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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bloqueio do nervo pudendo e simulação obstétrica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[A primeira descrição do bloqueio do nervo pudendo foi em 1908. Esta é uma técnica indicada para analgesia nas fases mais adiantadas do trabalho de parto. O uso de técnicas analgésicas eficazes desde os estadios mais precoces do trabalho de parto, como as técnicas do neuro-eixo, deixaram o bloqueio do pudendo para segundo plano. No entanto, é de fácil execução, habitualmente pelo obstetra, e com baixo risco de hemorragia ou infeção. O bloqueio do pudendo é um procedimento com poucas oportunidades de treino na prática clínica, pelo que o retomar da prática na sua execução através do uso de simuladores obstétricos torna-se pertinente. Ainda, a sua utilização em cenários simulados permite a familiarização de equipas multidisciplinares na sua aplicação em diversos contextos, emergentes ou não emergentes. Os principais objetivos deste trabalho são (1) efetuar uma revisão sobre o bloqueio do nervo pudendo na analgesia de parto, focando as principais vantagens e limitações, (2) repensar a sua utilização na ausência ou contraindicação de outras técnicas analgésicas, (3) reavivar a técnica de execução através da simulação aplicada à Obstetrícia.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO DE REVIS&Atilde;O / REVIEW  ARTICLES</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4"><font face="Verdana"><b>Bloqueio do nervo pudendo   e simulação obstétrica</b></font></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Pudendal  nerve block and obstetric simulation</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Luís Guedes-Martins<sup>I,II</sup>; Luísa Guedes<sup>III</sup>; Joaquim Saraiva<sup>I</sup>; Ana Reynolds<sup>II</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>S. Ginecologia e Obstetr&iacute;cia, CH Porto, 4050-371 Porto, Portugal. E-mail: <a href="mailto:luis.guedes.martins@gmail.com">luis.guedes.martins@gmail.com</a>; <a href="mailto:saraivajp@hotmail.com">saraivajp@hotmail.com    <br> </a><sup>II</sup>Centro de Simula&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica do Porto (CESIMED), Portugal. 4465-024 S. Mamede de Infesta, Portugal. E-mail: <a href="mailto:reynolds@cesimed.pt">reynolds@cesimed.pt    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </a><sup>III</sup>S. Anestesiologia, CH S. Jo&atilde;o,   Portugal. 4200-319 Porto, Portugal. E-mail: <a href="mailto:luisa_ferraz@hotmail.com">luisa_ferraz@hotmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topo" id="topo"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   primeira descrição do bloqueio do nervo pudendo   foi em 1908. Esta é uma técnica   indicada para analgesia nas fases mais adiantadas do trabalho de parto. O uso de técnicas analgésicas eficazes desde os estadios   mais precoces do trabalho de parto, como   as técnicas do neuro-eixo, deixaram   o bloqueio do pudendo para   segundo plano. No entanto, é de fácil execução, habitualmente pelo obstetra, e com baixo risco de hemorragia ou infeção.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   bloqueio do pudendo   é um procedimento com poucas oportunidades de treino na prática clínica,   pelo que o retomar da prática na sua execução através do uso de simuladores obstétricos torna-se pertinente. Ainda, a sua utilização em cenários simulados permite a familiarização de equipas multidisciplinares na sua aplicação em diversos contextos, emergentes ou não emergentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   principais objetivos deste   trabalho são (1) efetuar uma revisão sobre   o bloqueio do nervo pudendo   na analgesia de parto, focando as principais vantagens e limitações, (2) repensar a sua utilização na ausência ou contraindicação de outras técnicas analgésicas, (3) reavivar a técnica de execução através da simulação aplicada à Obstetrícia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave</b>: Analgesia de parto, bloqueio nervo pudendo, simulação obstétrica.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Pudendal nerve block was first described   in 1908. This is an effective technique   of analgesia for the later stages of labor. But the use of analgesic   techniques able to relieve pain from the early stages   of labor (such as the neuraxial techniques) led the pudendal   block for a secondary choice.   Even though, it is a simple and safe technique, usually performed by the obstetrician and with   an associated low risk of bleeding or infection.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pudendal nerve block is a technique   with scarce training opportunities in clinical practice. Therefore, training of this procedure using obstetric   simulators should be considered. Moreover, its practice   in simulated scenarios allows familiarization   of multidisciplinary teams on its application in different contexts, either emergent or non-emergent   intra-partum situations.