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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perturbação afectiva bipolar, disfunção cognitiva e demência]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Medicina Departamento de Neurociências Clínicas e Saúde Mental]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Cognitive dysfunction in Bipolar Affective Disorder is being considered nowadays as a core feature in terms of psychosocial and functional impact, as well as a manifestation of an affective trait or stage, both in the acute phases and in remission. The degree of impact is related to the iatrogenic effects of medication and also with affective symptoms. Its manifestation in unaffected first degree relatives may be partly a marker of genetic predisposition. Despite the absence of a specific battery for these patients, the neurocognitive assessment assumes an important role with respect to diagnosis and treatment, and is a current field of research. Recent pharmacological agents added to cognitive rehabilitation may be promising options for the future. The likely evolution or overlap with the behavioural symptoms of organic dementia allows this specific categorization as “Bipolar Affective Disorder Type VI”. Determining the detailed clinical history of bipolar traits, particularly in terms of premorbid personality, psychiatric history and family history has become fundamental to their differential diagnosis and appropriate therapeutic approach.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Perturbação Afectiva Bipolar]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Perturba&ccedil;&atilde;o afectiva bipolar, disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva e dem&ecirc;ncia</b></p>     <p><b>Bipolar affective disorder, cognitive dysfunction and dementia</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>R. Lopes<sup>1</sup>, L. Fernandes<sup>1,2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Cl&iacute;nica de Psiquiatria e Sa&uacute;de Mental, Centro Hospitalar S&atilde;o Jo&atilde;o</p>     <p><sup>2</sup> Departamento de Neuroci&ecirc;ncias Cl&iacute;nicas e Sa&uacute;de Mental, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva na Perturba&ccedil;&atilde;o Afectiva Bipolar tem vindo a ser considerada, na actualidade, como uma caracter&iacute;stica fundamental, tanto em termos de repercuss&atilde;o psicossocial e funcional, bem como manifesta&ccedil;&atilde;o de tra&ccedil;o na fase aguda ou em remiss&atilde;o cl&iacute;nica da doen&ccedil;a. O grau do seu impacto est&aacute; relacionado com a iatrogenia polimedicamentosa e igualmente com os sintomas afectivos e a sua manifesta&ccedil;&atilde;o em familiares de primeiro grau saud&aacute;veis, podendo ser um marcador parcial de predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica. Apesar da inexist&ecirc;ncia de uma bateria espec&iacute;fica de avalia&ccedil;&atilde;o para estes pacientes, a aprecia&ccedil;&atilde;o neurocognitiva assume um papel importante relativamente ao diagn&oacute;stico e ao tratamento, constituindo um campo actual de investiga&ccedil;&atilde;o. Algumas armas terap&ecirc;uticas farmacol&oacute;gicas recentes, adicionalmente &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva poder&atilde;o constituir op&ccedil;&otilde;es de tratamento promissoras para o futuro. A prov&aacute;vel evolu&ccedil;&atilde;o ou sobreposi&ccedil;&atilde;o com os sintomas comportamentais de uma dem&ecirc;ncia org&acirc;nica permite uma categoriza&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica como “Perturba&ccedil;&atilde;o Afectiva Bipolar Tipo VI”. A determina&ccedil;&atilde;o na hist&oacute;ria cl&iacute;nica de manifesta&ccedil;&otilde;es de tra&ccedil;os de bipolaridade, nomeadamente ao n&iacute;vel da personalidade pr&eacute;-m&oacute;rbida, de antecedentes psiqui&aacute;tricos e de hist&oacute;ria familiar tornam-se fundamentais para o seu diagn&oacute;stico diferencial e orienta&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica adequados.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: Perturba&ccedil;&atilde;o Afectiva Bipolar; Disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva; Dem&ecirc;ncia</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Cognitive dysfunction in Bipolar Affective Disorder is being considered nowadays as a core feature in terms of psychosocial and functional impact, as well as a manifestation of an affective trait or stage, both in the acute phases and in remission. The degree of impact is related to the iatrogenic effects of medication and also with affective symptoms. Its manifestation in unaffected first degree relatives may be partly a marker of genetic predisposition. Despite the absence of a specific battery for these patients, the neurocognitive assessment assumes an important role with respect to diagnosis and treatment, and is a current field of research. Recent pharmacological agents added to cognitive rehabilitation may be promising options for the future. The likely evolution or overlap with the behavioural symptoms of organic dementia allows this specific categorization as “Bipolar Affective Disorder Type VI”. Determining the detailed clinical history of bipolar traits, particularly in terms of premorbid personality, psychiatric history and family history has become fundamental to their differential diagnosis and appropriate therapeutic approach.</p>     <p><b>Keywords</b>: Bipolar affective disorder; cognitive dysfunction; dementia</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>Desde h&aacute; muito tempo que os d&eacute;fices cognitivos ligeiros e severos t&ecirc;m sido reconhecidos como parte integrante das perturba&ccedil;&otilde;es mentais, como esquizofrenia, histeria, perturba&ccedil;&atilde;o fact&iacute;cia e perturba&ccedil;&otilde;es do humor (1). Na esquizofrenia, denominada por Kraepelin como dementia praecox, a progressiva deteriora&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es mentais associa-se a mau progn&oacute;stico cl&iacute;nico (2). Nas perturba&ccedil;&otilde;es de humor, embora inicialmente se considerasse os d&eacute;fices cognitivos como caracter&iacute;sticas secund&aacute;rias, estes s&atilde;o actualmente reconhecidos como fazendo parte integral do desenvolvimento do quadro clinico (1) e podem estar em certa medida implicados igualmente nas limita&ccedil;&otilde;es de ordem ocupacional e psicossocial (3).</p>     <p>A Perturba&ccedil;&atilde;o Afectiva Bipolar (PAB) &eacute; uma perturba&ccedil;&atilde;o do humor cr&oacute;nica e grave caracterizada por epis&oacute;dios de mania ou hipomania que alternam ou sucedem a epis&oacute;dios de depress&atilde;o, podendo ser referida igualmente como depress&atilde;o man&iacute;aca, ou perturba&ccedil;&atilde;o do espectro bipolar (4). Apesar de classicamente se considerar a exist&ecirc;ncia de per&iacute;odos de remiss&atilde;o total dos sintomas entre os epis&oacute;dios afectivos (mania/hipomania ou depress&atilde;o), descritos como eutimia, est&atilde;o contudo presentes, d&eacute;fices a n&iacute;vel cognitivo em todas as fases da doen&ccedil;a. De facto, apesar de classicamente se considerar que a disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva na PAB se apresentaria apenas nas fases de depress&atilde;o, actualmente &eacute; consensual que surgem igualmente na eutimia, constituindo um determinante importante do funcionamento psicossocial (5, 6). Mais de metade dos doentes com doen&ccedil;a prolongada e acima dos 60 anos apresenta d&eacute;fice cognitivo (7), cerca de dois ter&ccedil;os apresenta queixas subjectivas (1), sendo ainda de sublinhar que a disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva se pode apresentar desde as fases inicias da doen&ccedil;a (8, 9). Apesar de representar actualmente um forte tema de investiga&ccedil;&atilde;o, permanecem d&uacute;vidas se este d&eacute;fice cognitivo poder&aacute; decorrer de um processo degenerativo adicional ou, se constituiu um marcador de decl&iacute;nio progressivo de uma dem&ecirc;ncia org&acirc;nica verdadeira.</p>     <p>Actualmente, h&aacute; um maior reconhecimento do impacto da disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva tanto no funcionamento psicossocial (vida independente, rela&ccedil;&atilde;o interpessoal) e ocupacional (10, 11), bem como na compliance<b>[<sup><a href="#*">*</a></sup><a name="top*"></a>]</b> do tratamento, mesmo ap&oacute;s ajustamento para vari&aacute;veis residuais como o humor e cl&iacute;nico-demogr&aacute;ficas (12). A evid&ecirc;ncia de que a disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva possa apresentar-se mesmo na fase de eutimia (13), apesar dos modernos tratamentos sintom&aacute;ticos, leva-nos a consider&aacute;-la como uma manifesta&ccedil;&atilde;o da patofisiologia da PAB, podendo igualmente contribuir para o comprometimento da recupera&ccedil;&atilde;o funcional, o que raramente &eacute; alcan&ccedil;ado (12).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Akiskal e colaboradores, sugeriram uma subcategoriza&ccedil;&atilde;o do espectro da PAB, nomeadamente, Tipo I (mania e depress&atilde;o), Tipo II (ciclotimia e hipomania), Tipo III (depress&atilde;o associada a hipomania secund&aacute;ria a f&aacute;rmacos), Tipo IV (depress&atilde;o de in&iacute;cio tardio sobreposta num temperamento hipert&iacute;mico) e Tipo V (depress&otilde;es mistas c&iacute;clicas) (14). Nos idosos, os mesmos autores sugeriram uma forma particular de manifesta&ccedil;&atilde;o tardia de doen&ccedil;a do espectro bipolar, acompanhada de disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva, denominada PAB Tipo VI (15). Esta entidade &eacute; considerada uma interface cl&iacute;nica com o in&iacute;cio precoce da dem&ecirc;ncia, e poder&aacute; ser uma express&atilde;o cl&iacute;nica concomitante &agrave;s duas entidades (16). Assim, a sua apresenta&ccedil;&atilde;o em indiv&iacute;duos previamente saud&aacute;veis, associa a instabilidade de humor, irritabilidade e agressividade, &agrave; perturba&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria e a outros d&eacute;fices cognitivos, ocorrendo num temperamento descrito como energ&eacute;tico e com tend&ecirc;ncia para a hiperactividade (16).</p>     <p>Esta tem&aacute;tica &eacute; no entanto, um assunto controverso que permanece em debate na actualidade. Assim, os sintomas comportamentais inespec&iacute;ficos da dem&ecirc;ncia, podem ter uma express&atilde;o cl&iacute;nica comum com um epis&oacute;dio afectivo numa perturba&ccedil;&atilde;o do espectro bipolar co-m&oacute;rbida n&atilde;o diagnosticada, ou por outro lado, podem promover a express&atilde;o da bipolaridade latente e, portanto, exacerbar um temperamento pr&eacute;vio (15, 16). Vendo por outro prisma, uma PAB pr&eacute;-existente pode ser postulada como contributo para a desregula&ccedil;&atilde;o dos sintomas afectivos da dem&ecirc;ncia (17). &Eacute; importante ter em conta esta perspectiva, dado que a PAB constitui cerca de 20% das perturba&ccedil;&otilde;es de humor nos idosos, sendo o espectro das doen&ccedil;as bipolares na popula&ccedil;&atilde;o geral de 5,4 a 8,3% (18), pelo que um n&uacute;mero elevado destes doentes permanecer&aacute; sem ser diagnosticado.