (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>B). A redução da germinação logo após o início do armazenamento
pode ser atribuída a algum mecanismo de adaptação à nova condição ambiental (Scalon
<i>et al</i>., 2006). Percebe-se que as sementes mantidas a baixas
temperaturas (-20 ºC) apresentaram menores valores de germinação quando comparadas
àquelas mantidas em temperaturas mais elevadas (6 e 27 ºC). Isso pode ser atribuído
ao drástico choque térmico sofrido pelas sementes no momento da sementeira, pois
foram retiradas do congelador (-20ºC) e expostas a uma temperatura ambiente de 27
ºC, ou seja, a amplitude térmica foi de aproximadamente 47 ºC.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados da primeira contagem da germinação (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f2" target = "_blank">Figura
2A</a>) demonstram tendência de redução do número de plântulas normais, que inicialmente
foi de 87%. De acordo com os resultados obtidos, constatou-se que houve a tendência
de maiores valores para as sementes conservadas às temperaturas de 6 e 27 ºC quando
comparadas àquelas mantidas a -20 ºC ao longo do tempo. Assim, as sementes que germinam
mais rapidamente, e que apresentam valores mais elevados de germinação na primeira
contagem, são consideradas mais vigorosas quando comparadas àquelas de germinação
mais lenta (Oliveira <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados do IVG ajustaram-se ao modelo cúbico nas três condições de armazenamento.
Na <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>B, percebe-se redução do vigor avaliada pelo IVG das sementes de <i>A.
mangium</i> em todas as condições de armazenamento, com queda acentuada até os 12
meses.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "#f3">Figura 3</a>,
apresentam-se os valores da massa seca de plântulas de <i>A. mangium</i> antes e
durante o armazenamento em diferentes temperaturas. Com relação aos resultados obtidos,
houve a tendência de redução do vigor, avaliado pela massa seca, nas três condições
testadas. Tal redução da massa seca das plântulas de <i>A. mangium</i>, pode estar
relacionada à menor eficiência na mobilização de reservas durante o processo de
germinação, assim, sementes mais vigorosas produzirão plântulas com maior acumulação
de biomassa (Oliveira <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f3.jpg"></a></p>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao teste de emergência de plântulas (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>A), os resultados
evidenciaram predisposição de redução na porcentagem de plântulas emersas ao longo
do armazenamento nas três condições térmicas. Tais resultados revelaram ajuste do
modelo cúbico decrescente, independente da condição de armazenamento empregada. 
</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A análise do IVE (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>B)
evidenciou ajuste do modelo cúbico decrescente para as sementes conservadas nas
três condições térmicas. A redução da velocidade de emergência de plântulas é uma
das consequências da interação do potencial fisiológico das sementes com as condições
do ambiente. Desta forma, em condições ambientais desfavoráveis há declínio do vigor,
promovendo assim, uma proporção cada vez mais elevada de sementes que se mostram
mais susceptíveis aos estresses (Marcos Filho, 2015).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O conteúdo de amido (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>A), de AST (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>B) e de ANR (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f5.jpg" target = "_blank">Figura 5</a>C) variou
segundo o modelo polinomial de quinta ordem. De acordo com os resultados obtidos
não foi possível detectar a degradação desses compostos de reserva como resposta
à deterioração ao longo do armazenamento das sementes, sob as três condições térmicas.
Houve variações nos conteúdos destes compostos entre os tratamentos ao longo do
tempo, mas com base nestas variações, não se observa claramente a diminuição do
conteúdo de amido, AST e ANR durante o armazenamento.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A degradação das reservas por meio de reações hidrolíticas
e oxidativas tem sido considerada uma das principais causas da deterioração das
sementes durante o envelhecimento natural (Black <i>et al</i>., 2006). Os carboidratos
são importantes reservas energéticas e os açúcares não redutores têm sido relacionados
à estabilidade do estado vítreo em sementes ortodoxas (Bewley <i>et al</i>., 2013).
