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</front><body><![CDATA[ <p><b>Morbilidades futuras </b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Ana Cristina Braga<sup>1 </sup></b></p>      <p><sup>1 </sup>Assistente Hospitalar Graduada de Pediatria, S. Neonatologia, U Maternidade Júlio Dinis, CH Porto </p>      <p>&nbsp;</p>      <p>Durante o desenvolvimento intrauterino o embrião humano aumenta o comprimento 5000 vezes, a superfície corporal 60 mi­lhões de vezes e o peso 6 mil milhões de vezes <sup>(1)</sup>. O genoma fe­tal determina o potencial de crescimento in utero, mas o principal determinante do crescimento realmente atingido é o ambiente nutricional e hormonal em que o feto se desenvolve <sup>(2)</sup>. A res­trição de crescimento intrauterino (RCIU), que se estima atinja cerca de 5% das gestações <sup>(3)</sup> é, cada vez mais, encarada como um processo &#64257;siológico de adaptação a um meio desfavorável. O crescimento num ambiente de privação leva a adaptações me­tabólicas e circulatórias que, embora possam ter consequências desfavoráveis no futuro, são importantes para a sobrevivência fetal <sup>(4)</sup>. Este processo representa aquilo a que Lucas se refere como “programação”: um insulto sofrido numa fase crítica do de­senvolvimento pode resultar num efeito duradouro da estrutura ou da função do organismo <sup>(5)</sup>. </p>      <p>O peso é, isoladamente, uma medida pobre do crescimento intrauterino. A adição do comprimento e do perímetro cefálico permite de&#64257;nir diferentes padrões de crescimento que têm dife­rentes consequências a longo prazo <sup>(6)</sup>.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>CONSEQUÊNCIAS METABÓLICAS </b></p>      <p>Estudos animais e em recém-nascidos (RN) leves para a idade de gestação (LIG) mostraram existir associação entre RCIU, resistência à insulina e aparecimento na vida adulta de hi­pertensão arterial, obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e dislipide­mia (síndrome metabólico). Estudos posteriores em RN prema­turos, adequados e leves para a idade de gestação, con&#64257;rmaram que a prematuridade aumenta também a resistência à insulina, com todas as referidas consequências futuras <sup>(7,8)</sup>. O mecanismo &#64257;siopatológico responsável pelas alterações metabólicas será o mesmo na restrição de crescimento intrauterino e na prematu­ridade, diferindo apenas no momento (intra ou extrauterino) da exposição a condições desfavoráveis. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em resposta à carência nutricional o feto diminui a sua de­pendência da glicose, e aumenta a oxidação de outros substra­tos, nomeadamente aminoácidos e lactato. A resistência periféri­ca à insulina, que surge como mecanismo poupador de glicose, pode perpetuar-se na vida adulta. Por outro lado, com a menor disponibilidade de nutrientes, diminui a produção de hormonas anabólicas- insulina, IGF-1 e hormona do crescimento - e au­menta a de hormonas catabólicas, nomeadamente glicocorticói­des <sup>(6)</sup>. </p>      <p>Também o ganho ponderal pós-natal é um componente importante na programação de doenças no adulto. Estudos epi­demiológicos, clínicos e experimentais em animais realizados em todo o mundo têm demonstrado que existe uma associação entre crescimento lento pré-natal, aceleração do crescimento na fase precoce da vida, e o aparecimento posterior de intolerân­cia à glicose, resistência à insulina, diabetes tipo 2, obesidade e doença cardiovascular <sup>(9,10)</sup>. A discordância entre o fenótipo fe­tal, desenvolvido na adaptação a um ambiente desfavorável, e o ambiente nutricional pós-natal tem consequências metabólicas adversas <sup>(10)</sup>. Investigadores compararam, durante a infância e adolescência, indivíduos nascidos prematuramente que recebe­ram fórmulas para prematuros com outros alimentados com leite humano ou fórmula para lactentes. Concluiram que aqueles que receberam fórmula com maior densidade calórica e proteica obti­veram resultados desfavoráveis no per&#64257;l lipídico, pressão arterial e resistência à leptina e insulina, estabelecendo uma relação en­tre alimentação precoce e obesidade futura <sup>(11,12)</sup>.</p>      <p>Factores genéticos poderão também dar o seu contributo no desenvolvimento de complicações metabólicas em indivídu­os leves para a idade de gestação. Investigação realizada pelo Auckland Birthweight Collaborative study mostrou uma maior prevalência de factores genéticos associados à obesidade e/ou risco de diabetes tipo 2 nos indivíduos nascidos leves do que nos adequados à idade de gestação <sup>(13)</sup>. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>NEURODESENVOLVIMENTO </b></p>      <p>Crianças que sofreram RCIU apresentam mais alterações do neurodesenvolvimento do que os seus pares com a mesma idade de gestação mas peso adequado à idade. Estudos em que o controle é feito com crianças com o mesmo peso ao nascimen­to (e portanto de menor idade de gestação) não revelam esta diferença <sup>(14)</sup>. A presença de outros aspectos com implicações no neurodesenvolvimento, como a prematuridade, a inclusão de crianças constitucionalmente pequenas, ou a causa e o tipo de RCIU, di&#64257;cultam a identi&#64257;cação da responsabilidade da RCIU no prognóstico destes indivíduos. </p>      <p>Tradicionalmente é atribuído pior prognóstico às crianças com restrição simétrica do crescimento, por se considerar que esta foi mais duradoura, mais grave e de instalação mais preco­ce. Recentemente a RMN cerebral tem revelado atingimento do crescimento cerebral mesmo quando o perímetro cefálico está conservado, mostrando que crianças com restrição assimétri­ca podem ter um desenvolvimento cerebral anormal, apesar do aparente fenótipo de “preservação cerebral” <sup>(15)</sup>. Têm sido demonstradas alterações estruturais cerebrais em prematuros com RCIU. Além da redução do volume intracraniano e da substância cinzenta, parece haver uma vulnerabilidade cerebral regional que atinge sobretudo o hipocampo e os lobos límbico e frontal. À medida que se dá a maturação do SNC estas alterações podem levar ao desenvolvimento de um per&#64257;l neuropsicológico particu­lar <sup>(16)</sup>. O seguimento desta população até à idade adulta tem permitido identi&#64257;car alterações subtis do neurodesenvolvimento em indivíduos com QI normal e uma maior incidência de dé&#64257;ce de atenção-hiperactividade e impulsividade <sup>(15)</sup>. </p>      <p>O padrão de crescimento extrauterino também se relaciona com o desenvolvimento. Crianças que “recuperam” o crescimen­to (catch-up growth) têm os melhores resultados. Cerca de 10% das RCIU não fazem esse “catch-up”, havendo autores que su­gerem que nestas crianças haverá uma resistência ao IGF-1 e à hormona de crescimento (HC) <sup>(15)</sup>. Estudos demonstram melhoria do QI, comportamento e auto-estima em crianças tratadas com  HC.<sup>(17)</sup>.</p>      <p><b>CONSEQUÊNCIAS RESPIRATÓRIAS </b></p>      <p>Tem sido aceite que recém-nascidos com restrição de cres­cimento, devido ao stress sofrido in utero, têm um melhor prog­nóstico respiratório. Contudo a restrição de crescimento intrau­terino é descrita como um factor de risco independente para o desenvolvimento de displasia broncopulmonar (DBP) <sup>(18)</sup>. A DBP é uma das principais morbilidades associadas ao intensivismo neonatal. Cada vez mais se reconhece que há alterações na &#64257;­siopatologia da doença, com alguns RN a desenvolverem DBP não precedida de Síndrome de Dificuldade Respiratória do RN nem de ventilação mecânica; é neste grupo de crianças que a RCIU pode ter responsabilidade etiológica <sup>(19)</sup>, embora nem todos os estudos estabeleçam esta relação. Pensa-se que os proces­sos que limitam o crescimento fetal poderão também limitar o crescimento e maturação pulmonar: desequilíbrio entre factores angiogénicos e anti-angiogénicos, hipóxia fetal/pulmonar cróni­ca, alteração do meio bioquímico pulmonar com redução da pro­dução de surfactante <sup>(18)</sup>. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pieira e infecções respiratórias são mais comuns nas crian­ças que sofreram RCIU. O seguimento destas crianças tem mos­trado que a sua função pulmonar é signi&#64257;cativamente diferen­te da das crianças nascidas com peso adequado à gestação, apresentando um aumento da resistência das vias aéreas <sup>(20)</sup>. Os volumes pulmonares, pelo contrário, relacionam-se não com o peso ao nascimento mas com o peso na data da observação. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Consequências renais </b></p>      <p>Estudos têm mostrado que o peso ao nascimento é um for­te determinante do volume renal, do número de nefrónios e do tamanho glomerular. A malnutrição fetal na fase tardia da ges­tação, fase de rápido crescimento renal, leva a uma diminuição desse crescimento e a uma consequente diminuição do número de células renais; esta poderá ser permanente uma vez que após o nascimento parece não haver capacidade de replicação celular renal para catch-up <sup>(6)</sup>. A menor massa renal e menor número de nefrónios associados ao baixo peso ao nascimento tornam o rim mais susceptível à lesão, favorecem o desenvolvimento de HTA e a evolução para doença renal crónica. O aumento da pressão capilar e hiper&#64257;ltração levam à hipertro&#64257;a glomerular, hipertensão intraglomerular e hipertensão sistémica, dando início a um ciclo de lesão glomerular progressiva <sup>(21)</sup>.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>CONSIDERAÇÕES FINAIS </b></p>      <p>A subnutrição fetal programa a resistência à insulina e a diabetes tipo II, o que signi&#64257;ca que as sementes da diabetes na próxima geração foram lançadas e são já aparentes nas crianças de hoje <sup>(6)</sup>. </p>      <p>Estabelecida uma relação entre RCIU (e, em menor medi­da, também a prematuridade) e doenças do adulto, justifica-se a vigilância destas crianças até à vida adulta. A identi&#64257;cação dos indivíduos em risco numa fase pré-clínica permitirá a tomada de medidas que impeçam ou atrasem a manifestação da doença <sup>(22)</sup>. </p>      <p>As políticas de saúde devem intensi&#64257;car esforços em me­didas que promovam um adequado crescimento intrauterino e nutrição pósnatal, estimulando o aleitamento materno. Evita-se assim dilemas como promover ou não a rápida recuperação do crescimento durante a infância <sup>(23)</sup>. </p>      <p>Crianças com RCIU, nascidas de termo ou prétermo, têm risco aumentado de alterações do desenvolvimento. Outros fac­tores, como a prematuridade ou as condições sociais adversas, frequentemente coexistem e têm efeito prognóstico aditivo. A vigilância do seu neurodesenvolvimento deve ser portanto asse­gurada, de forma a garantir-se a optimização dos resultados <sup>(15)</sup>. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>BIBLIOGRAFIA </b></p>      <!-- ref --><p>1. Oelberg DG. Consultation with the specialist: prenatal gro­wth: the sum of maternal, placental, and fetal contributions. Pediatr Rev 2006; 27;224-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000035&pid=S0872-0754201200030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>2. Godfrey KM, Barker DJ. Fetal nutrition and adult disease. Am J Clin Nutr 2000; 71: 1344S-52S.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000037&pid=S0872-0754201200030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>3. Rogers EE, Piecuch RE. Neurodevelopmental outcomes of infants who experience intrauterine growth restriction. Neore­views 2009; 10;e100-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000039&pid=S0872-0754201200030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>4. Barker DJP. Fetal origins of coronary heart disease. BMJ 1995; 311:171-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000041&pid=S0872-0754201200030001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>5. Lucas A. Programming by early nutrition in man. In: Bock GR, Whelan J, eds. The childhood environment and adult disea­se. Chichester, United Kingdom: John Wiley and Sons, 1991: 38-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000043&pid=S0872-0754201200030001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>6. Barker DJP. <i>In utero</i> programming of chronic disease. Clinical Science 1998; 95: 115-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000045&pid=S0872-0754201200030001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>7. Hofman PL, Regan F, Harris M, Robinson E, Jackson W, Cut&#64257;eld WS. The metabolic consequences of prematurity. Growth Horm IGF Res 2004; 14; S136-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000047&pid=S0872-0754201200030001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>8. Hofman PL, Regan F, Jackson WE, Jefferies C, Knight DB, Robinson EM, et al. Premature birth and later insulin resistan­ce. N Eng J Med 2004; 351:2179-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000049&pid=S0872-0754201200030001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>9. Claris O, Beltrand J, Levy-Marchal C. Consequences of in­trauterine growth and early neonatal catch-up growth. Semin Perinatol 2010; 34:207-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000051&pid=S0872-0754201200030001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>10. Morrison JL, Duf&#64257;eld JA, Muhlhausler BS, Gentili