</p>     <p>Na pr&aacute;tica clinica &eacute; comum observar dist&uacute;rbios do ciclo sono-vig&iacute;lia e actividade delirante de tem&aacute;tica semelhante entre casos de dem&ecirc;ncia e de PAB. Para al&eacute;m disso, para a adequa&ccedil;&atilde;o do tratamento, torna-se por vezes, um verdadeiro desafio distinguir psicopatologicamente as manifesta&ccedil;&otilde;es comportamentais da dem&ecirc;ncia e os epis&oacute;dios afectivos da PAB. As altera&ccedil;&otilde;es motoras de um s&iacute;ndrome demencial podem ser igualmente confundidas com a inquieta&ccedil;&atilde;o motora da PAB. A perda de adequa&ccedil;&atilde;o social, por exemplo, pode ser consequente a uma disfun&ccedil;&atilde;o frontal demencial ou secund&aacute;ria a uma ela&ccedil;&atilde;o de humor da PAB. Situa&ccedil;&otilde;es de nega&ccedil;&atilde;o ou de anosognosia da dem&ecirc;ncia podem ser confundidas com a omnipot&ecirc;ncia da mania, e os gastos dispendiosos podem ser interpretados como um comportamento alterado desta (4, 16).</p>     <p>Na avalia&ccedil;&atilde;o destes casos &eacute; necess&aacute;rio pesquisar ind&iacute;cios de uma doen&ccedil;a do espectro bipolar n&atilde;o reconhecida e dada a dificuldade de obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, a ajuda dos familiares torna-se imprescind&iacute;vel. &Eacute; necess&aacute;rio atender &agrave; hist&oacute;ria psiqui&aacute;trica pr&eacute;via, com epis&oacute;dios de mania e/ou depress&atilde;o, tentativas de suic&iacute;dio, perturba&ccedil;&otilde;es da ansiedade, alcoolismo e abuso de subst&acirc;ncias. A personalidade pr&eacute;via (temperamento ciclot&iacute;mico, hipert&iacute;mico ou irrit&aacute;vel) (15, 16), os life-events do passado (dist&uacute;rbios nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, separa&ccedil;&otilde;es repetidas, div&oacute;rcios, mudan&ccedil;as de resid&ecirc;ncia, desemprego, etc.) e a hist&oacute;ria familiar de doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica, tamb&eacute;m constituem elementos importantes. Verificou-se numa s&eacute;rie de dez casos cl&iacute;nicos de doentes com comorbilidade de dem&ecirc;ncia e PAB de in&iacute;cio tardio, a exist&ecirc;ncia de hist&oacute;ria familiar positiva de PAB (15, 17).</p>     <p>A hip&oacute;tese da coexist&ecirc;ncia destas duas entidades, representa uma alternativa &agrave; vis&atilde;o cl&iacute;nica neurol&oacute;gica tradicional de que a agita&ccedil;&atilde;o, a impulsividade e a instabilidade do humor da Doen&ccedil;a de Alzheimer (DA) e de outras dem&ecirc;ncias, expressem disfun&ccedil;&atilde;o do lobo frontal (19). Deste modo, equaciona-se um tratamento mais direccionado para os estabilizadores do humor, ao inv&eacute;s dos antidepressivos. De facto, o papel destes &uacute;ltimos deve ser reconsiderado dado o seu efeito iatrog&eacute;nico ao induzir a convers&atilde;o para excitabilidade, hipomania ou mania, que no contexto de dem&ecirc;ncia pode expressar-se por um agravamento dos sintomas comportamentais e psicol&oacute;gicos. Aparentemente, os antidepressivos podem ser refract&aacute;rios e at&eacute; agravar os sintomas comportamentais (15). Por outro lado, t&ecirc;m sido notificados casos de mania ap&oacute;s a utiliza&ccedil;&atilde;o de antidemenciais inibidores da acetilcolinest&eacute;rase em doentes simultaneamente com PAB e dem&ecirc;ncia (20). Deste modo, o in&iacute;cio da agita&ccedil;&atilde;o em casos de dem&ecirc;ncia, ap&oacute;s utiliza&ccedil;&atilde;o de antidepressivos ou antidemenciais, dever&aacute; implicar uma investiga&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a do espectro bipolar.</p>     <p>A evid&ecirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o de estabilizadores de humor em idosos com PAB &eacute; escassa (21) e de uma forma geral, as doses m&aacute;ximas s&atilde;o inferiores e implicam uma titula&ccedil;&atilde;o mais lenta. O l&iacute;tio &eacute; raramente prescrito pela primeira vez ap&oacute;s os 70 anos, dado o risco de neurotoxicidade. A efectividade do valproato de s&oacute;dio, para al&eacute;m de ser melhor tolerado do que a carbamazepina, est&aacute; bem documentada no tratamento dos sintomas comportamentais e psicol&oacute;gicos da dem&ecirc;ncia, bem como nas perturba&ccedil;&otilde;es do comportamento, do sono e da agita&ccedil;&atilde;o em doentes com mania (22, 23). Dorey e colaboradores prop&otilde;em que o valproato seja o estabilizador do humor de primeira linha em casos de sintomas comportamentais e psicol&oacute;gicos de dem&ecirc;ncia concomitante com uma poss&iacute;vel doen&ccedil;a do espectro bipolar (17). A dose de titula&ccedil;&atilde;o gradual aconselhada seria de 125-250mg/dia para uma dose m&aacute;xima de 500-1000mg/dia (21).</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o dos antipsic&oacute;ticos pode ser considerada em situa&ccedil;&otilde;es de agita&ccedil;&atilde;o associada a outro estabilizador de humor (24). Apesar de evid&ecirc;ncia do seu benef&iacute;cio (15), particularmente para o aripiprazol, olanzapina, e risperidona (25), o seu uso necessita de grande precau&ccedil;&atilde;o, estando mesmo contra-indicado na maioria dos casos de dem&ecirc;ncia, pelos elevados riscos cardiovasculares associados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>DISFUN&Ccedil;&Atilde;O COGNITIVA NA PAB</b></p>     <p><b>Dom&iacute;nios cognitivos afectados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>S&atilde;o v&aacute;rios os dom&iacute;nios cognitivos afectados na PAB, nomeadamente na mem&oacute;ria verbal, na aten&ccedil;&atilde;o e em alguma extens&atilde;o, na fun&ccedil;&atilde;o executiva (com inicia&ccedil;&atilde;o de resposta e controlo inibit&oacute;rio) e na mem&oacute;ria visual (26). Apesar de na eut&iacute;mia ocorrer a remiss&atilde;o em alguns dos dom&iacute;nios cognitivos anteriores, como &eacute; o caso da mem&oacute;ria visual e da mem&oacute;ria de trabalho, verifica-se contudo a persist&ecirc;ncia dos restantes dom&iacute;nios (12, 27). Esta evid&ecirc;ncia torna-se interessante ao reflectir-se na poss&iacute;vel natureza da dem&ecirc;ncia em doentes com PAB, desconhecendo-se se resulta do neurodesenvolvimento, do processo neurodegenerativo, ou de ambos (28, 29).</p>     <p>A exist&ecirc;ncia de d&eacute;fices cognitivos em todas as fases da PAB, determinam que sejam aparentemente independentes do estado afectivo (26, 30). Esses d&eacute;fices envolvem a aten&ccedil;&atilde;o selectiva, a concentra&ccedil;&atilde;o, a mem&oacute;ria verbal imediata e epis&oacute;dica, o desvio atencional, o planeamento verbal, o pensamento estrat&eacute;gico (12, 27), a velocidade de processamento, a abstrac&ccedil;&atilde;o, a persevera&ccedil;&atilde;o e a aprendizagem verbal (1, 26, 30-36). No entanto, t&ecirc;m sido encontradas diferen&ccedil;as relativamente aos dom&iacute;nios cognitivos afectados, quando se compara PAB tipo I (d&eacute;fices mais pronunciados na mem&oacute;ria visual, verbal, e flu&ecirc;ncia sem&acirc;ntica) e PAB tipo II (com atingimento global menos pronunciado), o que poder&aacute; estar relacionado com as caracter&iacute;sticas clinicas de ambos os subtipos da doen&ccedil;a (26). Baseado nestes dados e corroborado por evid&ecirc;ncia neuroimagiol&oacute;gica, foi proposto um endofen&oacute;tipo para PAB tipo I, centrado numa patofisiologia comum das regi&otilde;es m&eacute;dio-temporais (37, 38).</p>     <p>Os d&eacute;fices da fun&ccedil;&atilde;o executiva, igualmente alterados, nomeadamente do controlo e resposta inibit&oacute;ria, provavelmente relacionados com a disfun&ccedil;&atilde;o do c&oacute;rtex pr&eacute;-frontal, podem reduzir as capacidades de coping, tornando os indiv&iacute;duos mais vulner&aacute;veis &agrave; recorr&ecirc;ncia da sintomatologia (39). Por outro lado, mant&ecirc;m-se com relativa preserva&ccedil;&atilde;o a mem&oacute;ria visuoespacial, a flu&ecirc;ncia verbal e o vocabul&aacute;rio (40-43). Em estudos de processamento emocional, tanto a percep&ccedil;&atilde;o da identidade como o reconhecimento do afecto facial est&atilde;o conservados  nas fases agudas ou de remiss&atilde;o, mas os dados existentes s&atilde;o escassos. Relativamente &agrave; cogni&ccedil;&atilde;o social (em concord&acirc;ncia com as Teorias da Mente) os estudos s&atilde;o igualmente raros e por vezes contradit&oacute;rios. Apontam para uma poss&iacute;vel interac&ccedil;&atilde;o com outros dom&iacute;nios cognitivos, como a aten&ccedil;&atilde;o (39), que mencionam uma independ&ecirc;ncia parcial, sugerindo poder tratar-se de um marcador causal da doen&ccedil;a (44).</p>     <p><b>Estudos gen&eacute;ticos</b></p>     <p>Tem-se multiplicado na &uacute;ltima d&eacute;cada estudos gen&eacute;ticos em suporte da associa&ccedil;&atilde;o da altera&ccedil;&atilde;o cognitiva na PAB. Apesar de a maioria das muta&ccedil;&otilde;es identificadas se integrar num modelo neurodegenerativo (para o qual contribuiriam as comorbilidades m&eacute;dicas, o comprometimento do funcionamento psicossocial, o n&uacute;mero de crises e as altera&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas), foram igualmente identificadas muta&ccedil;&otilde;es em genes relacionadas com a migra&ccedil;&atilde;o e o neurodesenvolvimento, em subgrupos de doentes bipolares com d&eacute;fices cognitivos (43, 45, 46).</p>     <p>Adicionalmente, em estudos familiares foram obtidos resultados semelhantes aos da esquizofrenia. Nos familiares saud&aacute;veis foram demonstrados d&eacute;fices na fun&ccedil;&atilde;o executiva, mem&oacute;ria declarativa (41), flexibilidade cognitiva e desvio atencional (40). O facto de serem muito semelhantes aos descritos em fase de eut&iacute;mia, sugere que possam constituir marcadores ou tra&ccedil;os de vulnerabilidade gen&eacute;tica para o seu desenvolvimento (e n&atilde;o apenas caracter&iacute;sticas de base). Por&eacute;m, apesar de ter sido demonstrado o seu surgimento precoce no decurso da doen&ccedil;a (47), n&atilde;o existem estudos prospectivos conclusivos que permitam afirmar quais e com que gravidade possam ser preditores do seu desenvolvimento.</p>     <p><b>Estudos neuroqu&iacute;micos, neuroanat&oacute;micos, neurofisiol&oacute;gicos e de neuroimagem</b></p>     <p>Em estudos neuroqu&iacute;micos verificou-se que existiam concentra&ccedil;&otilde;es cerebrais regionais elevadas de subst&acirc;ncias monoamin&eacute;rgicas (48), fun&ccedil;&atilde;o anormalmente aumentada dos receptores dos glicocortic&oacute;ides (49) e concentra&ccedil;&otilde;es elevadas de homociste&iacute;na (50). Em doentes eut&iacute;micos foi encontrado um aumento da amplitude das ondas no electroencefalograma, especialmente nas &aacute;reas cerebrais associadas a d&eacute;fice do processamento visuoespacial (51).