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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Hip pain is a common complaint in children that in most cases requires a systematic diagnostic approach. This should be guided by age, previous triggering factors, including traumatic, infectious or otherwise, rhythm/intensity of pain and functional changes. Nowadays, the growing recognition of somatoform syndromes in the pediatric population, particularly in females, requires us to broaden the already wide range of underlying conditions of chronic pain in children. The authors describe a case report of a nine year-old child presented with hip pain of one-year evolution and secondary to school violence, and after present some considerations about the differential diagnostic of hip pain in children based on a non exhaustive review of the literature.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Dor somatoforme persistente na crian&ccedil;a: caso cl&iacute;nico</b></p>     <p><b>Somatoform disorder in children: clinical case</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Mariana Agre*; Vanessa Roque*; Jo&atilde;o Barroso*; Iva Brito**</b></p>     <p>* Servi&ccedil;o de Medicina F&iacute;sica e de Reabilita&ccedil;&atilde;o do Hospital de S&atilde;o Jo&atilde;o</p>     <p>** Unidade de Reumatologia Pedi&aacute;trica do Hospital de S&atilde;o Jo&atilde;o / Faculdade de Medicina da Universidade do Porto</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A anca dolorosa na crian&ccedil;a &eacute; uma queixa frequente que requer na maioria dos casos uma orienta&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica sistematizada. Esta dever&aacute; ser orientada pela idade, factores desencadeantes pr&eacute;vios, nomeadamente traum&aacute;ticos, infecciosos ou outros, pelo ritmo/intensidade da dor, bem como, por altera&ccedil;&otilde;es da funcionalidade. Actualmente, o reconhecimento crescente de s&iacute;ndromes somatoformes na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica, em particular do sexo feminino, obriga-nos a alargar o j&aacute; vasto leque de patologias subjacentes &agrave; dor cr&oacute;nica na crian&ccedil;a. Os autores descrevem o caso cl&iacute;nico de uma crian&ccedil;a de 9 anos de idade com coxalgia com um ano de evolu&ccedil;&atilde;o na sequ&ecirc;ncia de viol&ecirc;ncia escolar, e tecem algumas considera&ccedil;&otilde;es sobre o diagn&oacute;stico diferencial da anca dolorosa na crian&ccedil;a, baseadas numa revis&atilde;o n&atilde;o exaustiva da literatura.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras Chave: </b>Dist&uacute;rbio somatoforme, dor, anca, crian&ccedil;a.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Hip pain is a common complaint in children that in most cases requires a systematic diagnostic approach. This should be guided by age, previous triggering factors, including traumatic, infectious or otherwise, rhythm/intensity of pain and functional changes.  </p>     <p>Nowadays, the growing recognition of somatoform syndromes in the pediatric population, particularly in females, requires us to broaden the already wide range of underlying conditions of chronic pain in children. The authors describe a case report of a nine year-old child presented with hip pain of one-year evolution and secondary to school violence, and after present some considerations about the differential diagnostic of hip pain in children based on a non exhaustive review of the literature.</p>     <p><b>Keywords:</b> Somatoform disorder, pain, hip, child</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>Na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica identifica-se um amplo espectro de patologias que se manifestam por coxalgia associada a impot&ecirc;ncia funcional (1). Uma hist&oacute;ria cl&iacute;nica rigorosa, incluindo aspectos psicossociais, um exame f&iacute;sico estruturado e o apoio em alguns exames complementares de diagn&oacute;stico s&atilde;o por vezes suficientes e evocadores do diagn&oacute;stico. Causas espec&iacute;ficas e comuns de dor na anca em crian&ccedil;as incluem a patologia infecciosa, sinovite transit&oacute;ria, Doen&ccedil;a de Legg-Calv&eacute;-Perthes, Epifisi&oacute;lise da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur, artrites inflamat&oacute;rias ou patologia tumoral (1).