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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Educação]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Um panorama sobre engajamento escolar: uma revisão sistemática]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Juiz de Fora Programa de Pós-Graduação em Psicologia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study was to systematically review the publications on school engagement in the SciELO, PsycINFO and ERIC databases with the following descriptors: school engagement , engajamento escolar and envolvimento escolar . The studies that met the inclusion criteria were selected: (a) articles with the abovementioned descriptors in the title, abstract or keywords; (b) studies published in the scientific article modality and (c) in the period from 2014 to 2018. As exclusion criteria: (a) articles focusing on other topics, (b) not fully available and (c) duplicates. There were 410 studies and 203 selected. Most of the studies are correlational and the production on engagement is concentrated on the North America/Europe axis. The engagement was treated in most of the studies as a three-dimensional construct and 35 scales were found to assess engagement. Further experimental and quasi-experimental studies are necessary due to their importance for the evaluation and development of interventions aimed at improving school engagement, and also studies that evaluate the relationship between school engagement and other relevant variables to the school context.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="fr"><p><![CDATA[L'objectif de cette étude était de faire une révision systématique des publications sur l'engagement scolaire, dans les bases de données SciELO, PsycINFO et ERIC, à partir des descripteurs suivants: school engagement , engajamento escolar et envolvimento escolar . Ainsi, les études ont été sélectionnées selon les critères d inclusion: (a) articles dont les descripteurs sont mentionnés dans le titre, dans le résumé ou dans les mots-clés; (b) études publiées sous la modalité d'article scientifique et (c) avec parution entre 2014 et 2018. Et selon les critères d'exclusion: (a) articles traitant d'autres thèmes, (b) juste partiellement disponibles et (c) en double. À partir de ces critères, 203 études ont été sélectionnées entre les 410 études trouvées. Entre les sélectionnées, la plupart des études sont corrélationnelles et la production sur le thème de l'engagement est concentrée sur l'axe Amérique du Nord/Europe. L'engagement a été traité dans la plupart de ces études comme une construction tridimensionnelle et 35 échelles évaluant l'engagement ont été trouvées. D'autres études expérimentales et quasi expérimentales sont nécessaires, en raison de leur importance pour l'évaluation et le développement d'interventions visant à améliorer l'engagement scolaire, ainsi que des études qui évaluent la relation entre l'engagement scolaire et d'autres variables pertinentes au contexte scolaire.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Engajamento escolar]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Um panorama sobre engajamento escolar: uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica</b></p>     <p><b>An overview of school engagement: a systematic review</b></p>     <p><b>Un aper&ccedil;u de l&rsquo;engagement scolaire: une r&eacute;vision syst&eacute;matique</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Lygia Vallo e Campos<sup>i</sup>    <br>       <img src="/img/revistas/id_orcid.gif"><a href="https://orcid.org/0000-0001-6270-7288">https://orcid.org/0000-0001-6270-7288</a></b></p>     
<p><b>Juliana Campos Schmitt<sup>i</sup></b>    <br>     <img src="/img/revistas/id_orcid.gif"><b><a href="https://orcid.org/0000-0003-4979-7623">https://orcid.org/0000-0003-4979-7623</a></b></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Francis Ricardo dos Reis Justi<sup>i</sup></b></p>     <p> <img src="/img/revistas/id_orcid.gif"><b><a href="https://orcid.org/0000-0001-7107-1672">https://orcid.org/0000-0001-7107-1672</a></b> </p>     
<p></p>     <p><sup>i</sup>Universidade Federal de Juiz de Fora, Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Psicologia, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo desse estudo foi revisar sistematicamente as publica&ccedil;&otilde;es sobre engajamento escolar nas bases SciELO, PsycINFO e ERIC com os seguintes descritores: &ldquo;school engagement&rdquo;, &ldquo;engajamento escolar&rdquo; e &ldquo;envolvimento escolar&rdquo;. Foram selecionados os estudos que atendiam aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: (a) artigos cujos descritores supracitados constavam no t&iacute;tulo, resumo ou palavras-chave; (b) estudos publicados na modalidade artigo cient&iacute;fico e (c) no per&iacute;odo de 2014 a 2018. Como crit&eacute;rios de exclus&atilde;o: (a) artigos com foco em outros temas, (b) n&atilde;o dispon&iacute;veis na &iacute;ntegra e (c) duplicados. Foram encontrados 410 estudos e 203 selecionados. A maioria dos estudos &eacute; correlacional e a produ&ccedil;&atilde;o sobre engajamento se concentra no eixo Am&eacute;rica do Norte/Europa. O engajamento foi tratado na maioria dos estudos como um constructo tridimensional e foram encontradas 35 escalas que avaliam o engajamento. Faz-se necess&aacute;rio mais estudos experimentais e quasi-experimentais devido &agrave; import&acirc;ncia destes para a avalia&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es que visem melhorar o engajamento escolar e tamb&eacute;m estudos que avaliem a rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento escolar e outras vari&aacute;veis pertinentes ao contexto escolar.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Engajamento escolar; Envolvimento escolar; Escalas de engajament </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The purpose of this study was to systematically review the publications on school engagement in the SciELO, PsycINFO and ERIC databases with the following descriptors: &ldquo;school engagement&rdquo;, &ldquo;engajamento escolar&rdquo; and &ldquo;envolvimento escolar&rdquo;. The studies that met the inclusion criteria were selected: (a) articles with the abovementioned descriptors in the title, abstract or keywords; (b) studies published in the scientific article modality and (c) in the period from 2014 to 2018. As exclusion criteria: (a) articles focusing on other topics, (b) not fully available and (c) duplicates. There were 410 studies and 203 selected. Most of the studies are correlational and the production on engagement is concentrated on the North America/Europe axis. The engagement was treated in most of the studies as a three-dimensional construct and 35 scales were found to assess engagement. Further experimental and quasi-experimental studies are necessary due to their importance for the evaluation and development of interventions aimed at improving school engagement, and also studies that evaluate the relationship between school engagement and other relevant variables to the school context.</p>     <p><b>Keywords:</b> School engagement; School involvement; Engagement scales</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>R&Eacute;SUM&Eacute;</b></p>     <p>L&rsquo;objectif de cette &eacute;tude &eacute;tait de faire une r&eacute;vision syst&eacute;matique des publications sur l&rsquo;engagement scolaire, dans les bases de donn&eacute;es SciELO, PsycINFO et ERIC, &agrave; partir des descripteurs suivants: &ldquo;school engagement&rdquo;, &ldquo;engajamento escolar&rdquo; et &ldquo;envolvimento escolar&rdquo;. Ainsi, les &eacute;tudes ont &eacute;t&eacute; s&eacute;lectionn&eacute;es selon les crit&egrave;res d&rsquo;inclusion: (a) articles dont les descripteurs sont mentionn&eacute;s dans le titre, dans le r&eacute;sum&eacute; ou dans les mots-cl&eacute;s; (b) &eacute;tudes publi&eacute;es sous la modalit&eacute; d&rsquo;article scientifique et (c) avec parution entre 2014 et 2018. Et selon les crit&egrave;res d&rsquo;exclusion: (a) articles traitant d&rsquo;autres th&egrave;mes, (b) juste partiellement disponibles et (c) en double. &Agrave; partir de ces crit&egrave;res, 203 &eacute;tudes ont &eacute;t&eacute; s&eacute;lectionn&eacute;es entre les 410 &eacute;tudes trouv&eacute;es. Entre les s&eacute;lectionn&eacute;es, la plupart des &eacute;tudes sont corr&eacute;lationnelles et la production sur le th&egrave;me de l&rsquo;engagement est concentr&eacute;e sur l&rsquo;axe Am&eacute;rique du Nord/Europe. L&rsquo;engagement a &eacute;t&eacute; trait&eacute; dans la plupart de ces &eacute;tudes comme une construction tridimensionnelle et 35 &eacute;chelles &eacute;valuant l&rsquo;engagement ont &eacute;t&eacute; trouv&eacute;es. D&rsquo;autres &eacute;tudes exp&eacute;rimentales et quasi exp&eacute;rimentales sont n&eacute;cessaires, en raison de leur importance pour l&rsquo;&eacute;valuation et le d&eacute;veloppement d&rsquo;interventions visant &agrave; am&eacute;liorer l&rsquo;engagement scolaire, ainsi que des &eacute;tudes qui &eacute;valuent la relation entre l&rsquo;engagement scolaire et d&rsquo;autres variables pertinentes au contexte scolaire.</p>     <p><b>Mots-cl&eacute;s:</b> Engagement scolaire; Implication scolaire; &Eacute;chelles d&rsquo;engagement</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um professor &agrave; frente de seus alunos percebe alguns olhares atentos e outros distra&iacute;dos. Como saber quais alunos est&atilde;o realmente interessados na aula? Quais est&atilde;o engajados na tarefa? Como estimular o engajamento dos discentes e mant&ecirc;-los engajados? Como evitar que os alunos evadam da escola? Como fazer com que a experi&ecirc;ncia de aprendizagem seja de excel&ecirc;ncia? Estas indaga&ccedil;&otilde;es s&atilde;o comumente feitas por professores, visto que faz parte de sua pr&aacute;tica a preocupa&ccedil;&atilde;o com o interesse do aluno e seu desempenho em sala de aula. Dessa forma, o engajamento escolar pode auxiliar os docentes no processo ensino-aprendizagem.</p>     <p>De acordo com Reeve (2012) o engajamento escolar &eacute; a extens&atilde;o do envolvimento ativo de um aluno nas atividades escolares e apresenta quatro aspectos distintos, mas altamente inter-relacionados: comportamental, emocional, cognitivo e agente. A dimens&atilde;o comportamental &eacute; relativa ao esfor&ccedil;o, &agrave; conduta positiva e &agrave; participa&ccedil;&atilde;o; a dimens&atilde;o emocional engloba o interesse, o pertencimento e a atitude positiva em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aprendizagem; a dimens&atilde;o cognitiva &eacute; relacionada &agrave; autorregula&ccedil;&atilde;o, &agrave;s metas de aprendizagem e ao investimento em aprender; e a dimens&atilde;o agente &eacute; relacionada &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o intencional, proativa e construtiva dos alunos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; instru&ccedil;&atilde;o recebida, ou seja, &eacute; o processo proativo do aluno em tentar criar, aprimorar e personalizar o aprendizado (Reeve, 2012).</p>     <p>A literatura &ndash; por exemplo, Christenson et al. (2012) &ndash; traz v&aacute;rios modelos para explicar o engajamento escolar. Um dos primeiros &eacute; o de Finn (1989), em que o engajamento foi estudado como forma de prevenir o abandono da escola. Para ele, o engajamento cont&eacute;m componentes comportamentais e afetivos, sendo a participa&ccedil;&atilde;o em aula e a ades&atilde;o &agrave;s regras exemplos de componentes comportamentais e o pertencimento, a identifica&ccedil;&atilde;o escolar e a valoriza&ccedil;&atilde;o da aprendizagem exemplos de componentes afetivos.