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<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Introdução: Os quistos do timo são lesões pouco frequentes na prática clínica. São diagnosticados principalmente durante a adolescência, contudo podem ser identificados em qualquer grupo etário. Na sua larga maioria são assintomáticos. O diagnóstico definitivo é, na maior parte dos casos, histológico. Os exames complementares nem sempre permitem o diagnóstico diferencial com outras lesões, como o higroma quístico. O tratamento dos quistos do timo é exclusivamente cirúrgico e tem bom prognóstico. Caso clínico: Os autores descrevem o caso de um adolescente com 12 anos, a quem, em contexto de consulta de rotina no médico assistente, foi identificada uma lesão cervical mediana que aumentava de dimensões com a manobra de Valsalva.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><b><font size="2" face="Verdana">CASOS CL&Iacute;NICOS / CASE  REPORTS</font></b></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Quisto do timo – um diagnóstico pouco   frequente</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Thymic  cyst &ndash; an uncommon diagnosis</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Patrícia Gonçalves<sup>I</sup>; Ana Paula   Martins<sup>II</sup>; Rosa Leon<sup>III</sup>; Miroslava Gonçalves<sup>II</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>S. Pediatria M&eacute;dica, Departamento de Pediatria, H Santa Maria, CH Lisboa Norte, Centro Acad&eacute;mico de Medicina de Lisboa. 1649-035 Lisboa, Portugal. E-mail: <a href="mailto:patricia_a_goncalves@hotmail.com">patricia_a_goncalves@hotmail.com    <br> </a><sup>II</sup>S. Cirurgia   Pedi&aacute;trica, Departamento de Pediatria, H Santa Maria, CH Lisboa Norte, Centro Acad&eacute;mico de Medicina de Lisboa. 1649-035 Lisboa, Portugal. E-mail: <a href="mailto:apescada@sapo.pt">apescada@sapo.pt</a>; <a href="mailto:miroslavag2@hotmail.com">miroslavag2@hotmail.com    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </a><sup>III</sup>S. Pediatria, H Santo Esp&iacute;rito de Angra do Hero&iacute;smo, 9700-851 Angra do Hero&iacute;smo, Portugal. E-mail: <a href="mailto:rosaleondebeas@yahoo.es">rosaleondebeas@yahoo.es</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topo" id="topo"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução</b>: Os quistos   do timo são lesões pouco   frequentes na prática clínica.   São diagnosticados principalmente durante a adolescência, contudo   podem ser identificados em qualquer grupo etário.   Na sua larga maioria são assintomáticos. O diagnóstico definitivo é, na maior   parte dos casos,   histológico. Os exames   complementares nem sempre   permitem o diagnóstico diferencial com outras lesões,   como o higroma quístico. O tratamento dos quistos do timo é exclusivamente cirúrgico e tem bom prognóstico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico</b>: Os autores descrevem o caso de um adolescente com 12 anos,   a quem, em contexto de consulta de rotina no médico assistente, foi identificada uma lesão cervical   mediana que aumentava de dimensões com a manobra de Valsalva.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave</b>: Manobra de Valsalva, quisto, timo.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introduction: </b>Thymus cysts   are lesions not frequently seen on our daily practice. They are mainly   diagnosed during adolescence, but can be identified in any age group. These lesions are usually assymptomatic. The diagnosis is usually made by histological examination because imaging   studies not always allow the differential diagnosis   with more common   lesions such as cystic   hygroma. Surgery is the treatment of choice and prognosis is excellent if the lesion   is completely removed.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Case report: </b>The authors describe a case of a male sex adolescent with 12   years old presenting with a cervical mass varying in size with Valsalva maneuver.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key-words</b>: Cyst,   thymus gland, Valsalva maneuver.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">INTRODUÇÃO</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O timo é um órgão linfóide primário   que se localiza na porção ântero-superior da cavidade torácica. Durante o desenvolvimento embrionário, os precursores deste   órgão formam-se a partir da terceira bolsa   faríngea e migram   no sentido céfalo-caudal   originando o ducto timo-faríngeo. Pela oitava semana de gestação, os ductos timo-faríngeos fundem-se no mediastino anterior formando o timo(1,2).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A origem dos quistos do timo não está totalmente esclarecida. Admite-se   que possam resultar   da degenerescência de corpúsculos de Hassal e da involução   incompleta do ducto timo-faríngeo (com   a presença de timos ectópicos, acessórios, ou quistos   do timo desde   o ângulo da mandíbula até   ao mediastino)(3,4). Estas   formações podem localizar-se ao longo do trajeto de migração do ducto timo-faríngeo, mas a sua posição mais frequente é no triângulo anterior do pescoço,   do lado esquerdo, próximo   do bordo anterior do músculo esternocleidomastoideu(1,5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os exames de imagem não permitem o diagnóstico inequívoco destas lesões exceto nos casos em que se observa continuidade entre a lesão e o timo mediastínico, pelo que o diagnóstico pré-operatório é difícil, sendo suspeitado normalmente no período intra-operatório pelo aspeto macroscópico. O diagnóstico definitivo é normalmente efetuado através da análise histológica da peça operatória(5,6).