</p>     <p>A investiga&ccedil;&atilde;o neuroimagiol&oacute;gica por outro lado, tem permitido associar a disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva da PAB, tal como na depress&atilde;o unipolar, a anomalias estruturais cerebrais e de activa&ccedil;&atilde;o funcional cerebral (52). V&aacute;rios estudos t&ecirc;m verificado que as altera&ccedil;&otilde;es cerebrais provavelmente poder&atilde;o ser predictoras do desenvolvimento de dem&ecirc;ncia (1). Estudos com resson&acirc;ncia magn&eacute;tica cerebral (RMN) revelaram a exist&ecirc;ncia de hiperdensidades de subst&acirc;ncia branca de localiza&ccedil;&atilde;o periventricular e subcortical associadas a profundos d&eacute;fices cognitivos em doen&ccedil;a prolongada e a um mau progn&oacute;stico (53). No entanto, n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as relativamente a les&otilde;es da subst&acirc;ncia branca em doentes eut&iacute;micos com disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva e em controlos assintom&aacute;ticos (54). Destes, destacam-se o aumento do hipocampo, o aumento da am&iacute;gdala, as altera&ccedil;&otilde;es de volume de c&oacute;rtex ao n&iacute;vel do c&iacute;ngulo (lobo frontal e lobo temporal), o alargamento ventricular leve (predominante no ventr&iacute;culo lateral direito), bem como altera&ccedil;&otilde;es no c&oacute;rtex de associa&ccedil;&atilde;o (c&oacute;rtex pr&eacute;-frontal, c&iacute;ngulo anterior e n&uacute;cleo dorsolateral pr&eacute;-frontal) (55). Num estudo recente por RMN, com tractografia tensora de difus&atilde;o, (que avalia as fibras nervosas atrav&eacute;s dos tra&ccedil;os da difus&atilde;o da &aacute;gua) foram encontradas anormalidades das bandas de fibras nervosas de subst&acirc;ncia branca, e perda de integridade nas estruturas de conex&atilde;o da via l&iacute;mbica anterior (56). Notavelmente, estes dados est&atilde;o em conformidade com uma recente metan&aacute;lise de estudos de RMN funcional cerebral (52). De facto, nesta &uacute;ltima foi demonstrado uma activa&ccedil;&atilde;o anormal nos c&oacute;rtices frontal e l&iacute;mbico, traduzida por uma menor activa&ccedil;&atilde;o do c&oacute;rtex frontal inferior e do c&oacute;rtex pr&eacute;-frontal ventrolateral, e maior activa&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas do sistema l&iacute;mbico (estruturas mediais do c&oacute;rtex temporal incluindo giro hipocampal, hipocampo e am&iacute;gdala) e g&acirc;nglios da base (52).</p>     <p>Apesar de uma metan&aacute;lise recente de estudos de RMN funcional ter demonstrado um poss&iacute;vel aumento do volume da am&iacute;gdala com a dura&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a (57), verificaram-se altera&ccedil;&otilde;es semelhantes do volume da am&iacute;gdala tanto em popula&ccedil;&otilde;es pedi&aacute;tricas como nos adultos, e igualmente em doentes com primeiro ou m&uacute;ltiplos epis&oacute;dios (43). Este facto provavelmente poder&aacute; indicar que os d&eacute;fices neuroanat&oacute;micos funcionais n&atilde;o reflectem necessariamente um processo neurodegenerativo (43).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>AVALIA&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p><b>Aspectos gerais</b></p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o rigorosa dos d&eacute;fices cognitivos na PAB, aparentes ao exame cl&iacute;nico, para al&eacute;m de uma avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicologica, requer uma abordagem sistem&aacute;tica das comorbilidades psiqui&aacute;tricas e m&eacute;dicas, dos efeitos iatrog&eacute;nicos, e ainda a considera&ccedil;&atilde;o da idade do doente (factor de risco independente), do n&iacute;vel de educa&ccedil;&atilde;o e do quociente de intelig&ecirc;ncia pr&eacute;-m&oacute;rbido. Aparentemente, existe uma associa&ccedil;&atilde;o positiva entre a PAB tipo I, hist&oacute;ria de sintomas psic&oacute;ticos, fases agudas (mania, hipomania ou depress&atilde;o), n&uacute;mero de hospitaliza&ccedil;&otilde;es, n&uacute;mero de epis&oacute;dios afectivos e dura&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a com a gravidade dos d&eacute;fices cognitivos (36).</p>     <p>&Eacute; importante ter presente a idade de in&iacute;cio dado que um n&uacute;mero maior de epis&oacute;dios afectivos foi associado &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da velocidade motora e da fun&ccedil;&atilde;o executiva (58). Neste sentido, a determina&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a &eacute; igualmente importante, dado que se relaciona com diminui&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria verbal (10, 35). Dever&aacute; ainda ser feita a caracteriza&ccedil;&atilde;o dos tipos de epis&oacute;dios durante a evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a, uma vez que, a depress&atilde;o associa-se a d&eacute;fices mais acentuados na fun&ccedil;&atilde;o executiva, na aprendizagem verbal e na mem&oacute;ria visual e espacial, e a mania associa-se a d&eacute;fices na mem&oacute;ria verbal e na fun&ccedil;&atilde;o executiva (13, 35, 59, 60). Adicionalmente, &eacute; importante determinar a gravidade e/ou a mudan&ccedil;a da sintomatologia afectiva ou ansiosa. No caso de existir psicose, esta associa-se a d&eacute;fices na mem&oacute;ria verbal (35, 59, 60) e na fun&ccedil;&atilde;o executiva (61). A express&atilde;o cl&iacute;nica inicial do epis&oacute;dio afectivo dever&aacute; tamb&eacute;m ser tida em conta, sendo que um epis&oacute;dio inicial de mania em idades precoces (ao inv&eacute;s de um epis&oacute;dio depressivo), se associa a maior risco de disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva tardia (10).</p>     <p><b>Comorbilidades psiqui&aacute;tricas e m&eacute;dicas </b></p>     <p>As mudan&ccedil;as de estados psicopatol&oacute;gicos durante a avalia&ccedil;&atilde;o destes doentes devem ser cuidadosamente tidas em conta dado que podem influenciar as fun&ccedil;&otilde;es cognitivas. Por outro lado, para al&eacute;m de mascarar o seu diagn&oacute;stico, as perturba&ccedil;&otilde;es da ansiedade (62), a perturba&ccedil;&atilde;o obsessivo-compulsiva, a perturba&ccedil;&atilde;o de dissocia&ccedil;&atilde;o, as perturba&ccedil;&otilde;es de abuso de subst&acirc;ncias (63) e outros aspectos da psicopatologia, s&atilde;o frequentemente concomitantes &agrave; PAB (64). Contudo, apesar da sua influ&ecirc;ncia directa, visto modificarem a aten&ccedil;&atilde;o e a velocidade de processamento (26), parece haver pouca correla&ccedil;&atilde;o entre a sensa&ccedil;&atilde;o subjectiva de d&eacute;fice cognitivo e o d&eacute;fice cognitivo documentado (65). A sua presen&ccedil;a, por&eacute;m, n&atilde;o impossibilita a exist&ecirc;ncia de d&eacute;fices cognitivos francos e que poder&atilde;o mesmo persistir ap&oacute;s a sua resolu&ccedil;&atilde;o. O cl&iacute;nico dever&aacute; ter em aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s comorbilidades m&eacute;dicas como doen&ccedil;a cerebrovascular (24% em doen&ccedil;a prolongada t&ecirc;m dois ou mais factores de risco) (66) e  diabetes (associa&ccedil;&atilde;o positiva com disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva grave) (10) ou outras. Deve ainda ter-se em conta a hist&oacute;ria familiar de dem&ecirc;ncia, que poder&aacute; estar na base da exist&ecirc;ncia de sintomas subjectivos de mem&oacute;ria (26).</p>     <p><b>Efeitos iatrog&eacute;nicos</b></p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o requer ainda diferencia&ccedil;&atilde;o com d&eacute;fices cognitivos iatrog&eacute;nicos ou resultantes de interac&ccedil;&otilde;es medicamentosas inerentes &agrave; polimedica&ccedil;&atilde;o que &eacute; frequente (67). De facto, torna-se indispens&aacute;vel evitar a prescri&ccedil;&atilde;o intempestiva de antidemenciais, ao inv&eacute;s da redu&ccedil;&atilde;o, substitui&ccedil;&atilde;o ou mesmo elimina&ccedil;&atilde;o dos f&aacute;rmacos que possam estar na origem de tal sintomatologia.</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o dos estabilizadores de humor requer uma an&aacute;lise de risco/benef&iacute;cio. Parecem existir d&eacute;fices ao n&iacute;vel do reconhecimento visual de express&otilde;es faciais e da aten&ccedil;&atilde;o, mais pronunciados nos epis&oacute;dios depressivos e em doentes n&atilde;o medicados quando comparados com os medicados. Particularizando algumas terap&ecirc;uticas, as altera&ccedil;&otilde;es das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas secund&aacute;rias &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o do l&iacute;tio, est&atilde;o bem documentadas nos indiv&iacute;duos saud&aacute;veis e nos doentes eut&iacute;micos, e s&atilde;o independentes da doen&ccedil;a. Os efeitos mais estudados referem-se &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria de curto prazo, da fun&ccedil;&atilde;o motora, da flu&ecirc;ncia verbal associativa e da aten&ccedil;&atilde;o (26). Normalmente, os doentes referem sensa&ccedil;&atilde;o de embotamento cognitivo e diminui&ccedil;&atilde;o da criatividade, muitas vezes associadas &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da profilaxia terap&ecirc;utica, embora n&atilde;o sejam consideradas preditores de descontinua&ccedil;&atilde;o do tratamento em si mesmo. O hipotiroidismo resultante do uso cr&oacute;nico deste f&aacute;rmaco pode cursar igualmente com apatia e d&eacute;fices cognitivos. Apesar da utiliza&ccedil;&atilde;o de l&iacute;tio no tratamento agudo ou de manuten&ccedil;&atilde;o em doentes idosos com PAB se revelar mais ben&eacute;fico e vantajoso relativamente a outros estabilizadores do humor, &eacute; necess&aacute;rio ter em aten&ccedil;&atilde;o  certas particularidades deste f&aacute;rmaco nestas idades (68). De facto, a farmacocin&eacute;tica, a farmacodin&acirc;mica e a clearance renal s&atilde;o afectadas pelas altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas da idade, pelas comorbilidades m&eacute;dicas, pelas interac&ccedil;&otilde;es medicamentosas (psicotr&oacute;picos ou anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o ester&oacute;ides) (69, 70) bem como pela altera&ccedil;&atilde;o do volume de distribui&ccedil;&atilde;o. Assim, os n&iacute;veis de lit&eacute;mia devem ser monitorizados, dada a sua estreita janela terap&ecirc;utica e tendo em conta a idade, o estado afectivo, a fun&ccedil;&atilde;o renal e a fun&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca. Com a idade, cerca de 60% dos efeitos laterais (incluindo neurotoxicidade - tremor, ataxia e confus&atilde;o) tornam-se ainda mais graves, sendo os intervalos terap&ecirc;uticos menores e dependentes da variabilidade inter-individual (71). Perante a suspeita de iatrogenicidade, Dorey e colaboradores recomendam a redu&ccedil;&atilde;o de dose do l&iacute;tio ou a sua manuten&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel inferior &agrave; do intervalo terap&ecirc;utico, mudan&ccedil;a para outro estabilizador de humor ou at&eacute; mesmo a sua aboli&ccedil;&atilde;o a partir dos 70 anos de idade (17). No entanto, est&atilde;o descritos efeitos neuroprotectores com a utiliza&ccedil;&atilde;o do l&iacute;tio (por exemplo, a n&iacute;vel da plasticidade sin&aacute;ptica), bem como a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de recorr&ecirc;ncias, sendo esta &uacute;ltima uma forma indirecta de preven&ccedil;&atilde;o da disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva (10).