</p>     <p>Outro modelo &eacute; o de Salanova et al. (2000), no qual, inicialmente, o conceito de engajamento foi relacionado ao trabalho, para depois ser expandido para o contexto escolar. Schaufeli, Mart&iacute;nez, et al. (2002) argumentaram que, do ponto de vista psicol&oacute;gico, as tarefas e atividades de um aluno podem ser consideradas an&aacute;logas &agrave;s do ambiente de trabalho, pois, como um funcion&aacute;rio, o aluno est&aacute; envolvido em tarefas e atividades coercivas e estruturadas (p. ex., assistir &agrave;s aulas, concluir projetos) que s&atilde;o direcionadas a um objetivo espec&iacute;fico (p. ex., passar nos exames, conseguir emprego). Desse modo, segundo os autores, o conceito de engajamento relacionado ao trabalho poderia ser estendido ao contexto educacional. Assim, analogamente ao engajamento no trabalho, no modelo de Schaufeli, Salanova, et al. (2002) o engajamento nos estudos &eacute; caracterizado por sentimentos de vigor dos alunos, por sua dedica&ccedil;&atilde;o nos estudos e por sua absor&ccedil;&atilde;o nas tarefas e atividades, constituindo-se como um polo oposto ao do <i>burnout</i>, que &eacute; o sentimento de esgotamento emocional associado a um baixo &iacute;ndice de sentimento de autorrealiza&ccedil;&atilde;o (Maslach & Jackson, 1981). Dessa forma, a partir dos estudos sobre o engajamento na &aacute;rea laboral, Hakanen et al. (2006) e Salanova et al. (2005) come&ccedil;aram a pensar em como o constructo se ajustava ao contexto escolar e quais seriam os correlatos do engajamento de professores e de estudantes.</p>     <p>Na revis&atilde;o de Fredricks et al. (2004), o engajamento dos alunos na escola foi apresentado como um constructo multidimensional que envolve componentes comportamentais, cognitivos e emocionais. J&aacute; Appleton et al. (2008), propuseram quatro dimens&otilde;es: a acad&ecirc;mica, a comportamental, a cognitiva e a psicol&oacute;gica. As duas primeiras t&ecirc;m indicadores mais observ&aacute;veis, ao contr&aacute;rio das demais. No que se refere ao engajamento acad&ecirc;mico, destaca-se o tempo de tarefa, cr&eacute;ditos de disciplina e a realiza&ccedil;&atilde;o do dever de casa. A frequ&ecirc;ncia, as suspens&otilde;es e a participa&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria em sala e em atividades extraclasse s&atilde;o de cunho comportamental. No que tange ao engajamento cognitivo, este se relaciona com a autorregula&ccedil;&atilde;o, relev&acirc;ncia da escola para o futuro, valor da aprendizagem para atingir objetivos e autonomia; e o engajamento psicol&oacute;gico se refere &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o, pertencimento e relacionamento.</p>     <p>Reeve (2012) e Veiga (2013) tamb&eacute;m prop&otilde;em uma defini&ccedil;&atilde;o quadripartite, sendo as dimens&otilde;es propostas: cognitiva, comportamental, emocional e agente. O engajamento agente resulta na motiva&ccedil;&atilde;o de alta qualidade dos alunos e gera mudan&ccedil;as no ambiente de aprendizagem. Sublinha-se que a dimens&atilde;o agente do engajamento foi proposta por Reeve e Ching-Mei (2011) devido &agrave; incompletude do modelo tripartite do engajamento (Fredricks et al., 2003) que cont&eacute;m somente as dimens&otilde;es cognitiva, emocional e comportamental. Dessa forma, o modelo tripartite contempla um fluxo educacional linear em que o aluno reage somente &agrave; tarefa dada pelo professor, enquanto que o modelo que adiciona o engajamento agente considera as a&ccedil;&otilde;es dos alunos como um fator de transforma&ccedil;&atilde;o das atividades educacionais (Konold et al., 2018). Assim, o fluxo &eacute; c&iacute;clico, em que o engajamento influi no contexto, e este modifica o engajamento.</p>     <p>Considerando que aprender e ter sucesso na escola exige engajamento ativo e que o engajamento dos estudantes pode ser um aliado na preven&ccedil;&atilde;o de riscos psicossociais e ocupacionais aos quais os estudantes s&atilde;o expostos diariamente (Fredricks et al., 2004), os estudos sobre o engajamento escolar recobrem-se de grande import&acirc;ncia. Nesse sentido, mapear a produ&ccedil;&atilde;o sobre o engajamento escolar nos &uacute;ltimos anos &eacute; uma forma de detectar as &aacute;reas de maior e menor avan&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o ao tema, constituindo-se, desse modo, em importante contribui&ccedil;&atilde;o para pesquisas futuras sobre essa relevante tem&aacute;tica. Assim sendo, o objetivo geral desse estudo foi entender como o engajamento escolar vem sendo estudado nos &uacute;ltimos cinco anos. Como objetivos espec&iacute;ficos procurou-se detectar quais os delineamentos mais frequentemente empregados nos estudos, quais os instrumentos mais utilizados e quais dimens&otilde;es do constructo foram mais frequentemente mensuradas nas pesquisas. Para tal, realizou-se uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica sobre o tema engajamento escolar, buscando caracterizar a produ&ccedil;&atilde;o internacional e nacional conforme o aspecto metodol&oacute;gico, a tem&aacute;tica e a dimens&atilde;o do engajamento. Sendo assim, buscou-se fornecer um mapeamento acerca do engajamento escolar a fim de verificar se h&aacute; indicativos de crescimento nessa &aacute;rea de estudo e quais s&atilde;o as suas tend&ecirc;ncias.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. M&eacute;todo</b></p>     <p>Foi realizada uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura sobre engajamento escolar, por meio de buscas nas bases de dados SciELO, PsycINFO e ERIC, nos meses de fevereiro e mar&ccedil;o do ano de 2018. Para a busca, o campo palavras-chave foi preenchido com os descritores: &ldquo;engajamento escolar&rdquo;, &ldquo;school engagement&rdquo; e &ldquo;envolvimento escolar&rdquo;. Foram selecionados os estudos que atendiam aos seguintes crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: (a) artigos cujos descritores supracitados constavam no t&iacute;tulo, resumo ou palavras-chave; (b) estudos publicados na modalidade artigo cient&iacute;fico; e (c) no per&iacute;odo de 2014 a 2018. Como crit&eacute;rios de exclus&atilde;o: (a) artigos com foco em outros temas, (b) n&atilde;o dispon&iacute;veis na &iacute;ntegra e (c) repetidos nas bases de dados.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foram encontrados 410 estudos, sendo 233 pertencentes &agrave; base ERIC, 158 &agrave; PsycINFO e 19 &agrave; SciELO. Tendo como base a leitura do t&iacute;tulo, das palavras-chave e do resumo de cada estudo, 373 atenderam aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e 52 foram exclu&iacute;dos pelo fato de serem repetidos nas bases de dados. A partir da leitura dos artigos na &iacute;ntegra, 118 foram exclu&iacute;dos por n&atilde;o terem como foco o estudo do engajamento escolar dos alunos &ndash; como exemplo: estudos que se referiam ao envolvimento dos pais na escola (Gavidia-Payne et al., 2015; Rodriguez, & Elbaum, 2014). Dessa forma, a amostra final resultou em 203 artigos. A <a href="#f1">Figura 1</a> sumariza o processo de obten&ccedil;&atilde;o dos estudos analisados.</p>     <p>Ap&oacute;s a leitura, na &iacute;ntegra, dos 203 artigos da amostra foram criadas categorias anal&iacute;ticas dos temas que se basearam nas conclus&otilde;es essenciais das pesquisas, nos objetivos e nas palavras-chave dos estudos. As categorias de an&aacute;lise da literatura utilizadas foram: frequ&ecirc;ncia de artigos por ano e localidade; por tipos de estudo; amostra (segmento escolar e ano escolar); instrumentos de medida; tema e dimens&otilde;es do engajamento.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Resultados</b></p>     <p>De modo geral, nos anos de 2014 a 2018 observou-se leve crescimento na quantidade de publica&ccedil;&otilde;es, com pico de produ&ccedil;&otilde;es no ano de 2016 (n=47). Na Am&eacute;rica do Sul, apesar de poucos artigos, houve um aumento de estudos durante os anos de 2014 a 2018. J&aacute; na Am&eacute;rica do Norte, com a maior concentra&ccedil;&atilde;o dos estudos em rela&ccedil;&atilde;o aos outros continentes (n=88), houve um crescimento constante ao longo dos anos, conforme demonstrado na <a href="#t1">Tabela 1</a>. Destaca-se que houve somente uma produ&ccedil;&atilde;o durante os anos analisados na Am&eacute;rica Central, sendo esta de 2017. A &Aacute;sia e a Europa apresentaram certo crescimento de publica&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea at&eacute; 2016 e um leve decl&iacute;nio a partir de 2017. Foi observado um n&uacute;mero baixo de publica&ccedil;&otilde;es na Oceania, mas constantes ao longo dos anos. No Brasil n&atilde;o houve publica&ccedil;&atilde;o de artigos em 2014 e 2017 e o ano com mais publica&ccedil;&otilde;es foi o de 2018 (n=4).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos tipos de estudo, os correlacionais foram predominantes, com 164 artigos (81%) adotando este delineamento. Os estudos quasi-experimentais ocuparam o segundo lugar em frequ&ecirc;ncia, com 14 estudos. Com quatro artigos, as pesquisas psicom&eacute;tricas ficaram em terceiro lugar, conforme a <a href="#t2">Tabela 2</a>. Nota-se um n&uacute;mero bastante inferior de estudos quasi-experimentais e psicom&eacute;tricos em compara&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de estudos correlacionais.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t2"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13t2.jpg">     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>No que diz respeito &agrave; amostra, destacam-se o segmento escolar e ano escolar. Para a an&aacute;lise do segmento escolar observou-se a idade m&eacute;dia dos participantes nos estudos, sendo ent&atilde;o convertida a idade m&eacute;dia para as nomenclaturas dos segmentos educacionais do Brasil<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a>. Sendo assim, a predomin&acirc;ncia dos estudos foi no ensino fundamental, com mais da metade dos estudos neste segmento. Os anos finais do ensino fundamental, que compreendem do 6.&ordm; ao 9.&ordm; ano, foram os que concentraram a maioria dos estudos, como demonstrado na <a href="#t3">Tabela 3</a>. Outro ponto a se destacar &eacute; a baixa frequ&ecirc;ncia de estudos nos anos iniciais do ensino fundamental (1.&ordm; ano ao 5.&ordm; ano), sendo o 5.&ordm; ano o que tem o maior n&uacute;mero de estudos (n=17) desse segmento, conforme demonstrado na <a href="#f2">Figura 2</a>. J&aacute; nos anos finais do ensino fundamental, a diferen&ccedil;a na quantidade dos estudos entre o 6.&ordm; ano (n= 29) e o 7.&ordm; ano (n=51) foi significativa, evidenciando um maior interesse em investigar o engajamento escolar em alunos mais velhos.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t3"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13t3.jpg">     
