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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Deformidades da Coluna no Adolescente]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Spine deformities are an important clinical issue because they represent a relevant cause of body image disturbance in adolescents. The author makes a diagnostic and therapeutic approach of spine deformities in adolescent people.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Deformidades da Coluna no Adolescente </b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>António Oliveira<sup>1,2 </sup></b></p>      <p><sup>1 </sup>S. Ortopedia, HSAntónio, CHP </p>      <p><sup>2 </sup>Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar, Porto </p>     <p><b><a name="top0" id="top0"></a><a href="#0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>RESUMO </b></p>      <p>As deformidades da coluna vertebral têm uma importância clínica relevante porque constituem um dos motivos sérios de perturbação da imagem corporal no adolescente. </p>      <p>O Autor faz uma abordagem diagnóstica e terapêutica das deformidades da coluna vertebral no adolescente. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave: </b>coluna vertebral, cifose, escoliose, adolescente. </p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>ABSTRACT </b></p>      <p>Spine deformities are an important clinical issue because they represent a relevant cause of body image disturbance in adolescents. </p>      <p>The author makes a diagnostic and therapeutic approach of spine deformities in adolescent people. </p>      <p><b>Keywords: </b>spine, kyphosis, scoliosis, adolescent. </p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>INTRODUÇÃO </b></p>      <p>A coluna vertebral tem curvaturas &#64257;siológicas, como sejam a lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e cifose sacro­coccigea, fundamentais para o ortostatismo e marcha humana. São consideradas curvaturas patológicas com importância clínica a escoliose no plano frontal e a hipercifose no plano sagital. </p>      <p>A hipercifose dorsal ou dorsolombar é causa de deformidade da coluna, mas também de dorsolombalgia e patologia respiratória em alguns casos. O seu diagnóstico é clínico, complementado com exame radiográ&#64257;co e o seu tratamento é habitualmente direccionado para reeducação postural, reforço muscular, ortótese em determinados casos e intervenção cirúrgica apenas em casos excepcionais. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A escoliose é sempre patológica, embora só uma curvatura superior a 10º na avaliação radiográ&#64257;ca seja considerada escoliose segundo a Scoliosis Research Society.<sup>(3)</sup> Pode ser idiopática ou secundária a diversas doenças ou síndromes, embora a escoliose idiopática do adolescente seja a escoliose mais frequente na população, com uma prevalência de 2 a 4%<sup>(4,5,6)</sup> e atinge predominantemente o sexo feminino, com uma relação que pode atingir 10/1<sup>(7,8) </sup>O diagnóstico clínico é fundamental, em especial com o teste de Adams, complementado com estudo radiográ&#64257;co em chassis extralongo, só raramente se solicitando outros. O seu tratamento varia desde a simples vigilância, estímulo de actividade física, ao uso de ortóteses e, em casos graves à correcção cirúrgica. Embora no tratamento cirúrgico da escoliose se contemplem problemas mecânicos, respiratórios e neurológicos, o principal motivo de preocupação do adolescente que dela padece é a deformidade estética com perturbação da sua imagem corporal e sofrimento psicossocial. </p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>Cifose </b></p>      <p>A cifose dorsal é &#64257;siológica e constituída por uma curva­tura harmoniosa. Só a hipercifose é anormal, podendo esta ser postural, que é redutível e não tem alterações anatómi­cas vertebrais ou constitucional. A hipercifose constitucional é rígida ou parcialmente redutível e tem alterações vertebrais com várias causas, tais como congénitas, pós-traumáticas, infecciosas, tumorais, mas, a mais comum e que afecta cerca de 1% da população, predomina no sexo masculino e tem incidência familiar é a cifose juvenil, ou cifose familiar ou doença de Scheuermann.<sup>(1)</sup> Caracteriza-se por uma cifose dorsal excessiva, de incidência familiar, manifestando-se por uma deformidade irredutível, causando por vezes dosolombalgia e apresentando no exame radiográ&#64257;co acunhamento dos corpos vertebrais envolvidos com irregularidades das platafor­mas vertebrais e osteoporose difusa (Figura 1). </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f1.jpg"></p>     
<p><b>Figura 1 -</b> Doença de Scheuermann </p>      <p>&nbsp;</p>      <p>O seu tratamento depende da gravidade da deformidade, podendo consistir no uso de colete de Milwaukee nos casos mo­derados e em adolescentes ainda esqueleticamente imaturos (Figura 2). </p>      <p><b>&nbsp;</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f2.jpg"></p>     
<p><b>Figura 2 -</b> Colete de Milwaukee </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>O tratamento cirúrgico <sup>(2)</sup> reserva-se para casos graves, em adolescentes maduros em termos esqueléticos e consiste na instrumentação e artrodese vertebral por via posterior, com tempo prévio de libertação por via anterior (Figura 3). </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f3.jpg"></p>     
