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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2" face="Verdana"><b>POSTER ABSTRACTS / RESUMOS DE POSTERS</b></font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">P-18</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A adrenoleucodistrofia ligada ao cromossoma X em portugal</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Francisco Laranjeira<sup>I</sup>; Dulce Quelhas<sup>I</sup>; Eugénia Pinto<sup>I</sup>; Helena Ribeiro<sup>I</sup>; Isaura Ribeiro<sup>I</sup>; Sara Pacheco<sup>I</sup>; Lúcia Lacerda<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Unidade de Bioquímica Genética, Centro de Genética Médica   Doutor Jacinto Magalhães, Centro   Hospitalar do Porto E.P.E., Porto, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:francisco.laranjeira@chporto.min-saude.pt">francisco.laranjeira@chporto.min-saude.pt</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A Adrenoleucodistro&#64257;a ligada ao cromossoma X (X-ALD) é a mais frequente das doenças hereditárias do metabolismo de causa peroxissomal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   dé&#64257;ce no funcionamento da proteína transportadora membranar ABCD1 codi&#64257;cada pelo gene <i>ABCD1 </i>que se localiza   em Xq28 – impede o transporte dos ácidos gordos saturados de cadeia muito longa (AGCML) para o lúmen do peroxissoma, e a sua beta-oxidação, o que se traduz numa acumulação em todos os tecidos. As principais manifestações surgem no córtex adrenal, mielina do sistema nervoso   central e células de Leydig   dos testículos. Clinicamente há um espectro de apresentação, variando tanto quanto à idade de surgimento   como no que respeita ao tipo de manifestações, podendo ocorrer   dentro da mesma família. O diagnóstico laboratorial baseia-se   na quanti&#64257;cação dos AGCML. Uma percentagem de mulheres com mutações causais   de X-ALD apresenta valores   normais nestas determinações pelo que o estudo molecular do gene <i>ABCD1 </i>deve ser realizado nos casos de indivíduos do sexo feminino com forte indicação clínica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Objetivo</b>: Neste   trabalho pretende-se apresentar a caracterização dos indivíduos com mutações no gene <i>ABCD1 </i>estudados no nosso laboratório.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Métodos</b>: O doseamento dos AGCML é feito por cromatogra&#64257;a gasosa em amostras de plasma, soro ou &#64257;broblastos de pele cultivados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   estudo molecular do gene <i>ABCD1 </i>inicia-se por PCR e sequenciação das regiões codi&#64257;cantes do gene e respetivas zonas &#64258;anqueantes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados</b>: São apresentados os dados bioquímicos e moleculares, bem como a informação   clínica disponível, relativamente a 118 indivíduos 57 do sexo masculino e 61 do sexo   feminino portadores de mutações no gene <i>ABCD1</i>, pertencentes a 43 famílias diferentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram encontradas 40 mutações diferentes no total das 43 famílias portuguesas com indivíduos com X-ALD, pelo que praticamente cada família tem a   sua mutação “privada”. <b>Conclusões</b>: A grande maioria dos indivíduos do sexo   feminino estudados foi-o em resultado   do estudo familiar e   aconselhamento genético, tendo sido poucos os encaminhados por suspeita clínica.   Pode ser o resultado tanto de uma apresentação mais atenuada da   patologia como da frequente confusão dos sintomas com os de outras patologias   situação que também ocorre em indivíduos do sexo masculino entre as quais a esclerose múltipla.</font></p>      ]]></body>
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