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A amplitude dos d&eacute;fices cognitivos esperados com a utiliza&ccedil;&atilde;o de outros estabilizadores de humor &eacute; diversificada. Virtualmente n&atilde;o existem d&eacute;fices com a lamotrigina e a gabapentina (72-74) e s&atilde;o relativamente modestos ou transit&oacute;rios (na aprendizagem e na mem&oacute;ria) com o valproato de s&oacute;dio e a carbamazepina. Com o topiramato h&aacute; uma afecta&ccedil;&atilde;o mais difusa nomeadamente ao n&iacute;vel da aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria verbal, atraso psicomotor e dificuldades na evoca&ccedil;&atilde;o de palavras (75, 76).</p>     <p>Relativamente aos efeitos dos antipsic&oacute;ticos, a maioria dos estudos inerentes &agrave;s consequ&ecirc;ncias nefastas na cogni&ccedil;&atilde;o refere-se sobretudo &agrave; esquizofrenia. Na PAB, al&eacute;m de escassos, estes estudos reportam-se a um n&uacute;mero de pacientes muito reduzido. Mostram contudo, efeitos nocivos ao n&iacute;vel do planeamento de tarefas e da velocidade de processamento (77), bem como pior fun&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel executivo (78).</p>     <p>A par com os antipsic&oacute;ticos, apesar de prevalecerem inconsist&ecirc;ncias, o uso de benzodiazepinas est&aacute; associado a problemas na mem&oacute;ria de trabalho e na velocidade de processamento, bem como a sua utiliza&ccedil;&atilde;o prolongada poder introduzir confus&atilde;o na avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica (79).</p>     <p>Os antidepressivos, &agrave; excep&ccedil;&atilde;o dos efeitos anticolin&eacute;rgicos dos tric&iacute;clicos (80) n&atilde;o t&ecirc;m efeitos cognitivos adversos a salientar, sendo que, pelo contr&aacute;rio, surgem evid&ecirc;ncias recentes de que os serotonin&eacute;rgicos possam ter um efeito positivo na mem&oacute;ria de trabalho (81).</p>     <p><b>Avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica</b></p>     <p>A realiza&ccedil;&atilde;o de uma avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica rigorosa torna-se necess&aacute;ria dada a heterogeneidade de express&atilde;o cl&iacute;nica da disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva na PAB, e o seu aperfei&ccedil;oamento ser&aacute; no futuro, um suporte importante para a decis&atilde;o cl&iacute;nica no tratamento farmacol&oacute;gico, psicol&oacute;gico, reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva e recupera&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional adaptadas ao mundo real (82). Na avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva, para al&eacute;m do Mini Mental State of Examination, devem ser inclu&iacute;dos testes que avaliem especificamente dom&iacute;nios da aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria, fun&ccedil;&atilde;o executiva, e capacidade cr&iacute;tica, entre outros (26). Apesar dos d&eacute;fices cognitivos serem reconhecidos como caracter&iacute;stica fundamental ainda n&atilde;o existe presentemente uma bateria de exames neuropsicol&oacute;gicos adaptados e validados para a PAB que possam ser usados para fins de investiga&ccedil;&atilde;o. A padroniza&ccedil;&atilde;o dos instrumentos poder&aacute; optimizar a investiga&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es neuroanat&oacute;micas, funcionais e gen&eacute;ticas bem como a express&atilde;o de fen&oacute;tipos, sintomas cl&iacute;nicos e vantagens terap&ecirc;uticas.</p>     <p>Os resultados promissores de uma bateria de exames cognitivos promovidos pela National Institute of Mental Health para investiga&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica na &aacute;rea da disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva na esquizofrenia (Measurement and Treatment Research to Improve Cognition in Schizophrenia – MATRICS - Consensus Cognitive Battery, MCCB) (83-85), serviram muito recentemente como modelo de investiga&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m para a avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva na PAB (39). Esta iniciativa promovida pela International Society for Bipolar Disorders pretendeu identificar os testes cognitivos melhor adaptados inclu&iacute;dos no MCCB, tendo em conta o facto dos d&eacute;fices cognitivos serem similares em padr&atilde;o mas menos graves, do que na esquizofrenia (26). Teve igualmente em conta a sobreposi&ccedil;&atilde;o de aspectos de neurobiologia, gen&eacute;tica, factores de risco, caracter&iacute;sticas clinicas e funcionamento neuropsicol&oacute;gico. Desta investiga&ccedil;&atilde;o concluiu-se pela utilidade dos seguintes testes inclu&iacute;dos no MCCB: velocidade de processamento – Brief Assesment of Cognition in Schizophrenia (BACS): Symbol Coding, Category Fluency: Animal Naming, Trail Making Test-part A; aten&ccedil;&atilde;o/vigil&acirc;ncia – Continuous Performance Test – Identical Pairs (CPT-IP); mem&oacute;ria de trabalho – Wechsler Memory Scale-3 Letter-Number Sequencing, Wechsler Memory Scale-3 Spatial Span; aprendizagem verbal – Hopkins Verbal Learning Test-Revised; aprendizagem visual – Brief Visuospatial Memory Test-Revised; fun&ccedil;&atilde;o executiva – Neuropsychological assessment Battery (NAB): Mazes; cogni&ccedil;&atilde;o social – Mayer-Salovery-Caruso Emotional Intelligence Test (MSCEIT): Managing Emotions. Os testes referidos poder&atilde;o ser um bom ponto de partida, devendo, contudo, ser complementados com testes mais complexos a n&iacute;vel da aprendizagem verbal (California Verbal Learning Test) e da fun&ccedil;&atilde;o executiva (Stroop Test, Trail Making Test – part B, Wisconsin Card Sorting Test) (39). Num estudo recente em que foi aplicado o MCCB em doentes com PAB tipo I, foi demonstrado, com significado estatisticamente significativo, que existiam d&eacute;fices em 5 de 7 dom&iacute;nios do MCCB, com menor express&atilde;o nos dom&iacute;nios de planeamento e resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e de cogni&ccedil;&atilde;o social (86). De facto, parece existir alguma limita&ccedil;&atilde;o inerente ao MCCB, dado que tendo sido desenvolvido para a esquizofrenia poder&aacute; n&atilde;o ser suficientemente sens&iacute;vel, n&atilde;o comtemplando nenhum teste espec&iacute;fico para o processamento emocional e a cogni&ccedil;&atilde;o social da PAB.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>TRATAMENTO E REABILITA&Ccedil;&Atilde;O NEUROCOGNITIVA</b></p>     <p>O tratamento da disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva na PAB requer a determina&ccedil;&atilde;o dos d&eacute;fices cognitivos espec&iacute;ficos visando igualmente a sua origem etiol&oacute;gica (26). O tratamento farmacol&oacute;gico espec&iacute;fico que possa melhorar substancialmente a sintomatologia cognitiva permanece actualmente em investiga&ccedil;&atilde;o. Para al&eacute;m disso, a maioria dos estudos publicados at&eacute; &agrave; data forma realizados em popula&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-bipolares.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A evid&ecirc;ncia da prov&aacute;vel utilidade de f&aacute;rmacos pro-colin&eacute;rgicos (donepezilo, galantamina, rivastigmina) prov&eacute;m do facto de actuarem nas vias colin&eacute;rgicas basais e rostrais do prosenc&eacute;falo e no tono dopamin&eacute;rgico fronto-estriatal e portanto, poderem ter um papel na aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria de trabalho (87) e processamento da informa&ccedil;&atilde;o (88). Para al&eacute;m de se verificar uma melhoria apenas modesta da mem&oacute;ria na DA e os estudos aplicados &agrave; esquizofrenia existentes n&atilde;o terem mostrado benef&iacute;cio (89, 90), na PAB estes s&atilde;o reduzidos e evidenciam limita&ccedil;&otilde;es. No entanto, foi demonstrado melhoria com o donepezilo (91), e poss&iacute;veis benef&iacute;cios cognitivos com o uso de galantamina (92, 93). Relativamente aos agentes antiglutama&eacute;rgicos, os dados existentes referem-se sobretudo &agrave; esquizofrenia, e apesar de a maioria (memantina, glicina e d-cicloserina) n&atilde;o apresentar vantagens relativamente ao placebo (94, 95), h&aacute; evid&ecirc;ncia de melhoria na fun&ccedil;&atilde;o executiva e no funcionamento cognitivo global com o uso de d-serina (96). Contudo, num estudo realizado por Teng e colaboradores, ainda que com uma amostra reduzida, mostrou potencial efic&aacute;cia da memantina na melhoria da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva global (97).</p>     <p>A hipercortisolemia, para al&eacute;m de ter sido associada etiologicamente &agrave;s perturba&ccedil;&otilde;es de humor, pode igualmente causar agravamento da disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva, e por isso, os antagonistas dos receptores dos glicocortic&oacute;ides, por exemplo o mifepristone (RU-486), t&ecirc;m sido estudados em doentes com PAB. De facto, foi demonstrado num estudo que a utiliza&ccedil;&atilde;o deste agente na dose de 600mg/dia, originou uma melhoria na mem&oacute;ria de trabalho espacial, flu&ecirc;ncia verbal, mem&oacute;ria de reconhecimento espacial e sintomatologia depressiva (98).</p>     <p>Os psicoestimulantes (anfetamina, metilfenidato) parecem ser potencialmente atractivos na s&iacute;ndrome de d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o e hiperactividade, na apatia e abulia da depress&atilde;o major, doen&ccedil;a de Parkinson, traumatismo craneoencef&aacute;lico, e apatia da DA (99). Contudo, os dados dispon&iacute;veis s&atilde;o escassos, e &eacute; necess&aacute;rio, atender aos seus efeitos secund&aacute;rios (100).