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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Interações entre Fármacos e Nutrição Entérica: revisão do conhecimento para o desenvolvimento de estratégias de minimização do risco]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Drug-Nutrient interactions in patients receiveing Enteral Nutrition: Review and Development of Risk-Minimizing Strategies]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The increasing use of enteral nutrition comes with new challenges, especially when the same device is used simultaneously as a route for drug administration. Therefore we are faced with the need to increase the knowledge about undesirable interactions of all stakeholders involved, in order to avoid the use of inadequate techniques of drug administration through feeding tube. Considering the above, there is an urgent need to develop tools able to analyse the viability of drug delivery through feeding tube. The idea behind this work was the development of computer software based on our theoretical database. This tool would be able to alert health practitioners about an imminent risk of drug-nutrient interaction when using this technique of delivery minimizing risk. This tool could operate as an interface with the electronic prescription program, alerting the prescriber about a possible risk of interaction enabling the choice of a more adequate route of administration or a change to a different drug or formulation.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Nutrição Entérica]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Intera&ccedil;&otilde;es entre F&aacute;rmacos e Nutri&ccedil;&atilde;o Ent&eacute;rica: revis&atilde;o do conhecimento para o desenvolvimento de estrat&eacute;gias de minimiza&ccedil;&atilde;o do risco</b></p>     <p><b>Drug-Nutrient interactions in patients receiveing Enteral Nutrition: Review and Development of Risk-Minimizing Strategies</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>S&oacute;nia Ferreira<sup>1</sup>, Flora Correia<sup>2, 3</sup>, Alejandro Santos<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Unidade de Manipula&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica de Medicamentos – Unidade de Reembalagem, Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos do Centro Hospitalar de S&atilde;o Jo&atilde;o, EPE; Porto</p>     <p><sup>2</sup> Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto</p>     <p><sup>3</sup> Servi&ccedil;o de Endocrinologia do Centro Hospitalar S. Jo&atilde;o, EPE; Porto</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O crescente recurso &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o enteral apresenta novos desafios, particularmente quando utilizado o mesmo dispositivo de acesso na administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos. Resulta assim, uma necessidade que todos os profissionais envolvidos estejam cientes das complica&ccedil;&otilde;es e limita&ccedil;&otilde;es associadas a este m&eacute;todo, e tenham conhecimento dos estudos que revelaram t&eacute;cnicas inadequadas na administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o. Como tal, &eacute; urgente desenvolver ferramentas que estabele&ccedil;am pontos de an&aacute;lise sobre a viabilidade da administra&ccedil;&atilde;o de cada medicamento por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o. A concep&ccedil;&atilde;o que serviu de alicerce &agrave; execu&ccedil;&atilde;o deste trabalho pretendia criar uma base de dados te&oacute;rica que possibilitasse o desenvolvimento de uma ferramenta inform&aacute;tica para an&aacute;lise da viabilidade de administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica minimizando o risco de intera&ccedil;&otilde;es. Essa ferramenta, a funcionar em interface com um sistema inform&aacute;tico de prescri&ccedil;&atilde;o eletr&oacute;nica, permitiria assim servir de apoio &agrave; tomada de decis&atilde;o aquando da prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica a doentes com sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica.</p>     <p><b>Palavras-Chave.</b> Nutri&ccedil;&atilde;o Ent&eacute;rica; Intera&ccedil;&atilde;o F&aacute;rmaco - Nutriente; Sonda de Nutri&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The increasing use of enteral nutrition comes with new challenges, especially when the same device is used simultaneously as a route for drug administration.  Therefore we are faced with the need to increase the knowledge about undesirable interactions of all stakeholders involved, in order to avoid the use of inadequate techniques of drug administration through feeding tube. Considering the above, there is an urgent need to develop tools able to analyse the viability of drug delivery through feeding tube. The idea behind this work was the development of computer software based on our theoretical database. This tool would be able to alert health practitioners about an imminent risk of drug-nutrient interaction when using this technique of delivery minimizing risk. This tool could operate as an interface with the electronic prescription program, alerting the prescriber about a possible risk of interaction enabling the choice of a more adequate route of administration or a change to a different drug or formulation.</p>     <p><b>Keywords.</b> Enteral Feeding; Drug Food Interaction; Feeding Tube.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>O suporte nutricional apresenta-se como uma das interven&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas mais controversa debatida na medicina atual (1). Com o aumento da consci&ecirc;ncia da sua import&acirc;ncia, verificou-se um acr&eacute;scimo no interesse pela nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, e consequente aumento da sua utiliza&ccedil;&atilde;o na nutri&ccedil;&atilde;o de curta e longa dura&ccedil;&atilde;o (2), tendo um estudo multic&ecirc;ntrico europeu estimado no ano de 2003 em 163 pacientes/milh&atilde;o popula&ccedil;&atilde;o/ano a incid&ecirc;ncia m&eacute;dia de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica no domic&iacute;lio (3).</p>     <p>Dada esta recomenda&ccedil;&atilde;o, em 2006 a<i>European Society of Clinical Nutrition and Metabolism</i> (ESPEN) publicou as suas <i>recomenda&ccedil;&otilde;es</i> sobre nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (4-13), com a finalidade de ‘… avaliar as evid&ecirc;ncias sobre a nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica em diferentes indica&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas e servir como ferramentas de orienta&ccedil;&atilde;o para as decis&otilde;es distintas na pr&aacute;tica cl&iacute;nica’ (14).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Todavia, com o crescente recurso &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica surgem tamb&eacute;m novos desafios, designadamente com a utiliza&ccedil;&atilde;o crescente do mesmo dispositivo de acesso na administra&ccedil;&atilde;o da terap&ecirc;utica farmacol&oacute;gica (15). V&aacute;rios guias t&ecirc;m sido publicados, com recomenda&ccedil;&otilde;es para a administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais em pacientes com sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (2,16-21), tendo recentemente a <i>American Society for Parenteral and Enteral Nutrition</i> (ASPEN) desenvolvido recomenda&ccedil;&otilde;es baseadas na evid&ecirc;ncia (22).</p>     <p>Desta situa&ccedil;&atilde;o resulta uma necessidade por parte dos profissionais de sa&uacute;de de conhecer o potencial de complica&ccedil;&otilde;es e limita&ccedil;&otilde;es associadas e este m&eacute;todo (23),agravada por estudos que t&ecirc;m revelado t&eacute;cnicas inapropriadas na administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o (24-30).</p>     <p>Entre essas complica&ccedil;&otilde;es encontramos as intera&ccedil;&otilde;es f&aacute;rmaco - nutriente, que podem conduzir ao compromisso do estado nutricional do doente ou dos objetivos terap&ecirc;uticos (31-32),nas quais se incluem intera&ccedil;&otilde;es associadas a problemas de compatibilidade, ou que influenciam a estabilidade do f&aacute;rmaco ou nutriente, podendo resultar em obstru&ccedil;&atilde;o da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o, altera&ccedil;&atilde;o da liberta&ccedil;&atilde;o ou biodisponibilidade do f&aacute;rmaco ou nutriente ou altera&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o gastrointestinal (22).</p>     <p>Segundo um estudo de Belknap (24), com membros da <i>American Society of Critical-Care Nurses </i>(n=1167), 33,8% dos doentes recebeu 8,9 doses de medica&ccedil;&atilde;o por dia atrav&eacute;s da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, com uma taxa de obstru&ccedil;&atilde;o da sonda pela terap&ecirc;utica estimada em 15,6%. Os dados tornam-se mais alarmantes quando 74% dos enfermeiros utiliza duas ou mais t&eacute;cnicas contr&aacute;rias &agrave;s recomenda&ccedil;&otilde;es, e 56,7% dos inquiridos reconhece que a sua principal fonte de conhecimento, sobre a administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o, &eacute; exclusivamente a pr&aacute;tica cl&iacute;nica.