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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Maria Alfredo Moreira</b>, <b>Maria José Casa-Nova</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Em mais um momento de transi&ccedil;&atilde;o para a Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o, o primeiro n&uacute;mero de 2016 marca a publica&ccedil;&atilde;o exclusivamente em formato digital. O n&uacute;mero re&uacute;ne doze textos de pa&iacute;ses t&atilde;o diversos como os EUA, Argentina, Brasil, Espanha e Portugal, incidentes em tem&aacute;ticas tamb&eacute;m elas diversas, e que abarcam desde as necessidades (educativas) especiais, a educa&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de, a educa&ccedil;&atilde;o de adultos, a forma&ccedil;&atilde;o de profissionais de ensino, de enfermagem e de dan&ccedil;a, finalizando com o ensino superior.</p>     <p>O n&uacute;mero abre com um artigo de James Patton e Min Kyung Kim, intitulado &ldquo;The importance of transition planning for special needs students&rdquo;, abordando o processo de transi&ccedil;&atilde;o de alunos com necessidades especiais, que ocorre ap&oacute;s a escolariza&ccedil;&atilde;o formal e que sinaliza a entrada na vida adulta. De modo a tornar esta transi&ccedil;&atilde;o produtiva e integrar eficazmente estes alunos, os autores argumentam no sentido de a escola preparar ativamente esta transi&ccedil;&atilde;o com o aluno, a sua fam&iacute;lia, e os servi&ccedil;os de apoio ao adulto. Neste texto, apresentam um modelo para planificar e avaliar o processo de transi&ccedil;&atilde;o, identificando elementos importantes para orientar este processo e assegurar uma eficaz transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta e que incluem o aluno e o desenvolvimento das suas compet&ecirc;ncias para a autonomia e para a vida ativa, mas tamb&eacute;m as suas fam&iacute;lias e os servi&ccedil;os escolares.</p>     <p>A tem&aacute;tica da inclus&atilde;o, agora aliada a processos de interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica que incorpora o uso das TIC, volta a ser abordada no segundo artigo, da autoria de Cristina Coelho e Claudio Bastos: &ldquo;Cogni&ccedil;&atilde;o espacial e interven&ccedil;&otilde;es psicopedag&oacute;gicas no contexto da inclus&atilde;o&rdquo;. Questionando as abordagens formais nos processos de interven&ccedil;&atilde;o com crian&ccedil;as com necessidades especiais, e que se apoiam fortemente no uso da linguagem verbal, os autores analisam o impacto de uma interven&ccedil;&atilde;o l&uacute;dico-psicopedag&oacute;gica com dois alunos com defici&ecirc;ncia intelectual e do desenvolvimento (DID), de uma escola p&uacute;blica do Rio de Janeiro, usando programas computadorizados e pr&aacute;ticas de constru&ccedil;&atilde;o de maquetes e de outro material. Concluem que a linguagem tecnol&oacute;gica da cultura contempor&acirc;nea &ndash; o uso de Internet, mapas, <i>Google Street View</i> &ndash; deve ser usada como uma ferramenta facilitadora da aprendizagem dos alunos com DID, contribuindo para a promo&ccedil;&atilde;o de uma educa&ccedil;&atilde;o inclusiva.</p>     <p>O texto de Roque Trieder e Arnaldo Nogaro d&aacute; continuidade &agrave; tem&aacute;tica da inclus&atilde;o. Intitulado &ldquo;No controverso desafio da educa&ccedil;&atilde;o inclusiva: Um convite para pensar a complexidade humana&rdquo;, apresenta-nos uma reflex&atilde;o te&oacute;rica sobre os contributos da filosofia da educa&ccedil;&atilde;o para pensar uma educa&ccedil;&atilde;o inclusiva a partir do reconhecimento da multidimensionalidade e complexidade humanas e da &ldquo;fragilidade do reconhecimento das diferen&ccedil;as&rdquo;, numa busca para a compreens&atilde;o de si a partir do conhecimento do outro. Os autores refletem sobre as sociedades atuais, onde, a partir de rela&ccedil;&otilde;es de poder, alguns grupos sociais negam a grupos sociais que vivem nas margens da sociedade a possibilidade de serem pensados e tratados como &ldquo;sujeitos de direito&rdquo;, despojando-os da sua &ldquo;legitimidade humana&rdquo;. Neste contexto, pensar a escola como lugar de inclus&atilde;o, implica, para os autores, uma atitude transdisciplinar a partir da qual &ldquo;os conhecimentos s&atilde;o constru&iacute;dos a partir dos referenciais de valoriza&ccedil;&atilde;o da diversidade cultural&rdquo;, onde os educadores perspetivam os alunos como &ldquo;sujeitos de ideias&rdquo;.