</p>     <p>Apesar de, frequentemente, se identificar uma causa org&acirc;nica ou estrutural subjacente &agrave; dor, existem outros diagn&oacute;sticos menos comuns que &eacute; importante considerar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Recentemente, tem crescido o reconhecimento da associa&ccedil;&atilde;o de sintomas psicossom&aacute;ticos a situa&ccedil;&otilde;es de maus tratos e agress&atilde;o psicol&oacute;gica ou f&iacute;sica em ambiente escolar. Dado ao aumento da preval&ecirc;ncia dos quadros de somatiza&ccedil;&atilde;o e das suas consequ&ecirc;ncias a curto e longo prazo, este &eacute; um diagn&oacute;stico que dever&aacute; estar presente na abordagem da crian&ccedil;a com dor cr&oacute;nica, ap&oacute;s investiga&ccedil;&atilde;o criteriosa de afec&ccedil;&otilde;es org&acirc;nicas mais frequentes (2).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>CASO CL&Iacute;NICO:</b></p>     <p>MISC, 9 anos de idade, sexo feminino, caucasiana, natural e residente em Matosinhos, estudante do Ensino B&aacute;sico e pertencente a fam&iacute;lia em Classe III de Graffar. Sem antecedentes pessoais de relevo.</p>     <p>Em Novembro de 2009 in&iacute;cio de gonalgia direita secund&aacute;ria a traumatismo por agress&atilde;o no estabelecimento de ensino. Recorreu ao Servi&ccedil;o de Urg&ecirc;ncia (SU) do Hospital da &aacute;rea de resid&ecirc;ncia, realizando RMN (Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica Nuclear) do joelho que revelou “diminuto derrame articular, hipersinal da gordura da bolsa de Hoffa, traduzindo muito discreta sinovite e hipersinal de pequena extens&atilde;o junto ao p&oacute;lo inferior da r&oacute;tula sugestivo de edema p&oacute;s-contus&atilde;o &oacute;ssea”(<a href="#f1">Figura 1</a>). Recomendado repouso, medicada com anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o ester&oacute;ides (AINE) e posteriormente programa de reabilita&ccedil;&atilde;o funcional com melhoria da sintomatologia.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/am/v26n3/26n3a02f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p> Em Janeiro de 2010 foi novamente v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia escolar, com traumatismo do mesmo joelho, verificando-se resolu&ccedil;&atilde;o das queixas dolorosas ap&oacute;s duas semanas. Nesta altura, inicia coxalgia ipsilateral de padr&atilde;o mec&acirc;nico com incapacidade progressiva para a marcha. Realizou RMN que revelou “aspectos sugestivos de stress avulsivo na inser&ccedil;&atilde;o local do tend&atilde;o do m&uacute;sculo &iacute;leo-psoas homolateral de car&aacute;cter subagudo, sem verdadeira avuls&atilde;o traum&aacute;tica ou descontinuidade/insufici&ecirc;ncia do tend&atilde;o, n&atilde;o se verificando altera&ccedil;&otilde;es nas restantes estruturas articulares e musculo-tendinosas da bacia” (<a href="#f2">Figura 2</a>). Desde ent&atilde;o com m&uacute;ltiplos internamentos no Servi&ccedil;o de Ortopedia de outra Institui&ccedil;&atilde;o Hospitalar por prov&aacute;vel tendinite do &iacute;leo-psoas. Do estudo diagn&oacute;stico realizado destaca-se nova RMN da anca que revelou “resolu&ccedil;&atilde;o completa do processo inflamat&oacute;rio por stress avulsivo da ap&oacute;fise do pequeno trocanter femoral direito, sem outras altera&ccedil;&otilde;es”. Realizou, ainda, Ecografia , Rx bacia e ancas, Cintigrafia &oacute;ssea e estudo anal&iacute;tico que n&atilde;o evidenciaram altera&ccedil;&otilde;es significativas.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/am/v26n3/26n3a02f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Em Novembro de 2010,  por persist&ecirc;ncia do quadro cl&iacute;nico doloroso, foi referenciada para Consulta de Reumatologia, apresentando marcada incapacidade funcional para a marcha que obrigava &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de duas canadianas. Ao exame f&iacute;sico, constatava-se discrep&acirc;ncia not&oacute;ria entre as queixas e o exame objectivo m&uacute;sculo-esquel&eacute;tico, que apenas revelava discreta “rigidez” das amplitudes articulares da anca direita, sem qualquer outra altera&ccedil;&atilde;o, sendo tamb&eacute;m o exame neurol&oacute;gico sum&aacute;rio normal. Perante a negatividade do exame f&iacute;sico e dos exames complementares de diagn&oacute;stico e forte presun&ccedil;&atilde;o de somatiza&ccedil;&atilde;o funcional, iniciou tratamento com anti-depressivo tric&iacute;clico e afastamento do ambiente agressor com r&aacute;pida e completa resolu&ccedil;&atilde;o das queixas. Actualmente, em acompanhamento por Psicologia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES DIAGN&Oacute;STICAS</b></p>     <p>A dor na anca &eacute; uma queixa comum na crian&ccedil;a, comportando v&aacute;rios diagn&oacute;sticos diferenciais desde afec&ccedil;&otilde;es frequentes e geralmente benignas como a sinovite transit&oacute;ria da anca, Doen&ccedil;a de Legg-Calv&eacute;-Perthes ou Epifisi&oacute;lise da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur, a outras n&atilde;o t&atilde;o comuns e de gravidade vari&aacute;vel como as artrites inflamat&oacute;rias, infecciosas ou tumorais (1).