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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fremont IAC 543: uma alternativa para a produção de tangerinas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Tangerines production is based on a limited number of cultivars and hybrids. In this context, the present work was developed with the purpose of evaluating the acceptance and intention to buy a new hybrid of tangerine, ‘Fremont IAC 543’, in the States of São Paulo and Paraná. The sensory study was carried out in the Mercadão da Prochet, in Londrina/PR, and Free Fair of the old Railroad, in Mogi Mirim/SP, applying the acceptability test and purchase intention by using hedonic scales of nine and five points, respectively. 112 untrained tasters participated in each location, who analyzed the tangerine fruit in relation to attributes: appearance, aroma, texture, taste, overall impression and intention to purchase the product. The fruit showed good acceptance, with a score ranging from 6 (moderately liked) to 9 (extremely liked) and acceptance rate above 70% and 50% in the States of São Paulo and Paraná, respectively, with more than 90% of tasters, of both States, saying they would buy the fruits for consumption. In this way concluded that ‘Fremont IAC 543’ tangerine fruits resulted in acceptance and high purchase intention by consumers, mainly in the state of São Paulo.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[análise sensorial]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Fremont IAC 543: uma alternativa para a
produção de tangerinas</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Fremont IAC 543: an alternative for production
of mandarins</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Camilla de Andrade Pacheco</b><sup>1,</sup>*, <b>Gabriel Danilo
Shimizu</b><sup>1</sup>, <b>Thamires Basseto</b><sup>1</sup>, <b>Denis Santiago da Costa</b><sup>2</sup>,
<b>Carmen Silvia Vieira Janeiro Neves</b><sup>1</sup> e <b>Fernando Alves de Azevedo</b><sup>3</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Departamento de Agronomia/Centro de ciências
agrárias/Universidade Estadual de Londrina. Londrina/PR. Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul. Nova Andradina/MS. Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>Instituto Agronômico de Campinas/Centro
APTA Citros Sylvio Moreira. Cordeirópolis/SP. Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:camilla_andrade@yahoo.com.br" target = "_blank">camilla_andrade@yahoo.com.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O cultivo de tangerinas no Brasil está baseado
em um número restrito de variedades e híbridos. Neste contexto, o presente trabalho
objetiva avaliar a aceitação e a intenção de compra de tangerina ‘Fremont IAC 543’,
nos Estados de São Paulo e Paraná. O estudo sensorial foi realizado no Mercadão
da Prochet, em Londrina/PR, e Feira Livre da Antiga Ferroviária, em Mogi Mirim/SP,
aplicando-se o teste de aceitabilidade e intenção de compra por meio de escalas
hedônicas de nove e cinco pontos, respectivamente. Participaram 112 provadores não
treinados, em cada localidade, os quais analisaram os frutos de tangerina em relação
aos atributos: aparência, aroma, textura, sabor, impressão global e intenção de
compra do produto elaborado. O fruto apresentou boa aceitação, com escore variando
de 6 (gostei moderadamente) a 9 (gostei extremamente) e índice de aceitação superior
a 70% e 50% nos Estados de São Paulo e do Paraná, respectivamente, com mais de 90%
dos provadores, de ambos os Estados, afirmando que comprariam os frutos para consumo.
