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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Overweight and obesity are risk factors to the premature appearance of cardiovascular diseases. In mental handicapped population with Down syndrome we see a higher prevalence of obesity than in the general population. The present study intended to characterize the body composition of a sample of the Down syndrome adult Portuguese population, according to age and gender. The sample comprised 104 subjects with Down syndrome with ages ranging from 18 to 47 years old. The subjects were divided by gender and age into 4 groups: G1: 30 females =29 years; G2: 20 females =30 years; G3: 34 males =29 years; G4: 20 males =30 years. The anthropometric measures were height and body weight, and biceps, triceps, subscapular, abdominal, suprailiac, thigh and calf skinfolds. Using the body mass index (BMI), we observed a prevalence of overweight and obesity in 68.5% of males and 82,3% of females. We did not find statistically significant differences between ages and gender in relation to BMI. According to this indicator, 54.3% of the sample was classified as obese (62.7% females and 46.3% males). The oldest female group (30-47 years) presented the highest prevalence of obesity (75%). Only the youngest male group (18-29 years) presented a prevalence of obesity lower than 50%. Comparatively to males, females of both groups presented higher values of adiposity. Males had higher body density and higher amount of fat-free mass. According to the percentage of fat mass, males were on the moderate-high level of adiposity, while the females were on the high level of adiposity, which increases the risk of premature appearance of diseases related to body fat excess.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <B>Avalia&ccedil;&atilde;o da Composi&ccedil;&atilde;o Corporal em Adultos com S&iacute;ndrome de Down </B>    <P align="justify">Domingos Lopes da Silva, Jos&eacute; Augusto Rodrigues dos Santos, Carla Ferreira Martins </P>     <P   align="justify">Faculdade de Desporto da Universidade do Porto </P>     <P   align="justify">&nbsp;</P>     <P   align="justify"><b>Resumo</b></P>     <P align="justify">A obesidade e o excesso de peso s&atilde;o factores de risco    para o surgimento prematuro de doen&ccedil;as cardiovasculares. Na popula&ccedil;&atilde;o    deficiente mental com s&iacute;ndrome de Down constata-se uma preval&ecirc;ncia    de obesidade superior &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em geral. Este estudo    procurou caracterizar uma amostra de indiv&iacute;duos da popula&ccedil;&atilde;o    portuguesa portadora de S&iacute;ndrome de Down, quanto &agrave; composi&ccedil;&atilde;o    corporal, segundo o g&eacute;nero e a idade. A amostra foi constitu&iacute;da    por 104 indiv&iacute;duos com s&iacute;ndrome de Down com idades compreendidas    entre os 18 e 47 anos. Os sujeitos foram divididos em 4 grupos por g&eacute;nero    e faixa et&aacute;ria: G1: 30 mulheres com idade &le; 29 anos; G2: 20 mulheres    com idade &ge;30 anos; G3: 34 homens com idade &le; 29 anos; G4: 20 homens com    idade &ge;30 anos. As medi&ccedil;&otilde;es antropom&eacute;tricas incidiram    sobre o peso, a estatura e as pregas de adiposidade subcut&acirc;nea bicipital,    tricipital, subescapular, abdominal, suprail&iacute;aca, crural e geminal. Pelo    &iacute;ndice de massa corporal, a preval&ecirc;ncia de excesso de peso e de    obesidade foi de 68,5% nos homens e de 82,3% nas mulheres. N&atilde;o foram    encontradas diferen&ccedil;as significativas relativamente ao IMC entre as diferentes    faixas et&aacute;rias e g&eacute;neros. Segundo o IMC, 54,3% dos indiv&iacute;duos    foram classificados como obesos (62,7% das mulheres e 46,3% dos homens). O grupo    das mulheres mais velhas (30-47 anos) foi o que apresentou uma maior preval&ecirc;ncia    de obesidade (75%). Apenas o grupo dos homens mais jovens (18-29 anos) apresentou    uma preval&ecirc;ncia de obesidade inferior a 50%. As mulheres de ambos os grupos    et&aacute;rios apresentaram valores