</p>     <p>Na crian&ccedil;a, uma coxalgia aguda resulta mais frequentemente de uma sinovite transit&oacute;ria ou artrite s&eacute;ptica, sendo essencial a sua distin&ccedil;&atilde;o, dado &agrave; r&aacute;pida destrui&ccedil;&atilde;o articular que a &uacute;ltima condiciona quando n&atilde;o diagnosticada precocemente. Ambas as patologias apresentam sintomas inaugurais semelhantes com aparecimento espont&acirc;neo e progressivo de dor na anca ou regi&atilde;o inguinal, associada a claudica&ccedil;&atilde;o ou incapacidade na marcha. A sinovite transit&oacute;ria &eacute; frequentemente precedida por uma infec&ccedil;&atilde;o viral, sendo auto-limitada e sem sequelas a longo prazo. Por outro lado, as crian&ccedil;as com artrite s&eacute;ptica da anca normalmente apresentam mal-estar geral e febre, estando indicada a drenagem cir&uacute;rgica urgente e a institui&ccedil;&atilde;o de antibioterapia parent&eacute;rica, de modo a prevenir a destrui&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea e preservar a fun&ccedil;&atilde;o articular (1,3). No contexto da patologia infecciosa, a osteomielite femoral, frequente em idade pedi&aacute;trica e de localiza&ccedil;&atilde;o proximal, pode mimetizar um quadro cl&iacute;nico de artrite s&eacute;ptica. (1,4).</p>     <p>A dor na anca isolada pode tamb&eacute;m corresponder, embora menos frequentemente, a uma manifesta&ccedil;&atilde;o inaugural de uma doen&ccedil;a reum&aacute;tica inflamat&oacute;ria, nomeadamente as espondiloartropatias. Estas consistem num grupo de artrites seronegativas que podem ter in&iacute;cio na adolesc&ecirc;ncia sob a forma de artrites assim&eacute;tricas dos membros inferiores com entesopatia e envolvimento geralmente posterior do r&aacute;quis e sacro-il&iacute;acas (5).</p>     <p>Adicionalmente, a anca dolorosa nesta popula&ccedil;&atilde;o pode resultar de afec&ccedil;&otilde;es associadas ao crescimento e matura&ccedil;&atilde;o esquel&eacute;ticas que condicionam altera&ccedil;&otilde;es da biomec&acirc;nica articular. A Doen&ccedil;a de Legg-Calv&eacute;-Perthes traduz-se por um achatamento e deformidade da cabe&ccedil;a femoral, dependendo da extens&atilde;o de necrose e apresenta um pico de incid&ecirc;nca entre os cinco e sete anos de idade. O diagn&oacute;stico exige um alto &iacute;ndice de suspei&ccedil;&atilde;o, dado que a radiografia convencional &eacute; frequentemente normal nos estadios iniciais. A Epifisi&oacute;lise da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur predomina em crian&ccedil;as obesas na pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia. Na radiografia convencional observa-se um alargamento e irregularidade da ep&iacute;fise de crescimento com desvio p&oacute;stero-inferior da cabe&ccedil;a femoral (1,3,6).</p>     <p>As fracturas por avuls&atilde;o devem ser sempre consideradas na anca dolorosa dos doentes cuja matura&ccedil;&atilde;o esquel&eacute;tica n&atilde;o est&aacute;, ainda, conclu&iacute;da. Este tipo de les&atilde;o &eacute; mais comum em jovens atletas e &eacute;, normalmente, secund&aacute;ria a sobre-solicita&ccedil;&atilde;o e trac&ccedil;&atilde;o repetida sobre as inser&ccedil;&otilde;es musculo-tendinosas (7).</p>     <p>Um processo neopl&aacute;sico, benigno ou maligno, dever&aacute; ser sempre exclu&iacute;do. O osteoma oste&oacute;ide constitui um tumor &oacute;sseo benigno relativamente comum nesta popula&ccedil;&atilde;o, manifestando-se, por vezes, por uma coxalgia, por ser o f&eacute;mur proximal uma das suas localiza&ccedil;&otilde;es mais frequentes. Tipicamente, a dor &eacute; nocturna e responde favoravelmente aos AINE. Dos tumores malignos, os mais comuns neste grupo et&aacute;rio incluem o Sarcoma de Ewing, sarcoma de partes moles e as les&otilde;es metast&aacute;ticas (1).