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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Educação]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Centro de Investigação em Educação. Instituto de Educação da Universidade do Minho]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A influência das teorias cognitivas na investigação em Tecnologia Educativa. Pressupostos teóricos e metodológicos, expectativas e resultados]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cognitive sciences and research in Educational Technology. Conceptual and methodological frameworks, expectations and findings]]></article-title>
<article-title xml:lang="fr"><![CDATA[Les sciences cognitives et la recherche en Technologie Educative. Aspects theoriques et methodologiques, expectatives et resultats]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this paper we synthetize an important corpus of research developed around the potencial of information and communication technologies in a period that lasted for more than two decades and in which Cognitive Sciences were the framework for research in Educational Tecnology. We will begin by presenting Cognitive Sciences conceptual principles showing how those new theories influenced research on media. Afterwards, research findings in the field of Educational Technology will be presented and discussed. The analysis will focus on research topics, conceptual frameworks, methodological stances, also intending to discuss whether the enormous expectations that were set up for learning with media were (or not) reached. Though recognising the limitations of the current synthesis, because, on one hand, it is not easy to define what Cognitive Sciences are, and, on the other hand, it is even more difficult to precise the moment that a new theorical framework - constructivism - began to influence the praxis of research in Educational Tecnology, we believe we helped to charaterize an important period of the history of Educational Tecnology as an area of research in educational sciences.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="fr"><p><![CDATA[Dans cet article nous allons systématiser un important corpus de recherche développée autour du potentiel éducatif des technologies de l´information et communication dans une période qui a embrassé plus de deux décennies quand les theories cognitives dominaient la pensée et la praxis de l´investigation en Technologie Éducative. Dans ce sens, nous commencerons à présenter les principles basiques de la Psychologie Cognitive en égalant dans quelle mesure ils ont soutenu des formes alternatives d'envisager le rôle des "moyens technologiques" dans l'apprentissage. Les résultats de la recherche développée dans le domaine de la Technologie Éducative (TE) dans la période où le cognitivisme a dominé la pensée et la praxis de la recherche éducative seront présentés. L'analyse arrivera au niveau des problématiques de recherche, des cadres conceptuels et méthodologiques des études réalisées et finira en débattant si les résultats obtenus ont (ou non) rencontré les énormes attentes créées. Bien que conscients des limitations de notre analyse d'une part parce que&#8217;il n&#8217;est pas être facile de définir, de forme univoque, ce que sont les Theories Cognitives et plus compliqué encore de preciser le moment temporel a partir duquel un nouveau cadre theorique - le construtivisme - a comencé a infuencer la recherche en TE. Malgré ces limitations nous considerons que notre étude peut contribuer pour une connaissance plus profonde et fondamentée de l´histoire de la Technologie Educative et consolider son espace à l'intérieur des Sciences de l'Éducation.