</p>     <p>A associa&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o de modafinil, agente promotor da vig&iacute;lia, a melhoria da aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria, fun&ccedil;&atilde;o executiva, mem&oacute;ria visual recente e evoca&ccedil;&atilde;o verbal imediata em doentes com esquizofrenia cr&oacute;nica (26, 101), poder&aacute; indicar igualmente o seu uso em doentes com PAB e disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva, mas &eacute; necess&aacute;ria mais investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>O uso potencial dos antiparkinsonianos, como o pramipexole, pergolide, ropinirole, amantadina e bromocriptina, resulta dos efeitos agonistas D2/D3 a n&iacute;vel do lobo frontal e consequentemente a n&iacute;vel do processamento executivo, verificando-se benef&iacute;cios destes agentes sobre a fun&ccedil;&atilde;o cognitiva nestes doentes (102, 103).</p>     <p>Dados recentes da literatura t&ecirc;m apontado para uma poss&iacute;vel utilidade dos agentes antioxidantes como a L-Carnosina, na preven&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o de radicais livres, peroxida&ccedil;&atilde;o dos lip&iacute;dios da membrana neuronal, e na citoxicidade do glutamato, que podem na PAB ser respons&aacute;veis por uma reduzida viabilidade neuronal (104, 105).</p>     <p>Para al&eacute;m destas interven&ccedil;&otilde;es farmacol&oacute;gicas mais espec&iacute;ficas, dever&aacute; proceder-se &agrave; monitoriza&ccedil;&atilde;o da sintomatologia afectiva e cognitiva durante o tratamento. Para que este  follow-up regular se torne poss&iacute;vel, ter&aacute; de haver  uma abordagem multidisciplinar e de coopera&ccedil;&atilde;o entre as v&aacute;rias especialidades envolvidas (medicina geral, neurologia e psiquiatria).</p>     <p>As estrat&eacute;gias n&atilde;o farmacol&oacute;gicas dever&atilde;o incluir ainda a preven&ccedil;&atilde;o e o tratamento dos factores de risco cerebrovasculares, nomeadamente tendo em aten&ccedil;&atilde;o a mudan&ccedil;a nos estilos de vida, com destaque para o exerc&iacute;cio f&iacute;sico e a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel que inclua suplementos minerais e vitam&iacute;nicos.</p>     <p>Quanto &agrave;s estrat&eacute;gias de psicoterapia, est&atilde;o descritas abordagens espec&iacute;ficas adaptadas ou desenvolvidas para a PAB adjuvantes ao tratamento psicofarmacol&oacute;gico, como a psicoterapia cognitivo-comportamental ou a terapia familiar, com resultados de melhoria a n&iacute;vel psicossocial e na redu&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o dos epis&oacute;dios afectivos. (106-108) No entanto, poucos dados se encontram na literatura voltados para a reabilita&ccedil;&atilde;o neurocognitiva, nomeadamente ao n&iacute;vel dos d&eacute;fices de mem&oacute;ria, aten&ccedil;&atilde;o e fun&ccedil;&atilde;o executiva em doentes com PAB e disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva. As queixas habituais destes doentes centram-se em dificuldades de concentra&ccedil;&atilde;o e aten&ccedil;&atilde;o, dificuldades na evoca&ccedil;&atilde;o de palavras e na organiza&ccedil;&atilde;o de tarefas complexas ou em simult&acirc;neo (4, 109).</p>     <p> Num estudo piloto n&atilde;o randomizado recente, em 18 doentes com PAB, foi utilizado a reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva para o tratamento de sintomas depressivos residuais e d&eacute;fices cognitivos nos dom&iacute;nios da fun&ccedil;&atilde;o executiva, aten&ccedil;&atilde;o e mem&oacute;ria (110). Ap&oacute;s 14 sess&otilde;es individuais e nos tr&ecirc;s meses seguintes de follow-up, foi demonstrado uma melhoria a n&iacute;vel dos sintomas depressivos residuais e do funcionamento ocupacional e psicossocial, bem como  da fun&ccedil;&atilde;o executiva (110). Os investigadores demonstraram que os doentes com mais d&eacute;fices cognitivos tiveram menos resultados favor&aacute;veis (110), o que poder&aacute; indicar um maior benef&iacute;cio desta metodologia se for iniciada em fases mais precoces da doen&ccedil;a. Num outro estudo muito recente, utilizando terapia cognitiva do tipo Mindfullness, que combina t&eacute;cnicas de treino da aten&ccedil;&atilde;o e terapia cognitiva, foi demonstrado uma melhoria a n&iacute;vel cognitivo na aten&ccedil;&atilde;o (111). Estas t&eacute;cnicas consideram-se promissoras no futuro, tornando-se, contudo, indispens&aacute;vel a realiza&ccedil;&atilde;o de mais estudos de reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva com adequa&ccedil;&atilde;o particular &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva na PAB.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>CONCLUS&Atilde;O</b></p>     <p>A disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva associada &agrave; PAB relaciona-se com um acentuado comprometimento a n&iacute;vel psicossocial e funcional e igualmente a menor compliance terap&ecirc;utica, pelo que se imp&otilde;e o desenvolvimento de novos estudos no sentido de aprofundar esta tem&aacute;tica, nomeadamente em estudos prospectivos, com recurso a imagiologia funcional. Ainda que actualmente n&atilde;o existam terap&ecirc;uticas especificamente direccionadas para a disfun&ccedil;&atilde;o cognitiva em doentes com PAB, t&ecirc;m surgido novos f&aacute;rmacos como potenciais op&ccedil;&otilde;es para o futuro. O agravamento de sintomas comportamentais com a utiliza&ccedil;&atilde;o de antidepressivos, em situa&ccedil;&otilde;es de coexist&ecirc;ncia de PAB e dem&ecirc;ncia, reorienta as estrat&eacute;gias de tratamento sobretudo para a utiliza&ccedil;&atilde;o de estabilizadores de humor. A identifica&ccedil;&atilde;o dos d&eacute;fices cognitivos espec&iacute;ficos tem vindo a tornar-se importante para a abordagem cl&iacute;nica e o seu correcto tratamento, em especial para o desenvolvimento de estrat&eacute;gias de reabilita&ccedil;&atilde;o neurocognitiva. Dessa forma, torna-se fundamental o desenvolvimento de instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica espec&iacute;ficos para a PAB, que permitam uma melhor compreens&atilde;o da natureza e severidade destes d&eacute;fices, com implementa&ccedil;&atilde;o de um tratamento precoce, permitindo no futuro a modifica&ccedil;&atilde;o do progn&oacute;stico da doen&ccedil;a e melhoria da sua recupera&ccedil;&atilde;o funcional.</p>     <p><b>BIBLIOGRAFIA</b></p>     <!-- ref --><p>1. O'Brien J. Dementia associated with psychiatric disorders. International Psychogeriatrics. 2005;17 Suppl 1:S207-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0871-3413201200050000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Kraepelin E, Robertson GM. Dementia praecox and paraphrenia. Huntington, N. Y.: Krieger; 1971.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0871-3413201200050000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Jaeger J, Berns S, Uzelac S, Davis-Conway S. Neurocognitive deficits and disability in major depressive disorder. Psychiatry research. 2006;145(1):39-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0871-3413201200050000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>4. Gelder MG. New Oxford textbook of psychiatry. 2nd ed. Oxford ; New York: Oxford University Press; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0871-3413201200050000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Godard J, Grondin S, Baruch P, Lafleur MF. Psychosocial and neurocognitive profiles in depressed patients with major depressive disorder and bipolar disorder. Psychiatry research. 2011;190(2-3):244-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0871-3413201200050000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Goldberg JF, Burdick KE. Cognitive dysfunction in bipolar disorder : a guide for clinicians. 1st ed. Washington, DC: American Psychiatric Pub.; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0871-3413201200050000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Gildengers AG, Butters MA, Seligman K, McShea M, Miller MD, Mulsant BH, et al. Cognitive functioning in late-life bipolar disorder. The American journal of psychiatry. 2004;161(4):736-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0871-3413201200050000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Hellvin T, Sundet K, Simonsen C, Aminoff SR, Lagerberg TV, Andreassen OA, et al. Neurocognitive functioning in patients recently diagnosed with bipolar disorder. Bipolar disorders. 2012;14(3):227-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0871-3413201200050000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>9. Zanelli J, Reichenberg A, Morgan K, Fearon P, Kravariti E, Dazzan P, et al. Specific and generalized neuropsychological deficits: a comparison of patients with various first-episode psychosis presentations. The American journal of psychiatry. 2010;167(1):78-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0871-3413201200050000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Tsai SY, Lee HC, Chen CC, Huang YL. Cognitive impairment in later life in patients with early-onset bipolar disorder. Bipolar disorders. 2007;9(8):868-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0871-3413201200050000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Huxley N, Baldessarini RJ. Disability and its treatment in bipolar disorder patients. Bipolar disorders. 2007;9(1-2):183-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0871-3413201200050000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Wingo AP, Harvey PD, Baldessarini RJ. Neurocognitive impairment in bipolar disorder patients: functional implications. Bipolar disorders. 2009;11(2):113-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0871-3413201200050000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Chaves OC, Lombardo LE, Bearden CE, Woolsey MD, Martinez DM, Barrett JA, et al. Association of clinical symptoms and neurocognitive performance in bipolar disorder: a longitudinal study. Bipolar disorders. 2011;13(1):118-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0871-3413201200050000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>14. Akiskal HS, Pinto O. The evolving bipolar spectrum. Prototypes I, II, III, and IV. The Psychiatric clinics of North America. 1999;22(3):517-34, vii.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0871-3413201200050000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15. Ng B, Camacho A, Lara DR, Brunstein MG, Pinto OC, Akiskal HS. A case series on the hypothesized connection between dementia and bipolar spectrum disorders: bipolar type VI? Journal of Affective Disorders. 2008;107(1-3):307-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0871-3413201200050000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Akiskal H, Pinto O, Lara D. Bipolarity in the setting of dementia: bipolar type VI? Medscape Family Medicine/Primary Care. 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0871-3413201200050000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Dorey JM, Beauchet O, Thomas Anterion C, Rouch I, Krolak-Salmon P, Gaucher J, et al. Behavioral and psychological symptoms of dementia and bipolar spectrum disorders: review of the evidence of a relationship and treatment implications. CNS Spectrums. 2008;13(9):796-803.