<p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>No que se refere aos instrumentos de medida, foram encontradas 35 escalas, dentre elas 17 originais e 18 adaptadas. As escalas utilizadas com mais frequ&ecirc;ncia foram, respectivamente, &ldquo;School Engagement Scale&rdquo; (SES), de Fredricks, Blumenfeld, Friedel e Paris (2005) (n = 9), &ldquo;The School Engagement Instrument&rdquo; (SEI), de Appleton, Christenson, Kim, e Reschly (2006) (n=8), e &ldquo;Utrecht School Engagement Scale&rdquo; (UWES), de Schaufeli, Salanova, et al. (2002). A <a href="#t4">Tabela 4</a> mostra todas as escalas encontradas com as dimens&otilde;es analisadas e o segmento escolar em que foram aplicadas. Alguns estudos analisados utilizaram instrumentos que mediam outros constructos correlatos, como o estudo de Voisin, Elsaesser, Kim, Patel, e Cantara (2016), que fez uso de itens modificados da &ldquo;School Bonding Scale&rdquo; (Fleming et al., 2010) para mensurar o engajamento. Salienta-se que prevaleceram as escalas em que o p&uacute;blico-alvo era dos anos finais do ensino fundamental (n=24) e do ensino m&eacute;dio (n=19). A educa&ccedil;&atilde;o infantil foi a que obteve a menor frequ&ecirc;ncia de estudos com escala (n=2), sendo que uma das escalas foi utilizada para mensurar o engajamento na educa&ccedil;&atilde;o infantil at&eacute; ao ensino m&eacute;dio. Os anos iniciais do ensino fundamental e o ensino superior tamb&eacute;m apresentaram baixa frequ&ecirc;ncia de estudos com escala &ndash; quatro e tr&ecirc;s estudos, respectivamente. Das quatro escalas dos anos iniciais do ensino fundamental, tr&ecirc;s foram utilizadas para medir o constructo em outro segmento escolar al&eacute;m dos anos iniciais do ensino fundamental, o que tamb&eacute;m ocorreu com as escalas do ensino superior.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t4"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13t4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Devido &agrave; import&acirc;ncia de instrumentos de medida com dados psicom&eacute;tricos para o desenvolvimento de pesquisas na &aacute;rea, optou-se por destacar e descrever a seguir as tr&ecirc;s escalas mais frequentemente utilizadas nos estudos inclu&iacute;dos nessa revis&atilde;o sistem&aacute;tica. A escala mais utilizada foi a SES, de Fredricks et al. (2005). Essa escala de 19 itens avalia o engajamento cognitivo, comportamental e emocional em alunos do ensino fundamental. Em sua constru&ccedil;&atilde;o foram extra&iacute;dos itens de outros instrumentos que avaliam o engajamento e redigidos novos itens em escala Likert de 1 a 5 (<i>1 = never, 5 = all of the time; or 1 = not at all true, 5 = very true</i>; 1 = nunca, 5 = o tempo todo; ou 1 = nada verdadeiro, 5 = muito verdadeiro). A dimens&atilde;o comportamental foi composta por cinco itens (por exemplo, &ldquo;<i>I follow the rules at school</i>&rdquo;; &ldquo;Eu sigo as regras da escola&rdquo;), a dimens&atilde;o emocional foi constitu&iacute;da por seis itens (por exemplo, &ldquo;<i>I like being at school</i>&rdquo;; &ldquo;Eu gosto de estar na escola&rdquo;) e a dimens&atilde;o cognitiva por oito itens (por exemplo, <i>&ldquo;Icheck my schoolwork for mistakes</i>&rdquo;; &ldquo;Eu verifico minhas tarefas escolares &agrave; procura de erros&rdquo;). A valida&ccedil;&atilde;o da escala contou com duas ondas, sendo que houve modifica&ccedil;&otilde;es nos itens de engajamento cognitivo na segunda onda devido &agrave; baixa confiabilidade apresentada. Na primeira onda participaram 661 crian&ccedil;as (238 alunos do 4.&ordm; ano, 205 do 5.&ordm; ano e 218 do 6.&ordm; ano) e na segunda 294 (151 do 5.&ordm; ano e 143 do 6.&ordm; ano). Na segunda onda, o 4.&ordm; ano n&atilde;o foi inclu&iacute;do na amostra, pois segundo Fredricks et al. (2005) a n&atilde;o inclus&atilde;o deste ano no estudo aumentaria o &iacute;ndice de confiabilidade dos itens de engajamento cognitivo. Al&eacute;m do engajamento, o estudo incluiu medidas de percep&ccedil;&atilde;o do contexto social (apoio do professor e apoio de pares), percep&ccedil;&atilde;o do contexto acad&ecirc;mico (desafio da tarefa e orienta&ccedil;&atilde;o para o trabalho), compet&ecirc;ncia, valor e apego escolar. Ressalta-se que juntamente com a escala do engajamento dos alunos foi administrada uma escala de engajamento preenchida pelos professores com os itens inspirados na escala dos alunos. As correla&ccedil;&otilde;es entre engajamento e medidas de apego e valor escolar foram significativas, sendo moderadamente correlacionados os tipos de engajamento com o apego escolar (<i>r</i>= .44 a .57) e correlacionados de forma mais fraca com a percep&ccedil;&atilde;o do valor da escola (<i>r</i>= .26 a .32). Os relatos do engajamento escolar dos alunos foram mais fortemente correlacionados com os relatos de comportamento dos professores (<i>r</i>= .29 a .43) do que com as percep&ccedil;&otilde;es de emo&ccedil;&atilde;o dos professores (<i>r</i>= .15 a .20). A an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria demonstrou tr&ecirc;s fatores e uma consist&ecirc;ncia interna variando de .77 (&lsquo;engajamento comportamental&rsquo;) a .86 (&lsquo;engajamento emocional&rsquo;).</p>     <p>A segunda escala mais utilizada foi aSEI, de Appleton et al. (2006). Essa escala de autorrelato mede o engajamento cognitivo/psicol&oacute;gico dos estudantes. Validada com uma amostra de 1931alunos do 9.&ordm; ano.O instrumento-piloto foi constru&iacute;do com base em uma revis&atilde;o de literatura, cujos descritores foram: engajamento, participa&ccedil;&atilde;o, identifica&ccedil;&atilde;o com a escola, autorregula&ccedil;&atilde;o, engajamento acad&ecirc;mico, engajamento comportamental, engajamento cognitivo e engajamento psicol&oacute;gico. O instrumento-piloto foi aplicado em 31 alunos do 8.&ordm; ano para avaliar a clareza, a compreens&atilde;o e a relev&acirc;nciapercebida dos itens. A vers&atilde;o-piloto do SEI continha 30 itens destinados a medir os n&iacute;veis de engajamento cognitivo (por exemplo, relev&acirc;ncia percebida da escola) e 26 itens destinados a examinar o envolvimento psicol&oacute;gico (por exemplo, conex&atilde;o percebida com outros na escola). Seis itens reversos foram posicionados intermitentemente aos outros itens. Ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o da escala nos estudantes, foi realizada an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria e os itens com carga fatorial inferior a .40 foram exclu&iacute;dos. Foi realizada uma an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria em que o modelo de cinco e o de seis fatores se aproximaram da faixa de ajuste aceit&aacute;vel, enquanto que o modelo de quatro fatores se diferiu substancialmente. Para determinar o melhor ajuste entre os modelos de cinco e seis fatores, as estat&iacute;sticas de mudan&ccedil;a foram consultadas. O teste da diferen&ccedil;a do qui-quadrado foi significante, sugerindo a import&acirc;ncia do sexto fator. Os seis fatores encontrados e as respectivas confiabilidades dos itens foram: Fator 1 (&lsquo;Relacionamentos Professor-Aluno&rsquo;, a = .88), Fator 2 (&lsquo;Controle e Relev&acirc;ncia do Trabalho Escolar&rsquo;, a = .80), Fator 3 (&lsquo;Apoio dos Pares para Aprendizagem&rsquo;, a = .82), Fator 4 (&lsquo;Aspira&ccedil;&otilde;es e Metas Futuras&rsquo;, a = .78), Fator 5 (&lsquo;Apoio da Fam&iacute;lia para Aprendizagem&rsquo;, a = .76) e Fator 6 (&lsquo;Extr&iacute;nsecos Motiva&ccedil;&atilde;o&rsquo;, a = .72).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por fim, outra escala utilizada foi a UWES, de Schaufeli, Salanova, et al. (2002). Composta de 24 itens, inicialmente projetada para o contexto de trabalho, essa escala foi adaptada para o contexto escolar. Para isto foi utilizada uma amostra de 1661 estudantes universit&aacute;rios de tr&ecirc;s pa&iacute;ses: Espanha (n = 623), Portugal (n = 727) e Holanda (n = 311). Os itens da UWES que se referem ao trabalho foram substitu&iacute;dos por itens relacionados a estudos ou a aulas. Dessa forma, a escala contou com 17 itens que foram divididos em tr&ecirc;s subescalas: &lsquo;Vigor&rsquo; (seis itens; como exemplo: &ldquo;<i>When I study, I feel like I am bursting with energy</i>&rdquo;; &ldquo;Quando eu estudo, sinto que estou cheio de energia&rdquo;), &lsquo;Dedica&ccedil;&atilde;o&rsquo; (cinco itens; por exemplo, &ldquo;<i>I find my studies to be full of meaning and purpose</i>&rdquo;; &ldquo;Eu acho que meus estudos s&atilde;o cheios de significado e prop&oacute;sito&rdquo;) e &lsquo;Absor&ccedil;&atilde;o&rsquo; (seis itens; por exemplo, &ldquo;<i>Time flies when I&rsquo;m studying</i>&rdquo;; &ldquo;O tempo voa quando eu estou estudando&rdquo;). A escala &eacute; do tipo Likert de 7 pontos (<i>0 (never) to 6 (always)</i>; 0 (nunca) at&eacute; 6 (sempre)). A confiabilidade da escala foi analisada por meio da an&aacute;lise da consist&ecirc;ncia interna utilizando o coeficiente de confiabilidade<i>alfa</i>de<i>Cronbach</i>, e a validade por meio de an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria na qual foram testados os modelos de tr&ecirc;s e de um fator, al&eacute;m da rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento e o<i>burnout</i>. A consist&ecirc;ncia interna para cada subescala foi a seguinte: &lsquo;vigor&rsquo; (a = .87), &lsquo;dedica&ccedil;&atilde;o&rsquo; (a = .85) e &lsquo;absor&ccedil;&atilde;o&rsquo; (a = .92). Os &iacute;ndices de ajuste do modelo de tr&ecirc;s fatores foram melhores do que o de um fator. A escala de engajamento e a escala de<i>burnout</i>foram negativamente correlacionadas, demonstrando que os constructos diferem entre si.</p>     <p>Outro assunto de interesse s&atilde;o os temas mais investigados nos estudos. A partir da leitura dos artigos foram criadas 36 categorias tem&aacute;ticas. Vale destacar que 40% dos estudos foram classificados em dois temas: i) suporte dos pais, professores e pares (n=61), como ocorre em Portilla et al. (2014), que investigaram a rela&ccedil;&atilde;o entre a autorregula&ccedil;&atilde;o, a qualidade do relacionamento professor-crian&ccedil;a e o engajamento escolar na previs&atilde;o da compet&ecirc;ncia acad&ecirc;mica; ii) sa&uacute;de mental (n=20), como em Marques, Lopez, Fontaine, Coimbra, e Mitchell (2015), que avaliaram a rela&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida durante a inf&acirc;ncia, os problemas de sa&uacute;de mental e o engajamento escolar. Na <a href="#t5">Tabela 5</a> encontram-se os temas que obtiveram as maiores frequ&ecirc;ncias e suas descri&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t5"></a> <img src="/img/revistas/rpe/v33n1/33n1a13t5.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s dimens&otilde;es do engajamento escolar, foram 186 os estudos que as relataram. Dentre eles, 67% consideraram o constructo tridimensional (n=126). Salienta-se que a concep&ccedil;&atilde;o tripartite constitu&iacute;da por engajamento cognitivo, engajamento comportamental e engajamento emocional foi a que, dentre os 126 estudos, obteve a frequ&ecirc;ncia mais alta (n=112). A segunda com maior frequ&ecirc;ncia nos 186 estudos foi a concep&ccedil;&atilde;o do engajamento com uma s&oacute; dimens&atilde;o (n=13), e a concep&ccedil;&atilde;o quadridimensional teve a terceira maior frequ&ecirc;ncia (n=12). Estes dados revelam a principal postura cient&iacute;fica da &aacute;rea do engajamento escolar: predom&iacute;nio em abordar o engajamento como um constructo multidimensional, definido pelas dimens&otilde;es cognitiva, emocional e comportamental.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Discuss&atilde;o</b></p>     <p>A partir desta revis&atilde;o foi poss&iacute;vel observar que as publica&ccedil;&otilde;es referentes ao engajamento escolar t&ecirc;m sofrido um leve crescimento ao longo dos anos, levando-se ao entendimento de que o engajamento &eacute; um tema particularmente interessante para aqueles que buscam estudar o contexto escolar. No Brasil, o estudo sobre o tema ainda &eacute; incipiente, visto que foram encontrados nessa revis&atilde;o apenas sete artigos sobre o tema compreendendo os anos de 2014 a 2018 (Coelho & Dell&rsquo;Aglio, 2018; Fons&ecirc;ca et al., 2016; Rodrigues & Nascimento, 2016; Silveira & Justi, 2018; Stelko-Pereira & Williams, 2016; Valle et al., 2018; Valle et al., 2015), o que evidencia uma baixa frequ&ecirc;ncia de publica&ccedil;&atilde;o sobre o tema. Torna-se dif&iacute;cil compreender isto, visto que o constructo &eacute; tratado na literatura como um dos melhores preditores do abandono escolar (p. ex., Fredricks et al., 2004; Lovelace et al., 2018) e tamb&eacute;m &eacute; importante para o sucesso escolar (p. ex., Baker et al., 2018). &Eacute; poss&iacute;vel que esse pequeno n&uacute;mero de estudos sobre o tema no Brasil se deva ao n&uacute;mero reduzido de instrumentos para avaliar o engajamento escolar desenvolvidos ou adaptados ao contexto brasileiro. De fato, foi encontrado, nessa revis&atilde;o, somente o estudo de Silveira e Justi (2018), dos sete estudos citados. Os autores referidos adaptaram um instrumento de medida para avaliar o engajamento escolar; apesar de a escala <i>Brazilian Delaware Student Engagement Scale- Brazilian/DSES</i> (Holst et al., 2016) ter sido utilizada na pesquisa de Coelho e Dell&rsquo;Aglio (2018) como instrumento de medida, o estudo de adapta&ccedil;&atilde;o dessa escala n&atilde;o foi encontrado, durante essa revis&atilde;o, dentro das bases de dados contempladas. Tendo em vista o panorama internacional, em especial a Am&eacute;rica do Norte e a Europa, percebe-se consider&aacute;vel diferen&ccedil;a no que se refere ao n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao Brasil. Al&eacute;m de isso indicar um maior avan&ccedil;o na pesquisa acerca do tema, j&aacute; que existem nesses pa&iacute;ses instrumentos com dados psicom&eacute;tricos desenvolvidos h&aacute; mais tempo (como, p. ex., a SES, de Fredricks et al. (2005), a SEI, de Appleton et al. (2006) e a UWES, de Schaufeli, Salanova et al. (2002); Veiga, 2013), tamb&eacute;m h&aacute; que se destacar que existem programas que incentivam e procuram avaliar o engajamento escolar em larga escala, como &eacute; o caso do National Center for School Engagement (NCSE) nos Estados Unidos, que colabora com distritos escolares, ag&ecirc;ncias de aplica&ccedil;&atilde;o da lei, tribunais e ag&ecirc;ncias estaduais e federais promovendo o engajamento em estudantes e fomentando pesquisas em rela&ccedil;&atilde;o ao engajamento escolar dos alunos.