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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p><b>Maria Alfredo Moreira, Maria Jos&eacute; Casa-Nova &amp; Lia Raquel Oliveira</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O segundo volume do ano de 2016 da Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o (RPE) marca o que come&ccedil;a j&aacute; a ser uma regularidade: &eacute; mais um n&uacute;mero marcado pela diversidade e amplitude tem&aacute;tica e geogr&aacute;fica dos seus textos e que faz parte da pol&iacute;tica editorial da RPE, numa l&oacute;gica de abrang&ecirc;ncia de leitores/as, pa&iacute;ses e de interesses tem&aacute;ticos.</p>     <p>O n&uacute;mero re&uacute;ne quinze textos, incluindo cinco textos que fazem parte do N&uacute;cleo tem&aacute;tico, desta vez dedicado &agrave; Sociologia da Educa&ccedil;&atilde;o. A doc&ecirc;ncia, seja a n&iacute;vel da forma&ccedil;&atilde;o, seja a n&iacute;vel da pr&aacute;tica profissional, est&aacute; bastante presente neste n&uacute;mero, bem como inf&acirc;ncia e (aus&ecirc;ncia de) protagonismo das crian&ccedil;as a partir do olhar dos adultos. O ensino superior marca tamb&eacute;m presen&ccedil;a neste n&uacute;mero atrav&eacute;s da perce&ccedil;&atilde;o dos estudantes sobre o desenvolvimento da criatividade no ensino superior, terminando com um texto sobre a (ir)relev&acirc;ncia das escolas rurais enquanto objeto de estudo.</p>     <p>O n&uacute;mero abre com o artigo de Maria das Gra&ccedil;as Nascimento, Patr&iacute;cia Almeida e Laurizete Passos, do Brasil, com o t&iacute;tulo: "Forma&ccedil;&atilde;o docente e sua rela&ccedil;&atilde;o com a escola". Neste texto as autoras discutem a escola enquanto l&oacute;cus privilegiado de aprendizagem da doc&ecirc;ncia e na sua rela&ccedil;&atilde;o com o modelo formativo das institui&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o inicial, a partir da an&aacute;lise de uma medida de pol&iacute;tica educacional do Estado brasileiro &ndash; o Programa Institucional de Bolsa de Inicia&ccedil;&atilde;o &agrave; Doc&ecirc;ncia (PIBID). Partindo da an&aacute;lise da literatura, que indica a dificuldade em os curricula da forma&ccedil;&atilde;o inicial assegurarem uma prepara&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gico-did&aacute;tica eficaz, as autoras analisam as inten&ccedil;&otilde;es e princ&iacute;pios do PIBID, bem como as perspetivas sobre o mesmo por parte dos sujeitos que nele participam. Para tal recorrem, para al&eacute;m da an&aacute;lise documental do programa, a inqu&eacute;rito por question&aacute;rio, entrevista e grupo de discuss&atilde;o, junto de 22 participantes no programa. Os resultados indicam uma valoriza&ccedil;&atilde;o generalizada do PIBID, associada a sentimentos de satisfa&ccedil;&atilde;o e de perce&ccedil;&atilde;o de transforma&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os das escolas p&uacute;blicas; indicam ainda o escasso impacto no projeto formativo das institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior, apesar da cria&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os de aproxima&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A discuss&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o docente continua no texto de Ruth Pavan e Jos&eacute; Backes, do Brasil, intitulado "O processo de (des)proletariza&ccedil;&atilde;o do professor da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica". O artigo apresenta uma reflex&atilde;o sobre o processo de proletariza&ccedil;&atilde;o docente, entendida enquanto perda de autonomia e de possibilidade de elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento cr&iacute;tico sobre as pr&aacute;ticas, a que n&atilde;o s&atilde;o alheias as diretrizes internacionais seguidas pelo governo brasileiro. Atrav&eacute;s de entrevistas a professores dos ensinos b&aacute;sico e secund&aacute;rio (fundamental e m&eacute;dio) das redes p&uacute;blica e privada, a autora e o autor consideram que, para al&eacute;m da precariza&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o docente, o desempenho dos professores &eacute; aferido pelos resultados dos alunos nos exames nacionais, passando os bons resultados dos alunos a ser perspetivados como a finalidade da educa&ccedil;&atilde;o, com reduzida possibilidade de desenvolvimento de uma postura cr&iacute;tica por parte dos professores, ao mesmo tempo que constrange o desenvolvimento desse trabalho. A autora e o autor apontam a profissionaliza&ccedil;&atilde;o docente como fundamental para a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e do professor como intelectual transformador.