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   objectives of this work are:   (1) to conduct a review of the pudendal nerve block for labor analgesia, focusing on its the main advantages and limitations, (2) to rethink   its use in the absence   of contraindications or other analgesic techniques, (3 ) to remind   the technique of execution through   simulation applied to Obstetrics.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key-words</b>: Labor analgesia, pudendal   nerve block, obstetric simulation.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font face="Verdana"></font><font size="2" face="Verdana">A descrição inicial da técnica de bloqueio do nervo pudendo é atribuída a Mueller(1), decorria   o ano de 1908. Logo após, em 1916, King publicava uma série de 100 casos   em que recomendava o recurso a esta técnica   analgésica no parto   vaginal(2). Posteriormente, vários   autores referiram o seu uso em partos   vaginais, eutócicos ou distócicos, incluindo partos em apresentação pélvica(3). Em 1953, Klink   descreve a anatomia do nervo e propõe, assim como Kohl em 1954, abordagens modificadas(4,5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda que pertencendo às técnicas clássicas de analgesia de parto, a do bloqueio   do nervo pudendo   é atualmente pouco utilizada pois   confere analgesia apenas   no segundo estadio   do trabalho de parto. Outras   técnicas, nomeadamente as do neuro-eixo,   permitem obter uma analgesia eficaz,   e com baixo risco de complicações, ao longo de todas as   fases do trabalho de parto.(6) O bloqueio do podendo permite ainda a realização de episiotomias, episiorrafias e procedimentos cirúrgicos <i>minor </i>na vagina.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   principais objetivos deste   trabalho são (1) efetuar uma revisão sobre   o bloqueio do nervo pudendo   na analgesia de parto, focando as principais vantagens e limitações, (2) repensar a sua utilização na ausência ou contraindicação de outras técnicas analgésicas, (3) reavivar a técnica de execução através da simulação aplicada à Obstetrícia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Foi   efetuada uma revisão   bibliográfica em tratados   de Farmacologia, Anestesiologia, Anatomia e ainda   pesquisados artigos publicados na MEDLINE, PUBMED   e revisões COCHRANE   utilizando as palavras-chave: “<i>pudendal nerve block”, “labor     analgesia”, “indications”, “complications”</i>, redigidos em inglês e publicados no período   de 1908 a 2012. Dos artigos obtidos   foram selecionados as meta-análises, <i>practice guidelines</i>, os ensaios clínicos, ensaios   controlados, randomizados e os artigos de revisão.   Foram analisados 41 artigos, de um total de 96, de acordo com a relação com o tema, o fator de impacto e o acesso ao texto integral dos mesmos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">DIVISÃO   CLÍNICA DO TRABALHO DE PARTO</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   início do trabalho   de parto ocorre   com o aparecimento de contrações uterinas dolorosas   associadas a apagamento e dilatação cervical. Na prática, é percebido pela   grávida aquando da ocorrência de contrações uterinas dolorosas e regulares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Convencionou-se dividir   o trabalho de parto em três estadios: o primeiro, inicia   com o aparecimento de contrações uterinas dolorosas até à dilatação   completa do colo; o segundo,   corresponde ao período   expulsivo e começa com a dilatação completa   do colo terminando com o nascimento; o terceiro estadio, corresponde à dequitadura e , decorre   desde o nacimento até à exteriorização da placenta e das membranas fetais (<a href="#q1">Quadro I</a>). Friedman(7) dividiu o primeiro estadio   em duas fases fundamentais que denominou   por fase latente   e fase ativa. A fase latente decorre   desde o aparecimento das contrações uterinas   regulares até ao apagamento (extinção) total e cerca   de 3cm de dilatação do colo. Segue-se a fase ativa,   com dilatação cervical mais rápida, até   se atingir a dilatação completa. Dependente da forma como ocorre   a dilatação cervical   a fase ativa é subdividida em três   períodos: período de aceleração, período   de declive máximo que permite   avaliar a eficácia da contractilidade uterina, e período de desaceleração, que representa um bom indicador da compatibilidade feto-pélvica.(8)</font></p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v23n3/23n3a05q1.jpg" width="384" height="160"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   primeiro estadio do trabalho de parto, a dor é causada pelas contrações uterinas   associadas à dilatação do colo e apagamento   do segmento inferior   do útero. Os impulsos dolorosos são mediados por fibras viscerais aferentes tipo C, com origem essencialmente nas   raízes de T10   a L1.