</p>     <p>Hanssens (26), ao aplicar um question&aacute;rio a enfermeiros de unidades de cuidados intensivos, seguido de um programa de treino de dois dias (n=34), mostrou uma melhoria da correta administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais em doentes com sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica de 32% para 83%, uma melhoria da correta tritura&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais s&oacute;lidas de 35% para 90% e uma melhoria do conhecimento das poss&iacute;veis intera&ccedil;&otilde;es com nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica ou sondas de nutri&ccedil;&atilde;o de 51% para 88%; benef&iacute;cios igualmente evidenciados num estudo observacional de van den Bemt(33), comparando medidas de resultado antes e ap&oacute;s implementa&ccedil;&atilde;o de um programa de treino: redu&ccedil;&atilde;o das obstru&ccedil;&otilde;es da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o (Odds Ratio (OR) = 0,22, Intervalo de Confian&ccedil;a (IC) = 95%; 0,047 a 1.05) e do n&uacute;mero de erros de administra&ccedil;&atilde;o por enfermeiro (OR = 0,003, IC = 95%; 0,0005 a 0,02).</p>     <p>Deste modo, a coopera&ccedil;&atilde;o entre Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos e equipas de suporte nutricional assume um papel relevante na preven&ccedil;&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o de problemas ligados &agrave; administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o. Compete aos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos desenvolver ferramentas que permitam minimizar a ocorr&ecirc;ncia de erros associados &agrave; administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, e deste modo facilitar o trabalho das equipas cl&iacute;nicas e assegurar uma terap&ecirc;utica eficaz (23,34).</p>     <p>Segundo Wilson(35), encontra-se bem documentado na literatura que interven&ccedil;&otilde;es farmac&ecirc;uticas podem ter enorme impacto na qualidade dos cuidados prestados aos pacientes e nos custos com esses cuidados. Todavia, segundo o Relat&oacute;rio do Primeiro Question&aacute;rio Nacional do Programa do Medicamento Hospitalar, em Portugal apenas 22,5% dos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos hospitalares divulga ativamente informa&ccedil;&atilde;o aos profissionais de sa&uacute;de, e sempre que a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; solicitada apenas 55% o faz atempadamente (36).</p>     <p>O desenvolvimento de um sistema de informa&ccedil;&atilde;o para intera&ccedil;&otilde;es entre f&aacute;rmacos e nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, que passe pela divulga&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-ativa de informa&ccedil;&atilde;o, para facilitar a prescri&ccedil;&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais em pacientes com nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica prescrita, e assim otimizar a prescri&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; deste modo constituir uma mais-valia &agrave;s Boas Pr&aacute;ticas na &Aacute;rea do Medicamento Hospitalar (37).</p>     <p>Com este trabalho pretende-se a cria&ccedil;&atilde;o de uma base de dados te&oacute;rica que possibilitasse o desenvolvimento de uma ferramenta inform&aacute;tica para an&aacute;lise da viabilidade de administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica minimizando o risco de intera&ccedil;&otilde;es. Essa ferramenta, a funcionar em interface com um sistema inform&aacute;tico de prescri&ccedil;&atilde;o eletr&oacute;nica, permitiria assim servir de apoio &agrave; tomada de decis&atilde;o aquando da prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica a doentes com sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&Eacute;TODOS</b></p>     <p>Com o intuito de alcan&ccedil;ar os objetivos propostos, foi desenvolvida uma revis&atilde;o tradicional ou narrativa sobre o tema, nas bases de dados <i>PubMed/Medline</i>, <i>Science Direct</i> e <i>HighWire</i> <i>Press</i>, no per&iacute;odo de publica&ccedil;&atilde;o compreendido entre 2000 e 2010, assim como de publica&ccedil;&otilde;es cl&aacute;ssicas sobre o tema referenciadas na literatura pesquisada. A sele&ccedil;&atilde;o das palavras-chave teve por base uma pr&eacute;-pesquisa nessas mesmas bases de dados, na qual foram analisados t&iacute;tulos e resumos de v&aacute;rios trabalhos publicados sobre o tema, tendo sido adotadas as seguintes palavras-chave: nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, intera&ccedil;&atilde;o f&aacute;rmaco – nutriente e sonda de nutri&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>A RELA&Ccedil;&Atilde;O MEDICAMENTOS E NUTRI&Ccedil;&Atilde;O ENT&Eacute;RICA</b></p>     <p>Atendendo ao conjunto de pontos vistos como fulcrais e consensuais a incluir na an&aacute;lise da viabilidade de  administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, desenvolveu-se como ferramenta para s&iacute;ntese da  informa&ccedil;&atilde;o um quadro resumo (<a href="#t1">Tabela 1</a>), com cinco quest&otilde;es tipo desenvolvidas para auferir resposta aos pontos  considerados fundamentais na administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o. A sele&ccedil;&atilde;o deste padr&atilde;o de  pesquisa, sob formato de quest&otilde;es, baseou-se no modelo adotado por Gilbar (18), pretendendo a cria&ccedil;&atilde;o de ‘Fichas  de Administra&ccedil;&atilde;o por Sonda de Nutri&ccedil;&atilde;o Ent&eacute;rica’. Atrav&eacute;s do preenchimento das primeiras quatro quest&otilde;es desta  tabela, obter-se-&aacute; assim resposta para a quest&atilde;o final atrav&eacute;s da <a href="#f1">Figura 1</a>, o qual permite  estabelecer os passos a considerar na administra&ccedil;&atilde;o do medicamento em an&aacute;lise por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"> <img src="/img/revistas/am/v26n4/26n4a04t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/am/v26n4/26n4a04f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Dada a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as entre laborat&oacute;rios farmac&ecirc;uticos na apresenta&ccedil;&atilde;o e composi&ccedil;&atilde;o de medicamentos da mesma forma farmac&ecirc;utica (presen&ccedil;a/aus&ecirc;ncia revestimento, presen&ccedil;a sorbitol, osmolalidade, entre outros), que impedem a extrapola&ccedil;&atilde;o dos dados, &eacute; de notar que a an&aacute;lise n&atilde;o pode deixar de recair especificamente sobre a apresenta&ccedil;&atilde;o comercial do produto em an&aacute;lise, pelo que esse constituir o ponto de partida de qualquer an&aacute;lise de viabilidade (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>     <p>Passemos desde j&aacute; &agrave; an&aacute;lise da import&acirc;ncia de cada uma das primeiras quatro quest&otilde;es levantadas na <a href="#t1">Tabela 1</a> para obten&ccedil;&atilde;o de resposta &agrave; quest&atilde;o final.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Compatibilidade do Medicamento com Nutri&ccedil;&atilde;o Ent&eacute;rica</b></p>     <p>Ao administrar medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o, pretende-se que estes mantenham uma adequada biodisponibilidade, a qual deve ser regularmente monitorizada (18). Sabe-se que a nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica pode exercer um efeito relevante sobre a administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos, em particular se administrados por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o(2), pelo que perturba&ccedil;&otilde;es na absor&ccedil;&atilde;o podem resultar em altera&ccedil;&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o e da biodisponibilidade do f&aacute;rmaco (32,38). Considerar as caracter&iacute;sticas de absor&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o com alimentos do f&aacute;rmaco em an&aacute;lise, traduz-se num ponto de suma relev&acirc;ncia na escolha do m&eacute;todo adequado para sua administra&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Dada a reduzida aten&ccedil;&atilde;o dedicada &agrave;s intera&ccedil;&otilde;es f&aacute;rmaco – nutriente, contrariamente &agrave;s intera&ccedil;&otilde;es f&aacute;rmaco - f&aacute;rmaco, analisadas inclusive como parte do seu processo de aprova&ccedil;&atilde;o (39), deve assumir-se que sendo a intera&ccedil;&atilde;o com alimentos conhecida, a sua intera&ccedil;&atilde;o com nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica &eacute; tamb&eacute;m prov&aacute;vel; posi&ccedil;&atilde;o igualmente adotada nos trabalhos de Gilbar (18) e White (2). A exist&ecirc;ncia de mais estudos que avaliem a compatibilidade entre f&aacute;rmacos e f&oacute;rmulas ent&eacute;ricas seria, face a esta limita&ccedil;&atilde;o, a situa&ccedil;&atilde;o ideal; embora limitada pelas diferen&ccedil;as na composi&ccedil;&atilde;o das f&oacute;rmulas comerciais existentes e pela variedade de apresenta&ccedil;&otilde;es comerciais dispon&iacute;veis (18,31).