</p>     <p>O S&iacute;ndrome Complexo Regional Doloroso (SCRD) caracteriza-se por dor persistente numa extremidade acompanhada por um ou mais sinais de disfun&ccedil;&atilde;o auton&oacute;mica. &Eacute; um diagn&oacute;stico a considerar perante uma coxalgia, j&aacute; que na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica o SCRD ocorre preferencialmente no sexo feminino e a n&iacute;vel dos membros inferiores, com sintomas neurol&oacute;gicos e simp&aacute;ticos menos pronunciados e na sequ&ecirc;ncia de trauma minor, desempenhando os aspectos psicol&oacute;gicos um papel mais proeminente do que nos adultos (8,9).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A dor somatoforme persistente caracteriza-se por dor severa, persistente e perturbadora, n&atilde;o completamente explicada por um processo fisiol&oacute;gico/f&iacute;sico e que ocorre num contexto de conflito emocional cuja magnitude &eacute; suficiente para ser considerado como elemento causador. Esta afec&ccedil;&atilde;o pode-se reflectir num amplo espectro de severidade, desde uma dor ligeira e auto-limitada at&eacute; uma dor cr&oacute;nica e incapacitante (2).</p>     <p>O presente caso cl&iacute;nico &eacute; demonstrativo do impacto significativo dos quadros som&aacute;ticos dolorosos na qualidade de vida dos doentes e custos associados aos cuidados de sa&uacute;de. Refor&ccedil;a-se a import&acirc;ncia do reconhecimento da  dor cr&oacute;nica como sintoma som&aacute;tico que deve ser considerado de forma cautelosa mas convincente, ap&oacute;s a exclus&atilde;o de les&atilde;o estrutural e num contexto biopsicossocial apropriado, para  n&atilde;o prorrogar o sofrimento da crian&ccedil;a e respectivo agregado familiar.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>(1) Houghton K. Review for the generalist: evaluation of pediatric hip pain. Pediatr Rheumatol Online J. 2009; 7:10. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.ped-rheum.com/content/7/1/10" target="_blank">http://www.ped-rheum.com/content/7/1/10</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000047&pid=S0871-3413201200030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>(2) Gianluca Gini PhD, Tiziana Pozzoli MA. Association between bullying and psychosomatic problems: a meta-analysis. Pediatrics. 2009; 123(3):1059-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000048&pid=S0871-3413201200030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>(3) Krul M, Wouden J, Schellevis F, Suijlekom-Smit L, Koes B. Acute non-traumatic hip pathology in children: incidence and presentation in family practice. Fam Pract 2010; 27 (2): 166-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000050&pid=S0871-3413201200030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>(4) Perry D, Bruce C. Evaluating the child who presents with an acute limp. BMJ 2010. 341:c4250. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.bmj.com/content/341/bmj.c4250.full" target="_blank">http://www.bmj.com/content/341/bmj.c4250.full</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000052&pid=S0871-3413201200030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>(5) Tse SM, Laxer RM. Juvenile spondyloarthropathy. Curr Opin Rheumatol 2003. 15(4): 374-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000053&pid=S0871-3413201200030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>(6) Fabry G. Clinical Practice: the hip from birth to adolescence. Eur J Pediatr 2010; 169(2):143-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000055&pid=S0871-3413201200030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>(7) Waters PM, Millis MB. Hip and pelvic injuries in the young athlete. Clin Sports Med 1988. 7(3): 513-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S0871-3413201200030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>(8) Low AK, Ward K, Wines AP. Pediatric complex regional pain syndrome. J Pediatr Orthop 2007. 27(5):567-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S0871-3413201200030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>(9) Tan EC, Zijlstra B, Essink ML, Goris RJ, Severijnen RS. Complex regional pain syndrome type I in children. Acta Paediatr 2008. 97(7): 875-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S0871-3413201200030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="c0"></a><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a>     <p>Mariana Agre</p>     <p>Rua Dr. Cruz Malpique, N&ordm;30, 8&ordm; esquerdo traseiras. 4250-180, Porto.</p>     <p>Telem&oacute;vel: 912858787</p>     <p>Email: <a href="mailto:mariana.agre@gmail.com">mariana.agre@gmail.com</a></p>      ]]></body><back>
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