Com o aumento do período de armazenamento, espera-se o decréscimo dos conteúdos
de açúcares solúveis e amido em paralelo com a acumulação de açúcares redutores
(Moncaleano-Escandon <i>et al</i>., 2013; Marcos Filho, 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>A encontram-se os resultados para os conteúdos
de PS nas sementes de <i>A. mangium</i> ao longo do armazenamento. Tal conteúdo
pode ser descrito pelo modelo polinomial de terceira ordem. Nota-se que houve acréscimo
dos conteúdos destas reservas nos três ambientes testados.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>B, observa-se aumento de AALT ao longo do
armazenamento das sementes de <i>A. mangium</i>. Esta acumulação de AALT coincide
com o aumento aparente do conteúdo de PS (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>A), corroborando a provável ocorrência
de reações de deterioração nas proteínas de reserva. </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Tendo em vista que as sementes de <i>A. mangium</i>
apresentaram teor de água entre 6,7 e 7,6% (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>A) durante todo o experimento,
independente do tratamento, estas sementes se encontravam no nível de hidratação
II. Neste nível de hidratação, as moléculas de água estão ligadas apenas a sítios
hidrofílicos e iônicos, de forma que os fluidos intracelulares apresentam altíssima
viscosidade (estado coriáceo a vítreo) e as reações metabólicas se encontram suspensas
(Bewley <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Desta
maneira, o aparente aumento do conteúdo de PS nas sementes de <i>A. mangium</i>
ao longo do armazenamento (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a15f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>A) não pode ser atribuído à síntese proteica,
a qual apresenta papel importante na deposição das proteínas de reserva durante
a maturação das sementes (Tan-Wilson & Wilson, 2012). Pelo contrário, este aumento
aparente pode estar relacionado a processos de deterioração. Em sementes ortodoxas
maduras, as proteínas de reserva são depositadas sob a forma de aglomerados e clivagens
das cadeias devido a reações de deterioração podem alterar os resultados obtidos
pelo ensaio de Bradford, causando a falsa noção de que há aumento do conteúdo de
PS nas amostras. De fato, a oxidação de proteínas pode favorecer a clivagem hidrolítica
das cadeias e alterar a sua solubilidade (Job <i>et al</i>., 2005).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sementes
de <i>A. mangium</i> conservam a qualidade fisiológica durante 12 meses quando armazenadas
no congelador (T = -20 ± 3 ºC; U.R. = 49 ± 15%), frigorífico doméstico (T = 6 ±
3 ºC; U.R. = 55 ± 14%) ou sala climatizada (T = 27 ± 4 ºC; U.R. = 56 ± 13%).  </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Não foi possível detectar a ocorrência de
reações de degradação das moléculas de carboidratos durante o armazenamento das
sementes de <i>A. mangium</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
acumulação de AALT, dos nove aos 15 meses de armazenamento, nas três condições térmicas
corrobora com a provável ocorrência de reações de deterioração nas proteínas de
reserva.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alfenas, A.C.; Peters, I.; Brune, W. & Passador,
G.C. (1991) - <i>Eletroforese de proteínas e isoenzimas de fungos e essências florestais.</i>
Viçosa, SIF, 242 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707423&pid=S0871-018X201900040001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bewley, J.D.;
Bradford, K.J.; Hilhorst, H.W.M. & Nonogaki, H. (2013) - <i>Seeds – physiology
of development, germination and dormancy.</i> 3ª ed. New York, Springer, 392 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707425&pid=S0871-018X201900040001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Black, M.; Bewley, J.D. & Halmer, P. (2006)
- <i>The Encyclopedia of seeds. Science, technology and uses.</i> Wallinford, CABI,
900 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707427&pid=S0871-018X201900040001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bradford, M.M. (1976)
- A rapid and sensitive method for the quantitation of microgram quantities of protein
utilizing the principle of protein-dye binding. <i>Analitical Biochemistry</i>,
vol. 72, n. 1-2, p. 248-254. <a href = "https://doi.org/10.1016/0003-2697(76)90527-3" target = "blank">https://doi.org/10.1016/0003-2697(76)90527-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707429&pid=S0871-018X201900040001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2009) - <i>Regras para análise de
sementes.</i> Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de
Defesa Agropecuária. Brasília, MAPA/ACS, 399 p.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2013) - <i>Instruções para a análise de sementes de espécies
florestais.</i> Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria
de Defesa Agropecuária. Brasília, MAPA/ACS, 98 p.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gonçalves, F.G. & Lelis, R.C.C. (2012) - Caracterização
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A.S.; Martins, E.H. & Lopes, O. (2014) - Caracterização da madeira de desrama
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Job, C.; Rajjou, L.; Lovigny, Y.; Belghazi, M. & Job,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Krisnawati,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pereira, M.D.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, D.G.;
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    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento
001.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2019.03.26</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2019.07.27</font></p>

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