Dessa forma, os frutos de tangerina ‘Fremont IAC 543’ resultaram em aceitação e
elevada intenção de compra pelos consumidores, principalmente no estado de São Paulo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: análise sensorial<i>, Citrus</i> <i>reticulata</i>,
pós-colheita, teste de aceitação.<i></i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tangerines production is based on a limited
number of cultivars and hybrids. In this context, the present work was developed
with the purpose of evaluating the acceptance and intention to buy a new hybrid
of tangerine, ‘Fremont IAC 543’, in the States of São Paulo and Paraná. The sensory
study was carried out in the Mercadão da Prochet, in Londrina/PR, and Free Fair
of the old Railroad, in Mogi Mirim/SP, applying the acceptability test and purchase
intention by using hedonic scales of nine and five points, respectively. 112 untrained
tasters participated in each location, who analyzed the tangerine fruit in relation
to attributes: appearance, aroma, texture, taste, overall impression and intention
to purchase the product. The fruit showed good acceptance, with a score ranging
from 6 (moderately liked) to 9 (extremely liked) and acceptance rate above 70% and
50% in the States of São Paulo and Paraná, respectively, with more than 90% of tasters,
of both States, saying they would buy the fruits for consumption. In this way concluded
that ‘Fremont IAC 543’ tangerine fruits resulted in acceptance and high purchase
intention by consumers, mainly in the state of São Paulo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> sensory analysis,<i> Citrus</i> <i>reticulata,</i>post-harvest, acceptance
test.<i></i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As frutas cítricas ocupam a primeira posição em área plantada,
no mundo, com aproximadamente 7,9 milhões de hectares. Dentre os citros, as tangerinas
são o segundo grupo em importância econômica, ocupando área de aproximadamente 2
milhões de hectares e produção de aproximadamente 30 milhões de toneladas. Os maiores
produtores mundiais de tangerinas são China (<u>~</u> 18 milhões de t), Espanha
(<u>~</u> 2 milhões de t), Turquia (<u>~</u>1,6  milhões de t),  Marrocos (<u>~</u>
1,3 milhões de t),  Egito (<u>~</u> 1 milhão de t), e Brasil (<u>~</u> 965 mil t)
(FAO, 2017).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As principais variedades
de tangerinas cultivadas no Brasil, por ordem decrescente de área plantada, são
a tangerina ‘Ponkan’ (<i>Citrus reticulata</i> Blanco) (58%), o tangor ‘Murcott’
[<i>C. sinensis</i> (L.) Osbeck x <i>C. reticulata</i> Blanco] (23%), a tangerina
‘Cravo’ (<i>C. reticulata</i>Blanco) (11%) e a tangerina ‘Montenegrina’ (<i>C.
deliciosa</i> Tenore) (8%) (Amaro e Caser, 2003). No Estado de São Paulo, principal
produtor nacional de tangerinas, destacam-se ‘Ponkan’ (60%) e ‘Murcott’ (20%) (IBGE,
2017). Já no Estado do Paraná, terceiro maior produtor da fruta, predomina o cultivo
da tangerina ‘Ponkan’, na região de Cerro Azul (Carlos, 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A baixa diversificação de variedades de
tangerinas cultivadas no Brasil faz com que o produtor tenha poucas alternativas
e uma janela pequena de colheita ao longo do ano. Por conseguinte, problemas fitossanitários,
como a Mancha Marrom de Alternaria (MMA), causada pelo fungo <i>Alternaria alternata,
</i>são fatores limitantes para a manutenção e expansão dos pomares de tangerinas
(Martelli et al., 2016), uma vez que as duas principais variedades cultivadas no
país (‘Ponkan’ e ‘Murcott’) são suscetíveis à MMA.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Embora exista ampla diversidade genética no grupo das tangerinas,
o uso de variedades e híbridos para fins comerciais é bastante restrito. Isso se
deve, principalmente, ao fato de que existem poucas variedades que apresentam características
desejáveis tanto para o produtor quanto para o consumidor. À vista disso, o Centro
APTA Citros Sylvio Moreira, do Instituto Agronômico, selecionou a tangerina ‘Fremont
IAC 543’ (<i>C. clementina</i> x <i>C. reticulata</i>), por apresentar maturação
de seus frutos de precoce a meia estação; coloração de casca amarelo avermelhada
já no início da maturação; formato de fruto e textura de casca semelhantes aos das
clementinas (Saunt, 1990). Além disso, Pacheco et al. (2012) relatam que uma das
principais características desejáveis dessa cultivar é a tolerância à MMA.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Uma ferramenta que vem sendo muito utilizada
para avaliar a aceitação de novas variedades pelo mercado consumidor é a análise
sensorial, ciência que utiliza estatística, análises físicas e químicas para criar
e comparar produtos lançados no mercado (IFT, 1981). Stone et al. (1991) relatam
que uma das finalidades da análise sensorial é o teste de aceitação do consumidor,
pois o mesmo é o alvo de um processo de investigação, podendo decidir o que irá
consumir ou não. Stolzenbach et al. (2016) complementam abordando a necessidade
da compreensão de parâmetros que influenciam a intenção de compra do consumidor,
garantindo-se assim uma introdução bem sucedida e competitiva do produto no mercado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante do exposto, o presente trabalho será
desenvolvido com objetivo de avaliar a aceitação e a intenção de compra dos frutos
da tangerina ‘Fremont IAC 543’ pelo mercado consumidor em dois mercados locais,
nos Estados de São Paulo e Paraná.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Material e preparo
das amostras</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Frutos maduros
da tangerina ‘Fremont IAC 543’ foram coletados no estágio fenológico de maturação,
em plantas com sete anos de idade enxertadas sobre o limão Cravo IAC 863 (<i>C.