</p>     <p>No que se refere&agrave; amostra, os estudos encontrados nessa revis&atilde;o sistem&aacute;tica se concentraram nos anos finais do ensino fundamental (n=110), seguido do ensino m&eacute;dio (n=78), sendo que alguns estudos (n=44) contemplaram ambos os segmentos. Acredita-se que a escolha de pesquisar o engajamento escolar em crian&ccedil;as mais velhas e adolescentes pode ser explicada pelo pr&oacute;prio motivo que deu origem ao engajamento escolar: a preven&ccedil;&atilde;o do abandono da escola acrescido do recente interesse na rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento e o desempenho acad&ecirc;mico. &Eacute; na faixa et&aacute;ria que contempla os anos finais do ensino fundamental e ensino m&eacute;dio (12-18 anos) que a preocupa&ccedil;&atilde;o com o desempenho acad&ecirc;mico se intensifica e h&aacute; o aumento do abandono escolar (Upadyaya & Salmela-Aro, 2013). Al&eacute;m disso,&eacute; not&oacute;rio que a maioria dos estudos dessa revis&atilde;o sistem&aacute;tica &eacute; correlacional (n=182). Esse fato pode indicar que os pesquisadores ainda n&atilde;o t&ecirc;m clareza de como intervir diretamente no engajamento escolar de forma a planejar estudos experimentais ou quasi-experimentais.No entanto, embora seja compreens&iacute;vel, pelos motivos discutidos acima, que a maioria das pesquisas desenvolvidas sejam correlacionais e com crian&ccedil;as mais velhas, essa conjun&ccedil;&atilde;o de fatores culmina em s&eacute;rios problemas quando os pesquisadores fazem infer&ecirc;ncias sobre a dire&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento escolar e o desempenho acad&ecirc;mico. Uma ilustra&ccedil;&atilde;o dessa situa&ccedil;&atilde;o pode ser obtida pela discuss&atilde;o dos estudos sobre engajamento escolar e leitura (p. ex., Choet al., 2018; Guo et al., 2015; Kim et al., 2017; Zhao et al., 2019).</p>     <p>Em um estudo publicado recentemente, Cho et al. (2018) investigaram a rela&ccedil;&atilde;o entre motiva&ccedil;&atilde;o (<i>mindset</i>), engajamento (engajamentos comportamental, cognitivo e emocional, que foram derivados de escalas de compet&ecirc;ncia acad&ecirc;mica e de autoconceito) e compreens&atilde;o de leitura em alunos com dificuldade de leitura do 4.&ordm; e 5.&ordm; anos escolares nos Estados Unidos (crian&ccedil;as de 10 e 11 anos). Os autores supracitados observaram que mesmo ap&oacute;s o controle da habilidade de decodifica&ccedil;&atilde;o e do vocabul&aacute;rio, o engajamento emocional contribuiu para a compreens&atilde;o de leitura e mediou a rela&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o (<i>mindset</i>) com a compreens&atilde;o. Apesar de n&atilde;o ser um estudo longitudinal, Cho et al. (2018) assumiram que foi o engajamento emocional que contribuiu para a compreens&atilde;o e n&atilde;o o contr&aacute;rio. O mesmo tipo de infer&ecirc;ncia pode ser notada no estudo de Zhao et al. (2019) que avaliou a rela&ccedil;&atilde;o entre suporte dos professores (percep&ccedil;&atilde;o dos estudantes), autoconceito acad&ecirc;mico (escala de autorrelato), interesse na leitura (derivado de itens do PISA) e engajamento na leitura (derivado de itens do PISA) em crian&ccedil;as de 8 a 13 anos. Observou-se no estudo queo suporte dos professores teve um efeito no interesse na leitura que foi mediado pelo autoconceito acad&ecirc;mico. Apesar de n&atilde;o avaliarem diretamente o desempenho em leitura (precis&atilde;o, flu&ecirc;ncia e compreens&atilde;o de leitura), os autores inferiram que o suporte percebido dos professores leva a um maior engajamento e que isso levaria a uma melhor leitura. No entanto, por se tratar de um estudo transversal, esse tipo de infer&ecirc;ncia &eacute; dif&iacute;cil de se sustentar, j&aacute; que &eacute; logicamente poss&iacute;vel imaginar o oposto, que o desempenho leva a um maior engajamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para melhor entender a rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento e desempenho acad&ecirc;mico faz-se necess&aacute;rio cada vez mais estudos longitudinais, experimentais e quasi-experimentais. Nesse sentido, dois estudos que podem contribuir para o debate s&atilde;o os deGuo et al. (2015) e Kim et al. (2017). Kim et al. (2017) desenvolveram um estudo de interven&ccedil;&atilde;o com estudantes americanos do 6.&ordm; ao 8.&ordm; anos com dificuldade de leitura. O grupo experimental participou de um programa suplementar para desenvolver a leitura que envolvia t&eacute;cnicas para melhorar a decodifica&ccedil;&atilde;o, o vocabul&aacute;rio, a compreens&atilde;o e o engajamento em leitura. Nos resultados observou-se que os estudantes com maior engajamento comportamental apresentaram maiores efeitos do treinamento e que os engajamentos emocional e cognitivo contribu&iacute;ram para explicar a vari&acirc;ncia adicional nos dados. Por ser um estudo experimental, o estudo de Kim et al. (2017) representa um avan&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o a outros estudos que fazem infer&ecirc;ncias sobre a dire&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento e desempenho. No entanto, um dos problemas desse estudo &eacute; que, como a interven&ccedil;&atilde;o se focou em diversos fatores (decodifica&ccedil;&atilde;o, vocabul&aacute;rio, compreens&atilde;o, etc.) e n&atilde;o apenas no engajamento em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; leitura, a exist&ecirc;ncia de um efeito da interven&ccedil;&atilde;o n&atilde;o constitui evid&ecirc;ncia inequ&iacute;voca de um efeito do engajamento sobre o desempenho. Por fim, dificultando ainda mais a ideia de uma rela&ccedil;&atilde;o un&iacute;voca na qual o engajamento leva a um melhor desempenho em leitura. &Eacute; importante considerar que, em um estudo longitudinal, Guo et al. (2015) desenvolveram an&aacute;lises de correla&ccedil;&atilde;o com defasagem cruzada entre o desempenho em leitura e o engajamento comportamental em um grupo de crian&ccedil;as, incluindo os 1.&ordm; e 3.&ordm; anos da escola elementar e depois o 3.&ordm; e 5.&ordm; anos. Nas an&aacute;lises realizadas por Guo et al. (2015), observou-se que foi a habilidade de leitura que predisse o engajamento comportamental e n&atilde;o o contr&aacute;rio, em ambos os per&iacute;odos de tempo considerados, resultado esse que se contrap&otilde;e &agrave; interpreta&ccedil;&atilde;o observada nos outros estudos da rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento e desempenho (Cho et al., 2018; Kim et al., 2017; Zhao et al., 2019).</p>     <p>Por fim, &eacute; importante considerar que o objetivo de se discutir a rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento escolar e desempenho em leitura n&atilde;o foi criticar alguns desses estudos em particular, mas sim ilustrar com mais detalhes um problema potencial na &aacute;rea que se detectou na presente revis&atilde;o sistem&aacute;tica. Esse problema decorre de um n&uacute;mero grande de estudos correlacionais/transversais desenvolvidos com crian&ccedil;as em etapas j&aacute; avan&ccedil;adasda vida escolar (como o final do ensino fundamental e o ensino m&eacute;dio), em que se infere, muitas vezes, uma rela&ccedil;&atilde;o direta do engajamento escolar para o desempenho acad&ecirc;mico. No entanto, ao se considerar, em pormenor, os estudos que avaliaram a rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento e desempenho em leitura, percebe-se que muitas vezes essa infer&ecirc;ncia &eacute; dif&iacute;cil de se sustentar, por mais intuitiva que possa parecer em uma primeira an&aacute;lise. Al&eacute;m disso, como pontuam Justi et al. (2019), &eacute; importante considerar que &eacute; poss&iacute;vel que a rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento escolar e o desempenho acad&ecirc;mico mude ao longo do tempo. Nos anos iniciais, quando as habilidades elementares de leitura est&atilde;o sendo estabelecidas, &eacute; poss&iacute;vel que a rela&ccedil;&atilde;o seja do desempenho em leitura para o engajamento (como, p. ex., no estudo de Guo et al., 2015), mas, nos anos mais avan&ccedil;ados, com a automatiza&ccedil;&atilde;o plena das habilidades elementares de leitura, que a rela&ccedil;&atilde;o passe a ser do engajamento para o desempenho (como, p. ex., no estudo de Kim et al., 2017). &Eacute; importante enfatizar que as pesquisas sobre o engajamento escolar pretendem avan&ccedil;ar no estudo da rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento e desempenho; &eacute; importante que o n&uacute;mero de estudos longitudinais e experimentais sobre a tem&aacute;tica aumente consideravelmente e que, al&eacute;m disso, mais pesquisas sejam desenvolvidas sobre o engajamento escolar em crian&ccedil;as nos anos iniciais de escolariza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Outro ponto que merece destaque nessa revis&atilde;o s&atilde;o os instrumentos utilizados para se avaliar o engajamento escolar. Das 35 escalas encontradas nessa revis&atilde;o sistem&aacute;tica, 34 eram de autorrelato. Um dos motivos para tal fato &eacute; que a maioria das escalas &eacute; para alunos dos anos finais do ensino fundamental e do ensino m&eacute;dio que s&atilde;o capazes de preench&ecirc;-las sem muitas dificuldades. Ao mesmo tempo em que esse fato explica a concentra&ccedil;&atilde;o de estudos nessa faixa et&aacute;ria, conforme discutido acima, isso leva a limita&ccedil;&otilde;es no estudo longitudinal da rela&ccedil;&atilde;o entre engajamento e desempenho, sendo necess&aacute;rio que sejam desenvolvidos instrumentos que n&atilde;o envolvam autorrelato por serem mais f&aacute;ceis de se aplicar em crian&ccedil;as mais novas. Al&eacute;m disso, sobre as escalas de engajamento &eacute; importante destacar que aproximadamente 43% dos estudos (n=88) utilizaram escalas que avaliam constructos correlatos para mensurar o engajamento escolar. Como exemplo, cita-se a pesquisa de Wang et al. (2015), que utilizou a &ldquo;School Value Scale&rdquo; (Eccles et al., 1993) para mensurar o engajamento emocional, e os estudos de Voisin et al. (2017) e de Buhs et al. (2018), que utilizaram a &ldquo;School Bonding Scale&rdquo; para avaliar o engajamento dos alunos. Conforme destacam Hazel et al. (2014), as escalas de engajamento t&ecirc;m sido criticadas por incluir correlatos de engajamento como facilitadores ambientais (atitude dos pares, supervis&atilde;o parental) e indicadores do engajamento (conclus&atilde;o de disciplina e compet&ecirc;ncias acad&ecirc;micas). Os constructos correlatos ao engajamento escolar e a justaposi&ccedil;&atilde;o de termos relacionados, que podem ou n&atilde;o compartilhar o mesmo significado, ainda s&atilde;o um desafio para a pesquisa na &aacute;rea. Alguns termos, como &ldquo;school bonding&rdquo;, &ldquo;school attachment&rdquo;, &ldquo;school commitment&rdquo; e &ldquo;motivation&rdquo;, j&aacute; foram reconhecidos e relatados na literatura sobre o engajamento escolar (Jimerson et al., 2003); no entanto, a diferencia&ccedil;&atilde;o deles e a sua preemin&ecirc;ncia ainda n&atilde;o foram amplamente destacadas pela literatura atual. Esfor&ccedil;os para contrastar os constructos correlatos s&atilde;o encontrados em estudos como o de Martin et al. (2017), que buscou diferenciar a motiva&ccedil;&atilde;o do engajamento. A motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; um constructo frequentemente associado ao engajamento devido a este ser visto como um mediador entre a motiva&ccedil;&atilde;o e o desempenho escolar (Reeve, 2012). O estudo de Martin et al. (2017) encontrou evid&ecirc;ncias de que existe um relacionamento c&iacute;clico entre motiva&ccedil;&atilde;o e engajamento, sendo a motiva&ccedil;&atilde;o um fator impulsionador para um engajamento subsequente, e este, por sua vez, tamb&eacute;m age como um catalisador da motiva&ccedil;&atilde;o futura. Dessa forma, entender as semelhan&ccedil;as e diferen&ccedil;as entre os constructos correlatos ao engajamento &eacute; crucial para o avan&ccedil;o na &aacute;rea.