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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hiperhidrose, simpaticectomia toracoscópica e satisfação dos adolescentes]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia-Espinho Serviço de Cirurgia Cárdio-Torácica ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: Axillary and palmar hyperhidrosis (APH) af­fects many adolescents. Thoracoscopic sympathectomy (TS) is a reliable therapeutic option with excellent results but is associated with compensatory sweating (CS). Aims: Evaluation of adolescents’ pre and post-operative satisfaction concerning hyperhidrosis severity, surgical morbidity and CS assessment. Methods: Prospective study including four patients (3&#9792;,1&#9794;;average 17 years-old) who underwent T2-T4 TS for APH. APH was assessed by “Hyperhidrosis Disease Severity Scale” (HDSS-International Hyperhidrosis Society®). Results: Pre-operatively, all patients were HDSS 4, all had to change their clothes more than twice/day and all stated that APH much interfered with their self-esteem. On day one post­-op none had hyperhidrosis. One week after, three complained of CS from thorax/knees. One patient complained of facial &#64258;ushing when eating. At that time, HDSS improved to 2 in one and to 1 in three patients. Six months and one year post-op, CS diminished in all patients, and HDSS was the same as one week post-op. There were no surgical complications. Conclusion: Hyperhidrosis and patients’s satisfaction improvement was prompt, marked and sustained. Despite the small sample, our results strengthen the fact that adolescents’ hyperhidrosis is a devastating condition easily managed and as­sociated with a bearable CS, hence deserving more attention in paediatrics.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Hiperhidrose, simpaticectomia toracoscópica e satisfação dos adolescentes </b></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>Angélica Osório<sup>1</sup>, João Moreira-Pinto<sup>1</sup>, Joana Pereira<sup>1</sup>, Hernâni Lencastre<sup>2</sup>, Fátima Carvalho<sup>1 </sup></b></p>      <p><sup>1 </sup>S. Cirurgia Pediátrica, CH Porto </p>      <p><sup>2 </sup>S. Cirurgia Cárdio-Torácica, CH Vila Nova de Gaia-Espinho </p>      <p><b><a name="top0" id="top0"></a><a href="#0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>RESUMO </b></p>      <p><b>Introdução: </b>A hiperhidrose axilar e palmar (HAP) corres­ponde à sudorese excessiva das axilas e palmas das mãos, em quantidades desmesuradamente maiores que as necessárias para a normal termorregulação. Afecta muitos adolescentes e a sua etiologia ainda não foi totalmente esclarecida. A simpati­cectomia toracoscópica (ST) é uma opção terapêutica com re­sultados excelentes mas associa-se a sudorese compensatória (SC). </p>      <p><b>Objectivo: </b>Avaliação da interferência da HAP no dia-a-dia dos adolescentes, antes e após a cirurgia, avaliação da presen­ça de SC e avaliação da morbilidade cirúrgica associada. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Material e Métodos: </b>Estudo prospectivo, incluindo quatro doentes, (3&#9792;,1&#9794;; média de 17 anos de idade) submetidos a ST bilateral T2-T4. A HAP foi avaliada recorrendo à “Hyperhidrosis Disease Severity Scale”(HDSS-International Hyperhidrosis So­ciety®). </p>      <p><b>Resultados: </b>Pré-operatoriamente, todos os doentes ti­nham HDSS 4, todos tinham de mudar o vestuário mais de duas vezes/dia e todos consideraram que a HAP interferia muito com a sua auto-estima. No primeiro dia pós-operatório, nenhum apre­sentava HAP. Uma semana depois, três referiram SC no tórax/ joelhos. Um doente referiu SC gustatória. Na primeira semana de pós-operatório, HDSS mudou para 2 num doente e para 1 nos restantes. Aos seis meses e ao primeiro ano de pós-operatório, a SC diminuiu em todos os doentes e a HDSS manteve-se no mesmo valor que na primeira semana de pós-operatório. Sem registo de complicações cirúrgicas. </p>      <p><b>Conclusões: </b>A melhoria na HAP e satisfação dos doentes foi imediata, acentuada e mantida no tempo. Apesar da pequena amostra, os resultados demonstram que a HAP é uma condição dramática para os adolescentes. Porém é facilmente tratada e associa-se a uma SC bastante tolerável, devendo merecer mais atenção em idade pediátrica. </p>      <p><b>Palavras-chave: </b>Adolescentes, hiperhidrose axilar e pal­mar, simpaticectomia toracoscópica. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Hyperhydrosis, thoracoscopic sympathectomy and adolescents’ satisfation </b></p>      <p><b>ABSTRACT </b></p>      <p><b>Introduction: </b>Axillary and palmar hyperhidrosis (APH) af­fects many adolescents. Thoracoscopic sympathectomy (TS) is a reliable therapeutic option with excellent results but is associated with compensatory sweating (CS). </p>      <p><b>Aims: </b>Evaluation of adolescents’ pre and post-operative satisfaction concerning hyperhidrosis severity, surgical morbidity and CS assessment. </p>      <p><b>Methods: </b>Prospective study including four patients (3&#9792;,1&#9794;;average 17 years-old) who underwent T2-T4 TS for APH.