limonia</i> Osbeck), no experimento instalado em Mogi Mirim/SP (22º 25’ 55” Sul
e 46º 57’ 28” Oeste), pertencente aos pesquisadores da Universidade Estadual de
Londrina e do Centro APTA Citros Sylvio Moreira/IAC. Antes da aplicação dos testes
sensoriais, foram analisadas as características físico-químicas, utilizando quatro
amostras, de cinco frutos cada, no Laboratório de Qualidade e Pós-Colheita do Centro
APTA Citros Sylvio Moreira/IAC, Cordeirópolis-SP.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tais tangerinas foram lavadas com detergente neutro, sanificadas
em água com 200 mg L<sup>-1</sup> de cloro, secas a sombra (em temperatura ambiente),
acondicionadas em sacos de polipropileno de 32 µm e posteriormente serão servidas
aos provadores não treinados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análises físico-químicas</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi avaliada a massa dos frutos (g) obtida
em balança de precisão com capacidade para 15 kg e precisão de 5 g; diâmetros longitudinal
(&#510; L) e transversal (&#510; T), em centímetros, por leitura direta com régua
tipo calha graduada; rendimento de suco, determinado após esmagamento do fruto em
extratora (OIC modelo OTTO 1800) e calculado por meio da relação massa do suco/massa
do fruto e expresso em porcentagem; acidez (g 100 g<sup>-1</sup> em solução N%),
obtida por titulação, com uma solução padronizada de 0,3125N de NaOH, utilizando-se
fenolftaleína como indicadora, sendo a concentração de acidez expressa em porcentagem;
sólidos solúveis (ºBrix), determinados por leitura direta em refratômetro (B&S
modelo RFM 330); índice de maturação<i>,</i>calculado por meio da relação entre
o teor de sólidos solúveis (SS) e a acidez total (AT), a qual indica o estádio de
maturação dos frutos cítricos; e a coloração da casca dos frutos será determinada
pelo método instrumental em cinco pontos de cada amostra, utilizando-se o colorímetro
digital (Minolta CR-400), com determinação dos valores <i>L</i>* (indica luminosidade),
<i>a</i>* (indica variação de cor do verde até o vermelho) e <i>b</i>* (indica variação
de cor do azul até o amarelo) (Papadakis et al., 2000). Com os valores de <i>a</i>*
e <i>b</i>*, será calculado o ângulo hue (º<i>h</i>=tan<sup>-1</sup>(<i>b*/a*</i>)),
que define a tonalidade de cor, e o chroma (c<sup>*</sup> = &radic;((a<sup>*</sup>)<sup>2</sup>+(b<sup>*</sup>)<sup>2</sup>)
que define a intensidade da cor (Mcguire, 1992).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análises sensoriais</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os testes sensoriais (aceitabilidade e intenção de compra)
foram realizados no Mercadão da Prochet, Londrina/Paraná, e na Feira Livre da Antiga
Estação Ferroviária da Fepasa, Mogi Mirim/São Paulo, com a participação de 112 julgadores
não treinados, em cada Estado, com aprovação ética do Comitê de Ética em Pesquisa
em Seres Humanos da UFSCar, sob o Protocolo Nº 2305.0.000135-11.</font></p>

 
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os frutos foram avaliados pelos julgadores
quanto aos atributos de aparência, aroma, textura/firmeza, sabor, impressão global,
através do manuseio, descasque e prova dos mesmos. Para isso foi utilizada uma ficha
de aceitabilidade com escala hedônica de nove pontos, variando de “desgostei extremamente”
(1) a “gostei extremamente” (9). Ressalta-se que na mesma ficha constam perguntas
sobre o que o julgador mais gostou ou desgostou na amostra (Behrens et al., 1999).