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Durante o segundo estadio,   a dor resulta da distensão   da porção inferior da vagina,   da região vulvar   e do períneo, bem como do estiramento dos músculos do compartimento anterior da pelve pela   pressão exercida com   a descida da apresentação. Estas estruturas obtêm   a maior parte   da sua inervação sensitiva e motora   das raízes de S2-S4, via nervo pudendo.(6)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">ANALGESIA DE PARTO</font></b></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana"></font></b><font size="2" face="Verdana">Os   métodos tradicionalmente descritos   para analgesia de parto incluem a estimulação elétrica transcutânea (TENS), a analgesia   com óxido nitroso inalado (Entonox), a analgesia sistémica e a analgesia regional.(6,9)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de algumas mulheres referirem utilidade do TENS no trabalho de parto, estudos randomizados apresentam evidências fracas do seu efeito analgésico.(6,9) A analgesia sistémica com bólus de opióides   é de fácil administração e de baixo custo mas parece ter efeito predominantemente sedativo e amnésico,   com alteração mínima nos scores de dor.(9) Alguns trabalhos demonstram que o Entonox é mais efi que do que Petidina   endovenosa, mas não chega a ser atingida uma analgesia completa.(10,11) A administração de remifentanil durante o trabalho   de parto, diminui os scores de dor mas também de forma incompleta.(12)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   analgesia regional confere   o alívio mais eficaz da   dor.(11) Por outro   lado, durante o primeiro estadio   do trabalho de parto, e desde que   evitada a hipotensão materna, contribui ainda para um ambiente favorável ao bem-estar fetal pela diminuição da estimulação simpática e hiperventilação maternas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas   técnicas regionais, a analgesia do neuro-eixo (espinhal, combinada do neuro-eixo ou epidural), substituíram largamente outras técnicas regionais (bloqueio paracervical, do pudendo ou caudal).(13)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   trabalho de parto a analgesia   do neuro-eixo é eficaz em aproximadamente 85% das mulheres.(13) É importante instituir este   tipo de analgesia minimizando o aparecimento de hipotensão e bloqueio   motor. Contudo, algum grau de bloqueio motor está frequentemente presente. Ensaios clínicos   randomizados comparando a analgesia endovenosa com a regional   demonstraram uma associação entre a analgesia epidural e o prolongamento do trabalho de parto, com incidência aumentada de parto instrumentado.(14) Este efeito pode ser minimizado, aumentando eventualmente o grau de satisfação materna,   com a escolha criteriosa do tipo de analgesia de parto e a implementação de protocolos anestésicos no intra-parto. Potencialmente úteis são o estabelecimento de analgesia regional   com baixa dose de anestésico local e opióide, via epidural ou intratecal, e o uso de PCEA (<i>patient controled epidural     analgesia</i>) ou bólus   intermitentes para manter a analgesia. Há evidência de que o uso de perfusões contínuas se associa a uma maior   dose total de anestésico local   administrado, enquanto que a PCEA fornece a menor quantidade.(14)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>ANATOMIA DO NERVO PUDENDO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O   nervo pudendo tem origem em neurónios do corno ventral da medula   espinal (S2-S4), numa   região denominada núcleo   de Onuf.(15) Quanto ao seu percurso, torna-se   medial e caudal   em relação ao tronco do nervo ciático.(16,17) Segue lateralmente entrando na região glútea,   no canal infra-piriforme, e atravessa o grande <i>foramen </i>ciático.17 É acompanhado pela artéria, habitualmente cranial   ao nervo, e cercado por   veias que assumem   aparência plexiforme.(17) O feixe   do pudendo atravessa o ligamento sacro-espinhoso, imediatamente antes da sua inserção na espinha isquiática.15,17 A este nível, o nervo pudendo   situa-se entre os ligamentos sacro-espinhoso ventralmente e sacro-tuberoso dorsalmente.(17) O tronco nervoso   passa depois ventral,   medial e caudalmente e entra na região perineal pelo <i>foramen </i>ciático menor. Permanece sob o plano do músculo   elevador do ânus e entra   medialmente através da fáscia do músculo obturador   interno, que forma   o canal pudendo descrito por Alcock.(15-17)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   canal pudendo contem   o nervo e os vasos   pudendos, envoltos em tecido conjuntivo. (17) Na maioria dos casos, os três ramos terminais do nervo pudendo   originam-se dentro do canal e incluem (1)   o nervo retal   inferior, (2) o nervo perineal   e o (3) nervo dorsal do clítoris.(17) O nervo retal   inferior inerva o tegumento perianal   e comunica com o ramo perineal do nervo cutâneo   femoral posterior e seu ramo terminal, o nervo dos grandes lábios. (16,17) Este ramo fornece inervação sensitiva à porção distal do canal anal e pele perianal e inervação motora   ao esfíncter anal externo.