</p>     <p>No que diz respeito &agrave; tem&aacute;tica dos estudos, 30% deles s&atilde;o relativos ao tema suporte dos pais, professores e pares. Tal preval&ecirc;ncia est&aacute; em conson&acirc;ncia com os estudos da &uacute;ltima d&eacute;cada, como ressaltam Veiga et al. (2012). Essas publica&ccedil;&otilde;es apontam para uma preocupa&ccedil;&atilde;o dos pesquisadores em compreender como as vari&aacute;veis contextuais operam no engajamento (De Laet et al., 2015; Furlong & Christenson, 2008; Konold et al., 2018; Lam et al., 2012; Yang et al., 2017), pois ao entender o contexto &eacute; poss&iacute;vel criar programas de interven&ccedil;&atilde;o para desenvolver o engajamento. Como vari&aacute;veis contextuais podemos relatar o formato do curr&iacute;culo escolar e a supervis&atilde;o dos pais (Hazel et al., 2014), as atitudes dos pares, no sentido de refor&ccedil;ar ou repelir comportamentos, e a rela&ccedil;&atilde;o dos alunos com os professores, bem como a forma instrucional que estes adotam (Ryan et al., 2019). As interven&ccedil;&otilde;es para o fomento do engajamento t&ecirc;m sido direcionadas para as vari&aacute;veis contextuais, como o Programa de Aprendizagem Socioemocional (<i>Social-Emotional Learning Programs</i>- SEL), que visa a socializa&ccedil;&atilde;o positiva e o apoio social (Ryan et al., 2019).</p>     <p>O segundo tema mais encontrado foi sa&uacute;de mental, em 10% dos estudos. As publica&ccedil;&otilde;es nessa &aacute;rea seguem a linha da Psicologia Positiva e pesquisas t&ecirc;m indicado o engajamento escolar como um potencial fator de prote&ccedil;&atilde;o contra comportamentos psicossociais negativos, como uso de drogas, &aacute;lcool e comportamento agressivo; tamb&eacute;m relacionam maior grau de engajamento a resultados de altos n&iacute;veis de bem-estar e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Carter et al., 2007). Alguns temas apresentaram um n&uacute;mero reduzido de pesquisas, tais como g&ecirc;nero e LGBT, <i>bullying</i>, e necessidades educativas especiais, o que revela que este ainda &eacute; um campo f&eacute;rtil de pesquisa, dada a complexidade do constructo, que tangencia diversos assuntos de interesse dos pesquisadoresdas &aacute;reas de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia.</p>     <p>Por fim, percebe-se que somente 48 estudos analisados foram realizados fora do eixo Am&eacute;rica do Norte/Europa, evidenciando que o campo de estudo desse constructo &eacute; amplamente pesquisado em pa&iacute;ses desenvolvidos e que a preocupa&ccedil;&atilde;o com a mensura&ccedil;&atilde;o do constructo &eacute; recorrente nesses locais. Estudos em outros continentes e culturas s&atilde;o importantes porque o engajamento escolar pode ser diferentemente impactado conforme o contexto. Por exemplo, no estudo de Bear et al. (2018) analisou-se a rela&ccedil;&atilde;o entre a percep&ccedil;&atilde;o do clima escolar e o engajamento em estudantes americanos e chineses. Os pesquisadores observaram que embora os estudantes chineses tendessem a perceber o clima escolar de suas escolas como mais positivo, apenas no caso dos estudantes americanos houve rela&ccedil;&atilde;o entre clima escolar e engajamento. Al&eacute;m disso, outro fator a se considerar &eacute; o estudo do engajamento escolar em pa&iacute;ses pobres. Yang et al. (2018) observaram que em fam&iacute;lias com dificuldades materiais o engajamento escolar foi um mediador do &iacute;ndice de repet&ecirc;ncia escolar e argumentaram que &eacute; importante ter interven&ccedil;&otilde;es para popula&ccedil;&otilde;es de baixa renda que considerem tanto aux&iacute;lios em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pobreza material, quanto tentativas de aumentar o engajamento escolar nessas popula&ccedil;&otilde;es. Assim sendo, estudos em diferentes pa&iacute;ses e culturas tornam-se relevantes, pois nem sempre as rela&ccedil;&otilde;es entre o engajamento escolar e outras vari&aacute;veis s&atilde;o as mesmas em diferentes culturas e contextos socioecon&ocirc;micos.</p>     <p>Pode-se dizer que a presente revis&atilde;o sistem&aacute;tica, aomapear a produ&ccedil;&atilde;o sobre o engajamento escolar nos &uacute;ltimos anos, contribui para a detec&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de maior avan&ccedil;o nas pesquisas e ajuda na sugest&atilde;o de estudos futuros. Por exemplo, &eacute; not&oacute;rio o grande volume de estudos sobre o engajamento escolar em pa&iacute;ses desenvolvidos; no entanto, ainda s&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos em culturas diferentes e em pa&iacute;ses pobres para avaliar se as rela&ccedil;&otilde;es entre o engajamento escolar, o desempenho e o abandono escolar s&atilde;o as mesmas nesses pa&iacute;ses. Al&eacute;m disso, como pontuado acima, &eacute; importante que se desenvolvam instrumentos para avaliar o engajamento nos anos iniciais do ensino fundamental e estudos com crian&ccedil;as dessa faixa et&aacute;ria para que se possa compreender melhor a rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento e o desempenho escolar ao longo do tempo. Por fim, o pequeno n&uacute;mero de estudos experimentais e quasi-experimentais indica a necessidade de mais estudos com estes delineamentos devido &agrave; sua import&acirc;ncia para a avalia&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es que visem melhorar o engajamento escolar.</p>     <p>Uma limita&ccedil;&atilde;o do presente estudo &eacute; referente ao crit&eacute;rio de inclus&atilde;o. Admitiram-se publica&ccedil;&otilde;es na modalidade artigo cient&iacute;fico, n&atilde;o incluindo teses, disserta&ccedil;&otilde;es e relatos de pesquisas em congressos. Apesar dessa restri&ccedil;&atilde;o, acredita-se que a n&atilde;o inclus&atilde;o desses demais g&ecirc;neros n&atilde;o enviesa os resultados dessa revis&atilde;o sistem&aacute;tica porque, geralmente, teses, disserta&ccedil;&otilde;es e trabalhos apresentados em congressos tendem a ser publicados posteriormente como artigos em revistas cient&iacute;ficas. Outra limita&ccedil;&atilde;o refere-se &agrave; necessidade de unir uma diversidade de temas em categorias anal&iacute;ticas, como suporte dos pais, pares e professores. A tarefa de juntar as vari&aacute;veis em categorias anal&iacute;ticas fez-se necess&aacute;ria devido ao amplo n&uacute;mero de temas investigados e associados ao engajamento escolar. No entanto, a fim de analisar os temas que constituem determinada categoria anal&iacute;tica e sua rela&ccedil;&atilde;o com o engajamento, seria necess&aacute;rio desmembrar as categorias anal&iacute;ticas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas o conceito e a dimensionalidade do engajamento eram foco de discuss&atilde;o nos estudos sobre engajamento escolar (Christenson et al., 2012). Apesar de ser necess&aacute;ria a discuss&atilde;o a respeito de modelos te&oacute;ricos do engajamento, o interesse em aspectos contextuais e individuais do constructo foi recorrente nessa revis&atilde;o sistem&aacute;tica. Ressalta-se que um dos aspectos contextuais mais estudados atualmente refere-se ao suporte dos pais, professores e pares (De Laet et al., 2015;Portilla et al., 2014; Zeldin et al., 2018), sendo estes importantes componentes para mudan&ccedil;as no contexto e no engajamento escolar, uma vez que o engajamento &eacute; responsivo ao contexto (Konold et al., 2018).</p>     <p>O foco recente do engajamento escolar &eacute; o entendimento da rela&ccedil;&atilde;o desse constructo com o desempenho acad&ecirc;mico. Uma boa parte dos estudos que avaliam essa rela&ccedil;&atilde;o s&atilde;o realizados com crian&ccedil;as mais velhas e adolescentes e somente um n&uacute;mero reduzido de artigos analisaram o engajamento em crian&ccedil;as mais novas, de 7 a 12 anos (p. ex., Leonard & Gudi&ntilde;o, 2016; Orkibi & Tuaf, 2017). A baixa frequ&ecirc;ncia surpreende, uma vez que o constructo &eacute; tido como uma ferramenta para modificar o contexto escolar e a inf&acirc;ncia &eacute; vista como um per&iacute;odo sens&iacute;vel para a aquisi&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos escolares positivos (rotina de estudo, ades&atilde;o &agrave;s regras, estrat&eacute;gias de aprendizagem) que podem afetar o desempenho acad&ecirc;mico.</p>     <p>Os resultados dessa revis&atilde;o apresentam um panorama do constructo nos &uacute;ltimos cinco anos, demonstrando aumento de estudos na &aacute;rea que abarca diversos temas. Acrescenta-se a necessidade de mais estudos experimentais e quasi-experimentais, pois estes s&atilde;o importantes para avaliar o sucesso de interven&ccedil;&otilde;es que visem melhorar o engajamento escolar.</p>     <p>Por fim, considerando-se o contexto brasileiro, percebe-se escassez de estudos sobre o tema, sendo de suma import&acirc;ncia o desenvolvimento de instrumentos para avaliar o engajamento, bem como estudos que avaliem a rela&ccedil;&atilde;o entre o engajamento escolar e outras vari&aacute;veis pertinentes ao contexto escolar considerando a realidade brasileira e internacional.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Appleton, J. J., Christenson, S. L., & Furlong, M. J. (2008). Student engagement with school: Critical conceptual and methodological issues of the construct. <i>Psychology in the Schools, 45</i> (5), 369-386. <a href=http://dx.doi.org/10.1002/pits.20303  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/pits.20303" </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781450&pid=S0871-9187202000010001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Appleton, J. J., Christenson, S. L., Kim, D., & Reschly, A. L. (2006). Measuring cognitive and psychological engagement: Validation of the student engagement instrument. <i>Journal of School Psychology, 44</i> (5), 427-445. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2006.04.002  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2006.04.002 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781451&pid=S0871-9187202000010001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Arastaman, G. (2006). <i>Ankaraili lise birinci sinif &ouml;grencilerinin okula baglilik durumlarina iliskin &ouml;grenci</i>, <i>&ouml;gretmen ve y&ouml;neticilerin g&ouml;r&uuml;sleri</i> (Yayinlanmamis Y&uuml;ksek Lisans Tezi). Ankara &Uuml;niversitesi, Ankara, Turkey.</p>     <!