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>APH was assessed by “Hyperhidrosis Disease Severity Scale” (HDSS-International Hyperhidrosis Society®). </p>      <p><b>Results: </b>Pre-operatively, all patients were HDSS 4, all had to change their clothes more than twice/day and all stated that APH much interfered with their self-esteem. On day one post­-op none had hyperhidrosis. One week after, three complained of CS from thorax/knees. One patient complained of facial &#64258;ushing when eating. At that time, HDSS improved to 2 in one and to 1 in three patients. Six months and one year post-op, CS diminished in all patients, and HDSS was the same as one week post-op. There were no surgical complications. </p>      <p><b>Conclusion: </b>Hyperhidrosis and patients’s satisfaction improvement was prompt, marked and sustained. Despite the small sample, our results strengthen the fact that adolescents’ hyperhidrosis is a devastating condition easily managed and as­sociated with a bearable CS, hence deserving more attention in paediatrics. </p>      <p><b>Keywords: </b>Adolescents, axilary and palmar hyperhidrosis, thoracoscopic sympathectomy. </p>       <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>INTRODUÇÃO </b></p>      <p>Hiperhidrose Focal Primária (HFP) de&#64257;ne-se como a su­dorese excessiva, em quantidades desmesuradamente maiores que as necessárias para a normal termoregulação corporal. Atin­ge principalmente as palmas das mãos, axilas, plantas dos pés e região crânio-facial. </p>      <p>Ao contrário do que acontece na Hiperhidrose Secundária que se deve a uma causa bem de&#64257;nida, seja ela infecciosa, en­dócrina ou neurológica, a etiologia da HFP ainda não se encontra totalmente esclarecida. </p>      <p>Em termos epidemiológicos é uma patologia mais frequen­temente descrita nos adultos, notando-se o predomínio das mu­lheres no grupo submetido a correcção cirúrgica. Ao contrário do que poderia pensar-se, tal não se deve a uma maior incidência no sexo feminino mas sim a um maior grau de insatisfação com essa condição nas mulheres e como tal maior predisposição a tratamento de&#64257;nitivo. A HFP é subvalorizada nas crianças e ado­lescentes e na maior parte dos casos não é reconhecida como patologia passível de correcção de&#64257;nitiva. Na realidade, estudos publicados em 2004 <sup>(1)</sup> reportam uma incidência de 1,6% de HFP em indivíduos com idade inferior a 18 anos. Em mais de 70% dos casos, a HFP tem início em idade escolar e em 16-20% na adolescência <sup>(2)</sup>, sendo muito pouco frequente a apresentação inicial desta patologia em idade adulta. A história familiar é po­sitiva em 65% dos casos <sup>(1)</sup>, sugerindo a possibilidade de uma base genética. </p>      <p>Trata-se de uma patologia associada a perturbações emo­cionais e sociais fortes na medida em que tem grande impacto na vida diária do doente. Tarefas simples do dia-a-dia &#64257;cam com­prometidas com a presença do excesso de sudorese: o pegar na caneta para escrever, o abrir portas, o aperto de mão para cumprimentar e a prática de alguns desportos. Pode implicar a mudança de vestuário mais que uma vez por dia, a incapacidade de usar certo tipo de calçado e a impossibilidade de estar em locais públicos, como alguns exemplos. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Se o adolescente por si só se encontra numa fase da vida especialmente vulnerável, o adolescente com HFP sente-se ain­da mais incapacitado na sua esfera bio-psico-social. A HFP gera ansiedade, fobia social e até mesmo depressão no indivíduo afectado. </p>      <p>Também o risco aumentado de infecções cutâneas não deve ser desvalorizado. A presença de maior humidade da pele facilita o aparecimento de dermato&#64257;toses e verrugas. </p>      <p>Várias opções terapêuticas têm sido descritas para tratar esta condição patológica <sup>(1)</sup>. Em crianças e adolescentes, inclui­-se como modalidade de tratamento a aplicação de agentes tó­picos, antitranspirantes com o cloreto de alumínio. Estes quando usados em concentrações mais elevadas podem provocar der­matites irritativas que são de tal forma exuberantes que tornam o seu uso intolerável. Quando em concentrações mais baixas não apresentam normalmente a e&#64257;cácia terapêutica desejável. A toxina botulínica tipo A em injecções intradérmicas promove a diminuição de produção local de suor. Porém, a sua e&#64257;cácia é apenas transitória, desaparecendo ao &#64257;nal de seis a doze me­ses. Por outro lado, desenvolve-se resposta imunológica com produção de anticorpos contra a toxina, implicando a sua ine­&#64257;cácia a médio prazo. Está ainda associada a efeitos