(16) Em alguns casos,   pode originar-se diretamente do plexo pudendo   ou do tronco pudendo antes da sua entrada no canal pudendo.   O segundo ramo é o nervo perineal   que possui uma porção motora   profunda e dois ramos sensitivos superficiais, os nervos medial e lateral posterior dos lábios.(17) Estes são responsáveis pela inervação sensitiva do períneo e da face posterior ipsilateral dos grandes lábios;   fornece também inervação motora para os músculos perineal superficial, perineal transverso profundo, bulboesponjoso, isquicavernoso, esfíncter   da uretra e elevador do ânus.(15-17)  Este ramo emerge na porção posterior do canal pudendo.(17) O nervo   dorsal do clítoris é o ramo   terminal e mais   superficial do nervo   pudendo, encontra-se a nível da sínfise púbica   e transmite aferências sensitivas provenientes do clitoris.(15,16)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">TÉCNICA DE BLOQUEIO DO NERVO   PUDENDO</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Abordagem transvaginal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na   abordagem transvaginal, a espinha isquiática pode ser palpada através da vagina ou do reto. Para realizar   o bloqueio à esquerda, a espinha isquiática é palpada com o dedo indicador da mão esquerda e a agulha é guiada com a mão direita entre o dedo indicador e médio da mão esquerda, em direção à espinha isquiática. O ligamento sacro-espinhoso situa-se 1cm medial e posterior   à espinha. A agulha atravessa   o ligamento cerca de 1cm,   até que se sinta perda   de resistência, atingindo a sua extremidade o local do nervo pudendo. Os vasos pudendos   encontram-se na proximidade, impondo a aspiração   antes da injeção   dos 10mL de anestésico local.   O procedimento contralateral deve   ser repetido. (<a href="#f1">Figuras 1B e 1C</a>)   Pode utilizar-se uma agulha com guia (trompa   de Iowa) de modo a impedir o traumatismo vaginal ou da apresentação fetal ou então   uma agulha espinhal   de 22G, que passa entre   os dedos do executante como descrito acima evitando o traumatismo.(14)</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v23n3/23n3a05f1.jpg" width="392" height="378"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Abordagem transperineal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   abordagem transperineal é útil quando a apresentação torna a palpação   vaginal difícil (<a href="#f1">Figura   1A</a>). Deve-se localizar   a tuberosidade isquiática por palpação externa   e introduzir a agulha medialmente a este ponto,   até cerca de 2.5cm de profundidade. Posteriormente, infiltrar até 8mL de anestésico local neste ponto e depois redirecionar a agulha para os tecidos vulvares profundos e superficiais, ao longo da sua margem anterior, de forma a bloquear os componentes ilioinguinal e genitofemoral. O procedimento é repetido no outro lado.(14)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">ESCOLHA DO   ANESTÉSICO LOCAL</font></b></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana"></font></b><font size="2" face="Verdana">Após bloqueio do nervo   pudendo ocorre uma rápida absorção do anestésico local para a circulação materna.   Zador et al, detetaram analgésico em amostras de sangue, proveniente de capilares venosos   maternos e do escalpe fetal,   5 minutos após a administração de 20 mL de lidocaína a 1% atingindo-se o pico da concentração aos 10 a 20 minutos.(17) Kuhnert e colaboradores relataram que a concentração de lidocaína e seus metabolitos na urina do recém-nascido eram semelhantes no caso de bloqueio do nervo pudendo com este analgésico ou administração epidural de lidocaína.(18)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Alguns autores preconizam o uso de 2-cloroprocaína pois   o seu rápido início de ação torna-se   vantajoso quando o bloqueio é realizado imediatamente antes do nascimento.(17,18) O seu rápido metabolismo e semi-vida intravascular curta reduzem o risco de toxicidade sistémica, materna ou fetal. A curta duração de ação deste   analgésico também se assume como   uma desvantagem. No entanto,   se o bloqueio for executado   no início do segundo estadio   do trabalho de parto pode ser repetido se necessário.(14)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Merkow avaliou o comportamento neurológico de recém-nascidos após administração de 30mL de bupivacaína a 0,5%, mepivacaína a 1% ou 2-cloroprocaína   a 3%, para realização de bloqueio do pudendo ou infiltração perineal. Verificou que a reação neonatal   à picada 4 horas após a administração materna era superior no grupo que recebera mepivacaína. Não foram encontradas outras diferenças de resposta neurológica entre os grupos às 4 e 24h após o nascimento.