</p>     <p>Rodrigo Lema Martins, Wagner Santos, Sebasti&atilde;o Votre e Andr&eacute; Mello, tamb&eacute;m do Brasil, apresentam o texto "Protagonismo infantil na educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica: Uma experi&ecirc;ncia pedag&oacute;gica com a capoeira", onde colocam em di&aacute;logo os conceitos de "consumo produtivo" e "reprodu&ccedil;&atilde;o interpretativa" para demonstrar como se pode dar protagonismo &agrave;s crian&ccedil;as nas aulas de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. No &acirc;mbito de um projeto do PIBID e recorrendo a uma metodologia de pesquisa-a&ccedil;&atilde;o participativa com um grupo de 25 crian&ccedil;as, 2 professores e um supervisor de uma escola no Brasil, os autores mostram de que modo as crian&ccedil;as podem ser "atores sociais plenos e competentes" e o professor um mediador do processo de produ&ccedil;&atilde;o cultural na escola. Advogam a necessidade de explorar "novas pedagogias" que atendam &agrave; diversidade e &agrave; singularidade de cada crian&ccedil;a e de cada contexto, ouvindo as crian&ccedil;as e conhecendo a sua cultura, enquanto possibilidade real de investiga&ccedil;&atilde;o. Isto porque as aprendizagens significativas apenas se constroem quando as crian&ccedil;as s&atilde;o consumidoras criativas das aprendizagens, quando usam os seus pr&oacute;prios saberes no processo de apropria&ccedil;&atilde;o e ressignifica&ccedil;&atilde;o dos bens culturais mediados pela escola.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O artigo de Lu&iacute;sa Lopes, Nadine Correia e Cec&iacute;lia Aguiar, de Portugal, intitulado "A Implementa&ccedil;&atilde;o do direito de participa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as em contexto de jardim de inf&acirc;ncia: as perce&ccedil;&otilde;es dos educadores" tem como objetivo primordial avaliar a perce&ccedil;&atilde;o dos educadores de inf&acirc;ncia acerca do grau de implementa&ccedil;&atilde;o do direito de participa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as em contexto de jardim de inf&acirc;ncia, desenvolvendo um instrumento de medida para esse fim. Participaram no estudo 168 educadores/as de jardins p&uacute;blicos e jardins privados com fins lucrativos, 40 das/dos quais foram observados/as, em contexto de sala, com o <i>Classroom Observation Scoring System</i>. Tendo por base Hart (1992), as autoras definem participa&ccedil;&atilde;o "como o processo de partilha de decis&otilde;es que afetam a vida das crian&ccedil;as e da comunidade onde est&atilde;o inseridas". Os resultados apontam para a consist&ecirc;ncia e validade do instrumento elaborado, que, segundo as autoras, "permitiu identificar dois componentes relativos &agrave;s perce&ccedil;&otilde;es dos educadores sobre a implementa&ccedil;&atilde;o do direito de participa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, designadamente Express&atilde;o e Responsabilidade das Crian&ccedil;as e Tomada de Decis&atilde;o pelo Adulto", que traduzem dimens&otilde;es do conceito de participa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Mariana Pinto e Lu&iacute;sa &Aacute;lvares Pereira, de Portugal, no artigo "Escrever para aprender no ensino b&aacute;sico: Das conce&ccedil;&otilde;es dos professores... &agrave;s pr&aacute;ticas dos alunos", procuram conhecer as pr&aacute;ticas dos professores e alunos relativamente &agrave; dimens&atilde;o da <i>escrita para aprender</i>. Com um estudo realizado num contexto de forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de professores de Portugu&ecirc;s e desenvolvido numa turma de 4.&ordm; ano de escolaridade, as autoras analisam os dispositivos did&aacute;ticos para o ensino da escrita para a constru&ccedil;&atilde;o de conhecimentos, e avaliam o seu efeito na qualidade dos textos produzidos pelos alunos. Concluem que os professores ainda revelam dificuldades na planifica&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de atividades de escrita, muitas vezes justificadas pela falta de tempo, mas tamb&eacute;m por algum desconhecimento relativamente &agrave;s caracter&iacute;sticas dos g&eacute;neros e dos textos. O estudo visibiliza os problemas dos alunos, quer na sele&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos, quer na sua distribui&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o ao longo do texto.