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0871-3413201200050000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18. Cassano GB, McElroy SL, Brady K, Nolen WA, Placidi GF. Current issues in the identification and management of bipolar spectrum disorders in 'special populations'. Journal of Affective Disorders. 2000;59 Suppl 1:S69-S79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0871-3413201200050000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>19. Senanarong V, Cummings JL, Fairbanks L, Mega M, Masterman DM, O'Connor SM, et al. Agitation in Alzheimer's disease is a manifestation of frontal lobe dysfunction. Dementia and Geriatric Cognitive Disorders. 2004;17(1-2):14-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0871-3413201200050000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>20. Ehrt U, Fritze F, Aarsland D. Mania after administration of cholinesterase inhibitors in patients with dementia and comorbid bipolar disorder: two case reports. Journal of Clinical Psychopharmacology. 2011;31(2):254-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0871-3413201200050000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21. Sajatovic M. Treatment of bipolar disorder in older adults. International Journal of Geriatric Psychiatry. 2002;17(9):865-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0871-3413201200050000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22. Meinhold JM, Blake LM, Mini LJ, Welge JA, Schwiers M, Hughes A. Effect of divalproex sodium on behavioural and cognitive problems in elderly dementia. Drugs &amp; aging. 2005;22(7):615-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0871-3413201200050000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>23. Tariot PN, Schneider LS, Mintzer JE, Cutler AJ, Cunningham MR, Thomas JW, et al. Safety and tolerability of divalproex sodium in the treatment of signs and symptoms of mania in elderly patients with dementia: Results of a double-blind, placebo-controlled trial. Current Therapeutic Research-Clinical and Experimental. 2001;62(1):51-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0871-3413201200050000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>24. Goldberg JF. Treatment guidelines: current and future management of bipolar disorder. The Journal of Clinical Psychiatry. 2000;61 Supp 13:12-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0871-3413201200050000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>25. Maher AR, Maglione M, Bagley S, Suttorp M, Hu JH, Ewing B, et al. Efficacy and comparative effectiveness of atypical antipsychotic medications for off-label uses in adults: a systematic review and meta-analysis. JAMA : the journal of the American Medical Association. 2011;306(12):1359-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0871-3413201200050000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26. Goldberg JF, Chengappa KN. Identifying and treating cognitive impairment in bipolar disorder. Bipolar disorders. 2009;11 Suppl 2:123-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0871-3413201200050000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>27. Dixon T, Kravariti E, Frith C, Murray RM, McGuire PK. Effect of symptoms on executive function in bipolar illness. Psychological Medicine. 2004;34(5):811-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0871-3413201200050000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>28. Masouy A, Chopard G, Vandel P, Magnin E, Rumbach L, Sechter D, et al. Bipolar disorder and dementia: where is the link? Psychogeriatrics. 2011;11(1):60-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0871-3413201200050000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>29. Lopes R, Fernandes L. Bipolar disorder: clinical perspectives and implications with cognitive dysfunction and dementia. Depression research and treatment. 2012;2012:275957.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0871-3413201200050000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>30. Quraishi S, Frangou S. Neuropsychology of bipolar disorder: a review. Journal of Affective Disorders. 2002;72(3):209-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0871-3413201200050000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>31. Rubinsztein JS, Michael A, Paykel ES, Sahakian BJ. Cognitive impairment in remission in bipolar affective disorder. Psychological Medicine. 2000;30(5):1025-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0871-3413201200050000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>32. Martinez-Aran A, Vieta E, Colom F, Torrent C, Sanchez-Moreno J, Reinares M, et al. Cognitive impairment in euthymic bipolar patients: implications for clinical and functional outcome. Bipolar disorders. 2004;6(3):224-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0871-3413201200050000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>33. Martinez-Aran A, Vieta E, Reinares M, Colom F, Torrent C, Sanchez-Moreno J, et al. Cognitive function across manic or hypomanic, depressed, and euthymic states in bipolar disorder. The American journal of psychiatry. 2004;161(2):262-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0871-3413201200050000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>34. Torres IJ, Boudreau VG, Yatham LN. Neuropsychological functioning in euthymic bipolar disorder: a meta-analysis. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2007;(434):17-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0871-3413201200050000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>35. Robinson LJ, Ferrier IN. Evolution of cognitive impairment in bipolar disorder: a systematic review of cross-sectional evidence. Bipolar disorders. 2006;8(2):103-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0871-3413201200050000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>36. Simonsen C, Sundet K, Vaskinn A, Birkenaes AB, Engh JA, Hansen CF, et al. Neurocognitive profiles in bipolar I and bipolar II disorder: differences in pattern and magnitude of dysfunction. Bipolar disorders. 2008;10(2):245-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0871-3413201200050000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37. Bora E, Yucel M, Pantelis C, Berk M. Meta-analytic review of neurocognition in bipolar II disorder. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2011;123(3):165-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0871-3413201200050000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>38. Ha TH, Ha K, Kim JH, Choi JE. Regional brain gray matter abnormalities in patients with bipolar II disorder: a comparison study with bipolar I patients and healthy controls. Neuroscience Letters. 2009;456(1):44-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0871-3413201200050000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>39. Yatham LN, Torres IJ, Malhi GS, Frangou S, Glahn DC, Bearden CE, et al. The International Society for Bipolar Disorders-Battery for Assessment of Neurocognition (ISBD-BANC). Bipolar disorders. 2010;12(4):351-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0871-3413201200050000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>40. Clark L, Sarna A, Goodwin GM. Impairment of executive function but not memory in first-degree relatives of patients with bipolar I disorder and in euthymic patients with unipolar depression. The American journal of psychiatry. 2005;162(10):1980-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0871-3413201200050000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>41. Ferrier IN, Chowdhury R, Thompson JM, Watson S, Young AH. Neurocognitive function in unaffected first-degree relatives of patients with bipolar disorder: a preliminary report. Bipolar disorders. 2004;6(4):319-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0871-3413201200050000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>42. Daban C, Martinez-Aran A, Torrent C, Tabares-Seisdedos R, Balanza-Martinez V, Salazar-Fraile J, et al. Specificity of cognitive deficits in bipolar disorder versus schizophrenia. A systematic review. Psychotherapy and Psychosomatics. 2006;75(2):72-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0871-3413201200050000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>43. Vieta E. Psychosocial consequences. In: Vieta E, editor. Managing Bipolar Disorder in Clinical Practice: Current Medicine Group; 2009. p. 9-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0871-3413201200050000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>44. Wolf F, Brune M, Assion HJ. Theory of mind and neurocognitive functioning in patients with bipolar disorder. Bipolar disorders. 2010;12(6):657-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0871-3413201200050000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>45. Glahn DC, Almasy L, Barguil M, Hare E, Peralta JM, Kent JW, Jr., et al. Neurocognitive endophenotypes for bipolar disorder identified in multiplex multigenerational families. Archives of general psychiatry. 2010;67(2):168-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0871-3413201200050000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>46. Balanza-Martinez V, Selva G, Martinez-Aran A, Prickaerts J, Salazar J, Gonzalez-Pinto A, et al. Neurocognition in bipolar disorders--a closer look at comorbidities and medications. European Journal of Pharmacology. 2010;626(1):87-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0871-3413201200050000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>47. Torres IJ, DeFreitas VG, DeFreitas CM, Kauer-Sant'Anna M, Bond DJ, Honer WG, et al. Neurocognitive functioning in patients with bipolar I disorder recently recovered from a first manic episode. The Journal of Clinical Psychiatry. 2010;71(9):1234-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0871-3413201200050000200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>48. Zubieta JK, Huguelet P, Ohl LE, Koeppe RA, Kilbourn MR, Carr JM, et al. High vesicular monoamine transporter binding in asymptomatic bipolar I disorder: sex differences and cognitive correlates. The American journal of psychiatry. 2000;157(10):1619-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0871-3413201200050000200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>49. Watson S, Thompson JM, Ritchie JC, Nicol Ferrier I, Young AH. Neuropsychological impairment in bipolar disorder: the relationship with glucocorticoid receptor function. Bipolar disorders. 2006;8(1):85-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0871-3413201200050000200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>50. Osher Y, Bersudsky Y, Silver H, Sela BA, Belmaker RH. Neuropsychological correlates of homocysteine levels in euthymic bipolar patients. Journal of Affective Disorders. 