(19)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Independentemente da escolha do anestésico local,   não há indicação para administração de anestésico em altas concentrações. É desnecessário, e potencialmente perigoso, administrar bupivacaína a 0,5%, lidocaína   a 2% ou 2-cloroprocaína a 3%. Recomenda-se o uso de um anestésico local de curta   duração de ação, como lidocaína a 1%, bupivacaína a 0,25% ou 2-cloroprocaína   a 2%.Os primeiros produzem analgesia satisfatória durante cerca de 1.5-2.5h. Não se deve   exceder um volume   total de 20mL no bloqueio   de ambos os nervos, considerando como doses tóxicas   a de 4mg/kg para a lidocaína e de 2mg/kg para a bupivacaína.(14)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   associação de adrenalina ao anestésico local   com o intuito de melhorar a qualidade do bloqueio pudendo   é defendida por alguns autores, mas os resultados não   são consensuais. Num estudo   randomizado, duplamente cego,   que incluiu 1048 parturientes divididas em três grupos   de acordo com a analgesia instituída (16mL de mepivacaína a 1% ou de mepivacaína a 1% com adrenalina ou de bupivacaína a 0,25%) concluiu-se que a mepivacaína associada à adrenalina conferiu um efeito analgésico mais eficaz comparativamente à administração do mesmo isoladamente.(20) Acresce ainda o facto   de que não se verificaram diferenças significativas entre os grupos quanto   à duração do segundo estadio   do trabalho de parto e à incidência de parto instrumentado.(20) Contudo, num outro ensaio clínico randomizado, de Schierup <i>et al </i>, 151 grávidas receberam 20mL de mepivacaína a 1% com ou sem adrenalina. Neste,   os autores não concluíram uma melhoria da qualidade da analgesia com a associação de adrenalina.(21) Alguns autores alertam ainda que a associação analgésico local e adrenalina pode prolongar ligeiramente o trabalho de parto até ao nascimento.(14)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font size="3" face="Verdana">CONTRAINDICAÇÕES E COMPLICAÇÕES</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   complicações do bloqueio   do nervo pudendo,   tanto maternas como fetais, são raras.(22-25)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas complicações maternas incluem-se: Toxicidade sistémica do anestésico local,   por injeção intravascular acidental, dada a proximidade dos vasos pudendos, ou por absorção   sistémica de doses excessivas; Hematomas   vaginal, isquiorectal ou retroperitoneal, por trauma   da artéria pudenda. As complicações hemorrágicas são tipicamente auto-limitadas, raramente necessitando de tratamento cirúrgico(26); Infeção local.   Os abcessos subglúteos ou do psoas   são raros mas podem resultar em morbilidade e mortalidade elevadas(27); Ineficácia analgésica, esta pode ocorrer   em pelo menos um dos lados até 50% dos bloqueios. No entanto, pode não ser   consequente a uma   complicação do próprio bloqueio   ou a má execução da técnica mas sim porque o bloqueio   do pudendo não confere analgesia à região anterior   do períneo, mediada   por ramos dos nervos ilioinguinal e genitofemoral. A infiltração subcutânea   no compartimento anterior do períneo,   ao longo da vulva, pode complementar a analgesia nesta região. Por outro lado, o bloqueio   do pudendo também não alivia   a dor associada às contrações uterinas e dilatação cervical, transmitidas por fibras nervosas simpáticas de T10 a L2, e também não causa relaxamento uterino.(28)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas   complicações fetais é de considerar: Potencial exposição fetal a níveis plasmáticos elevados de anestésico local. Realça-se que o bloqueio   tem indicação na fase final do trabalho de parto, verificando-se habitualmente um curto   intervalo de tempo entre a   administração do fármaco e o   nascimento, não permitindo a metabolização feto-placentar. Neste âmbito,   é importante ter uma   ideia da farmacodinâmica e da farmacocinética dos analgésicos utilizados. Por exemplo, o pico da concentração plasmática fetal   da lidocaína a 1% verifica-se aos 10-20 minutos e o parto poderá   ocorrer entretanto(14); Trauma fetal ou injeção direta fetal de anestésico local.(14)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">SIMULAÇÃO OBSTÉTRICA</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   treino dos profissionais de saúde de apoio à Obstetrícia através de técnicas   e tecnologias de simulação aplicada   à saúde tornou-se   imprescindível, tendo mesmo sido associado   a desfechos neonatais mais favoráveis,   se de carácter obrigatório e com   periodicidade anual.(29,30) Na realidade, a necessidade de pessoal especializado, da rápida disseminação de protocolos de atuação e de evitar   o treino inicial   no doente associados ao desenvolvimento, ou ao ressurgir, de procedimentos, justificam também a adoção de estratégias de ensino/aprendizagem em obstetrícia que devem privilegiar as técnicas de simulação médica.(28,29,31-38)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   simulação aplicada à saúde, como metodologia de ensino/aprendizagem, permite uma integração nos serviços mais rápida, em ambiente descontraído, deteta potenciais erros de prática clínica, a nível individual ou no trabalho   em equipa, e pode   evidenciar falhas organizacionais inerentes aos próprios serviços de saúde.