</p>     <p>Maria de F&aacute;tima Morais e Leandro Almeida, de Portugal, convocam a voz dos estudantes de Ci&ecirc;ncias e Tecnologias e Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas no texto "Perce&ccedil;&otilde;es sobre criatividade: Estudo com estudantes do ensino superior". Como v&ecirc;em eles o conceito na sua atual viv&ecirc;ncia acad&eacute;mica e como o projetam no seu futuro profissional, rapazes e raparigas de uma &aacute;rea e de outra? A criatividade, numa Economia do Conhecimento, ganhou o estatuto de compet&ecirc;ncia vital e transformou-se numa exig&ecirc;ncia do mundo do trabalho que, por sua vez, vem pressionando o ensino superior para que a ensine. Tal n&atilde;o se verificando na escala necess&aacute;ria e sendo o seu estudo ainda relativamente reduzido, realizado sob a forma de inqu&eacute;rito por question&aacute;rio respondido por 582 alunos universit&aacute;rios, afigura-se urgente a investiga&ccedil;&atilde;o neste t&oacute;pico, particularmente investiga&ccedil;&atilde;o qualitativa. Os resultados indicam ainda a necessidade de cria&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho para os professores para que possam, eles pr&oacute;prios, aprender ou desenvolver a sua criatividade gerando inova&ccedil;&atilde;o nas suas abordagens curriculares, constituindo-se em <i>agentes de mudan&ccedil;a</i> em contextos profissionais que s&atilde;o amb&iacute;guos e nos quais confluem complexas quest&otilde;es ideol&oacute;gicas e de poder.</p>     <p>O artigo de Jos&eacute; Manuel do Carmo, tamb&eacute;m de Portugal, "Desenvolvimento de um instrumento para a identifica&ccedil;&atilde;o de uma orienta&ccedil;&atilde;o construtivista no ensino de ci&ecirc;ncias", apresenta uma proposta de instrumenta&ccedil;&atilde;o a utilizar na observa&ccedil;&atilde;o da aula de Ci&ecirc;ncias. Baseando-se nos aportes te&oacute;ricos do construtivismo aplicado ao ensino e aprendizagem de Ci&ecirc;ncias, o autor argumenta que, embora defendida amplamente, uma abordagem construtivista nem sempre encontra espa&ccedil;o para aplica&ccedil;&atilde;o nas pr&aacute;ticas de ensino. Para a sua inser&ccedil;&atilde;o, o autor prop&otilde;e o uso de um instrumento de forma&ccedil;&atilde;o, orientado para a identifica&ccedil;&atilde;o das conce&ccedil;&otilde;es dos professores sobre a sequ&ecirc;ncia das atividades de ensino, que os ajude a orientar este para um modelo construtivista. Para o desenvolvimento do instrumento, foram observados e entrevistados 2 professores com diferentes orienta&ccedil;&otilde;es de ensino; numa fase posterior, o instrumento foi testado com mais 8 professores e 159 alunos. Os resultados indicam que o instrumento permite captar a orienta&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica do ensino, revelando potencial de uso na forma&ccedil;&atilde;o de professores, de modo a ajudar a orientar a pr&aacute;tica de ensino e a apoiar a forma&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Numa abordagem metodol&oacute;gica interpretativa e socorrendo-se de grupos focais sedeados em Grupos Google, Ricardo Luengo, Antonio Paniagua, Jos&eacute; Luis Torres Carvalho e Luis Manuel Casas, de Espanha, no artigo "La percepci&oacute;n de los asesores de formaci&oacute;n permanente de TIC sobre la formaci&oacute;n del profesorado", desvelam as opini&otilde;es de respons&aacute;veis por forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de professores sobre a modalidade <i>blended learning</i> na forma&ccedil;&atilde;o de n&iacute;vel n&atilde;o universit&aacute;rio. Como pode aplicar-se, na pr&aacute;tica, esta aprendizagem h&iacute;brida ou combinada? Como se pode misturar os mundos, tradicionalmente separados, da forma&ccedil;&atilde;o presencial e da forma&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia? O artigo, partindo da assun&ccedil;&atilde;o que os meios inform&aacute;ticos foram incorporados &agrave; vida di&aacute;ria, pessoal e profissional e que os professores necessitam vitalmente de forma&ccedil;&atilde;o continuada, conclui que os respons&aacute;veis pela forma&ccedil;&atilde;o encontram interesse relevante neste tipo de modelo misto e que apenas aguardam determina&ccedil;&otilde;es superiores para o implementarem de forma naturalizada.