</p>     <p>Tr&ecirc;s hip&oacute;teses podem ser consideradas face &agrave; viabilidade de administra&ccedil;&atilde;o da terap&ecirc;utica oral em doentes com suporte nutricional ent&eacute;rico:compat&iacute;vel com nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica; requer administra&ccedil;&atilde;o em est&ocirc;mago vazio; documentadas intera&ccedil;&otilde;es f&aacute;rmaco - nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (18).</p>     <p>Encontra-se bem assente na literatura que a adi&ccedil;&atilde;o direta de f&aacute;rmacos &agrave; f&oacute;rmula ent&eacute;rica deve ser evitada (2,18,22-23,31). Considerada uma evid&ecirc;ncia grau B pela ASPEN (22,31), do seu incumprimento podem resultar incompatibilidades f&iacute;sicas, diminui&ccedil;&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco, aumento do risco de obstru&ccedil;&atilde;o da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o e potencial contamina&ccedil;&atilde;o microbiol&oacute;gica; agravada se a nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica for suspensa por desconhecer a quantidade de f&aacute;rmaco administrada (23). Boullata (38) recorda que, mesmo quando existentes dados que suportem a adi&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco &agrave; f&oacute;rmula ent&eacute;rica, o benef&iacute;cio terap&ecirc;utico dessa adi&ccedil;&atilde;o deve ser ponderado, na medida em que o alcance de doses terap&ecirc;uticas no local de a&ccedil;&atilde;o pode n&atilde;o ser obtido. Assim sendo, como primeiro passo na administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o de qualquer formula&ccedil;&atilde;o oral deve estabelecer-se a pausa na alimenta&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>Um ponto importante no que se refere &agrave;s caracter&iacute;sticas de absor&ccedil;&atilde;o e biodisponibilidade associa-se &agrave; sua import&acirc;ncia face &agrave; localiza&ccedil;&atilde;o distal da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica. A inclus&atilde;o de considera&ccedil;&otilde;es face &agrave; administra&ccedil;&atilde;o jejunal ao n&iacute;vel da quest&atilde;o 5, adotada com base no trabalho de White(2), assenta na necessidade de considerar que a por&ccedil;&atilde;o distal da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica deve localizar-se atr&aacute;s do principal local de absor&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco administrado, ou do seu local de a&ccedil;&atilde;o no caso de f&aacute;rmacos que n&atilde;o s&atilde;o absorvidos (18). Deste modo, pr&aacute;ticas e cuidados a considerar com base na farmacocin&eacute;tica e outras caracter&iacute;sticas do medicamento em an&aacute;lise devem ser pesquisadas, sendo que na aus&ecirc;ncia dessa informa&ccedil;&atilde;o assume grande import&acirc;ncia a monitoriza&ccedil;&atilde;o do aumento de efeitos adversos ou perda de efic&aacute;cia (2,40).</p>     <p>Considerando que um <i>timing</i> adequado na administra&ccedil;&atilde;o de medica&ccedil;&atilde;o face &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o pode ajudar a minimizar intera&ccedil;&otilde;es f&aacute;rmaco-nutriente (2,40),para f&aacute;rmacos que requerem administra&ccedil;&atilde;o num est&ocirc;mago vazio, Gilbar (18) defende como razo&aacute;vel parar a nutri&ccedil;&atilde;o 30 minutos antes da administra&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco, para facilitar o esvaziamento g&aacute;strico, e reinici&aacute;-la cerca de 30 minutos ap&oacute;s, para permitir a sua absor&ccedil;&atilde;o antes de reiniciar a nutri&ccedil;&atilde;o; posi&ccedil;&atilde;o igualmente adotada por outros autores em publica&ccedil;&otilde;es posteriores (16,23,40), e mais recentemente nas recomenda&ccedil;&otilde;es da ASPEN (22). Se documentadas intera&ccedil;&otilde;es entre o f&aacute;rmaco e nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, o mesmo autor alerta que numa administra&ccedil;&atilde;o em dose &uacute;nica di&aacute;ria, esses intervalos devem passar para 2 horas, reduzindo para 1 hora, se m&uacute;ltiplas doses di&aacute;rias (18). Baseado nestes dados, estabeleceu-se como terceiro passo, na administra&ccedil;&atilde;o por sonda de qualquer formula&ccedil;&atilde;o oral (<a href="#f1">Figura 1</a>), investigar a necessidade de adotar um intervalo de tempo espec&iacute;fico antes da sua administra&ccedil;&atilde;o; informa&ccedil;&atilde;o que se reflete igualmente no passo 6, pela necessidade de permitir a absor&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco antes de reiniciar a nutri&ccedil;&atilde;o.</p>     <p><b>Viabilidade de Manipula&ccedil;&atilde;o de Medicamentos para Administra&ccedil;&atilde;o por Sonda de Nutri&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p> As diferentes formas farmac&ecirc;uticas comercializadas visam a manuten&ccedil;&atilde;o da integridade do f&aacute;rmaco e facilitar a sua biodisponibilidade (31), pelo que a sua manipula&ccedil;&atilde;o pode resultar no comprometimento da sua estabilidade (17,22), podendo levar a: toxicidade aumentada, efeitos adversos indesej&aacute;veis, incompatibilidade, efic&aacute;cia diminu&iacute;da, instabilidade do f&aacute;rmaco e risco de exposi&ccedil;&atilde;o ocupacional (41).Ao pretender analisar a viabilidade da manipula&ccedil;&atilde;o do medicamento em an&aacute;lise n&atilde;o poder por isso ser esquecido, como ponto de partida, focalizar na forma farmac&ecirc;utica.</p>     <p>A resposta &agrave; quest&atilde;o da viabilidade de manipula&ccedil;&atilde;o deve procurar assentar em tr&ecirc;s pontos: pode administrar-se por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o; n&atilde;o deve ser administrado por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o; pode triturar-se, dissolver-se, abrir-se a c&aacute;psula,…, pontos igualmente adotados em diversos trabalhos publicados (2,17-18,20,42).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Mais ainda, dado que algumas formula&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas, pela sua hiperosmolalidade ou elevado conte&uacute;do em sorbitol, podem conduzir a risco aumentado de intoler&acirc;ncia gastrointestinal (23,40) o alerta de intoler&acirc;ncia gastrointestinal associado a estas caracter&iacute;sticas n&atilde;o pode ser esquecido.</p>     <p>A osmolalidade &eacute; uma das caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas que determina a toler&acirc;ncia do organismo a uma dissolu&ccedil;&atilde;o (42). Todavia, apesar da capacidade do suco g&aacute;strico em diluir subst&acirc;ncias hiperosmolares, uma administra&ccedil;&atilde;o demasiado r&aacute;pida pode resultar em diarreia osm&oacute;tica (23,42). Mais ainda, a administra&ccedil;&atilde;o duodenal ou jejunal de solu&ccedil;&otilde;es com osmolalidade igual ou superior a 1000 mOsm/Kg origina uma importante secre&ccedil;&atilde;o gastrointestinal de &aacute;gua, podendo levar a: n&aacute;usea, distens&atilde;o, espasmos, diarreia ou desequil&iacute;brios electrol&iacute;ticos (42). Esta intoler&acirc;ncia pode contudo ser reduzida por dilui&ccedil;&atilde;o da prepara&ccedil;&atilde;o numa quantidade adequada de &aacute;gua imediatamente antes da administra&ccedil;&atilde;o (23,32). Deste modo, &eacute; importante analisar em todas as formula&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas a exist&ecirc;ncia de risco de intoler&acirc;ncia gastrointestinal associado &agrave; osmolalidade, procurando conhecer, sempre que necess&aacute;rio, cuidados essenciais na sua administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o (requer dilui&ccedil;&atilde;o, exibe elevada osmolalidade,…). Contudo, durante a an&aacute;lise deste ponto p&ocirc;de verificar-se a aus&ecirc;ncia de consenso sobre o volume ideal de &aacute;gua para correta dilui&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es hiperosmolares: pelo menos 30 mL(32), 10-30 mL (16,23), 15-30 mL (42)... tendo autores como Polo(43) procurado mesmo estabelecer recomenda&ccedil;&otilde;es adaptadas a cada prepara&ccedil;&atilde;o. Posto isto, e dada a exist&ecirc;ncia de uma f&oacute;rmula de c&aacute;lculo do volume exato de &aacute;gua para diminuir a osmolalidade a n&iacute;veis isot&oacute;nicos, com a qual o volume necess&aacute;rio para reduzir a osmolalidade pode por&eacute;m tornar-se em alguns casos excessivo (42),deve adotar-se a pesquisa de volumes referenciados especificamente para cada medicamento.