(39-42) Ainda, questões relacionadas com a ética, a segurança   do doente e com o aumento dos processos médico-legais, particularmente em Obstetrícia, podem justificar   o interesse no treino de habilidades técnicas   de procedimentos suscetíveis de realizar no intra-parto.(43-46)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente o bloqueio do pudendo é uma técnica   com escassa oportunidade de ensino na prática clínica.   Desta forma, a   aprendizagem inicial em simuladores obstétricos é de particular importância, permitindo reavivar procedimentos eventualmente úteis a determinadas circunstâncias, de acordo com o senso clínico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   autores apresentam uma série de imagens (Figura   1) obtidas em um manequim   de simulação obstétrica (NoelleTM, Gaumard®, Miami, Florida-USA) onde é possível   a demonstração da execução do   bloqueio recorrendo às referências anatómicas tradicionais. A correta aplicação da técnica pode ser avaliada pela observação da posição da extremidade da agulha no local correspondente ao espaço pudendo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O bloqueio do nervo pudendo   pode ser utilizado   em procedimentos cirúrgicos <i>minor </i>da   vulva, vagina e do períneo   e, apresenta um interesse particular, durante o segundo   estadio do trabalho de parto como   analgesia de resgate   nomeadamente em cenários de emergência obstétrica. A simulação permite o reavivar   e a manutenção de habilidades técnicas potencialmente úteis à prática obstétrica. A prática do bloqueio do nervo pudendo em cenários de treino do intra-parto com recurso a simuladores obstétricos é um bom exemplo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Müller B. Narkologie. Band   II, 88. Berlin: Trankel; 1908. p.15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0872-0754201400050000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   King R. Perineal anesthesia in labor. Surg Gynecol Obstet 1916; 23: 615-618.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0872-0754201400050000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rocker I. Obstetric indications for the use of pudendal nerve block analgesia. Br Medical Journal 1956; 14:78-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0872-0754201400050000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Klink EW. Perineal   nerve block: an anatomical and clinical study in the female. Obstet Gynec 1953; 1:137-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0872-0754201400050000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Kohl GC. New method of pudendal nerve block. Northwest Med 1954; 53:1012-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0872-0754201400050000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Miller R, Eriksson L, Fleisher L, Wiener-Kronish J, Young W.   Miller’s Anesthesia. 7th ed. Philadelphia: Churchill Livingstone Elsevier; 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0872-0754201400050000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Friedman   EA. Labor: Clinical   evaluation and management. 2ª ed. New York: Appleton; 1978.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0872-0754201400050000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Peisner DB, Rosen MG. Transition from   latent to ative labor. Obstet Gynecol 1986; 68:448-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0872-0754201400050000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Harrison RF, Shore M, Woods T, Mathews G, Gardiner J, Unwin A. A comparative study of transcutaneous electrical nerve stimulation (TENS), entonox, pethidine   promazine and lumbar epidural   for pain relief   in labor. Acta Obstet Gynecol Scand 1987; 66:9-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0872-0754201400050000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10.&nbsp;&nbsp;   Volmanen P, Palomäki O, Ahonen J. Alternatives to neuraxial analgesia for labor. Curr Opin Anaesthesiol 2011; 24:235-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0872-0754201400050000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11.&nbsp;&nbsp;   Rosen MA. Nitrous oxide   for relief of labor pain:   A systematic review.   Am J Obstet Gynecol 2002; 186:110-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0872-0754201400050000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12.&nbsp;&nbsp;   Schnabel A, Hahn N, Broscheit J, Muellenbach RM, Rieger L, Roewer N, et al. Remifentanil for labour analgesia: a metaanalysis of randomised controlled trials. Eur J Anaesthesiol 2012; 29:177-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0872-0754201400050000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13.&nbsp;&nbsp;   Carstoniu J, Levytam S. Nitrous oxide in early labor-safety and analgesic efficacy   assessed by a double-blind, placebocontrolled study. Anesthesiology 1994; 80:30-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0872-0754201400050000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14.