</p>     <p>Marcos Cabezas Gonz&aacute;lez, Sonia Casillas Mart&iacute;n e Jorge Mart&iacute;n de Arriba trazem-nos o texto &ldquo;Experiencias de trabajo colaborativo mediante Tecnolog&iacute;as de la Informaci&oacute;n y la Comunicaci&oacute;n entre profesores&rdquo;. Apresentam um estudo sobre as formas de colabora&ccedil;&atilde;o, mediadas pelas TIC, levado a cabo com 185 professores dos ensinos b&aacute;sico e secund&aacute;rio, da comunidade de Castilla y Le&oacute;n, procurando caracterizar as experi&ecirc;ncias de trabalho colaborativo atrav&eacute;s das TIC, enquanto meio de desenvolvimento profissional e forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua. Recorrendo a um inqu&eacute;rito por question&aacute;rio, chegam &agrave; conclus&atilde;o que h&aacute; pouca cultura de colabora&ccedil;&atilde;o com recurso &agrave;s TIC, apesar do seu uso com os alunos e da perce&ccedil;&atilde;o de relev&acirc;ncia, facilidade e comodidade na comunica&ccedil;&atilde;o com os colegas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O artigo de Mar&iacute;a Cecilia Bocchio, intitulado &ldquo;Pol&iacute;tica de Agrupamiento Escolar: &iquest;Mutaci&oacute;n o "muerte" del trabajo de Director Escolar?&rdquo;, debru&ccedil;a-se sobre a medida de pol&iacute;tica educativa que institui um novo modelo organizativo das escolas em Portugal: o Agrupamento Escolar (AE). A autora procura, atrav&eacute;s de um estudo de caso, perceber em que medida aquela pol&iacute;tica permite a descentraliza&ccedil;&atilde;o do poder ao n&iacute;vel do sistema educativo portugu&ecirc;s em que o cargo de Diretor emerge como um &oacute;rg&atilde;o unipessoal de gest&atilde;o. Os resultados da investiga&ccedil;&atilde;o apontam para o Diretor como um &lsquo;regulador t&eacute;cnico&rsquo; da arquitetura de gest&atilde;o do AE, regulado pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e regulador das a&ccedil;&otilde;es e dos atores sociais do Agrupamento, nomeadamente os/as coordenadores/as de escola, recentralizando o controlo do sistema educativo por parte do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Ci&ecirc;ncia e encarnando o gestor de uma nova empresa educativa.</p>     <p>O artigo de Ana Paula Natal e Mariana Gaio Alves, intitulado &ldquo;Pol&iacute;ticas de aprendizagem ao longo da vida em Portugal: Controv&eacute;rsias na esfera p&uacute;blica em torno da Iniciativa Novas Oportunidades (2005-2013)&rdquo;, constr&oacute;i um objeto de estudo em torno da an&aacute;lise do discurso de artigos publicados em tr&ecirc;s jornais portugueses entre 2005 e 2013 (<i>Expresso</i>, <i>P&uacute;blico</i> e <i>Correio da Manh&atilde;</i>). As autoras refletem sobre a interpreta&ccedil;&atilde;o dada pela imprensa escrita a uma medida concreta de pol&iacute;tica educativa para adultos, implementada em Portugal durante a vig&ecirc;ncia do XVII governo constitucional, chamando a aten&ccedil;&atilde;o para o valor econ&oacute;mico do conhecimento numa &ldquo;Europa competitiva&rdquo; e que afasta a ALV &ldquo;do ideal de Educa&ccedil;&atilde;o Permanente emergente na d&eacute;cada de 1970&rdquo;. Com diferentes grada&ccedil;&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o do peri&oacute;dico analisado, os resultados do estudo evidenciam a import&acirc;ncia da imprensa escrita na forma&ccedil;&atilde;o (positiva ou negativa) da opini&atilde;o p&uacute;blica e na reformula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas educativas como a estudada.