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Tecnologia Educativa]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Teoria cognitiva]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>A influ&ecirc;ncia das teorias cognitivas na investiga&ccedil;&atilde;o    em Tecnologia Educativa. Pressupostos te&oacute;ricos e metodol&oacute;gicos,    expectativas e resultados </b></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center">Clara Pereira Coutinho </p>     <p align="center">Universidade do Minho, Portugal </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Resumo </p>     <p>Neste artigo sistematiza-se um importante corpo de investiga&ccedil;&atilde;o    desenvolvido em torno do potencial educativo das tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o    e comunica&ccedil;&atilde;o, num per&iacute;odo temporal que abarcou mais de    duas d&eacute;cadas, e em que o denominador comum foi o facto da pesquisa realizada    ter sido norteada pelos referenciais te&oacute;ricos das Teorias Cognitivas.    Nesse sentido, come&ccedil;aremos por apresentar os pressupostos te&oacute;ricos    do cognitivismo, equacionando em que medida sustentaram formas alternativas    de encarar o papel dos &quot;meios tecnol&oacute;gicos&quot; na aprendizagem.    Numa segunda fase, ser&atilde;o apresentados os resultados da pesquisa desenvolvida    no dom&iacute;nio da Tecnologia Educativa (TE) no per&iacute;odo em que o cognitivismo    dominou o pensamento e a <i>praxis</i> da investiga&ccedil;&atilde;o educativa.    A an&aacute;lise incidir&aacute; nas problem&aacute;ticas de investiga&ccedil;&atilde;o,    nos quadros conceptuais e metodol&oacute;gicos dos estudos realizados e terminar&aacute;    debatendo de que forma os resultados obtidos foram (ou n&atilde;o) de encontro    &agrave;s enormes expectativas criadas. Na medida em que n&atilde;o &eacute;    f&aacute;cil definir, de forma un&iacute;voca, o que se entende por Teoria Cognitiva,    nem precisar o momento em que os seus pressupostos conceptuais come&ccedil;aram    a influenciar a pesquisa em TE, ou sequer precisar o momento em que esses mesmos    referenciais te&oacute;ricos deram espa&ccedil;o a que o novo marco conceptual,    o Construtivismo, passasse a dominar o pensamento e a pr&aacute;tica da investiga&ccedil;&atilde;o    na &aacute;rea, estamos conscientes das limita&ccedil;&otilde;es que esta s&iacute;ntese    necessariamente acarreta. Esperamos, ainda assim, contribuir para caracterizar    um per&iacute;odo importante na hist&oacute;ria da TE e, desta forma, consolidar    o seu espa&ccedil;o dentro das Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o. </p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Tecnologia Educativa; Investiga&ccedil;&atilde;o; Teoria    cognitiva</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Cognitive sciences and research in Educational Technology. Conceptual and    methodological frameworks, expectations and findings</b></p>     <p>In this paper we synthetize an important corpus of research developed around    the potencial of information and communication technologies in a period that    lasted for more than two decades and in which Cognitive Sciences were the framework    for research in Educational Tecnology. We will begin by presenting Cognitive    Sciences conceptual principles showing how those new theories influenced research    on media. Afterwards, research findings in the field of Educational Technology    will be presented and discussed. The analysis will focus on research topics,    conceptual frameworks, methodological stances, also intending to discuss whether    the enormous expectations that were set up for learning with media were (or    not) reached. Though recognising the limitations of the current synthesis, because,    on one hand, it is not easy to define what Cognitive Sciences are, and, on the    other hand, it is even more difficult to precise the moment that a new theorical    framework &#8212; constructivism &#8212; began to influence the <i>praxis</i>    of research in Educational Tecnology, we believe we helped to charaterize an    important period of the history of Educational Tecnology as an area of research    in educational sciences. </p>     <p><b>Keywords</b>: Educational Technology; Research; Cognitive Sciences</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Les sciences cognitives et la recherche en Technologie Educative. Aspects    theoriques et methodologiques, expectatives et resultats</b></p>     <p>Dans cet article nous allons syst&eacute;matiser un important corpus de recherche    d&eacute;velopp&eacute;e autour du potentiel &eacute;ducatif des technologies    de l&acute;information et communication dans une p&eacute;riode qui a embrass&eacute;    plus de deux d&eacute;cennies quand les theories cognitives dominaient la pens&eacute;e    et la <i>praxis</i> de l&acute;investigation en Technologie &Eacute;ducative.    Dans ce sens, nous commencerons &agrave; pr&eacute;senter les principles basiques    de la Psychologie Cognitive en &eacute;galant dans quelle mesure ils ont soutenu    des formes alternatives d'envisager le r&ocirc;le des &quot;moyens technologiques&quot;    dans l'apprentissage. Les r&eacute;sultats de la recherche d&eacute;velopp&eacute;e    dans le domaine de la Technologie &Eacute;ducative (TE) dans la p&eacute;riode    o&ugrave; le cognitivisme a domin&eacute; la pens&eacute;e et la <i>praxis</i>    de la recherche &eacute;ducative seront pr&eacute;sent&eacute;s. L'analyse arrivera    au niveau des probl&eacute;matiques de recherche, des cadres conceptuels et    m&eacute;thodologiques des &eacute;tudes r&eacute;alis&eacute;es et finira en    d&eacute;battant si les r&eacute;sultats obtenus ont (ou non) rencontr&eacute;    les &eacute;normes attentes cr&eacute;&eacute;es. Bien que conscients des limitations    de notre analyse d'une part parce que&#8217;il n&#8217;est pas &ecirc;tre facile    de d&eacute;finir, de forme univoque, ce que sont les Theories Cognitives et    plus compliqu&eacute; encore de preciser le moment temporel a partir duquel    un nouveau cadre theorique &#8212; le construtivisme &#8212; a comenc&eacute;    a infuencer la recherche en TE. Malgr&eacute; ces limitations nous considerons    que notre &eacute;tude peut contribuer pour une connaissance plus profonde et    fondament&eacute;e de l&acute;histoire de la Technologie Educative et consolider    son espace &agrave; l'int&eacute;rieur des Sciences de l'&Eacute;ducation. </p>     <p><b>Mots-cl&eacute;:</b> Technologie Educative; Recherche; Sciences Cognitives</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b> </p>     <!-- ref --><p>AREA, Manuel M. (1989). <i>Los Medios, los Profesores y el Curriculo.</i> Barcelona:    Sendai. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S0871-9187200800010000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>BARTOLOM&Eacute;, Antonio &amp; SANCHO, Juana (1994). Sobre el estado de la    cu&eacute;stion de la investigacion en tecnologia educativa. In J. P. Pons (Coord.),    <i>La Tecnologia Educativa en Espa&ntilde;a. </i>Sevilla: Publicaciones de la    Universidad de Sevilla, pp. 31-57. </p>     <p>BEDNAR, Anne; CUNNINGHAM, Donald; DUFFY, Thomas &amp; PERRY, David (1992).    Theory into practice: how do welink. In T. Duffy &amp; D. Jonassen (Eds.), <i>Constructivism    and the Technology of Instruction: a Conversation.</i> New Jersey: Lawrence    Erlbaum Associates, pp. 17-35. </p>     <p>CABERO, Julio Almenara (1990). Lineas e tendencias de investigacion en medios    de ensenanza. In <i>El Centro Educativo: Nuevas Perspectivas Organizativas.    </i>GID: Universidad de Sevilla [Em linha] [Acedido em 12 de mar&ccedil;o de    2000, dispon&iacute;vel em <a href="http://tecnologiaedu.us.es/nweb/htm/cuerpo.htm" target="_blank">http://tecnologiaedu.us.es/revitaslibros/4.htm</a>].  </p>     <p>CARIOCA, Vito (1991). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o de Atitudes de Docentes Predispostos    para a Utiliza&ccedil;&atilde;o do Computador em Ambiente Educativo. </i>Tese    de Mestrado. Universidade de Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias    da Educa&ccedil;&atilde;o. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CASTA&Ntilde;O, Carlos (1994). La investigacion en medios y materiales de ensenanza.    In J. Sancho (Coord.), <i>Para una Tecnologia Educativa</i>. Barcelona: Horsori,    pp. 269- 295.</p>     <p>CLARK, Richard (1975). Constructing a taxonomy of media attributes for research    porpuses. <i>AV Commun ication Review</i>, 22, pp. 5-40. </p>     <p>CLARK, Richard (1983). Reconsidering research on learning from media. <i>Review    of Educational Research,</i> 53 (4), pp. 445-460. </p>     <p>CLARK, Richard (1984). Future trends in Media Research. <i>Muestra Internacional    del Video Educativo,</i> pp. 1-11. </p>     <p>CLARK, Richard (1991). When researchers swim upstream: reflections on an unpopular    argument about learning from media. <i>Educational Technology</i>, 31 (1), pp.    34-40. </p>     <p>CLARK, Richard (1994a). Media and method. <i>Educational Technology Research    and Development,</i> 42 (3), pp. 7-11. </p>     <p>CLARK, Richard (1994b). Media will never influence learning. <i>Educational    Technology Research and Development,</i> 42 (2), pp. 20-28. </p>     <p>CLARK, Richard &amp; SUGRUE, Brenda M. (1988). Research on instructional media,    1978- 1988. In D. Ely (Ed.), <i>Educational Media and Technology Yearbook.</i>    Englewood: Libraries Unlimited, pp. 19-36. </p>     <p>CLARK, Richard E. &amp; SUGRUE, Brenda M. (1991). Research on instructional    media. In G. Anglin (Ed.), <i>Instructional Technology: Past, Present and Future</i>.    Englewood: Libraries Unlimited, pp. 327-343. </p>     <p>CLARK, Richard &amp; SALOMON, Gabriel (1986). Media in teaching. In M. C. Wittrock    (Eds.), <i>Handbook of Research on Teaching. </i>London: Collier, MacMillan    Pub, pp. 464-478.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> CLARK, Richard &amp; SNOW, Richard (1975). Alternative Designs for Instructional    Technology Research. ERIC/AVCR Annual Review Paper, <i>AV Communication Review,    </i>n.&ordm; 23 (4), pp. 373-395. </p>     <p>COUTINHO, Clara (1995). <i>A Tecnologia Educativa na Forma&ccedil;&atilde;o    Inicial de Professores: um Estudo sobre Atitudes de Alunos de Licenciaturas    em Ensino face &agrave;s Tecnologias e suas Fun&ccedil;&otilde;es na Comunica&ccedil;&atilde;o    Pedag&oacute;gica.</i> Tese de Mestrado em Educa&ccedil;&atilde;o. Braga: Universidade    do Minho. </p>     <p>COUTINHO, Clara (2005). <i>Percursos da Investiga&ccedil;&atilde;o em Tecnologia    Educativa em Portugal: uma Abordagem Tem&aacute;tica e Metodol&oacute;gica a    Publica&ccedil;&otilde;es Cient&iacute;ficas (1985-2000). </i>Braga: CIEd,Universidade    do Minho. </p>     <p>COUTINHO, Clara (2006). A investiga&ccedil;&atilde;o em &quot;meios de ensino&quot;    entre 1950 e 1980: expectativas e resultados. <i>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o</i>,    n.&ordm; 19 (1), pp. 153- 174. </p>     <p>CUBAN, Larry (1986). <i>Teachers and Machines. Use of Technology since 1920.</i>    New York: Teachers College Press. </p>     <p>DIAS, Paulo (1993). Processamento da informa&ccedil;&atilde;o, hipertexto e    educa&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o</i>,    n.&ordm; 6(1), pp. 71-83. </p>     <p>DIAS, Paulo (2000). Hipertexto, hiperm&eacute;dia e m&eacute;dia do conhecimento:    representa&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da e aprendizagens flex&iacute;veis    e colaborativas na Web. <i>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o</i>,    n&ordm;. 