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tratamento consiste   na excisão total do quisto.   O prognóstico, após remoção   da lesão, é excelente, não se conhecendo relatos de recidivas(1,3,5).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font size="3" face="Verdana">CASO CLÍNICO</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Adolescente do sexo   masculino, com 12 anos de idade, com antecedentes familiares irrelevantes e previamente saudável.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No contexto de consulta de rotina com o pediatra assistente, foi detetada   uma tumefação localizada na face anterior   direita da base do pescoço, de pequenas dimensões, indolor, não pulsátil, com consistência elástica e imóvel com os movimentos de deglutição. Projetava-se anteriormente com a inspiração profunda, em particular com a realização da manobra de Valsalva e permitia a transiluminação. O restante exame físico não revelava outras alterações.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O adolescente negava   qualquer sintomatologia, nomeadamente sintomas constitucionais, do foro respiratório ou gastrointestinal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na TAC cervical e torácica foi identificada uma formação quística   mediastínica anterior, que se relacionava com as extremidades proximais das clavículas, imediatamente abaixo da glândula   tiroideia, projetando-se anteriormente à traqueia, veia   braquiocefálica esquerda, artéria   carótida comum esquerda,   e à artéria e veia braquiocefálicas direitas. Era observável um compromisso ligeiro   do calibre da traqueia (<a href="#f1">Figura 1</a>). Analiticamente não tinha alterações.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v23n3/23n3a08f1.jpg" width="389" height="276"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi referenciado para a consulta de cirurgia pediátrica do nosso hospital com a hipótese de diagnóstico de higroma quístico. Após avaliação, foi submetido   a intervenção cirúrgica   com as hipóteses pré-operatórias de higroma   quístico ou quisto broncogénico. Foi efectuada a excisão total da lesão através de uma incisão cutânea (1.5cm), supraclavicular direita. Não se registaram incidentes nomeadamente durante a cirurgia nem no pós-operatório.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A estrutura tinha 6 x 8cm de maiores dimensões, era heterogénea,   com áreas sólidas   e quísticas, macroscopicamente compatível com quisto do timo (<a href="#f2">Figura 2</a>). O exame histológico da peça confirmou o diagnóstico operatório.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v23n3/23n3a08f2.jpg" width="386" height="346"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O adolescente teve alta clinicamente bem, com resolução   da sua situação clínica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">DISCUSSÃO</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A abordagem do doente com   uma tumefação cervical deve iniciar-se com a colheita   de uma história clínica detalhada, questionando em particular a presença de sintomas constitucionais, respiratórios (incluindo os relacionados com   o aparelho fonatório) e gastrintestinais. Deve seguir-se um exame físico   minucioso com uma detalhada caracterização da lesão,   no que diz respeito à sua localização, dimensões, consistência, frémito,   transiluminação e mobilidade com a deglutição e inspiração profunda.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No caso descrito   o higroma quístico   surge como primeira hipótese   de diagnóstico dada a sua elevada frequência. O higroma quístico   é uma malformação linfática localizada habitualmente no triângulo   posterior do pescoço,   caracterizada pela presença de lesões quísticas   uni ou multiloculadas, mal circunscritas que não respeitam   os planos anatómicos   (contrariamente à lesão do doente descrito, localizada no triângulo anterior do pescoço e, aparentemente, sem disrupção dos planos).