</p>     <p>Carlos Luiz Cardoso, Elenor Kunz e Ant&oacute;nio Camilo Cunha trazem-nos um artigo te&oacute;rico intitulado &ldquo;Fundamentos antropol&oacute;gicos do <i>se-movimentar</i>: percep&ccedil;&atilde;o, movimento e salutog&ecirc;nese&rdquo;. Os autores fazem uma viagem pela teoria da <i>Gestalt</i> e pela emerg&ecirc;ncia de uma nova conce&ccedil;&atilde;o da pessoa (doente) atrav&eacute;s de uma antropologia m&eacute;dica associada a <i>perce&ccedil;&atilde;o-movimento</i>. A partir de autores como Viktor von Weizs&auml;cker e Paul Christian, defende-se a ideia de passagem do paradigma da patog&ecirc;nese (onde o movimento &eacute; perspectivado como compensa&ccedil;&atilde;o da vida agitada) para o paradigma da salutog&ecirc;nese (onde o movimento &eacute; concebido como promo&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o como um princ&iacute;pio &uacute;nico), em que o eixo &eacute; &ldquo;o sentido de vida em movimento&rdquo; e o conceito central &eacute; o <i>se-movimentar</i> que, transposto para a educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar, daria origem a um <i>perceber-movimentar</i> no sentido de &ldquo;ser mais saud&aacute;vel.&rdquo;</p>     <p>Priscila Trevisan, Gisele Schwartz, Nara Rodrigues e Ana Paula Teodoro apresentam o texto &ldquo;Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o em dan&ccedil;a: A inser&ccedil;&atilde;o da express&atilde;o criativa nos cursos t&eacute;cnicos de dan&ccedil;a na perspectiva de professores e bailarinos&rdquo;. Dada a escassez na &aacute;rea dos estudos na forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica em dan&ccedil;a, as autoras realizaram um estudo explorat&oacute;rio, atrav&eacute;s de question&aacute;rio aberto, buscando perceber de que modo a express&atilde;o criativa tem sido trabalhada no contexto destes cursos. Estudando as vis&otilde;es de 20 professores e bailarinos da cidade de Pirassununga-SP-Brasil, que sinalizam sobretudo uma forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, em detrimento da express&atilde;o criativa, as autoras discutem o conceito de criatividade na dan&ccedil;a, defendendo ambientes educacionais valorizadores da express&atilde;o criativa corporal.</p>     <p>Ana Paula Baladeli, Clarice von Borstel e Aparecida Ferreira analisam o programa Institucional de Bolsa de Inicia&ccedil;&atilde;o &agrave; Doc&ecirc;ncia (Pibid) promovido pelo governo brasileiro, no artigo &ldquo;Identidades docentes e diferen&ccedil;a no discurso de professores de L&iacute;ngua Inglesa em forma&ccedil;&atilde;o inicial&rdquo;. Atrav&eacute;s da an&aacute;lise de narrativas autobiogr&aacute;ficas de 6 alunos candidatos a professores, a frequentar este programa, as autoras analisam os processos de constru&ccedil;&atilde;o da identidade docente atrav&eacute;s da identifica&ccedil;&atilde;o identit&aacute;ria com os bons modelos de professores de l&iacute;ngua inglesa que marcaram as viv&ecirc;ncias escolares destes alunos. Os modelos identit&aacute;rios s&atilde;o constru&iacute;dos logo a partir das primeiras experi&ecirc;ncias (como alunos de Ingl&ecirc;s) na escola e definem-se, quer pela positiva, quer pela negativa, nas primeiras experi&ecirc;ncias e expectativas constru&iacute;das enquanto estudantes, nas rela&ccedil;&otilde;es com os professores, na escolha do curso e nas pr&aacute;ticas sociais no &acirc;mbito do Pibid.</p>     <p>O artigo, &ldquo;Uso da metodologia da problematiza&ccedil;&atilde;o com o Arco de Maguerez no ensino sobre brinquedo terap&ecirc;utico&rdquo;, da autoria de J&uacute;nia Fujita, Elenice Carmona, Antonieta Shimo e Elizane Mecena, traz-nos uma experi&ecirc;ncia de desenvolvimento de prot&oacute;tipos de ensino da enfermagem, a partir dos referentes concetuais da metodologia da problematiza&ccedil;&atilde;o recorrendo ao arco de Maguerez. Consistindo em cinco etapas - Observa&ccedil;&atilde;o da realidade, Pontos-chave, Teoriza&ccedil;&atilde;o, Hip&oacute;teses de solu&ccedil;&atilde;o e Aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; realidade &ndash; Pr&aacute;tica -, esta metodologia foi aplicada ao uso do brinquedo terap&ecirc;utico (BT) na forma&ccedil;&atilde;o de enfermeiros, definido enquanto &ldquo;brinquedo estruturado para a crian&ccedil;a aliviar a ansiedade desencadeada por experi&ecirc;ncias at&iacute;picas para a sua idade&rdquo;. Foram desenvolvidos 10 prot&oacute;tipos de BTs a ser implementados no ensino em enfermagem e em contexto hospitalar, evidenciando que o uso desta metodologia permitiu a interliga&ccedil;&atilde;o entre teoria e pr&aacute;tica na forma&ccedil;&atilde;o dos enfermeiros, o exerc&iacute;cio da constru&ccedil;&atilde;o coletiva do conhecimento, e o est&iacute;mulo &agrave; criatividade e ao pensamento cr&iacute;tico.