2008;105(1-3):229-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0871-3413201200050000200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>51. El-Badri SM, Ashton CH, Moore PB, Marsh VR, Ferrier IN. Electrophysiological and cognitive function in young euthymic patients with bipolar affective disorder. Bipolar disorders. 2001;3(2):79-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0871-3413201200050000200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>52. Chen CH, Suckling J, Lennox BR, Ooi C, Bullmore ET. A quantitative meta-analysis of fMRI studies in bipolar disorder. Bipolar disorders. 2011;13(1):1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0871-3413201200050000200052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>53. Bearden CE, Hoffman KM, Cannon TD. The neuropsychology and neuroanatomy of bipolar affective disorder: a critical review. Bipolar disorders. 2001;3(3):106-50; discussion 51-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0871-3413201200050000200053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>54. Krabbendam L, Honig A, Wiersma J, Vuurman EF, Hofman PA, Derix MM, et al. Cognitive dysfunctions and white matter lesions in patients with bipolar disorder in remission. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2000;101(4):274-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0871-3413201200050000200054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>55. Post RM, Speer AM, Hough CJ, Xing G. Neurobiology of bipolar illness: implications for future study and therapeutics. Annals of Clinical Psychiatry : official journal of the American Academy of Clinical Psychiatrists. 2003;15(2):85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0871-3413201200050000200055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>56. Benedetti F, Absinta M, Rocca MA, Radaelli D, Poletti S, Bernasconi A, et al. Tract-specific white matter structural disruption in patients with bipolar disorder. Bipolar disorders. 2011;13(4):414-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0871-3413201200050000200056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>57. Usher J, Leucht S, Falkai P, Scherk H. Correlation between amygdala volume and age in bipolar disorder - a systematic review and meta-analysis of structural MRI studies. Psychiatry research. 2010;182(1):1-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0871-3413201200050000200057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>58. Kessing LV, Andersen PK. Does the risk of developing dementia increase with the number of episodes in patients with depressive disorder and in patients with bipolar disorder? Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry. 2004;75(12):1662-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0871-3413201200050000200058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>59. Vieta E, Martinez-Aran A, Goldberg J. Cognition across the life span: clinical implications for older adults with bipolar disorder. In: Goldberg J, Burdick K, editors. Cognitive Dysfunction in Bipolar Disorder: A Guide for Clinicians. Washington, DC: American Psychiatric Press; 2008. p. 235–55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0871-3413201200050000200059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>60. Robinson LJ, Thompson JM, Gallagher P, Goswami U, Young AH, Ferrier IN, et al. A meta-analysis of cognitive deficits in euthymic patients with bipolar disorder. Journal of Affective Disorders. 2006;93(1-3):105-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0871-3413201200050000200060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>61. Martinez-Aran A, Torrent C, Tabares-Seisdedos R, Salamero M, Daban C, Balanza-Martinez V, et al. Neurocognitive impairment in bipolar patients with and without history of psychosis. The Journal of Clinical Psychiatry. 2008;69(2):233-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0871-3413201200050000200061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>62. Zimmermann-Tansella C. Psychological performance of anxious patients in tests used in anxiolytic drug trials. Journal of clinical psychology. 1984;40(5):1143-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0871-3413201200050000200062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>63. Goodwin G, Sachs GS. Bipolar disorder. 2nd ed. Abingdon: Health Press; 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0871-3413201200050000200063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>64. Gorwood P. [Confusing clinical presentations and differential diagnosis of bipolar disorder]. L'Encephale. 2004;30(2):182-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0871-3413201200050000200064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>65. Burdick KE, Endick CJ, Goldberg JF. Assessing cognitive deficits in bipolar disorder: are self-reports valid? Psychiatry research. 2005;136(1):43-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0871-3413201200050000200065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>66. Wylie ME, Mulsant BH, Pollock BG, Sweet RA, Zubenko GS, Begley AE, et al. Age at onset in geriatric bipolar disorder. Effects on clinical presentation and treatment outcomes in an inpatient sample. The American Journal of Geriatric Psychiatry. 1999;7(1):77-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0871-3413201200050000200066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>67. Goldberg J. Adverse cognitive effects of psychotropic medications. In: Goldberg J, Burdick K, editors. Cognitive Dysfunction in Bipolar Disorder: A Guide for Clinicians. Washington, DC: American Psychiatric Press; 2008. p. 137–58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0871-3413201200050000200067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>68. D'Souza R, Rajji TK, Mulsant BH, Pollock BG. Use of lithium in the treatment of bipolar disorder in late-life. Current psychiatry reports. 2011;13(6):488-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0871-3413201200050000200068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>69. Sproule BA, Hardy BG, Shulman KI. Differential pharmacokinetics of lithium in elderly patients. Drugs &amp; aging. 2000;16(3):165-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0871-3413201200050000200069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>70. Bhatnagar M, Palmer R. A 61-year-old with bipolar disorder and cognitive impairment: dementia or polypharmacy? Cleveland Clinic journal of medicine. 2008;75(4):284-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0871-3413201200050000200070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>71. Juurlink DN, Mamdani MM, Kopp A, Rochon PA, Shulman KI, Redelmeier DA. Drug-induced lithium toxicity in the elderly: a population-based study. Journal of the American Geriatrics Society. 2004;52(5):794-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0871-3413201200050000200071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>72. Holmes MK, Erickson K, Luckenbaugh DA, Drevets WC, Bain EE, Cannon DM, et al. A comparison of cognitive functioning in medicated and unmedicated subjects with bipolar depression. Bipolar disorders. 2008;10(7):806-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0871-3413201200050000200072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>73. Meador KJ, Loring DW, Ray PG, Murro AM, King DW, Perrine KR, et al. Differential cognitive and behavioral effects of carbamazepine and lamotrigine. Neurology. 2001;56(9):1177-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0871-3413201200050000200073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>74. Aldenkamp AP, Arends J, Bootsma HP, Diepman L, Hulsman J, Lambrechts D, et al. Randomized double-blind parallel-group study comparing cognitive effects of a low-dose lamotrigine with valproate and placebo in healthy volunteers. Epilepsia. 2002;43(1):19-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0871-3413201200050000200074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>75. Daban C, Martinez-Aran A, Torrent C, Sanchez-Moreno J, Goikolea JM, Benabarre A, et al. Cognitive functioning in bipolar patients receiving lamotrigine: preliminary results. Journal of Clinical Psychopharmacology. 2006;26(2):178-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0871-3413201200050000200075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>76. Salinsky MC, Storzbach D, Spencer DC, Oken BS, Landry T, Dodrill CB. Effects of topiramate and gabapentin on cognitive abilities in healthy volunteers. Neurology. 2005;64(5):792-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0871-3413201200050000200076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>77. Frangou S, Donaldson S, Hadjulis M, Landau S, Goldstein LH. The Maudsley Bipolar Disorder Project: executive dysfunction in bipolar disorder I and its clinical correlates. Biological Psychiatry. 2005;58(11):859-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0871-3413201200050000200077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>78. Altshuler LL, Ventura J, van Gorp WG, Green MF, Theberge DC, Mintz J. Neurocognitive function in clinically stable men with bipolar I disorder or schizophrenia and normal control subjects. Biological Psychiatry. 2004;56(8):560-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0871-3413201200050000200078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>79. Mintzer MZ, Griffiths RR. Lorazepam and scopolamine: A single-dose comparison of effects on human memory and attentional processes. Experimental and Clinical Psychopharmacology. 2003;11(1):56-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0871-3413201200050000200079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>80. Amado-Boccara I, Gougoulis N, Poirier Littre MF, Galinowski A, Loo H. Effects of antidepressants on cognitive functions: a review. Neuroscience and Biobehavioral Reviews. 1995;19(3):479-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0871-3413201200050000200080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>81. Zobel AW, Schulze-Rauschenbach S, von Widdern OC, Metten M, Freymann N, Grasmader K, et al. Improvement of working but not declarative memory is correlated with HPA normalization during antidepressant treatment. Journal of Psychiatric Research. 2004;38(4):377-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0871-3413201200050000200081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>82. Keefe RS, Poe M, Walker TM, Kang JW, Harvey PD. The Schizophrenia Cognition Rating Scale: an interview-based assessment and its relationship to cognition, real-world functioning, and functional capacity. The American journal of psychiatry. 2006;163(3):426-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0871-3413201200050000200082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>83. Nuechterlein KH, Green MF, Kern RS, Baade LE, Barch DM, Cohen JD, et al. The MATRICS Consensus Cognitive Battery, part 1: test selection, reliability, and validity. The American journal of psychiatry. 