-- ref --><p>Awang-Hashim, R., Azlina, H., & Sani, A. M. (2008). A confirmatory factor analysis of a newly integrated multidimensional school engagement scale. <i>Malaysian Journal of Learning & Instruction, 5,</i> 21-40. <a href=http://dx.doi.org/10.32890/mjli2008.5.0.7595  target="_blank">http://dx.doi.org/10.32890/mjli2008.5.0.7595 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781453&pid=S0871-9187202000010001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baker, S. K., Nelson, N. J., Stoolmiller, M., Paine, P. K., Turtura, J., Crone, D., & Fien, H. (2018). Intervening with struggling readers in seventh grade: Impact evidence from six school districts. <i>Journal of Research on Educational Effectiveness, 11</i> (4), 479-506. <a href=http://dx.doi.org/10.1080/19345747.2018.1472357  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/19345747.2018.1472357 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781454&pid=S0871-9187202000010001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bear, G. G., Yang, C., Chen, D., He, X., Xie, J.-S., & Huang, X. (2018). Differences in school climate and student engagement in China and the United States. <i>School Psychology Quarterly, 33</i> (2), 323-335. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/spq0000247  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/spq0000247 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781455&pid=S0871-9187202000010001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bear, G., Yang, C., Mantz, L., Pasipanodya, E., Hearn, S., & Boyer, D. (2016). <i>Technical manual for Delaware school survey: Scales of school climate, bullying victimization, student engagement, and positive, punitive, and social emotional learning techniques</i>. Delaware Positive Behavior Support (DE-PBS) and School Climate Transformation Projects. Dispon&iacute;vel em <a href="https://www.wh1.oet.udel.edu/pbs/wp-content/uploads/2011/12/Delaware-School-Survey-Technical-Manual-Fall-2016.pdf" target="_blank">https://www.wh1.oet.udel.edu/pbs/wp-content/uploads/2011/12/Delaware-School-Survey-Technical-Manual-Fall-2016.pdf </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781456&pid=S0871-9187202000010001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brutsaert, H. (1993). <i>School, gezin en welbevinden: Zesdeklassers en hun sociale omgeving</i>. Leuven: Garant.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781457&pid=S0871-9187202000010001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Buhs, E. S., Koziol, N. A., Rudasill, K. M., & Crockett, L. J. (2018). Early temperament and middle school engagement: School social relationships as mediating processes. <i>Journal of Educational Psychology, 110</i> (3), 338-354. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/edu0000224  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/edu0000224 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781459&pid=S0871-9187202000010001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&Ccedil;akar, F. S., & Karatas, Z. (2014, April). <i>Ergenlerin okula baglanmalarinin yordayicilari olarak benlik saygis, okul &ouml;fkesi ve yasam doyumu.</i> Poster session presented at 5th International Conference on New Trends in Education and Their Implications, Antalya, Turkey.</p>     <p>Can, S. (2008). Primary II. <i>Examining students&rsquo; level of commitment to the school stage, according to some variables</i> (Unpublished master&rsquo;s thesis). Ege University Institute of Social Sciences, Izmir, Turkey.</p>     <!-- ref --><p>Carter, M., McGee, R., Taylor, B., & Williams, S. (2007). Health outcomes in adolescence: Associations with family, friends and school engagement.<i> Journal of Adolescence, 30</i> (1), 51-62. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2005.04.002  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2005.04.002 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781462&pid=S0871-9187202000010001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&Ccedil;engel, M., Totan, T., & &Ccedil;&ouml;gmen, S. (2017). Okula baglilik &ouml;l&ccedil;eginin t&uuml;rk&ccedil;eye uyarlanmasi. <i>Abant Izzet Baysal &Uuml;niversitesi Egitim Fak&uuml;ltesi Dergisi, 17</i> (4), 1820-1837. <a href=http://dx.doi.org/10.17240/aibuefd.2017.17.32772-363966  target="_blank">http://dx.doi.org/10.17240/aibuefd.2017.17.32772-363966 </a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cho, E., Toste, J. R., Lee, M., & Ju, U. (2018). Motivational predictors of struggling readers&rsquo; reading comprehension: The effects of mindset, achievement goals, and engagement. <i>Reading and Writing, 32</i> (5), 1219-1242. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s11145-018-9908-8  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s11145-018-9908-8 </a></p>     <!-- ref --><p>Christenson, S. L., Reschly, A. L., & Wylie, C. (2012). <i>Handbook of research on student engagement</i>. Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781465&pid=S0871-9187202000010001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Coelho, C. C. A., & Dell&rsquo;Aglio, D. D. (2018). Engajamento escolar: Efeito do suporte dos pais, professores e pares na adolesc&ecirc;ncia. <i>Psicologia Escolar e Educacional, 22</i> (3), 621-629. <a href=http://dx.doi.org/10.1590/2175-35392018038539  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/2175-35392018038539 </a></p>     <p>De Laet, S., Colpin, H., Vervoort, E., Doumen, S., Van Leeuwen, K. V., Goossens, L., & Verschueren, K. (2015). Developmental trajectories of children&rsquo;s behavioral engagement in late elementary school: Both teachers and peers matter. <i>Developmental Psychology, 51</i> (9), 1292-1306. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/a0039478  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0039478 </a></p>     <p>Eccles, J. S., Midgley, C., Wigfield, A., Buchanan, C. M., Reuman, D., Flanagan, C., & Mac Iver, D. (1993). Development during adolescence: The impact of stage-environment fit on adolescents&rsquo; experiences in schools and families. <i>American Psychologist, 48</i> (2), 90-101. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/0003-066X.48.2.90  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/0003-066X.48.2.90 </a></p>     <!-- ref --><p>Finn, J. D. (1989). Withdrawing from school. <i>Review of Educational Research, 59</i> (2), 117-142. <a href=http://dx.doi.org/10.3102/00346543059002117  target="_blank">http://dx.doi.org/10.3102/00346543059002117 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781470&pid=S0871-9187202000010001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Finn, J. D., & Rock, D. A. (1997). Academic success among students at risk for school failure.<i>Journal of Applied Psychology, 82</i> (2), 221-234. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/0021-9010.82.2.221  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/0021-9010.82.2.221 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781471&pid=S0871-9187202000010001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fleming, C. B., Catalano, R. F., Haggerty, K. P., & Abbott, R. D. (2010). Relationships between level and change in family, school, and peer factors during two periods of adolescence and problem behavior at age 19. <i>Journal of Youth and Adolescence, 39</i> (6), 670-682. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s10964-010-9526-5  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10964-010-9526-5 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781472&pid=S0871-9187202000010001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fons&ecirc;ca, P. N., Lopes, B. J., Palitot, R. M., Estanislau, A. M., Couto, R. N., & Coelho, G. L. H. (2016). Engajamento escolar: Explica&ccedil;&atilde;o a partir dos valores humanos. <i>Psicologia Escolar e Educacional, 20</i> (3), 611-620. <a href=http://dx.doi.org/10.1590/2175-3539201502031061  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/2175-3539201502031061 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781473&pid=S0871-9187202000010001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fredricks, J. A., Blumenfeld, P. C., & Paris, A. H. (2004). School engagement: Potential of the concept, state of the evidence. <i>Review of Educational Research, 74</i> (1), 59-109. <a href=http://dx.doi.org/10.3102/00346543074001059  target="_blank">http://dx.doi.org/10.3102/00346543074001059 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781474&pid=S0871-9187202000010001300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fredricks, J. A., Blumenfeld, P., Friedel, J., & Paris, A. (2005). School engagement. In K. A. Moore & L. H. Lippman (Eds.), <i>What do children need to flourish?: Conceptualizing and measuring indicators of positive development</i> (pp. 305-321). Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781475&pid=S0871-9187202000010001300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Fredricks, J. A., College, C., Blumenfeld, P., Friedel, J., & Paris, A. (2003, March).<i>School engagement.</i> Paper presented at the meeting of The Indicators of Positive Development Conference, Washington, DC. Dispon&iacute;vel em <a href="https://www.www.childtrends.org/wp-content/uploads/2013/05/Child_Trends-2003_03_12_PD_PDConfFBFP.pdf" target="_blank">https://www.www.childtrends.org/wp-content/uploads/2013/05/Child_Trends-2003_03_12_PD_PDConfFBFP.pdf </a></p>     <!-- ref --><p>Furlong, M., & Christenson, S. (2008). Engaging students at school and with learning: A relevant construct for <i>all</i> students. <i>Psychology in the Schools, 45</i> (5), 365-368. <a href=http://dx.doi.org/10.1002/pits.20302  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/pits.20302 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781478&pid=S0871-9187202000010001300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Furrer, C., & Skinner, E. (2003). Sense of relatedness as a factor in children&rsquo;s academic engagement and performance. <i>Journal of Educational Psychology, 95</i> (1), 148-162. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/0022-0663.95.1.148  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/0022-0663.95.1.148 </a></p>     <p>Gavidia-Payne, S., Denny, B., Davis, K., Francis, A., & Jackson, M. (2015). Children&rsquo;s self-concept: Parental school engagement and student-teacher relationships in rural and urban Australia. <i>Social Psychology of Education, 18</i> (1), 121-136. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s11218-014-9277-3  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s11218-014-9277-3 </a></p>     <!-- ref --><p>Gouveia, R. S. V. (2009). <i>Engajamento escolar e depress&atilde;o: Um estudo correlacional com crian&ccedil;as e adolescentes</i> (Tese de doutoramento n&atilde;o publicada). Universidade Federal da Para&iacute;ba, Para&iacute;ba,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781481&pid=S0871-9187202000010001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Guo, Y., Sun, S., Breit-Smith, A., Morrison, F., & Connor, C. (2015). Behavioral engagement and reading achievement in elementary-school-age children: A longitudinal cross-lagged analysis. <i>Journal of Educational Psychology, 107</i> (2), 332-347. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/a0037638  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0037638 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781483&pid=S0871-9187202000010001300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hakanen, J., Bakker, A. B., & Schaufeli, W. (2006). Burnout and work engagement among teachers. <i>Journal of School Psychology, </i> <i>43</i> (6), 495-513. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2005.11.001  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2005.11.001 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781484&pid=S0871-9187202000010001300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hazel, C. E., Vazirabadi, G. E., Albanes, J., & Gallagher, J. (2014). Evidence of convergent and discriminant validity of the student school engagement measure.<i>Psychological Assessment, 26</i> (3), 806-814. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/a0036277  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0036277 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781485&pid=S0871-9187202000010001300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Hernandez, L. (2012). <i>Relations entre pairs et mobilisation scolaire d&rsquo;adolescents de 14 &agrave; 16 ans: Entre richesse et pression du groupe: Le r&ocirc;le m&eacute;diateur de la valeur accord&eacute;e &agrave; l&rsquo;&eacute;cole</i> (Th&egrave;se de doctorat). Universit&eacute; Toulouse le Mirail, Toulouse, France. Dispon&iacute;vel em <a href="https://www.tel.archives-ouvertes.fr/tel-00813639/document" target="_blank">https://www.tel.archives-ouvertes.fr/tel-00813639/document </a></p>     <p>Hidiroglu, F. M. (2014). <i>The role of perceived classroom goal structures, self-efficacy, and the student engagement in seventh grade students&rsquo; science achievement</i> (Unpublished master&rsquo;s thesis). Middle East Technical University, Ankara, Turkey.</p>     <!-- ref --><p>Holst, B., Weber, J., Bear, G. G., & Lisboa, C. (2016). Adaptaci&oacute;n transcultural y validaci&oacute;n del contenido del Delaware School Climate Survey-Student (DSCS-S) en Brasil. <i>Revista Electr&oacute;nica de Investigaci&oacute;n y Evaluaci&oacute;n Educativa,</i> <i>22</i> (2), 1-12. <a href=http://dx.doi.org/10.7203/relieve.22.2.6459  target="_blank">http://dx.doi.org/10.7203/relieve.22.2.6459 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781488&pid=S0871-9187202000010001300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Hughes, J. N., & Kwok, O.-M. (2006). Classroom engagement mediates the effect of teacher-student support on elementary students&rsquo; peer acceptance: A prospective analysis. <i>Journal of School Psychology,</i> <i>43</i> (6), 465-480. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2005.10.001  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2005.10.001 </a></p>     <!-- ref --><p>Jimerson, S., Campos, E., & Greif, J. L. (2003). Toward an understanding of definitions and measures of school engagement and related terms. <i>The California School Psychologist, 8</i>(1),7-27. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/BF03340893  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/BF03340893 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781490&pid=S0871-9187202000010001300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Justi, F. R. R., Justi, C. N. G., Quirin, M. A. A., & Silveira, M. E. (2019). Engajamento escolar e compreens&atilde;o de leitura. In S. R. K. Guimar&atilde;es & F. V. de Paula (Orgs.), <i>Compreens&atilde;o da leitura: Processos cognitivos e estrat&eacute;gias de ensino</i> (pp. 215-229). Vetor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781491&pid=S0871-9187202000010001300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kim, J. S., Hemphill, L., Troyer, M., Thomson, J. M., Jones, S. M., LaRusso, M. D., & Donovan, S. (2017). Engaging struggling adolescent readers to improve reading skills. <i>Reading Research Quarterly, 52</i> (3), 357-382. <a href=http://dx.doi.org/10.1002/rrq.171  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/rrq.171 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781493&pid=S0871-9187202000010001300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Konold, T., Cornell, D., Jia, Y., & Malone, M. (2018). School climate, student engagement, and academic achievement: A latent variable, multilevel multi-informant examination. <i>AERA Open, 4</i> (4), 1-17. <a href=http://dx.doi.org/10.1177%2F2332858418815661  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1177%2F2332858418815661 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781494&pid=S0871-9187202000010001300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Lam, S., Jimerson, S., Kikas, E., Cefai, C., Veiga, F. H., Nelson, B., &hellip; Zollneritsch, J. (2012). Do girls and boys perceive themselves as equally engaged in school? The results of an international study from 12 countries. <i>Journal of School Psychology, 50</i> (1), 77-94. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2011.07.004  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2011.07.004 </a></p>     <!-- ref --><p>Leonard, S. S., & Gudi&ntilde;o, O. G. (2016). Academic and mental health outcomes of youth placed in out-of-home care: The role of school stability and engagement.<i>Child & Youth Care Forum, 45</i> (6), 807-827. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s10566-016-9357-y  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10566-016-9357-y </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781496&pid=S0871-9187202000010001300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Li, Y., & Lerner, R. M. (2013).Interrelations of behavioral, emotional, and cognitive school engagement in high school students. <i>Journal of Youth and Adolescence, 42</i> (1), 20-32. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s10964-012-9857-5  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10964-012-9857-5 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781497&pid=S0871-9187202000010001300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lovelace, M. D., Reschly, A. L., & Appleton, J. J. (2018). Beyond school records: The value of cognitive and affective engagement in predicting dropout and on-time graduation.<i>Professional School Counseling, 21</i> (1), 1096-2409. <a href=http://dx.doi.org/10.5330/1096-2409-21.1.70  target="_blank">http://dx.doi.org/10.5330/1096-2409-21.1.70 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781498&pid=S0871-9187202000010001300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mameli, C., & Passini, S. (2017). Measuring four-dimensional engagement in school: A validation of the student engagement scale and of the agentic engagement scale.<i> TPM - Testing, Psychometrics, Methodology in Applied Psychology, 24</i> (4), 527-541. <a href=http://dx.doi.org/10.4473/TPM24.4.4  target="_blank">http://dx.doi.org/10.4473/TPM24.4.4 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781499&pid=S0871-9187202000010001300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Marques, S. C., Lopez, S. J., Fontaine, A. M., Coimbra, S., & Mitchell, J. (2015). How much hope is enough? Levels of hope and students&rsquo; psychological and school functioning.<i>Psychology in the Schools, 52</i> (4), 325-334. <a href=http://dx.doi.org/10.1002/pits.21833  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/pits.21833 </a></p>     <!-- ref --><p>Martin, A. J., Ginns, P., & Papworth, B. (2017).Motivation and engagement: Same or different? Does it matter? <i>Learning and Individual Differences, 55,</i> 150-162. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.lindif.2017.03.013  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.lindif.2017.03.013 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781501&pid=S0871-9187202000010001300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maslach, C., & Jackson, S. E. (1981). The measurement of experienced burnout.<i>Journal of</i><i>Occupational Behaviour,2</i> (2), 99-113. <a href=http://dx.doi.org/10.1002/job.4030020205  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/job.4030020205 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781502&pid=S0871-9187202000010001300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Orkibi, H., & Tuaf, H. (2017). School engagement mediates well-being differences in students attending specialized versus regular classes. <i>The Journal of Educational Research, 110</i> (6), 675-682. <a href=http://dx.doi.org/10.1080/00220671.2016.1175408  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/00220671.2016.1175408 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781503&pid=S0871-9187202000010001300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Portilla, X. A., Ballard, P. J., Adler, N. E., Boyce, W. T., & Obradovic, J. (2014). An integrative view of school functioning: Transactions between self-regulation, school engagement, and teacher&ndash;child relationship quality. <i>Child Development,85</i> (5), 1915-1931. <a href=http://dx.doi.org/10.1111/cdev.12259  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1111/cdev.12259 </a></p>     <!-- ref --><p>Ramos-D&iacute;az, E., Rodr&iacute;guez-Fern&aacute;ndez, A., & Revuelta, L. (2016).Validation of the Spanish version of the school engagement measure (SEM) <i>. The Spanish Journal of Psychology, 19</i> (86). <a href=http://dx.doi.org/10.1017/sjp.2016.94  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1017/sjp.2016.94 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781505&pid=S0871-9187202000010001300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reeve, J. (2012). A self-determination theory perspective on student engagement. In L. S. Christenson, A. L. Reschly, & C. Wylie (Eds.), <i>Handbook of research on student engagement</i> (pp. 149-171). Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781506&pid=S0871-9187202000010001300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Reeve, J., & Ching-Mei, T. (2011). Agency as a fourth aspect of students&rsquo; engagement during learning activities. <i>Contemporary Educational Psychology,</i> <i>36</i> (4), 257-267. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.cedpsych.2011.05.002  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.cedpsych.2011.05.002 </a></p>     <!-- ref --><p>Rodrigues, H., & Nascimento, I. (2016). Influ&ecirc;ncia(s) do enriquecimento curricular no desenvolvimento vocacional e envolvimento escolar dos alunos.<i>Revista Brasileira de Orienta&ccedil;&atilde;o Profissional, 17</i> (2), 245-256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781509&pid=S0871-9187202000010001300054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Rodriguez, R. J., & Elbaum, B. (2014). The role of student-teacher ratio in parents&rsquo; perceptions of schools&rsquo; engagement efforts. <i>The Journal of Educational Research, 107</i> (1), 69-80. <a href=http://dx.doi.org/10.1080/00220671.2012.753856  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/00220671.2012.753856 </a></p>     <p>Rola, A. S. (2012).<i>Envolvimento dos alunos na escola: Um estudo com alunos do 7.&ordm; e do 9.&ordm; ano</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado). Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal. Dispon&iacute;vel em <a href="https://www.repositorio.ul.pt/bitstream/10451/8230/1/ulfpie043250_tm.pdf" target="_blank">https://www.repositorio.ul.pt/bitstream/10451/8230/1/ulfpie043250_tm.pdf </a></p>     <!-- ref --><p>Ryan, A. M., North, E. A., & Ferguson, S. (2019).Peers and engagement. In J. A. Fredricks, A. L. Reschly, & S. L. Christenson (Eds.), <i>Handbook of student engagement interventions </i>(pp.73-85). Londres, Inglaterra: Academic Press. <a href=http://dx.doi.org/  target="_blank">http://dx.doi.org/ </a> <a href=http://dx.doi.org/10.1016/b978-0-12-813413-9.00006-1  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/b978-0-12-813413-9.00006-1 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781513&pid=S0871-9187202000010001300057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Salanova, M., Bres&oacute;, E., & Schaufeli, W. B. (2005). Hacia un modelo espiral de las creencias de eficacia en el estudio del burnout y del engagement. <i>Ansiedad y Estr&eacute;s, 11</i> (2-3), 215-231.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781514&pid=S0871-9187202000010001300058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Salanova, M., Schaufeli, W. B., Llorens, S., Peir&oacute;, J. M., & Grau, R. (2000). Desde el &ldquo;burnout&rdquo; al &ldquo;engagement&rdquo;: &iquest;Una nueva perspectiva? <i>Revista de Psicolog&iacute;a del Trabajo y de las Organizaciones, 16</i> (2), 117-134.</p>     <!