<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0872-0754</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></abbrev-journal-title>
<issn>0872-0754</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro Hospitalar do Porto]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0872-07542011000300021</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[RN de PMA e evolução pós natal]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[Luísa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar do Porto  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>20</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>178</fpage>
<lpage>179</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0872-07542011000300021&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0872-07542011000300021&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0872-07542011000300021&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><b>RN de PMA e evolução pós natal </b></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>Luísa Lopes<sup>1 </sup></b></p>      <p><sup>1 </sup>Centro Hospitalar do Porto </p>      <p>&nbsp;</p>      <p>O desenvolvimento das técnicas de reprodução medicamente assistida teve sem dúvida um grande impacto na sociedade. Permitiu a realização pessoal, o bem-estar psicológico e a aceitação e integração social de casais que, de outro modo, não conseguiriam ter &#64257;lhos, no entanto, passados que estão os problemas técnicos para obter uma gestação é, de suma importância pensar e considerar igualmente relevante o fruto destas técnicas. Talvez tenhamos que pensar que o sucesso da procriação medicamente assistida (PMA) passe também pela avaliação da evolução e bem-estar dos recém-nascidos (RN) daí resultantes. </p>      <p>No estudo de Sutcliffe et al veri&#64257;cou-se que a maioria dos RN nascidos após o uso destas técnicas, foram de termo e sem morbilidade neonatal. No entanto, a PMA trouxe um risco acrescido de ocorrência de sequelas com origem no período perinatal. </p>      <p>Estudos mostram associação de PMA com maior risco de gravidez múltipla 27 a 46% e de prematuridade 30 a 41%, sendo a gestação múltipla um fator predisponente para a ocorrência de parto pré termo e muito baixo peso ao nascimento. A gestação múltipla é considerada como a principal complicação deste tipo de terapêuticas pelas consequências inerentes à prematuridade e ao baixo peso dos RN. A prematuridade e o baixo peso condicionam maior morbilidade e mortalidade perinatal e pós neonatal. </p>      <p>As malformações congénitas são mais frequentes nas gestações múltiplas do que nas do feto único, embora seja nas gestações múltiplas monozigóticas que ocorram mais vezes. Malformações cardíacas, atrésia esofágica e defeitos de posicionamento são as mais frequentes. Os &#64257;landeses Koikurova S et al, encontraram uma prevalência de malformações cardíacas quatro vezes superior após FIV que na população controle. Os casos de gémeos siameses, <i>fetu in fetu </i>e feto acárdico, são mal-formações que só ocorrem nas gestações monozigóticas. Estão relatadas prevalências de 2,5 a 10% </p>      <p>Relativamente à ocorrência de retinopatia da prematuridade, Friling R et al referem num trabalho efetuado em 2007, que a reprodução medicamente assistida por si só não parece constituir factor de risco para a ocorrência ou gravidade de ROP, no entanto, a idade gestacional e o baixo peso são os factores mais signi&#64257;cativos, associados ao desenvolvimento desta patologia. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O aumento moderado do risco de paralisia cerebral neste grupo de RN, está relacionado com o maior risco de morbilidade neonatal associado aos nascimentos múltiplos. </p>      <p>Num estudo realizado na Maternidade de Júlio Dinis (MJD) em 2011 relativo a um período de três anos (2008 a 2010) foram avaliados os RN concebidos por PMA nascidos na MJD, obtiveram-se os seguintes resultados: das 122 gestações resultantes destas técnicas, 29% foram gravidezes múltiplas (gemelar 26% e trigemelar 2%). Nasceram 160 nado-vivos e verificou-se prematuridade em 40% mas em que 87% destes, resultaram de gestação múltipla. Idade gestacional média de 36,1 ± 3,7 semanas (mínimo 23 e máximo 41 semanas). Peso ao nascimento: média de 2588 ± 821g (máximo 4210 e mínimo 510g), RN de muito baixo peso foram 21 (13%) e restrição de crescimento intrauterino em 5,6%. A prevalência de anomalias congénitas de 11% foi semelhante à descrita na literatura. No grupo de RN de gestações múltiplas este valor foi de 14%. A prevalência de mal-formações congénitas major foi de 12 (7,5%) (1-atrésia esofágica, 1-onfalocelo, 1-má-rotação intestinal, 1-CIV, 1-trissomia 21). A morbilidade neonatal foi maior no grupo de RN múltiplos versus únicos: DMH 34%/5%; Anemia 8%/1%; PCA 12%/1%; ROP 18%/2%; sequelas neurológicas 11%/2%. Faleceram dois (1,3%) RN de 23 semanas que eram gémeos. A associação entre gemelaridade e prematuridade contribui para a maior incidência de morbilidade neonatal nestes RN e relaciona-se com a sua maior imaturidade. </p>      <p>Trabalhos recentes visam comparar as complicações em RN de PMA em que o factor em causa é o momento da fase embrionária em que a transferência é efetuada durante a FIV, embora necessite de mais estudos, Kallén B et al referem maior risco associado à fase de blastocisto pelo longo período necessário de cultura <i>in vitro</i>. No entanto, salientaram que o risco de mal-formação congénita, embora elevado, não mostrou diferenças significativas relativamente a uma transferência mais precoce. </p>      <p>Assim, todos os trabalhos de investigação nesta área, devem ter também como objetivo a tentativa de reduzir a taxa de gestação múltipla sem que se coloque em causa a taxa de sucesso da PMA. Por uma melhor qualidade de vida e sucesso dos RN concebidos por estas técnicas os Centros de Medicina da reprodução devem unir esforços para diminuir a taxa de gravidez múltipla, reduzindo ao mínimo o número de embriões transferidos. </p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>BIBLIOGRAFIA </b></p>       <!-- ref --><p>1. Carvalho MJF, Reprodução Medicamente Assistida e Gravidez múltipla. Boletim Informativo da Secção de Neonatologia da S.P.P. – 19, VII, (4-5) – 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000019&pid=S0872-0754201100030002100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>2. Friling R, Axer-Siegel R, Hersocovici Z, Weinberger D, Sirota L, Snir M. Retinopathy of prematurity in assisted versus natu­ral conception and singleton versus multiple births. Ophthalmology 2007;114(2):321-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000021&pid=S0872-0754201100030002100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>3. Kallén AJ, Finnstrom OO, Nilsson EM, Nygren KG, Olausson PM. Cerebral palsy in children born in vitro fertilization. Is the risk decreasing? Eur J Paediatr Neurology 2010; 14 (6):526-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000023&pid=S0872-0754201100030002100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>4. Messerschmidt A, Olischar M, Birnbacher R, Weber M, Pollak A, Leitich H. Perinatal outcome of preterm infants &lt; 1500g after IVF pregnancies compared with natural conception. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed. 2010; 95 (3):F225-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000025&pid=S0872-0754201100030002100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>5. Sutcliffe AG, Tailor B, Saunders K, Thornton S, Lieberman BA, Grudzinskas JG: Outcome in the second year of life after in-vitro fertilization by intracytoplasmic sperm injection: UK case control study. Lancet 2001; 357:2080-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000027&pid=S0872-0754201100030002100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>6. S W D’Souza, E Rivlin, J Richards, P Buck, B A Lieberman. Children conceived by in vitro fertilization after fresh embryo transfer. Arch of Dis Childhood 1997;76:F70-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000029&pid=S0872-0754201100030002100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>7. Teixeira A, Calejo L, Vasconcelos G, Rocha G, Centeno MJ, Guimarães H. Recém-Nascidos de Reprodução Medicamente Assistida. Acta Med Port 2005;18:409-416.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000031&pid=S0872-0754201100030002100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>8. Koikurova S, Harikainen AL, Gissler M, Hemminki E, Sovio U, Jarvelin MR. Neonatal outcome and congenital malformations in children born after in-vitro fertilization. Hum Reprod 2002;17(5):1391-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000033&pid=S0872-0754201100030002100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>        ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Reprodução Medicamente Assistida e Gravidez múltipla]]></article-title>
<source><![CDATA[Boletim Informativo da Secção de Neonatologia da S.P.P.]]></source>
<year>2002</year>
<volume>VII</volume>
<numero>19</numero>
<issue>19</issue>
<page-range>4-5</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Friling]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Axer-Siegel]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hersocovici]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weinberger]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sirota]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Snir]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Retinopathy of prematurity in assisted versus natu­ral conception and singleton versus multiple births]]></article-title>
<source><![CDATA[Ophthalmology]]></source>
<year>2007</year>
<volume>114</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>321-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kallén]]></surname>
<given-names><![CDATA[AJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Finnstrom]]></surname>
<given-names><![CDATA[OO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nilsson]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nygren]]></surname>
<given-names><![CDATA[KG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olausson]]></surname>
<given-names><![CDATA[PM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cerebral palsy in children born in vitro fertilization: Is the risk decreasing?]]></article-title>
<source><![CDATA[Eur J Paediatr Neurology]]></source>
<year>2010</year>
<volume>14</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>526-30</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Messerschmidt]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olischar]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Birnbacher]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weber]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pollak]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leitich]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Perinatal outcome of preterm infants < 1500g after IVF pregnancies compared with natural conception]]></article-title>
<source><![CDATA[Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed.]]></source>
<year>2010</year>
<volume>95</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>F225-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sutcliffe]]></surname>
<given-names><![CDATA[AG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tailor]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saunders]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thornton]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lieberman]]></surname>
<given-names><![CDATA[BA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grudzinskas]]></surname>
<given-names><![CDATA[JG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Outcome in the second year of life after in-vitro fertilization by intracytoplasmic sperm injection: UK case control study]]></article-title>
<source><![CDATA[Lancet]]></source>
<year>2001</year>
<numero>357</numero>
<issue>357</issue>
<page-range>2080-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[D’Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[S W]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rivlin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Richards]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Buck]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lieberman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Children conceived by in vitro fertilization after fresh embryo transfer]]></article-title>
<source><![CDATA[Arch of Dis Childhood]]></source>
<year>1997</year>
<numero>76</numero>
<issue>76</issue>
<page-range>F70-74</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calejo]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Centeno]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guimarães]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Recém-Nascidos de Reprodução Medicamente Assistida]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Med Port]]></source>
<year>2005</year>
<volume>18</volume>
<page-range>409-416</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koikurova]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Harikainen]]></surname>
<given-names><![CDATA[AL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gissler]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hemminki]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sovio]]></surname>
<given-names><![CDATA[U]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jarvelin]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Neonatal outcome and congenital malformations in children born after in-vitro fertilization]]></article-title>
<source><![CDATA[Hum Reprod]]></source>
<year>2002</year>
<volume>17</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1391-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