secundá­rios como fraqueza muscular generalizada e eventual di&#64257;culdade respiratória. A iontoforese está descrita como sendo aplicável na HFP palmar e plantar. No entanto, ainda não estão publicados estudos da sua utilização para este efeito em crianças e adoles­centes. A medicação sistémica com anti-colinérgicos, bloqueado­res dos canais de cálcio, clonidina e benzodiazepinas promove efectivamente a diminuição da sudorese. Para isso terão de ser administradas doses elevadas e como tal associam-se a efeitos secundários indesejados. </p>      <p>A simpaticectomia tem-se revelado como uma boa opção terapêutica. A sua realização por toracoscopia alia todas as vantagens inerentes a uma cirurgia minimamente invasiva a re­sultados claramente satisfatórios. Na população mais jovem, as premissas associadas à cirurgia minimamente invasiva torácica tornam-se ainda mais relevantes: melhor efeito estético, maior facilidade da técnica cirúrgica, menor probabilidade de complica­ções e menor tempo de internamento. </p>      <p>No entanto, a realização da simpaticectomia, quer por tora­cotomia quer por toracoscopia, associa-se ao aparecimento de sudorese compensatória (SC) noutras regiões corporais <sup>(3,4,5)</sup>. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>OBJECTIVO </b></p>      <p>Avaliação da interferência da Hiperhidrose Axilar e Palmar (HAP) no dia-a-dia dos adolescentes, antes e após a cirurgia, avaliação da presença de sudorese compensatória e avaliação da morbilidade cirúrgica associada. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>MATERIAL E MÉTODOS </b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Trata-se de um estudo prospectivo que inclui quatro doen­tes (três do sexo feminino; um do sexo masculino; idade média 17 anos) submetidos a simpaticectomia toracoscópica no nosso Serviço entre 2008 e 2010. </p>      <p>O procedimento cirúrgico foi realizado no Bloco Operatório sob anestesia geral com entubação selectiva com o doente po­sicionado em decúbito dorsal com tórax elevado a 60º e mem­bros superiores abduzidos a 90º. Foram colocados dois trocars de 5 mm no quarto espaço intercostal (um na linha médio-axilar e outro na linha axilar anterior). A simpaticectomia foi realizada por secção total de T2 a T4 por electrocoagulação (Figura 1). O pneumotórax é drenado no &#64257;nal da cirurgia, não havendo neces­sidade de se colocar dreno torácico no pós-operatório. O mesmo procedimento foi repetido bilateralmente. Excepto num caso, a alta foi dada nas primeiras 24h subsequentes à cirurgia. </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v21n3/21n3a02f1.jpg"></p>     
<p><b>Figura 1</b> – Interrupção do impulso nervoso em T2 e T3 da cadeia simpá­tica torácica, por electrocoagulação toracoscópica </p>    <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p>A informação foi colhida por entrevista pessoal e telefónica. Antes da cirurgia, os doentes foram questionados se tinham de mudar de roupa mais de duas vezes por dia por causa da HAP e se consideravam que esta interferia muito com a sua auto-estima. Também previamente à cirurgia, foi aplicada a “Hyperhydrosis Disease Severity Scale”(HDSS) (International Hyperhydrosis So­ciety®) (Figura 2). </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v21n3/21n3a02f2.jpg"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Figura 2</b> – HDSS (Hyperhydrosis Disease Severity Scale – International Hyperhydrosis Society®) </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>Após a cirurgia, a HDSS foi novamente aplicada na primeira semana, seis meses e um ano de pós-operatório. </p>      <p><b>RESULTADOS </b></p>      <p>Pré-operatoriamente, todos os doentes tinham de mudar de roupa mais de duas vezes por dia por causa da hiperhidrose e todos os doentes consideravam que esta interferia muito com a sua auto-estima. Também classi&#64257;caram a sua HAP no grau máximo da HDSS (“A minha sudorese é intolerável e interfere sempre com as minhas actividades diárias”), correspondendo a hiperhidrose grave. </p>      <p>Uma semana após a cirurgia, no que diz respeito ao grau de hiperhidrose, este traduziu-se num HDSS 2 em um doente e HDSS 1 nos restantes três. Aos seis meses e um ano de pós­-operatório a classi&#64257;cação HDSS foi idêntica (Figura 3). De notar que imediatamente no primeiro dia de pós-operatório, os doen­tes constataram o desaparecimento da HAP. </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v21n3/21n3a02f3.jpg"></p>     
<p><b>Figura 3</b> – Evolução da HDSS antes e após a simpaticectomia toracos­cópica (ST) </p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto à SC, esta manifestou-se desde a primeira semana de pós-operatório. Em dois doentes foi apontada ao tórax, num doente aos joelhos e noutro era do tipo gustatório. Apesar de sempre presente (Figura 4), os doentes referiram que esta foi diminuindo em quantidade ao longo de todo o tempo de seguimento. </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/nas/v21n3/21n3a02f4.jpg"></p>     