</p>     <p>O artigo "Desenvolvimento profissional dos professores de Matem&aacute;tica: Uma experi&ecirc;ncia de forma&ccedil;&atilde;o em TIC", de Patr&iacute;cia Sampaio, de Portugal, analisa o impacto que a frequ&ecirc;ncia de uma oficina de forma&ccedil;&atilde;o sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o de quadros interativos teve nas pr&aacute;ticas letivas dos professores de matem&aacute;tica envolvidos. O impacto foi verificado por aplica&ccedil;&atilde;o de question&aacute;rio <i>online</i> no final da forma&ccedil;&atilde;o, nove meses depois e passados tr&ecirc;s anos. A conce&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o suportou-se no referencial te&oacute;rico designado por TPACK (<i>Technological Pedagogical Content Knowledge</i>) e decorreu no contexto da implementa&ccedil;&atilde;o do Plano Tecnol&oacute;gico da Educa&ccedil;&atilde;o portugu&ecirc;s, que se assumia como a execu&ccedil;&atilde;o de um programa de forma&ccedil;&atilde;o e de certifica&ccedil;&atilde;o dos professores em compet&ecirc;ncias TIC. A autora conclui que houve uma evolu&ccedil;&atilde;o no sentido de aceita&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a das TIC em sala de aula, salientando a import&acirc;ncia do modelo subjacente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o ministrada que valoriza outros aspetos para al&eacute;m do simples manuseamento da tecnologia.</p>     <p>O artigo de Carlos Renilton Cruz, do Brasil, intitulado "A escola rural na produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica portuguesa: Apontamentos sobre a (in)visibilidade de um objeto de estudo" &eacute;, como o nome indica, um estudo que pretende discutir a invisibilidade da escola rural enquanto objeto de investiga&ccedil;&atilde;o nas universidades portuguesas. Em termos metodol&oacute;gicos, foi usada a an&aacute;lise de conte&uacute;do de dez revistas da &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o e pesquisadas teses e disserta&ccedil;&otilde;es produzidas no dom&iacute;nio. O levantamento evidenciou a escassa produ&ccedil;&atilde;o no dom&iacute;nio, pois "nos &uacute;ltimos quinze anos apenas 0,98% dos trabalhos acad&ecirc;micos em n&iacute;vel de mestrado e 0,58% em n&iacute;vel de doutoramento no campo das Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o lan&ccedil;aram o olhar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o ou da escola instalada no meio rural portugu&ecirc;s". No que diz respeito &agrave;s revistas cient&iacute;ficas, de 2.186 artigos analisados, apenas 28 apresentam uma discuss&atilde;o mais diretamente relacionada com a educa&ccedil;&atilde;o/escola e a realidade do mundo rural portugu&ecirc;s em mais de uma d&eacute;cada e meia. O autor conclui ent&atilde;o que h&aacute; uma grande invisibilidade da escola rural, quer na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, quer nas publica&ccedil;&otilde;es ou mesmo na estrutura curricular dos cursos.</p>     <p>O n&uacute;mero cont&eacute;m ainda um n&uacute;cleo tem&aacute;tico no &acirc;mbito da Sociologia da Educa&ccedil;&atilde;o, que cont&eacute;m cinco textos, de autores portugueses e espanh&oacute;is. Ele &eacute; dedicado ao tema "A educa&ccedil;&atilde;o na Europa do Sul: Constrangimentos e desafios em tempos incertos", e &eacute; apresentado por Mariana Alves e Leonor Torres, de Portugal.</p>     <p>A sec&ccedil;&atilde;o <i>Leituras</i> traz uma recens&atilde;o do livro <i>Freire e Educa&ccedil;&atilde;o</i>, escrito por Antonia Darder e publicado pelas Edi&ccedil;&otilde;es Pedago em 2016. &Eacute; da autoria de Deolinda Ribeiro, do Instituto Polit&eacute;cnico do Porto.</p>     <p>A edi&ccedil;&atilde;o deste n&uacute;mero coincide ainda com a publica&ccedil;&atilde;o da lista dos avaliadores que, no per&iacute;odo compreendido entre 2015 e 2016, colaboraram com a RPE, produzindo pareceres sobre os textos submetidos. A todos e a todas expressamos aqui o nosso reconhecimento p&uacute;blico, pelo trabalho generoso e abnegado que tem sido garante de qualidade cient&iacute;fica dos textos que publicamos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A equipa editorial agradece tamb&eacute;m aos autores e &agrave;s autoras que escolhem a RPE para publica&ccedil;&atilde;o dos resultados das suas investiga&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Os nossos agradecimentos v&atilde;o ainda para a nova equipa da RPE, renovada nos corpos editoriais e para a equipa de apoio t&eacute;cnico: Susana Costa, Susana Dias e Jo&atilde;o Gon&ccedil;alves.</p>      ]]></body>
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