13 (1), pp. 141-167. </p>     <p>DUFFY, Thomas &amp; CUNNINGHAM, Donald (1996). Constructivism: implications    for the design and delivery of instruction. In D. Jonassen (Ed.), <i>Handbook    of Research for Educational Communications and Technology.</i> New York: Macmillan    USA, pp. 170-198. </p>     <p>DUFFY, Thomas &amp; JONASSEN, David (1992). Constructivism: new implications    for instructional technology. In T. Duffy &amp; D. Jonassen (Eds.), <i>Constructivism    and the Technology of Instruction: a Conversation.</i> New Jersey: Lawrence    Erlbaum Associates, pp. 1-16. </p>     <p>ERAUT, Michael (1985). Educational Technology: conceptual frameworks and historical    development. In M. Eraut (Ed.), <i>International Encyclopedia of Educational    Technology. </i>London: Pergamon Press, pp. 11-21. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>ESCUDERO, Jos&eacute; Manuel (1983). La investig&aacute;cion sobre medios de    ensen&atilde;nza: revision e perspectivas actuales. <i>Ensen&atilde;nza</i>,    1, pp. 87-119. </p>     <p>FOSNOT, Catherine (1992). Constructing Construtivism. In T. Duffy &amp; D.    Jonassen (Eds.), <i>Constructivism and the Technology of Instruction: a Conversation.</i>    New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, pp.167-177. </p>     <p>GALLEGO, Maria Jesus (1997). Cuestiones y pol&eacute;micas en la investigacion    sobre m&eacute;dios de ensenanza. In <i>La Tecnologia Educativa en Acc&iacute;on.    </i>Granada: FORCE, Universidad de Granada. [Em linha] [Acedido em 7 de Abril    de 2002, dispon&iacute;vel em <a href="http://www.doe.d5.ub.es/te/any97/gallego_force/" target="_blank">http://www.doe.d5.ub.es/te/any97/gallego_force/</a>].  </p>     <p>GERLACH, Vernon (1984). Trends in instructional technology research. In J.    M. Brown (Ed.), <i>Trends in Instructional Technology</i>. ERIC Doc. University    of Syracuse, pp. 21-29. </p>     <p>HANNAFIN, Robert &amp; SAVENYE, Wilhelmina (1993). Technology in the classroom:    the teachers new role and resistance to it. <i>Educational Technology</i>, n.&ordm;    33 (6), pp. 22-31. </p>     <p>HARTLEY, Kendall &amp; BENDIXEN, Lisa (2001). Educational research in the internet    age: examining the role of individual caracteristics. <i>Educational Researcher</i>,    n.&ordm; 30 (9), pp. 22-26. </p>     <p>KOETTING, J. Randall (1983). Philosophical foundations of instructional technology.    <i>Proceedings of the Annual Conference of AECT</i>. New Orleans, LA. </p>     <p>KOZMA, Robert (1991). Learning with media. <i>Review of Educational Research</i>,    n.&ordm; 61 (2), pp. 179-211. </p>     <p>KOZMA, Robert (1994). Will media influence learning? Reframing the debate.    <i>Educational Technology Research and Development,</i> n.&ordm; 42 (2), pp.    7-19. </p>     <p>LANDOW, George (1992). <i>Hypertext: The Convergence of Contemporary Critical    Theory and Technology. </i>London: The John Hopkins University Press. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>MACKNIGHT, Cliff; RICHARDSON, John &amp; DILLON, Andrew (1990). Journal articles    as learning resources: what can hypertext offer? In D. Jonassen &amp; H. Mandl    (Eds.), <i>Designing Hypermedia for Learning. </i>Berlin: Springer-Verlag. </p>     <p>MACHADO, Maria Jos&eacute; (1996). <i>A Influ&ecirc;ncia da Forma&ccedil;&atilde;o    nas Atitudes de Professores do Ensino B&aacute;sico perante a Tecnologia Educativa.    Tese de Mestrado em Educa&ccedil;&atilde;o. </i>Braga: Universidade do Minho.  </p>     <p>MENDES, Teresa (1992). <i>Atitudes dos Alunos face &agrave; Aprendizagem por    Computador. </i>Provas de APCC. Coimbra: Universidade de Coimbra/Faculdade de    Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>MILLER, George A.; GALANTER, Eugene &amp; PRIBRAM, Karl H. (1960). <i>Plans    and the Structure of Behavior.