<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0872-0754</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></abbrev-journal-title>
<issn>0872-0754</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro Hospitalar do Porto]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0872-07542014000600032</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atrésia brônquica: caso clínico]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mariana Matos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Azevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Inês]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[José Aires]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Unidade Local de Saúde de Matosinhos Hospital Pedro Hispano Serviço de Neonatologia]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar São João Serviço de Pediatria Unidade de Pneumologia Pediátrica]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>29</day>
<month>11</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>29</day>
<month>11</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<volume>23</volume>
<fpage>20</fpage>
<lpage>20</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0872-07542014000600032&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0872-07542014000600032&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0872-07542014000600032&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-13</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Atrésia brônquica – caso clínico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Mariana Matos   Martins<sup>I</sup>; Inês Azevedo<sup>II</sup>; José Aires Pereira<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Serviço de Neonatologia, Hospital Pedro Hispano – Unidade Local de Saúde de Matosinhos</font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Unidade de Pneumologia Pediátrica, Serviço de Pediatria, Centro Hospitalar São João</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A atrésia   brônquica é uma doença congénita rara com predominância no sexo masculino, em que tem prevalência estimada de 1.2 casos   por 100.000. O diagnóstico pré-natal   é possível mas, na maioria   dos doentes, o diagnóstico é feito   radiologicamente de forma acidental na 2ª ou 3ª décadas de vida e dois   terços desses doentes estão assintomáticos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os autores apresentam o caso de uma criança   com cl  ínica respiratória no período neonatal interpretada como consequente a pneumonia cong  énita, sendo posteriormente diagnosticada atrésia brônquica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico: </b>Gestação de termo, vigiada,   sem intercorrências. Ecografias obstétricas normais. Parto traumático por ventosa após rotura prolongada de membranas, com   profilaxia antibiótica completa. I. Apgar 4/7/8   com necessidade de reanimação neonatal   avançada e internamento na UCIN. Apresentava gemido, cianose, taquipneia e murmúrio diminuído na base direita. Radiografia pulmonar em D1 de vida:   diminuição do volume   do hemitórax direito   e hipotransparência na base do lobo   inferior direito (LID).   Ecografia torácica em D9: atelectasia do segmento posterior do LID. Durante o internamento manteve-se em ventilação espontânea e sem necessidade de oxigenoterapia. Completou antibioterapia; alta com diagnóstico de sépsis/ pneumonia congénita.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por manter hipotransparência no LID realizou   angioTAC torácica aos 42 dias de vida que mostrou atelectasia total dos   lobos médio e inferior do pulmão direito   com redução do volume do hemitórax, desvio mediastínico ipsilateral e ausência de visualização do lúmen do brônquio   intermédio. A broncofibroscopia   aos 2 meses confirmou o diagnóstico. Sem outras   anomalias congénitas, além de 5º arco costal   hipodesenvolvido. Seguimento regular com intercorrências respiratórias normais para a faixa etária até à data.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>A clínica   respiratória neonatal imediata   é frequente, sendo   diversos os diagnósticos diferenciais. Neste doente a sintomatologia respiratória foi provavelmente consequente ao quadro de sofrimento fetal   e não secundária à atrésia brônquica. O diagnóstico, em idade tão precoce, foi efectuado   por manutenção da imagem de hipotransparência, sendo   que o conhecimento desta alteração congénita permite um seguimento individualizado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com este caso,   os autores querem   salientar a necessidade de suspeição de patologia pulmonar malformativa quando surge uma alteração radiológica persistente, especialmente se acompanhada de sinais indirectos de assimetria pulmonar.</font></p>      ]]></body>
</article>