<p><b>Figura 3 -</b> RX pré e pos-operatório de Doença de Scheuermann </p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Escoliose </b></p>      <p>A escoliose é de&#64257;nida como uma curvatura lateral da coluna vertebral no plano frontal, mas na realidade é uma deformida­de complexa e tridimensional não só da coluna mas também de todo o tronco e inclusive com alterações noutras partes do corpo (Figura 4). </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f4.jpg"></p>     
<p><b>Figura 4 -</b> Escoliose em espécime humano exumado </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>Quando a curvatura lateral da coluna vertebral é redutível, não estruturada e secundária a contracturas musculares ou dis­metria dos membros inferiores, chamamos atitude escoliótica. </p>      <p>O diagnóstico da escoliose idiopática do adolescente é clí­nico e deve incluir a observação do adolescente de pé, em &#64258;exão anterior do tronco com a designada manobra ou teste de Adams (Figura 5), que realça a deformidade paravertebral ou gibosida­de característica da escoliose verdadeira ou estruturada, com rotação vertebral. Por de&#64257;nição a escoliose idiopática do adolescente não tem causa atribuída e poderá manter-se estável ou ser progressiva, ou seja agravar-se com o crescimento e até ao &#64257;nal deste. </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f5.jpg"></p>     
<p><b>Figura 5 -</b> Teste de Adams </p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A título complementar deve ser executado estudo radiográ&#64257;co em chassis extralongo, cujo dado mais importante é a medição do ângulo de Cobb<sup>(9)</sup> que dará uma medida da gravidade da, ou das curvas escolióticas (Figura 6) e o índice de Risser<sup>(8) </sup>na crista ilíaca, como dado relativo à maturidade esquelética do adolescente. </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f6.jpg"></p>     
<p><b>Figura 6 -</b> Ângulo de Cobb </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>As curvas escolióticas podem ser quanto à sua localização dorsais, dorsolombares, lombares e quanto ao número únicas, duplas e por vezes triplas. </p>      <p>Nas escolioses idiopáticas geralmente não há dor, o que explica a detecção ocasional pela Família, pelo seu Pediatra ou Médico Assistente ou em exame radiográ&#64257;co de tórax para estudo de patologia respiratória. Nas escolioses idiopáticas do ado­lescente as curvas dorsais são habitualmente de convexidade direita.<sup>(6,11)</sup> Perante uma escoliose dolorosa ou de localização atípica, como o caso duma curva dorsal de convexidade esquerda é fundamental o despiste de patologia intra ou extramedular do tipo seringomielia ou tumoral, nomeadamente com ressonância magnética nuclear. </p>      <p>O tratamento varia desde a simples vigilância clínica, prática de actividade física, &#64257;sioterapia, até ao uso de ortóteses ou cirurgia correctora. Na Medicina baseada na evidência provou-se que os coletes (Figura 7) são a único método de tratamento conservador efectivo<sup>(12,13,14,15) </sup>e, tem como objectivo a correcção da deformidade ou evitar a sua progressão numa fase precoce, evitando o tratamento cirúrgico. Estão indicados em escolioses com ângulo de Cobb superior a 25º e têm efeitos indesejáveis quer físicos quer psicológicos.<sup>(14,16,17) </sup></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f7.jpg"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Figura 7 -</b> Colete termomoldado para correcção de escoliose </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>O tratamento cirúrgico é o único método de tratamento efectivo de escolioses graves. Está indicado em escolioses com deformidade sérias e visa não só restabelecer a anatomia e biomecânica da coluna vertebral mas essencialmente resolver o aspecto inestético, que é, sem dúvida, a vontade do adolescente extraordinariamente perturbado em termos psíquicos e sociais com a alteração da imagem corporal que a escoliose provoca. </p>      <p>As técnicas cirúrgicas por nós utilizadas são variadas e dependem da ou das curvas escolióticas, sua localização, valor angular e rigidez. Nas curvas dorsais únicas, duplas ou triplas realizamos a instrumentação e artrodese posterior (Figura 8) e nas curvas dorsolombares ou lombares a instrumentação e ar­trodese anterior (Figura 9). </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f8.jpg"></p>     
<p><b>Figura 8 -</b> Instrumentação e artrodese posterior de escoliose dorsal (pré e pós-operatório, vista posterior e com teste de Adams) </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v20n3/20n3a28f9.jpg"></p>     
<p><b>Figura 9 -</b> Instrumentação e artrodese anterior de escoliose lombar (pré e pós-operatório, vista posterior e lateral)</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p>O tratamento cirúrgico é tecnicamente muito exigente, executado em Centros de referência especializados e dotadas de meios técnicos e humanos para o efeito e, não está isento de riscos e complicações.<sup>(14,18) </sup></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>CONCLUSÃO </b></p>      <p>As deformidades da coluna vertebral, sobretudo a escoliose idiopática que afecta de forma especial o sexo feminino, contribuem para uma preocupante deterioração da imagem corporal, nesta fase muito especial, que é a adolescência. </p>      <p>Felizmente que o conhecimento médico actual consegue satisfazer os anseios dos adolescentes que padecem de deformidades da coluna vertebral, resolvendo com segurança e com bons resultados este problema sério da adolescência </p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>BIBLIOGRAFIA </b></p>        <!