</i> New York: Holt, Rinehart &amp; Winston. </p>     <p>MOREIRA, C&acirc;ndida (1991). <i>Primary Teacher Attitudes towards Mathematics    and Mathematics Teaching with Special Reference to a Logo-based in Servicecourse.</i>    Tese de Doutoramento. London: Institute of Education/University of London. </p>     <p>MORRISON, Gary (1994). The media effects question: &quot;unresolvable&quot;    or asking the right question. <i>Educational Technology Research and Development,</i>    n.&ordm; 42 (2), pp. 40-44. </p>     <p>OLSON, David &amp; BRUNER, Jerome (1974). Learning through experience and learning    through media. In D. Olson (Ed.), <i>Media and Symbols: The Forms of Expression,    Communication and Education</i> (73rd Yearbook of the National Society for the    Study of Education). Chicago: University of Chicago Press, pp. 120-150. </p>     <p>PAPERT, Seymor (1983). <i>Mindstorms: Children, Computers and Powerful Ideas</i>.    New York: Basic Books. </p>     <p>PONTE, Jo&atilde;o P. (1991). Computador como ferramenta: o que diz a investiga&ccedil;&atilde;o.    In B. P. Campos (Org.), <i>Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o em Portugal:    Situa&ccedil;&atilde;o Actual e Perspectivas. </i>Lisboa: Sociedade Portuguesa    de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, pp. 417-427. </p>     <p>POZO, Juan (1994). <i>Teorias Cognitivas del Aprendizage.</i> Madrid: Morata.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>SALOMON, Gabriel (1979).<i> Interaction of Media, Cognition and Learning. </i>San    Francisco: Jossey-Bass. </p>     <p>SALOMON, Gabriel (1981). <i>Communication and Education, Social and Psychological    Interactions. </i>Beverly Hills, CA: Sage Pub. </p>     <p>SALOMON, Gabriel &amp; CLARK, Richard (1977). Reexaminig the methodology of    research on media and technology in education. <i>Review of Educational Research,</i>    n.&ordm; 47, pp. 99-120. </p>     <p>SANCHO, Juana (1997). La Tecnologia Educativa: conceptos, aportaciones y limites.    In J. F. Prats &amp; P. Graells (Coords.), <i>Comunicaci&oacute;n Educativa    y Nuevas Tecnologias.</i> Barcelona: Editorial Praxis, S.A, pp. 35-55. </p>     <p>SHROCK, Sharon A. (1994). The media influences debate: read the fine print,    but don&#8217;t loose sight of the big Picture. <i>Educational Technology Research    and Development,</i> 42 (2), pp. 49-53. </p>     <p>THOMPSON, Ann; SIMONSON, Michael &amp; HARGRAVE, Constance (1996). <i>Educational    Technology: a Review of the Research. </i>Washington DC: AECT Publications.  </p>     <p>TYNER, Kathleene (1993). Alfabetizacion audiovisual: el desafio de fin de siglo.    In R. Aparici (Coord.), <i>La Revolucion de los Medios Audiovisuales. </i>Madrid:    Ediciones de La Torre. </p>     <p>VIGNAUX, Georges (1991). <i>As Ci&ecirc;ncias Cognitivas.</i> Lisboa: Instituto    Piaget. </p>     <p>WINN, William &amp; SNYDER, Daniel (1996). Cognitive perspectives in psychology.    In D. Jonassen (Ed.), <i>Handbook of Research for Educational Communications    and Technology</i>. New York: Macmillan USA, pp. 112-141.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="right"><i>Recebido em Junho, 2006 </i></p>     <p align="right"><i>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o em Novembro, 2007</i></p>     <p>&nbsp; </p>      ]]></body><back>
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<given-names><![CDATA[Manuel M.]]></given-names>
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<source><![CDATA[Los Medios, los Profesores y el Curriculo.]]></source>
<year>1989</year>
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<publisher-name><![CDATA[Sendai]]></publisher-name>
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