</p>     <p>Outro ponto &eacute; a presen&ccedil;a de risco de intoler&acirc;ncia gastrointestinal associada ao sorbitol a qual se liga ao seu potencial de causar diarreia (22). Fracamente absorvido, e com efeito cumulativo, o sorbitol &eacute; usado como laxante em doses de 7,5-30 g, causando com frequ&ecirc;ncia flatul&ecirc;ncia e distens&atilde;o abdominal, em doses totais de 10g, e diarreia e c&oacute;licas com 20g/dia (16,23). Um estudo de Lutomski(45) (n=129) constatou que 42% formula&ccedil;&otilde;es orais analisadas continham sorbitol; com maior frequ&ecirc;ncia nos xaropes (59%) e concentrados (67%), seguido pelas suspens&otilde;es e elixires (43%); o que prova a real import&acirc;ncia deste ponto. Como alternativas &agrave; presen&ccedil;a de sorbitol, pode ponderar-se o uso de uma via de administra&ccedil;&atilde;o ou forma farmac&ecirc;utica alternativa (16,23,42), ou a dilui&ccedil;&atilde;o da prepara&ccedil;&atilde;o (40). Assim sendo, nas formula&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas deve procurar conhecer-se a exist&ecirc;ncia de risco de intoler&acirc;ncia gastrointestinal associada ao sorbitol, pesquisando, sempre que necess&aacute;rio, cuidados essenciais na sua administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o, sobretudo a necessidade de dilui&ccedil;&atilde;o. Em oposi&ccedil;&atilde;o ao verificado com a osmolalidade, em que existem valores d&iacute;spares de dilui&ccedil;&atilde;o recomendados, nenhuns valores s&atilde;o encontrados para o sorbitol, pelo que deve igualmente adotar-se a pesquisa de volumes recomendados especificamente para cada medicamento. A import&acirc;ncia desta pesquisa por medicamento assume grande import&acirc;ncia, dado que o teor em sorbitol varia com o fabricante e concentra&ccedil;&atilde;o do medicamento (16).</p>     <p>Tendo por base a pesquisa de informa&ccedil;&otilde;es sobre as formas farmac&ecirc;uticas orais pass&iacute;veis de manipula&ccedil;&atilde;o para administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, pode por fim estabelecer-se, ao n&iacute;vel da quest&atilde;o 5, a tabela de procedimentos a considerar na administra&ccedil;&atilde;o das mesmas (<a href="#f1">Figura 1</a>), e deste modo dar resposta &agrave; primeira parte do seu passo 4. Visto v&aacute;rios autores terem igualmente adotado a an&aacute;lise da viabilidade de administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica atendendo a uma divis&atilde;o por forma farmac&ecirc;utica (2,18,23,38,40), facilitada pela presen&ccedil;a de caracter&iacute;sticas ligadas ao seu processo de fabrico, adotou-se por modelo nesta fase o trabalho de White <sup> </sup>(2); ao estabelecer igualmente procedimentos de administra&ccedil;&atilde;o por sonda ajustados a cada forma farmac&ecirc;utica (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t2"> <img src="/img/revistas/am/v26n4/26n4a04t2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Segundo v&aacute;rios autores, as formula&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas s&atilde;o frequentemente prefer&iacute;veis para administra&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (15-16,23,40); por serem rapidamente absorvidas e menos prov&aacute;veis de causar obstru&ccedil;&atilde;o da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o (23), assim como mais f&aacute;ceis de administrar (40). Todavia, como referido anteriormente, na sua an&aacute;lise deve pesar-se a presen&ccedil;a de sorbitol e necessidade de dilui&ccedil;&atilde;o devido &agrave; osmolalidade. Mais ainda, nas suspens&otilde;es granulares o tamanho do gr&acirc;nulo e viscosidade da formula&ccedil;&atilde;o devem ser ponderados (2).</p>     <p>Um estudo prospetivo de Ech-Chaouy(25), onde analisou 671 medicamentos prescritos para administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, mostrou contudo que apenas 17% dos medicamentos prescritos eram formula&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas, sendo 65% da terap&ecirc;utica administrada comprimidos triturados ou c&aacute;psulas abertas. Todavia, ainda que as formula&ccedil;&otilde;es s&oacute;lidas usualmente sejam trituradas (45), Gilbar (18)refere que tal nem sempre se pode verificar, na medida em que a liberta&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco pode ser claramente alterada pela tritura&ccedil;&atilde;o ou dilui&ccedil;&atilde;o, pelo que durante a an&aacute;lise, embora a forma farmac&ecirc;utica deva constituir um ponto de partida, deve procurar conhecer-se caracter&iacute;sticas inerentes ao pr&oacute;prio medicamento em an&aacute;lise.</p>     <p>Um trabalho de Vega(45), em que procurou avaliar o tempo de dispers&atilde;o em &aacute;gua de formula&ccedil;&otilde;es s&oacute;lidas orais (n=100), permitiu verificar que apenas 68% demoravam menos de 5 minutos a dispersar. Apesar de formula&ccedil;&otilde;es como comprimidos sol&uacute;veis, efervescentes ou dispers&iacute;veis, ou mesmo alguns comprimidos, comprimidos orodispers&iacute;veis e c&aacute;psulas de gelatina dura, se dissolverem ou desintegrarem em &aacute;gua (sendo necess&aacute;rio comprovar a aus&ecirc;ncia de part&iacute;culas ou gr&acirc;nulos demasiado grandes) (2),a inclus&atilde;o de dados sobre tempo de dissolu&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rio seria de sumo interesse para as equipas de enfermagem, pelo que mais estudos nesta &aacute;rea deveriam ser desenvolvidos.</p>     <p>A tritura&ccedil;&atilde;o num p&oacute; fino, em almofariz ou seringa de esmagamento, pode constituir uma alternativa na manipula&ccedil;&atilde;o de comprimidos que n&atilde;o se dissolvem em &aacute;gua, sendo que deve ser considerada &uacute;ltimo recurso se verificado risco de exposi&ccedil;&atilde;o (2, 16); igualmente presente nas c&aacute;psulas de gelatina dura (2). Um trabalho de grande relev&acirc;ncia nesta &aacute;rea tem sido desenvolvido por Mitchell (46), aoapresentar uma lista de formula&ccedil;&otilde;es orais que n&atilde;o podem ser trituradas, bem como a raz&atilde;o para a mesma.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>V&aacute;rias formula&ccedil;&otilde;es devem todavia ser exclu&iacute;das, por exibirem caracter&iacute;sticas que inviabilizam a sua manipula&ccedil;&atilde;o para administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica:</p>     <p>- Comprimidos bucais ou sublinguais, em que a tritura&ccedil;&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o por sonda pode tornar o f&aacute;rmaco ineficaz (16,18), por redu&ccedil;&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o pelo metabolismo de primeira passagem (2).</p>     <p>- Comprimidos de liberta&ccedil;&atilde;o modificada, em que a tritura&ccedil;&atilde;o destr&oacute;i a liberta&ccedil;&atilde;o modificada (16,18,33), podendo resultar em picos de concentra&ccedil;&atilde;o plasm&aacute;tica excessivos e efeitos adversos (2,18), demonstrados em alguns casos cl&iacute;nicos (47-48), ou mesmo obstru&ccedil;&atilde;o da sonda por agrega&ccedil;&atilde;o das part&iacute;culas resultantes da tritura&ccedil;&atilde;o (2).</p>     <p>- Comprimidos gastrorresistentes, em que a destrui&ccedil;&atilde;o do revestimento pode provocar a inativa&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco (17,42), irrita&ccedil;&atilde;o da mucosa g&aacute;strica (2,18,33,40), ou obstru&ccedil;&atilde;o da sonda por aglomera&ccedil;&atilde;o das part&iacute;culas resultantes da tritura&ccedil;&atilde;o (2,40);exceto se a extremidade distal da sonda se localizar no intestino delgado, pelo que a tritura&ccedil;&atilde;o ou remo&ccedil;&atilde;o do revestimento ent&eacute;rico n&atilde;o constitui problema (2).</p>     <p>- C&aacute;psulas de gelatina mole, em que o conte&uacute;do &eacute; geralmente pouco sol&uacute;vel em &aacute;gua, apresentando-se numa formula&ccedil;&atilde;o solubilizada no interior da c&aacute;psula (32). Alguns autores referem a possibilidade de furar a c&aacute;psula e extrair o seu conte&uacute;do ou dissolv&ecirc;-la em &aacute;gua quente, administrando a solu&ccedil;&atilde;o resultante (2,23). Todavia, retirar o volume contido na c&aacute;psula pode variar dependendo da habilidade do profissional, e considerando a falta evid&ecirc;ncia sobre estas t&eacute;cnicas (2), estes m&eacute;todos devem ser ponderados.</p>     <p>- C&aacute;psulas de gelatina dura em que o conte&uacute;do pode n&atilde;o ser disperso em &aacute;gua devido &agrave; natureza hidrof&oacute;bica ou hidrost&aacute;tica do p&oacute; (2),ou a c&aacute;psula possa apresentar gr&acirc;nulos de liberta&ccedil;&atilde;o modificada (16), desenhadas para fornecer um perfil de liberta&ccedil;&atilde;o prolongada ou por vezes reduzir a irrita&ccedil;&atilde;o g&aacute;strica (18).