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<institution><![CDATA[,Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge Departamento de Genética Humana Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>POSTER ABSTRACTS / RESUMOS DE POSTERS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">P-07</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Estratégia utilizada no estudo piloto para o rastreio neonatal da fibrose quística</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Lurdes Lopes<sup>I</sup>; Ana Marcão<sup>I</sup>; Ivone Carvalho<sup>I</sup>; Carmen Sousa<sup>I</sup>; Helena Fonseca<sup>I</sup>; Hugo Rocha<sup>I</sup>; Laura Vilarinho<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Unidade de Rastreio   Neonatal, Metabolismo e Genética,   Departamento de Genética   Humana, Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, Porto, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:lurdes.lopes@insa.min-saude.pt">lurdes.lopes@insa.min-saude.pt</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Programa   Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP)   realiza-se em Portugal desde 1979, e atualmente inclui o rastreio neonatal de 24 Doenças Hereditárias do Metabolismo (DHM) e do Hipotiroidismo Congénito (HC). Em Outubro de 2013   iniciou-se, um estudo   piloto para o rastreio neonatal da Fibrose Quística (FQ), que deverá ser efetuado em 80000 recém-nascidos (RN) portugueses ao longo de aproximadamente um ano. A Fibrose   Quística (Mucoviscidose) é uma   doença metabólica genética,   com transmissão autossómica recessiva, e que tem uma prevalência média ao nascimento de 1:3000 RN, na população caucasiana. Bioquimicamente deve-se à de&#64257;ciência na proteína CFTR, codi&#64257;cada pelo gene <i>CFTR</i>, localizado no cromossoma 7. Estão descritas cerca de 2000 variantes genéticas associadas à FQ. Clinicamente é uma doença grave com atingimento multissistémico, caracterizada pela disfunção das glândulas exócrinas, incluindo   o pâncreas, as glândulas sudoríparas e as glândulas   mucosas dos tratos respiratório, gastrointestinal e reprodutivo. O aumento   dos valores de ião cloreto   no suor é típico destes doentes, sendo o “teste do suor” a principal   análise de con&#64257;rmação da doença. Diagnosticar precocemente a doença é   uma fator decisivo no prognóstico, não só pela maior sobrevida, mas também para uma melhor   qualidade de vida do   doente. O aumento da concentração sanguínea da tripsina   imunoreactiva (IRT) nos 1os dias de vida dos RN com   FQ possibilita o rastreio neonatal desta doença. No entanto, apesar de uma boa sensibilidade, o IRT não é um marcador especí&#64257;co para a FQ, e um rastreio baseado unicamente neste marcador tem um número inaceitável de falsos positivos. Por esta razão, têm sido propostos vários algoritmos   de rastreio, incluindo outros marcadores bioquímicos como a Proteína Associada à Pancreatite (PAP) ou o estudo molecular. Neste estudo piloto, o algoritmo   de diagnóstico utilizado baseia-se na determinação do IRT e do PAP em sangue colhido em papel de &#64257;ltro, sendo   a amostra de sangue a mesma colhida   para os restantes rastreios. No âmbito deste projeto   já foram estudados cerca de 29 000 RN e identi&#64257;cados 6 casos positivos.   No &#64257;nal deste estudo deverá ser avaliada a inclusão da FQ no PNDP e o algoritmo de rastreio a utilizar.</font></p>      ]]></body>
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