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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES LIVRES</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-5</font></b></p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido pré-termo: que estratégia terapêutica?</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Marina Pinheiro<sup>I</sup>; Ana Ratola<sup>I</sup>; Ana Guedes<sup>I</sup>; Ana Cristina   Braga<sup>I</sup>; Dulce Oliveira<sup>I</sup>; Carmen Carvalho<sup>I</sup>; Alexandra Almeida<sup>I</sup>; Ana Margarida Alexandrino<sup>I</sup>; Sílvia   Álvares<sup>II</sup>; Elisa Proença<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais, Serviço   de Neonatologia, Maternidade Júlio Dinis,   Centro Hospitalar do Porto (CHP)    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Serviço de Cardiologia Pediátrica, Centro Hospitalar do Porto (CHP)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido (HTPPRN)   é uma entidade   mais frequente nos RN com mais de 34 semanas.   O diagnóstico nos RN pré-termo   (PT) tem vindo   a aumentar, havendo grande limitação   quanto às opções terapêuticas. A Academia Americana   de Pediatria não recomenda o óxido nítrico   inalado (iNO) nos RN com menos de 34 semanas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Objectivos: </b>Os autores apresentam   2 casos de HTP grave em PT com diagn  ósticos de base e evolução cl  ínica distintas. Discutem-se eventuais opções ao tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso 1: </b>RNPT 29 semanas, sexo feminino,   peso ao nascimento de 1460g. Parto eutócico após rotura prolongada   de membranas, com índice   de Apgar 5/7. Desenvolveu quadro de dificuldade respiratória com necessidade de ventilação invasiva (VI), sem melhoria após surfactante, com evolução para HTP grave em contexto de sépsis   congénita a pneumonia por Esche-   richia coli. Hipoxemia refratária à ventilação de alta frequência (VAF), mas com boa resposta   ao iNO e sildenafil. Evolução global favorável, sem necessidade de suporte   ventilatório ao 11º dia e sem outras   complicações, nomeadamente neurológicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso 2: </b>RNPT 30 semanas, sexo masculino, peso ao nascimento   de 1840g. Cesariana emergente por descolamento de placenta, com índice Apgar   3/4, reanimação e VI após o nascimento.   Quadro clínico de hidropsia fetal,   com necessidade de volemização, suporte   inotrópico e ventilatório durante a 1ª semana de vida. Detetada cardiomiopatia hipertrófica com obstru-   ção do trato de saída do ventrículo esquerdo, que conduziu   ao diagnóstico de Síndrome de Noonan. Medicado   com propanolol, sem agravamento da hipertrofia, e sob ventilação não invasiva. Aos 2 meses (IC 38 semanas),   desenvolve quadro de HTP grave secundária a pneumonia   a Adenovírus, sem resposta à VAF, suporte inotrópico e terapêutica com iNO e sildenafil. Óbito verificado ao 80º dia de vida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Comentários: </b>O tratamento da HTP constitui habitualmente um desafio para os neonatologistas, tendo o seu manejo nos RNPT limitações terapêuticas importantes. Apesar   do iNO não estar recomendado nos RNPT, alguns estudos sugerem   poder haver algum benefício nos casos   de rotura prolongada   de membranas, oligoâmnios e hipoplasia   pulmonar, o que parece ter acontecido   com o 1º caso. Perante a gravidade   da situação e patologia de base, não se progrediu   no investimento do 2º caso. Discute-se   eventualmente avançar com outras   opções terapêuticas nos casos não respondedores ao iNO.</font></p>      ]]></body>
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