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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES  ORAIS</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">CO-18</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Papel da RetCam no rastreio da retinopatia da prematuridade numa unidade de cuidados neonatais</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Pedro Gil<sup>I</sup>; João Gil<sup>II</sup>; João Pedro   Marques<sup>II</sup>; Madalena Monteiro<sup>II</sup>; Catarina Paiva<sup>II</sup>; Rui Castela<sup>II</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Centro Hospitalar do Baixo Vouga,   Centro de Responsabilidade Integrado de Oftalmologia, Centro Hospitalar Universitário de Coimbra    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Centro de Responsabilidade Integrado de   Oftalmologia, Centro Hospitalar Universitário de Coimbra</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A retinopatia da prematuridade (ROP) é um distúrbio do desenvolvimento vascular   retiniano em crianças prematuras com baixo peso   ao nascimento. As possíveis complicações, como descolamento de retina, podem   condicionar uma diminuição marcada da acuidade visual. A sua relação com os cuidados neonatais está actualmente bem estabelecida, nomeadamente com o suporte cardiorrespiratório. Por esse   motivo, o consenso actual engloba   oftalmologistas e neonatalogistas numa abordagem sistematizada de rastreio da ROP. Este inclui avaliações seriadas do fundo do olho, em que a RetCam tem sido proposta como alternativa à oftalmoscopia indirecta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Material e Métodos: </b>Fez-se uma   revisão retrospectiva dos registos clínicos dos doentes   que foram submetidos a exame de imagem com a RetCam   3® (Clarity, Medical   Systems Inc., USA) no   âmbito do rastreio   da ROP, desde   1 de Fevereiro de 2011 até   3 de Setembro de 2014, num centro pediátrico de referência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados: </b>Neste período foram avaliados   73 doentes, 46.58% do sexo masculino e 53.42% do feminino. A idade média à data do primeiro   exame era de 10.55±5.28 semanas   de idade cronológica, e de 39.29±4.77 semanas de idade   gestacional. O número médio de exames por doente foi de 2.40±0.11, com uma média de 75.78±101.73 imagens   do fundo ocular   por doente, num total de 5532 imagens. Apresentam-se ainda alguns casos   clínicos com fotografia do fundo ocular   mostrando as principais manifestações oftalmológicas da ROP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusões: </b>O uso da RetCam no rastreio   da ROP proporciona ganhos adicionais comparado com a oftalmoscopia   indirecta, em termos de conveniência, rapidez, qualidade das imagens obtidas, possibilidade de documentar e comparar exames   subsequentes e complementar o exame com angiografia   fluoresceínica. Estes ganhos   traduzem-se em diagnósticos mais precoces e precisos, permitindo por isso melhores resultados com o tratamento. Dado   o crescente número   de partos pré-termo e o desenvolvimento dos cuidados neo-natais, o rastreio da ROP   com a RetCam engloba-se numa estratégia multi-disciplinar para   optimizar o acompanhamento destes recém-nascidos de risco.</font></p>      ]]></body>
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