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<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar S. João Serviço de Cardiologia Pediátrica ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES LIVRES</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-4</font></b></p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Hipertensão arterial pulmonar idiopática familiar</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Joana Pimenta<sup>I</sup>; Maria João Baptista<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Serviço de Cardiologia Pediátrica, Centro Hospitalar S. João (CHSJ)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A hipertensão arterial pulmonar familiar   é uma entidade   rara, em que vários elementos da mesma família são afectados.   A mutação mais   frequentemente implicada   envolve o gene BMPRII. Para   melhorar o prognóstico dos indivíduos afectados é fundamental a realização de rastreio   periódico nos restantes elementos da família, sobretudo os mais jovens, já que esta entidade se caracteriza por antecipação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico: </b>Os autores   descrevem o caso de uma criança   com diagnóstico de hipertensão arterial pulmonar aos 6 anos na sequência de rastreio   familiar. Refere-se dois casos de hipertensão arterial pulmonar na família,   um irmão falecido   com um ano de idade (morte súbita   cardíaca) e um primo jovem adulto em tratamento. A criança encontrava-se em classe   funcional I da NYHA quando realizou   rastreio com ECG e ecocardiograma que demonstraram sinais   de pressão pulmonar elevada com disfunção ventricular direita. O cateterismo cardíaco   confirmou o diagnóstico, com estudo de vasoreactividade negativo. Os marcadores   bioquímicos estavam ligeiramente elevados. O estudo etiológico   exaustivo efectuado não identificou qualquer patologia associada. A pesquisa   de mutações do gene BMPRII foi negati-   va. Decidiu-se iniciar   terapêutica com bosentano com avaliação   periódica. Ao fim de cinco anos de seguimento ocorreu agravamento clínico com evolução   da classe funcional e elevação   dos marcadores bioquímicos. A prova dos seis minutos   de marcha e o estudo hemodinamico era sobreponível ao habitual. Foi decidido passar   a terapêutica dupla com   bosentano e sildenafil, com melhoria clínica   e analítica. Actualmente a criança encontra-se estável, em classe funcional I com indicadores de prognóstico favoráveis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>A identificação precoce de indivíduos afectados na hipertensão arterial pulmonar familiar, permite a avaliação   atempada com adequada   estratificação de risco e início precoce de terapêutica vasodilatadora pulmonar específica, se indicado. É fundamental o seguimento destes doentes, com definição de estratégia de objectivos terapêuticos   para evitar a progressão da doença e melhorar o prognóstico.</font></p>      ]]></body>
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