A atitude de compra da tangerina, será avaliada por meio de uma escala de intenção
de compra de 5 pontos, com os termos &quot;certamente não compraria&quot; (1) e
&quot;certamente compraria&quot; (5) nos extremos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados foram explorados utilizando a aplicação de estatística
descritiva e análise de componentes principais, com a utilização do programa estatístico
STATISTICA 7.0.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise físico-química</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os frutos da tangerina ‘Fremont IAC 543’ utilizados
para os testes de aceitabilidade e intenção de compra foram colhidos no ponto de
maturação, mês de agosto, época em que não há muita oferta de tangerina no mercado
e entressafra das principais variedades comercializadas (tangerina ‘Ponkan’ e tangor
‘Murcott’), com <i>ratio</i> de 9 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), estando apto ao consumo, de acordo
com as normas de classificação de citros de mesa (CEAGESP, 2011).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Foram encontrados valores de acidez igual
a 1,7, expressa em gramas de ácido cítrico anidro por 100 mL de sumo, 14,6 ºBrix
conferindo condições que dificultam a deterioração por microrganismos, além de permitir
maior flexibilidade na adição de açúcar, quando no preparo de bebidas prontas, uma
vez que a acidez é importante do ponto de vista industrial (Nogueira et al., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Oliveira et al. (2014), a principal variedade
de tangerina comercializada no Brasil, a tangerina ‘Ponkan’, apresenta massa média
de 168 g, 43% de rendimento de suco, 10,8 <sup>o</sup>Brix, 0,85 g/100 mL acidez
e 12,7 <i>ratio</i>. Enquanto que no exterior, o grupo das clementinas são mais
importantes, estas apresentam massa média de 117 g, 36% de rendimento de suco, 7,5
<sup>o</sup><i>Brix</i> , 0,63 g/100 mL de acidez e 14,5 <i>ratio</i>(Pacheco et
al., 2017; Silva et al., 2009). Assim verificou-se que, a tangerina ‘Fremont IAC
543’ apresentou apenas similaridade na coloração da casca em relação às clementinas,
o que poderá agradar não só o mercado de frutas frescas brasileiro como também o
mercado internacional (Silva et al., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A coloração de casca, que no presente trabalho mostrou-se laranja intensa,
ângulo Hue de 54,9, é um dos pontos positivos da tangerina ‘Fremont IAC 543’, a
qual se destacou quando comparada por Pacheco et al. (2017) à tangerina ‘Ponkan’
(Hue 85,3). Resultados similares foram relatados por Silva <i>et al.</i> (2014)
ao caracterizar a cor da tangerina ‘Ponkan’ como amarelo alaranjado e ângulo Hue
variando de 62,6 a 76,9. Essa característica de cor constitui um dos fatores determinantes
para aquisição do fruto pelo mercado consumidor, uma vez que a coloração externa
do fruto é um dos parâmetros fundamentais para o mercado de fruta fresca, agregando
valor ao produto e tornando-o mais aceito pelo público consumidor (Iglesias et al.,
2001; Pio et al., 2001).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Outro
aspecto contrastante dos frutos da tangerina ‘Fremont IAC 543’ em relação aos frutos
da tangerina ‘Ponkan’ é o seu tamanho, sendo fisicamente menores e mais leves, no
entanto apresentam rendimento de suco equivalente aos processados pela tangerina
‘Ponkan’ corroborando aos dados apresentados por Pio <i>et al.</i> (2006), que ainda
realçam o fato do rendimento de suco da tangerina ‘Fremont IAC 543’  não sofrer
alteração ao longo de sua safra, diferindo do rendimento de suco da tangerina ‘Ponkan’
que sofre grandes perdas, chegando próximo a 40% ao final de sua época de colheita.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quando analisada a relação entre SS/AT, no
suco da tangerina ‘Fremont IAC 543’, o mesmo apresentou <i>ratio</i> de 9, tendo
boa aceitação pelos consumidores avaliados neste trabalho, pois tal relação está
correlacionada com o sabor da fruta (Couto e Canniatti-Brazaca, 2010), próximo do
intervalo considerado ideal para o processamento industrial e dentro do intervalo
de 8,8 e 15,4 relatado por Sartori et al. (2002) como adequados para o consumo <i>in
natura</i>.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise sensorial</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com os resultados de aceitação para o teste
realizado em Mogi Mirim/SP (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19q3.jpg" target = "_blank">3</a>) a soma das características positivas avaliadas
(sabor e cor), contribuiu de forma satisfatória para aceitação de tal variedade
pelos julgadores avaliados, uma vez que os frutos da tangerina ‘Fremont IAC 543’
obtiveram um bom índice de aprovação, 78%. Figueiredo (1991) também constatou em
seu estudo que o sabor foi um dos aspectos que contribuiu com a grande aceitação
da tangerina ‘Ponkan’ por parte do consumidor, além do fácil descascamento e o tamanho
do fruto, que é mais expressivo que o das demais variedades normalmente encontradas
no mercado.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Já no Estado do