-- ref --><p>1. Wenger DR, Frick SL. Scheuermann      Kyphosis. Spine 1999;24:2630-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0872-0754201100030002800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>2. Arlet V, Schlenzka D. Scheuermann      kyphosis: Surgical Management. Eur Spine J 2005;14:817-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0872-0754201100030002800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>3. Bunnel WP. The Natural History of      Scoliosis. Clin Orthop 1988;229:20-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0872-0754201100030002800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>4. Kane WJ. Scoliosis Prevalence: A      call for a statement of Terms. Clin Orthop 1977;126:43-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0872-0754201100030002800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Lonstein JE. Screening for Spinal      Deformities in Minnesota Schools. Clin Orthop 1977;126:33-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0872-0754201100030002800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>6. Weinstein SL.  Adolescent      Idiopathic Scoliosis. Prevalence and Natural History. The Pediatric Spine,      New York Raven Press (Ed),1994;463-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0872-0754201100030002800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Dickson JA. Scoliosis in the      Community. Br Med J 1983;286:615-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0872-0754201100030002800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. Rogala EH, Drummond DS, Gurr J.      Scoliosis. Incidence and Natural History. A Prospective Epidemiologic      Study. J Bone Joint Surg Am 1978;60A:173-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0872-0754201100030002800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>9. Cobb JR. Outline for the Study of      Scoliosis. Instructional Course Lectures. The American Academy of      Orthopedic Surgeons. Ann Arbor, Jw Eduards (Ed), 1948;5:261-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0872-0754201100030002800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>10. Risser JC. The Iliac Apophysis. An      Invaluable Sign in the Management of Scoliosis. Clin Orthop 1958;11:111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0872-0754201100030002800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>11. Lonstein JC, Carlson JM. The      Prediction of Curve Progression in Untreated Idiopathic Scoliosis During      Growth. J Bone Joint Surg Am 1984;66A:1061-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0872-0754201100030002800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>12. Nachemson AL, Peterson LE.      Effectiveness of Treatment with a Brace in Girls Who Have Adolescent      Idiopathic Scoliosis. A Prospective Controlled Study Based on Data from      The Brace Study of The Scoliosis Research Society. J Bone Joint Surg Am      1995;77A:815-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0872-0754201100030002800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>13. Miller JAA, Nachemson AL, Schultz      AB. Effectiveness of Braces in Mild Idiopathic Scoliosis. Spine      1984;9:632-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0872-0754201100030002800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>14. Oliveira A. A Per&#64257;lometria      Tridimensional do Tronco na Escoliose Idiopática do Adolescente. Tese      de Doutoramento, Medisa (Ed), 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0872-0754201100030002800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>15. Winter RB. The Pendulum Has Swung      Too Far. Bracing for Adolescent Idiopathic Scoliosis in the 1990s. Orthop      Clin North Am 1994;25:195-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0872-0754201100030002800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>16. Sevastikoglou JA, Linderholm H,      Lindgren U. Effect of Milwaukee Brace on Vital and Ventilatory Capacity      of Scoliosis Patients. Acta Orthop Scand 1976; 47:540-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0872-0754201100030002800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>17. Wickers FC, Bunch WH, Barnett PM.      Psychological Factors in Failure To Wear The Milwaukee Brace for Treatment      of Idiopathic Scoliosis. Spine 1989;18:432-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0872-0754201100030002800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>18. Abel MF, Blanco JS Scoliosis:      Classi&#64257;cation and      Treatment. Orthopedic Knowledge Update-Pediatrics 3. American Academy of      Orthopedic Surgeons 2006;343-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0872-0754201100030002800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>      <p><b><a name="0"></a><a href="#top0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>      <p>António Oliveira </p>      <p>Serviço de Ortopedia </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Hospital de Santo António </p>      <p>Largo Professor Abel Salazar </p>      <p>4099-001 PORTO </p>      <p>E-mail: <a href="mailto:afoliveira@netc.pt">afoliveira@netc.pt</a></p>        ]]></body><back>
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