</p>     <p><b>Formas Farmac&ecirc;uticas ou Vias de Administra&ccedil;&atilde;o Alternativas</b></p>     <p>A chave na gest&atilde;o da terap&ecirc;utica farmacol&oacute;gica oral em doentes com nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica passa por concentrar-se na prioridade dos objetivos terap&ecirc;uticos (16). Numa primeira fase, urge interromper temporariamente medicamentos que n&atilde;o s&atilde;o imediatamente necess&aacute;rios (2,16), assumindo a revis&atilde;o e racionaliza&ccedil;&atilde;o regular da terap&ecirc;utica farmacol&oacute;gica um papel crucial para um tratamento efetivo (2).Em segundo, equacionar o uso de uma via de administra&ccedil;&atilde;o ou forma farmac&ecirc;utica alternativas, com base no estado cl&iacute;nico do paciente e sua necessidade terap&ecirc;utica (16,23).</p>     <p>Com base nestes fundamentos deve procurar-se a recolha de dados que informem formas farmac&ecirc;uticas ou vias de administra&ccedil;&atilde;o alternativas vi&aacute;veis do f&aacute;rmaco em an&aacute;lise, tendo-se seguido por modelo o trabalho de Hidalgo(17). Dada a possibilidade de prepara&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es n&atilde;o dispon&iacute;veis comercialmente (17,31,41),ainda que dados sobre a sua estabilidade sejam atualmente limitados (49-50), deve igualmente efetuar-se pesquisa de prepara&ccedil;&otilde;es farmac&ecirc;uticas que possam ser elaboradas.</p>     <p>Uma situa&ccedil;&atilde;o particular associa-se &agrave; adequa&ccedil;&atilde;o de algumas formula&ccedil;&otilde;es injet&aacute;veis para administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (2,18), tendo Lok (51) publicado uma lista de formula&ccedil;&otilde;es injet&aacute;veis pass&iacute;veis de administra&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica. Apesar das in&uacute;meras limita&ccedil;&otilde;es associadas &agrave; sua utiliza&ccedil;&atilde;o (f&aacute;rmaco ou ve&iacute;culo podem ser irritantes para a mucosa, vesicantes ou nauseantes; f&aacute;rmaco pode ser submetido a extenso metabolismo de primeira passagem ou apresentar redu&ccedil;&atilde;o da biodisponibilidade; excipientes podem apresentar efeitos t&oacute;xicos numa ingest&atilde;o oral cumulativa; co-solventes podem ser dilu&iacute;dos em &aacute;gua ou xarope formando precipitados; osmolalidade da formula&ccedil;&atilde;o injet&aacute;vel pode ser superior, causando diarreia osm&oacute;tica) (2,23,41), a prepara&ccedil;&atilde;o de suspens&otilde;es orais pelos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos a partir de formula&ccedil;&otilde;es injet&aacute;veis na presen&ccedil;a de risco de exposi&ccedil;&atilde;o ocupacional &eacute; considerada por Thomson(40) uma alternativa vi&aacute;vel.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na aus&ecirc;ncia de formas farmac&ecirc;uticas alternativas, alguns autores consideram ainda como alternativa o uso de outro f&aacute;rmaco com efeitos farmacol&oacute;gicos similares (2,16,18,23).</p>     <p><b>Potenciais Riscos Envolvidos na Administra&ccedil;&atilde;o de Medicamentos por Sonda de Nutri&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Da administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o podem surgir alguns riscos para o paciente ou profissional envolvido (2,18,22,31), pelo que considerar essas condi&ccedil;&otilde;es surge igualmente como uma situa&ccedil;&atilde;o a contemplar nos procedimentos a adotar na administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>Ainda que frequente a associa&ccedil;&atilde;o da nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica ao aparecimento de diarreia, este tipo de alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; raramente a causa, na medida em que, modo geral, se deve ao sorbitol, hiperosmolalidade, terap&ecirc;utica antibi&oacute;tica ou intestino inativo (52). A associa&ccedil;&atilde;o da medica&ccedil;&atilde;o ao surgimento de diarreia, em doentes com sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, &eacute; demonstrada num estudo prospetivo de Edes(53), em que a medica&ccedil;&atilde;o esteve diretamente relacionada em 61% dos casos; embora os dados reportados nestes estudos sejam dif&iacute;ceis de analisar pelas diversas defini&ccedil;&otilde;es de diarreia adotadas (54-55).Mais ainda, a terap&ecirc;utica farmacol&oacute;gica por si s&oacute; pode afetar a ingest&atilde;o alimentar, ao alterar o paladar, reduzir o apetite ou induzir efeitos adversos como n&aacute;useas, v&oacute;mitos, obstipa&ccedil;&atilde;o ou diarreia (2). Deste modo, deve procurar-se conhecer manifesta&ccedil;&otilde;es gastrointestinais frequentes associadas ao pr&oacute;prio medicamento, como forma de alertar para manifesta&ccedil;&otilde;es que possam ocorrer em resultado da terap&ecirc;utica farmacol&oacute;gica, e deste modo diferenci&aacute;-las de altera&ccedil;&otilde;es que possam dever-se a complica&ccedil;&otilde;es resultantes da nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica <i>per si</i>.</p>     <p>Outra complica&ccedil;&atilde;o associa-se &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos como imunossupressores, cortic&oacute;ides, hormonas, antibi&oacute;ticos, citost&aacute;ticos e fenotiazidas, por serem muito potentes ou irritantes (2); sendo cruciais precau&ccedil;&otilde;es extra na sua manipula&ccedil;&atilde;o. A liberta&ccedil;&atilde;o de aeross&oacute;is na tritura&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos com propriedades carcinog&eacute;nicas, teratog&eacute;nicas ou citot&oacute;xicas (16-18,23,40), ou mesmo o risco de contamina&ccedil;&atilde;o cruzada associado a f&aacute;rmacos com alta incid&ecirc;ncia de alergia, como antibi&oacute;ticos (40), fazem com que esta quest&atilde;o assuma especial interesse no momento de ponderar os procedimentos na sua manipula&ccedil;&atilde;o para administra&ccedil;&atilde;o por sonda.</p>     <p>Consequentemente, em todos os f&aacute;rmacos associados a este risco deve efectuar-se esse alerta na quest&atilde;o 4, indicando procedimentos e condi&ccedil;&otilde;es ambiente necess&aacute;rios bem como, sempre que poss&iacute;vel, a classifica&ccedil;&atilde;o do f&aacute;rmaco e risco associado. Mais ainda, considerando que v&aacute;rios autores defendem a manipula&ccedil;&atilde;o destes produtos num sistema fechado, como dissolu&ccedil;&atilde;o em seringa ou recurso a seringa de esmagamento (2,40);tal posi&ccedil;&atilde;o deve ser igualmente adotada. Todavia, durante a manipula&ccedil;&atilde;o de c&aacute;psulas de gelatina dura tal n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel, permanecendo o risco de inala&ccedil;&atilde;o do p&oacute; (2). Assim sendo, deve alertar-se para garantir que vestu&aacute;rio de prote&ccedil;&atilde;o adequado &eacute; usado (2); excluindo-se deste grupo medicamentos com propriedades carcinog&eacute;nicas, teratog&eacute;nicas ou citot&oacute;xicas, pelas complica&ccedil;&otilde;es associadas (13,16-18,40).Thomson (40) defende ainda como alternativa vi&aacute;vel a prepara&ccedil;&atilde;o de suspens&otilde;es orais pela equipa dos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos.</p>     <p>A obstru&ccedil;&atilde;o da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada a principal complica&ccedil;&atilde;o da nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica(32), estimando-se a sua incid&ecirc;ncia por administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos ou nutrientes em 2 a 9%(54). V&aacute;rios fatores contribuir para a sua ocorr&ecirc;ncia: formula&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, caracter&iacute;sticas da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o, lavagem insuficiente ou incorreta administra&ccedil;&atilde;o de medica&ccedil;&atilde;o(23).</p>     <p>A lavagem da sonda, antes e ap&oacute;s cada medicamento ser administrado,permite prevenir: a sua obstru&ccedil;&atilde;o, a ocorr&ecirc;ncia de intera&ccedil;&otilde;es f&aacute;rmaco-nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, a reten&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmaco na sondae assegurar a administra&ccedil;&atilde;o da dose total prescrita (18,23,31-32),constituindo ainda a &aacute;gua um excelente meio de administrar o medicamento (32). Mais ainda, quando m&uacute;ltiplos f&aacute;rmacos se encontram prescritos num mesmo hor&aacute;rio, devem administrar-se isoladamente, com lavagens da sonda entre si (18,21,23), com pelo menos 5 mL de &aacute;gua (21).Assim sendo, estabeleceu-se como passos 2 e 5, dos procedimentos de administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es orais por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica (<a href="#f1">Figura 1</a>), a lavagem da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o. Todavia, &agrave; semelhan&ccedil;a da osmolalidade, na an&aacute;lise deste ponto verificou-se a aus&ecirc;ncia de consenso sobre o volume ideal de &aacute;gua para a lavagem da sonda (pelo menos 30 mL (16,21), 15-30 mL (2,23)). Deste modo, e considerando a aus&ecirc;ncia de estudos que averiguem o volume de &aacute;gua efetivo na preven&ccedil;&atilde;o da obstru&ccedil;&atilde;o de sondas de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica(2), optou-se &agrave; semelhan&ccedil;a de White(2) por n&atilde;o fazer refer&ecirc;ncia a um volume espec&iacute;fico. A import&acirc;ncia da inclus&atilde;o dos passos 2 e 5, face &agrave;s pr&aacute;ticas atuais, torna-se evidente num estudo descritivo de Mateo (27), conduzido com question&aacute;rios a enfermeiros (n=180), em que a lavagem da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o antes e ap&oacute;s administra&ccedil;&atilde;o da medica&ccedil;&atilde;o era respetivamente 47% e 95%, reduzindo para 38% entre cada medicamento quando m&uacute;ltiplos medicamentos eram administrados.