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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia das Fracturas do Fémur em Portugal: Fracturas do Colo do Fémur versus Fracturas de Outras Localizações Não Especificadas do Fémur]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Fractures related to osteoporosis have been increasing in many countries. Femoral neck fractures have been widely studied, however little is known about other femur fractures and its relationship with osteoporosis. The main objective of this study is the comparison between the incidence of neck fractures attributed to osteoporosis with the ones that occurs in other places of femur other than the neck, in the same conditions. It was used a national database, under the regulation of a governmental institute, with registers from 2000 to 2002. From the total number of femural fractures the authors selected the registers corresponding to individuals with more than fifty years of age and due to low impact, it were analysed separately the femoral neck fractures ( International Classification of Diseases codes, 9th Revision, Clinical Modification, ICD9-CM codes 820 and derivates) from the fractures that occurred in other locations in the femur (ICD9-CM codes 821 and derivates). Case fatality rates and the incidence rates were calculated for that period of time, and an analysis of the variables age, days and costs of hospital admission as well as of the variable destination after discharge. Only 7.6% of the femural fractures were coded as 821.x, all the others were coded as 820.x. In both groups the fractures were more frequent in women (above 75%) and showed an exponential increase with age. The costs were higher in the 820.x fractures which also presented higher case fatality rates.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p> <b>Epidemiologia das Fracturas do Fémur em Portugal</b> </p>          <p> Fracturas do Colo do Fémur versus Fracturas de Outras Localizações Não Especificadas    do Fémur </p>     <p>&nbsp;</p>       <P> Sandra Ferreira Alves*†, Maria de Fátima Pina*‡, Mário Barbosa*§ </P>        <P> <i>*Laboratório de Biomateriais, Instituto de Engenharia Biomédica (INEB);    </i></P>     <P><i>†Área Científica de Biomatemática, Bioestatística e Bioinformática, Escola    Superior de Tecnologia da Saúde do Porto (ESTSP); </i></P>     <P><i>‡Serviço de Higiene e Epidemiologia, Faculdade de Medicina da Universidade    do Porto;</i></P>     <P> <i>§Departamento de Engenharia Metalúrgica e Materiais, Faculdade de Engenharia    da Universidade do Porto </i></P>     <P>&nbsp;</P>        <P> Um aumento na ocorrência de fracturas atribuídas à osteoporose tem vindo a    ser reportado em diversos países. As fracturas do colo do fémur são frequentemente    estudadas, no entanto pouco se sabe de outras fracturas que também podem ser    relacionadas com a osteoporose. O objectivo principal deste estudo é comparar    a incidência das fracturas do colo do fémur atribuíveis à osteoporose com as    que acontecem nas mesmas condições noutras localizações não especificadas do    fémur. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Foi utilizada a base de dados do Instituto de Gestão Informática e Financeira    da Saúde, no período de 2000 a 2002. Do total de internamentos por fractura    do fémur foram seleccionados os registos relativos a fracturas de baixa energia    em indivíduos com mais de 50 anos, e analisadas separadamente as fracturas no    colo do fémur (códigos 820 e derivados da Classificação Internacional de Doenças,    9ª Revisão, Modificação Clínica CID9) das fracturas de localizações não classificadas    em outra parte, ou de localizações não especificadas do fémur (CID9-MC: 821    e derivados). Calcularam-se as letalidades e as taxas de incidência do período,    por faixa etária e sexo, e efectuou-se uma análise das variáveis idade, dias    e custo de internamento e destino após saída. </P>     <P>Apenas 7,6% das fracturas do fémur seleccionadas foram codificadas como 821.x,    todas as restantes foram codificadas como 820.x. Em ambos os grupos as fracturas    são mais frequentes nas mulheres (acima de 75%) e apresentam um aumento exponencial    com a idade. </P>     <P>Os custos são mais elevados nas fracturas 820.x que também apresentam as taxas    de letalidade mais elevadas. </P>     <P><b>Palavras-chave:</b> fémur; fractura; osteoporose; epidemiologia; baixo impacto.  </P>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>Epidemiology of Femur Fractures in Portugal .</b> </p>     <P> Fractures related to osteoporosis have been increasing in many countries.    Femoral neck fractures have been widely studied, however little is known about    other femur fractures and its relationship with osteoporosis. The main objective    of this study is the comparison between the incidence of neck fractures attributed    to osteoporosis with the ones that occurs in other places of femur other than    the neck, in the same conditions.</P>     <P> It was used a national database, under the regulation of a governmental institute,    with registers from 2000 to 2002. From the total number of femural fractures    the authors selected the registers corresponding to individuals with more than    fifty years of age and due to low impact, it were analysed separately the femoral    neck fractures ( International Classification of Diseases codes, 9<Sup>th </Sup>Revision,    Clinical Modification, ICD9-CM codes 820 and derivates) from the fractures that    occurred in other locations in the femur (ICD9-CM codes 821 and derivates).    Case fatality rates and the incidence rates were calculated for that period    of time, and an analysis of the variables age, days and costs of hospital admission    as well as of the variable destination after discharge. </P>     <P>Only 7.6% of the femural fractures were coded as 821.x, all the others were    coded as 820.x. In both groups the fractures were more frequent in women (above    75%) and showed an exponential increase with age. The costs were higher in the    820.x fractures which also presented higher case fatality rates. </P>     <P> <b>Key-words</b>: femur; fracture; osteoporosis; low impact. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</P>     <P>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <P>&nbsp;</P>     <p> <b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><P>    1 -Aroso-Dias A. Epidemiologia da Osteoporose em Portugal: análise comparativa    com outros países. Acta Reumatol Port 2000;97:21-31. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S0871-3413200700030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P >    2 -De Laet CEDH, Pols HAP. Fractures in the elderly: epidemiology and demography. Baillieres Clin Endocrinol Metab 2000;14:171-9. </P>     <P >    3 -Center J, Eisman J. The epidemiology and pathogenesis of osteoporosis. Baillieres    Clin Endocrinol Metab 1997; 11:23-62. </P>     <P> 4 -Dennison E, Cooper C. Epidemiology of Osteoporotic Fractures. Horm Res    2000;54:58-63.</P>     <P> 5 -Amin S, Felson D T. Osteoporosis in Men. Rheum Dis Clin North Am 2001;27:19-47.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> 6 -Jordan KM, Cooper C. Epidemiology of osteoporosis. Best Pract Res Clin    Rheumatol 2002;16:795-806. </P>     <P>7 -Kanis J A. Diagnosis of osteoporosis and assessment of fracture risk. Lancet    North Am Ed 2002;59:1929-36. </P>     <P >    8 -Cooper C, Melton LJ III. Magnitude and Impact of Osteoporosis and Fractures. In Marcus R, Feldman D, Kelsey J, editors. Osteoporosis.    Academic Press, San Diego; 1996. p. 419-34. </P>     <P >    9 -TrombettiA, Herrmann F, Hoffmeyer P, Schurch MA, Bonjour JP, Rizzoli R. Survival    and potential years of life lost after hip fracture in men and age-matched women.    Osteoporos Int 2002;13:731-7. </P>     <P > 10 -O’Neill TW, Roy DK. The epidemiology and scale of the problem. Hosp Med    2003;64:517-20.</P>     <P > 11 -Cummings SR, Melton LJ III. Epidemiology and outcomes of osteoporotic    fractures. Lancet 2002;359:1761-7. </P>     <P >12 -Instituto Nacional de Estatística. <a href="http://www.ine.pt" target="_blank">www.ine.pt</a>.</P>     <P > 13 -Walker-Bone K, Dennison E, Cooper C. Epidemiology of Osteoporosis. Rheum    Dis Clin North Am 2001;27:1-18. </P>     <P > 14 -Gold DT. The Nonskeletal Consequences of Osteoporotic Fractures - Psycologic    and Social Outcomes. Rheum Dis Clin North Am 2001;27:255-62.</P>     <P >&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ><b>Correspondência:</b> </P>     <P >Dr.ª Sandra Ferreira Alves</P>     <P > Laboratório de Biomateriais </P>     <P> Instituto de Engenharia Biomédica (INEB) </P>     <P>Rua do Campo Alegre, 823 </P>     <P>4150-180 Porto </P>     <P> e-mail: <a href="mailto:smfalves@gmail.com">smfalves@gmail.com</a> </P>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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