m&eacute;dios de gordura corporal significativamente    mais elevados do que os homens. Verificou-se ainda que os homens eram corporalmente    mais densos e possu&iacute;am maior quantidade de tecido isento de gordura,    particularmente os mais jovens. Com base nos valores percentuais de gordura    corporal, os homens foram classificados no n&iacute;vel &laquo;moderadamente    alto&raquo;, enquanto que as mulheres no n&iacute;vel &laquo;alto&raquo;, o    que eleva o risco de surgimento prematuro de doen&ccedil;as associadas &agrave;    forma&ccedil;&atilde;o exagerada de tecido adiposo. </P>     <P align="justify"><B>Palavras-chave</B>: s&iacute;ndrome de Down; obesidade;    &iacute;ndice de massa corporal; pregas de adiposidade subcut&acirc;nea</P>     <P align="justify">&nbsp;</P>     <P align="justify"><b>Abstract</b></P>     <P align="justify"><b>Body Composition Assessment in Adults with Down Syndrome</b></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="justify">Overweight and obesity are risk factors to the premature appearance    of cardiovascular diseases. In mental handicapped population with Down syndrome    we see a higher prevalence of obesity than in the general population. The present    study intended to characterize the body composition of a sample of the Down    syndrome adult Portuguese population, according to age and gender. The sample    comprised 104 subjects with Down syndrome with ages ranging from 18 to 47 years    old. The subjects were divided by gender and age into 4 groups: G1: 30 females    =29 years; G2: 20 females =30 years; G3: 34 males =29 years; G4: 20 males =30    years. The anthropometric measures were height and body weight, and biceps,    triceps, subscapular, abdominal, suprailiac, thigh and calf skinfolds. Using    the body mass index (BMI), we observed a prevalence of overweight and obesity    in 68.5% of males and 82,3% of females. We did not find statistically significant    differences between ages and gender in relation to BMI. According to this indicator,    54.3% of the sample was classified as obese (62.7% females and 46.3% males).    The oldest female group (30-47 years) presented the highest prevalence of obesity    (75%). Only the youngest male group (18-29 years) presented a prevalence of    obesity lower than 50%. Comparatively to males, females of both groups presented    higher values of adiposity. Males had higher body density and higher amount    of fat-free mass. According to the percentage of fat mass, males were on the    moderate-high level of adiposity, while the females were on the high level of    adiposity, which increases the risk of premature appearance of diseases related    to body fat excess. </P>     <P align="justify"><b>Key-words</b>: Down syndrome; obesity; body mass index;    skinfolds</P>     <P align="justify">&nbsp;</P>     <P>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <P align="justify">&nbsp;</P>        <P><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B> </P>          <P align="justify">1 -World Health Organization (WHO). The challenge of obesity    in the WHO European Region and the strategies for response - summary. Branca    F, Nikogos H, Lobstein T (eds). WHO Regional Office for Europe, Copenhagen,    Denmark. 2007. </P>     <P   align="justify">2 -World Health Organization (WHO). Obesity: preventing and managing    the global epidemic. Report of a WHO Consultation on Obesity. Geneva. 2006.  </P>     <P   align="justify">3 - Guerra SCC. &Iacute;ndices de actividade f&iacute;sica habitual    e factores de risco das doen&ccedil;as cardiovasculares numa popula&ccedil;&atilde;o    escolar pedi&aacute;trica do grande Porto. Disserta&ccedil;&atilde;o de Doutoramento.    Faculdade de Ci&ecirc;ncias do Desporto e de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica    da Universidade do Porto. 2002. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P   align="justify">4 - Moreira MHR, Sardinha LB. Exerc&iacute;cio F&iacute;sico,    Composi&ccedil;&atilde;o Corporal e Factores de Risco Cardiovascular na Mulher    P&oacute;s-Menop&aacute;usica. Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto    Douro. Vila Real. 2003. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000023&pid=S0871-3413200600030000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P   align="justify">5 - Fernhall B. &ldquo;Mental Retardation&rdquo; In: ACSM&rsquo;s    Exercise Management for persons with Chronic Diseases and Disabilities. American    College of Sports Medicine 1997;38:221-6. Human Kinetics. </P>     <P   align="justify">6 - Eichstaedt CB, Lavay BW. Physical activities for individuals    with Mental Retardation - Infancy through adulthood. Human Kinetics Book. Champaign,    Illinois. 1992. </P>     <P   align="justify">7 - Balic MG. S&iacute;ndrome de Down y respuesta al esfuerzo    f&iacute;sico. Tese de Doutoramento. Escola de Medicina de L&rsquo;Educaci&oacute;    F&iacute;sica i l&rsquo;Esport, Departamento de Ciencias Morfol&oacute;gicas.    Faculdade de Medicina da Universidade de Barcelona. 2000. </P>     <P   align="justify">8 - Rimmer JH, Heller T, Wang E et al. Improvements in physical    fitness in adults with Down syndrome. Am J Ment Retard 2004;109:165-74. </P>     <P   align="justify" >9 - Eberhard Y, Eterradossi J, Deb&ucirc; B. Biological Changes induced by physical    activity in individuals with Down&rsquo;s syndrome. Adap Phys Act Quarterly    1997;14:166-75. </P >     <P   align="justify" >10 - Sherrill C. Mental retardation, special olympics and the INAS-FMH. In: Adapted    Physical activity, Recreation and sport - Crossdisciplinary and Lifespan, 520-549.    The Mcgraw-Hill Companies, Inc. 1998.</P >     <P   align="justify" >11 - Heller T, Hsieh K, Rimmer JH. Attitudinal and psychosocial outcomes of a    fitness and health education program on adults with down syndrome. Am J Ment    Retard 2004;109:75-185. </P >     <P   align="justify" >12 - Luke A, Roizen NJ, Sutton M, Schoeller DA. Energy expenditure in children    with Down syndrome: correcting metabolic rate for movement. J Pediatr 1994;125:829-38.  </P >     <P   align="justify" >13 - Luke A, Sutton M, Schoeller DA, Roizen NJ. Nutrient intake and obesity in    prepubescent children with Down syndrome. J Am Diet Assoc 1996;96:1262-7. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="justify" >14 -Thiel RJ, Fowkes SW. Down syndrome and epilepsy: a nutritional connection?    Med Hypotheses, 2004;62:35-44. </P >     <P   align="justify" >15 - Roizen NA, Patterson D. Down&rsquo;s syndrome. Lancet 2003; 361:1281-90.  </P >     <P   align="justify" >16 - Rubin SS: Weight level for persons with Down syndrome. Advantage, 1997;    9(1). </P >     <P   align="justify" >17 - Rubin SS, Rimmer JH, Chicoine B et al.: Overweight prevalence in persons    with Down syndrome. Mental Retardation 1998;36:175-81. </P >     <P   align="justify" >18 - Fradoca MLS. A condi&ccedil;&atilde;o cardio-respirat&oacute;ria do jovem    adulto deficiente mental com e sem s&iacute;ndroma de Down praticante de remo    - estudo explorat&oacute;rio. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Faculdade    de Ci&ecirc;ncias do Desporto e de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da Universidade    do Porto. 1999. </P >     <P   align="justify" >19 - Draheim CC, Williams DP, Mccubbin JA. Cardiovascular Disease Risk Factor    differences between special Olympians and Non-special Olympians. Adapted Physical    Activity Quarterly 2003;20:118-134. </P >     <P   align="justify" >20 - Ordo&ntilde;ez FJ, Rosety M, Rosety-Rodriguez M. Influence of 12-week exercise    training on fat mass percentage in adolescents with Down syndrome. Med Sci Monit    12:CR416-9. </P >     <P align="justify"   >21 - Expert Panel on the Identification, Evaluation, and Treatment of Overweight    in Adults (1998). Clinical Guidelines on the Identification, Evaluation, and    Treatment of Overweight and Obesity in Adults: Executive Summary. Am J Clin    Nutr 1998;68:899-917.</P >     <P align="justify"   >22 - Harrison GG, Buskiark ER, Carter JE et al. Skinfold Tricknesses and Measurement    Technique. In: Lohman TG; Roche AF; Martorell R (eds). Anthropometric Standartization    Reference Manual. Abridged Edition. (Chapter 5):55-70. Human Kinetics. Champaign,    Illinois. 