Paraná a aceitação foi pouco satisfatória, 52% (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19q3.jpg" target = "_blank">3</a>), presumindo-se que
o hábito de consumo mais conservador, dos habitantes do sul do Brasil, influenciou
na avaliação dos mesmos, uma vez que, os Estados do sul do Brasil apresentam algumas
semelhanças com a forma de consumo ocidental, em que a oferta de alimentos está
mais ligada à cultura e ao meio natural (Moratoya et al., 2013). Contudo, essas
regiões vem apresentando uma contraposição da cultura tradicional com o início de
uma nova cultura, mais preocupada com a ingestão de alimentos saudáveis que além
de serem agradáveis ao paladar também forneçam benefícios à saúde humana, auxiliando
até mesmo na prevenção de doenças (de Conti, 2017), e é com este foco que a tangerina
‘Fremont IAC 543’ inicia seus trabalhos e começa a ganhar público na região Sul
do país, pois possui carotenoides nutricionais em seu suco, pró-vitamina A ou &#946;-criptoxantina
 (<a href = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), podendo levar a uma alteração dessa aceitação a curto/médio prazo.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Já as características responsáveis pela rejeição dos
frutos da tangerina Fremont, nos dois Estados analisados, foram a presença de sementes
e o tamanho reduzido do fruto, embora as porcentagens de rejeição, tanto no Estado
de São Paulo quanto no Estado do Paraná, foram baixas, 3% e 18%, respectivamente.
Todavia, estão a ser realizados estudos pelo Centro APTA Citros ‘Sylvio Moreira’,
para redução do número de sementes do cultivar ‘Fremont IAC 543’ utilizando o método
de irradiação (Gonzaga et al., 2011), o que poderá aumentar sua aceitação, uma vez
que uma das exigências para se conquistar o mercado internacional de frutas <i>in
natura</i> é apresentar número reduzido de sementes, ou, até mesmo, ausência de
sementes. Quanto ao aspecto tamanho reduzido do fruto, pesquisas indicam que a prática
do raleio, que consiste na retirada do excesso de frutos da planta, resulta num
incremento de frutos com maior diâmetro transversal (Koller, 1994; Guardiola &
García-Luis, 2000).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Por fim, realizou-se
a Análise de Componentes Principais (ACP), na qual as características sensoriais
da amostra foram evidenciadas, apresentando grande concordância com os resultados
obtidos anteriormente. Avaliando a ACP (<a href = "#f1">Figura 1</a>) foi possível reescrever as coordenadas
da amostra em um sistema de eixo mais conveniente para a análise dos dados, ou seja,
as variáveis originais geraram, por meio de suas combinações lineares, os componentes
principais, na qual a componente principal 1 (CP<sub>1</sub>= 48,3%) detém mais
informação estatística que a componente principal 2 (CP<sub>2</sub>= 20,2%), reduzindo
a dimensionalidade dos pontos representativos da amostra, pois, embora a informação
estatística presente nas variáveis originais seja a mesma dos componentes principais,
obtivemos em apenas duas das primeiras componentes principais 68,5% dessa informação.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v42n4/v42n4a19f1.jpg"></a></p>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dessa forma, a separação espacial da tangerina ‘Fremont
IAC 543’ sugeriu a existência de grupos distintos de julgadores de acordo com a
intenção de compra da mesma, sendo um grupo formado pelos julgadores que comprariam/provavelmente
comprariam a amostra, outro pelos que talvez comprassem/talvez não comprassem e
um terceiro que não comprariam/provavelmente não comprariam. Preconiza-se assim,
que o valor de <i>ratio</i> 9 influenciou na percepção do sabor pelos julgadores,
formando grupos distintos de julgadores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se, ainda no gráfico de ACP, que quanto maior o valor para CP<sub>1</sub>
mais os consumidores gostaram da característica da tangerina ‘Fremont IAC 543’ já
que se tratou de uma combinação positiva de aroma, sabor, textura e aparência. O
mesmo vale para o grupo de consumidores que certamente compraria e provavelmente
compraria o fruto de tangerina ‘Fremont IAC 543’, pois tal grupo teve os maiores
valores para CP<sub>1</sub>, tendo relação positiva com as características de aroma,
sabor, textura e aparência.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Respeitando-se as médias 5,0 (certamente compraria) e 4,0 (provavelmente compraria)
para a amostra de frutos da tangerina ‘Fremont IAC 543’ nos Estados de São Paulo
e Paraná, respectivamente, na escala de 5 pontos, é possível inferir que a mesma
constitui boa aceitação no mercado, pois apresenta frutos diferenciados, os quais
podem obter preços bastante interessantes para os produtores. Opcionalmente, em
função da qualidade da sua polpa, o suco da tangerina ‘Fremont IAC 543’ pode ser
colocado na agroindústria, como um suco de tangerina diferenciado, para o mercado
interno, embora o mercado de frutas frescas remunere melhor esse tipo de produto