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os quistos da fenda branquial,   são lesões habitualmente com limites bem definidos e que respeitam os planos anatómicos, mas   que não se modificam com a manobra   de Valsalva, ao contrário do caso descrito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de pouco   sugestivo nesta situação, o diagnóstico diferencial   de tumefações cervicais   não pode deixar   de incluir adenopatias   (pela sua frequência), alterações estruturais das glândulas tiroideia e paratiroideias, neoformações (pela sua gravidade), alterações vasculares e quisto broncogénico(5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os quistos do timo são mais frequentes no sexo masculino (numa relação de 3:1) e habitualmente diagnosticados na adolescência, apesar   de poderem ser identificados em qualquer grupo etário(3). Encontram-se pouco mais de 150 casos descritos na literatura mas estudos <i>pos-mortem </i>revelam uma incidência de cerca de 30%. Esta   discrepância resulta do facto destas lesões serem   assintomáticas em cerca   de 90% dos casos(1,3,5). Quando presentes, os sintomas são inespecíficos e incluem disfagia, disfonia, estridor ou dificuldade respiratória por compressão extrínseca das vias respiratórias, principalmente no recém-nascido(1,3,5). No caso descrito, a moldagem do lúmen da traqueia era pequena   mas evidente e ocorrendo um aumento do volume do quisto, poderia   instalar-se um quadro   de dificuldade respiratória potencialmente grave.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste caso, pelo facto do quisto não ter continuidade com o timo   mediastínico, os exames   imagiológicos não permitiram o seu diagnóstico definitivo mas foram   essenciais para a caracterização da extensão   e relação com as estruturas adjacentes. A ecografia   cervical é um bom exame de imagem   para uma primeira abordagem nestas situações mas o exame   de escolha é a ressonância magnética. Na indisponibilidade desta última, a TAC com contraste permite uma caracterização satisfatória(5-7).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A citologia aspirativa não tem utilidade   para o diagnóstico dos quistos   do timo pelo   facto de não permitir observar a histologia do tecido com os característicos corpúsculos de Hassal(3,5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tratamento dos quistos do timo é cirúrgico, mas antes de se efetuar   a excisão da lesão, é essencial confirmar a existência de timo mediastínico, sob pena de provocar um estado de imunodepressão se o quisto excisado   for o único tecido tímico   presente no organismo (em particular no recém-nascido). Perante   um quisto contínuo   com o timo mediastínico, apenas a lesão deve ser excisada(3).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O prognóstico desta situação é excelente se a lesão for removida na sua totalidade, não existindo descrições de recidivas ou degeneração maligna.   Não existem relatos de <i>follow-up </i>a longo prazo de lesões quísticas do timo não excisadas(5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este caso ilustra   a forma habitual de apresentação dos quistos do timo, que apesar   de pouco frequentes, não devem ser esquecidos aquando   da abordagem de um doente com uma tumefação cervical.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Sanei MH, Berjis N, Mesbah H. Cervical thymic cyst, a case report and review of the literature. J Res Med Sci 2006; 11:339-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0872-0754201400050000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Nirajan J, Santosh KV, Prabhakar G. Multiloculated cervical   thymic cyst. J Indian Assoc   Pediatr Surg 2011; 16:24-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0872-0754201400050000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   De Caluwé D, Ahmed   M, Puri P. Cervical thymic   cyst. Pediatr Surg Int 2002; 18:477-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0872-0754201400050000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Shukla VK, Jha A, Shankar BG.   Cervical thymic cyst. MJAFI 2004; 60:204-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0872-0754201400050000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Cigliano B, Baltogiannis N, De Marco   M, Faviou E, Antoniou D, De Luca   U, et al. Cervical thymic   cysts. Pediatr Surg 2007; 23:1219-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0872-0754201400050000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Wybenga J, Boch M, Beek F, Braunius W. Case report:   an unusual cause   of a neck mass in a child.   J Radiol 2002. Disponível em: <a href="http://www.jradiology.com/" target="_blank">www.jradiology.com</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0872-0754201400050000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Prasad TR, Chui CH, Ong CL, Meenakshi A. Cervical ectopic thymus in a child. Singapore Med J 2006; 47:68-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0872-0754201400050000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="end" id="topo2"></a><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></b></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana">Patrícia A. Gonçalves    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Centro Hospitalar Lisboa Norte    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Hospital Santa Maria, Departamento de Pediatria     <br> Avenida Egas Moniz    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </font><font size="2" face="Verdana">1640-035 Lisboa, Portugal    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">E-mail: <a href="mailto:patricia_a_goncalves@hotmail.com">patricia_a_goncalves@hotmail.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido a 21.08.2013 | Aceite a 01.04.2014</font></p>      ]]></body><back>
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