S, McMil­len IC. Fetal growth restriction, catch-up growth and the early origins of insulin resistance and visceral obesity. Pediatr Ne­phrol 2010; 25:669-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000053&pid=S0872-0754201200030001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>11. Singhal A, Farooqi IS, O’Rahilly S, Cole TJ, Fewtrell M, Lucas A. Early nutrition and leptin concentrations in later life. Am J Clin Nutr 2002; 75:993-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000055&pid=S0872-0754201200030001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>12. Singhal A, Cole TJ, Fewtrell M, Lucas A. Breastmilk feeding and lipoprotein pro&#64257;le in adolescents born preterm: follow-up of a prospective randomised study. Lancet 2004; 363:1571­-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S0872-0754201200030001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>13. Morgan AR, Thompson JM, Murphy R, Black PN, Lam WJ, Ferguson LR, et al. Obesity and diabetes genes are associa­ted with being born small for gestational age: results from the Auckland Birthweight Collaborative study. BMC Med Genet 2010; 11:125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S0872-0754201200030001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>14. McCarton CM, Wallace IF, Divon M, Vaughan HG Jr. Cogni­tive and neurologic development of the premature, small for gestational age infant through age 6: comparison by birth wei­ght and gestational age. Pediatrics 1996; 98:1167-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S0872-0754201200030001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>15. Rogers EE, Piecuch RE. Neurodevelopmental outcomes of infants who experience intrauterine growth restriction. Neore­views 2009; 10;e100-12 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0872-0754201200030001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>16. Geva R, Eshel R, Leitner Y, Valevski AF, Harel S. Neurop­sychological outcome of children with intrauterine growth res­triction: a 9-year prospective study. Pediatrics 2006; 118;91­-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0872-0754201200030001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>17. Yvonne K, van Pareren YK, Duivenvoorden HJ, Slijper FS, Kot HM, Hokken-Koelega AC. Intelligence and psychosocial functioning during long-term growth hormone therapy in chil­dren born small for gestational age. J Clin Endocrinol Metab 2004; 89:5295-302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0872-0754201200030001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>18. Bose C, Van Marter LJ, Laughon M, O’Shea TM, Allred EN, Karna P, et al. Fetal growth restriction and chronic lung dise­ase among infants born before the 28th week of gestation. Pediatrics 2009; 124;e450-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0872-0754201200030001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>19. Lal MK, Manktelow BN, Draper ES, Field DJ. Chronic lung disease of prematurity and intrauterine growth retardation: a population-based study. Pediatrics 2003; 111;483-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0872-0754201200030001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>20. Greenough A, Yuksel B, Cheeseman P. Effect of in utero gro­wth retardation on lung function at follow-up of prematurely born infants. Eur Respir J 2004; 24:731-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0872-0754201200030001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>21. Reyes L, Mañalich R. Long-term consequences of low birth weight. Kidney Int Suppl 2005; S107-S111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0872-0754201200030001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>22. Chan PY, Morris JM, Leslie GI, Kelly PJ, Gallery ED. The long-term effects of prematurity and intrauterine growth res­triction on cardiovascular, renal, and metabolic function. Int J Pediatr 2010; 2010:280402.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0872-0754201200030001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <!-- ref --><p>23. Bismarck-Nasr EM, Frutuoso MFP, Gamabardella AMD. Efei­tos tardios do baixo peso ao nascer. Rev Bras Crescimento Desenvol Hum. 2008; 18:98-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0872-0754201200030001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>       ]]></body><back>
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