-- ref --><p>Salmela-Aro, K., & Upadyaya, K. (2012). The schoolwork engagement inventory: Energy, dedication, and absorption (EDA). <i>European Journal of Psychological Assessment,</i> <i>28</i> (1), 60-67. <a href=http://dx.doi.org/10.1027/1015-5759/a000091  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1027/1015-5759/a000091 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781517&pid=S0871-9187202000010001300060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schaufeli, W. B., Mart&iacute;nez, I. M., Pinto, A. M., Salanova, M., & Bakker, A. B. (2002). Burnout and engagement in university students: A cross-national study. <i>Journal of Cross-Cultural Psychology, 33</i>(5), 464-481. <a href=http://dx.doi.org/10.1177/0022022102033005003  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1177/0022022102033005003 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781518&pid=S0871-9187202000010001300061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schaufeli, W. B., Salanova, M., Gonzalez-Rom&aacute;, V., & Bakker, A. B. (2002). The measurement of engagement and burnout: A two sample confirmatory factor analytic approach. <i>Journal of Happiness Studies, 3</i>(1), 71-92. <a href=http://dx.doi.org/10.1023/A1015630930326  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1023/A1015630930326 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781519&pid=S0871-9187202000010001300062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silveira, M. E., & Justi, F. R. R. (2018). Engajamento escolar: Adapta&ccedil;&atilde;o e evid&ecirc;ncias de validade da escala EAE-E4D. <i>Psicologia: Teoria e Pr&aacute;tica, 20</i> (1), 110-125. <a href=http://dx.doi.org/10.5935/1980-6906/psicologia.v20n1p110-125  target="_blank">http://dx.doi.org/10.5935/1980-6906/psicologia.v20n1p110-125 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781520&pid=S0871-9187202000010001300063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Skinner, E., Furrer, C., Marchand, G., & Kindermann, T. (2008).Engagement and disaffection in the classroom: Part of a larger motivational dynamic? <i>Journal of Educational Psychology, 100</i>(4), 765-781. <a href=http://dx.doi.org/10.1037/a0012840  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0012840 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781521&pid=S0871-9187202000010001300064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Skinner, E., Zimmer-Gembeck, M., Connell, J., Eccles, J., & Wellborn, J. (1998). Individual differences and the development of perceived control.<i>Monographs of the Society for Research in Child Development,</i> <i>63</i> (2-3), 1-231. <a href=http://dx.doi.org/10.2307/1166220  target="_blank">http://dx.doi.org/10.2307/1166220 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781522&pid=S0871-9187202000010001300065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stelko-Pereira, A. C., & Williams, L. C. A. (2016). Evaluation of a Brazilian school violence prevention program (Viol&ecirc;ncia nota zero). <i>Pensamiento Psicol&oacute;gico,</i><i>14</i>(1), 63-76. <a href=http://dx.doi.org/10.11144/Javerianacali.PPSI14-1.ebsv target="_blank">http://dx.doi.org/10.11144/Javerianacali.PPSI14-1.ebsv </a>     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781523&pid=S0871-9187202000010001300066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>     <!-- ref --><p>Upadyaya, K., & Salmela-Aro, K. (2013). Development of school engagement in association with academic success and well-being in varying social contexts: A review of empirical research. <i>European Psychologist</i>, <i>18</i> (2), 136-147. <a href=http://dx.doi.org/10.1027/1016-9040/a000143  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1027/1016-9040/a000143 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781525&pid=S0871-9187202000010001300067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Uzzaman, M. A., & Karim, A. K. M. R. (2016). The psychometric properties of the school engagement scale in Bangladeshi culture. <i>Journal of the Indian Academy of Applied Psychology, 42</i> (1), 143-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781526&pid=S0871-9187202000010001300068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Valle, J. E., Stelko-Pereira, A. C., Peixoto, E. M., & Williams, L. C. A. (2018). Influence of bullying and teacher-student relationship on school engagement: Analysis of an explanatory model. <i>Estudos de Psicologia, 35</i> (4), 411-420. <a href=http://dx.doi.org/10.1590/1982-02752018000400008  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1982-02752018000400008 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781528&pid=S0871-9187202000010001300069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valle, J. E., Stelko-Pereira, A. C., S&aacute;, L. G. C., & Williams, L. C. A. (2015). Bullying, vitimiza&ccedil;&atilde;o por funcion&aacute;rios e depress&atilde;o: Rela&ccedil;&otilde;es com o engajamento emocional escolar. <i>Psicologia Escolar e Educacional,</i> <i>19</i> (3), 463-473. <a href=http://dx.doi.org/10.1590/2175-3539/2015/0193872  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/2175-3539/2015/0193872 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781529&pid=S0871-9187202000010001300070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Veiga, F. H. (2013). Envolvimento dos alunos na escola: Elabora&ccedil;&atilde;o de uma nova escala de avalia&ccedil;&atilde;o. <i>International Journal of Developmental and Educational Psychology,</i> <i>1</i> (1), 441-450.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781530&pid=S0871-9187202000010001300071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Veiga, F., Galv&atilde;o, D., Almeida, A., Carvalho, C., Janeiro, I., Nogueira, J., ... Pereira, T. (2012, November). <i>Student&rsquo;s engagement in school: A literature review. </i>Paper presented at the meeting of the 5th International Conference of Education, Madrid, Spain.</p>     <!-- ref --><p>Voisin, D. R., Elsaesser, C., Kim, D. H., Patel, S., & Cantara, A. (2016). The relationship between family stress and behavioral health among African American adolescents. <i>Journal of Child and Family Studies, 25</i> (7), 2201-2210. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s10826-016-0402-0  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10826-016-0402-0 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781533&pid=S0871-9187202000010001300073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Voisin, D. R., Harty, J., Kim, D. H., Elsaesser, C., & Takahashi, L. M. (2017). Assessing the relationship between parental influences and wellbeing among low income African American adolescents in Chicago.<i>Child & Youth Care Forum,</i> <i>46</i> (2), 223-242. <a href=http://dx.doi.org/10.1007/s10566-016-9373-y  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10566-016-9373-y </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781534&pid=S0871-9187202000010001300074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wang, M., Chow, A., Hofkens, T., & Salmela-Aro, K. (2015). The trajectories of student emotional engagement and school burnout with academic and psychological development: Findings from Finnish adolescents. <i>Learning and Instruction,</i> <i>36</i>, 57-65. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.learninstruc.2014.11.004  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.learninstruc.2014.11.004 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781535&pid=S0871-9187202000010001300075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Wang, M., T., Willett, J., B., & Eccles, J. S. (2011). The assessment of school engagement: Examining dimensionality and measurement invariance by gender and race/ethnicity. <i>Journal of School Psychology, 49</i> (4), 465&ndash;480. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2011.04.001  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jsp.2011.04.001 </a></p>     <!-- ref --><p>Yang, G., Badri, M., Al Rashedi, A., Almazroui, K., Qalyoubi, R., & Nai, P. (2017). The effects of classroom and school environments on student engagement: The case of high school students in Abu Dhabi public schools.<i>Compare: A Journal of Comparative and International Education, 47</i> (2), 223-239. <a href=http://dx.doi.org/10.1080/03057925.2016.1230833  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/03057925.2016.1230833 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781537&pid=S0871-9187202000010001300077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yang, M.-Y., Chen, Z., Rhodes, J. L. F., & Orooji, M. (2018). A longitudinal study on risk factors of grade retention among elementary school students using a multilevel analysis: Focusing on material hardship and lack of school engagement.<i>Children and Youth Services Review,</i> <i>88</i> (1), 25-32. <a href=http://dx.doi.org/10.1016/j.childyouth.2018.02.043  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.childyouth.2018.02.043 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781538&pid=S0871-9187202000010001300078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yusof, N., Ang, R. P., & Oei, T. P. S. (2017). The psychometric properties of the school engagement measure in adolescents in Singapore. <i>Journal of Psychoeducational Assessment, 35</i> (5), 521-533. <a href=http://dx.doi.org/10.1177/0734282916639441  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1177/0734282916639441 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781539&pid=S0871-9187202000010001300079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zeldin, S., Gauley, J. S., Barringer, A., & Chapa, B. (2018). How high schools become empowering communities: A mixed method explanatory inquiry into youth-adult partnership and school engagement. <i>American Journal of Community Psychology,</i> <i>61</i> (3-4), 358-371. <a href=http://dx.doi.org/10.1002/ajcp.12231  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/ajcp.12231 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781540&pid=S0871-9187202000010001300080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zhang, W., Du, D., Zhen, S., Warren, A. E. A., Lerner, R. M., & Phelps, E. (2011). Belief systems and positive youth development among Chinese and American youth. In A. E. A. Warren, R. M. Lerner, & E. Phelps (Eds.), <i>Thriving and spirituality among youth: Research perspectives and future possibilities</i> (pp. 309-331). John Wiley & Sons, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=781541&pid=S0871-9187202000010001300081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Zhao, W., Song, Y., Zhao, Q., & Zhang, R. (2019). The effect of teacher support on primary school students&rsquo; reading engagement: The mediating role of reading interest and chinese academic self-concept. <i>Educational Psychology, 39</i> (2), 236-253. <a href=http://dx.doi.org/10.1080/01443410.2018.1497146  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/01443410.2018.1497146 </a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 26 de junho de 2019</p>     <p>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o em 20 de abril de 2020</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia</a><a name="c0"></a></p>     <p>Toda a correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo deve ser enviada para:</p>     <p>Juliana Campos Schmitt</p>     <p>Travessa Padre Jo&atilde;o Batista Reus, n.&ordm; 23, apartamento 201</p>     <p>Bairro: Centro, Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil</p>     <p>CP: 36036-030</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="mailto:julianaschmittufjf@hotmail.com">julianaschmittufjf@hotmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Notas</b></p>     <p><a name="1"></a><a href="#top1"><sup>1</sup></a> Educa&ccedil;&atilde;o infantil: crian&ccedil;as de 0 a 6 anos; anos iniciais do ensino fundamental: crian&ccedil;as de 6 a 12 anos; anos finais do ensino fundamental: crian&ccedil;as e jovens de 12 a 15 anos; ensino m&eacute;dio: adolescentes de 15 a 18 anos.e ensino superior: a partir de 18 anos ap&oacute;s concluir o ensino m&eacute;dio.</p>      ]]></body><back>
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