</p>     <p>Manuela Alves, Clara Coutinho, Ana Maria Rocha e Cristina Rodrigues apresentam um estudo sobre os fatores que influenciam o processo de aprendizagem da matem&aacute;tica no ensino superior, no texto &ldquo;Fatores que influenciam a aprendizagem de conceitos matem&aacute;ticos em cursos de engenharia: Um estudo explorat&oacute;rio com estudantes da Universidade do Minho&rdquo;. Estudando as perce&ccedil;&otilde;es de 24 alunos e alunas de 2 cursos de engenharia da Universidade do Minho, atrav&eacute;s de grupo de discuss&atilde;o focalizada, as autoras discutem o impacto percebido no sucesso acad&eacute;mico de vari&aacute;veis como o g&eacute;nero, a influ&ecirc;ncia da fam&iacute;lia e da sociedade em geral, a metodologia do professor, o pr&oacute;prio conte&uacute;do matem&aacute;tico e a relev&acirc;ncia da aprendizagem da Matem&aacute;tica para a forma&ccedil;&atilde;o do engenheiro, e ainda as cren&ccedil;as dos estudantes sobre as suas realiza&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas. As autoras concluem que todos os fatores identificados na literatura parecem ser relevantes na experi&ecirc;ncia destes alunos (&agrave; exce&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero), e interagem todos entre si para explicar o (in)sucesso.</p>     <p>A fechar o n&uacute;mero, Carolina Costa Santos, F&aacute;tima Pereira e Am&eacute;lia Lopes trazem-nos um artigo intitulado &ldquo;Efeitos da intensifica&ccedil;&atilde;o do trabalho no ensino superior: da fragmenta&ccedil;&atilde;o &agrave; articula&ccedil;&atilde;o entre investiga&ccedil;&atilde;o, ensino, gest&atilde;o acad&eacute;mica e transfer&ecirc;ncia de conhecimento&rdquo;. A partir de um grupo de discuss&atilde;o focalizada e de narrativas de tipo biográfico desenvolvidos com um grupo de professores de uma universidade p&uacute;blica, discutem &ldquo;a identidade acad&eacute;mica e as dimens&otilde;es do trabalho do professor universit&aacute;rio&rdquo;, num tempo marcado por profundas transforma&ccedil;&otilde;es sociais, pol&iacute;ticas e econ&oacute;micas. As autoras discutem estas mudan&ccedil;as a partir de pol&iacute;ticas neoliberais que legitimam uma l&oacute;gica de mercado e de competitividade no ensino superior, subjugando-o a essas l&oacute;gicas e levando &agrave; (re)constru&ccedil;&atilde;o da identidade acad&eacute;mica. Os resultados apontam para uma intensifica&ccedil;&atilde;o do trabalho docente que remete para um permanente sentimento de falta de tempo face ao ac&uacute;mulo e diversidade de tarefas, construindo &ldquo;uma identidade vulner&aacute;vel e sem defesas&rdquo;, onde a burocratiza&ccedil;&atilde;o da carreira aparece como uma dimens&atilde;o negativa fundamental da mesma.</p>     <p>O n&uacute;mero finaliza com a lista de publica&ccedil;&otilde;es recebidas, no &acirc;mbito das permutas estabelecidas entre a RPE e outras revistas.</p>     <p>Marcando este n&uacute;mero um final de mandato, a dire&ccedil;&atilde;o da revista n&atilde;o pode deixar de agradecer &agrave;s pessoas que acompanharam o percurso dos &uacute;ltimos dois anos e que tornaram poss&iacute;vel a continuidade do projeto editorial: &agrave; dire&ccedil;&atilde;o do Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o, pela confian&ccedil;a que depositou na equipa e pelo apoio continuado; &agrave; comiss&atilde;o editorial, Ana Paula Pereira, Cust&oacute;dia Martins, Daniela Silva, Isabel Viana, Lia Raquel Oliveira, e Lu&iacute;s Dourado, pelo acompanhamento seguro e constante, e pela resposta pronta a todas as solicita&ccedil;&otilde;es; ao secretariado da revista, Ana Rita Guimar&atilde;es, pelo acarinhar de um projeto que marcou o seu percurso profissional ao longo de v&aacute;rios anos e que viveu sempre como seu; ao Jo&atilde;o Gon&ccedil;alves pelo apoio e disponibilidade constantes.</p>     ]]></body>
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