&nbsp;&nbsp;   Cambic CR, Wong CA. Labour analgesia   and obstetric outcomes.   Br J Anaesth 2010; 105: 50-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0872-0754201400050000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15.&nbsp;&nbsp; Chestnut D, Polley L, Tsen L, Wong C. Chestnut’s Obstetric Anesthesia: Principles and Practice. Philadelphia: Mosby Elsevier; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0872-0754201400050000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16.&nbsp;&nbsp;   Stav K, Dwyer P, Roberts L. Pudendal neuralgia: fact or fiction?. Obstet Gynecol Surv 2009; 64:190-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0872-0754201400050000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17.&nbsp;&nbsp;   Standring S. Gray’s Anatomy:   the anatomical basis of Medicine and Surgery. Philadelphia: Churchill Livingstone; 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0872-0754201400050000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18.&nbsp;&nbsp;   Zador G, Lindmark, G, Nilsson BA. Pudendal block in normal vaginal deliveries. Acta Obstet Gynecol Scand 1974; 34:51-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0872-0754201400050000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19.&nbsp;&nbsp;   Kuhnert BR, Knapp DR, Kuhnert PM, Prochaska AL. Maternal, fetal and neonatal metabolism of lidocaine. Clin Pharmacol Ther 1979; 26:213-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0872-0754201400050000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20.&nbsp;&nbsp;   Merkow AJ, McGuiness GA, Erenberg A, Kennedy RL. The neonatal neurobehavioral effects of bupivacaine, mepivacaine and 2-chloroprocaine used for pudendal   block. Anesthesiology 1980; 52:309-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0872-0754201400050000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21.&nbsp;&nbsp;   Langhoff-Roos J, Lindmark G. Analgesia and maternal side effects of pudendal block at delivery. A comparison of three local anesthetics. Acta Obstet Gynecol Scand 1985; 64:269-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0872-0754201400050000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22.&nbsp;&nbsp;   Schierup L, Schmidt JF, Torp-Jensen A, Rye BA. Pudendal block in vaginal deliveries. Mepivacaine with and without epinephrine. Acta Obstet Gynecol Scand 1988; 67:195-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0872-0754201400050000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23.&nbsp;&nbsp;   Novikova N, Cluver C. Local anaesthetic nerve block for pain management   in labour. Cochrane Database Syst Rev 2012; 4:CD009200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0872-0754201400050000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">24.&nbsp;&nbsp;   Romanzi L. Techniques of pudendal nerve block. J Sex Med 2010; 7:1716-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0872-0754201400050000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">25.&nbsp;&nbsp;   Prat-Pradal D, Metge L, Gagnard-Landra C, Mares P, Dauzat   M, Godlewski G. Anatomical basis   of transgluteal pudendal   nerve block. 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Pudendal nerve block for pain relief in episiotomy repair. Int J Gynaecol Obstet 2004; 87:151-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0872-0754201400050000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">28.&nbsp;&nbsp;   Schokman FC, Correy JF. Pudendal block: an obstetric procedure that needs critical evaluation. Asia Oceania J Obstet Gynaecol 1987; 13:495.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0872-0754201400050000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">29.&nbsp;&nbsp;   Draycott TJ, Crofts JF, Ash JP, Wilson LV, Yard E, Sibanda Thabani, et al. Improving Neonatal   Outcome Through Practical Shoulder Dystocia Training. Obstet Gynecol 2008; 112:14-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0872-0754201400050000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">30.&nbsp;&nbsp;   Draycott T, Sibanda T, Owen L, Akande V, Winter C, Reading S, et al. Does training in obstetric   emergencies improve neonatal outcome? BJOG 2006; 113:177-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0872-0754201400050000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">31.&nbsp;&nbsp;   Sørensen JL, Van der Vleuten C, Lindschou J, Gluud C, Ostergaard D, Leblanc V, et al. ‘In situ   simulation’ versus ‘off site simulation’ in obstetric emergencies and their effect   on knowledge, safety   attitudes, team performance, stress, and motivation:   study protocol for a randomized controlled trial. Trials 2013; 14:220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0872-0754201400050000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">32.