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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES  ORAIS</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">CO-2</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Gonalgia: diagnóstico diferencial em oncologia</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Isabel Serra Nunes<sup>I</sup>; Filipa Leite<sup>II</sup>; Catarina Sousa<sup>II</sup>; Cristiana Couto<sup>II</sup>; Tereza Oliva<sup>II</sup>; Armando Pinto<sup>II</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, E.P.E.</font>    <br>   <font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Instituto Português de Oncologia do Porto – Francisco Gentil, E.P.E.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução:</b>As queixas musculo-esqueléticas são frequentes em idade   pediátrica e implicam   muitas vezes recurso   ao médico assistente ou ao serviço   de urgência. A gonalgia pode,   ocasionalmente, estar associada a patologia oncológica ou mesmo ser a sua primeira manifestação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste trabalho são apresentados 4 casos clínicos   cuja causa é do foro oncológico. Todos os casos apresentaram clínica inicial semelhante, no entanto com diferentes etiologias e, consequentemente, orientação e prognóstico díspares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Casos clínicos: </b>Caso 1: Adolescente de 12 anos de idade com gonalgia direita com 3 meses   de evolução, sem outras queixas. Após investigação etiológica, concluiu tratar-se de Sarcoma de Ewing da tíbia direita sem evidência de doença metastática. Realizou quimioterapia e excisão cirúrgica (com reconstrução com enxerto vascularizado), conforme protocolo EURO-EWING 99 até Agosto de 2014. Atualmente já deambula, com apoio.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Caso 2: Adolescente de 11 anos   com queixas de gonalgia à esquerda com 11 meses   de evolução, desencadeada por traumatismo. Diagnosticado como Linfoma difuso   de células B do   joelho esquerdo, após realização de exames imagiológicos e artroscopia. Atualmente, cumpre   quimioterapia segundo o protocolo LMB 2001, desde Abril de 2014.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Caso 3: Adolescente de 17 anos de idade com queixas de difi                 na mobilidade progressiva com 5 meses de evolução.   O estudo realizado   revelou Osteossarcoma de superfície no fémur direito, pelo que iniciou tratamento de acordo com o protocolo   EURAMOS 2004 em fevereiro de 2014, que ainda cumpre atualmente. Caso 4: Adolescente de 16 anos com gonalgia e incapacidade funcional direitas com duração de 3 meses, cuja investigação revelou tratar-se de Linfoma Anaplásico ALK+, estadio IA, extraganglionar. Realizou quimioterapia segundo o protocolo ALCL 99, que terminou em Maio de 2011. Atualmente, apenas em vigilância clínica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>A gonalgia   é manifestação de uma variedade enorme de patologias que incluem alterações ortopédicas ou patologia   tumoral benigna ou maligna. A doen  ça oncológica maligna é rara em pediatria. No entanto, quando   presente as queixas   iniciais s  ão geralmente inespecíficas e o diagnóstico pode ser difícil. Este trabalho visa sublinhar   a import  ância de uma avaliação clínica completa e da necessidade de colocar como hipótese a patologia oncológica quando as queixas se prolongam, são resistentes à terapêutica e a investigação não é esclarecedora.</font></p>      ]]></body>
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