1991.</P >     <P align="justify"   >23 - Silva DJL. Aptid&atilde;o f&iacute;sica, ingest&atilde;o nutricional e composi&ccedil;&atilde;o    corporal: estudo descritivo e comparativo dos n&iacute;veis de aptid&atilde;o    f&iacute;sica, do perfil nutricional e dos &iacute;ndices de composi&ccedil;&atilde;o    corporal em adolescentes do sexo feminino, com diferentes tipos de actividade    f&iacute;sica. Disserta&ccedil;&atilde;o de Doutoramento. Faculdade de Ci&ecirc;ncias    do Desporto e de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. Universidade do Porto.    Portugal. 2002.</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="justify"   >24 - Ross WD, Carr RV, Carter JEL. Anthropometry ilustrated. Turnpike Electronic    Publications, Inc, Surrey, BC. 2000.</P >     <P align="justify"   >25 - Durnin JV, Womersley J. Body fat assessed from total body density and its    estimation from skinfolds thickness: measurements on 481 men and women aged    16 to 72 years. British Journal of Nutrition 1974;32:77-97.</P >     <P align="justify">26 - Siri WE. Body composition from fluid spaces and density:    analysis of methods. In: techniques for measuring body composition (223-244).    Brozek, J. e Henschel, A. (eds.). National Academy of Sciences. National Research    Council. 1961: Washington DC. USA. </P>     <P align="justify">27 - Lohman TG. Advances in body composition assessment. Current    Issues in Exercise Sciences Series, Monograph n&ordm; 3. 1992: Human Kinetics    Publishers.</P>     <P align="justify"   >28 - Bell AJ, Bhate MS. Prevalence of overweight and obesity in Down&rsquo;s    syndrome and other mentally handicapped adults living in the community. J Intellectual    Disability Research 1992;4:359-64. </P >     <P align="justify"   >29 - Balic MG, Mateus EC, Blasco CG. Physical fitness levels of physically active    and sedentary adults with down syndrome. Adap Phys Act Quarterly 2000;17:310-21.  </P >     <P align="justify"   >30 - Prasher VP. Overweight and obesity amongst Down&rsquo;s ment of Overweight    in Adults (1998). Clinical Guidelines on syndrome adults. J Intellectual Disability    Research 1995; the Identification, Evaluation, and Treatment of Overweight 5:437-41.</P >     <P align="justify"   >31 - Farkas A (2000). Down Syndrome and Exercise. The National Centre on Physical    Activity and Exercise. [on line]: <a href="http://www.ncpad.org/whtpprs/pdf/" target="_blank">http://www.ncpad.org/whtpprs/pdf/</a></P >     <P align="justify"   >32 - Kawana H, Nonaka T, Takaki H et al. Obesity and life style of japanese school    children with Down syndrome. Japanese Journal of Public Health 2000;47:87-94.</P >     <P align="justify"   >33 - Carmo I. Obesidade. A epidemia global. RFML 2001; S&eacute;rie III; 6 (supl.1):39-46.</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="justify"   >34 - Rimmer JH, Braddock D, Fijiura G. Blood lipid and percent body fat levels    in Down syndrome versus non-Down syndrome Persons with Mental Retardation. Adap    Phys Act Quarterly 1992;9:123-9.</P >     <P align="justify"   >35 - Pitetti KH, Yarmer DA, Fernhall B. Cardiovascular fitness and body composition    of youth with and without mental retardation. Adap Phys Act Quarterly 2001;18:127-41.</P >     <P align="justify"   >36 - Rimmer JH, Kelly LE, Rosentswieg J. Accuracy of anthropometric   equations for estimating body composition of mentally   retarded adults. Am J Mental Deficiency 1987; 91:626-   32.</P >     <P align="justify"   >&nbsp;</P >     <P   >Prof. Domingos Lopes da Silva</P >     <P   >Faculdade de Desporto</P >     <P   >Universidade do Porto</P >     <P   >Rua Dr. Pl&aacute;cido Costa, 91</P >     <P   >4200-450 Porto</P >     <P   >email: <a href="mailto:domingos-silva@portugalmail.pt">domingos-silva@portugalmail.pt</a></P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P   >&nbsp;</P >      ]]></body><back>
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