&nbsp;&nbsp;   Dadiz R, Weinschreider J, Schriefer J, Arnold C, Greves CD,   Crosby EC, et al. Interdisciplinary Simulation-Based Training   to Improve Delivery Room Communication. Simul Healthc 2013; 8:279-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0872-0754201400050000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">33.&nbsp;&nbsp; Deering S, Rowland J. Obstetric emergency simulation. Semin Perinatol 2013; 37:179-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0872-0754201400050000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">34.&nbsp;&nbsp; Burden C, Preshaw J, White P, Draycott TJ, Grant S, Fox</font> <font size="2" face="Verdana">R. Usability of virtual-reality simulation training in obstetric ultrasonography: a prospective cohort study. Ultrasound Obstet Gynecol 2013; 42:213-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0872-0754201400050000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">35.&nbsp;&nbsp;   Scholz C, Mann C, Kopp V, Kost B, Kainer F, Fischer MR. High-fidelity simulation increases obstetric self-assurance and skills in undergraduate medical   students. J Perinat   Med 2012 Jul 13. doi: 10.1515/jpm-2012-0052.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0872-0754201400050000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">36.&nbsp;&nbsp;   Marques JB, Reynolds A. Shoulder dystocia: an obstetrical emergency. Acta Med Port 2011; 24:613-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0872-0754201400050000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">37.&nbsp;&nbsp;   Pratt SD. Recent trends   in simulation for obstetric anesthesia. Curr Opin Anaesthesiol 2012; 25:271-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0872-0754201400050000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">38.&nbsp;&nbsp; Owen H. Early use of simulation in medical education. Simul Healthc 2012; 7:102-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0872-0754201400050000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">39.&nbsp;&nbsp;   Pratt SD. Focused review:   simulation in obstetric   anesthesia. Anesth Analg 2012; 114:186-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0872-0754201400050000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">40.&nbsp;&nbsp;   Argani CH, Eichelberger M, Deering S, Satin AJ. The case for simulation as part of a comprehensive patient safety program.   Am J Obstet Gynecol 2012; 206:451-5</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0872-0754201400050000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">41.&nbsp;&nbsp;   Marzano D, Frankel J, Smith SB,   Andreatta P. A simulationbased scenario to help prepare   learners in the   management of obstetric emergencies. Simul Healthc 2011; 6:364-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0872-0754201400050000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">42.&nbsp;&nbsp;   To WW. Training in emergency obstetric skills: is it evidencebased? Hong Kong Med J 2011; 17:141-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0872-0754201400050000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">43.&nbsp;&nbsp;   van de Ven J, Houterman S, Steinweg RA, Scherpbier AJ, Wijers W, Mol BW,   et al. TOSTI-Trial Group. Reducing errors in health care: cost-effectiveness of multidisciplinary team   training in obstetric emergencies (TOSTI   study); a randomised controlled trial. BMC Pregnancy Childbirth 2010; 10:59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0872-0754201400050000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">44.&nbsp;&nbsp;   Gum L, Greenhill J, Dix K. Clinical simulation   in maternity (CSiM): interprofessional learning   through simulation team training. Qual Saf Health Care 2010; 19:e19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0872-0754201400050000500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">45.&nbsp;&nbsp;   Ennen CS, Satin AJ. Training and assessment in obstetrics: the role of simulation. Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol 2010; 24:747-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0872-0754201400050000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">46.&nbsp;&nbsp;   Morgan PJ, Pittini R, Regehr G, Marrs C, Haley MF. Evaluating teamwork   in a simulated obstetric environment. Anesthesiology 2007; 106:907-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0872-0754201400050000500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="end" id="topo2"></a><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></b>    <br>   Luís Guedes-Martins    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Centro Hospitalar do Porto    <br> Centro Materno Infantil do Norte     <br> Serviço de Ginecologia e Obstetrícia     <br> Largo da Maternidade    <br> 4050-371 Porto, Portugal    <br> E-mail:   <a href="mailto:luis.guedes.martins@gmail.com">luis.guedes.martins@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido a 19.08.2013 | Aceite a 02.04.2014</font></p>      ]]></body><back>
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