(ASSOCITRUS, 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os frutos de tangerina ‘Fremont IAC 543’ enxertada em limão
Cravo IAC 863 apresentam aceitação pelos consumidores e elevada intenção de compra
principalmente no Estado de São Paulo, sendo opção para diversificação do plantio
dentro do grupo das tangerinas.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amaro, A.A. & Caser, D.V. (2003) - Diversidade
do mercado de tangerinas. <i>Informações Econômicas</i>, vol. 33, n.12, p. 51-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707940&pid=S0871-018X201900040001900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->
</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">ASSOCITRUS (2012) – Uma doce
opção para a laranja. Bebedouro, Associação Brasileira de Citricultores. [cit. 2017-04-14]
&lt;<a href = "http://www.associtrus.com.br/imprime-noticia.php?id=1209" target = "blank">http://www.associtrus.com.br/imprime-noticia.php?id=1209</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707942&pid=S0871-018X201900040001900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

 
    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Behrens, J.H.; Silva, M.A.A.P. & Wakeling,
I.N. (1999) - Avaliação da aceitação de vinhos brancos varietais brasileiros através
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p. 214-220. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20611999000200011" target = "blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20611999000200011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707944&pid=S0871-018X201900040001900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carlos, E.F. (2010) - Citricultura no Paraná e engenharia
contra o HLB. <i>Citricultura Atual</i>, vol. 13, n. 74, p. 20-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707945&pid=S0871-018X201900040001900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CEAGESP (2011) - <i>Programa Brasileiro para
a Melhoria dos Padrões Comerciais e Embalagens de Hortigranjeiros Centro de Qualidade
em Horticultura</i>. Campinas, Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São
Paulo, 11p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707947&pid=S0871-018X201900040001900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Couto, M.A.L. &
Canniatti-Brazaca, S.G. (2010) - Quantificação de vitamina C e capacidade antioxidante
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1, p. 15-19. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612010000500003" target = "blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612010000500003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707949&pid=S0871-018X201900040001900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">de Conti, F. (2008) - Nutrigenômica: os nutrientes influenciando
os genes e os genes influenciando os nutrientes. [cit. 2017-06-22].
&lt;<a href = "http://www.nutrociencia.com.br/upload_files/arquivos/nutrigenomica.pdf" target = "blank">http://www.nutrociencia.com.br/upload_files/arquivos/nutrigenomica.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707950&pid=S0871-018X201900040001900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">FAO (2017) – FAOSTAT, Food
and Agriculture Organization of the United Nations. [cit. 2019-07-18]. 
&lt;<a href = "http://faostat.fao.org/site/535/default.aspx#ancor" target = "blank">http://faostat.fao.org/site/535/default.aspx#ancor</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707952&pid=S0871-018X201900040001900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Figueiredo, J.O. (1991) - Variedades
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ed. Campinas, Fundação Cargil, p. 228-264.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707954&pid=S0871-018X201900040001900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gonzaga, D.L.; Latado, R.R.; Tulmann Neto, A. & Pio, R.M. (2011)
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Brasileiro de Geografia e Estatística de Recuperação Automática. [cit. 2017-02-01].
&lt;<a href = "http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=1613&z=p&o=18&i=p" target = "blank">http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/protabl.asp?c=1613&z=p&o=18&i=p</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=707958&pid=S0871-018X201900040001900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IFT (1981) - Institute of Food
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Iglesias, D.J.; Tadeo, F.R.; Legaz, F.; Primo-Millo, E. &
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Martelli, I.B.; Pacheco, C.A.; Bastianel, M.; Schinor, E.H.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mcguire, R.G.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moratoya,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nogueira,
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da tangerina ´Ponkan´ comercializada na CEAGESP entreposto de Ribeirão Preto-SP.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pio, R.M.; Keigo, M. & Figueiredo, J.O. de. (2001)
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