2008;165(2):203-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0871-3413201200050000200083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>84. Kern RS, Nuechterlein KH, Green MF, Baade LE, Fenton WS, Gold JM, et al. The MATRICS Consensus Cognitive Battery, part 2: co-norming and standardization. The American journal of psychiatry. 2008;165(2):214-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0871-3413201200050000200084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>85. Green MF, Nuechterlein KH, Kern RS, Baade LE, Fenton WS, Gold JM, et al. Functional co-primary measures for clinical trials in schizophrenia: results from the MATRICS Psychometric and Standardization Study. The American journal of psychiatry. 2008;165(2):221-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0871-3413201200050000200085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>86. Burdick KE, Goldberg TE, Cornblatt BA, Keefe RS, Gopin CB, Derosse P, et al. The MATRICS consensus cognitive battery in patients with bipolar I disorder. Neuropsychopharmacology. 2011;36(8):1587-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0871-3413201200050000200086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>87. Ellis JR, Ellis KA, Bartholomeusz CF, Harrison BJ, Wesnes KA, Erskine FF, et al. Muscarinic and nicotinic receptors synergistically modulate working memory and attention in humans. The International Journal of Neuropsychopharmacology / official scientific journal of the Collegium Internationale Neuropsychopharmacologicum. 2006;9(2):175-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0871-3413201200050000200087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>88. Erskine FF, Ellis JR, Ellis KA, Stuber E, Hogan K, Miller V, et al. Evidence for synergistic modulation of early information processing by nicotinic and muscarinic receptors in humans. Human Psychopharmacology. 2004;19(7):503-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000251&pid=S0871-3413201200050000200088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>89. Akhondzadeh S, Gerami M, Noroozian M, Karamghadiri N, Ghoreishi A, Abbasi SH, et al. A 12-week, double-blind, placebo-controlled trial of donepezil adjunctive treatment to risperidone in chronic and stable schizophrenia. Progress in Neuro-Psychopharmacology &amp; Biological Psychiatry. 2008;32(8):1810-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000253&pid=S0871-3413201200050000200089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>90. Fagerlund B, Soholm B, Fink-Jensen A, Lublin H, Glenthoj BY. Effects of donepezil adjunctive treatment to ziprasidone on cognitive deficits in schizophrenia: a double-blind, placebo-controlled study. Clinical Neuropharmacology. 2007;30(1):3-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000255&pid=S0871-3413201200050000200090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>91. Kelly T. Is donepezil useful for improving cognitive dysfunction in bipolar disorder? Journal of Affective Disorders. 2008;107(1-3):237-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000257&pid=S0871-3413201200050000200091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>92. Dias VV, Brissos S, Gorman JM. Adjuvant galantamine for cognitive dysfunction in a patient with bipolar disorder. Journal of Psychiatric Practice. 2006;12(5):327-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000259&pid=S0871-3413201200050000200092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>93. Schrauwen E, Ghaemi SN. Galantamine treatment of cognitive impairment in bipolar disorder: four cases. Bipolar disorders. 2006;8(2):196-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000261&pid=S0871-3413201200050000200093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>94. Lieberman JA, Papadakis K, Csernansky J, Litman R, Volavka J, Jia XD, et al. A randomized, placebo-controlled study of memantine as adjunctive treatment in patients with schizophrenia. Neuropsychopharmacology. 2009;34(5):1322-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000263&pid=S0871-3413201200050000200094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>95. Buchanan RW, Javitt DC, Marder SR, Schooler NR, Gold JM, McMahon RP, et al. The Cognitive and Negative Symptoms in Schizophrenia Trial (CONSIST): the efficacy of glutamatergic agents for negative symptoms and cognitive impairments. The American journal of psychiatry. 2007;164(10):1593-602.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000265&pid=S0871-3413201200050000200095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>96. Heresco-Levy U, Javitt DC, Ebstein R, Vass A, Lichtenberg P, Bar G, et al. D-serine efficacy as add-on pharmacotherapy to risperidone and olanzapine for treatment-refractory schizophrenia. Biological Psychiatry. 2005;57(6):577-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000267&pid=S0871-3413201200050000200096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>97. Teng CT, Demetrio FN. Memantine may acutely improve cognition and have a mood stabilizing effect in treatment-resistant bipolar disorder. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2006;28(3):252-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000269&pid=S0871-3413201200050000200097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>98. Young AH, Gallagher P, Watson S, Del-Estal D, Owen BM, Ferrier IN. Improvements in neurocognitive function and mood following adjunctive treatment with mifepristone (RU-486) in bipolar disorder. Neuropsychopharmacology. 2004;29(8):1538-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000271&pid=S0871-3413201200050000200098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>99. Scheffer RE, Kowatch RA, Carmody T, Rush AJ. Randomized, placebo-controlled trial of mixed amphetamine salts for symptoms of comorbid ADHD in pediatric bipolar disorder after mood stabilization with divalproex sodium. The American journal of psychiatry. 2005;162(1):58-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000273&pid=S0871-3413201200050000200099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>100. Lydon E, El-Mallakh RS. Naturalistic long-term use of methylphenidate in bipolar disorder. Journal of Clinical Psychopharmacology. 2006;26(5):516-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000275&pid=S0871-3413201200050000200100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>101. Turner DC, Clark L, Pomarol-Clotet E, McKenna P, Robbins TW, Sahakian BJ. Modafinil improves cognition and attentional set shifting in patients with chronic schizophrenia. Neuropsychopharmacology. 2004;29(7):1363-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000277&pid=S0871-3413201200050000200101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>102. Burdick KE, Braga RJ, Goldberg JF, Malhotra AK. Cognitive dysfunction in bipolar disorder: future place of pharmacotherapy. CNS Drugs. 2007;21(12):971-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000279&pid=S0871-3413201200050000200102&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>103. Burdick KE, Braga RJ, Nnadi CU, Shaya Y, Stearns WH, Malhotra AK. Placebo-controlled adjunctive trial of pramipexole in patients with bipolar disorder: targeting cognitive dysfunction. J Clin Psychiatry. 2012;73(1):103-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000281&pid=S0871-3413201200050000200103&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>104. Hipkiss AR. Energy metabolism, proteotoxic stress and age-related dysfunction - protection by carnosine. Molecular aspects of medicine. 2011;32(4-6):267-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000283&pid=S0871-3413201200050000200104&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>105. Hipkiss AR, Preston JE, Himswoth DT, Worthington VC, Abbot NJ. Protective effects of carnosine against malondialdehyde-induced toxicity towards cultured rat brain endothelial cells. Neuroscience Letters. 1997;238(3):135-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000285&pid=S0871-3413201200050000200105&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>106. Miklowitz DJ. An update on the role of psychotherapy in the management of bipolar disorder. Current psychiatry reports. 2006;8(6):498-503.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000287&pid=S0871-3413201200050000200106&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>107. Miklowitz DJ. Bipolar disorder : a family-focused treatment approach. 2nd ed. New York: Guilford Press; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000289&pid=S0871-3413201200050000200107&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>108. Lam DH, Hayward P, Watkins ER, Wright K, Sham P. Relapse prevention in patients with bipolar disorder: cognitive therapy outcome after 2 years. The American journal of psychiatry. 2005;162(2):324-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000291&pid=S0871-3413201200050000200108&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>109. Sadock BJ, Sadock VA, Ruiz P, Kaplan HI. Kaplan &amp; Sadock's comprehensive textbook of psychiatry. 9th ed. Philadelphia: Wolters Kluwer/Lippincott Williams &amp; Wilkins; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000293&pid=S0871-3413201200050000200109&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>110. Deckersbach T, Nierenberg AA, Kessler R, Lund HG, Ametrano RM, Sachs G, et al. RESEARCH: Cognitive rehabilitation for bipolar disorder: An open trial for employed patients with residual depressive symptoms. CNS neuroscience &amp; therapeutics. 2010;16(5):298-307.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000295&pid=S0871-3413201200050000200110&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>111. Howells FM, Ives-Deliperi VL, Horn NR, Stein DJ. Mindfulness based cognitive therapy improves frontal control in bipolar disorder: a pilot EEG study. BMC psychiatry. 2012;12:15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000297&pid=S0871-3413201200050000200111&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="c0"></a><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a>     <p>Rui Lopes</p>     <p>Servi&ccedil;o de Psiquiatria, Hospital de S. Jo&atilde;o, E.P.E</p>     <p>Alameda Professor Hern&acirc;ni Monteiro, 4200-319 Porto, Portugal</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tel. 225512100; Fax 225512334</p>     <p>Email: <a href="mailto:rui.lopess@gmail.com">rui.lopess@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTAS</b></p>     <p><Sup><a name="*"></a><a href="#top*">*</a></Sup><i>Compliance</i> refere-se &agrave; vontade ou disposi&ccedil;&atilde;o do doente para seguir um curso de tratamento (psicofarmacol&oacute;gico e/ou psicoterap&ecirc;utico) prescrito pelo profissional de sa&uacute;de.</p>      ]]></body><back>
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