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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-12</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Oxigenoterapia hiperbárica em adolescente com hipoacusia súbita neurossensorial</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Mariana Matos Martins<sup>I</sup>; Nádia Guimarães<sup>I</sup>; Ivete Afonso<sup>I</sup>; Eduarda Cruz<sup>I</sup>; Tiago Fernandes<sup>II</sup>; Nuno Trigueiros<sup>III</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Serviço de Pediatria, Hospital Pedro Hispano   – Unidade Local de Saúde de Matosinhos</font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Serviço de Medicina Hiperbárica, Hospital Pedro Hispano – Unidade Local de Saúde de Matosinhos    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>III</sup>Serviço de Otorrinolaringologia, Hospital   Pedro Hispano – Unidade Local de Saúde de Matosinhos</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A utilização de oxigenoterapia hiperbárica (OTH) em pediatria, apesar   de ter indicações definidas, é infrequente para   isso contribuindo a escassez de centros especializados   e a falta de informação. Apesar da evidência   clínica não ser definitiva em relação à utilização deste   tratamento na hipoacúsia neurossensorial o aparecimento de resultados favoráveis tem levado a uma utilização cada vez maior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os autores apresentam o caso de uma adolescente com hipoacúsia súbita   neurossensorial (HSNS) sem resposta ao tratamento convencional com melhoria clínica   comprovada após uso de O2 hiperbárico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico: </b>Adolescente, sexo feminino, 12 anos, antecedentes pessoais irrelevantes, incluindo hábitos medicamentosos. Antecedentes maternos de doença   de Meniére e fraternos de doença celíaca.   Quadro febril inespecífico 3 semanas antes associado   posteriormente a vómitos,   tonturas, zumbido e hipoacúsia súbita severa esquerda. Diagnosticado síndrome   vertiginoso no contexto   de labirintite aguda provável com audiograma revelando perda auditiva de 70-75 SRT; medicada com corticóide, antivírico e antiemético orais. Estudo complementar incluindo estudo   serológico infeccioso e angio-RM cerebral   sem alterações de relevo,   excepto níveis de transglutaminase francamente   positivos. Por manutenção de défice auditivo   severo após cerca de 2 semanas   de tratamento oral   foi proposta OTH. Realizou 30 sessões diárias   distribuídas durante 5 dias semanais, sem registo   de efeitos laterais.   Melhoria clínica progressiva do quadro vertiginoso com recuperação auditiva   parcial registada após conclusão da OTH.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>Diversos estudos   analisaram o uso de OTH como   terapia secundária da HSNS após insucesso do tratamento primário   convencional. Os resultados   são positivos quanto à melhoria   auditiva mas inconclusivos quanto ao significado clínico   desta melhoria. Existe   também indefinição em relação ao contributo da recuperação espontânea, e também no que respeita à altura ideal de início e tempo de duração. Apesar de não podermos   concluir que a doente melhorou apenas devido à OHT, nos casos em que a terapêutica de 1ª linha falha os autores pensam   que esta é uma alternativa viável dada a limitação futura que acarreta um défice auditivo, especialmente em idade pediátrica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Carecem   estudos prospectivos em larga escala   que comprovem o benefício inequívoco desta estratégia terapêutica e definam as condições ideais de utilização.</font></p>      ]]></body>
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