<p><b>Figura 4</b> – Evolução da sudorese compensatória (SC) durante o primeiro ano de pós-operatório</p>     <p>&nbsp;</p>      <p>Não houve registos de morbilidade cirúrgica associada. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>DISCUSSÃO E CONCLUSÕES </b></p>      <p>Pré-operatoriamente, todos os doentes no nosso estudo não só se incluíam no grau máximo de hiperhidrose da HDSS (“A minha sudorese é intolerável e interfere sempre com as mi­nhas actividades diárias”) como a&#64257;rmavam que tinham de mudar de roupa mais de duas vezes por dia por causa da HAP e que esta interferia muito com a sua auto-estima, traduzindo um grau elevado de insatisfação com a sua condição. De facto, e em con­cordância com o descrito na literatura, esta era uma situação dramática na vida dos adolescentes <sup>(6)</sup>. </p>      <p>Após a cirurgia, veri&#64257;cou-se não só a presença constante da SC como também a sua precoce manifestação durante o perí­odo de seguimento destes doentes. Não obstante esse facto, em todos houve uma melhoria acentuada no grau de hiperhidrose como revelou a classi&#64257;cação HDSS do pós-operatório. Em três doentes o HDSS 4 do pré-operatório alterou-se para HDSS 1 (“A minha sudorese é imperceptível e nunca interfere com as mi­nhas actividades diárias”) logo na primeira semana pós-cirurgia. Num doente, no pós-operatório essa classi&#64257;cação foi HDSS 2 (“A minha sudorese é tolerável mas às vezes interfere com as minhas actividades diárias”). Assim, em todos os doentes houve pelo menos uma melhoria em dois graus na HDSS o que corres­ponde a uma melhoria de pelo menos de 80% na HAP inicial. Esta melhoria não só foi imediata, como se constatou na primeira semana após a ST, mas também foi mantida ao longo do primei­ro ano de seguimento<i>. </i>Assim e apesar da presença da SC, os adolescentes mostraram-se muito satisfeitos com a cirurgia e os seus resultados. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No entanto, o elevado grau de satisfação apresentado no pós-operatório pode ter sido condicionado pela in&#64258;uência negati­va de uma grande insatisfação com a condição antes da cirurgia. Independentemente dessa in&#64258;uência, o facto é que objectiva­mente houve melhoria da HAP. E essa mesma melhoria na HAP e da satisfação dos doentes foi imediata, acentuada e mantida ao longo do tempo. </p>      <p>Apesar da pequena amostra de doentes, os nossos resul­tados enfatizam o facto de que a HAP é uma condição dramática para os adolescentes. Porém é facilmente tratada com a ST e associa-se a uma SC bastante tolerável, devendo merecer mais atenção em idade pediátrica. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>BIBLIOGRAFIA </b></p>      <!-- ref --><p>1. Bellet JS. Diagnosis and treatment of primary focal hyperhi­drosis in children and adolescents. Semin Cutan Med Surg 2010; 29:121-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0872-0754201200030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>2. Bejarano B, Manrique M. Simpaticetomía toracoscópica: una revisión de la literatura. Neurocirurgia 2010; 21:5-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0872-0754201200030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>3. Weksler B, Blaine G, Souza Z, Gavina R. Transection of more than one sympathetic chain ganglion for hyperhidrosis incre­ases the severity of compensatory hyperhidrosis and decrea­ses patient satisfaction. J Surg Res 2009; 156:110-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0872-0754201200030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>4. Steiner Z, Kleiner O, Hershkovitz Y, Mogilner J, Cohen Z. Compensatory sweating after thoracoscopic sympathectomy: an acceptable trade-off. J Pediatr Surg 2007; 42:1238-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0872-0754201200030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>5. Imhof M, Zacherl J, Plas E, Herbst F, Jakesz R, Fugger R. Long-Term Results of 45 Thoracoscopic Sympathectomies for Primary Hyperhidrosis in Children. J Pediatr Surg 1999; 43:1839-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0872-0754201200030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>6. Campos J, Kauffman P, Werebe E, Filho L, Kusniek S, Wo­losker N, et al. Quality of life, before and after thoracic sympa­thectomy: report on 378 operated patients. Ann Thorac Surg 2003; 76:886-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0872-0754201200030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b><a name="0"></a><a href="#top0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>      <p>Angélica Osório </p>      <p>E-mail: <a href="mailto:angelicosorio@gmail.com">angelicosorio@gmail.com</a></p>      ]]></body>
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