</p>     <p>A obstru&ccedil;&atilde;o da sonda associada a medicamentos pode dever-se, por seu lado, &agrave; inadequada tritura&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es s&oacute;lidas (2,31), forma&ccedil;&atilde;o de precipitados (2,42), administra&ccedil;&atilde;o de xarope ou l&iacute;quidos oleaginosos (31), ou utiliza&ccedil;&atilde;o de sondas de di&acirc;metro pequeno (6-12 French) na administra&ccedil;&atilde;o de medica&ccedil;&atilde;o, sobretudo formula&ccedil;&otilde;es que envolvem tritura&ccedil;&atilde;o (16,23,56); pelo que a escolha da formula&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial como demonstra um estudo de Belknap(24) em que taxas mais baixas de obstru&ccedil;&atilde;o da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica se encontraram associadas &agrave; assist&ecirc;ncia dos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos para assegurar formula&ccedil;&otilde;es farmac&ecirc;uticas l&iacute;quidas.</p>     <p>Na medida em que as sondas podem ser fabricadas em policloreto de vinilo (PVC), poliuretano, silicone ou l&aacute;tex (2), tendo v&aacute;rios estudos mostrado o poliuretano como menos propenso a complica&ccedil;&otilde;es face ao silicone (57-60), a pr&oacute;pria composi&ccedil;&atilde;o da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica pode contribuir para a sua obstru&ccedil;&atilde;o (32), pelo que essa informa&ccedil;&atilde;o deve tamb&eacute;m ser contemplada.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por fim, n&atilde;o podem deixar de ser contemplados nesta quest&atilde;o os riscos de intoler&acirc;ncia associados &agrave; frutose, galactose e aspartame. Dada a sua presen&ccedil;a como excipiente em formula&ccedil;&otilde;es orais (61), muitas vezes esquecida, a inclus&atilde;o deste risco pretende despertar para a sua exist&ecirc;ncia, constituindo um alerta no caso de pacientes que manifestam este tipo de intoler&acirc;ncias.</p>     <p><b>Recomenda&ccedil;&otilde;es e Cuidados a Considerar na Administra&ccedil;&atilde;o de Medicamentos por Sonda de Nutri&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Uma vez analisadas todas as quest&otilde;es anteriores, &eacute; poss&iacute;vel, para os medicamentos considerados na quest&atilde;o 2 como vi&aacute;veis para administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, estabelecer as melhores pr&aacute;ticas na manipula&ccedil;&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o do medicamento em an&aacute;lise por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, conforme tem sido referido.</p>     <p>Dada a import&acirc;ncia de um bom fluxo das formula&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas atrav&eacute;s da sonda de nutri&ccedil;&atilde;o(22), e considerando que as suspens&otilde;es orais s&atilde;o usualmente desenvolvidas quando o f&aacute;rmaco &eacute; insol&uacute;vel ou formulado em microgr&acirc;nulos por raz&atilde;o de palatibilidade(2), deve considerar-se a inclus&atilde;o dos procedimentos de adequada reconstitui&ccedil;&atilde;o para cada suspens&atilde;o oral, de acordo com as indica&ccedil;&otilde;es do laborat&oacute;rio produtor; embora n&atilde;o referidos em nenhuma publica&ccedil;&atilde;o sobre administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica.</p>     <p>No que se refere ao passo 7, at&eacute; agora o &uacute;nico n&atilde;o analisado, assenta no princ&iacute;pio que todos os pacientes devem ser monitorizados para as respostas cl&iacute;nicas esperadas &agrave; terap&ecirc;utica (18). Dada a falta de suporte para a maioria das informa&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o existindo em muito casos dados que certifiquem a sua seguran&ccedil;a (40), o profissional de sa&uacute;de deve ter consci&ecirc;ncia das implica&ccedil;&otilde;es legais e profissionais da altera&ccedil;&atilde;o de uma formula&ccedil;&atilde;o e da administra&ccedil;&atilde;o de formula&ccedil;&otilde;es de modo n&atilde;o licenciado, pelo que a sele&ccedil;&atilde;o de uma via de administra&ccedil;&atilde;o alternativa deve ser adotada sempre que poss&iacute;vel. Considerando a falta de informa&ccedil;&atilde;o com evid&ecirc;ncia, &eacute; prudente encarar todos os f&aacute;rmacos incompat&iacute;veis para administra&ccedil;&atilde;o por sonda de nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica, at&eacute; prova em contr&aacute;rio, e estar ciente dos poss&iacute;veis problemas que podem ocorrer.</p>     <p>A estrutura de procedimentos em sete passos (<a href="#f1">Figura 1</a>), estabelecidos com base nos pontos considerados fulcrais nas diferentes publica&ccedil;&otilde;es analisadas, procura ser um m&eacute;todo efetivo no agilizar do processo de an&aacute;lise, tendo j&aacute; revelado ser transversal a todos os medicamentos analisados (62).</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b></p>     <p>Embora resultados pr&aacute;ticos resultantes da implementa&ccedil;&atilde;o efetiva desta ferramenta n&atilde;o possam ainda ser considerados, v&aacute;rios autores t&ecirc;m revelado a import&acirc;ncia da divulga&ccedil;&atilde;o proactiva de informa&ccedil;&atilde;o por parte dos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos na melhoria dos cuidados de sa&uacute;de prestados ao doente (35,46);tendo a import&acirc;ncia dos Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos na melhoria desses cuidados na administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos a pacientes com nutri&ccedil;&atilde;o ent&eacute;rica prescrita sido considerada uma evid&ecirc;ncia grau C pela ASPEN (22).</p>     <p>Com base nos dados atuais &eacute; poss&iacute;vel supor que o seu desenvolvimento futuro e a aplica&ccedil;&atilde;o de uma ferramenta como esta, constituir&aacute; uma mais-valia &agrave; melhoria dos cuidados de sa&uacute;de prestados a estes doentes, bem como na qualidade do trabalho dos profissionais de sa&uacute;de envolvidos, designadamente pelo melhor acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>1. Lochs H, Pichard C, Allison SP. Evidence supports nutritional support. Clin Nutr 2006; 25:177-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0871-3413201200040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. White R, Brandnam V. Handbook of Drug Administration via Enteral Feeding Tubes. London: Pharmaceutical Press; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0871-3413201200040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Hebuterne X, Bozzetti F, Villares JMM, Pertkiewicz M, Shaffer J, Staun M <em>et al</em>. Home enteral nutrition in adults: a European multicentre survey. Clin Nutr 2003; 22(3):261-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0871-3413201200040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Kreymann KG, Berger MM, Deutz NEP, Hiesmayr M, Jolliet P, Kazandjiev G <em>et al</em>. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Intensive Care. Clin Nutr 2006; 25:210-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0871-3413201200040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>5. Weimann A, Braga M, Harsanyi L, Laviano A, Ljungqvist O, Soeters P. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Surgery including Organ Transplantation. Clin Nutr 2006; 25:224-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0871-3413201200040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Arends J, Bodoky G, Bozzetti F, Fearon K, Muscaritoli M, Selga G <em>et al</em>. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Non-surgical oncology. Clin Nutr 2006; 25:245-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0871-3413201200040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Lochs H, Dejond C, Hammarqvist F, Hebuterne X, Leon-Sanz M, Sch&uuml;tz T el al. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Gastroenterology. Clin Nutr 2006; 25:260-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0871-3413201200040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Meier R, Ockenga J, Pertkiewicz M, Pap A, Milinic N, MacFie J. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Pancreas. Clin Nutr 2006; 25:275-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0871-3413201200040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>9. Plauth M, Cabr&eacute; E, Riggio O, Assis-Camilo M, Pirlich M, Kondrup J. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Liver Disease. Clin Nutr 2006: 25:285-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0871-3413201200040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>10.  Cano N, Fiaccadori E, Tesinsky P, Toigo G, Druml W. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Adult Renal Failure. Clin Nutr 2006; 25:295-310.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0871-3413201200040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11.  Anker SD, John M, Pedersen PU, Rasugo C, Cicoira M, Dardai E <em>et al</em>. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Cardiology and Pulmonology. Clin Nutr 2006; 25:311-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0871-3413201200040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12.  Ockenga J, Grimble R, Jonkers-Schuitema C, Macallan D, Melchior JC, Sauerwein HP <em>et al</em>. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Wasting in HIV and other chronic infectious diseases. Clin Nutr 2006; 25:319-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0871-3413201200040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13.  Volkert D, Berner YN, Berry E, Cederholm T, Coti Bertrand P, Milne A <em>et al</em>. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Geriatrics. Clin Nutr 2006; 25:330-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0871-3413201200040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>14.  Lochs H, Allison SP, Meier R, Pirlich M, Kondrup J, St Schneider <em>et al</em>. Introductory to the ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: Terminology, Definitions and General Topics. Clin Nutr 2006; 25:180-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0871-3413201200040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>15.  Magnuson BL, Clifford TM, Hoskins LA, Bernard AC.  Enteral Nutrition and Drug Administration, interactions, and Complications. Nutr Clin Pract 2005; 20(6):618-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0871-3413201200040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16.  Beckwith MC, Feddema SS, Barton RG, Graves C. A Guide to Drug Therapy in Patients with Enteral Feeding Tubes: Dosage Form Selection and Administration Methods. Hosp Pharm 2004; 39(4):225-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0871-3413201200040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17.  Hidalgo FJ, Delgado E, Garcia Marco D, De Juana P, Bermejo T. Guia de Administration de Farmacos por Sonda Nasogastrica. Farm Hosp 1995; 19(5):251-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0871-3413201200040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18.  Gilbar PJ. A Guide to Enteral Drug Administration in Palliative Care. J Pain Symptom Manage 1999; 17:197-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0871-3413201200040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>19.  Ronsano BM, Martin PS, Remigio AS. Interacciones Medicamentos Nutricion Enteral. Barcelona: Novartis Consumer Health; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0871-3413201200040000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>20.  Lop&eacute;z LG, Pis&oacute;n SP. Gu&iacute;a pedi&aacute;trica para la administraci&oacute;n de f&aacute;rmacos por sonda de alimentaci&oacute;n. Madrid: Elsevier Espa&ntilde;a. 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0871-3413201200040000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21.  Gora ML, Tschampel MM, Visconti JA. Considerations of drug therapy in patients receiving enteral nutrition. Nutr Clin Pract 1989; 4(3):105-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0871-3413201200040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22.  Robin B. Boulatta J, Brantley S, Corkins M, Guenter P <em>et al</em>. Enteral nutrition practice recommendations. J Parenter Enteral Nutr 2009; 20(10):36-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0871-3413201200040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>23.  Williams NT. Medication Administration Through Enteral Feeding Tubes. Am J Health-Syst Pharm 2008; 65(24):2347-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0871-3413201200040000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>24.  Belknap DC, Seifert CF, Petermann M. Administration of medications throught enteral feeding catheters. Am J Crit Care 1997; 6(5):382-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0871-3413201200040000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>25.  Ech-chaouy A, Giesenfeld A, Ziegler O, Quilliot D. M&eacute;dicaments et nutrition ent&eacute;rale: audit sur la gal&eacute;nique, le pilage et le mode d’administration. Nutr Clin Metab 2007; 21:115-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0871-3413201200040000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26.  Hanssens Y, Woods D, Alsulaiti A, Adheir F, Al-Meer N, Obaidan N. Improving Oral Medicine Administration in Patients with Swallowing Problems and Feeding Tubes. Ann Pharmacothe 2006; 40(12):2142-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0871-3413201200040000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>27.  Mateo MA. Nursing management of enteral tube feeding. Hearth Lung. 1996; 25(4):318-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0871-3413201200040000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>28.  Seifert CF, Johnston BA. A Natiowide Survey of Long-Term Care Facilities to Determine the Characteristics of Medication Administration throught Enteral Feeding Catheters. Nutr Clin Pract 2005; 20(3):354-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0871-3413201200040000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>29.  Leff RD, Roberts RJ. Enteral drug administration practices. Report of a preliminary survey. Pediatrics 1988; 81(4):549-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0871-3413201200040000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>30.  Seifert CF, Frye JF, Belknap DC, Anderson DC. A nursing Survey to Determine the Characteristics of Medication Administration through Enteral Feeding Catheters. Clin Nurs Res 1995; 4(3):290-305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0871-3413201200040000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>31.  August D, Teitelbaum D, Albina J, Bothe A, Guenter P, Heitkemper M, <em>et al</em>. Guidelines for the Use of Parenteral and Enteral Nutrition in Adult and Pediatric Patients. J Parenter Enteral Nutr 2002; 26(1 Suppl).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0871-3413201200040000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>32.  Louren&ccedil;o R. Enteral feeding: Drug/nutrient interaction. Clin Nutr 2001; 20(2):187-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0871-3413201200040000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>33.  Van den Bemt PMLA, Cussel MBI, Overbeeke PW, Trommelen M, van Dooren D, Ophorst WR <em>et al</em>. Quality improvement of oral medication administration in patients with enteral feeding tubes. Qual Saf Health Care 2006; 15:44-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0871-3413201200040000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>34.  S&aacute;nchez AIG, Almagro CGM, Aranzana MC, Continente AC, Hern&aacute;ndez MAC. Atenci&oacute;n farmac&ecirc;utica en pacientes com nutrici&oacute;n enteral. Farm Hosp 2006; 30(1):44-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0871-3413201200040000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>35.  Wilson AF, Foral PA, Nystrom KK, Heineman SM, Wargo KA, Wargo NA. A Review of Clinical Pharmacy Interventions Prior to Implementation of a Personal Digital Assistant Intervention Program in a Community Hospital. Hosp Pharm 2003; 38:1047-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0871-3413201200040000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>36.  Grupo de Trabalho do Programa do Medicamento Hospitalar. Relat&oacute;rio do 1&ordm; Question&aacute;rio Nacional do Programa do Medicamento Hospital. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de – Gabinete do Secret&aacute;rio de Estado Adjunto e da Sa&uacute;de; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0871-3413201200040000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37.  Administra&ccedil;&atilde;o Central do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Programa do Medicamento Hospitalar – Boas Pr&aacute;ticas na &Aacute;rea do Medicamento Hospitalar [Online]. 2008 [cited 2009 Jun 6]. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.acss.min-saude.pt/Projectos/ProgdoMedicamentoHospitalar/Projecto1/tabid/172/language/pt-PT/Default.aspx?PageContentID=27" target="_blank">http://www.acss.min-saude.pt/Projectos/ProgdoMedicamentoHospitalar/Projecto1/tabid/172/language/pt-PT/Default.aspx?PageContentID=27</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0871-3413201200040000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>38.  Boullata JI. Drug Administration Through an Enteral Feeding Tube. Am J Nurs 2009; 109(10):34-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0871-3413201200040000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>39.  Santos CA, Boullata JI. An Approach to Evaluating Drug-Nutrient Interactions. Pharmacotherapy 2005; 25(12):1789-800.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0871-3413201200040000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>40.  Thomson FC, Naysmith MR, Lindsay A. Managing drug therapy in patients receiving enteral and parenteral nutrition. Hosp Pharm 2000; 7(6):155-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0871-3413201200040000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>41.  Haywood A, Glass BD. Stability considerations in liquid dosage forms extemporaneously prepared from commercialy available products. J Pharm Pharmaceut Sci 2006; 9(3):398-426.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0871-3413201200040000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>42.  Izco N, Creus N, Mass&oacute; J, Codina C, Ribas J. Incompatibilidades f&aacute;rmaco-nutrici&oacute;n enteral: recomendaciones generales para su prevenci&oacute;n. Farm Hosp 2001; 25(1):13-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0871-3413201200040000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>43.  Polo AF, Caba&ntilde;as Poy MJC, Bautista SC, Arenas MO, Castillo-Salinas F, Albert EH. Osmolality of oral liquid dosage forms to be administered to newborns in a hospital. Farm Hosp 2007; 31(5):311-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0871-3413201200040000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>44.  Lutomski DM, Gora ML, Wright, SM, Martin JE. Sorbitol content of selected oral liquids. Ann Pharmacother 1993; 27(3):269-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0871-3413201200040000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>45.  Vega TL, P&eacute;rez IS, Go&ntilde;i MPG, Sanz NM, de Tejada AH. T&eacute;cnica para la administraci&oacute;n de medicamentos por sonda nasog&aacute;strica. Farm Hosp 1998; 22(5):257-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0871-3413201200040000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>46.  Mitchell JF. Oral Dosage Forms That Should Not Be Crushed [Online]. Institute for Safe Medications Practice; 2009 Nov [cited 2009 Dez 7]. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.ismp.org/tools/donotcrush.pdf" target="_blank">http://www.ismp.org/tools/donotcrush.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0871-3413201200040000400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>47.  Dickerson RN, Tidwell AC, Brown RO. Adverse Effects From Inappropriate Medication Administration via a Jejunostomy Feeding Tube. Nutr Clin Pract 2003; 18(5):402-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0871-3413201200040000400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>48.  Cornish P. “Avoid the crush”: hazards of medication administration in patients with dysphagia or a feeding tube. CMAJ 2005; 172(7):871-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0871-3413201200040000400048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>49.  Nahata MC. Lack of Pediatric Drug Formulations. Pediatrics 1999; 104(3):607-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0871-3413201200040000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>50.  Brion F, unn AJ, Rieutord A. Extemporaneous (magistral) preparation of oral medicines for children in European hospitals. Acta Paediatr 2003; 92(4):486-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0871-3413201200040000400050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>51.  Lok F. Which injections can be given enterally? [Online]. East Anglia Medicines Information Service. 2009 Set [cited 2009 Dez]. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.nelm.nhs.uk/en/NeLM-Area/Evidence/Medicines-Q--A/Which-injections-can-be-given-enterally/" target="_blank">http://www.nelm.nhs.uk/en/NeLM-Area/Evidence/Medicines-Q--A/Which-injections-can-be-given-enterally/</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0871-3413201200040000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>52.  O’Keefe SJD. A guide to enteral access procedures and enteral nutrition. Nat Rev Gastroenterol Hepatol 2009; 6:207-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0871-3413201200040000400052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>53.  Edes TE, Walk BE, Austin JL, Diarrhea in tube-fed patients: feeding formula not necessarily the cause. Am J Med 1990; 88(2):91-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0871-3413201200040000400053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>54.  American Gastroenterological Association. American Gastroenterological Association Technical Review on Tube Feeding for Enteral Nutrition. Gastroenterology 1995; 108(4):1282-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0871-3413201200040000400054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>55.  Lebak KJ, Bliss DZ, Savik K, Patten-Marsh KM. What’s New on Defining Diarrhea in Tube-feeding Studies? Clin Nurs Res 2003; 12(2):174-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0871-3413201200040000400055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>56.  Howard P. Basics in clinical nutrition: Administration of enteral tube feeds.  e-SPEN 2009; 4:e170-1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0871-3413201200040000400056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>57.  Metheny N, Einsenberg P, McSweeney M. Effect of feeding tube properties and three irrigants on clogging rates. Nurs Res 1988; 37(3):165-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0871-3413201200040000400057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>58.  Blacka J, Donoghue J, Sutherland M, Martincich I, Mitten-Lewis S, Morris P <em>et al</em>.  Dwell time and functional failure in percutaneous endoscopic gastrostomy tubes: a prospective randomized-controlled comparison between silicon polymer and polyurethane percutaneous endoscopic gastrostomy tubes. Aliment Pharmacol Ther 2004, 20(8):875-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0871-3413201200040000400058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>59.  Van den Hazel SJ, Mulder CJ, Den Hartog G, Thies JE, Westhof W. A randomized trial of polyurethane and silicone percutaneous endoscopic gastrostomy catheters. Aliment Pharmacol Ther 2000; 14(10):1273-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0871-3413201200040000400059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>60.  Sartori S, Trevisani L, Nielsen I, Tassinari D, Ceccotti P, Abbasciano V. Longevity of silicone and polyurethane cathethers in long-term enteral feeding via percutaneous endoscopic gastrostomy.  Aliment Pharmacol Ther 2003; 17(6):853-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0871-3413201200040000400060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>61.  European Comission. Guidelines: Excipients in the label and package leaflet of medical products for human use [Online]. 2003 Jul [cited 2009 Jun 6]. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2009/09/WC500003412.pdf" target="_blank">http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2009/09/WC500003412.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0871-3413201200040000400061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>62.  Ferreira SC. Implementa&ccedil;&atilde;o de um Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o para Intera&ccedil;&otilde;es entre F&aacute;rmacos e Nutri&ccedil;&atilde;o Ent&eacute;rica num Hospital Central Universit&aacute;rio [Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado]. Porto: Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto; 2010. ISBN 978-989-20-2094-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0871-3413201200040000400062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="c0"></a><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a>     <p>S&oacute;nia Virg&iacute;nia Cerqueira Ferreira</p>     <p>Centro Hospitalar de S&atilde;o Jo&atilde;o, EPE; Servi&ccedil;os Farmac&ecirc;uticos; Unidade de Manipula&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica de Medicamentos – Unidade de Reembalagem; Alameda Prof. Hern&acirc;ni Monteiro; 4200-319 Porto, Portugal.</p>     <p>Telem&oacute;vel: 919120074</p>     ]]></body>
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